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Conceitos Básicos em Imunização

Calendário da Criança e do Prematuro


Cadeia de Frio e sua Importância
Conceitos Básicos em Imunização

Vacina
É uma substância derivada de, ou
quimicamente semelhante a, um agente
infeccioso particular, causador de doença.
Características gerais das vacinas
Toda vacina é constituída:
pelo próprio agente infeccioso (inativado ou
atenuado), causador da doença em questão
(ou muito próximo a este),
ou
por determinada substância dele derivada
(ou a ela quimicamente semelhante, preparada
em laboratório), além de outros componentes.

Centers for Disease Control and Prevention. Epidemiology and Prevention of Vaccine-Preventable Diseases. Atkinson W, Wolfe S,
Hamborsky J, eds. 12th ed. Washington DC: Public Health Foundation, 2012. (Chapter 1 e 2)
Manual prático de imunizações/Isabella Ballalai. 1 ed.São Paulo: A.C. Farmacêutica, 2013. p. 37 – 51)
Conceitos Básicos em Imunização

Ação da Vacina no Organismo


Esta substância é reconhecida pelo sistema imune
do indivíduo vacinado, a qual induz uma resposta
que o protege dessa doença associada ao agente.
A vacina, portanto, induz o sistema imunonológico
a reagir como se tivesse realmente sido infectado
pelo agente infeccioso.
Conceitos Básicos em Imunização
Características das Vacinas
Toda vacina é constituída pelo próprio
agente infeccioso (inativado ou atenuado).

As vacinas podem ser dividas em dois


grandes grupos: atenuadas e inativadas.
Vacinas atenuadas
O antígeno é constituído por agentes infecciosos
inteiros atenuados em laboratório, que:
mantém a capacidade reprodutiva, porém,
perde sua capacidade de determinar doença em condições
normais.

Os procedimentos artificiais que conseguem a atenuação


de vírus ou bactérias, podem ser:
inoculação e passagem por hospedeiro que na natureza não é
a ele suscetível.
resultando um agente infeccioso isento de capacidade
patogênica. Dotado de poder imunogênico, passando a ter
características de vacina.
Exemplo: vacina contra sarampo, rubéola, varicela,
pólio oral (OPV), rotavírus , febre amarela e zoster.
Centers for Disease Control and Prevention. Epidemiology and Prevention of Vaccine-Preventable Diseases. Atkinson W, Wolfe S, Hamborsky J, eds. 12th ed. Washington DC: Public Health Foundation, 2012. (Chapter 1
e 2)
Manual prático de imunizações/Isabella Ballalai. 1 ed.São Paulo: A.C. Farmacêutica, 2013. p. 37 – 51)
Vacinas inativadas
Contém o antígeno inativado que são
obtidos de diversas maneiras:
Microorganismos inteiros inativados por meios físicos ou
químicos (geralmente formaldeído), perdem sua capacidade
infecciosa, mantendo seu poder protetor. (Ex: vacina
coqueluche de células inteiras);
Toxina dos microorganismos inativadas. (Ex: vacina dfteria e
tétano);
Subunidades ou de fragmentos: (Ex : algumas vacinas
influenza);
Obtidas por engenharia genética. (Ex: hepatite B).

DTP, DTPa, dTpa, dT, Hepatite B, Hepatite A, Raiva, Hib, Influenza,


Pneumococo conjugada e polissacarídica, Meningite conjugada (C
e ACWY), IPV, HPV
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e 2) . Manual prático de imunizações/Isabella Ballalai. 1 ed.São Paulo: A.C. Farmacêutica, 2013. p. 37 – 51)
Vacinas inativadas constituídas por produtos
frações ou subunidades do agente infeccioso
Os componentes dessas vacinas podem ser
toxinas cuja atividade patogênica foi anulada, frações de partículas virais (subunidades),
antígenos da cápsula uma membrana de bactérias ou de vírus.
Exemplos:
Vacina acelular contra a coqueluche constituída por uma ou várias substâncias
antigênicas que fazem parte da composição de Bordetella pertussis. Esta vacina é
geralmente disponível como parte da combinação DTPa (difteria, tétano e
coqueluche acelular).
Vacina da hepatite B, por sua vez, é constituída pelo antígeno de superfície do vírus
(AgHBs), um componente do vírus.
Vacinas contra a influenza preparadas a partir da separação do vírus inteiro de
subunidades antigênicas (mais seguras).
Vacinas polissacarídicas não conjugadas e as polissacarídicas conjugadas,
constituídas por polissacarídeos da cápsula que envolve a bactéria.

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e 2). Manual prático de imunizações/Isabella Ballalai. 1 ed.São Paulo: A.C. Farmacêutica, 2013. p. 37 – 51)
Características das Vacinas

VACINA • Poliomielite (IPV)


• Hepatite A
INATIVADA • Raiva
(por meios físicos ou químicos) • Pertussis (célula inteira)

• Toxóide: (Difteria e Tétano)


• Polissacaridea: (Pneumocócica 23 e Meningococo
VACINA AC)
• Conjugada: (Pneumocócica 10 e 13, Haemophilus
INATIVADA influenzae tipo B, Meningocócica C e
Meningocócica A CYW135)
• Recombinante: (Hepatite B e Papilomavírus
(organismos modificados humano (HPV))
e engenharia genética) • Sub unitária: (Pertussis (acelular) e Influenza)
• Vacinologia Reversa:(Meningocócica tipo B)
•Sarampo
•Caxumba
•Rubéola
Vacinas •Varicela
•Febre amarela

ATENUADAS •Rotavirus
•Tuberculose (BCG)
•Poliomielite (OPV)
•Herpes Zoster
Fonte: Adaptado do Ministry of Health. 2011. Immunisation Handbook 2011. Wellington Ministry of Health. Disponível em http://www.health.govt.nz/publication/immunisation-
handbook-2011 (acessado em 02.04.2014).
Características das Vacinas
VACINAS COMBINADAS

VACINA SÊXTUPLA (“HEXA”): DTPa + Hib


+HepB (HB) + IPV

*VACINA QUÍNTUPLA (“PENTA”) -


DTPa + Hib+ IPV

*serviço público diferente – Penta Brasil –


(DPT + Hib + HB)

Adotado com o intuito de diminuir o


número de injeções e reduzir a frequência
e a intensidade de eventos adversos.
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Características das Vacinas

• As vacinas combinadas são compostas por mais do que um


VACINAS antígeno com o objetivo de agir, seja contra diferentes variantes
de um mesmo microrganismo (poliomielite, p.ex), seja contra
COMBINADAS OU diferentes microrganismos (difteria, tétano , coqueluche, p.ex.).
ASSOCIADAS • Vacinas podem ser conjugadas e combinadas, como a
meningococo, pneumocócica e DPT +Hib

• São aquelas em que um antígeno com menor potência


imunogênica  um polissacarídeo, por exemplo, é ligado
VACINAS quimicamente a outro antígeno com maior potência
imunogênica, geralmente uma proteína, conseguindo-se desse
CONJUGADAS modo aumentar a capacidade imunizante do primeiro (vacinas
conjugadas pneumocócicas, p.ex.).
Características das Vacinas
Vacina Polissacarídica X Conjugada
Vacina Vacina
Polissacarídica Conjugada
Imunogenicidade em
crianças pequenas Baixa Elevada
Resposta à dose de reforço
após imunização primária Nenhuma Boa
Evidência de tolerância
imunológica após vacinação Sim Não
primária
As proteínas usadas para efetuar-se a conjugação estão presentes nas vacinas em concentrações muito
pequenas, insuficientes para induzir imunidade significativa.
Características das Vacinas

Fatores que interferem na imunização com vacinas


Fatores próprios das vacinas : os mecanismos de ação
das vacinas são diferentes, variando segundo seus
componentes antigênicos e adjuvantes.
Fatores inerentes ao organismo que recebe a vacina:
idade;
doença de base ou intercorrente;
tratamento imunodepressor.
COMPOSIÇÃO DAS VACINAS

Agente Liquido de
Adjuvantes
Imunizante Suspensão

Substâncias
antibióticas
Conservantes Estabilizantes
ou
Germicidas
Adjuvantes
Alumínio (Glenny em 1926);
CPG 7909;
AS 04 (alumínio + MPL)
 Aumentam a persistência do antígeno
em células dendríticas e macrófagos;
PAPEL DO ADJUVANTE NA
ATIVAÇÃO DA RESPOSTA IMUNE  Retardam a liberação do antígeno do
local de injeção;
 São Imunopotencializadores.

1) VOGEL FR, et al.. Immunologic Adjuvantes. In Vaccines, Plotkin & Orenstein, 4th edition, page 69- 79. 2004. 2) HARPER, DM et al. The Lancet, 367:1247-1255, 2006. Cooper C.L. et al, Safety and Immunogenicity of
CPG 7909 injection as na adjuvant to Fluarix influenza vaccine. Vaccine 22 (2004) 3136-3143
Calendário vacinal: rotina ,norma ou dogma?
 O calendário vacinal é construído ao longo de vários anos e
incorpora usos e costumes dentro de uma lógica imunológica e de
saúde pública.
 Há diferenças entre países por questões as mais variadas possíveis,
nem sempre de ordem técnica.
 Os calendários vacinais são passíveis de flexibilização, desde que
respeitem os princípios imunológicos, epidemiológicos e de
segurança.
 Deve-se sempre buscar evitar oportunidades perdidas, atender ao
conforto e à segurança do paciente e a melhor proteção possível.
Calendários

Para que a vacina obtenha o resultado desejado a idade do paciente no


momento da administração e o esquema de doses de cada vacina deve
ser respeitado

Cada país e/ou região possui recomendações para a vacinação de sua


população de acordo com sua epidemiologia, dados de morbidade,
mortalidade, situação econômica, política e cultural

Calendário = recomendações de vacinas x faixa etária x nº de doses


Calendários
Princípios básicos para execução de um calendário
Os esquemas de vacinação são definidos com base nos estudos pré
clínicos e clínicos durante o desenvolvimento da vacina e são adotados
os esquemas para os quais existem as melhores evidências de eficácia e
segurança.
IMPORTANTE!

 Idade do paciente
 Intervalo entre as doses da vacina
Maleabilidade do Calendário

 Conhecer as especificidades de cada vacina


 Respeitar intervalo mínimo e máximo entre as doses
 Respeitar idade mínima e máxima para administração da vacina
 Conhecer e respeitar interação entre vacinas
 APROVEITAR A
Respeitar nº de doses e reforços de vacina

OPORTUNIDADE!!!
VACINAÇÃO SIMULTÂNEA
Intervalo entre a administração de
vacinas de antígenos diferentes

Vacinas inativadas: não interferem com


a resposta imunológica a outras
vacinas. Assim, podem ser
administradas quer simultaneamente,
quer em qualquer tempo, antes ou
depois de outra vacina diferente,
inativada ou atenuada.
Intervalo entre a administração de
vacinas de antígenos diferentes

Vacina vírus atenuado : pode, teoricamente,


ser comprometida, se a mesma for
administrada com menos de quatro semanas
de intervalo de outra vacina atenuada.
Assim, a administração de duas ou mais
vacinas de vírus atenuados devem ser feita no
mesmo dia* ou, então, respeitando um
intervalo de, pelo menos, quatro semanas.
*Exceções: Febre Amarela e SCR
Centers for Disease Control and Prevention. Epidemiology and Prevention of Vaccine-Preventable Diseases. Atkinson W, Wolfe S, Hamborsky J, eds. 12th ed. Washington DC:
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Aplicação Simultânea de Vacinas
Como regra geral é possível a aplicação de diferentes vacinas em um
mesmo momento, desde que sejam aplicadas em locais diferentes.
Quando não for possível a aplicação em locais diferentes, a coxa é o
local de escolha e as duas injeções devem ser adequadamente
separadas com uma distância de cerca de 2,5 cm a 5,0 cm.

O limite para o número de vacinas a serem aplicadas


simultaneamente é o conforto do paciente e a disponibilidade de
locais anatômicos para a aplicação.
Importante lembrar que a administração de um grande número de
vacinas, combinadas ou não, não representa uma sobrecarga para o
sistema imunológico.
Calendários e suas divisões
CRIANÇA E ADOLESCENTE IDOSO

ADULTO

PREMATUROS HOMENS

MULHERES ADULTO/IDOSO

OCUPACIONAL
Calendários SBIm e Consensos

CALENDÁRIOS CONSENSOS
• Prematuro • Mulher – Febrasgo
• Criança • Idosos – SBBG
• Adolescente
• Pneumologia – SBPT
• Mulher
• Homem • Cardiopatia – SBC
• Idoso • Reumatologia – SBR
• Ocupacional GUIAS
• Especiais – Guia
• Viajantes – Guia
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
DA CRIANÇA

HEPATITE B - 3 ou 4 doses?
DTPw ou DTPa
VACINAS ACELULARES
HIb E COMBINADAS
VIP
ROTAVÍRUS - LIMITE MAXIMO DE IDADE - MAIS MALEÁVEL
PCV10 OU PCV13
MENINGOCÓCICA C CONJUGADA - REFORÇOS
INFLUENZA - VACINAÇÃO UNIVERSAL
FEBRE AMARELA
HPV
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
DO PREMATURO

BCG
Hepatite B
Palivizumabe
Pneumocócica conjugada
Influenza
Poliomielite
Rotavirus
DTPa
HIb

Comentários
1. BCG Poucos estudos mostram eventual diminuição da resposta imune ou eventos adversos
aumentados com o BCG em menores de 1.500 g a 2.000 g. Por precaução aguardar o peso de
2.000 g para vacinar.
2. HEPATITE Para bebês nascidos com idade gestacional inferior a 33 semanas e/ou com menos de 2.000 g,
desconsidera-se a primeira dose, e utiliza-se o esquema 0-1-2-6 meses. A vacina deve ser aplicada via
intramuscular no vasto lateral da coxa e a HBIG na perna contralateral.
8. TRÍPLICE BACTERIANA A utilização de vacinas acelulares reduz o risco de apneias, crises de cianose e
episódios convulsivos após aplicação da vacina tríplice bacteriana.
CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO
Grupo alvo Idade BCG Hepatite B Penta VIP e VOP Pneumo 10 Rotavírus Meningo C Febre Amarela Tríplice viral Tetra viral Hepatite A Dupla adulto HPV dTpa adulto
Dose ao
Ao nascer Dose única
nascer
1ª Dose
2 meses 1ª Dose 1ª Dose 1ª Dose
(com VIP)

3 meses 1ª Dose
2ª Dose
4 meses 2ª Dose 2ª Dose 2ª Dose
(com VIP)

5 meses 2ª Dose
Criança
3ª Dose
6 meses 3ª Dose 3ª Dose
(com VOP)

9 meses Dose inicial

12 meses Reforço Dose única Dose única


1º reforço Reforço
15 meses Reforço Dose única
(com DTP) (com VOP)

4 anos
2º reforço Reforço
(com DTP) (com VOP)
(1) Dose (1) Reforço 4
Adolescente 10 a 19 anos 3 doses 2 doses 3 doses
a cada 10 anos a cada 10 anos
(1) (1)
3 doses Dose 1 dose Reforço
Adulto 20 a 59 anos
(até 49 anos) a cada 10 anos (até 49 anos) a cada 10 anos
(2)
60 anos Dose Reforço
Idoso
ou mais a cada 10 anos a cada 10 anos

Gestante 3 doses(1) 3 doses(3) Dose única 5


Influenza : à partir de 6 meses de idade

HPV : à partir de 9 anos de idade


Cabe sempre lembrar:

• Vacinas aplicadas
simultaneamente
apresentam resposta tão boa
quanto se administradas em
momentos diferentes.
• Vacina aplicada não expira.
• Uma vacina postergada é
uma vacina perdida.

Centers for Disease Control and Prevention. Epidemiology and Prevention of Vaccine-Preventable Diseases. Atkinson W, Wolfe S, Hamborsky J, eds. 12th ed. Washington DC:
Public Health Foundation, 2012. (Chapter 1 e 2)
Manual prático de imunizações/Isabella Ballalai. 1 ed.São Paulo: A.C. Farmacêutica, 2013. p. 37 – 51)
Para que uma vacina alcance o máximo de efetividade
com o mínimo de danos possíveis alguns cuidados
devem ser levados em consideração:

Respeitar a idade da pessoa que receberá a


vacina e os intervalos entre as vacinas a
serem aplicadas
Técnicas corretas para administração das
vacinas
Cuidados com a Rede de Frio: qualidade na
conservação e armazenamento das vacinas
Conceitos Básicos em Imunização
Rede de frio é o caminho a qual a vacina percorre desde a
produção até o momento da aplicação.

Para garantir a qualidade da imunização é fundamental a


manutenção da rede de frio, o transporte e o manuseio adequado
das vacinas.
Rede de Frio
Qualquer quebra na temperatura ou condição de
manipulação ideais, em um dos pontos dessa rede,
compromete a qualidade da vacina.
Acarretando danos irreversíveis
Rede de Frio

 Não existe teste simples, rápido e confiável


para determinar se uma vacina sofreu
Na exposição
alteração após ausência de indicadores
à temperatura acima
confiáveis da qualidade de
ou abaixo do seu limite recomendável de
uma vacina, resta impor um
tolerância.
controle rigoroso das
 A alteração das características físicas
condições de transporte
geralmente indica alteração, mas a sua
e armazenamento
ausência não indica normalidade.
.
Estabilidade:

 Variável de acordo com as características de cada produto.

 Vacinas de vírus vivos atenuados mais sensíveis ao calor e à luz.

Persiga o 5
 Vacinas que contêm derivado de alumínio, toxóides, vacinas subunitárias
ou mortas, toleram mais o calor, mas o congelamento pode inativá-las.

 Nos locais de aplicação, de modo geral, devem ser conservados à


temperatura entre 2ºC e 8ºC. O ideal é 5ºC.

Manual prático de imunizações/Isabella Ballalai. 1 ed.São Paulo: A.C. Farmacêutica, 2013. p. 55-63
Temperature sensitivity of vaccines. WHO Department of Immunization, Vaccines and Biologicals. 2006
CARACTERISTICAS DAS VACINAS
Vacinas Virais:
Mais sensíveis ao calor e a luz;
Podem ser congeladas.
OPV (Sabin), Sarampo, SCR, SCRV, Febre Amarela e Varicela.

Vacinas inativadas:
Não podem ser congeladas;
Perdem a potência quando expostas à temperatura abaixo de 0oC.

DPT, dT, DpT, dpT, Hepatite B, Hepatite A, Raiva, Hib, Influenza, Pneumococo
conjugada e polissacarídica, Meningite conjugada (C e ACWY), IPV, HPV e
Rotavírus.
Manual prático de imunizações/Isabella Ballalai. 1 ed.São Paulo: A.C. Farmacêutica, 2013. p. 55-63
Conceitos Básicos em Imunização
Conservação e Armazenamento

Devem ser conservados à temperatura


entre + 2°C e +8°C, sendo a temperatura
de +5°C , a ideal.
Cada exposição de uma vacina à
temperatura acima de +8° ou abaixo de
+2°C resulta em alguma perda de potência,
tendo como consequência um efeito
acumulativo e irreversível na eficácia.
O armazenamento pode ser variável de
acordo com as características de cada
produto.
Não Percam...
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