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Estudo de Resultados de Sondagens SPT e Ensaio de Penetração

Dinâmica Contínua (PD) para Areias da Grande Vitória - ES


Maria Luiza Moraes
Mestranda, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, Espírito Santo

Kátia Vanessa Bicalho e Eliana Zandonade


Professoras, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, Espírito Santo

Reno Reine Castello


Professor e Consultor, Solo Fundações & Geotecnia Ltda, Vitória, Espírito Santo

RESUMO: O presente trabalho descreve a utilização do ensaio de Penetrômetro Dinâmico Contínuo-PD


(Dynamic Probing) em conjunto com ensaios tipo SPT (Standard Penetration Test) para avaliação de
camadas superficiais (até 5,00m de profundidade) de solos arenosos da região litorânea da Grande Vitória-
ES e apresenta resultados preliminares de correlação entre os dois métodos de ensaios para um caso de obra
localizada na região em estudo.

PALAVRAS-CHAVE: Ensaio SPT, Penetrômetro Dinâmico, Solos Arenosos.

1 INTRODUÇÃO 2004a, Bicalho et al. 2004b, Bicalho et al. 2005,


Bicalho e Castello 2005). Tornam-se
A investigação geotécnica de um solo necessárias, portanto, análises de possíveis
normalmente envolve a realização de ensaios de correlações entre os valores da resistência de
campo e a obtenção de amostras destinadas à ponta (qd) do ensaio de penetração contínua
análise através de ensaios de laboratório. Em (PD) e o número de golpes (NSPT) do ensaio
todos os casos, será tarefa do engenheiro SPT.
geotécnico avaliar a aplicabilidade de cada O presente trabalho descreve a utilização do
ensaio e a análise dos resultados para obtenção ensaio PD em conjunto com o SPT para
de parâmetros geotécnicos. avaliação de camadas superficiais (até 5,00m de
O ensaio por Penetrômetro Dinâmico profundidade) de solos arenosos da região
Contínuo (PD) pode ser empregado como um litorânea da Grande Vitória. Apresenta e
método rápido, fácil e econômico de compara uma série de resultados dos ensaios
investigação “in situ” complementar às PD e SPT executados na região em estudo.
sondagens SPT (Standard Penetration Test)
(ISSMFE 1989, Cordeiro 2004). 2 LOCALIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DA
Diferentemente do ensaio SPT, o ensaio por PD REGIÃO ESTUDADA
prescinde de pré-furo, que pode alterar as
condições naturais do solo. A Região Metropolitana da Grande Vitória é
O ensaio por penetrômetro (cone) dinâmico formada pelos municípios de Vitória (a capital
contínuo (PD) tem sido muito utilizado na do Estado), Vila Velha, Cariacica, Serra, Viana,
região da Grande Vitória-ES principalmente Guarapari e Fundão. Vitória está situada na ilha
quando há interesse em avaliações contínuas da de mesmo nome e os demais municípios
resistência de camadas arenosas para o possível pertencem à parte continental da região. Este
assentamento de fundações superficiais. A estudo foi realizado em Itaparica, bairro
existência de laminações mais fracas, por localizado na região litorânea do município de
exemplo, são mais facilmente detectadas pela Vila Velha.
penetração contínua do ensaio por PD do que A formação dos solos sedimentares da região
pelo SPT (Bicalho et al. 2002, Bicalho et al. costeira do Brasil é atribuída principalmente
aos episódios de variações do nível relativo do medidas assim determinadas, ou seja, o número
mar que ocorreram durante o Período de golpes necessários para cravar os últimos
Quaternário (Castello e Polido 1988, Souza et 300mm do amostrador padrão. Aspectos
al. 2005). São solos compostos por sedimentos relevantes neste ensaio são a obtenção de
marinhos, com camadas de areias superficiais amostra amolgada dos primeiros 450mm de
geralmente heterogêneas, apresentando cada metro, o índice de resistência do solo
diferentes compacidades relativas devidas, (NSPT) a cada metro e a observação do nível
provavelmente, às estratificações ocorridas d’água freático (ABNT 2001). Apesar das
durante as variações do nível do mar limitações, o NSPT têm sido utilizado para a
(transgressões e regressões) ao longo dos anos. estimativa do ângulo de atrito e compacidade
As areias da região em estudo têm relativa das areias (Bowles 1996).
propriedades índices bem similares (forma dos
grãos, granulometria, e constituição). 3.2 Penetrômetro Dinâmico Contínuo – PD
Apresentam-se como areia fina a média, (Dynamic Probing)
quartzosa, menos de 5% passando na peneira
nº 200, variando de fofa a compacta. A Tabela 1 O penetrômetro dinâmico contínuo (PD) está
apresenta as principais características das areias especificado na “Referência Internacional para
da Grande Vitória (Cordeiro 2004). Procedimentos de Ensaio para Sondagem
Dinâmica-DP” (ISSMFE 1989). É normalizado
Tabela 1. Resumo das principais características das areias pela Norma Alemã DIN 4094 (Miguel et al.
da Grande Vitória (Cordeiro 2004).
Granulometria: Areia fina a média e
2005).
areia média a fina São especificados quatro tipos de
Forma dos grãos: Angular e sub-angular penetrômetros dinâmicos (leve, médio, pesado,
Coeficiente de uniformidade, e super-pesado) com variações que vão desde
Cu médio: 1,65 – 3,35 martelo com 10kg, queda de 500mm, ponta de
D50 médio: 0,3 – 0,7 (mm) 35,7mm de diâmetro até martelo com 63,5kg,
Densidade dos grãos, Gs: 2,65
queda de 750mm, ponta de 51mm de diâmetro e
Peso específico aparente seco
mínimo, γd min 13,6 kN/m3 ainda admite o uso de outros tipos de
Peso específico aparente seco equipamentos (ISSMFE 1989). Para a utilização
máximo, γd max: 16,6 kN/m3 dos penetrômetros mais pesados pode ser usado
Nota: D50 indica que 50% do material têm diâmetro o equipamento (tripé) de sondagem SPT onde o
inferior a ele. amostrador é substituído pela ponta cônica.
O objetivo deste ensaio é medir o esforço
necessário para fazer penetrar uma ponteira em
3 CARACTERÍSTICAS DOS ENSAIOS
forma de cone (Figura 1) através do solo,
obtendo-se assim valores que sejam
3.1 Ensaio SPT (Standard Penetration Test)
proporcionais às suas propriedades mecânica. A
cravação da ponteira cônica ocorre através da
A sondagem divide-se praticamente em duas
queda livre de um martelo, elevado a uma
etapas distintas: uma de perfuração e outra de
determinada altura, que cai sobre uma “cabeça
amostragem/ensaio. Na primeira etapa é feita a
de bater” (rigidamente ligada às hastes).
perfuração com trado ou trépano de lavagem
A resistência à penetração (qd) é definida
com o auxílio de circulação d’água. Na segunda
como o número de golpes necessários para
etapa, o amostrador padrão é inserido até o
cravar a ponteira numa extensão de solo (que
fundo da perfuração. O ensaio consiste em três
pode ser de 100 em 100mm até 300 em
medidas consecutivas do número de golpes
300mm). Normalmente, as penetrações são de
necessários para cravar segmentos de 150mm
200 em 200mm e as hastes devem ser giradas
deste amostrador padrão até um total de
de metro em metro (ou menos) e o torque
450mm. Os golpes são aplicados por queda
medido para se estimar o atrito lateral (Castello
livre de um peso de 65kg caindo de uma altura
et al. 2001).
de 750mm. O valor de NSPT é a soma da 2ª e 3ª
penetrômetro dinâmico (PD) utilizado na obra
em estudo estão descritas na Tabela 2.

Tabela 2. Principais características do penetrômetro


dinâmico (PD) utilizado na obra em estudo.
PONTEIRA MARTELO
Diâmetro (mm): 51,00 Peso (kg): 65
Área (mm²): 2043 Queda (mm): 750
Penetrações (mm): 200

Figura 1. Esquema de ponta cônica para penetrômetro


dinâmico (ISSMFE 1989).

A resistência dinâmica (tensão) de ponta (qd)


do penetrômetro dinâmico é obtida através da
equação:

 PHN  P 
qd =    (1)
 As  P + P' 

onde: P = peso do martelo de cravação,


P’ = peso das hastes, cabeçote e ponta,
H = altura de queda do martelo, N = número de
golpes do martelo para penetração no trecho,
A = área de ponta do cone, s = trecho
penetrado pela ponta para N golpes.

4 ANÁLISE DOS RESULTADOS Figura 2. Planta com sondagens SPT e PD.

4.1 Descrição do Local, Ensaios Realizados e Até os 10,00 metros de profundidade tem-se
Perfil Geotécnico um subsolo formado, em geral, por camadas de
areia média e fina, variando de fofa a pouco
A área em estudo tem aproximadamente compacta e de medianamente compacta a
9000m2, sendo que cerca de 30% corresponde a compacta, de cores cinza, marrom, vermelha ou
área para estacionamento. Foram realizadas 17 amarela (a Figura 3 mostra um perfil típico até
sondagens SPT e 17 sondagens com PD, a profundidade de 5,00 metros). Foi detectada a
locadas lado a lado, distanciadas de um metro presença de pedregulhos e detritos vegetais em
(Figura 2). Três sondagens SPT foram até alguns pontos localizados. O nível d’água do
35,45m de profundidade e as demais até lençol freático estava em torno de 1,35m de
25,45m, o que possibilitou o traçado de perfis profundidade. As camadas subjacentes não são
geotécnicos. Foram executados ensaios de descritas aqui por não serem motivo de estudo
caracterização nas amostras amolgadas obtidas neste artigo.
nas sondagens SPT. As Figuras 4 e 5 mostram a variação do NSPT
As sondagens por penetrômetro dinâmico e de qd com a profundidade.
(PD) foram executadas até 5,00m de
profundidade (na Figura 3 tem-se um perfil
geotécnico típico até esta profundidade). Os
resultados das análises de correlações entre os
ensaios SPT e PD obtidos neste artigo são,
portanto, restritos à profundidade de 5,00
metros. As principais características do
tensões efetivas e o fato de que o penetrômetro
dinâmico utilizado possui similaridades com o
ensaio SPT (tripé, peso do martelo, altura de
queda e diâmetro da ponteira) optou-se aqui
pela não correção dos dois índices quanto à
tensão efetiva e à energia do ensaio.
O ensaio SPT fornece um valor único de
NSPT para cada metro, ou seja, para uma
profundidade z qualquer (onde z é um número
inteiro) o NSPT é obtido no trecho compreendido
Figura 3. Perfil geotécnico típico das camadas entre z+0,15m a z+0,45m. O ensaio PD, por sua
superficiais (sondagens SPT e PD) vez, fornece valores de qd a cada 200mm.
Assim, adotou-se como critério para análise dos
NSPT (golpes/30cm) dados que o valor de qd a ser comparado será o
0 10 20 30 40 50 valor médio obtido entre as profundidades z e
0
z+0,40m. A correlação utilizada para análise
neste artigo é:
1

q d = KN SPT (2)
Profundidade (m)

sendo qd em kgf/cm2 e NSPT em golpes/300mm.


3
Valor mínimo
Valor médio A correlação linear ajustada para uma reta
4
Valor máximo passando pela origem encontrada a partir dos
resultados analisados (Figura 6) foi:

5
q d = 5,7145 ⋅ N SPT (3)
Figura 4. Variação do NSPT com a profundidade.
sendo qd em kgf/cm2 e NSPT em golpes/300mm.
2
qd (Kgf/cm )
0 100 200 300 400
0 350 qd = 10.NSPT
300
Pontos pertencentes
1
qd (Kgf/cm )

250
2

aos furos PD7/SPT


qd= 5,7145.NSPT
200
Profundidade (m)

2 150

100
3 Valor mínimo 50 qd = 2.NSPT
Valor médio
0
Valor máximo
4 0 5 10 15 20 25 30 35 40
NSPT (golpes/30cm)

5
Figura 6. Correlação NSPT x qd para as areias estudadas
Figura 5. Variação de qd com a profundidade.
Os dados, em sua maioria, estão
4.2 Correlações entre NSPT e qd compreendidos por valores de K entre 2 e 10
(Figura 6), sendo qd dado kgf/cm2 e NSPT em nº
Considerando que os dois índices de resistência golpes/300mm. Os pontos localizados fora
avaliados (NSPT e qd) são influenciados pelas desta faixa pertencem apenas às sondagens PD7
e SP7. Para estas sondagens houve uma grande
discordância entre os valores de NSPT e qd para a qc
mesma profundidade. Como os furos estavam K= (4)
N SPT
distanciados de apenas um metro, pode ser que
houvesse algum material mais resistente,
sendo qd em kgf/cm2 e NSPT em golpes/300mm
detectado apenas pela penetração contínua do
PD na profundidade avaliada, ou simplesmente
Danziger e Velloso (1986) obtiveram K = 6
algum erro. Na Figura 7 pode-se notar que a
(areia) e K = 5,3 (areia siltosa, argilosa, silto-
relação entre os valores médios de qd e NSPT não
argilosa ou argilo-siltosa) para areias do Rio de
é constante ao longo da profundidade analisada.
Janeiro. Politano et al. (2001) obtiveram K
Em alguns trechos a relação é muito maior que
variando de 2 a 10 para areias do Rio de
em outros (entre 1,00 e 2,00m por exemplo).
Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul (solos
Outra observação importante é quanto à
residuais).
dispersão dos dados apresentados na Figura 6,
Para as areias de Vitória, Castello e Polido
onde há um comportamento diferenciado para
(1994) obtiveram valores de K entre 7 e 10 e
valores de NSPT > 15. Uma análise estatística
Cordeiro (2004) encontrou um valor médio de 4
mais apurada será feita posteriormente (Moraes
(sendo observados valores na faixa de 2 a 8)
2006) para verificação de heterocedasticidade
para os solos estudados (Tabela 1).
(variância não constante ao longo dos dados do
Segundo Waschkowski (1983) a relação
estudo).
entre as resistências de ponta do penetrômetro
NSPT e qd dinâmico (qd) e do cone (qc) para areias fofas e
0 20 40 60 80 100
pouco compactas seriam equivalentes:
0
qd em kgf/cm2 qd
NSPT em golpes/30cm ≅1 (5)
1
qc

Assumindo que a Equação 5 (Waschkowski


Profundidade (m)

2
1983) aplica-se para as areias estudadas, os
resultados preliminares de correlações
3 Valor médio de qd
encontrados para a região em estudo e
apresentados na Figura 6 confirmam os valores
Valor médio de Nspt
previstos por correlações empíricas entre qc e
4
NSPT (Danziger e Velloso 1986, Politano et al.
2001, Castello e Polido 1994, Cordeiro 2004).
5
5 CONCLUSÕES
Figura 7. Variação NSPT e qd com profundidade (valores
médios). O presente trabalho investigou a correlação
entre os valores da resistência de ponta (qd) do
4.3 Correlações entre NSPT e qc ensaio de penetração dinâmica contínua (PD) e
o número de golpes (NSPT) do ensaio SPT para
Através do ensaio de penetração estática (CPT) areias da região da Grande Vitória-ES. As
são obtidos parâmetros que podem ser conclusões preliminares são:
relacionados diretamente à capacidade de carga 1. Os resultados mostraram uma correlação
das fundações (Danziger e Velloso 1986, linear entre NSPT e qd (PD), sendo qd em kgf/cm2
Bowles 1996). Tipicamente, a correlação entre e NSPT em nº golpes/300mm, com K variando
a resistência de ponta do cone (qc) e a de 2 a 10 (Figura 6). Estes valores estão de
resistência à penetração da sondagem de acordo com a literatura (Danziger e Velloso
simples reconhecimento (NSPT) apresentadas na 1986, Politano et al. 2001, Castello e Polido
literatura (Albiero 1990), tem a forma:
1994, Cordeiro 2004); 5th ed. USA: McGraw Hill, p. 162-163.
2. Os resultados encontrados também Castello, R. R. e Polido, U. F. (1988). “Sistematização
geotécnica dos solos quaternários de Vitória, ES”.
confirmam a relação sugerida por Waschkowski Anais do Simpósio sobre: Depósitos Quaternários
(1983) através da equação 5 (equivalência entre das Baixadas Litorâneas Brasileiras: Origem,
cones dinâmicos e estáticos). Características Geotécnicas e Experiências de Obras,
Resultados semelhantes foram encontrados ABMS, Rio de Janeiro. Tema 3.
para outros casos de obras da região da Grande Castello, R. R. e Polido, U. F. (1994). Comunicação
Pessoal. Centro Tecnológico, Universidade Federal
Vitória-ES e estão sendo analisados para do Espírito Santo, Vitória, Espírito Santo,.
divulgação posterior (Moraes 2006). Castello, R. R.; Polido, U. F., Bicalho, K. V. e Ribeiro,
R. C. H. (2001). Recalques observados de sapatas em
AGRADECIMENTOS solos terciários de São Paulo. Solos e Rochas, São
Paulo, Vol. 24, n. 2.
Cordeiro, D. D. (2004). Obtenção de Parâmetros
Os autores agradecem às empresas SOLO- Geotécnicos de Areias por meio de Ensaios de
Fundações e Geotecnia Ltda e STAN- Campo e de Laboratório, Dissertação de mestrado.
Fundações e Construções Civis Ltda pelo Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, ES,
fornecimento dos dados de suas obras. 198 p.
À Universidade Federal do Espírito Santo Danziger, B. R. e Velloso, D. de A. (1986). Correlações
entre SPT e os resultados dos ensaios de penetração
pela disponibilização do Laboratório de
contínua. VIII COBRAMSEF, Porto Alegre, RS, Vol.
Mecânica dos Solos. VI, p. 103-113.
ISSMFE (1989). Technical Committee On Penetration
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