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Plano de 2018

Gerenciamento de
Resíduos Sólidos

Douglas Andrey Pedron


Regulari Engenharia
20/8/2018
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PLANO DE GERENCIAMENTO DE
RESÍDUOS SÓLIDOS

M-LEE TÊXTIL

CONSULTORIA TÉCNICA
Douglas Andrey Pedron
Engenheiro Ambiental
CREA/SC: 140096-2

André Luiz Ladevig


Engenheiro Ambiental
CREA/SC: 137971-1

Jozete Nunes Prust


Engenheira Ambiental
CREA/SC: 145566-4

Rua: Dr. Blumenau, nº 3771, Encano Baixo, Indaial – SC, CEP 89130-000
Telefone (47) 3380-4509 E-mail: contato@regulariengenharia.com.br
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Sumário
DIRETRIZ PARA O PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 3
1 IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR 6
1.1 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 6
1.2 RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO PGRS 6
1.3 DEFINIÇÃO DE RESPONSABILIDADE 6
1.3.1 Do Gestor 6
1.3.2 Dos Concessionários 7
2 CARACTERIZAÇÃO DA INSTALAÇÃO 9
2.1 LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 9
2.2 EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO/TERCEIRIZAÇÃO 11
2.3 DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO 11
3 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL 11
3.1 RESOLUÇÃO CONSEM A E ANVISA 11
3.2 RESOLUÇÃO CONAMA 12
3.3 NORMAS TÉCNICAS – NBR`S 13
4 DIAGNÓSTICO SITUACIONAL 14
4.1 IDENTIFICAÇÃO DAS INSTALAÇÕES GERADORAS DE RESÍDUOS SÓLIDOS 14
4.2 ARMAZENAMENTO INTERMEDIÁRIO DOS RESÍDUOS E DESCRIÇÃO DAS CONDIÇÕES
DE OPERACIONALIDADE 16
4.3 LEVANTAMENTO QUANTITATIVO DE RESÍDUOS SÓLIDOS GERADOS 16
5 DESCRIÇÃO DOS ATUAIS PROCEDIMENTOS DO PGRS 16
5.1 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 16
5.1.1 Segregação 17
5.1.2 Acondicionamento 19
5.1.3 Coleta e Transporte Interno 21
5.1.4 Armazenamento Temporário 22
5.1.5 Transporte, Tratamento e Destinação Final dos Resíduos Sólidos 22
6 INSTRUMENTOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 23
6.1 MEDIDAS DE REDUÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA UNIDADE GERADORA -
PROGRAMAS SOCIAIS, EDUCATIVOS, CULTURAIS E DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL 23
6.2 ADESÃO AOS PROGRAMAS DE COLETA SELETIVA E RECICLAGEM 24
6.3 ARTICULAÇÃO COM OS ÓRGÃOS AMBIENTAIS 24
7 MECANISMOS DE CONTROLE E AVALIAÇÃO 24
8 IDENTIFICAÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA 26

Imagens
Imagem 1- Mapa de Santa Catarina, com localização do Municipio de Indaial ______ 9
Imagem 2 - Mapa rodoviário de Indaial - Santa Catarina ______________________ 10
Imagem 3 - Localização do empreendimento _______________________________ 10

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Tabelas
Tabela 1 - Resíduos gerados ___________________________________________ 15
Tabela 2 - Resíduos conforme MTR ______________________________________ 16
Tabela 3 - Abaixo, segue o código de cores para a coleta seletiva de resíduos,
segundo a Resolução CONAMA nº 275/01. ________________________________ 19

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DIRETRIZ PARA O PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS


SÓLIDOS

O PGRS foi elaborado de acordo com as legislações e normas técnicas


vigentes, estabelecendo procedimentos adequados para o manejo dos resíduos
sólidos gerados nas instalações, considerando sempre as características e
classificação de cada tipo de resíduo. O plano foi baseado em pressupostos que
estabelecem relações entre os aspectos sócio-ambientais, econômicos, legais e
sanitários inerentes à gestão e ao desenvolvimento sustentável. Os principais
fundamentos para a sua elaboração foram à gestão compartilhada, a
minimização de resíduos, a coleta seletiva, a educação ambiental, o tratamento
dos resíduos e a mitigação dos riscos sanitários e ambientais. O PGRS prevê
uma sistemática de coleta seletiva de todos os resíduos sólidos gerados. Estes
resíduos serão separados na própria fonte geradora para que, em seguida,
possa ser realizada a destinação final adequada.

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1 IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR

1.1 Identificação do Empreendimento

Razão Social: M-Lee Têxtil LTDA ME


CNPJ: 09.596.233/0001-73
Endereço: Rua Dr. Blumenau, n° 2466, Bairro Do Sol, Indaial – SC.
Telefone: (47) 3394-3630

1.2 Responsável Pela Gestão do PGRS

O responsável pela gestão do PGRS da Estamparia M-Lee Têxtil LTDA -


EPP é a própria empresa, a qual está identificada no item 1.1.

1.3 Definição de Responsabilidade

1.3.1 Do Gestor

Compete à administração da empresa, como gestor, as seguintes


responsabilidades:

• Elaboração e implementação do Plano de Gerenciamento de Resíduos


Sólidos - PGRS da empresa;

• Manutenção de um profissional de nível superior, devidamente registrado


em Conselho Profissional, como responsável técnico pelo Plano de
Gerenciamento de Resíduos Sólidos;

• Divulgação e integração de ações para todos os profissionais envolvidos,


para a implementação do Plano de Gerenciamento de Resíduos, para que
passem atendê-lo em todas as suas exigências e procedimentos;

• Acompanhamento e fiscalização das atividades desenvolvidas por todos


os profissionais envolvidos na operação, no sentido de que as instruções
contidas no Plano estejam plenamente atendidas;

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• Acompanhamento e fiscalização das atividades a serem realizadas pelas


empresas responsáveis pelos serviços de acondicionamento, transporte,
tratamento e disposição final dos resíduos sólidos gerados nas
instalações;

• A exigência das empresas operadoras responsáveis pelo manejo dos


resíduos sólidos nas instalações, da documentação necessária para a
realização das atividades, tais como: Alvará de funcionamento emitido
pela Vigilância Sanitária Municipal; Licença Ambiental de Funcionamento
- LAO emitida pela FATMA ou outro Órgão Ambiental Competente pela
sua região; Autorização de funcionamento emitido pela Agência Nacional
de Vigilância Sanitária - ANVISA; e Registro no Conselho Regional de
Química, tanto da empresa, como do responsável técnico;

• Manutenção das informações aos órgãos ambientais e sanitários sobre a


implementação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - PGRS;

• Ações de melhoria e adequação do Plano de Gerenciamento de Resíduos


Sólidos da empresa através da revisão e atualizações periódicas;

• Desenvolvimento de instrumentos de avaliação e controle, incluindo a


construção de indicadores claros, objetivos, auto-explicativos e
confiáveis, que permitam acompanhar a eficácia do PGRS implantado.

1.3.2 Dos Concessionários

Ficam sob responsabilidade e competência das empresas terceirizadas


contratadas pelo empreendimento, os seguintes itens:

• Possuir Licença Ambiental de Operação – LAO para execução das


atividades contratadas;

• Alvará de Funcionamento e Sanitário Municipal;

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• Realizarem suas atividades em conformidade com o estabelecido no


Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - PGRS da empresa;

• Manter sempre informada a empresa gestora, através de relatórios


semestrais contento planilhas, indicadores, gráficos, índices, etc. sobre a
quantificação e tipificação dos resíduos gerados dentro da empresa;

• Apresentar à empresa gestora todas as licenças ambientais e legais


necessárias para a execução de todos os serviços prestados previamente
contratados. Em caso de renovação de uma licença encaminhar ao
responsável pelo gerenciamento do PGRS uma cópia o mais rápido
possível;

• Informar a empresa gestora a composição da equipe disponibilizada para


realização dos serviços bem como os equipamentos a serem utilizados
no manejo dos resíduos sólidos da empresa;

• Sujeitar-se sempre que solicitado pela empresa gestora uma fiscalização


por parte da equipe responsável pelo PGRS da empresa em suas
instalações e locais de destinação final dos resíduos sólidos para
certificação e conhecimento de que estas áreas estão de acordo com os
procedimentos previstos nas legislações vigentes.

• Vale ressaltar também, como premissa fundamental para a


implementação e operação do PGRS, o comprometimento de todos
envolvidos na operação da empresa para ações que busquem o
desenvolvimento sustentável, através da adoção de tecnologias limpas e
equipamentos que reduzem a emissão de gases para a atmosfera,
otimização e recuperação de recursos como água, energia e matéria-
prima, entre outras.

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2 CARACTERIZAÇÃO DA INSTALAÇÃO

2.1 Localização do Empreendimento

A área situa-se no local Rua Dr. Blumenau, n° 6800, no bairro Do Sol no


município de Indaial, (foto 1, 2 e 3), Santa Catarina, no qual os municípios em
que faz divisa são Timbó, Blumenau, Ascurra, Apiúna, Botuverá, Rodeio e
Pomerode.

Imagem 1- Mapa de Santa Catarina, com localização do Municipio de Indaial

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Imagem 2 - Mapa rodoviário de Indaial - Santa Catarina

Imagem 3 - Localização do empreendimento

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Coordenadas Geográficas UTM


Latitude: 7024472.71 m S Longitude: 677418.12 m E

2.2 Empresas Prestadoras de Serviço/Terceirização

Dentro do empreendimento não há empresa terceirizada para o manejo dos


resíduos, existe somente terceirização para a coleta do resíduo que já está
sendo mencionado no item 5.1.

2.3 Descrição do Empreendimento

O empreendimento é composto por:

1. Setores administrativos:

• Administração geral.

2. Setores produtivos:

• Produção, é realizado a preparação das mesas para estampa e dos


quadros, após a preparação é realizado a estampagem das
camisas. Com o termino da estampagem é feito a lavagem dos
quadros.

3. Setores Comerciais:

• Serviços de transporte e destinação final de resíduos, realizados


por terceiros.

3 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL

3.1 Resolução CONSEM A e ANVISA

• Resolução CONSEMA nº 114, de 10 de novamembro de 2017:


Estabelece diretrizes e critérios para a elaboração de Planos de
Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS).

• Resolução ANVISA RDC nº 217 de 2001:

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Dispõe sobre a segregação, coleta, acondicionamento,


armazenamento, transporte, tratamento e disposição final de
resíduos sólidos.

• Lei Estadual nº 11.347/00:


Dispõe sobre a coleta, o recolhimento e o destino final dos resíduos
sólidos potencialmente perigosos que menciona, e adota outras
providências.

• Lei Estadual nº 12.305:


Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei nº
9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências.

3.2 Resolução CONAMA

• Resolução CONAMA nº 275, de 25/04/2001:


Estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos,
a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem
como nas campanhas informativas para a coleta seletiva.

• Resolução CONAMA nº 307, de 05/07/2002:


Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos
resíduos da construção civil.

• Resolução CONAMA nº 313, de 29/10/2002:


Dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos
Industriais.

• Resolução CONAMA nº 362, de 23/06/2005:


Dispõe sobre o recolhimento, coleta e destinação final de óleo
lubrificante usado ou contaminado.

• Resolução CONAMA nº 358, de 29/04/2005:

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Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos


serviços de saúde e dá outras providências.

• Resolução CONAMA nº 005, de 05/08/1993:


Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos sólidos gerados nos
portos, aeroportos, terminais ferroviários e rodoviários e
estabelecimentos prestadores de serviços de saúde. (Revogadas
as disposições que tratam de resíduos sólidos oriundos de serviços
de saúde pela Resolução n° 358/05).

3.3 Normas Técnicas – NBR`s

• NBR 10.004 – Classificação de resíduos sólidos;


• NBR 10.006 – Solubilização de resíduos;
• NBR 10.007 – Amostragem de resíduos;
• NBR 11.174 – Armazenamento de resíduos classe II-Não Inertes e
III-Inertes;
• NBR 12.235 – Armazenamento de resíduos sólidos perigosos;
• NBR 12.807 – Resíduos de serviços de saúde – Terminologia;
• NBR 12.808 – Resíduos de serviços de saúde – Classificação;
• NBR 12.809 – Manuseio de resíduos de serviço de saúde;
• NBR 12.810 – Coleta de resíduos de serviços de saúde;
• NBR 12.980 – Coleta, varrição e acondicionamento de resíduos
sólidos;
• NBR 13.221 – Transporte terrestre de resíduos;
• NBR 13.463 – Coleta de resíduos sólidos;
• NBR 7.500 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio,
movimentação e armazenamento de produtos;
• NBR 9.190 – Sacos plásticos para acondicionamento de lixo –
Classificação;
• NBR 9.191 – Sacos plásticos para acondicionamento de lixo –
Especificação;

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• NBR 14.253 – Cargas perigosas – Manipulação em áreas


portuárias – Procedimento;
• Resolução CNEN-NE – 6.05 – Gerência de rejeitos radioativos em
instalações.

4 DIAGNÓSTICO SITUACIONAL

Com este PGRS busca-se focar sempre nos princípios de redução,


reutilização e reciclagem, visando o bem-estar de toda a comunidade e do meio
ambiente. Para tanto, os resíduos são sempre segregados de acordo com o seu
tipo e a gestão dos mesmos de acordo com a Resolução Conama nº 358/05.

Para otimizar o gerenciamento dos resíduos sólidos gerados nas áreas


operacionais, administrativas e pátios, os profissionais envolvidos com a
execução do PGRS seguirão procedimentos básicos como:

• Segregar os resíduos na sua origem segundo a Resolução


CONSEMA nº 114 e a NBR 10004/04;
• Identificar os tipos de resíduos gerados por setor em sacos
plásticos ou tambores com as cores propostas na Resolução
CONAMA nº 275/01;
• Realizar a coleta interna dos resíduos separados;
• Armazenar os materiais na Central de Resíduos;
• Quantificar os resíduos gerados e repassar os mesmos para a
coleta externa e destinação final;
• Elaboração de relatórios;
• Acompanhamento de todas as etapas pelo responsável do PGRS.

4.1 Identificação das Instalações Geradoras de Resíduos Sólidos

As fontes geradoras de resíduos sólidos provenientes da operação do


empreendimento, bem como a qualificação e a tipificação dos resíduos levando
em consideração os riscos ambientais são descritos na Tabela 3 abaixo.

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Tabela 1 - Resíduos gerados


Fonte Geradora Tipo de Resíduo Risco Ambiental Risco Sanitário
Doenças intestinais, verminoses e
Efluente sanitário Contaminação do solo, água
doenças de pele
- Material não degradável
Folha de transparência Isento
- poluição do solo
Papel (jornal, revista, envelope, documentos, papel de
-Material orgânico degradável Isento
impressora e limpo)
- Material não degradável
Plástico (copos, garrafa pet) Isento
Setor Administrativo - poluição do solo
- Material degradável
Vidro e metal Isento
- poluição do solo
Lâmpada fluorescente Contaminação por vapor de mercúrio Contaminação por metal pesado
Contaminação por tinta, solvente / Contaminação por metais e
Resíduos diversos (toners e cartuchos)
metais pesados e hidrocarbonetos hidrocarbonetos
Pilha e bateria Contaminação por metais Contaminação por metal
Varrição não perigosa (poeira) Material orgânico Material orgânico
Embalagem de isopor Material não degradável Isento
Presença de vetores (ratos, insetos e
Restos de alimentos Material orgânico degradável
aves)
Papel, papelão, guardanapo, papel toalha Material orgânico degradável Isento
Refeitório Plástico (copos, embalagens, filmes, garrafa pet, sacolas) Material não degradável Isento
Vidros Material degradável Isento
Metais (embalagens de produtos e marmita, talheres, lata de
Material não degradável Isento
refrigerante)
Efluente líquido (lavação) Contaminação do solo e água Presença de vetores (ratos e insetos)
Produtos Químicos Contaminação no solo e lençol freático Contaminação por metal pesado
Tinta a base d’água Contaminação no solo e lençol freático Contaminação do solo
Setores fabris/produção
Estopa contaminada com tinta/óleo/graxa Poluição do solo Contaminação do solo
Retalhos de peças de vestuário (camisa, camiseta, blusa, etc) Material não degradável Isento
Vapor Poluição atmosférica Doenças respiratórias
Área Externa
Varrição não perigosa (poeira, folha, resto de jardinagem) Material orgânico Material orgânico

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4.2 Armazenamento Intermediário dos Resíduos e Descrição das Condições de


Operacionalidade

Todos os resíduos do processo administrativo e fabril são encaminhados para a


Central de Resíduo, onde ocorre a separação dos resíduos em seus devidos
compartimentos, a cada 04 meses é solicitada a coleta do material contaminado. Este
controle está evidenciado no MTR (Manifesto de Transporte de Resíduo) da empresa M-Lee
Têxtil LTDA - EPP.

4.3 Levantamento Quantitativo de Resíduos Sólidos Gerados

Na tabela 4 especificamos os tipos de resíduos gerados, sua quantificação (supondo


que seja uma estimativa mensal), sua classificação quanto a norma 10004 e MTR
elaborado:

Tabela 2 - Resíduos conforme MTR


Estado Quantidade
Identificação dos Resíduos Período Classe Tecnologia
Físico / Toneladas
1. 040219(*) – Lodos do tratamento Sólido 01/01 à
local de efluentes contendo 0,80000 31/08/2018 Classe I Aterro
substancias perigosas

Outros resíduos que são gerados pelo empreendimento são: estopas contaminadas
com tinta, barris e/ou tambores dos produtos químicos e baldes de tintas a base d’água,
todos estes produtos são recolhidos pela CETRIC.

5 DESCRIÇÃO DOS ATUAIS PROCEDIMENTOS DO PGRS

5.1 Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Trata-se da descrição dos procedimentos de segregação, acondicionamento, coleta,


área de armazenamento, transporte, tratamento e destinação final de resíduos sólidos.

Para otimizar o gerenciamento dos resíduos sólidos gerados nas áreas operacionais,
administrativas e área externa, os profissionais envolvidos com a execução deste PGRS
seguirão procedimentos básicos como:

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• Efetuar a elaboração do PGRS baseado na Resolução CONSEMA nº 114/17;


• Segregar os resíduos na sua origem segundo a Lei nº 12.305 e a NBR
10004/04;
• Identificar os tipos de resíduos gerados por setor em sacos plásticos ou
tambores com as cores propostas na Resolução CONAMA nº 275/01;
• Realizar a coleta interna dos resíduos separados;
• Armazenar os materiais na sala de sólidos;
• Quantificar os resíduos gerados e repassar os mesmos para a coleta externa
e destinação final.

As diversas etapas como segregação, acondicionamento, coleta, áreas de


armazenamento, transporte, tratamento e destinação final de resíduos sólidos serão
descritas nos tópicos a seguir.

5.1.1 Segregação

A segregação permite que se evite a contaminação entre matérias, otimizando o


aproveitamento dos materiais recicláveis ou reaproveitáveis.

Os resíduos sólidos do empreendimento são separados pelos próprios colaboradores


e são destinados internamente nos locais definidos.

A segregação será da seguinte forma:

Devido à necessidade de atendimento a diversas normas da ABNT, é essencial que


os responsáveis pela execução do PGRS tenham total conhecimento da classificação dos
resíduos sólidos propostos pela NBR 10004/04, que divide os resíduos em três, Classes I –
Perigos, Classe IIA – Não Inertes e Classe IIB – Inertes.

• Resíduo Classe I – Perigoso: Resíduos sólidos ou mistura de resíduos sólidos


que, em função de suas características de inflamabilidade, corrosividade,
reatividade, toxicidade e patogenicidade, podem apresentar risco à saúde
pública, provocando ou contribuindo para o aumento de mortalidade ou

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incidência de doenças e/ou efeitos adversos ao meio ambiente, quando


manuseados ou dispostos de forma inadequada.

• Resíduo Classe II A – Não Inerte: Resíduo sólido ou mistura de resíduos


sólidos que não se enquadram nas Classes I ou II B.

• Resíduos Classe II B – Inerte: Resíduos sólidos ou mistura de resíduos sólidos


que, submetidos ao teste de solubilidade não apresenta nenhum de seus
constituintes solubilizados em concentrações superiores aos padrões
definidos.

• GRUPO A: Resíduos que apresentam risco potencial à saúde pública e ao meio


ambiente devido à presença de agentes biológicos. Enquadram-se neste
grupo, dentre outros: sangue e hemoderivados, animais usados em
experimentação, bem como os materiais que tenham entrado em contato com
os mesmos; excreções, secreções e líquidos orgânicos; meios de cultura;
tecidos, órgãos, fetos e peças anatômicas; filtros de gases aspirados de área
contaminada; resíduos advindos de área de isolamento; restos alimentares de
unidade de isolamento; resíduos sanitários de unidades de internação e de
enfermaria, e animais mortos a bordo nos meios de transporte. Neste grupo
incluem-se, dentre lâminas de barbear, bisturi, agulhas, escalpes, vidros
quebrados, etc, provenientes de estabelecimentos prestadores de serviços de
saúde.

• GRUPO B: Resíduos que apresentam risco potencial à saúde pública e ao meio


ambiente devido às suas características químicas. Enquadram-se neste grupo,
dentro outros:

• Drogas quimioterapias e produtos por elas contaminados;

• Resíduos farmacêuticos (medicamentos vencidos, contaminados, interditados


ou não utilizados);

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• Demais produtos considerados perigosos, conforme classificação da NBR


10004 da ABNT (tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos).

• GRUPO D: Resíduos comuns são todos os demais que não se enquadram nos
grupos descritos anteriormente. Para a facilidade a segregação, os resíduos
sólidos nas instalações são divididos previamente em 4 categorias:

• Resíduos Secos: papel, papelão, plásticos, vidros, latas e madeira (pedaços);

• Resíduos Orgânicos: restos de alimentos, cascas e bagaços de frutas e


verduras, papel higiênico, restos de jardinagem;

• Resíduos Especiais: lâmpadas, pilhas, baterias e demais materiais químicos


e/ou perigosos;

• Resíduos Comuns: resíduos que não apresentam riscos, mas não são
recicláveis.

5.1.2 Acondicionamento

Após a segregação, os resíduos sólidos serão acondicionados em coletores


identificados pelo código de cores estabelecidos na Resolução CONAMA nº 275/01 (tabela
5) e por inscrições com os nomes dos resíduos (em preto ou branco, de acordo a
necessidade de contraste com a cor base).

Os coletores são distribuídos em vários pontos, tanto nos setores administrativos


como na produção, sempre em locais próximos das fontes geradas.

Na Tabela 3 abaixo, segue o código de cores para a coleta seletiva de resíduos, segundo
a Resolução CONAMA nº 275/01.

COR TIPO DE RESÍDUO


Azul Papel, Papelão
Vermelho Plástico
Verde Vidro
Amarelo Metal

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Preto Resíduos Perigosos*


Laranja - a implantar
Marrom Resíduos Orgânicos
Cinza Resíduos não-recicláveis

O acondicionamento dos resíduos gerados nas diferentes áreas obedecerá às


diretrizes da Resolução CONAMA nº 005/93 para cada grupo:

- RESÍDUO GRUPO A (Infectantes): Os resíduos pertencentes a este grupo serão


acondicionados em sacos plásticos de classe I, de coloração branca leitosa, contendo a
simbologia de material infectante e não ultrapassarão mais que dois terços do volume
máximo da armazenagem de cada saco plástico. Os resíduos perfurantes ou cortantes serão
acondicionados previamente em recipientes rígido, estanque, vedado e identificado pela
simbologia de substância infectante.

Uma vez acondicionados, a embalagem será lacrada para evitar a inalação ou


exposição das pessoas ao fluxo de ar. Na sequência, será armazenado temporariamente na
Central de Resíduo, próprio para este tipo de resíduo.
Os resíduos sólidos pertencentes ao grupo A não poderão ser reciclados (Resolução
CONAMA nº 005/93, parágrafo 3º).

- RESÍDUO GRUPO B (Produtos Químicos com Risco à Saúde e Meio Ambiente): São
acondicionados observando as exigências de compatibilidade química dos resíduos entre si,
assim como de cada resíduo com os materiais das embalagens de forma a evitar reação
química entre os componentes do resíduo e da embalagem, enfraquecendo ou deteriorando
a mesma, ou a possibilidade de que o material da embalagem seja permeável aos
componentes do resíduo.

Os resíduos sólidos são acondicionados em recipientes de material rígido, adequados


para cada tipo de substância química, respeitadas as suas características físico-químicas e
seu estado físico.
Resíduos comuns contaminados por produtos perigosos serão acondicionados como
resíduos perigosos.

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- RESÍDUO GRUPO D (Comuns): Os resíduos comuns gerados dentro das áreas


administrativas e operacionais serão acondicionados em coletores rígidos de plásticos
envolvidos em sacos plásticos comuns. Para facilitar a identificação, os diferentes tipos de
resíduos previamente segregados serão armazenados em coletores com as cores
estabelecidas pela resolução CONAMA nº 275/01.

5.1.3 Coleta e Transporte Interno

A coleta e o transporte interno dos resíduos até a área destinada ao armazenamento


temporário - Central de Resíduo, é realizada por colaboradores da própria empresa.

As coletas serão realizadas diariamente (exeto para o Lodo da ETE, que sera
realizado a cada 04 meses, ou quando necessário) para todos os tipos de resíduo
constatados, no intuito de evitar o aparecimento e a proliferação de vetores nas instalações.

Os procedimentos de coleta e transporte interno a serem adotados para cada grupo


de resíduos estão descritos abaixo:

- RESÍDUO GRUPO A (Infectantes): A empresa M-Lee Têxtil LTDA - EPP está isenta dos
tipos de resíduos relacionados ao Grupo A.

- RESÍDUO GRUPO B (Produtos químicos com risco à saúde e ao meio ambiente): Os


resíduos enquadrados no Grupo B serão coletados conforme irão sendo utilizados pelos
colaboradores e acondicionados em tambores e/ou grades revestidas com papel e/ou
container para evitar vazamentos e/ou derramamento.

Os resíduos deverão ser identificados de acordo com a simbologia convencional


estabelecida pela NBR 7500/2007, a ser aplicada nas unidades de transporte e nas
embalagens, a fim de indicar os riscos e os cuidados a serem tomados no transporte
terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento, de acordo com a carga contida.

- RESÍDUO GRUPO D (COMUNS): Os resíduos sólidos que se enquadram no Grupo D


(resíduos comuns), serão acondicionados de acordo com sua categoria, em conformidade
com a Resolução CONAMA nº 275/01, em sacos plásticos.

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A coleta no setor administrativo deve ser realizada por um auxiliar de serviços gerais,
e a mesma é realizada após o expediente. Na fábrica a coleta é realizada por um colaborador
após o término das atividades de trabalho.

5.1.4 Armazenamento Temporário

O armazenamento dos resíduos, além de promover a sua organização, permite


estocar os materiais em período que atenda à regularidade de coleta das empresas que
serão responsáveis pelo transporte externo de material.
A área onde deverão ficar alguns dos resíduos seguirá conforme as normas NBR 12235 e
NBR 11174 e segue as seguintes características:

• Área coberta;
• Porta central larga para o acesso ao veículo transportador de resíduos;
• Paredes de alvenaria, impermeáveis, de material liso, lavável, com aberturas
para circulação de ar;
• Piso liso, impermeável e lavável;
• Dispositivos para identificação dos resíduos como placas e pinturas;
• Tanques de contenção para produtos perigosos;
• Sistema de drenagem de águas superficiais e residuais;
• Sistema de proteção contra incêndio;
• Bacia de contenção no local destinado ao armazenamento de resíduos
perigosos.

5.1.5 Transporte, Tratamento e Destinação Final dos Resíduos Sólidos

O transporte de resíduo e a destinação final são realizadas por dois tipos de


prestadores de serviços:

• O primeiro denominado “empresas contratadas”, que coletam resíduos não


recicláveis. Para este caso no transporte é emitido um romaneio e carga;
• O segundo denominado é a “prefeitura municipal de Indaial”, a qual coleta os
resíduos recicláveis.

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A coleta deve ser específica para cada grupo de resíduos definido na Resolução
CONAMA nº 005/93, evitando a mistura entre tipos diferentes.

A empresa contratada e/ou prefeitura que deverá fazer o transporte do resíduo, se


dirige à Central de Resíduos, coleta o resíduo, efetua o transporte do mesmo e faz a
pesagem na empresa parceira, e por fim é solicitado a emissão de um MTR. Os materiais
transportados devem estar protegidos de intempéries.

- Os resíduos recicláveis pertencentes ao Grupo D, dentre estes vermelhos (plástico),


amarelos (metálicos), azul (papel), e verde (vidros), serão vendidos e/ou doados para a
reciclagem. Os resíduos do Grupo D que são considerados resíduos úmidos irão para um
determinado Aterro e para os demais resíduos, os clientes contratados, se encarregarão da
destinação final de acordo com sua classificação.

- Resíduo Grupo B (Produtos químicos com risco a saúde e ao meio ambiente):


Os resíduos deste grupo serão transportados até um aterro industrial para resíduos
perigosos construído segundo a NBR 10157/1987. Os caminhões de transporte externo
deverão ser identificados de acordo com a carga transportada com a simbologia
estabelecida pela NBR 7500/07.

- Resíduo Grupo D (Comuns):


Os resíduos sólidos que se enquadram no Grupo D (resíduos comuns), que não possam ser
reciclados como os resíduos orgânicos, embalagens com restos de alimentos, e outros são
encaminhados para aterro sanitário. Ficará a cargo da empresa decidir por um destino
alternativo como a compostagem, por exemplo.

6 INSTRUMENTOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

6.1 Medidas de Redução de Resíduos Sólidos na Unidade Geradora - Programas


Sociais, Educativos, Culturais e de Mobilização Social

Os programas educativos são fatores indispensáveis para o sucesso do PGRS e


deverão ser realizados periodicamente, contemplando todos os envolvidos no processo,
inclusive funcionários das empresas terceirizadas e a comunidade local. Está previsto um
programa geral, de sensibilização, este programa irá ocorre através de reuniões e na

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integração de um novo colaborador, assim todos os colaboradores estarão envolvidos,


contemplando os aspectos mais relevantes deste PGRS.

6.2 Adesão aos Programas de Coleta Seletiva e Reciclagem

O PGRS irá aderir ao processo de coleta seletiva e reciclagem dos resíduos gerados
durante as operações, sendo uma alternativa ecologicamente correta que desvia do destino
dos aterros sanitários ou lixões resíduos sólidos que podem ser reciclados.

6.3 Articulação com os Órgãos Ambientais

A empresa buscará estabelecer parcerias com os responsáveis técnicos dos órgãos


ambientais. Relatórios trimestrais serão encaminhados para estes órgãos, informando sobre
as atualizações e o acompanhamento do gerenciamento dos resíduos sólidos nas
instalações. Sempre que necessário, serão encaminhados também, relatórios técnicos
comunicando alterações/modificações nas atividades de acondicionamento, coleta,
transporte, armazenamento temporário e disposição final dos resíduos.

7 MECANISMOS DE CONTROLE E AVALIAÇÃO

O profissional responsável pela gestão do Plano de Gerenciamento de Resíduos


Sólidos - PGRS deverá realizar o acompanhamento e controle das atividades de coleta,
transporte e disposição final dos resíduos. Este ou encarregados estarão sempre presentes
no momento da quantificação e repasse dos resíduos a empresas contratadas.
Os resultados serão compilados em relatórios técnicos mensais, com planilhas e
gráficos contendo a qualificação e quantificação dos diversos tipos de resíduos gerados de
acordo com a legislação vigente.

Caso seja necessário realizar revisões e atualizações deste Plano de Gerenciamento


de Resíduos Sólidos, estes deverão obrigatoriamente ser contidos nestes relatórios técnicos.

No primeiro ano de operação em um período mensal, serão avaliados os resultados


apurados nestes relatórios para que sejam realizados: manutenção do mapeamento de
verificação do controle de entrada e saída de resíduos; controle das licenças de operação
das empresas; criação e análise dos indicadores; programas comparativos e métodos

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estatísticos. Após o primeiro ano de operação, estes procedimentos passarão a ser


realizados semestralmente.

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8 IDENTIFICAÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA

Nome
Jozete Nunes Prust

CPF
015.023.070-22

Endereço
Rua Dr. Blumenau, 3772 – Bairro Encano

Cidade/UF
Indaial/SC

Data
10/07/2018
Qualificação Profissional
Engenheira Ambiental

Número registro Conselho de Classe


145566-4/SC

Telefone
(47) 3380-4509

E-mail
contato@regulariengenharia.com.br

Responsável Técnico

O profissional acima qualificado declara, sob as penas da Lei, a veracidade das


informações prestadas no presente PGRS.

Indaial, em 20 de agosto de 2018.

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