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Modo Apostador

Todos os Direitos Reservados – Cópias e distribuição não autorizadas fere as Leis de Direitos autorais –
Criado por Erick Schreiber – modoapostador@gmail.com
Modo Apostador

Apostas esportivas
Corridas de Cavalos

e-Book para iniciantes no mercado de cavalos, na modalidade lay win


Guia de análise do desempenho dos cavalos, jóquei e treinadores

O material contempla os seguintes tópicos fundamentais:


 Apresentação  Gestão de banca, fatores psicológicos e
 Introdução ao e-book lay win planejamento
 Mercados para apostar  Sites de análises e softwares de trabalho
 Corridas e suas variações  Leitura dos race cards
 Superfícies de corrida (piso)  Entradas no mercado, apostas de valor,
odds justas.
 Distâncias das corridas
 Conclusão
 Classes de corrida
 Referências

Todos os Direitos Reservados – Cópias e distribuição não autorizadas fere as Leis de Direitos autorais –
Criado por Erick Schreiber – modoapostador@gmail.com
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Como ser um punter no mercado de cavalos?

Fala gurizada, tudo tranquilo por aí? Espero que sim. Meu nome é Erick Schreiber, e
certo dia, conheci o mercado de cavalos, me encantei e decidi trabalhar nesse maravilhoso
mundo das apostas.
Como a grande maioria dos apostadores, chamados de traders, também entrei no
mercado das apostas através do futebol, um amigo me indicou alguns vídeos no YouTube
para ir aprendendo. De tantos vídeos que assisti, acabei caindo no canal de um dos “gurus”
do trading esportivo, que vendia curso e uma imagem, não tão real (pra ser mais comedido)
do trabalho desenvolvido. Contratei o tal curso (sim, nessa hora muitos devem estar
pensando “esse trouxa caiu nessa roubada” ...é, caí sim), que foi importante em desenvolver
algumas técnicas no futebol, mas não o mínimo pelo preço pago. Insatisfeito com os
resultados do treinamento e do “grupo de WhatsApp”, entrei em vários grupos free, me
deparando com o mercado de galgos (tão fantástico quanto o de cavalos). Conheci pessoas
muito boas, que me deram muitas dicas, e num certo dia, eis que surge um grupo free de
cavalos...entrei pra ver o esquema todo.
Um grupo muito bom, com tips interessantes, que me fizeram render uma boa grana,
porém eu queria muito poder fazer as próprias análises e não depender que alguém enviasse
as entradas. Coloquei na cabeça que iria aprender, então, mais uma vez, recorri ao YouTube,
porém me deparei com uma situação...não havia vídeos ensinando à fazer análises, apenas
vídeos de trading no mercado de cavalos (entrar e sair do mercado durante a corrida). Me
interessou e, então, fiz um curso pra aprender as manhas dessa técnica (suporte, resistência,
peso do dinheiro e outras ações). Mesmo assim, ainda não me sentia satisfeito pois não era
necessário conhecer o cavalos, saber de suas potencialidades e dificuldades, apenas era
leitura de mercado.
Quando procurei um curso para aprender a analisar os cavalos, me apavorei com o
preço cobrado pelas consultorias. Talvez valessem a pena, não nego, porém não me atraia
levantar tanta grana assim. Foi então que me enlouqueci e iniciei um estudo (na prática e na
dor) pra entender o que levar em consideração na análise de desempenho de um cavalo.
Nesse meio tempo, fiz um curso de análise no mercado de galgos, com um trader
fantástico...e os ensinamentos desse curso abriram minha mente pro mercado de cavalos.
Hoje tenho bons resultados nesse mercado, trabalhando com gestão própria e sempre
buscando odds justas, nada de odd alta pra catar migalhas (abordarei este tópico mais além),
e pensando o quanto foi puxado para que eu pudesse aprender a análise dos cavalos, decidi
criar este e-book, para ajudar quem tiver interesse em conhecer mais os passos para análise
do desempenho de um cavalo, jóquei, treinador, etc.
Espero muito que todos tenham uma excelente leitura e que este material possa
acrescentar um pouco mais nos seus conhecimentos. Grande abraço e boas análises.

Obs.: Se alguma palavra não ficar bem entendida, devido ao vocabulário “gauchês”, é só entrar em
contato que traduzo.

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Introdução ao e-book
Gostaria de deixar bem claro que este e-book tem o intuito de apresentar mecanismos
de análise de cavalos para iniciantes/intermediários. Alguns pontos mais profundos, como
genética, leitura de pista e outros aspectos não são abordados e podem ser discutidos em
outro momento. Com o entendimento deste material, o leitor/apostador poderá iniciar suas
análises e entradas punter no mercado de cavalos, e, na necessidade de mais conhecimento,
poderemos discutir os conteúdos mais profundos.
O mercado de cavalos é extremamente rápido, volátil e empolgante, em muitas pistas,
as corridas são decididas nos últimos furlongs, mesmo que um cavalo esteja em último, ou
mesmo, no meio do pelotão, na reta final, os jóqueis realizam movimentos para que o cavalo
dê seu speeding (acelerada forte), e passe por todos os outros. Por isso, pretendo que no
decorrer deste material, tu consigas ir adquirindo confiança na análise, aporte psicológico (e
por vezes cardíaco...hhehehe) e gestão das entradas, visto que qualquer método de aposta
irá ter momentos de perdas (RED), sendo que o mais importante é estar preparado para
estas.
Outro ponto que eu gostaria de deixar bem claro é que não “inventei a roda”, apenas
uso-a e tento facilitar seu uso...o que quero dizer com isso é que, em muitos momentos, irei
copiar e colar informações disponíveis na internet (como bom estudante universitário que fui,
sempre irei mencionar a fonte da pesquisa, pois quem as escreveu merece todo o respeito).
O foco deste material será o trabalho no mercado Win (vencedor), sendo mais
precisamente discutida entradas em lay win (cavalo não irá ganhar a corrida, independe da
posição que chegará). Mesmo que não iremos trabalhar em outros mercados, irei mencioná-
los para que o apostador os conheça e, se tiver interesse, aprofunde seus estudos e faça
suas apostas.
Existem várias casas de apostas que possuem o mercado de cavalos, porém poucas
apresentam a opção de ir lay win, então nosso foco principal será a Betfair e a Bet365
(somente para assistir as corridas). Confesso que tenho analisado outras casas que
possuem menor liquidez de mercado que a Betfair, pois como trabalho em punter, menor
liquidez pode garantir odds mais altas (estou estudando isso ainda).
Mercados para apostar
Para apostar no mercado de cavalos existem muitas possibilidades que irão variar de
acordo com as regras pré-estabelecidas pela comissão gestora da corrida. Nosso foco será
aplicado ao mercado win.
Win: Também chamado de winner é o mercado voltado para apostas em vencedor. É
o mercado mais popular numa corrida de cavalos. Nesse mercado consiste em uma aposta
simples em vencedor (back é chamada a aposta para o cavalo ganhar) e só vence a aposta
se o cavalo escolhido vencer a corrida[1]. Como trabalharemos para que um cavalo NÃO
ganhe a corrida, então o faremos apostas contra o vencedor, ou na linguagem do trade, um
lay win. Neste mercado o cavalo não poderá ganhar a corrida
Placed: O mercado de pódio é um pouco mais complicado, tem regras especificas, e
o mercado pode sofrer alterações no número de premiados no pódio por possíveis
abandonos. Porém é de regra que uma aposta é vencedora neste mercado se a seleção
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terminar dentro da zona de premiação do pódio[1]. Neste mercado aposta é colocada para
que o cavalo chegue até determinada posição estabelecida nas regras da corrida (é
informado no site da betfair).

Na imagem pode-se observar que o aba “primeiros lugares” (placed) aponta para os 3
primeiros colocados, apresentado ao lado direito superior.
Dentro do mercado de placed, existem outras variações, que são os TBP’s (to be placed
ou para ser colocado, na tradução). Podem ocorrer 2TBP (chegar até 2ºlugar), 3TBP
(3ºlugar), 4TBP (4º lugar)...confesso que nunca vi maiores, então não pretendo citá-los...
depende do número de corredores para que estes mercados sejam abertos. São mercados
que pode-se ir em lay também, porém os riscos são maiores e as odds melhores para o lay.
Each Way: Uma aposta each way (E/W) ou (V/C) consiste em duas apostas em uma.
Ou seja, ao realizar esse tipo de aposta você está apostando ao mesmo tempo em Vencedor
e Pódio[1].
Sua aposta será duplicada, sendo que parte será colocada para o cavalo vencer e
metade colocada para o placed. Se o cavalo ganhar a corrida, tu terás o lucro cheio, pois irá
ganhar no mercado win e placed junto. Se o cavalo não ganhar, mas chegar no pódio, tu perde
na aposta win, mas ganha na placed. O lucro dependerá dos termos da corrida (1/4, 1/5 ,etc.)
que representa a fração da odd apostada que será paga pelo placed. No termo 1/4, significa
que a odd inicial será dividida por 4 e multiplicada pela stack apostada.
Observe no exemplo:

Note que a aposta EW colocada com USD10 foi duplicada para USD20, para que
metade seja aposta win e metade placed. Na odd 12, o retorno será de 11 vezes o valor
investido (cálculo: Odd-1 x valor apostado). Já no placed o retorno será de 2,75 vezes o valor
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investido (cálculo: ((Odd-1)/4) x valor investido). Na imagem, pode-se perceber que caso o
cavalo seja vencedor terás um retorno de 13,75 vezes o valor investido (ganharia USD110 do
win e USD27,50 do placed, totalizando USD137,50). Se o cavalo pegar placed terás um lucro
de USD17,50 (ganharia no placed e perderia no win, logo um lucro de USD27,50 e um prejuízo
de USD10, apostado no win, por isso o retorno de USD17,50).
Outros: Existem outros mercados como o AvB (é aberto próximo ao horário de início
da corrida), trifeta (acertar os 3 primeiros, em ordem exata), quadrifeta (igual a trifeta, porém
com 4 lugares) e sei lá o que mais. As trifeta e quadrifetas eu nunca vi na Betfair, apenas na
Bet365.
Abaixo uma imagem apresentando as abas de cada mercado.

1 – Win 2 – Each Way 3 – Placed 4 – 2TBP 5 – 4TBP

Corridas e suas variações


Conhecer os tipos de corrida é fundamental para a leitura do race card, pois as corridas
variam muito em estrutura, distância, superfície e até mesmo a quantia paga ao vencedor,
que seleciona os melhores ou piores cavalos. Inicialmente vou abordar os três principais
tipos de corrida:
Flat (sem obstáculos): É o tipo de corrida que os cavalos correm em pista limpa,
favorecendo a velocidade do cavalo em um primeiro plano, porém as distâncias variam e a
estratégia para uma corrida também varia, assim como o próprio terreno e condições da
pista. Então é complicado dizer que em critério de avaliação apenas a velocidade é
importante em uma corrida Flat, pois em certas distâncias e em determinadas superfícies, a
continuidade, a resistência, a tração da pista, e a força física do cavalo, são um dos principais
critérios de escolha[1].
Nas superfícies sem obstáculos, seja elas planas ou com inclinações, podem ser
realizadas em circuitos, em linha reta, ou qualquer outra espécie de traçado. Estas corridas
ocorrem mais frequentemente durante a primavera e o verão[2].
Nas corridas flat os cavalos podem sair de baias (gate ou portão) ou saem de um
determinado ponto da pista (em corridas mais longas, acima de 2milhas), conforme
exemplos:

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Cavalos saem de um ponto inicial da pista, todos juntos no batalhão. Detalhe para o
sinal do tiozinho com a bandeira branca para indicar que a corrida deve iniciar. Ocorre em
corridas flat longas, HRD, CHS e NHF, que serão explicadas mais além.

Neste caso, os cavalos saem todos juntos, da mesma posição, cada um em uma baia,
que é sorteada entre os corredores. Ocorre em corridas flat abaixo de 2 milhas (enorme
maioria).
Hunt (com obstáculos - jumping): Neste tipo de corrida, a resistência, a força, a
continuidade e a técnica do animal geralmente são os principais critérios de escolha. Porém

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aqui existe uma divisão de estruturas, pois existem dois ramos distintos nas corridas de
saltos[1], variando conforme o grau de dificuldade do obstáculo.
Mais populares no Reino Unido e na Irlanda, as corridas jumping ocorrem
principalmente nos meses mais frios. Dentro das corridas hunt existem outros dois tipos de
corrida: hurdles e steeplechases[2].
Corridas Hurdle : Numa corrida hurdle encontram-se obstáculos normais e
praticamente iguais entre si. No racecard aparecerá com HRD[2].

Corridas Chase: Corridas onde obstáculos são mais densos e variam os


tamanhos e tipos de barreiras. Algumas delas são valas, outras são cercas de difícil
superação (e com uma queda ainda mais complicada). Este tipo de corrida exige demais dos
cavalos deixando muitos suscetíveis ao erro, o que causa muitos acidentes[1].

Corridas NHF (National Hunt Flat): Conhecido como corridas de Bumper, é


uma corrida sem obstáculos, porém em uma longa distância, o que torna o ritmo da corrida
lento e desgastante. Este tipo de corrida serve para dar experiência de ritmo para cavalos
que devem tentar seguir uma carreira em corridas Hurdle ou Chase[1].

Superfícies de corrida (piso)

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Após conhecer os tipos de pistas que ocorrem as corridas, é importantíssimo saber o
tipo de superfície que os cavalos irão correr. Cada piso tem um característica específica e
favorece/desfavore os cavalos de acordo com as habilidades de cada um.
Os cavalos podem ter mais afinidade com um determino piso, devido a muitas corridas
nele, ou seu peso, ou mesmo sua resistência...já lí artigos que apontavam o tamanho da pata
do cavalo para favorecê-lo em específicos pisos.
De início, encontraremos dois tipos de superfície, bem como o as variações na condição
(going) que se encontram e como podem influenciar no desempenho dos cavalos:
Turf (relva ou mesmo grama): É uma superfície natural e, desta forma, está sujeita
a mudanças drásticas no terreno de acordo com as condições meteorológicas. Exatamente
por ser algo natural, a drenagem em certas épocas do ano fica muito complicada, sendo
extremamente necessário verificar a condição climática da região para que tenha uma melhor
ideia de como a pista se encontra, mesmo que seja informado no race card. Do mais leve
para o mais pesado são 7 os tipos de piso: hard, firm, good to firm, good, good to soft, soft,
heavy.
Hard: piso muito duro e seco, é uma situação bastante rara;
Firm: piso firme e seco;
Good to firm: piso que varia de bom a algo mais firme;
Good: bom piso;
Good to Soft: de um estado bom a algo ligeiramente molhado e macio[3];
Soft: piso molhado, macio, lento. As condições deste tipo de going, mesmo sem
chuva, podem piorar muito após algumas corridas, pois depois de alguns páreos as zonas
com algum acúmulo de água tendem a ficar enlameadas[1];
Heavy: piso muito molhado, encharcado, pesado, com acumulo de água, muito lento.
Este tipo de going irá piorar ainda mais após cada corrida, até chegar a um estado de lama
pura, deixando o going ainda mais pesado[1].
Sintético ou All-Weather (AW): Se trata de uma superfície artificial que simula a
grama, a terra e a areia em uma pista de corrida. Estas superfícies variam os seus tipos. O
motivo da utilização de superfícies artificiais está na drenagem que é muito melhor que nas
superfícies naturais. Logo, em certas épocas do ano quando a chuva não dá tréguas, se
pode dar continuidade às corridas, o que não seria viável em superfícies naturais. Daí vem
o nome (All-Weather) que significa “para qualquer condição do tempo” [1]. As variações de
going para o AW são mais restritas, geralmente se concentram em Standard, variando as
vezes para Slow, conforme abaixo:
Fast: piso mais rápido.
Standard to fast: piso de normal a rápido.
Standard: piso normal
Standard to slow: piso de normal a lento.
Slow: piso lento.

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Distâncias das corridas
Esta parte do conhecimento das corridas de cavalos é de extrema importância, pois ela
apresenta como um cavalo tem sua característica de corrida, sendo de mais velocidade ou
mais resistência. Baseamos nossas análises em vários fatores, porém um dos principais é a
estatística, visto que cada cavalo é treinado para desempenhar um padrão de
comportamento e isso tende a se repetir nos eventos, claro que sempre buscando um
melhoramento. As distâncias das corridas mais comuns são normalmente: 5f, 6f, 7f, 1m,
1,2m, 1,4m, 1,6m, 2m, 2m4f, 2m6f, 3m, porém para fins de comparativos e facilidade na hora
da leitura do desempenho de um cavalo, aconselho a fazer a conversão para furlong, pois
será um número inteiro e com apenas uma unidade de medida.
As unidades de medida para distância são a milha (m), o furlong (f ou F) e a jarda (Yard,
yd ou Y), que apresentam as seguintes equivalências:

1 milha = 1609 metros 1 furlong = 201,188 metros 1 yard = 0,9144 metros


Assim podemos pensar que 1 milha = 8 furlongs

Ex.: Se uma corrida tem 1m4f (1 milha e 4 furlongs), ao invés de pensarmos ela com dois
números e duas unidades, fazendo a conversão teríamos que a mesma corrida apresenta
12f (1m x 8 = 8f + 4f = 12f).
Ex.2: Uma corrida hurdle tem 2m6f, logo seria mais fácil de pensar como 22f ( 2m x 8 = 16f
+ 6f = 22f).
Justifico ser interessante esse pensamento em furlongs, pois o race card que
utilizaremos irá aparecer desta forma convertida.
De início, aconselho evitar as corridas 5f, 6f e 7f, por serem corridas extremamente
rápidas, decididas em detalhes de boa largada e manutenção de posição no pelotão. Neste
tipo corrida o interessante é fazer a análise e não efetuar a entrada, inicialmente, para que
cada um vá pegando ritmo na forma de analisar estas distâncias.

Classes de corrida
Assim como no futebol existem os campeonatos diferentes, com diferentes premiações
e clubes com maiores ou inferiores qualidades jogam, nas corridas de cavalos ocorre o
mesmo. Por isso é bem importante estar de olho na característica financeira/geral da corrida
para que saiba se os cavalos são top de linha, ou são uns matungo jaguara (rafeiros ou
podres mesmo).
Maiden/Novices – As corridas Maiden são onde os cavalos “novatos” correm. São
corridas onde correm cavalos que ainda não ganharam nenhuma corrida. Dentro das Maiden
vai encontrar as Special Weight, onde vão estar cavalos que se espera sejam rapidamente
cavalos vencedores. Por outro lado, nas Maiden Claiming, correm os chamados “donkey”,
os piores cavalos que ainda não venceram e não se espera que vençam entretanto [3].

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Claiming Stakes: Corridas em que o BHA (Autoridade Britânica em corrida de
cavalos) define o handicap máximo que um cavalo pode carregar e também definem um
preço máximo e mínimo para a corrida. Os donos definem então um peso que o seu cavalo
deve carregar, existe uma penalidade no entanto, para cada libra abaixo do peso máximo,
havendo uma diminuição correspondente no preço a receber no final.[4]
Stakes – Nas “Stakes” vai encontrar os melhores cavalos, apesar de ainda assim
podermos encontrar diferenças significativas de valor, se estivermos a falar de uma corrida
do tipo “Stakes” de nível local, ou de uma tipo “Stakes” de nível nacional. O que importa reter
é que nas Stakes a qualidade dos cavalos será mais superior e terá cavalos que já conhecem
o sabor da vitória e onde a preocupação dos donos será fazer que assim continuem [3].
Seller (Selling): O vencedor é oferecido para leilão público no final[4].
Nursery - São corridas em que os cavalos possuem até 2 anos, é o “berçário” das
corridas. Muitas das corridas deste tipo não possuem dados no race card, por serem a
primeira corrida do cavalo, ou por ter corrido poucas vezes. Neste caso, é possível analisar
a genética dos pais para verificar as possibilidades que o cavalo pode ter na corrida [3].
Handicap – Aqui os cavalos irão levar “peso extra”, normalmente para equilibrar as
coisas. O cavalo com maiores probabilidades de vencer, que tenha vencido corridas
anteriores, etc, vai ter de carregar peso, que irá teoricamente equilibrar mais as coisas [3].
As corridas Maiden devem ser evitadas, inicialmente, pois podem apresentar muitos
cavalos ruins ou que são inexperientes, o que fica difícil de destacar alguns favoritos, para
então escolher o pior. As corridas Handicap são as melhores para serem feitas, visto que o
diferencial de peso é item importantíssimo na análise de desempenho.
Além das classificações citadas, outras acabam sendo mais relevantes, visto que
optaremos principalmente pelas corridas handicap’s. Abaixo a divisão por classes numa
visão de corridas Flat:
– Classe 1 Grupo 1 (são as corridas dos “cavalos tops”, somente os melhores entre
os melhores), sendo divididos em grupo 1, grupo 2, grupo 3 e listed (envolve menos prêmio
para o vencedor)
– Classe 2, Classe 3, Classe 4, Classe 5, Classe 6 e Classe 7...
Estas classes são como divisões no futebol. A série A de um campeonato concentra
os times melhores, pois envolve um valor mais alto de prêmios e visibilidade. Já a série B
concentra times de menor expressão. O mesmo ocorre nas classes dos cavalos, sendo que
quanto mais próxima da classe 7, pior tende a ser o cavalo. É de suma importância perceber
se o cavalo está subindo o descende de categoria, pois essa visão mostra o quão bom este
cavalo pode ser ou tentando ser. Se um cavalo correu 6 corridas na classe 6 e apresentou
bom rendimento (nesse ponto não é obrigatório que o cavalo vença alguma das corridas,
porém deve estar entre os primeiros), então seu técnico o qualifica para disputar corridas em
classes acima, visando lucros maiores. Ocorre também quando um cavalo tem um bom
desempenho nas corridas das categorias inferiores e recebe uma nota pela comissão da
corrida (OR), então também é qualificado para subir. O mesmo pensamento se dá para um
cavalo que corre em classe 4, porém apresenta mau rendimento, e consequentemente não
ganha nenhum prêmio, logo seu técnico irá tentar colocá-lo em classes mais baixas,
esperando que vença ou se qualifique para prêmios. Estes aspectos devem ser levados em
consideração.

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Gestão de banca, fatores psicológicos e planejamento


Este é um ponto crucial neste mercado das apostas esportivas...como diria um velho
amigo, é o momento que se separa os homens das crianças... E realmente é um divisor de
águas, pois neste mundo tu vais perder e ganhar, sem sombra de dúvida. Tem uma frase
que sempre me faz pensar muito, que é “um dia você ganha e no outro você aprende”.
Justamente é o foco da gestão de banca e dos fatores psicológicos, saber lidar com a perda
e que está seja um valor bem tranquilo de ser recuperado.
Vou bater nesta tecla mais um pouco, pois um grande amigo (que se tornou depois
destes fatos que irei narrar) teve algumas semanas de greenzaços, erguendo sua banca à
níveis estratosféricos, porém, em questão de poucos dias ele perdeu tudo, realmente foi
TUDO. Ressalto que ele não fazia análises (nem eu nesta época), as entradas eram num
grupo de tips ou pelas odds. Assim como ele, muitas outras pessoas já fizeram isso, acredito
eu que, devido as odds do lay serem mais altas que de costume do futebol, o valor da
responsabilidade (stake investida) pode ser expressivo da banca e como são muitos cavalos
correndo, a tendência é que os acertos sejam maiores que os erros, porém se não houver
uma gestão de valores para entrar no mercado, quando o red chegar, poderá levar toda sua
banca.
As corridas de cavalos são empolgantes, rápidas (são poucos minutos entre a largada
e o pagamento dos lucros), e podem levar-te à glória ou à falência. Não há um modelo ideal
de gestão de banca, uma % exata para entrada. Existem muitas teorias que variam de acordo
com o perfil de investidor de cada um. Sou contra a imposição da quantidade de banca que
cada apostador deve entrar, pois acredito que é necessário um conhecimento próprio, saber
o quanto você está disposto a investir, avaliar os riscos e as possibilidades de lucros.
Quanto as fatores psicológicos, é fundamental que o apostador saiba dizer “chega, por
hoje não irei mais operar”, tanto na vitória como na derrota, pois uma tende a puxar a outra.
Acreditar na análise é de extrema importância, mesmo que o cavalo escolhido esteja pra
ganhar, ou mesmo que ele ganhe. Lembre-se, não há dias de perdas, há dias de
aprendizado. Faça anotações de todos os cavalos que tu pretendes ir em lay, para que num
eventual RED, tu possas voltar para reavaliar tuas entradas e perceber se foi erro teu ou foi
um desempenho extraordinário do cavalo.
Quanto ao planejamento, este item é a base do nosso trabalho. Sou totalmente
contrário a fazer análises poucas horas antes das corridas começarem. Por experiência
própria (minha e de grupos que participo/acompanho) as análises que são feita no dia
anterior, com calma e tempo, são muito mais valiosas, pois tu consegues estudar cada
cavalo, consegue selecionar, pelo menos, 3 que tem boas chances de vitória e 3 que não
tendem a ganhar (esta separação eu aprendi no curso de galgos que mencionei no começo,
realemente é muito bom, pois tu começa a acertar uns back ou mesmo dutching), consegues
ver os vídeos do cavalo que pretende ir lay, pra verificar se é um cavalo que se posiciona
mais na frente, ou no meio do pelotão, se ele tende a dar seu sprint no final, ou está com
meio metro de língua pra fora nos últimos furlongs. Tudo isso requer planejamento, um tópico
que deveria ser seguido em todos os tipos de apostas.
Se o apostador em cavalos aliar estes 3 itens (gestão de banca, fator psicológico e
planejamento) os reds até vão acontecer, porém serão cada vez mais escassos e menos
doloridos.

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Sites de análises e softwares de trabalho


Agora que já discutimos sobre a estrutura que um apostador do mercado de cavalos
deve ter e dos tipos de corridas, é fundamental que tenhamos ferramentas que nos auxiliem
neste trabalho, pois o conhecimento é a base do sucesso, mas as ferramentas para construir
a ponte até lá demanda de qualidades.
Vou listar todos os sites que eu utilizo para analisar (não são poucos, pois tenho muito
cuidado na hora de escolher um cavalo lay e tento contar o mesmo possível com a sorte, e
mais com a leitura de vídeo e da race card).
http://www.attheraces.com/
Um dos principais sites que utilizo, nele tu vai encontrar a maioria dos dados que
precisa, bem como vídeos de corridas anteriores, estatística das pistas e seus formatos (mais
avançado). Este site conta com um prognóstico bem interessante, de tipster ingleses de
valor.
https://www.racingpost.com/
Utilizo este site o anterior junto, pois no racingpost faço uma leitura mais dinâmica das
probabilidades de cada cavalo. Porém a maior utilidade (pra mim) são as estatísticas mais
detalhadas dos jóqueis e treinadores. São dois sites maravilhosos, que complementam-se
perfeitamente.
http://patternform.co.uk/
Neste site, muito mais simples e econômico nos detalhes, busco informações de como
o cavalo tende a fazer sua largada e posicionamento nos primeiros furlongs da corrida. A
intenção é encontrar os front runners (corredores que tendem a largar melhor e ficarem na
frente) que associado com a as análises nos outros dois sites citados acima, é possível fazer
um back pra ganhar alguns ticks ou mesmo pegar lay em odds mais baixas. Também
apresenta algumas estatísticas, porém não utilizo tanto.
https://www.betfair.com/exchange/plus/#/
No site da betfair Exchange procuro verificar a odd que o cavalo está no horário da
análise (sei que estas odd irão mudar pro início da corrida) mas isso me ajuda procurar
cavalos que odds mais baixas, e analisá-los para entradas em lay. Mais adiante irei explicar
o porquê de não fazer lay aos cavalos e maiores odds (zebras) e sim entrar em cavalos com
odd até 8 (estourando 10).
https://www.betfair.com/sport/home#sscpl=pt
Utilizo, também, o site da betfair sportbook, pois tem vídeos de todas as corridas de
cada cavalos (por incrível que pareça, as vezes no site at the race não há o vídeo e tem na
betfair), então é um ótimo complemento.
https://www.accuweather.com
É um site muito bom para previsão do tempo, pois as vezes o race card apresenta
uma possibilidade de going, porém pode ser alterado com o clima, e nada melhor do que
saber como ele está. Lembre-se, planejamento é fundamental.
http://www.metric-conversions.org/pt-br/peso/pedras-em-quilogramas.htm
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Neste site eu busco fazer conversões de pesos de stone (st) e libras (lb) para
quilograma, pois fica mais fácil de imaginar a quantidade de peso a mais que um cavalo irá
transportar numa corrida handicap. Confesso que só acesso este site quando fico muito em
dúvida da diferença de peso que será carregada.
https://www.bet365.com
No site da bet365 eu utilizo para ver as corridas, pois como é um casa de apostas sem
grandes variações de odd e com R$1,50 tu consegue ver as corridas, faço entradas e cash
out, sem perda nenhuma de dinheiro, apenas para acessar a corrida e as vezes arriscar um
trifetinha em odd 30 hahhhaah (nunca ganhei, mas vai que um dia o sol brilhe pra mim).
Neste momento tu podes estar pensando “caramba, esse louco não deve ver tudo isso
não...por incrível que pareça eu acesso mesmo, e até salvei nos meus favoritos imediatos”

Temos sempre que ter em mente que isso é um trabalho e não brincadeira. Eu, pelo
menos, prezo muito pela grana que investi na betfair e o tempo de estudo que tive para
aprender isso que tô te passando.
Na listagem de softwares utilizados seguem os principais:
http://www.geekstoy.com/en
Geekstoy – Software para entradas no mercado. É rápido e com uma escada boa pra
movimentação de odds. Pode ser substituído pelo TraderLine visto que este é mais fácil de
manusear. Eu prefiro o geekstoy. Porém, como as entradas são punter, podem ser feitas no
próprio site da betfair.
https://apps.betfair.com/mobile/betondroid/
BetOnDroid – É um app pra celular Android, utilizado para fazer entradas também. A
vantagem é quando eu não posso utilizar o computador mas fiz a análise no dia anterior,
então uso ele pra programar as entradas e acompanhar o movimento das odds. Ressalto
que deve ser usado apenas em situações esporádicas, pois o essencial é estar sentado no
teu ambiente de trabalho para operar de modo mais tranquilo e seguro.
Duas outras ferramentas que eu utilizo é uma planilha de excel com todos os dados
das minhas entradas, análises, estatísticas, controle de banca...minha “vida” tá lá dentro,
então esta planilha está sempre aberta durante meu dia de trabalho. A outra é um arquivo
do bloco de notas (mais leve que word) que eu justifico todas as minhas entradas (justifico
pra mim mesmo). Este arquivo eu sempre dou uma repassada no início do dia, pois faço as
análises na noite anterior e as vezes o sono dá uma pegada, podendo assim, não levar em
consideração algum aspecto importante (já tive red que poderia ser evitado se eu desse uma
segunda repassada na listagem, então implementei essa tática e vem dado certo).

Leitura dos race cards


Como eu utilizo dois sites base para análise do race card, vou apresentar os dois para
que tu fique familiarizado e saiba onde encontrar cada informação importante para análise.
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Site do At The Race – Esse é o layout inicial da página, selecionei algumas abas
importantes para as análises.

Legendas e descrição
1 – É a aba que irá lhe apresentar todas as corridas disponíveis no dia (irei apresentar
depois).
2 – É uma forma mais rápida de ver as corridas.
3 – Resultados à serem consultados, caso não veja a corrida ou queira saber a que distância
cada cavalo ficou um do outro.
4 – Nessa aba são apresentados os resultados mais rápidos. É usado só pra saber quais
foram os três primeiros colocados.
5 – É bem importante registrar-se para ter acesso à algumas informação, como “seguir um
cavalo”. Certa vez vi uma corrida (estava analisando outro cavalo), mas percebi que um dos
cavalos disparou na frente, deixando os outros muito pra trás (mas muito mesmo), logo
pensei “esse matungo é bom hein” porém, nos últimos furlongs o cavalo não tinha mais fôlego
e perdeu feio a corrida. Então selecionei pra segui-lo e numa outra corrida que ele correu,
não deu outra, associei minha análise com aquele vídeo e foi um green bem bonito.
6 – Nesse campo tu pode digitar o nome de um cavalo para que seja localizado, caso ele
não esteja num race card ou não está encontrando-o.
Vou me ater a aba 1, pois nela encontraremos as corridas do dia.

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1 – É um campo de seleção dos países que pretende fazer as corridas. Como faço corridas
do Reino Unido (UK) e Irlanda (IRE) deixo somente estes campos selecionados. Obs.:
Enquanto faço esse material não há corridas na Irlanda, porém nos dias que terão, podes
selecioná-las.
2 – É o campo que indica quais as pistas que terão no dia.
3 – Going é a condição que a superfície se encontra.
4 – Neste campo são feitas algumas observações sobre o dia das corridas. Pouco uso estas
informação.
5 – Este campo faz um apontamento de como o clima tende a estar. No caso em questão
“Overcast & Showers” indicando que está nublado e com chuvisqueiros, confirmando que a
superfície da pista está “Heavy”, ou seja, pesada e encharcada.
6 – Horário da corrida no Reino Unido (deve-se descontar algumas horas, conforme teu fuso-
horário. Aqui no Sul, no horário de verão que estamos, eu desconto 2h. No caso a corrida
será as 10:30).
7 – Estas próximas informações (7 e 8) são muito importantes, pois trazem um retrato da
corrida. No caso, é uma corrida Maiden (ver sessão Classes de corrida), do tipo Hurdle (ver
sessão Corridas e suas variações), da Classe 5 com cavalos que possuem 4 anos ou mais
(4YO = 4 years old; plus = mais).
8 – É apresentada a distância da corrida e a quantidade de corredos que estão habilitados.
O número de corredores pode diminuir na hora da corrida, visto algum cavalo se negar. No
caso a corrida é de 2m4,5f (na conversão fica 20,5f...ver sessão Distâncias das corridas)
e irão correr 8 cavalos (8 run).

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Vou apresentar o passa-a-passo para a seleção de corridas pelo Racing Post, pois
utilizaremos ambos para iniciar a análise do race card.

1 – Neste site, logo na abertura “Home”, já aparecem todas as corridas e horários. A


designação “Abandoned” indica que a pista está suspensa devido a condições climáticas,
podendo ser chuvas torrenciais ou nevasca.
2 – Apresenta os resultados das corridas.
3 – Neste site, dependendo do meu tempo (muitas vezes pouco), dou uma lida em algumas
notícias (cavalos citados, jóqueis, treinadores, etc.). É mais a título de estudos do que leitura
do racecard.
Como as principais informação sobre as corridas iremos buscar no At The Race, serei
breve neste site agora.
Após abrir os dois sites e conhecer a interface inicial de cada um, vamos para a leitura
da racecard de cada um dos sites.
Acessando o At The Race, na aba racecard e escolhendo uma corrida, teremos a
seguinte página.

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1 – Informações sobre a corrida (discutidas anteriormente). Obs.: Como fui fazendo este e-
book ao longo do dia, as corridas foram acontecendo e o racecard vai sendo deletado. Logo
a corrida que utilizei como demonstração na página inicial do At The Race não é a mesmo
que irei fazer o racecard, mas a posição e significado de cada coisa permanece o mesmo.
2 – Na ordem em que aparecem, temos a distância, o a condição da pista e do tempo
(meteorológico) da cidade onde ocorrerá a corrida.
3 – São listadas todas as corridas da pista escolhida, assim não precisa ficar voltado a todo
momento para a página inicial.
4 – Este quadro serve apenas de comparativo entre as odds de cada casa de apostas. Pode
ser alterada de fração (como está) para decimal (com vírgula, ao estilo Betfair), se marcar
este campo:

Rolando para baixo, aparecerá o racecard (tão esperado).

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1 – Informações sobre as últimas corridas do cavalos (lê-se de trás pra frente...no exemplo
temos que a última corrida do cavalo ele chegou em 8; o símbolo “-“ indica que os resultados
foram em diferentes temporadas; O “P” significa que o cavalo se retirou da corrida.
Outras siglas podem ser vistas também, como: “F”(cavalou caiu); “U”(derrubou o jóquei);
“B”(foi desclassificado); “R”(se negou a correr); “C”(foi retirado); “Zero”(o cavalo chegou
numa posição acima de 9º).
Os campos “i” e “T” são box com comentários sobre o cavalo. O campo “T” apresenta
o mesmo que em 6 (selecionado). O campo “i” tem informações extras.
2 – Nome do cavalo à ser analisado.
3 – Tempo que o cavalo não participa de corridas oficiais.
4 – Neste item podemos ver três dados envolvidos, sendo eles na ordem em que aparecem:
Age – É a idade do cavalo, no exemplo ele tem 9 anos.
Wt (Weight) – É o peso que o cavalo vai para a corrida, podendo ser corridas com pesos
diferentes (handicaps) ou não. O peso é expresso e duas unidades o Stone (st) e libra (lb).
No exemplo aparece 11-12, isso significa que o cavalo vai para corrida com 11st e 12lb (ver
Sites de análises e softwares de trabalho para fazer a conversão para quilogramas).
OR (Official Rating) – É uma nota atribuída ao final de cada corrida para os cavalos. No
exemplo, o OR do cavalo é 100, nota máxima para esta corrida (veremos no site do Racing
Post os OR de cada corrida).
Ainda, alguns cavalos apresentam uma letra ao lado do peso. Esta abreviação indica o
equipamento que o cavalo irá utilizar no dia da corrida. Eu não dou tanta relevância para os
equipamentos, mesmo que saiba das suas utilidades. Num outro momento iremos discutir
isso mais profundamente.
5 – Nessa parte são listados, respectivamente, o jóquei e o treinador do cavalo.

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6 - O site, através de seus tipsters, faz comentários sobre os cavalos e propõe um escala de
pontuação, com estrelas de 1 a 5, indicando a qualidade e a chance do cavalo ser vencedor.
Ainda no site do At The Race, temos comentários e uma previsão dos vencedores pelos
tipster tanto do próprio site como do TIMEFORM (outro site de estatísticas em cavalos, muito
bom). Particularmente, fico atento aos comentários do TIMEFORM, evitando entrar nos
cavalos listados, a não ser que veja uma boa oportunidade.

1 e 2 – Comentários e tips do site At The Race.


3 e 4 – Comentários e tips do site Timeform.
Ao passar o mouse sobre um dos cavalos, abre-se uma janela de estatísticas do
cavalos, conforme abaixo:

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Nesta janela podemos ver dados de quantidade de corridas (runs), Win, places
(placed), a % de vitórias e outros dados como quantas corridas fez na mesma pista, quantas
delas ganhou ou chegou em placed. Na distância a mesma estatística e por ai vai. É bom
pra fazer um filtro inicial.
Ao escolher um cavalo, basta clicar sobre ele para abrir um relatório geral sobre o
desempenho do cavalos. (novamente saliento que, como preparei este material ao longo do
dia, as corridas foram acontecendo e os racecards foram sendo apagados, logo alguns prints
não condizem com as mesmas corridas, porém a posição dos dados se mantém).
E aí estão os principais dados de cada cavalo (até que enfim). Estes dados devem ser
muito bem avaliados para constatar que o cavalo escolhido não irá ganhar a corrida.

1 – Informações, na ordem que aparecem: Idade do cavalo (ao lado informação sobre
castração), treinador (últimos 14 dias a quantidade de vitórias, a quantidade de corridas, e a
% de vitórias), o dono do cavalo (owner), o jóquei e suas estatísticas (ídem ao treinador).
2 – OR e peso de transporte.
3 – Pai (Sire), Mãe (Dam) e Avô Paterno (Dam’s Sire).
4 – Resultados das posições de chegada do cavalo ao longo das corridas. Nesse campo
existem 4 cores pra identificar em que tipo de corrida teve a posição. Amarelo são corridas
em AW; Verde forte corridas em Turf; Verde claro corridas em NHF; Azul corridas HRD;
Vermelho corridas CHS. Lembrando que a leitura se faz de trás pra frente.

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5 – Estatísticas da quantidade de corridas, vitórias, placed e % de vitórias. Tambem são
apresentados valores recebidos pelas vitórias e places.
6 – Informação sobre a experiência do cavalo na pista (C), distância (D), superfície (S),
alguns utensilhos, e se já perdeu sendo favorito (BF).
7 – Data da corrida e o tempo que o cavalo não participava de corridas.
8 – Detalhes sobre a corrida. No exemplo temos: NewCastle (Ncs é a pista), 7f (distância),
Standard (going do AW), Classe 5 (Cl5), Handicap (Hcp – carregando peso), pagamento
para o vencedor. Nesta parte é importante o comparativo para saber se o cavalo tem ou não
experiência na pista e demais condições.
9 – É o peso transportado pelo cavalo na corrida. Nesta parte tu poderá observar o
desempenho do cavalo com o aumento ou diminuição de peso. Muito importante e que
muitos apostadores deixam passar.
10 – São informações relativa ao resultado da corrida. No exemplo o cavalo Acrux chegou
em 6º entro 14 cavalos competindo. 13 foi a baia que o cavalo saiu e Equiano Springs foi o
cavalo vencedor. 6 ½ foi a distância que o vencedor aplicou sobre o cavala analisado. Esta
distância é medida em corpos de cavalo. Então, pelo exposto, o cavalo Acrux ficou cerca de
6 cavalos e meio atrás do vencedor. Esta informação é bastante importante, pois mesmo que
um cavalo tenho chego em 2º lugar, pode ser que este tenho ficado distante 5 corpos do
primeiro e a um pescoço do terceiro, indicando que foi apertado o 2º lugar para ele. É
extremamente importante assistir algumas corridas do cavalo para ver seu desempenho.
Algumas abreviações comuns de serem encontradas são:
Nk (neck) = Pescoço. Um cavalo chegou na frente do outro pela distância de 1 pescoço, ou
seja, foi acirrada a disputa.
Nse (nouse) = Nariz. Indica que a disputa pela posição foi muito forte.
Hd (head) = Cabeça
Shd (shoulder) = Ombro
11 – É a odd inicial (Preço inicial = Start Price). Esta odd pode indicar se o cavalo era favorito
(sendo indicado por Fav) ou era zebra (odd alta).
12 – É o jóquei que conduziu o cavalo no páreo. Importante avaliar se o jóquei tem afinidade
com o cavalo, pois quando estes apresentam sintonia, é mais fácil deste cavalo ter bons
resultados.
13 – Informações sobre as médias de velocidade e posicionamentos do cavalo na corrida. É
um tópico mais avançado para analisar, porém dão boas informações.
14 – Um ferramenta muito importante na análise, o vídeo da corrida. No vídeo tu analisa
muita coisa como a largada do cavalo, posicionamento que ele tende a manter, concentração
do cavalo, esforço do jóquei para manter ou acelerar o cavalo, e o sprint final. É bom ver
também se um cavalo que seria favorito ou que iria vencer certamente, foi fechado por outros,
impedindo sua progressão.
Todas estas informações citadas são de suma importância para verificar a qualidade
de um cavalo. Lembrando que não existe cavalo ruim, apenas as condições não favoreceram
seu melhor desempenho. Por isso que analisar cavalos somente pelo desempenho nas
corridas é um erro incrível, que já vi em muitos grupos e em dois vídeos no YouTube.
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A fim de complementar a análise, busco informação no site do Racing Post para verificar
as estatísticas gerais do jóquei e do treinador. No site do At The Race até tem informações,
porém no Racing Post estas informações são melhores detalhadas.
Selecionei os campos diferentes que costumo analisar no site do Racing Post. Outras
informação são as mesmas do At The Race, no qual baseio minhas análises.

1 – Dono do cavalo. É possivel clicar no campo para ver outros cavalos deste dono e seus
desempenhos.
2 – Pais e avô paterno. Ao clicar pode-se ver as informações genealógicas do cavalo, se é
filho de vencedores também terá tendência à ser um vencedor, pois alguns aspectos são
genéticos, como o tamanho do coração, circulação sanguínea, metabolismo, explosão
muscular. É um tópico mais avançado do estudo, não necessitando de avaliação imediata.
3 – Este campo indica que 3 sites indicam o cavalo como possível vencedor.
4 – Informações sobre o jóquei e o treinador do cavalo. De todas informações desta página,
estes são os principais à serem analisados. Irei abordá-los daqui a pouco.
5 – É a odd inicial do cavalo em uma casa de apostas. Pode ser usado apenas para verificar
o favoritismo pelo mercado.
6 – Comentário do site sobre o cavalos.
7 – São informações idênticas as do At The Race, apenas destaquei pois nesse site é
informado o peso do cavalo vencedor (9st7lb), que não é comentado no At The Race.
Ao clicar no jóquei, podemos verificar as seguintes estatísticas:
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1 – É a temporada para ser analisada. Neste campo tu poderá selecionar se as estatísticas


serão da GB (Grã Bretanha = UK) ou IRE (Irlanda), em corridas flat ou de saltos, se quer
todas as temporada ou a temporada atual.
2 – Esta parte é importante de verificar o desempenho do jóquei em cavalos de mesma idade
do que irá competir e o tipo de piso. A estatística aponta quantas vitórias teve (Wins), quantas
corridas (rides), a % de vitórias, quantas vezes chegou nos places. Exemplo: Na idade de 2
anos (2yo), na superfície AW, o jóquei teve 23% de vitórias, o que aponta um bom
desempenho com cavalos novos em AW. Procure escolher jóquei que possuem menos de
10% de vitórias.
Na análise dos treinadores, podemos ver estatísticas muito semelhantes.

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1 – Nome do treinador.
2 – Dados semelhates ao do jóquei
3 – Indica a posição que os cavalos dos últimos 14 dias chegaram.
4 – É possivel avaliar, também, se o jóquei e o treinador apresentam afinidade de trabalho.

Entradas no mercado, apostas de valor, odds justas.


Este é um tópico muito importante, pois agora que tu sabe os principais aspectos da
análise, tá na hora de pôr em prática, porém como entrar no mercado? Qual odd devo entrar?
O que seriam as odds justas?
Pra discutir este assunto, tenho o seguinte pensamento: Eu sou formado em Química,
investi em uma graduação, me preparei, qualifiquei, perdi noites de sono, e ainda perco. No
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meu trabalho procuro fazer o melhor daquilo que aprendi, então, se um emprego me oferecer
um salário abaixo daquilo que eu julgo ser o justo pelo meu esforço, irei negar, pois sei que
existem outros que irão me oferecer um salário mais valorizado. Não estou dizendo que o
salário abaixo da minha qualificação é imoral ou indigno, apenas irei procurar algo mais justo
e rentável, dentro das minhas qualificações.
De mesmo modo vejo o mundo das apostas, e focando no mercado lay win, foco do
nosso estudo. Numa corrida de cavalos, não entro em mercados que tenham menos que 10
cavalos, pois as ofertas de entradas diminuem e o risco aumenta. Com 10 cavalos,
teoricamente cada um teria 10% de chance de ganhar, mas sabemos que cada um tem suas
qualificações, o que aponta alguns com probabilidade maior e outros menores. Estas
probabilidade são retratadas nas odds, que representarão o teu lucro ao final da corrida, se
fores vencedor dela (cavalo não ganhar a corrida).
Pra mim, odds justas são aquelas que tu não te expõe tanto (favoritos claros) e não são
altas (lucro muito baixo). Eu nunca entro em odds acima de 10 (já acho alto demais, pois
essa odd representa um retorno de apenas 11% de um investimento, supondo entradas com
responsabilidade fixa de 3% da banca. Isso representa apenas 0,33% da banca). Talvez
possa pensar “mas isso é quase o rendimento de uma poupança, fazer 2 destas por dia já
praticamente o mesmo que rende a poupança no mês”. Precisamos pensar que o mundo
das apostas não é uma poupança, e sim um investimento, que te toma tempo, estudo,
análises, concentração, e nada mais justo que ser bem pago, pois na poupança você deixa
lá e esquece, não precisa fazer mais nada.
Existem muitos apostadores que alegam ser muito lucrativos em odds altas, as vezes
até maiores que 20. Até podem ser, porém a quantidade de entradas que devem fazer é
gigantesca, pois nessa odd o lucro obtido é praticamente nulo. Numa simulação simples, a
juros compostos proponho a seguinte análise:
Uma banca de USD 100, fazendo entradas de 3% da banca e buscando lucrar por dia
de aposta 3%, temos a projeção abaixo:
Banca 100
% responsab. Fixa 3
Nº entrad. Odd 20 Odd 15 Odd 10 Odd 8
1 R$ 0,16 R$ 100,16 R$ 0,21 R$ 100,21 R$ 0,33 R$ 100,33 R$ 0,43 R$ 100,43
2 R$ 0,16 R$ 100,32 R$ 0,21 R$ 100,43 R$ 0,33 R$ 100,67 R$ 0,43 R$ 100,86
3 R$ 0,16 R$ 100,47 R$ 0,22 R$ 100,64 R$ 0,34 R$ 101,00 R$ 0,43 R$ 101,29
4 R$ 0,16 R$ 100,63 R$ 0,22 R$ 100,86 R$ 0,34 R$ 101,34 R$ 0,43 R$ 101,73
5 R$ 0,16 R$ 100,79 R$ 0,22 R$ 101,08 R$ 0,34 R$ 101,68 R$ 0,44 R$ 102,16
6 R$ 0,16 R$ 100,95 R$ 0,22 R$ 101,29 R$ 0,34 R$ 102,02 R$ 0,44 R$ 102,60
7 R$ 0,16 R$ 101,11 R$ 0,22 R$ 101,51 R$ 0,34 R$ 102,36 R$ 0,44 R$ 103,04
8 R$ 0,16 R$ 101,27 R$ 0,22 R$ 101,73 R$ 0,34 R$ 102,70 R$ 0,44 R$ 103,48
9 R$ 0,16 R$ 101,43 R$ 0,22 R$ 101,95 R$ 0,34 R$ 103,04 R$ 0,44 R$ 103,92
10 R$ 0,16 R$ 101,59 R$ 0,22 R$ 102,16 R$ 0,34 R$ 103,38 R$ 0,45 R$ 104,37
11 R$ 0,16 R$ 101,75 R$ 0,22 R$ 102,38 R$ 0,34 R$ 103,73 R$ 0,45 R$ 104,82
12 R$ 0,16 R$ 101,91 R$ 0,22 R$ 102,60 R$ 0,35 R$ 104,07 R$ 0,45 R$ 105,27
13 R$ 0,16 R$ 102,07 R$ 0,22 R$ 102,82 R$ 0,35 R$ 104,42 R$ 0,45 R$ 105,72
14 R$ 0,16 R$ 102,23 R$ 0,22 R$ 103,04 R$ 0,35 R$ 104,77 R$ 0,45 R$ 106,17
15 R$ 0,16 R$ 102,39 R$ 0,22 R$ 103,26 R$ 0,35 R$ 105,12 R$ 0,46 R$ 106,63
16 R$ 0,16 R$ 102,56 R$ 0,22 R$ 103,48 R$ 0,35 R$ 105,47 R$ 0,46 R$ 107,08
17 R$ 0,16 R$ 102,72 R$ 0,22 R$ 103,71 R$ 0,35 R$ 105,82 R$ 0,46 R$ 107,54
18 R$ 0,16 R$ 102,88 R$ 0,22 R$ 103,93 R$ 0,35 R$ 106,17 R$ 0,46 R$ 108,00
19 R$ 0,16 R$ 103,04 R$ 0,22 R$ 104,15 R$ 0,35 R$ 106,53 R$ 0,46 R$ 108,46

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Podemos observar que para poder render 3% o apostador precisará realizar 19
entradas no mercado, isso se trabalhar em odd 20, se trabalhar em odds maiores, seu
rendimento será menor ainda. Enquanto o trabalho em odd 8 serão necessárias 7 entradas,
praticamente 3 vezes menos. Há quem diga que odd 8 é arriscada. Até pode ser um pouco
mais arriscada que a odd 20, porém, é necessário pensar que o cansaço de fazer 19 análises
aumenta muito o risco de não perceber aspectos importantes. Filtrar 7 entradas e fazer uma
boa análise sobre elas, com gestão de risco, aumenta a chance de sucesso. E como no
mundo das apostas, o red é inevitável, em odd 19, e supondo que não utilize de mecanismos
de recuperação (Martingale ou Fibonacci), necessitará de mais 19 entradas para
recuperação.
Por isso tudo que cito, quando vejo afirmações do tipo “92% de acerto das tips” me
pergunto “em qual faixa de odd?”, pois o mundo das apostas não é somente o mundo dos
acertos, mas também o mundo da matemática e psicologia.
Eu trabalho da seguinte maneira, e tem dado certo a ponto de querer compartilhar
contigo:
Faço cerca de 3 a 5 análises por dia, seguindo todos os passos descritos neste e-book.
Procuro cavalos que circulem odds de 4 até 8, esporadicamente odd 10 (mas muito difícil
mesmo). Geralmente entro com 7% de responsabilidade fixa nas odds até 8, visando pegar
1% da minha banca por entrada. Em 3 entradas (supondo ter pego odd 8 em todas), das 5
que eu separo, já bato a meta do dia, que gira em torno de 3%. Dependendo da confiança
na análise, faço mais entradas, mas geralmente fecho com os 3 mesmo. Quando tenho RED,
as outras entradas que restaram me ajudam a recuperá-lo, pois não costumo fazer
martingale, a não ser que esteja dentro da minha gestão de risco. Não tive 2 REDs no mesmo
dia ainda, mas se ocorrer, minha gestão é para parar de fazer as entradas, e analisar muito
minuciosamente o motivos dos REDs. Tenho tudo anotado em planilhas de entrada, escolha
de cavalos com todos os dados possíveis para que eu possa voltar sempre que necessário
e verificar os erros cometidos.
Minha dica para quem está começando a fazer as análises e entradas neste mercado
é JAMAIS expor mais do que 2% da banca por entrada. Fazer entradas até odd 10, para
ganhar 1,5% de lucro no dia, fazendo 6 corridas. Neste modelo, se seguir um mês de 30
dias, o rendimento será de 58% da banca. Lembre-se que tudo é questão de adaptação, aos
poucos vai alterando conforme tua experiência. Não existe modelo ideal de gestão, cada um
precisa se conhecer, saber o quanto está disposto a investir, o quanto está disposto a perder,
caso aconteça.

Conclusão
Após toda essa discussão, ao longo de todas essas páginas escritas, pesquisadas,
procurei detalhar ao máximo possível o modo de fazer as análises no mercado lay win de
cavalos. Tenha em mente que não são apenas teorias e sim ações realizadas na prática,
ações que venho desempenhando e tem dado muito certo. Sou um entusiasta no mundo das
apostas esportivas, tanto no cavalos (quase nem se percebe minha paixão) mas também no
mercado de galgos. Indico totalmente dois grupos de galgos, caso haja interesse da tua
parte, caro apostador, o grupo do Bruno Guimarães (monstro no mercado de galgos) e o
grupo do software Green House Tips (outros monstros, Jailton e Michel).

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Deixo meu contato, caso haja interesse de explicações sobre qualquer parte do
material, e convido-os a participar de um grupo que tem o intuído de discutir as entradas no
mercado. Não é um grupo de postagem de tips, pois esta não é minha expectativa, visto que
com este material, e o suporte, todos serão capazes de caminhar com as próprias pernas. O
grupo é para fortalecimento das análises e conhecimentos.
Um enorme abraço e torço pelo sucesso de todos!
Att, Erick Schreiber
Referências
[1] https://www.apostasfc.com/blog/2014/06/o-mundo-turfe-corridas-de-cavalo/#more-721
[2] https://apostagolos.com/como-apostar-em-corridas-de-cavalos-conceitos-basicos-e-
dicas/
[3] http://www.mercadodasapostas.com/artigos/apostas-em-cavalos-guia-iniciante/
[4] https://clubedaposta.com/blog/apostar-cavalos-como-fazer-apostas-cavalos-pela-1a-vez/

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