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Estimação da função de produção agropecuária no Paraná em 2017

Carlos Augusto Lira Vaz da Costa*


João Daniel Poli**

Resumo

Este trabalho teve por objetivo estimar uma função de produção para o setor agropecuário do Estado
do Paraná tendo por base os dados obtidos via Censo Agropecuário realizado pelo IBGE no ano de
2017. Com base na função estimada foi possível obter as relações de substituição e
complementaridade entre os principais insumos utilizados no processo produtivo do setor.

Palavras-chave: Função de Produção; Agropecuária; Paraná; Elasticidades.

*
Mestrando em Economia pela UNIOESTE/Toledo
**
Mestrando em Economia pela UNIOESTE/Toledo
1. INTRODUÇÃO

A despeito do período colonial, o primeiro grande crescimento no nível de importância da


agropecuária no Brasil se deu na década de 1970. Conforme SEREIA et al. (2002) esse
período de grandes exportações de produtos agrícolas se deu principalmente pelo aumento
do preço do produto primário no mercado mundial. Esse processo, logicamente, beneficiou o
estado do Paraná, de acordo com Melo e Parré (2007, p. 332-333) “as bases da atual estrutura
produtiva paranaense foram iniciadas nos anos 1970, quando foram criadas condições para
prosperar uma agricultura em padrões capitalistas”.

Atualmente o rural modernizou-se e deixou de ser associado somente com a roça.


Indústrias, turismo e a tecnologia levam o rural a um novo patamar, ao qual não basta somente
ser um bom agricultor, tem de ser um bom gestor e um empreendedor com olhar atento as
oportunidades que surgem. É neste contexto que aparecem as cooperativas, e em especial
no nosso caso as cooperativas ligadas a agroindústria, elas auxiliam os pequenos produtores
a buscarem melhores rendimentos aos seus negócios. Segundo FAJARDO (2006) o sistema
cooperativo transforma pequenos agricultores em um grupo que deixa de ser somente um
comerciante de produtos agropecuários, eles, unidos passam a caminhar rumo a agro
industrialização da produção. Ainda segundo o autor, o cooperativismo na figura da
agroindústria verticaliza o processo produtivo, participando de todas as etapas produtivas,
desde a comercialização dos insumos produtivos, assistência aos produtores, recolhimento e
beneficiamento da produção.

Conforme MELLO E PARRÉ (2007) é importante conhecer o setor agrícola e identificar


em que grau está o seu desenvolvimento, construindo maneiras de se mensurar aspectos
centrais do desenvolvimento que permitam a elaboração de planos e políticas públicas que
busquem a constante evolução destes índices de desenvolvimento.

O Estado do Paraná chega na atualidade caracterizando-se por ser um expoente


significativo no que tange a produção nacional. Como mostram os dados, de acordo com o
IBGE no ano de 2015 o PIB (Produto Interno Bruto) paranaense representou 6,29% do PIB
da União, sendo o quinto estado que mais contribuiu para o PIB da nação, ficando atrás
somente de São Paulo, Rio de janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Essa expressiva marca do Paraná dentro da federação deve-se muito a produção


agropecuária do Estado, não à toa recebeu a alcunha de “celeiro do Brasil”. Segundo dados
do IPARDES para o ano de 2015 o Valor Adicionado Bruto da Agropecuária1 ao PIB

1Foram considerados as atividades econômicas: 1) agricultura, inclusive apoio à agricultura e pós-


colheita; 2) pecuária, inclusive apoio a pecuária; e 3) produção florestal, pesca e aquicultura.
paranaense foi de R$ 29.394 Milhões, representando 9% do total do PIB do estado, essa cifra
fica atrás somente das atividades ligadas a indústria de transformação e da administração
pública.

Quando analisados separadamente por atividades que compõe o setor agropecuário os


dados nos mostram alguns números bem significativos. De acordo com a Secretaria de Estado
da Agricultura e do Abastecimento (SEAB) o Paraná possui o maior rebanho nacional de
suínos e é o segundo estado na nação em abates de suínos, abatendo 777.745 toneladas no
ano de 2016; o Estado possui também o terceiro maior rebanho nacional de vacas ordenhadas
chegando a um valor de 4,7 bilhões de litros em 2016; e também é o maior abatedor de aves
no Brasil, abatendo em 2016, 4.109.741 toneladas de proteína provenientes de aves. No que
tange a produção agrícola o Paraná também tem uma posição de destaque na nação, o
estado é o segundo maior produtor de cana de açúcar, o primeiro produtor de milho e o
segundo maior produtor de soja da nação, com dados de 2010 (IPEA).

A importância deste setor no Estado do Paraná também é notada na criação de emprego


formal. No ano de 2016, como é sabido, o Brasil enfrentava uma grave crise econômica, os
níveis de emprego na economia como um todo encontravam-se em declínio e com o setor
agropecuário não foi diferente, segundo dados do IPARDES em 2016 o setor perdeu 1.612
vagas de empregos formais, representando 2,69% do saldo negativo do Estado. Comparado
com outros setores importantes para o PIB do estado, como por exemplo, a indústria de
transformação que representou 40,4% das perdas de empregos formais no Paraná, pode-se
dizer que o setor agropecuário absorveu pouco os impactos da crise econômica.

Dado o exposto acima fica claro que, o Estado do Paraná não recebeu sua alcunha sem
motivos, e que por ter o Brasil uma economia muito atrelada a agropecuária,2 o Paraná tem
um papel de destaque no PIB nacional e na dinâmica econômica da nação.

Utilizando os dados do censo agropecuário feito pelo IBGE em 2017 torna-se possível
entender o fenômeno de interrelação entre os insumos sob uma perspectiva espacial,
podendo-se avaliar a relação entre tratores, energia, mão de obra e capital dentro da esfera
produtiva agropecuária paranaense.

De acordo com De Moraes e Loures (2013, p. 3), que estimaram uma função de produção
para a agropecuária gaúcha em 2006, a compreensão das relações entre os insumos “... é
uma informação importante para a elaboração de políticas para a gestão privada, posto que
possa contribuir para políticas de orientação de médio e longo prazo na evolução da firma

2 Segundo Sereia et al. (2002, p. 47) “o desempenho da economia paranaense apresenta


comportamento similar ao da economia brasileira”.
agropecuária. De uma perspectiva macroeconômica, à medida em que se identifica a inter-
relação média presente na agropecuária, esforços no sentido de induzir modificações
necessárias por crises e/ou conjunturas específicas serão mais profícuos, além de políticas
para subsídios e investimentos.”

Diante do exposto o objetivo deste artigo é obter, a partir das informações sobre os
municípios do Paraná, uma função de produção para o setor agropecuário tendo por objetivo
específico a obtenção das elasticidades entre os insumos, notando suas relações de
complementaridade e substituição.

Além desta introdução o trabalho divide-se em mais quatro seções, a segunda seção
discute o referencial teórico apresentando alguns trabalhos que tiveram por objetivo a
estimação de uma função de produção ou função custo, a terceira seção apresenta a
metodologia escolhida para a estimação da função, a quarta seção apresenta e discute os
resultados obtidos e a quinta seção tece considerações finais sobre o trabalho.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

A literatura apresenta alguns trabalhos que utilizaram a ferramenta de estimação de


uma função de produção, em geral para setores ou ramos industriais específicos.

Soares et al (2007) estimam uma função de produção para o setor de celulose do


Brasil levando em conta a terra, trabalho e capital como insumos e utilizando um modelo
Cobb-Douglas chegaram à conclusão de que estes fatores afetavam significativamente a
produção de celulose e que estavam sendo empregados de forma racional. Além destas
conclusões o trabalho conclui que esta indústria estava apresentando retornos constantes de
escala e terra e trabalho eram os fatores mais importantes dentro do processo produtivo.

Parré e Filho (1998) estimam uma função de custos para a indústria de soja em São
Paulo utilizando um modelo trans-log tendo como insumos a mão de obra, adubo, defensivos
e sementes tendo como conclusão o fato de que todos estes fatores empregados no processo
produtivo tinham uma relação de substituição entre si.

Garcia e Ferreira Filho (2005) estimam uma função de custos também usando um
modelo trans-log tendo como objetivo mensurar as economias de escala do setor de frangos
de corte no Brasil concluindo que muitas propriedades estariam trabalhando com
deseconomias de escala.
Conte e Ferreira Filho (2007) estimam uma função de produção para a indústria da
soja brasileira utilizando como variáveis os insumos mão de obra, químicos, capital, terra e
outros custos chegando à conclusão que haviam relações de complementaridade entre capital
e mão de obra e de substituição entre químicos e mão de obra.

Moraes e Loures (2013) buscaram estimar uma função de produção para o setor
agropecuário do Rio Grande do Sul levando em consideração o uso dos insumos mão de
obra, tratores, instrumentos e terra fazendo uso da função trans-log concluindo que haviam
relações de complementaridade inelásticas entre terra e mão de obra, mão de obra e tratores
e terra e instrumentos e uma relação de substituição inelástica entre mão de obra e os demais
insumos e uma relação elástica entre a terra e os tratores.

3. METODOLOGIA E BASE DE DADOS

Para estimar a função de produção será utilizada a mesma metodologia encontrada


em Moraes e Loures (2013) por meio de um modelo trans-log apresentado pela equação
(1):

ln Y = 𝛽0 + 𝛽𝐴 ln 𝐴 + 𝛽𝐶 ln 𝐶 + 𝛽𝐿 ln 𝐿 + 𝛽𝑇 ln 𝑇 + 1⁄2 𝛽𝐴𝐴 (ln 𝐴)² +


1⁄ 𝛽 (ln 𝐶)² + 1⁄ 𝛽 (ln 𝐿)² + 1⁄ 𝛽 (ln 𝑇)² + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐴)(ln 𝐶) +
2 𝐶𝐶 2 𝐿𝐿 2 𝑇𝑇 2 𝐴𝐶 (1)
1⁄ 𝜑 (ln 𝐴)(ln 𝐿) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐴)(ln 𝑇) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐶)(ln 𝐿) +
2 𝐴𝐿 2 𝐴𝑇 2 𝐶𝐿
1⁄ 𝜑 (ln 𝐶)(ln 𝑇) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐿)(ln 𝑇) + 𝜀
2 𝐶𝑇 2 𝐿𝑇 𝑖

Onde:

Y – Produção agrícola (em mil reais), no município em 2017;

L – Total de mão de obra utilizada na agropecuária, no município, em 2017;

T – Total de tratores no município em 2017;

C – Total de insumos usados na preparação e conservação do solo relativos à atividade


agropecuária em 2017;

A – Total das áreas temporárias e permanentes dedicadas à agropecuária (em hectares) em


2017.

ln – Logaritmo neperiano;

𝜀𝑖 – Erro de estimativa.
A obtenção das elasticidades será feita através da estimação das taxas marginais de
substituição técnica (TMST) entre os insumos não considerando a função como sendo
homogênea de acordo com as equações abaixo:

𝛽𝐴 + 𝛽𝐴𝐴 (ln 𝐴) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐶) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐿) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝑇)


𝑇𝑀𝑆𝑇𝐴𝐶 = (𝐶⁄𝐴) [ 2 𝐴𝐶 2 𝐴𝐿 2 𝐴𝑇 ] (2)
𝛽𝐶 + 𝛽𝐶𝐶 (ln 𝐶) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐴) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐿) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝑇)
2 𝐴𝐶 2 𝐶𝐿 2 𝐶𝑇

𝛽𝐴 + 𝛽𝐴𝐴 (ln 𝐴) + 1⁄2 𝜑𝐴𝐶 (ln 𝐶) + 1⁄2 𝜑𝐴𝐿 (ln 𝐿) + 1⁄2 𝜑𝐴𝑇 (ln 𝑇)
𝑇𝑀𝑆𝑇𝐴𝐿 = (𝐿⁄𝐴) [ ] (3)
𝛽𝐿 + 𝛽𝐿𝐿 (ln 𝐿) + 1⁄2 𝜑𝐴𝐿 (ln 𝐴) + 1⁄2 𝜑𝐶𝐿 (ln 𝐶) + 1⁄2 𝜑𝐿𝑇 (ln 𝑇)

𝛽𝐴 + 𝛽𝐴𝐴 (ln 𝐴) + 1⁄2 𝜑𝐴𝐶 (ln 𝐶) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐿) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝑇)


2 𝐴𝐿 2 𝐴𝑇
𝑇𝑀𝑆𝑇𝐴𝑇 = (𝑇⁄𝐴) [ ] (4)
𝛽𝑇 + 𝛽𝑇𝑇 (ln 𝑇) + 1⁄2 𝜑𝐴𝑇 (ln 𝐴) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐶) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐿)
2 𝐶𝑇 2 𝐿𝑇

𝛽𝐶 + 𝛽𝐶𝐶 (ln 𝐶) + 1⁄2 𝜑𝐴𝐶 (ln 𝐴) + 1⁄2 𝜑𝐶𝐿 (ln 𝐿) + 1⁄2 𝜑𝐶𝑇 (ln 𝑇)
𝑇𝑀𝑆𝑇𝐶𝐿 = (𝐿⁄𝐶 ) [ ] (5)
𝛽𝐿 + 𝛽𝐿𝐿 (ln 𝐿) + 1⁄2 𝛽𝐴𝐿 (ln 𝐴) + 1⁄2 𝜑𝐶𝐿 (ln 𝐶) + 1⁄2 𝜑𝐿𝑇 (ln 𝑇)

𝛽𝐶 + 𝛽𝐶𝐶 (ln 𝐶) + 1⁄2 𝜑𝐴𝐶 (ln 𝐴) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐿) +


2 𝐶𝐿
1⁄ 𝜑 (ln 𝑇)
2 𝐶𝑇
𝑇𝑀𝑆𝑇𝐶𝑇 = (𝑇⁄𝐶 ) [ ] (6)
𝛽𝑇 + 𝛽𝑇𝑇 (ln 𝑇) + 1⁄2 𝜑𝐴𝑇 (ln 𝐴) + 1⁄ 𝜑 (ln 𝐶) +
2 𝐶𝑇
1⁄ 𝜑 (ln 𝐿)
2 𝐿𝑇

𝛽𝐿 + 𝛽𝐿𝐿 (ln 𝐿) + 1⁄2 𝜑𝐴𝐿 (ln 𝐴) + 1⁄2 𝜑𝐶𝐿 (ln 𝐶) + 1⁄2 𝜑𝐿𝑇 (ln 𝑇)
𝑇𝑀𝑆𝑇𝐿𝑇 = (𝑇⁄𝐿) [ ] (7)
𝛽𝑇 + 𝛽𝑇𝑇 (ln 𝑇) + 1⁄2 𝜑𝐴𝑇 (ln 𝐴) + 1⁄2 𝜑𝐶𝑇 (ln 𝐶) + 1⁄2 𝜑𝐿𝑇 (ln 𝐿)

A amostra é constituída por cada um dos municípios paranaenses com algum produto
agropecuário em 2017 e o valor de (Y) será o valor da produção agrícola neste mesmo ano.

Levando em conta a natureza dos dados coletados e disponibilizados pelo IBGE vários
insumos utilizados na produção agropecuária foram agregados e serão detalhados a seguir.
Em relação a mão de obra optou-se por somar o número de trabalhadores totais,
temporários e permanentes acima dos 14 anos de idade independente de fazerem parte ou
não do núcleo familiar do proprietário da terra em razão de terem participação ativa na
obtenção da produção final.

Sobre o insumo terra são levadas em consideração tanto as áreas de lavoura


temporária como as de lavoura permanente de forma agregada como sendo a área total de
produção.

Os tratores considerados englobam tanto os com potência acima de 100hp como


abaixo.

Os outros insumos considerados são compostos pelos instrumentos usados nas três
etapas principais de produção, a saber, semeadura, desenvolvimento e colheita. As
quantidades de arados, semeadeiras, adubadeiras, enxadas rotativas, roçadeiras e
pulverizadeiras são somadas e utilizadas de forma agregada.

4. ESTIMAÇÃO E RESULTADOS

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

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