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Direitos dos Pacientes e

Familiares
Os pacientes internados Real Hospital
Português deverão ter assegurados os
seguintes direitos:

O paciente tem o direito a atendimento


digno, atencioso e respeitoso sem
preconceito de etnia, credo, idade, sexo,
diagnóstico ou qualquer outra forma de
preconceito por todos os profissionais de
saúde.

O paciente tem o direito a identificar todos


os profissionais de saúde que o atendem,
através de crachás visíveis, legíveis com
nome completo, função e cargo.

O paciente tem o direito a receber


informações claras, simples e
compreensíveis, adaptadas a sua condição
cultural, a respeito das ações diagnósticas e
terapêuticas, o que pode decorrer delas, a
duração do tratamento, a localização de sua
patologia, a existência de necessidade de
anestesia, qual instrumental a ser usado e
quais regiões do corpo serão afetadas pelos
procedimentos.

O paciente tem direito de consentir


ou recusar, de forma livre, voluntária e
esclarecida, com adequada informação,
procedimentos cirúrgicos, diagnósticos e/
ou terapêuticos a que será submetido, para
os quais deverá conceder autorização por
escrito, através do Termo de Consentimento.
No caso de impossibilidade ou incapacidade

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de expressar sua vontade, o Termo de
Consentimento deverá ser autorizado pelo
seu responsável/ representante legal.

O paciente e/ou seu responsável legal tem o


direito de restringir visitas e deverá fazê-lo
por escrito.

O paciente tem o direito de ter seu


prontuário elaborado de forma legível e
de consultá-lo de acordo com as normas
estabelecidas pela Instituição. O prontuário
deve conter o conjunto de documentos
padronizados do histórico do paciente,
princípio e evolução da doença, raciocínio
clínico, exames, conduta terapêutica,
demais relatórios e anotações clínicas.

O paciente tem o direito a ter resguardada


a sua segurança, bem como a integridade
física dentro das instalações da Instituição.

O paciente, quando particular, tem direito


ao ter acesso às contas detalhadas de seus
exames. Caso ele seja credenciado a alguma
seguradora de saúde, esse acesso fica
restrito à mesma.

O paciente tem o direito a ter resguardado


seus segredos por meio da manutenção do
sigilo profissional desde que não acarrete
riscos a terceiros ou à saúde pública.

O paciente tem o direito a receber ou


recusar a assistência psicológica, social e
religiosa.

O paciente tem o direito a consultar uma


segunda opinião médica, quando por ele
desejável, sem sofrer constrangimento pela

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decisão manifestada. Nessas situações, o
médico responsável deve ser comunicado e
os honorários da segunda opinião serão de
responsabilidade do paciente. Todo médico
deve ser cadastrado no Hospital, garantindo
a excelência e segurança preconizadas pela
Instituição.

O paciente tem direito a ser informado


sobre todos os seus direitos, sobre as
normas e regulamentos da Instituição, bem
como comunicar-se com as lideranças do
Hospital.

Deveres dos Pacientes e


Familiares
O paciente e/ou seu responsável legal tem
o dever de respeitar e colaborar com toda
a equipe médica e demais membros da
equipe assistencial.

O paciente e/ou seu responsável legal tem


o dever de fornecer informações precisas,
completas e acuradas sobre o seu histórico
de saúde, doenças prévias, procedimentos
médicos anteriores e outros problemas
relacionados à saúde.

O paciente e/ou seu responsável legal tem o


dever de informar mudanças inesperadas em
seu estado de saúde atual aos profissionais
responsáveis pelo seu tratamento.

O paciente tem o dever de participar do


seu plano de tratamento ou indicar quem
possa ajudá-lo, visando à cura e prevenindo
complicações, assim como de esclarecer as
dúvidas existentes.

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O paciente com internação prolongada
deverá trocar de leito por solicitação do
Hospital, para que seja realizada a limpeza
e desinfecção do ambiente seguindo
orientação do Serviço de Controle de
Infecção Hospitalar.

O paciente e/ou seu responsável legal


tem o dever de seguir as orientações
recomendadas pela equipe multiprofissional
que o acompanha, estando ciente que será
responsável pelas conseqüências em caso
de recusa.

Em caso de transferência do paciente


para a UTI ou outro setor do Hospital, o
acompanhante deve liberar o leito, levando
consigo todos os pertences e evitando a
cobrança de diárias.

O paciente e seus acompanhantes têm


o dever de respeitar os direitos de outros
pacientes, acompanhantes e profissionais
da Instituição, bem como têm o dever de
preservar os recursos do hospital colocados
à sua disposição.

O paciente e/ou seu responsável legal tem


o dever de manter um comportamento
respeitoso com todo o corpo profissional da
Instituição.

O paciente e/ou seu responsável legal tem o


dever de indicar um responsável financeiro,
comunicando à Instituição caso haja alguma
modificação.

O paciente e seus acompanhantes têm o


dever de respeitar a lei antifumo, que dispõe
sobre a obrigatoriedade de não consumir
cigarros, cigarrilhas, charutos ou qualquer
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outro produto fumígero em ambientes
coletivos, públicos ou privados em recintos
total ou parcialmente fechados do hospital
em cumprimento da Lei Federal nº 12.246
de 2014.

O paciente e/ou seu responsável legal tem


o dever de apresentar as documentações
comprobatórias necessárias no ato da
admissão hospitalar.

O paciente e/ou seu responsável legal tem


o dever de conhecer e respeitar as normas
e regulamentos da Instituição por meio do
Manual de Orientação para Pacientes e
Acompanhantes.

O paciente e/ou seu responsável legal tem


o dever de zelar pelas propriedades do
Hospital colocadas a sua disposição para o
seu conforto e tratamento.

O paciente e/ou seu responsável legal tem o


dever de manter durante todo o período de
internação o livre acesso dos profissionais
da Instituição ao quarto do paciente
permitindo os cuidados necessários.

O paciente e/ou seu responsável legal não


deverá fazer uso de imagens (fotos, audios
e filmagens) que venham a divulgar, mostrar
ou expor a Instituição ou sua logomarca,
bem como seus funcionários, desta forma,
essas devem ser autorizadas apenas pelo
setor de Comunicação Social.

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Referencial:
Lei Estadual n°10.241 de 17 de março de
1999 (Direitos dos Usuários da Saúde);
Lei Municipal nº 15.901/ 1994 (antifumo);
Lei Federal nº 12.546, de 2014 (antifumo);
Lei 8.069 de 13 de julho de 1990 (Estatuto
da Criança e do Adolescente - ECA);
Lei 8.078 de 11 de setembro de 1990
(Código de Defesa do Consumidor);
Lei 9.029 de 13 de abril de 1995 (Direitos da
mulher, gestante e lactante);
Lei 9.313 de 13 de novembro de 1996
(Direitos dos Pacientes Portadores HIV);
Lei 9.434 de 4 de fevereiro de 1997 (Doações
de Órgãos e Tecidos);
Lei 9.797 de 6 de maio de 1999 (Direitos do
Paciente com Câncer);
Decreto 3.181 de 23 de setembro de
1999 (Regulamentação do Medicamento
Genérico);
Lei 10.741 de 1 de outubro de 2003 (Estatuto
do Idoso);
Resolução nº 196, de 10 de Outubro de
1996, do Conselho Nacional de Saúde;
Resolução nº 41, do Conselho Nacional de
Direitos da Criança e do Adolescente;
Resolução CFM 1931/2009 (Código de Ética
Médica);

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Anotações:

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Anotações:

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Código: 25072

Diretora Técnica / Médica - CRM-PE: 8325


Dra. Mª do Carmo Lencastre
Alberto Ferreira da Costa
Provedor do Real Hospital Português
Recebi o Folder Direito e Deveres dos Pacientes e Familiares e fui orientado referente à continuidade dos cuidados de
saúde do cliente
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