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A oração sacerdotal – A glória de Cristo é a glória de Deus!

Texto Bíblico; João 17.1-26


Texto Básico: João 17.1-5
Texto Áureo: João 17.3
1 Depois de falar essas coisas, Jesus levantou os olhos ao céu e disse: Pai, chegou a hora. Glorifica teu Filho, para que também o
Filho te glorifique,
2 assim como lhe deste autoridade sobre toda a humanidade,* para que conceda a vida eterna a todos os que lhe deste.
3 E a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, que enviaste.
4 Eu te glorifiquei na terra, completando a obra da qual me encarregaste.
5 Agora, pois, glorifica-me, ó Pai, junto de ti mesmo, com a glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse.

INTRODUÇÃO:

A oração é uma das ferramentas mais importantes para o sucesso da obra de Deus neste mundo. Nela o
crente é fortalecido diante de todas as situações, por meio do seu relacionamento com Deus. Em união com a
leitura bíblica regular, consistente e meditativa, o cristão tem forças suficiente para enfrentar problemas, sejam
quais forem, desde situações corriqueiras cotidianas até perseguições e riscos por causa da fé. Mas, se por um
lado a oração é tão necessária e vital para o crente, ao ponto do apóstolo Paulo nos ordenar que orássemos sem
cessar (1Ts 5.17), é a ferramenta mais ignorada pelos cristãos de todos os tempos. Basta olhar nossas reuniões de
oração para vermos logo porque nossas igrejas estão tão enfraquecidas espiritualmente, e tantos fracassam no
exercício da vida cristã.
No texto de João 17.1-26 encontramos uma das orações de Jesus. Ele que, teoricamente, não precisaria
orar, por se tratar do próprio Deus em forma humana, foi um dos personagens do Novo Testamento que mais fez
orações e que não tomava decisões sem antes falar com o Pai Celestial. Nesta passagem que nos propomos a
estudar, Jesus ora por seus discípulos, e não somente pelos que estavam presentes com ele neste momento da
história, mas por nós, por você e por mim, conforme lemos em 17.20.
Nesta série, vamos analisar essa oração de Jesus. E extrair dela as verdades e lições que nos ensinarão
muito sobre Jesus e sua vontade para nós. Hoje, vamos olhar apenas para os 5 primeiros versículos.

1. ORANDO PELA GLÓRIA DE DEUS.

Ao observarmos o verso 1, nos deparamos com Jesus orando por si mesmo. Mas isso não tornava a sua
oração uma oração egoísta. Ao começar orando por si mesmo, Jesus está focado na glória de Deus. O seu pedido
não se relaciona a si mesmo por questões egoístas, seu foco estava em pedir a intervenção do Pai em sua vida, de
tal modo que cada ação refletisse a glória do Deus.
No capitulo 16 Jesus havia prometido a vinda do Espírito Santo. Ele estava preparando seus discípulos
para a sua morte e ressurreição, para os fatos da crucificação que viria em seguida. Mas ele termina o capítulo 16
com a frase “No mundo tereis aflições, mas não desanimeis! Eu venci o mundo”.
Agora em 17.1, temos o relato de que ele ora a Deus após ter concluído suas orientações finais. No
capítulo 18, Jesus é preso. O capítulo 16 conclui o trabalho de Jesus com os discípulos. Agora era o momento de
concluir a sua missão, com a sua morte na cruz e sua ressurreição. A hora havia chegado. Em João 2.4, nas Bodas
em Caná da Galileia, na conversa com sua mãe que pedia ajuda para a festa, Jesus disse: “Mulher, que tenho eu
contigo, ainda não é chegada a minha hora”. Jesus viveu conforme os tempos estabelecidos pelo Pai Celeste.
Agora, ele caminhava para a cruz e sua ressurreição. Era chegada a hora. Naquela obra maravilhosa da salvação
feita na cruz e na ressurreição, Jesus é glorificado. Mas acima de tudo, Jesus glorifica o Pai, sendo-lhe obediente
até a morte. E como afirmou Paulo em Filipenses 3, que “se dobre todo joelho e toda língua confesse que Jesus é
o Senhor, para a glória de Deus Pai”.
Nossa oração deve incluir a glória de Deus sempre. Quando lhe somos obedientes, damos-lhe glória!
2. A vida eterna é glória para Deus e seu filho!
2 assim como lhe deste autoridade sobre toda a humanidade,* para que conceda a vida eterna a todos os que lhe deste.

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3 E a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, que enviaste.
Jesus continua sua oração. E ainda nos seus pedidos de que Deus o glorifique para que Ele, Jesus,
glorifique a Deus, ele explica que Deus já lhe havia dado autoridade sobre toda a humanidade. “É me dado todo
poder/toda autoridade no céu e na terra”. E o poder e autoridade era para que a missão se cumprisse: conceder
vida eterna a todos os que creram em Cristo, aos que o Pai havia dado ao filho, Jesus. O verbo dar, em várias
conjugações aparece cerca de 17 vezes nesta oração. W.W.Wiersbe afirma que “estamos acostumados a pensar no
Filho como uma dádiva de amor do Pai para nós (João 3.16), mas Jesus afirma que os cristãos são dádivas de
amor do Pai para o Filho querido!”. Que menção maravilhosa sobre nossa condição. Deus capacitou a Jesus para
nos conceder a vida eterna. A vida eterna é um presente de Deus aos que ele deu a Jesus. Um mistério que nunca
entenderemos. Apenas nos cabe crer e confiar.
Mas o que é esta vida eterna? Jesus a descreve como conhecimento de Deus e do próprio Jesus. A palavra
conhecer, ginosko, tem a ideia de relacionamento íntimo (é usada também para relacionamento sexual). Conhecer
a Deus e a Jesus é ter com eles relacionamento íntimo, transformador. É ir além de saber coisas sobre Deus, mas
ter e manter um relacionamento profundo com nosso Deus e Salvador. Jesus nos ensinou em João 14.6, que o
relacionamento verdadeiro com Deus inclui conhecer a Cristo e se relacionar com ele. “ninguém vem ao Pai,
senão por mim”. Assim, não se trata de conhecer duas pessoas em tempo diferentes. Mas de conhecer a Deus por
meio de Jesus.

3. DEUS É GLORIFICADO QUANDO SUA OBRA É CONCRETIZADA


4 Eu te glorifiquei na terra, completando a obra da qual me encarregaste.
5 Agora, pois, glorifica-me, ó Pai, junto de ti mesmo, com a glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse.
Ao olharmos para os versos 4 e 5, Jesus nos apresenta como ele glorificou ao Pai nesta terra – ele
completou a obra a que havia sido encarregado de fazer. Há muito significado escondido nestas palavras.
Segundo Paulo, em Ef 1.12 também fomos salvos e predestinados “a fim de sermos para o louvor da sua glória,
nós, os que antes havíamos esperado em Cristo”. Deste modo, Cristo cumprindo a sua missão, nascendo neste
mundo, pregando o evangelho, morrendo na cruz e ressuscitando, cumpriu a missão que Deus lhe havia dado. Ele
venceu o pecado, a morte, o diabo, tudo isso na cruz. Nós, os que cremos em Cristo, devemos glorifica-lo, é
somente faremos isso, quando também cumprirmos a nossa missão de amar o nosso próximo e de fazer discípulos
de todas as nações, batizá-los e ensiná-los a guardar tudo que Jesus nos ordenou.
No verso 5, Jesus revela que sua glória é eterna, desde a eternidade. É uma glória preexistente. É
interessante que Jesus peça ao pai para que o glorifique com a mesma glória de antes, a glória que ele deixou
quando esvaziou de si mesmo e tomou a forma humana. No entanto, sabemos que o Jesus glorificado após
crucificação é o Jesus que experimentou a miséria humana, a dor, o sofrimento, a morte. Agora, a sua glória está
perfeita. E cumpre-se o júbilo de adoração de Apocalipse 5.12: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o
poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.

CONCLUSÃO:
Jesus orando por si mesmo, queria que Deus fosse glorificado em sua própria vida. Fica uma lição
importante para nós aqui. Precisamos imitá-lo neste desejo de que Deus seja glorificado em nossas orações,
quando o objeto de nossas orações visarem sua glória e jamais interesses contrários à vontade divina.
A vida eterna que Jesus alcançou na sua morte e ressurreição e que nos deu, quando, pela fé, cremos nele,
é a prova de que Deus o glorificou dando autoridade sobre tudo e todos, e ainda que Cristo o glorificou
cumprindo a missão que o Pai lhe havia dado.
Fica o desafio para você. Temos a missão de amar uns aos outros e de fazer discípulos para Jesus de todo
lugar. Como está o cumprimento da sua parte desta missão? Você glorifica a Cristo falando de Jesus aos outros,
como ele espera que façamos?

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