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Imposto de Renda

Incide 15% sobre o lucro obtido. Ex. se comprar por R$ 100,00 e vender por R$ 110,00, terá R$ 10,00 de
lucro e terá que pagar R$ 1,50 de imposto de renda.

Se a operação for day trade (compra e venda no mesmo dia) o imposto de renda é de 20%.

Como pagar o Imposto de Renda de Ações (DARF)? (31 de março de 2009)


Os campos a serem preenchidos são:

1. Nome/Telefone
2. Período de Apuração (último dia do mês que teve o lucro)
3. CPF
4. Código da Receita (6015 – ganhos líquidos auferidos no mercado de renda variável)
5. Número de Referência (em branco)
6. Data de Vencimento (último dia do mês seguinte ao que teve o lucro)
7. Valor Principal (valor a ser pago de IR)
8. Valor da Multa (em branco)
9. Valor dos Juros (em branco)
10. Valor Total (valor a ser pago de IR)

Obs 1: no caso de operações daytrade 1% do imposto devido já é recolhido na fonte. Portanto na hora
de preencher o DARF você precisará recolher apenas os outros 19%.

Obs 2: Como “normal/posição” e “daytrade” são consideradas coisas diferentes você precisará
preencher 2 DARFs, um para o lucro com “normal/posição” e outro para o de “daytrade”.

Obs 3: O valor mínimo permitido para a emissão de um DARF é de R$10,00. Portanto, se o valor do
imposto a ser pago em um determinado mês for inferior a R$10,00, você deverá ir acumulando os
próximos tributos até que o valor seja superior a R$10,00.

Análise: Tragédia anunciada (4 de fevereiro de 2009)


Não há quem não reconheça a Petrobrás como um dos principais papéis a “puxar” o índice Ibovespa,
principal indicador de comportamento do mercado de capitais brasileiro. Quase tudo o que acontece
com a Petrobrás, acontece também com o Ibovespa (e com o dinheiro de todos nós, investidores).

A tenebrosa crise que se abateu sobre a bolsa de valores de São Paulo, e que fez regredir a pontuação
do índice aos níveis em que se encontrava no início de 2006, foi prontamente anunciada pelo gráfico de
candles da Petrobrás, ainda no final de Maio de 2008, sob a forma de um padrão chamado “Bebê
Abandonado de Topo” (veja no gráfico, destacado em vermelho). O formato desse padrão é clássico e
atende a todos os requisitos morfológicos de sua composição, inclusive o comportamento de volume.
Petrobras PN - Diário

Esse padrão é formado por um candle de corpo minúsculo que possui um gap entre sua mínima e as
máximas dos candles anterior e posterior. Ele demonstra uma troca radical do controle sobre o mercado
(note que o gap do segundo para o terceiro dia é maior que o gap entre o primeiro e o segundo).

Não é de admirar que a ele tenha se seguido uma queda histórica no preço desta ação. O que vemos
aqui é mais uma prova do quando a análise de candles é eficiente como ferramenta para identificar
reversões, e de quanta dependência existe entre as ações da Petrobrás e o resto do mercado, pois esse
padrão não se formou em outros papéis importantes, e nem mesmo no gráfico do Ibovespa, embora
quase todos tenham acompanhado a queda que se seguiu. Entre os demais papéis de destaque no
Ibovespa, durante o mês de Maio, tivemos sinais relevantes apenas na VALE5 (que apresentou uma
“Estrela da Tarde”, porém com um terceiro candle branco) e na CSNA3 (que apresentou uma “Estrela
Cadente”).

Infelizmente, a descrença faz com que a análise de gráficos de Candlestick ainda não seja bem aceita
como método de avaliação de comportamento do mercado, por boa parte dos analistas, privando
muitos investidores dos benefícios proporcionados por esta magnífica ferramenta. Se, por um lado, essa
descrença o torna, ainda, um método sub-utilizado, por outro, oferece um diferencial competitivo a
quem lhe credita (como eu) seu devido valor, por coloca-lo em vantagem frente aos demais
investidores, proporcionando um ângulo adicional de visão sobre o mercado.

A versatilidade desses gráficos é tamanha, que permite combinações de sucesso com outros métodos
estatísticos e empíricos, na busca por convergências de sinais. Tenho recomendado sua utilização com
insistência, sempre que surge uma oportunidade, pois conheço bem suas vantagens em relação aos
gráficos de barras, muito mais pobres em conteúdo.

De qualquer forma, o investidor bem preparado que conseguiu enxergar, no gráfico da Petrobrás, a
tragédia anunciada, tratou de vender seus papéis nos lucrativos patamares de preços em que se
encontravam na época e teve a oportunidade de recomprá-los, no inicio de 2009, pela metade do preço,
dobrando sua posição nesse excelente ativo.

Carlos Alberto Debastiani é empresário, investidor e autor dos livros “Candlestick”, “Análise Técnica de
Ações” e “Avaliando Empresas, Investindo em Ações”.
Análise: Em breve inicia-se a temporada de balanços (27 de fevereiro de 2009)
Um dos momentos mais esperados para o investidor com foco na análise fundamentalista ocorre
quando inicia a temporada de balanços financeiros. Estes, quando anuais, devem ser divulgados até o
final de março do ano seguinte. Algumas empresas começam a divulgar agora em fevereiro e a maioria
concentra-se em meados de março. Os balanços trimestrais, por sua vez, devem ser divulgados em até
45 dias após o encerramento do trimestre.

O balanço é indiscutivelmente uma excelente foto do momento que passa a empresa e uma das mais
democráticas formas de acesso à informação a todos os acionistas. Questões importantíssimas vêm à
tona e vários aspectos que interferem no desempenho empresarial podem ser constatados.

Por exemplo: você descobre o que a inflação pode fazer com os ganhos das companhias; qual a
importância do preço das commodities nos custos e nas receitas; como as variações da moeda
impactam no desempenho financeiro e nas margens operacionais; em que medida a restrição de crédito
inibe as vendas. Enfim, é o grande momento de eliminar diversas dúvidas e verificar se o cenário traçado
na última foto disponibilizada é próximo daquilo que você aguardava.

Com efeito, somos todos movidos pelas expectativas e conforme as notícias vão sendo veiculadas na
imprensa formamos as previsões de desempenho. Mas, comumente, tais previsões possuem um viés
excessivamente positivo, ou vice-versa, e acabamos por projetar muitos anos à frente uma situação
cíclica que deve se alterar se não em 1, mas em 3 anos, por exemplo.

E como muitos no mercado agem desta forma, a expectativa do desempenho pior acaba por aprofundar
a queda dos preços das ações de companhias que aparentemente terão resultados declinantes. Quando
chegar o balanço, você pode estar diante de uma companhia que efetivamente apresentou um
desempenho com queda do lucro de 30%, exemplificando. No entanto, suas cotações poderiam, porque
não, já terem caído uns 80%. Neste contexto, e avaliando os indicadores de atratividade
fundamentalista, é muito provável estar-se diante de uma oportunidade de compra de ações muito
depreciadas.

É evidente que os próximos balanços podem continuar mostrando deterioração do desempenho, mas,
assim como o crescimento dos lucros não dura para sempre, a fase crítica também não.

A diferença entre a expectativa já precificada e o que de fato virá no balanço apresentado é o gap de
ganhos (ou perdas) que você tem se for competente para perceber isto. No curto prazo, tudo é possível,
mas, no longo prazo, é o desempenho empresarial que determina o futuro das cotações da empresa
selecionada.

Falando brevemente de alguns setores, deve-se prestar atenção em alguns fatores importantes:

a) Visualize nos balanços das construtoras o quanto o saldo de “lucros a realizar” que constam nas notas
explicativas é suficiente para manter lucros saudáveis e quanto disso é consumido num trimestre.
Verifique ainda se o aumento dos custos da construção civil afetou as margens esperadas e como
permanece a velocidade de vendas. Para este segmento, o mercado já espera o pior;

b) Nos balanços das empresas endividadas em dólar, constate como estaria o resultado sem os efeitos
cambiais que não representaram efetivo desembolso de caixa. Se a empresa permanecer apresentando
lucro operacional que cubram ao menos os encargos financeiros correntes, sem efeitos extraordinários,
pode-se estar diante de uma boa oportunidade. Algumas dessas companhias custam 1, 2 meses de
faturamento. Representam maiores riscos, mas também são estas as empresas cujas ações apresentam
valorizações no médio e longo prazo superiores a 4 dígitos, quando a crise, futuramente, for assunto do
passado;

c) No balanço das empresas do segmento de distribuição de energia elétrica, constate se o consumo de


eletricidade foi afetado em sua área de concessão em razão da diminuição da atividade econômica. Isto
mais provavelmente acontecerá com aquelas companhias que fornecem para o setor industrial;

d) No balanço dos bancos médios, especial atenção deverá ser dada a como está sendo a captação, seu
custo e o nível de inadimplência. Vai ser possível constatar até que ponto o aumento do spread bancário
serviu para amenizar o menor ritmo de concessão de crédito.

e) Nas empresas em geral, esteja preparado para visualizar forte retração da demanda, que deve
permanecer neste trimestre, em razão da necessidade de muitas empresas ajustarem seus estoques a
um novo ritmo de atividade econômica e a um custo maior do capital de giro. Isto pode ampliar a
sensação de desaceleração econômica no curto prazo.

Portanto, aproveite a oportunidade que os balanços trarão para estabelecer novos alvos de aquisição de
ações diante do gap entre a queda das cotações e dos resultados empresariais e, se necessário,
substitua da sua carteira de ações as companhias que eventualmente decepcionaram e ainda não
atingiram preços de empresas em “estado falimentar”.

Anderson Lueders Autor do Livro “Investindo em Small Caps: um roteiro completo para se tornar um
investidor de sucesso”.

Liquidez: Fique atento à liquidez de suas ações (22 de janeiro de 2009)


Liquidez é a capacidade que uma ação possui de ser negociada rapidamente, ou seja, sua preferência
perante o mercado, o fato de existir uma quantidade considerável de investidores interessados em
comprá-la. Esse fator é importante porque você terá que vendê-la para obter o tão almejado lucro, ou
precisará se livrar dela, caso o mercado não se desenvolva como você previa. Em ambos os casos, se não
houver compradores interessados, você estará em apuros e ficará com esse papel “encalhado” em sua
carteira.

A falta de liquidez nem sempre está associada a ações de empresas pequenas ou que possuam
indicadores desfavoráveis em seus balanços. É possível encontrar papéis de baixíssima liquidez em
grandes empresas, que exibem números muito significativos em seus balanços e cujos setores de
atuação são altamente lucrativos. Por que isso ocorre, então? Talvez porque os acionistas formem um
grupo fechado, que esteja interessado realmente em possuir e administrar a companhia, e não apenas
em negociá-la na bolsa, como fazemos nós, os pequenos investidores. Na verdade, não importa saber
qual a razão para a falta de liquidez. Importa apenas saber que ela representa um alto risco para o
capital investido num ativo com essa característica.

Além disso, o fato de existirem poucos negócios por dia ou até intervalos de vários pregões sem que
ocorra nenhum negócio, gera um outro problema: a distorção de indicadores técnicos e a interpretação
equivocada de gráficos. Cálculos estatísticos requerem uma quantidade mínima de valores para que seu
resultado seja confiável, caso contrário, a resposta do indicador poderá ser uma armadilha. Algum
tempo atrás, um de meus leitores enviou um e-mail perguntando qual período eu considerava mais
interessante para análise de candles, no intraday. Minha resposta foi a seguinte: “Não há um período
específico, isso depende do papel analisado. O ponto importante é avaliar quantos negócios acontecem
dentro desse período, em média. Se uma ação tem muitos negócios por minuto (como a VALE5), num
período de 15 minutos a quantidade é suficiente para gerar candles confiáveis. Vamos exemplificar:
numa análise recente, a média diária de negócios da VALE5, em 30 dias, estava em 13.580 negócios.
Dividindo isso por 8 horas de pregão e depois 60 minutos a cada hora teremos uma média de 28
negócios por minuto. Considerando um intervalo de 15 minutos, para análise no intraday, teremos cada
candle formado, em média, por 420 negócios (o que já é um número muito bom). Se olharmos para a
ETER3 que possui uma média de 62 negócios por dia nesse mesmo período, teremos cada candle de 15
minutos formado por 1,9 negócios (o que não representa nada em termos de análise), portanto, esse
papel não poder ser analisado no intraday de 15 minutos, só no diário.”

Outro ponto de atenção é que alguns papéis podem apresentar picos isolados de liquidez, normalmente
motivados por manobras especulativas. Um investidor desatento pode adquirir o papel durante um
desses “surtos” de liquidez e, depois, ver sua carteira comprometida com um ativo de alto risco, pelo
qual o mercado não se interessa mais.

Por isso, fique sempre atento à liquidez de suas ações. Papéis que tem alta liquidez hoje podem não a
ter mais amanhã. É preciso acompanhamento constante. Se detectar que um papel de sua carteira está
perdendo liquidez no decorrer do tempo, considere sua substituição no menor tempo possível.

Eu costumo trabalhar com uma regra própria para avaliar liquidez: se o papel não tiver ao menos uma
média de 50 negócios por dia, durante o último mês, e não tiver sido negociado em pelo menos 80% dos
pregões desse período, eu o desconsidero como investimento.

Carlos Alberto Debastiani é empresário, investidor e autor dos livros “Candlestick”, “Análise Técnica de
Ações” e “Avaliando Empresas, Investindo em Ações”.

Seleção: Evite armadilhas. Popularidade das ações nem sempre significa um bom negócio (2 de
fevereiro de 2009)
O investidor que acompanha os negócios na BOVESPA já deve ter observado como alguns papéis têm
uma imensa popularidade. São companhias com as mais variadas características, desde micos em estado
pré-falimentar a blue chips. A popularidade acaba atraindo uma legião de pessoas nem sempre
capacitada para avaliar se as ações em voga estão baratas. No entanto, é imprescindível saber que
muitas vezes a popularidade de algumas companhias é inversamente proporcional aos seus
fundamentos ou ao tamanho real da oportunidade.

Pelo lado das empresas sem bons fundamentos, é visível no mercado a atração que alguns micos geram,
com muitas pessoas buscando pelo bilhete premiado da vida. A defesa da tese de investimento por
vezes é desprovida de fundamentos reais ou é alimentada por interpretações de fatos negativos que
chegam ao ponto de, por meio da ilusão, ser considerados como eventos positivos. Num extremo, até
pedidos de falência podem chegar a ser comemorado …

O mecanismo ilusório persiste com a infalível técnica de atribuir “preços justos” de 5, 10, 20 vezes o
preço vigente no momento, mesmo que, para isto, a empresa tenha que valer mais de acordo com
alguns indicadores fundamentalistas do que outras companhias em excelente estado patrimonial. Todo
este fetiche acaba fazendo com que algumas pessoas montem uma carteira de investimento
concentrada apenas em ações de empresas de fundamento duvidoso e que dependem de gestões
heróicas e muita sorte para sobreviverem.

É evidente que o investimento em ações não deve ser a eterna busca deste bilhete, e sim uma análise
racional dos fundamentos das empresas, investindo de forma inteligente e montando uma carteira com
a noção do risco e potencial de retorno de cada companhia.

Do mesmo modo, grandes empresas famosas, ainda que efetivamente tenham um futuro excepcional,
acabam por custar tão caro sob a ótica dos indicadores fundamentalistas (Preço/Lucro, Preço/Valor
Patrimonial, Preço/EBITDA, Price Sales Ratio, Dividendo Anual, etc …) que já tem em seus preços
embutido até mesmo uma década de bonança pela frente, nada mais restando de valorização justa a ser
recebida para quem compra suas ações. Depois o investidor acaba não entendo porque mesmo com
resultados cada vez melhores algumas companhias não tem suas ações valorizadas.

É importante que você saiba que há grandes oportunidades na bolsa nos quais poucas pessoas
comentam. Muitos ativos passam a ser populares apenas quando estão caros ou após altas substanciais
e silenciosas. O setor de commodities, por exemplo, tão badalado até maio de 2008, era desprezado em
meados de 2001/2002 e muitas das companhias do segmento continham elevadas dívidas cambiais. Do
desprezo absoluto até a precificação irracional foram 2000%, 3000% de valorização. Em contrapartida, a
Telemar, vedete da bolsa à época, não atingiu, no mesmo período, a 1/10 da valorização de ações
ligadas ao referido segmento desprezado.

É fundamental aprender a análise de atratividade das ações e qual o ganho que você ainda pode ter com
elas. Quanto mais tempo os investidores demoram a perceber isto, mais oportunidades de ganhos
deixarão passar, alongando o período de acumulação de patrimônio para uma vida mais tranqüila.

Com efeito, quando passamos a ter a capacidade analítica de observar se uma empresa “vale” aquele
preço que pisca no seu monitor, sabendo definir se está caro ou barato, deixamos de ser apenas massa
de manobra de terceiros, cujas intenções nem sempre são as mais santas. Saber o que está comprando
de fato custa bem menos e leva muito menos tempo do que a recuperação dolorosa dos sucessivos
erros em razão de decisões não pensadas, precipitadas.

Educar-se sobre o tema, estudar e descobrir os ativos que além de popularidade tem requisitos de valor
e guardam especialmente uma boa atratividade na relação preço x valor é altamente recompensador
quando os acertos forem se avolumando e o mercado ir acordando para as oportunidades existentes
que você percebeu antes.

Conselho: Sistemas milagrosos de operação em bolsa (29 de abril de 2009)


Me diga uma coisa:

– Se você tivesse um sistema (método operacional, estratégia operacional, robô automatizado, sistema
automato … como queira chamar) que acertasse 99 em cada 100 trades … O que você faria ?

a) Ficaria bem quietinho, faria uma imensa fortuna em poucos meses e curtiria a vida … de Rider …
numa boa …

b) Ofereceria o sistema para um banco de investimentos, em troca de um percentual da taxa de


administração “ad eternum” e curtiria a vida … de Rider … numa boa …
c) Ofereceria via internet, para meia dúzia de desavisados, que muitas vezes, infelizmente, caem neste
tipo de promessa … em troca de alguns reais, e ficaria … bom, ficaria tentando angariar novos
interessados, pois a comissão gerada pela meia dúzia de interessados não é assim … nenhuma fortuna.

Hein ?

Amigos, já está mais do que na hora de todos aprenderem uma lição básica: “Quando a esmola é demais
até o Santo desconfia”

Sério, cuidem ! Tomem muito cuidado com este tipo de coisa …

Volta e meia um destes “profissionais” some e deixa todas as pessoas que acreditaram em seus serviços
a ver navios … e quem perde com isso ? Claro que são os que colocaram dinheiro na mão deles …

ESCRITO POR ZÉ DA SILVA