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Resolução de casos práticos de Direito Internacional Privado

Caso prático n.º3

Discute-se, em janeiro de 1977, perante tribunais portugueses qual a lei reguladora dos
efeitos do casamento celebrado entre Aníbal, cidadão italiano, habitualmente residente
em Portugal e Berta, cidadã espanhola, habitualmente residente em França. Diga,
justificadamente, qual é a lei reguladora dos efeitos do casamento, sabendo que: a) Em
janeiro de 1977, o artigo 52.º do Código Civil dispunha: “1. Salvo o disposto no artigo
seguinte, as relações entre os cônjuges são reguladas pela lei nacional comum. 2. Não
tendo os cônjuges a mesma nacionalidade, é aplicável a lei da sua residência habitual
comum e, na falta desta, a lei pessoal do marido.”; b) Em janeiro de 1977, o artigo
31.º, n.º 1, do Código Civil tinha redação idêntica à atual; c) Os cônjuges residiam
ambos em França entre 1960, data em que casaram, e 25 de abril de 1974, data em
Aníbal abandonou o lar conjugal e se fixou em Portugal.

Apesar de inicialmente o Direito Internacional Privado estava associado ao seu caráter


formal e materialmente neutra, reconheceu-se que isto tinha limites, e formal é distinto
de neutralidade valorativa, tendo o Direito Internacional Privado os seus valores,
relacionados com a justiça e valores da ordem jurídica no seu conjunto. A CRP é
expressão imediata dos valores jurídicos básicos dominantes e o Direito Internacional
Privado como parte da ordem jurídica de um Estado não pode ser livre de
constitucionalidade. Tem um juízo material implícito.
Para este caso é particularmente relevante afirmar que pós 1976 com a reforma
constitucinal, o Código Civil foi reformado, para que na escolha de elemntos de conexão
ter se em conta as normas e princípios constitucionais e hierarquia de valores e princípios
que aí se manifeste.
O artigo que aqui se discute (52.º) devido á sua previsão de aplicar subsidariamente a lei
pessoal do marido o 36/3.º CRP76 obrigou a uma mutação, quando consagrou a igualdade
entre cônjuges.
Logo, seria de aplicar a lei pessoal do marido (lei da nacionalidade , como previsto no
31/1.º, seria remetido para Itália) num contexto prévio À CRP76,mas como se está em
1977 deveria ser aplicável o critério, uma vez que os conjues não têm uma lei naiconal
comum (não são ambos cidadãos da mesma nacionalidade á luz do 31/1º), hoje mais
estritamente conexa, a lei da sua residência habitual comum (onde viveram durante 14
anos), isto porque este fator de conexão revela um grande vínculo com o Estado em causa.
RESOLUÇÃO CORRETA

Marido podia estar a escoher a lei do divórcio, potencialmente perigoso, e poderia


escolher uma lei que seria prejudicial para o Mulher.
Há 3 caminhos que podemos fiscalizar a constitucionalidade:
1. Tribunal Federal Alemão e JOMI > podemos porque são nromas como outras
quaisquer
2. Tese mais restritiva do Ferrer Correia > embora formal, há valores e Direito
Internacional Privado pertende assegurar certeza e segurança jurídica, não era
aplicação direta, mas problema que neste caso poderia existir, muito minimilista
e não se pode fazer fiscalização da constitucionalizão
3. Tese do Moura Vicente (tese Moura Rmaos), LP : regra sde conflito não são
axiologicamente neutras e deve se fazer fiscalização da constitucionalidade,
porque quando há elemento de conexão esoclhdio de forma contrária a valores da
CRP devemos corrigir norma de conflitos, aqui tenhamos ou lei portuguesa
porque lei do foro ou conexão mais estreita (mulher iria defender-se e conheceria
melhro a lei francesa)

Caso prático n.º 4

Paco, cozinheiro nascido na Ciudad Juàrez, filho de mãe mexicana e pai italiano, reside
habitualmente em Linda-a Velha. Paco voa todos os trimestres para Ciudad Juàrez, no
México, para visitar os seus avós maternos, únicos parentes sobrevivos, e ainda para
trazer iguarias e artesanato mexicanos que muito aprecia. Em abril de 2006, Paco,
profissionalmente desiludido com Portugal que diz ser um país demasiado pequeno para
o seu talento gastronómico, adquire um imóvel no Bairro de Salamanca, em Madrid,
onde tenciona gerir um restaurante próprio. Os seus sonhos esbarram no entanto num
agente de autoridade particularmente zeloso que o informa que, segundo a sua
interpretação da lei espanhola, Paco não pode abrir o seu estabelecimento sob pena de
graves multas e de deportação para o país donde é nacional, o México. Paco regressa a
Lisboa para o consultar a si, eminente advogado, pedindo-lhe que o esclareça sobre a
possibilidade de invocar a nacionalidade italiana para efeitos do exercício do direito de
estabelecimento em Espanha, nos termos do artigo 49.º do Tratado sobre o
Funcionamento da União Europeia, apesar de nunca sequer ter visitado Itália.
Considerando que: 1) A lei italiana da nacionalidade considera cidadão italiano os filhos
de pai ou mãe italiana; 2) A lei mexicana da nacionalidade considera cidadão mexicano
todas as pessoas que nasceram no território mexicano; 3) A lei espanhola da
nacionalidade regula as situações de plurinacionalidade da mesma forma que a lei da
nacionalidade portuguesa. Esclareça fundamentadamente se a pretensão de Paco tem
sustentação jurídica.
Paco, uma vez que, como disposto na lei da nacionalidade italiana, é filho de pai italiano,
considera-se que tem nacionalidade italiana.
Paco, uma vez que, como disposto na lei da nacionalidade mexicana, nasceu na Ciudad
Juàrez, considera-se que tem nacionalidade mexicana.
Assim, conclui-se que Paco tem plurinacionalidade.
Capacidade > para ir para o 28º > ANTES regra de conflitos (conflito de nacionalidades)>
31/1.º > 25.º Código Civil
Ficcionando que a lei espanhola e a portuguesa regulam da mesma forma a lei da
nacionalidade, o artigo 28.º Lei da Naicnalidade afirma que releva apenas a nacionalidade
do Estado em cujo território o plurinaiconal tenha a sua residência habitual (não é o caso
porque não tem nacionalidade portuguesa), entõa aplicar-se-á de forma subsidiária aquela
que o Estado com o qual mantenha uma vinculação mais estreita. Uma vez que Paco
“voa todos os timestres para Ciudad Juàrez (…) para visitar os seus avós maternos”
considera-se que mantêm uma vinculação mais estreita com esta.
Prevendo o 49.ºTFUE a liberdade de circulação na UE, não sendo o México estado
membro em princípio o agente da autoridade teria razão.
Porém, o TCE no caso Micheletti (7/julho/1992) ditou que se um binacinal tiver a
nacionalidade de um Estado membro e de um 3.º staod, pelo menos para efeitos de
liberdade de estabelecimento prevalece sempre a nacionalidade do Estado membro. Logo,
haveria liberdade de ciruclçaão já que Itália é estado membro e nacionalidade da U.E. e
de Paco.

RESOLUÇÃO CORRETA

Há divergência Dário Moura Vicente e LP > caso Garcia Avello e caso Gurkin Paul >
direito ao nome:
1.º regra portuguesa que ao pé do 28.º 3 acordãos, estes acórdãos obrigam a preferir
ancianlidade europeia, com regras do TFUE.
18.º TFUE > proíbe a discriminação de estrangeiro e liberdades europeis
LP > CORRIGE artigo 18.º
DMV > identificar problema de liberdade europeia em causa (liberdade de
estabelecimento) > questão da competência das instituições da D.U.E.
Há Direito da U.E. feito pelo União E., pouco democrático
A verdade é que DMV tenta restringir só pode mudar o direito dentro da competência do
Direito, só se relevantes para liberdade de estabelecimento e´que podem dizer 28.º >
efeito útil.
LP > efeito útil qunado não nacionalidades europeias
DMV > há outro poblema do reocnheicmento mútuo > tratar outros da mesma forma que
nos tratam a nós, que não tratados como portugueses, faz sneitod não tratar como
liberdades europeias. Parece que é fácil dizer que é nacionalidade europeia.
Critériro das liberdades europeias já é muito amplo. DMV mant^me posição cética.

Caso prático nº5

António, argelino, encontrando-se em Portugal a trabalhar, compra um computador topo


de gama num estabelecimento comercial localizado em Portugal. Quando viu que fez um
mau negócio, pediu a anulação do contrato com fundamento em que, de acordo com a lei
argelina, a maioridade se adquire aos 23 anos e ele tem apenas 21. António tem razão?

MINHA RESOLUÇÃO
O 25.º Código Civil dispõe que regras sobre capacidade das pessoas são reguladas pela lei
pessoal dos respetivos sujeitos. Segundo o artigo 31/1.º Código Civil a lei pessoal é a da
nacionalidade do indivíduo. Sendo António argelino seria de aplicar a lei argelina que dispõe
que a maioridade se adquire aos 23 anos, tendo o mesmo apenas 21 anos.
Não obstante, o artigo 25.º Código Civil também dispõe salvas as restrições estabelecidas na presente
secção. Ora, o 28/1.º prescreve que o negócio jurídico celebrado em Portugal por pessoa que seja incapaz
segundo a lei pessoal competente (que já se concluiu que seria a argelina) não pode ser
anulado com fundamento na incapacidade no caso de a lei interna portuguesa , se fosse aplicável, considerar
essa pessoa com capaz.
A exceção disposta parece NÃO cessar com a indicação estabelecida no caso prático, uma
vez que não se cumprem os requisitos da alínea 2 do artigo 28.º. (conhecimento da
incapacidade, ser um Negócio Jurídico unilateral – sendo um Negócio Jurídico bilateral uma
CV -nos contratos os efeitos diferenciam 2 ou mais pessoas, isto é: fazem surgir, a cargo
de cada interveniente, regras próprias que devem ser cumpridas e possam ser violadas
independentemente umas das outras – não pertence ao domínio do dirieot da família o
sucessões, e não respeita a um imóvel).
Assim, e à luz da lei portuguesa António não tem razão pois não é considerado um incapaz.

CORREÇÃO
Ratio: 28.º > ha regras que protegem. O Direito Internacional Privado eu ver a pessoa que
tenho, posso pedir Cartão Cidadão mas não tenho de saber lei argelina (28/2.º > não
conhecimento).
Aplicação do Regulamento ROMA I
Aplica-se lei portuguesa, que era a lei onde celebrada o contrato.
Para aplicar regulamento ver 4 ambitos: espacila, territorial, temporal, material
O mais importante e material e temporal.
Não se aplica capacidade > exceção > 13.º (bilateral)
3 coisas sobre regulamentos da U.E. O âmbito material, temporal, e depois âmbito
territorial e espacial. Portugal faz parte de todos os regulamentos relevantes em Direito
Internacional Privado. Antigamente tínhamos quais os países que faziam parte do
regulamento.
Outra ocisa é lei designada. A Argélia não é da U.E., aplica-se aplicação universal
mesmo para não estados membros, que parcialmente substituir o 28.º.
Quando aponta direito portugues o regulamento > 65.º ss Código Civil. E está feito.

Sub-hipótese Suponha que não existem os artigos 25.º a 32.º do Código Civil e que, em
vez deles, a nossa norma de conflitos era a seguinte: «as normas relativas ao estado e
capacidade das pessoas aplicam-se aos portugueses, mesmo que residentes em país
estrangeiro». (1) António tinha razão?

Minha RESOLUÇÃO
Normas UNILATERAIS: determinam a aplicação do Direito do próprio foro
O unilateralismo a tomar em conta a vontade de aplicação da lei estrangeira serviria melhor
a promoção da harmonia internaicoanl do que soluções do bilateralismo.
Critica-se:
 Não haver ligação mecñaica entre normas materiais e normas de conflitos (a
conseqênci ajurídica é independnente de qualquer elemento espacila ou temporal) e
a determinação do Direito obedece a valorações autónomas, com nexos mais ou
menos íntimos cm valores subjacentes a normas maeriais
 A vantagem da prossecução da harmonia internaicoanl só pode se invocda com um
sistema que nega a devolução, por mei desta os sistemas bilateralistas podem ter em
conta a vontade de aplicação do Direito estrangeiro quando justificado pela
promoção da harmonia internacional e fica em desvantagem de um sistema
bilateralista que admita a devolução (porque o chamamento do Direito estranfeiro
dcorre do mesmo elemento que define a esfera de aplicação do foro) > há
igualdade de circunstâncis com o Direito do foro ou há uma paridade de tratamento
entre eles. Decorre que o Direito de conflitos do foro traça um âmbito de aplicação
no espaço ao direito material interno igual ao que traça ao Direito estrangeiro. Nada
garante que este equilíbrio seja mantido qunado se formulam normas unilaterais
 Leva um favorecimento da esfera de aplicação do Direiot do foro em detrimento
do Direito estrangeiro > podem servir o desígnio de maximizar a aplicação da lei
do foro, é o que sucederia, caso se submetesse ao Direito portugues o estado e
capacidade dos portugueses, mesmo se residissem no estraniero, e o eestado e
capacidade de estrnageiros domiciliados em Portugal > conduz a desarmonia
internacional de soluções (risco de os tribunais dos diferentes estados apreciarem
segundo direitos diversos a mesma situação, se lhes for submetida)
 O quadro de soluções unilateralistas é mais aparente do que real:
o Situações fora da esfera da aplicação do Direito do foro o unilteralmeno
manda atender ao Direito estrangeir que se considera competente, mas
pode decorrer que 2 Direitos estrangeiros se reclamem simultaneamente
competentes ou que nenhum. Sob pena de denegação de justiça o juiz tem
de escolher, chamando um dos Direitos em precença ou que nenhum
Direito estrangeiro se considere aplicável
O que se verificou face às normas de conflitos unilaterais foi que os tribunais dos
DIFERENTES estados, quando chamados a apreciar situações que caíam fora da esfera de
aplicação do Direito do foro, integraram as lacunas mediante uma bilateralização de
normas unilaterais.

Perante LACUNAS que acompanham as normas unilaterais os tribunais procederam à sua


bilateralização (porém sem sempre é possível)
A bilateralização só é possível quando a regra unilateral valha como revelação um
princípio geral, isto é, como conexão adequada à situação ou questão parcial em
causa.
ISABEL DE MAGALHÃES COLLAÇO: a bilaterealização não é possível quando a
norma unilateral visa estender o âmbito de aplicação da lei interna, quer com vista à
proteção de certos interesses locais, quer com vista à defesa dos interesses dos seus
nacionais no estrangeiro.
Para o professor LP o problema coloca-se em 2 níveis
1. existe uma lacuna?
Há 3 tipos de normas unilaterais: a) normas unilaterais gerais b) normas unilaterais
referentes a estados ou categorias de situações jurídicas c) normas unilaterais especiais que
se referem a questões parciais
Neste caso está-se perante uma norma unilateral referente a um estado, sendo que surge
uma lacuna semrpe que não seja aplicável o Direito do foro. Se a nroma de conflitos se
limitava a estabelecer a competência do Direito do foro para reger o estado e a capacidade
dos nacionais, surge uma lacuna no momento em que se coloca o problema do Direito
aplicável ao estado do estrangeiro.
Para determinar se há uma acuna é legítimo tomar em contna os vaores e princípios do
sistema.
NO caso prático nem é regulado o estado do António. Cidadão estrangeiro. Via
possível via unilateral.
2. Integração da lacuna
Existindo uma lacuna, e considerando-se que existe uma falha no plano legislativo pode
haver uma bilateralkzação, mas tem de se atender ao tipo de norma unilateral e finalidades
por ela prosseguidas.
Quais os impedimentos que se pode colocar à bilateralização?
- não se terem generalizado, noutros sistemas nacionais, regimes com conteúdo e finalidades
semelhantes
Não se verifica
- nexo existente com certas atividades realizadas pelo Estado e outros entes públicos no
âmbito da gestão pública
Não se verifica
- desígnio de proteger interesses públicos nacionais ou privados locais perante interesses
estrangeiros ou condições específicas de âmbito estritamente local
Não.
Por regra, perante a verificação de uma lacuna as normas unilaterais são bilateralizáveis, não
se verificando que aqui temos em presença uma norma de delimitação.

CORREÇÃO
FORMA DE ANALOGIA, é o que existe no Direito francês. Perante casos unilaterais há
laucnas, normalmente bilateralizamos essas normas, solução mais analógica e respeitante
a lógica do sistema jurídico. O 13.º paragrafo 3.º era este. Em França houve
bilateralização e normas bilaterais e unialterias.
Norma bilateral tanto lex fori como não lex fori.
As normas relativas ao etado e capacidade dos argelinso aplicam-se a país estrangeiro em
Portugal.

Caso prático n.º 6


Angelique e Pierre são dois nacionais franceses enamorados e noivos um do outro, tendo
combinado casar assim que Pierre terminasse o seu serviço militar no estrangeiro, tendo
inclusive os noivos já enviado os convites. Enquanto Angelique passava férias em
Portugal, recebeu notícia de que o seu noivo Pierre tinha falecido.
Agora, Angelique apresenta-se perante o conservador do registo civil com cópia
certificada do disposto no artigo 171.º do Código Civil Francês que dispõe "O Presidente
da República pode, por motivos graves, autorizar a celebração do casamento no caso de
falecimento de um dos futuros cônjuges, desde que existam factos suficientes que provem
inequivocamente o consentimento do falecido" e com a correspondente autorização do
Presidente da República Francesa, pedindo que o conservador a case com Pierre.
O conservador, à luz do artigo 171.º do Código Civil Francês e da autorização do
Presidente da República Francesa, casa Angelique com Pierre (já falecido). Concorda
com a decisão do conservador do registo civil português?
MINHA RESOLUÇÃO
Está em causa a regulação da efetuação de um casamento.
O 49.º tem com conceito quadro (conceitos são aptos a incorporar uma multiplicidade de
conteúdos jurídicos) capacidade para contrair casamento. Este evoca um conceito técnico
jurídico (na aceção do professor Lima Pinho) que delimita o sentido do campo d eaplicação.
A interpetçao é uma de natureza teleológica e para que o Direito Internacional Privado se
aplique terá, como dispõe o artigo 15.º averiguar se a norma, considera no seu escopo e
conteúdo, corresponde à categoria de conexão. Tem de averiguar se as caraterísticas do tipo
ou categoria se encontram reproduzidas na disposição material.
A capacidade para contrair casamento é regulada pela respetiva lei pessoal (49.º). A lei pessoal
é a lei da nacionalidade (31/1.º). Eles são franceses. Logo, seria aplicável a admissível que,c
om a autorização do PR, o permitir. Concluí-se que perante a lei material Francesa, Angelique
teria todas os motivos para ser possível contrair o casamento.
Porém o conceito quadro “ capacidade para contrair casamento” tem como fim e conteúdo,
a exigência de que a pessoa esteja viva em Portugal, não se inserindo nessa capacidade o
defunto. Isto contraria os princípiso fundamentais da ordem pública internacional do Estado
Portguês (22/1.º Código Civil). (caráter evolutivo, relatividade e excecionalidade) Como
consequência da intervenção da cláusula são o afastamento do resultao a que conduz a
aplicação do Direito estrangeiro. E 1651/2.º Código Civil.
Assim, serão aplicáveis as normas as apropriadas da legislação estrangeira competente (22/2.º
I parte).

TENTAR DEFENDER quecassasse com Piere

15, fala de depeçage só chamam dirieto estangeiro dentro do âmbito material da aplicação.
Só buscar regras de casamento.
FALHA 2 PESSOAS, FALHA VIDA COMUM, FALHA – falha 1577º
Pegamos no conceito portugues e interpretamos à luz da lex fori mas com autonomia. Pegar
no conceito e despi-lo das coisas que são essenciais.
Pegando no conceito abstrato do 1577.º
Para casar com morto? Regulação dos bens motis causa, iedeia dos serviços À prátia, menso
administrativas do que sucessória. Serviço à pátria Senão qualquer noivo cotrato de promessa
de casameto.

Não é regra que regula vida a dois. O ponto de partida é 1577.º Código Civil. Discutir se
casamento com morto ainda é um casamento.
Polir conceito de casamento até onde 49 pode ir? Não vai bsucar uniões com cadáveres.
15º Código Civil > só se aplica AO Código Civil
Espírito no considerando e para além do regulamento. Qualificação.
15 > base do conceito normal >

Caso prático n.º 7


ARY, nacional do Brasil, em 1985, casou com BIA, nacionalidade portuguesa e do Reino
Unido.
Desde a data do casamento até 2007, o casal e seus filhos, CELSO e DANI, ambos
nacionais brasileiros, viveram sempre no Rio de Janeiro.
Em Janeiro de 2007, ARY e BIA, fixaram-se no Alentejo para gozar os seus anos de
reforma, tendo os filhos do casal continuado a residir na casa do Rio de Janeiro.
Em Janeiro de 2010, ARY vendeu a CELSO um terreno situado no Alentejo de que era
proprietário, sem o consentimento de BIA ou DANI.
O contrato foi celebrado em Portugal e as partes não escolheram a lei aplicável ao
contrato.
ARY morreu em Junho de 2010, tendo residência habitual em Lisboa.
DANI pretende a anulação da venda por ARY a CELSO do terreno situado no Alentejo,
por não ter dado o seu consentimento a tal venda.
Tendo em conta que:
a) Perante o Direito de Conflitos brasileiro, entende-se que as relações entre pais e filhos
estão sujeitas à lei do domicílio comum dos pais e, na sua falta, à lei com a qual a vida
familiar apresente uma conexão mais estreita – que, no caso, considera situar-se no
Brasil.
b) O artigo 496.º do C.C. brasileiro, inserido no capítulo relativo à compra e venda,
estabelece a anulabilidade da venda de ascendente a descendente, salvo consentimento
expresso dos outros descendentes e do cônjuge do alienante – à semelhança do artigo
877.º do C.C. português.
c) O direito material inglês não contém qualquer regra jurídica com conteúdo semelhante
ao artigo 877.º do C.C. Português, considerando válida a alienação de bens do pai a um
dos filhos, sem consentimento dos outros.
Diga, partindo do princípio que as questões são suscitadas em tribunal português se a
venda de ARY a CELSO deve ser anulada.
Subhipótese : PENSARAM QUE LEI APLICÁVEL ERA INGLESA

MINHA RESOLUÇÃO
Pretende-se saber se o CV é valido materialmente,
Estão prenhcidos os pressupostos de aplicação do Regulamento (CE) n.º 593/2008 do
Parlamento Europeu e do Conselho de 17 de junho de 2008 sobre a lei aplicável ás obrigações
contretuais (ROMAI)
Ambito territorial: 2.º ROMA I > o regulamento tem aplicação universal
AMbito material > é aqui que se coloca o problema > mas admitindo numa fase inicial 1/1.º
ROMA I
Ambito temporal > 28.º aplicável aos ocntratos celebrados após 17 de dezembro de 2009.
Uma vez que o contrato foi celebrado em janeiro de 2010, é aplicável.
Interpretação do conceito quadro “ obrigações contratuais em matéria civil e comercial”
Partes não escolheram lei aplicável (apesar de ser admissível nos termos do Regualmento
ROMA I)
Aplica-se assim o 4/1/c).º ROMA I > logo o contrato seria regido pela lei do país onde o
imóvel se encontra > Alentejo é em Portugal
O 877.º cuja aplicação está em causa apesar de sistematicamente incluído no Livro II do
Código Civil, não se carateriza como uma nroma de natureza obrigacional .
De acordo com uma orientação é uma nroma que deve caraterizar-se como respeitante a
relações entre pasi e filos, quer ao estatuto sucessório naõ cbaem no âmbito de ROMA I.
Isto porque ele respeita a rleações contratuais entre pessoas que tem entre si laços familiares
e tem subjacente certos valores que concernem à instituição familiar como a hrmonia familiar
e igualdade entre gilhos. Critério de delimitação do objeto com recuso à lege causae.
Se se entender tratar-se do 887.º que deve caraterizar-se como respeitante entre pais e filhos
verifica-se que a nroma de conflitos cujo conceito quadro pode ser subsumível o 877º e o
57/2º Código Civil.
O 57/2.º dispõe: e um dos progenitores tiver falecido, é competente a lei pessoal do sobrevivo. Ora, a lei
pessoal do sobrevivo é ou inglesa ou portuguesa, como disposto no 31/1.º Código Civil.
Lei da nacionalidade > 28.º Lei da nacionalidade > prevalece protuguesa > aplica-se a lei
portuguesa > Negócio Jurídico é nulo.
Esta venda é sumsunível ao conceito quadro do 57/1.º aplicaçaõ do 15.º Código Civil.
RESOLUÇÃO CORRETA
Quais são as ordens jurídica potencialmente aplicável?
 Brasileira
 Inglesa
 Portuguesa
Potencialmente aplicável?
 ROMA I
 57ºCC
 62º Código Civil> lei brasileiro
 Regulamento 650/2012 (não em vigor)
 46.º Código Civil
Apesar da sistemática
DÚVIDA ENTRE SUCESSÕES E FAMÍLIA da doutrina.
 Doações são chamadas à colação as vendas não, o património passa de um para outro
 CV > preciso consentimento > medo dos negócios simulados
877.º tenta evitar negócios simulados. Há quem diga que é paz familiar. Regra que serve para
acautelar negócios sucessórios mas pretende distrubir património do pai pelos filhso,
preocupações para além da vida.

62º > o problema é que não autor da sucessão regras para tratar na vida da famílai enquanto
à família. Tratar um morto sem haver morto.

1,ç interpretar conceito quadro de venda a pais e filhos – posição maioritária > termos direito
da família
2º concretizar elemento de conexão
- no memnto da conexão > nesse que é importante > residência habitual comum > lei
orutuguesa é comum > momento de celebração do contrato

Caso prático n.º 8


Em 1993, António, natural de Osaka, emigrou para Marrocos tendo aí fixado residência.
Em 2004 António, que, entretanto, tinha encontrado emprego em Casablanca, conheceu
Elaine, filha de pai e mãe jamaicanos, nascida no Brasil e reside habitualmente em
Portugal.
Apesar de ter nascido no Brasil, a família nuclear de Elaine reside habitualmente na
Jamaica, país que ela visita com regularidade.
Após alguns anos de namoro, António e Elaine estão preparados para dar o próximo
passo, sendo que para o efeito pretendem celebrar, em Portugal, convenção antenupcial.
Sabendo que:
- António é considerado cidadão Japonês pelo direito da nacionalidade do Japão;
- António é considerado cidadão Marroquino pelo direito da nacionalidade de Marrocos.
- Elaine é considerada cidadã jamaicana pelo direito da nacionalidade da Jamaica;
- Elaine é considerada cidadã brasileira pelo direito da nacionalidade do Brasil.
1. Determine qual a lei reguladora da capacidade para celebrar convenção antenupcial
de António e Elaine.

MINHA RESOLUÇÃO
Situações plurilocalizadas:
 Japao – nacionalidade
 Jamaica – nacionalidade senhora
 Brasilerio – naiconalidde
 Marrocos – naicoalidade
 Portugues – pretendem celebrar em Portugal
5 possíveis pontos de contacto – problema de capacidade, situação privada internacional com
pontos de 5 contacto com 5 ordens jurídicas.
Segundo o 49.º Código Civil A capacidade para contrair casamento ou celebrar a convenção
antenupcial é regulada, em relação a cada nubente, pela respectiva lei pessoal. A lei pessoal
segundo o 31/1.º é a lei da nacionalidade.
Há um problema de conteúdo múltiplo quando no caso concreto surgem vários laços que se
estabelecem com diferentes Estados, reconduzíveis ao mesmo conceito desingativo  p.q.
> dupla nacionalidade
Ambos têm dupla nacionalidade
Nos termos do artigo 28º Lei da Nacionalidade com duas ou mais nacinaldiades
estrnageiras releva apenas a nacionalidade do Estado em cujo território o plurinaiconal tenha
a sua residência habitual. Uma vez que nenhum deles têm nacionalidade portuguesa releva a
nacionalidade com o qual tenham a vinculação mais estreita (atende-se ao caráter obejitvo ou
subjetivo que exprimam ligação a uma sociedae estaudal, dando-se importância aos laços que
exprimam identidade cultural do plurinaiconal, designadamente a língua por ele falada) .
PARA Elaina é a nacionalidade Jamaicana, para António seria a nacionalidade de Marrocos.
RESOLUÇÃO CORRETA
Problema de conteúdo múltiplo.
António é Marrocos devido a ser esta a residência habitual.
Nasceu lá, vai lá várias vezes. Conexão mais estreita desta lei

2. A solução seria a mesma se António fosse considerado cidadão português pelo direito
da nacionalidade português. (e estado membro)
SIM.
Segundo o 49.º Código Civil A capacidade para contrair casamento ou celebrar a convenção
antenupcial é regulada, em relação a cada nubente, pela respectiva lei pessoal. A lei pessoal
segundo o 31/1.º é a lei da nacionalidade.
Para Elaine nada mudaria.
Para António a lei portuguesa claramente dita no artigo 27º que se alguém tiver duas ou
mais nacioanldiades e uma delas for portuguesa, só esta releva face à lei portuguesa.
Assim a lei que regula a capacidade da convenção nupcial é a portuguesa.
Solução criticada pela doutrina, sendo mais conforme para estes utilizar o elemento de
conexão nacianlidade aplicar a lei do Estado da nacionalidade amis efetiva.
Marques dos Santos defendeu que a nacionalidade estrangeira deverá prevalecer caso se
revele inqusitionável que o biancional tenha conexão mais estreita com a sua
nacionalidade estrangeira É para LP dificilmente defensável de iure constituto condendo
> tratar CRP princípios
 Questão da indeterminação de conexão mais estreita > deíficil dizer > cria
insegurança, incoerência e com reduto de soberania FERRER CORREIA

3. No 3.º ano de casamento, António e Elaine tiveram o seu primeiro filho Daniel. Nessa
altura, Elaine decidiu mudar a sua residência habitual para Jamaica, pois aí viviam os seus
pais que lhe poderiam dar um maior apoio na educação do seu filho. António continuou
a residir, por razões profissionais, em Casablanca. Determine qual a lei reguladora das
relações entre os cônjuges

MINHA RESOLUÇÃO
Uma vez que António tem como nacionalidades japonesa e marroquiniana e Elaine
brasileira e jamaicana, não se aplica o 52/1.º não tendo lei nacional comum, sendo a lei
nacional a lei da nacionalidade segundo o 31/1.ºCC.
Não tendo também ambos a lei da residência habitual comum (centro estável e afetivo da
vida pessoal) sendo para Antonio Marrocos e para Elaine a Jamaica.
Resta assim o critério da lei do país com o qual a vida familiar se ache mais estreitamente
conexa.

7Como afirmam PL e AV se os cônjuges naõ residem habitualmente no mesmo Estado


mas odos os filhos vivem com um deles não será idficl saber ual o paós mais estreitamente
assoiaod à vida da família. Uma vez que o filho e a sua educação é Jamaica e é lá que
vivem os seus pais a lei aplicável é Jamaicana.
RESOLUÇÃO CORRETA
Pode se defender que filhso em Portugal, porque nasceu lá. Não sabemos se se moveu
provisoriamente.
Caso prático n.º 9

Aníbal, nacional brasileiro com residência habitual em Portugal, pretende contrair


casamento em Portugal com Bela. Determine a capacidade para contrair casamento de
Aníbal, considerando que:
a) os órgãos aplicadores do Direito portugueses são internacionalmente competentes;
b) a norma de conflitos brasileira dispõe que a capacidade para contrair casamento é
regulada pela lei do domicílio do nubente;
c) o Direito material brasileiro considera Aníbal domiciliado em Portugal;
d) O artigo 16.º da Lei de introdução às normas do Direito brasileiro dispõe que
“[q]uando, nos termos [das normas de conflitos] dos artigos precedentes, se houver de
aplicar a lei estrangeira, ter-se-á em vista a disposição desta, sem considerar-se
qualquer remissão por ela feita a outra lei”.

SITUAÇÕES PLURILOCALIZADAS> com pontos de localização


 Nacioanldiade: brasileira
 Residência habitual: Portugal
 Pretende contrair casamenot e protugual

L1 (,(especial de 25) 49.º > 31/1.º)  L2 (LEI brasileira)  L1


L2  a capacidade para contrair casamento é regulada pela lei do domícilio do nubente, que,
à data, era Portugal, segundo a lei brasileira. Logo remetendo de novo para o Direito
português.
O sistema brasileiro é de referência material.
Porém, o Direito Brasileiro, segundo a lei portuguesa competente, não aplica a lei portuugesa
material, mas a lei de referência material remete para a lei portuguesa ma vez que se aplica
diretamente o direito material do país interno, recaindo o âmbito do 18/1.ºCC.
É um retorno direito (18/1.º Código Civil).
O 18/2.º faz no entanto uma ressalva, afirmando que nso casos de estatuto pessoal (está no
25.º logo sabemos) aplica-sese o interesse estiver em território portugues a sa resod
ecoa habitual, estando, não se encontra obstáculos para ser egualdo pela lei portuguesa.
Teste de exigência ao 18º Código Civil.

RESOLUÇÃO CORRETA
Contrato já está estabelecido > negócios a constituir ou não? VOU VER ISSO VER
CONTROVÉRSIA DOUTRINÁRIA, pdoeriamos aplicar 19.º sim ou não .
Caso prático n.º 10
Discute-se perante tribunais portugueses a capacidade matrimonial de Alberto, cidadão
argentino, com domicílio em Portugal. Alberto casou no Paraguai. Determine qual a lei
reguladora da capacidade para contrair casamento, considerando que:
a) a regra de conflitos argentina estabelece que a capacidade para contrair casamento é
regulada pela lei do lugar da celebração do casamento;
b) a regra de conflitos paraguaia determina regula a questão pela lei do domicílio do
nubente e considera Alberto domiciliado em Portugal;
c) os direitos de conflitos argentino e paraguaio praticam o sistema de devolução
simples;
d) segundo o direito material argentino, Alberto não teria capacidade para casar;
e) segundo o direito material português, não existiriam quaisquer impedimentos ao
casamento

MINHA RESOLUÇÃO
Situações plurilocalizadas
- Argentina: nacionalidade (31/1.º Código Civil)
- Portugal: domicílio (maybe residência habitual) Commented [CC1]: Ver disto

- Paraguai: lugar de celebração do casamento

Lei 1 (Portugal remete para a lei da nacionalidade 49.º Código Civil + 31/1.º Código Civil)
que aqui é a argentina (L2).
L2 remete para a lei de celebração do casamento que é a do Paraguaia (L3).
L3 remete para o domicílio do nubente  Portugal (L1)
L1  L2  L3  L1
(argentino > não tem capacidade) (portugues > não há impedimentos)

A devolução simples defende que a remissão da norma de conflitos do foro abrange as


normas de conflitos da ordem estrangeria, mas a remissão operada é uma referência
material. Existe o favorecimento da aplicação do Direito do foro.
L3 permitiria que L1 remetesse de novo para L2 com referência material
L2 permitira que L3 remetesse para L1 com referência material.
Partindo do regime vigente, têm-se se analisar de o regime recai nas exceções consagradas
pelo 17.º ou 18.º para que não se aplique a referência mateiral do 16.º
O 17º n-º 1 não e aplicável, uma vez que L3 não se considera competente, não obstante a lei
que Portugal remete remeter para outra, numa transmissão de competência. Os pressupostos
enumerados por LP são:
1. Que o direito estrangerio designado pela norma de conflitos portgues aplique outra
ordem jurídica estrangeira
2. Que a ordem jurídica aceite a competência > FALHA
Porém, o 18.º Código Civil, nos seus termos pode se defender que existe um retorno indireto,
na medida em que L2 aplique o direito material portugues, assim L2 remete para L3 com
devolução simples e L3 remete para o direito português. Assim aplica-se o 18/1.º uma vez
que é aplicável o direito interno português material (cabendo no direito interno). Porém, sendo
uma situação de estatuto pessoal (capacidade para contrair casamento) a lei portuguesa só é
aplicável se o interessado tiver em território português a sua residência habitual, que supõe-
se que tem, isto segundo o 18/2.º Código Civil.
Logo, não existiriam impedimentos ao casamento de Alberto.

RESOLUÇÃO CORRETA

Caso prático n.º 11


Alain e Beatrice são cidadãos franceses, casaram em 2000 um com o outro sem convenção
antenupcial, e residem habitualmente em Lisboa. Beatrice, antes do casamento, tinha
adquirido uma casa no Luxemburgo e, depois do casamento, vendeu-a a Charles. Determine
qual a lei reguladora do regime de bens deste casamento admitindo que:
a) os órgãos aplicadores do Direito competentes são os portugueses;
b) quer no ordenamento jurídico francês, quer no luxemburguês, vigora a Convenção da
Haia de 1978 sobre a lei aplicável ao regime de bens do casal;
c) de acordo com as normas de conflitos previstas nesta Convenção, e, por isso, em vigor
quer em França, quer no Luxemburgo, a lei aplicável para regular o regime de bens do casal
será a do país onde os imóveis do casal se encontrarem, desde que os cônjuges assim o
acordem. Alain e Beatrice celebraram, aquando do casamento, um tal acordo, determinando
que no que respeitava às questões suscitadas pelos imóveis próprios ou comuns sitos no
Luxemburgo, seria aplicável ao regime de bens a lei luxemburguesa;
d) No âmbito da referida Convenção da Haia de 1978 é excluído o reenvio, praticando-se,
pois, referência material;

MINHA RESOLUÇÃO
Situações pluralizadas:
 Nacionalidade: francesa
 Lugar de situação da coisa: Luxemburgo
 Residência habitual: Portugal
O regulamento .. só começa a aplicar a paritr de 2019.
L1 (Portugal)  L2 (francesa) -> L3 (luxemburdo)
Apica-se o 53/1.º sendo or egime de bens convencional, tem ambos ancioanldiade francesa
É estatuto pessoal o regime de bens de casamento (25.º -diz respeito às relações de família),
assim aplica-se o 17/2.º reciaindo a 2º parte do n.º2 do 17, assim cessando a transmissão de
competência quwe em princípio seria permitida pelo n.º1. Esta preenchido. Commented [CC2]: Controvérsia: o 53.º Código Civil pode
não se aplicar porque pode não referir .. .ver disso
Naõ obstante, tratando de relações patrimoniais entre cônjuges e alei naiconal (francesa)
remete para a norma de conflitos devolver par a alei de situações de bens imóveis
(luxemburdo) e esta considera-se competente (Luxemburgo) afinal aplicando-se o 17/1.º
Código Civil.
Logo, a a lei reguladora do regime de bens deste casamento é Luxemburgo.

RESOLUÇÃO CORRETA

Prncipio da efetividade por detrás da norma !

Caso prático n.º 12


Bernardo, nacional português, residente Inglaterra (Reino Unido), faleceu em 10 de
novembro de 2015, deixando como bens sucessórios, um imóvel sito em Portugal e um
imóvel sito no Quebeque (Canadá). Discute-se hoje perante tribunais portugueses a sua
sucessão imobiliária. Determine qual a lei reguladora da sucessão imobiliária de
Bernardo, considerando que:
a) os tribunais portugueses são internacionalmente competentes;
b) no Reino Unido e no Canadá não existe direito interlocal ou direito internacional
privado unificado;
c) o direito de conflitos inglês pratica o sistema da foreign court theory e regula a sucessão
imobiliária pela lex rei sitae e a sucessão mobiliária pelo domicílio do de cujus;
d) o direito de conflitos do Quebeque pratica o sistema da referência material e regula a
sucessão imobiliária pela lex rei sitae e a sucessão mobiliária pelo domicílio do de cujus;
e) todos os ordenamentos jurídicos consideram Bernardo residente habitualmente e
domiciliado em Inglaterra.

MINHA RESOLUÇÃO
Situações plurilocalizadas:

 Nacionalidade: portuguesa
 Residência habitual: Inglaterra
 Lugar de situação da coisa: Canadá e Portugal
Pretende-se saber qual a lei reguladora da sucessão imobiliária de Bernardo.
É uma questão sucessória recaindo no âmbito material do Regulamento (UE) nº 650/2012
do Parlamento Europeu e do Consleho de 4 de julho de 2012 relativo À competência à lei
aplicável de atos autênticos em matéria de sucessões.
AMbito material:1/1.º preenchido
Âmbito espacial: 20º lei de aplicação universal, aplicável a lei do regulamento mesmo que
não seja a lei de ume stado membro.
Regra geral (já que nõa foi escolhida): 21/1º > lei do Estado onde o falecido tinha residência habitrual
no momento do óbito.
Ambito temporal: 15 de novembro 2015 é posterior a 17 de agosto de 2015, logo segundo o
84.º já estava em vigor.

Estão preenchidos os pressupostos de aplicação deste regulamento.


L1 (portuguesa) L2 (inglesa)  Portgual e canadá (lex rei sitae)
Havendo remissão nos termos das normas de conflitos do Regulamento para a lei de um
estado 3º (lei inglesa) e depois para a lei de um Estado membro (lei portuguesa) há que aferir
se estão prenhcidos os pressupostos do 34/1/a):º Regulamento.
Há ocntroversia mas é suficiente que as nromas de conlitos inglesas remetam para a lei
portuguesa msmo que não pliquem o seu direito material. A lei aplicável é a Portuguesa. A
outra orientação doutirnária não se ncotnram preenchidos os pressupsotos do 34/1/a).º pois
os tribunais inglesaes aos remeterem para o Direito porugues atendem às suas nromas de
conflitos e ao seu distema de devolução não determrinando diretamente a aplicação do
Direito material portugues.( referencia ao preambulo 57 regulamento). Assim aplica-se a lei
inglesa. I
Posição L.P.: o 34.º alínea a) suscita problemas de interpretação: 1º remissão operada pela lei
do Estado 3.º para outro ordenamento deve se entendida e termos da aplicabilidade da lei
deste ordenamento. A referência a normas de Direito Internacional Privado do 3.ºEstado sugere
que serõ tidas em conta não só as suas normas de conflitos mas também o seu sistema de
devolução. O princípio da harmonia juríica internacional aponta nesse sentido.
2.º o preceito parece admitir a devolução sempre que a lei de um 3.º Estado considere
aplicável a lei de um Estado Mmebro, mesmo que não seja o Estado membro do for. Isto
abrange transmissão de competência. A aceitação do retorno parece jusitifcada desde que se
entenda que SÓ opera quando a eli do 3.º estado considera aplic´vel o Direito material do
foro.
Joao gomes aplica o Direito materila porque é a única posição que permite atingir objetiov
da harmonia internacional de julgados (TB DMV porque perguntei).
Agora aplica-se para o Canadá as leis do Canadá segundo o 34/1/b).º
Aplicação do 36º Roma IV
RESOLUÇÃO CORRETA

Caso prático n.º 13

Mark, cidadão dos Estados Unidos da América, residente até 1999 em San Diego
(Califórnia) e a partir dessa data em Lisboa, e Teresa de nacionalidade portuguesa,
pretendem casar em Lisboa.
Determine, sabendo que:
i) nos E.U.A. não existe direito interlocal ou DIP unificado;
ii) o direito de conflitos da Califórnia considera-se competente para regular a
capacidade matrimonial de Mark.
Face a que lei ou leis, deve o Conservador do Registo Civil aferir a capacidade
matrimonial dos nubentes?
Nasceu nova yrqye (1961)
Viver Delaware (1961-1965)
Aos 4 anos estudar Florida onde aprendeu, a ler e escrever e nadar, até 1965-73, Miami
(vivem
73-79 – California
Estavm a pensar viver para Roma
MINHA RESOLUÇÃO
Os ordenamamenots jurídicos que apresentam pontos de contacto com a situação descrita
em apreço são:

 Nacionalidade de M: EUA
 Nacionalidade de T: Portuguesa
 Lugar de celebração casamenot: Portugal
 Residência habitual: não sabemos o momento de prepositura da ação mas Lisboa
Problema capacidade casar.
49.º + 31/1º Código Civil
A lei pessoal de T é Portuguesa logo aplica-se a lei portuguesa.
Quanto a M:
20/1.º > nacionalidade americana é competente a lei do Estado em que coexistem vários
sistemas legislativos locais
Como não exste direito interlocal nem Direito Internacional Privado unificado EUA aplica-
se a parte final do 20/2.º Código Civil. Aplica-se a resid~encia habitual > lisboa > solução
depende de que posição doutirnária se adota

IMC e LP: só releva a residência habitual dentro do Estado da nacionalidade.


Argumentos:
 Há uma lacuna descoberta através da interpretação restritiva do 20/2.º in fine
 Função do 20/2.º é indicar o sistema aplicável dentro dos que integram o ordenamento
jurídico complexo
 Como o artigo naõ resolve o problema há uma lacuna, integrada com o princípio da
conexão mais estreita
 Determina-se a conexão mais estreita atendendo a todos os laços objetivos e
subjetivos que exprimam uma ligação entre a pessoa em causa e um dos sistema vigentes
no ordenamento complexo e ao vínculo de subnaiconalidade que nos Estados federais se
estabeleça com os Estados federados, ao vínculo do domícilio e na sua falta – ultima
domícilio dentro do Estado da nacionalidade
 É tratar como um apátrida quem tem nacionalidade e menospreza a primazia em matéria
de estatuto pessoal a posição adversa – tem de se inserir o preceito no seu contexto
significativo e a consideração dos vetores do sistema
 Analogia com 28.º Lei da Nacionalidade,
FC, BM, Marques dos Santos: lei da residência habitual (mesmo que fora do Estado da
nacionalidade). Argumentos:
 Nos trabalhos preparatórios a outra solução foi proposta (32º) mas foi retirada para estar ser
adotada

RESOLUÇÃO CORRETA

Caso prático n.º 14


António, português, residente habitualmente em Lisboa, é proprietário de um terreno
situado no Estado do Texas, nos Estados Unidos da América. Atualmente surgiu um
litígio com Bob, cidadão dos EUA, residente habitualmente no Texas, e proprietário de
um terreno confinante com o de António. Bob alega que se constituiu uma servidão de
passagem no terreno propriedade de António em favor do seu terreno. Determine,
sabendo que nos E.U.A. não existe direito interlocal ou DIP unificado, qual a lei
competente para determinar se o terreno de António está ou não onerado com uma
servidão de passagem

MINHA RESOLUÇÃO
Os ordenamentos jurídicos que apresentam pontos de contacto com a situação descrita em
apreço são:

 Nacionalidade: portuguesa (A)


 Residência habitual: Portugal
 Lex rei sitae: EUA
 Nacionalidade: EUA (B)
46/1.º Código Civil > EUA
Porém não está em causa o problema de determinar a coeptência função da nacionalidade
portanto  aplicar analogicamente o 20º
Como o elemento de conexão aponta para um lugar no espçao, entende-se que oss sitemas
lcoais são autónoms e a nroma de conflitos ao remete para o espaço está a remeter
ndiretamente para o sistema que lá vigora.
RESOLUÇÃO CORRETA

Ferrer Correia  46.º > texas aplica-se o elemento de conexão naicoalidade ~


Há 3 hipóteses:
1. Aplicamos o 20.º com referência a direito interlocal e direito internaionla unificado
LP e IMC) sobre, neste caso, servidões, conceder ao Estado soberano a hipótese de
dzer qual o direito aplicável > aplicam analogiamente o 20.
a. Quando residência habitual não da aplicar o lugar da ocisa
2. Ferrer correia > só nacionalidade DMV > se direito interlocal > aceitamos esse
direito, ão se aplica 20.º mas se Direito interlocal ou unificado não é pelo 20º mas é
designação pelom 46.º, Não aplicar 20.º > vamos lugar da coisa > é isso que diz 46.º
Código Civil que nem sequer fala, aponta sítio onde cisa está > respetar o DIriet
interlocal

Caso prático n.º 15


António, português, quer privar da legítima, Bruno, seu filho, para deixar todos os seus bens
a Carla, sua segunda mulher. Com vista a obter este resultado, António obtém a
nacionalidade do Reino Unido e dispõe, ao abrigo do Direito inglês, dos bens imóveis que
se situam em Portugal e que integram toda a sua herança a favor de Carla. Todavia, António
continuou a viver em Portugal e a comportar-se como português. Atendendo a que:
a) Os tribunais portugueses são internacionalmente competentes;
b) O Reino Unido não contém normas de Direito Internacional Privado ou de Direito
Interlocal unificadas;
c) A lei inglesa remete para a lex rei sitae;
d) Os tribunais ingleses praticam a dupla devolução.

Admitindo que António faleceu em 30 de maio de 2015:


1. Determine qual a lei aplicável à situação em análise.

MINHA RESOLUÇÃO
Âmbito temporal: 84.º Regulamento ROMA IV  não se aplica
Logo Código Civil  62.º + 31/1.º  27-º Lei da nacionalidade > prefere portugesa, a lei
aplicável é dirieto portugues e NAÕ há fraude à lei uma vez que Manipulação do elemento
de conexão: para a afastar a lei normalmente competente o agente vai modelar o conteúdo
concreto do elemento de conexão, mas este não se concretiza. Falha elemento objetivo, fjá
qe a manipulação não é êxito do elemnto de conexão
21.º não é aplicável
RESOLUÇÃO CORRETA
2. Quid juris se o António tivesse, nos termos da Lei da Nacionalidade, renunciado à
nacionalidade portuguesa?
MINHA RESOLUÇÃO
Situações plurilocalizadas:

 Nacionalidade: inglesa
 Lex rei sitae: Portugal
 Residência habitual: Portugal
L1 (62.º + 31/1.º + 8º Lei da nacionalidade)  L2 DD  lex rei sitae (Devolução dupla
L1 L2  L1
O ordenamento inglês > aplcia-se L1 porque considera o nosso dirieot, logo aplica-se este.
Há fraude à lei, há manipulação do elemenot de conexão (para a afastar a lei normalmente
competente o agente vai modelar o conteúdo concreto do elemento de conexão) cumprindo-
se os requisitos da mesma:
 Elemento objetivo: consiste na manipulação com êxito do elemento de conexão ou
na internacionalização íicitca de uma situação interna
 Elemento subjetivo: vontade de afastar a aplicação de uma norma imperativa que seria
normalmente aplicável. É necessário DOLO ! NÃO há fraude por negligência
o Dolo incide sobre a modelação do conteúdo concreto do elemento de
conexão ou sobre a internacionalização fictícia da situação interna
Sanção: 21.º > Sendo irrelevante a manipulação do elemento de conexão ou a
internacionalização fictícia com intuito fraudulento, a sanção de fraude consiste em aplicar
a lei normalmente competente > desconsiderar a renúncia d anaicnalidade 9.º Lei da
Nacionaldiade
Caso de 18/1.º >não está preenchido > não aceitamos o reenvio, é pelo 16.º Código Civil
2168.º 2169.º Código Civil

RESOLUÇÃO CORRETA

3. Igual à questão 2, mas António, a partir do momento em que renunciou à nacionalidade


portuguesa, passou a fazer a sua vida em Londres?
MINHA RESOLUÇÃO
Não existe gruade Não há fraude no caso de a conduta fraudulenta consistir na mudança de
aniconaldiade e o naturezaliado se integrar seriamente na nova comunidade nacional (só há
inicialmente fraude à lei porque a nautrezaliação é feita com o intuito de afastar a lei da
nacionalidade anterior) mas que a fraude é sanada pela integração efetiva na nova
comunidade nacional.
RESOLUÇÃO CORRETA
Relevante fraude à lei qunado discutido em tribunal a situação é convalidada, tornando-se a
situação de facto.
4. A sua resposta seria a questão 1 seria a mesma se António tivesse falecido em 27 de agosto
de 2018 e o testamento tivesse sido redigido em dezembro de 2016, contendo uma disposição
expressa de escolha da lei inglesa?

MINHA RESOLUÇÃO
1. Elemento objetivo: consiste na manipulação com êxito do elemento de conexão
ou na internacionalização íicitca de uma situação interna
a. tem de haver uma manobra contra a lei normalmente aplicável,quando é
mesmo permitido efetuar a escolha.

RESOLUÇÃO CORRETA
Caso prático n.º 16
Em 20 de novembro de 2010, Joaquim, português com residência habitual em frança,
após ter visto um anúncio da Sociedade Painters'R'Us, com sede na Alemanha, no jornal
Le Monde, contactou-a com vista a celebrar um contrato de prestação de serviços de
pintura das suas casas de férias situadas no Algarve e na Espanha.
O contrato foi celebrado mediante recurso a cláusulas contratuais gerais fixadas pela
Sociedade Painters'R'Us.
Nas cláusulas contratuais gerais dispunha-se que:
- "A lei reguladora deste contrato é a lei francesa.";
- "São competentes para dirimir litígios decorrentes deste contrato os tribunais
portugueses."; e
- "As partes desde já excluem toda e qualquer responsabilidade que pudesse ser assacada
à Sociedade Painter'R'us, nomeadamente, mas sem limitar, a que, nos termos da lei,
pudesse resultar de vícios no cumprimento da prestação a que se obrigou a Sociedade
neste contrato".
Jacques verificou que, por causa da pintura defeituosa efetuada pela Sociedade
Painters'R'Us, a sua casa de férias no Algarve tinha agora problemas graves de
infiltrações.
Em ação intentada perante um tribunal português contra a sociedade Painters'R'Us,
Joaquim requer uma indemnização pelos danos sofridos e alega que, ao abrigo do
Direito Português, a cláusula de exclusão de responsabilidade constante do contrato não
é válida.
Na contestação, a sociedade alega que nada deve e que a cláusula de exclusão de
responsabilidade é válida à luz da lei escolhida pelas partes. Quid juris, admitindo que a
lei francesa considera a cláusula de exclusão de responsabilidade válida?
MINHA RESOLUÇÃO
Âmbito temporal: 28º - pós 17 de dezembro de 2009
Âmbito material: 1/1.º
Ambito territorial/espacial 2º > aplicação universal
SItução plurilocalizada com pontos de contacto:

 residência habitual: França


 nacionalidade: portuguesa
 lex rei sitae: Portugal e Espanha
 lei reguladora: francesa
Obrigações contratuais > R. Roma I Limitaçao responsabilidade contratual  CCG
23.º é norma de aplicação imediata > há quem diga que há título de aplicação de 23 º com
21/d).º LCCG
21º é norma de direito material. Dúvida se se aplica ou não 21/d).º

As partes tem liberdade de escolha 3/1.º


Porém 3/3.º Regulamenot ROMA I > não se aplica pois reside em França
6/4.º
Então, uma que o lugar d eexecução do contrato foi Portugal, a execução do contrato é ilegal.
Deve ser tido em conta natureza, objeto e consequências da sua aplicação enão aplicação.
Só são nromas de aplicação necessária se não for a título de Dirieto regulador do cotnrato.
A questão é quando o contrato viola normas imperativas de um 3º ordenamento, o 9/3º
Regulamento Roma I permite apenas dar relevância às normas de aplicação imediata do país
da execução do contrato, na medida segundo essas normas a execução do contrato seja ilegal.
Isto só se aplica e forem normas de aplicação necessária (que o são porque a lei francesa
regula o contrato).
LP entende que o prescrito no 9/3.º vai de encontra com a posição que defende de iure
condendo, embora seja mais restrito o preceito só admia a relevância de «normas de aplicação
imediata». De iure condendo LP dá preferência à criação de nromas de remissão
condicionada a certas categorias de normas imperativas vigentes em Estados que apresentam
determinada conexão com a situação. Na elaboração destas normas deve entrar em linha de
conta não só as finalidades de política legislativa de normas e regimes materiais
individualizados, mas também o conjunto de princípios e ideias orientadoras do Direito
Internacional Privado, como princípios relativos à conformação global do sistema e tutela de
interesses típicos das partes. As normas devem prescrever a aplicação cumulativa das normas
imperativas do Estado que apresenta a conexão especial com a situação com normas
imperaivas da lex cause que reclamem aplicação ao caso.
O que existe neste caso é uma norma imperativa estrangeira, de Portugal, uma vez que as
CCG nunca permitiriam a redação em que se excluí-se toda a responsabilidade, tratando -se
de uma cláusula proibida.
Quanto a Espanha

RESOLUÇÃO CORRETA
CORREÇÃO > aplica-se 28.º
1º 6.º > rgra de
9º > rpovar interesse, rpoteçao consumidor e parte mais fraca. 9/2.º Aceitamos a lei
porutugesa g Justiçar dar fundamento noma (CCG), e tmos o 9/2.º que podem o 9/2º ,
21/d)º e 23.º CCG. Contrato de agência (9/1.º e 9/2.º  38.º Lei Agência)
Remetem para cláusulas contratuais
No ROMA II há´16º
Caso prático n.º 17
Igual ao anterior, mas:

a) as casas de férias situam-se em Marrocos e na Espanha;


b) a lei escolhida pelas partes é a lei portuguesa;
c) a lei marroquina sobre cláusulas contratuais gerais, tal como a francesa, não tem normas
equivalentes aos artigos 21.º, 22.º e 23.º do Decreto-Lei que institui o Regime das Cláusulas
Contratuais Gerais.

Quid juris?

SItução plurilocalizada com pontos de contacto:

 residência habitual: França


 nacionalidade: portuguesa
 lex rei sitae: Marrocos e Espanha
 lei reguladora: portuguesa

3/1 º
RESULOÇAO CORRETA
Quando aponto dirieto português. O 21/d) aplicado como direito material, não é aplicação
imediata só Roma I
Não é caso de aplicação de normas de aplicação imediata e aplicava-se alei portuguesa.
Ao escolherem direito porutuges escolhem Dirieot porutuges. Pode-se dizer eu cláuusla a
limitar responsabilidade é como se não estivesse a escolher portuguesa.
Problema de Direito Internacional Privado II. É dúbio.
Caso prático n.º 18
Em 20 de novembro de 2010, Joaquim, português com residência habitual em frança, após
ter visto um anúncio da Sociedade Painters'R'Us, com sede na Alemanha, no jornal Le
Monde, contactou-a com vista a celebrar um contrato de prestação de serviços de pintura
das suas casas de férias situadas na Suíça e na Espanha. O contrato foi celebrado mediante
recurso a cláusulas contratuais gerais fixadas pela Sociedade Painters'R'Us. Nas cláusulas
contratuais gerais dispunha-se que: - "A lei reguladora deste contrato é a lei francesa.";
- "São competentes para dirimir litígios decorrentes deste contrato os tribunais portugueses.";
e
- "As partes desde já excluem toda e qualquer responsabilidade que pudesse ser assacada à
Sociedade Painter'R'us, nomeadamente, mas sem limitar, a que, nos termos da lei, pudesse
resultar de vícios no cumprimento da prestação a que se obrigou a Sociedade neste contrato".
Jacques verificou que, por causa da pintura defeituosa efetuada pela Sociedade Painters'R'Us,
a sua casa de férias na Suíça tinha agora problemas graves de infiltrações.
Em ação intentada perante um tribunal português contra a sociedade Painters'R'Us, Joaquim
requer uma indemnização pelos danos sofridos e alega que a cláusula de exclusão de
responsabilidade constante do contrato não é válida. Na contestação, a sociedade alega que
nada deve e que a cláusula de exclusão de responsabilidade é válida à luz da lei escolhida pelas
partes.
Quid juris, admitindo que a lei francesa considera a cláusula de exclusão de responsabilidade
válida e a lei suíça considera a mesma cláusula inválida?

RESOLUÇÃO CORRETA
L1 l2 (lei francesa, ACEITA aplicar-se seja imóvel frança e imóvel suiça)
9/3.º > Roma I Só aceitamos apra ilegalidade um contrato, é aplicável. Ter em conta os
efeitos que resulta da aplicação desta nroma.
Está preenchido
LP entende que o prescrito no 9/3.º vai de encontra com a posição que defende de iure
condendo, embora seja mais restrito o preceito só admia a relevância de «normas de aplicação
imediata». De iure condendo LP dá preferência à criação de nromas de remissão
condicionada a certas categorias de normas imperativas vigentes em Estados que apresentam
determinada conexão com a situação. Na elaboração destas normas deve entrar em linha de
conta não só as finalidades de política legislativa de normas e regimes materiais
individualizados, mas também o conjunto de princípios e ideias orientadoras do Direito
Internacional Privado, como princípios relativos à conformação global do sistema e tutela de
interesses típicos das partes. As normas devem prescrever a aplicação cumulativa das normas
imperativas do Estado que apresenta a conexão especial com a situação com normas
imperaivas da lex cause que reclamem aplicação ao caso.
O que existe neste caso é uma norma imperativa estrangeira, de Portugal, uma vez que as
CCG nunca permitiriam a redação em que se excluí-se toda a responsabilidade, tratando -se
de uma cláusula proibida.
. Aplicam com lei suíça se nós aceitamos ou se mesmo que na houvesse 23.º iriamos aplicar.
A suíça é estado membro ? a comunidade europeia deixou de existir com tratado de lisboa e
U.E prevalecente desde tratado de Maastricht. Mmebrs do estado europeu. O 23/2.º também
era necessário porque resolve. No caso de normas imperativas em estrangieros há casos de
dúvida, associado ao 23/2.º aplica-se disposições desse país na medida em qu determine a
palicaçao.
SE não 23.º poderimaos bilateralizar o 23/1.º. Território equivalente, transfomrar 23/1.º
norma bilateral que fazia funcionar. Ver se Suiça tinha tipo 23/1.º
O primeiro é estados 3.º, não é obvo que normas internacionais do estado 3.º se apliquem.
1.º rejieto minha lei ou direito designado
2.º posso aceitar seguindo 3 caminhos: (i) bilateralizaçao – ver se existem minhas e vou aceitar
normas de aplicação imediata estrangeria se aprecidas com as minhas, só aceito legitimidade
Às aprecidas com minhas, masi harmónico (ii) soluções unilateralistas – aceitar o grito da
norma estrnageira, com maior ou menor fundação aceitar que norma estrangeria se aplique,
tendo em conta conexão estreita. Qualquer um dos caminhos é admissível. (iii) nromas
imperativas implícitas – em geral as normas são expressas como o 23.º, normas imperativas
internaicoanis expresas. Há´nromas que são implícitas, em geral a doutrina diverge da sua
aceitação, marques dosantos acieta. Normas imperativas interncioonails consuetunidárias, se
tribunais porutuges têm aplicado direito porutugues para alguma coisa aceito norma
imperativa internaicoan, criasdas pelo interprete e que tme que ver com considerações
valorativas. Marques dos santos acieta. LP exige controlo valorativo de Direito Internacional
Privado Maior. P.e. 1682-A .º Código Civil – difícil qualificação, exemplo implícita,
consentimento sd amulher mesmo que fosse lei outra. Porteçoes da CRP da justa caus,a
mesmo que seja celerbado de outra lei. Cuidado a fazer isso.
Bilateralização:
1. Generalização da previsão: passagem de uma norma ou conjunto de normas
individualizadas do direito material português para uma categoria de normas materiais ou de
relações definidas pelo seu conteúdo típico, por forma a que a previsão possa abranger
normas materiais estrangeiras.
2. Bilateralização da conexão unilateral ad hoc. Condição: A conexão unilateral ad hoc
exprime a conexão geralmente adequada
Críticas à bilateralização: ilegitimidade da presunção de que o legislador estrangeiro, não só
atribuí às suas normas a mesma ratio e objectivos das normas do foro, como lhes assaca o
mesmo âmbito de aplicação espacial
Bilateralização - dupla condição:
1. A terceira lei, para que remete a conexão unilateral ad hoc bilateralizada contém normas
materiais com conteúdo e função equivalente.
2. A vontade de aplicação das normas materiais da terceira lei, nos termos de uma conexão
específica.

Para haver bilateralização, é necessário que haja uma norma material equivalente à norma
estrangeria na ordem jurídica do foro. Nas soluções unilateralistas, pode ser aplicada uma
norma imperativa estrangeira que não tenha qualquer equivalente no direito material do foro.
- Com a bilateralização da conexão unilateral ad hoc das normas do foro só se pode atender
a normas imperativas estrangeiras que pretendam aplicação nos mesmos termos que as
normas imperativas equivalente dos foro. Tal não acontece nas soluções unilateralistas, onde
se atende, à partida, à vontade de aplicação da norma estrangeira a partir do sistema jurídico
em que se inserida.
Por+ém a Suíça

Caso prático n.º 19


Admita que, ao dirimir um litígio referente a uma situação privada internacional, o
tribunal português de 1.ª instância determinou que o Direito material competente era o
Direito francês e que a concreta norma de Direito material aplicável ao caso concreto era,
no seu entender, inconstitucional à face do disposto na Constituição da República
Francesa. Como deve o tribunal português de 1.ª instância atuar nesta situação?
Subhipótese: a resposta alterava-se se o Direito material estrangeiro competente fosse o
do Estado de Nova Iorque (EUA) e a concreta norma aplicável fosse, no entender do
tribunal português, inconstitucional face à Constituição dos EUA?
MINHA RESOLUÇÃO

Ferrer correia: os critérios gerais que hão-de orientar o juiz na aplicação dodireito estrangeiro,
são estabelecidos no 23.º Código Civil que serão no quadro da lei remetida e dos seus
princípios.
Assim, em dado sistema estrangerio determinado preceito não é aplicado pelos tribuntais
ordináriod por colidir com normas da respetiva constituição cabe ao juiz portugues dar a essa
cicunstancia o devdio valor e abster-se de o observar.
LP: tem de se respeitar a hierarquia das fontes da ordem jurídica estrangeira, o que pode
ser importante na relação entre costume e lei, mas relativamente ao controlo da
constiticonalidade das normas materiais estrangeiras à face da constituição estrangeria
o tribunal pode-o execer em 2 casos:
 se inconstitucionalidade for declarada com força obrigatória geral na ordem
jurídica estrangeira
 se os tribunais do Estado estrangerio possam exercer este controlo, como se verifica
com o sistema de contrlo de constitucionalidade. Isto não se aplica nos sistemas de
controlo concentrado de constitucionalidade em que este controlo está reservado a um
órgão especial
No caso de tribunais francesas os tribunais ordinários não podem controlar a
constitucionalidade das normas, assim, se não decorre o facto de ter sido declarada a
inconstitcionlidade com força obrigatória geral, que não parece ser o caso, então não, os
tribunais portugues não podem efetuar um controlo da constitucionalidade da norma.
RESOLUÇÃO CORRETA
Separaçºao d epoderes - > não controlar os juízes o poder legislativo
O Código Civil é uma obra literatária.
Controlo de constitucionalidade ver por pessoas quenaosao juristas.
SUBHIPÓTESE
Uma vez que acho que no sistema dos EUA os tribunais exercem uma fisclaizçaõa da
constitucionalidade de forma difusa, Portugal poderá considerar pela inconsticioanldiade da
norma. Tribunais federais,
RESOLUÇAO CORRETA
Moura RAMOS
JOMI
O que é estranho é lei 10 anos e nunca se lembrou de questionar a constitucionalidade
LP > prudencia é presunçoso aplicar quando os tribunais, somos mais um observador do
direito estrangeiro do que ator.
Estranho aparecer tribunal estrangerio do que foro. Jurisprudênica maioria e minotária >
JOMI > só desaplicar lei se incosnticuionalidade seja manifesta.
JOMI> só desaplicar se a inconstitucionalidade for manifeta
MOURA RAMOS, DMV > juzi lugar d aposição americana > nconsticuonalidade > in dúbio
pro não inconstituciaonl

Caso prático n.º 20


Imagine que se discute em tribunal português a capacidade de Albert, súbdito britânico
com 18 anos de idade e residência habitual em Londres, para adquirir um imóvel sito em
Portugal. Considerando que:
a) o Direito inglês se considerava competente para regular a capacidade Albert;
b) Existia no Direito inglês um precedente que dispunha que a capacidade para adquirir
imóveis só se adquire aos 21 anos.

Diga como deve atuar o juiz português, sabendo que o citado precedente não foi invocado
por nenhuma das partes no processo

MINHA RESOLUÇÃO
Situação privada internacional com vários pontos de contacto com várias ordens jurídicas
internacionais, particularmente: Residência habitual em Inglaterra, rei sitae Portugal,
nacionalidade Inglaterra.
É aplicável o Direito estrangeiro que vigora na ordem jurídica designada pelo Direito dos
Conflitos. Não têm de ser normas que emanam diretamente de fonte estadual, podem ser
normas de fonte não estadual, que segundo o sistema de fontes de ordem jurídica estrnageira,
incluindo o seu sistema de relevância de Direito Internacional, vigoram nessa ordem jurídica.
Na ordem jurídica inglesa vigora um sistema de precedent law em que as decisões dos tribunais
superiores estabelecem um precedente que deve ser respeitado em decisões futuras, pelos
tribunais inferiores.
Logo, o juiz portugues deve ter em atenção o sistema britânico, e o precedente como se uma
norma se tratasse (23/1.ºCC).
Está se também perante um problema em que o ónus de alegação não foi efetuado por
enhuma das partes O tribunal precisa de conhecer os factos e o Direito., e segundo o
princípio do dispostivio os factos têm de ser alegados e provados pelas partes.
O DIREITO DEVE SER CONHECIDO pelo tribunal,, investigadod e determinado pela
sua própria iniciativa, em confirmidade com princípio da ofisciosidade. E relativmanete ao
direito estrangeri? Tem de ser conhecido oficiosamente pelo tribunal? Para o direito
anglosaxónico entende-se tradicionalmente que não. Há um ónus de alegação e prova do
DIrieot estrangeiro para as partes no sistema inglês.
O sistema português a questão é resolvida pelo 348/1.º Código Civil e 23/2.º CCC Há um
dever de colocbolaçao na determinação do direito estrangiero. O incumrpemtno não tem
por consequência o indeferimento da pretensão nema aplicação do Dirieto material
portugues, embora possa contribuir para uma situação de impossibilidade de determinar o
conteúdo da lei estrangeira. Assim o direto estrangeiro é de conhecimento oficiso e tem o
estatuto de Dirieot (para IMC, FC, BM, Floberla PIRES, REGENTE) isto no 348/1.º
Código Civil. (II parte). São obrigados a palicar ex officio o Dirieot de conlitos vigentes na
ordem jurídica portuguesa. Isto esta pautdo por preocupações de Justiça do Direito
Internacional Privado que inclui valores e princípios que transcendem a vontade das aprtes,
e assegura que a situação é aprecida segundo o Dirieto designado pelo elemento de conexão
mais adequado À matéria.
COLOCAR AULA TEÓRICA SE TIVER TEMPO
RESOLUÇÃO CORRETA
Escreve rno 23.º Código Civil para o 348.º Código Civil. Swrá que quando aaplico dirieto
estrangeiro, é verdadeiro ou é facto. O DIrieot estrangiero É VERDADEIRO
DIRETIO.Cao que inglês não traziam regra do precedente da capacidade, juiz pode cirar
precedentes, prtes têm dever de colaboração com tribunal?
Os juízes tem dificuldade aplicar dirieot porutuges. O QUE O 348º nos diz,no caso de nós
muitas dificuldades de ultima instância. Nesse caos aplicar o direito português.

DIREITO ESTRANGEIRO É DIREITO e naõ sujeito a prova da mesma forma quen


factos. Não podem advogar contra direito há margem de conformidade. Se duas pates não
apresentarem precedente sobre capacidade, e juiz pode descobrir. Idiea de oficiosidade.
JUIZ podem fazer isto > 348/3.º > se não consegue > conexão da lei do foro do Direito
portugues.
APLICAÇÃO AO CASO:
 348/2.ºCC (não há princípio do dispsositiv)
Caso prático n.º 21
Em julho de 2014, Juan, cidadão argentino com 18 anos que se encontrava de férias em
Portugal, celebrou, em Lisboa, comprou, por 4500 Euros e em segunda mão, a Miguel,
cidadão português com residência habitual em Portugal, um computador portátil macbook
pro c/ ecrã de retina. Dias depois, Juan, que considera ter feito mau negócio, pretende
que o negócio seja declarado inválido uma vez que, segundo o direito material argentino
a maioridade só se atinge aos 21 anos.
Considerando que a ação era intentada em tribunais portugueses e que o DIP argentino
submete as questões relativas à capacidade dos indivíduos à lei da nacionalidade destes:
1. Diga se o juiz português deve ou não invalidar o negócio.
MINHA RESOLUÇÃO
Situação privada intenaicoanl com váiros potnos de contacto com várias ordens jurídicas:
 Naiconaldiade: argentina e residência argentina -> JUAN
 Lugar da celebração do negóico: Lisboa
 Resdidência habitual: Portugal e nacionalidade  MIGUEL

Inutilizaçao do 28º CC
13.º> um deles incapaz segundo lei nacional mas capaz lugar de cleebraçao. Esta regra
tem o antecedente LIZARDI > julgado no século XIX. O caso data de 1867. Discutia-
se >cidadão mexicano que se encontrava Paris, foi a joelheira não as pagou. O senhor
veio dize rqunado lhe veio dizer oc pagamento das joaias > que era incpaz segundo lei
mexicana > maioridade 25 anos de díade. Tinha 22 anos, em gfranca capaz e joelheiro
não viu lei mexiacan partiu do rpessuto que sendo maior lei frances.a A invocação da
incapacidade é ABUSVIA > só substrair-se respondabilides que tinha asusjmidos
a. Jurisprudência: se co contratnete não conhecesse ou DEVESSE
CONHECER > não negligencia ou impurdencia não aplicável a lei pessoal,
mas lex loci actus > 13.º ROMA I
b. Nnorma que visa proteger princípio da confiança do DECLARATÓRIo
do co contratante do incapaz. Não exigido se era ou não capaz nas
circunstancias, confiou validade. Uma norma que visa tutelar
APARENCIA.
c. 28.º E 13.º VISAM tutelar aparência no comérico internaiconal, emq eu é
preciso certeza e segurança.
Juiz não deve invalidar o negócio.
RESOLUÇÃO CORRETA
PROBLEMA: contratos ! de contrato de compra e venda
Não é claro se o problema é de contratos ou não. Isto implcia se estamos ROMA I ou ROMA
II. E A CAPAICDDE pode estar fora do ROMA I. Não é pelos reuglamentos comuntiáriso.
Problema de contratos. Pequeno de capacidade.
25º + 31/1º Código Civil
Caso de 16.º Código Civil
Ambitos de aplicação:
 Material: 1/1.º > 13.º não preenchido material, mas palica-se AREA INCAPACIDADE
13.º
 Territorial/espacial: (territorial > se estado membro é vinculado àquele regulamento,
portgual está vinculado a todos os regulamentos, TEM DE SE VER
CONSIDERANDOS) 2.º
 TEMPORAL: 28º 17 de dezembro de 2009
NÃO SE DEVE INVALIDAR o contrato, aplicação do 13.º
28.º -> compatibiliza com 13.º porque similares
O tribunal pode invalidar ?
2. Imagine que Miguel tinha nacionalidade argentina e que Juan lhe tinha dito que
adquiria o computador por ocasião do seu 18.º aniversário e que o contrato foi celebrado
em julho de 1994.
Quid juris?
MINHA RESOLUÇÃO

1.º > âmbito temporal de ROMA I não é preenchido (29.º II parafro 2009)

Aplicação do 28.º Código Civil nº2 > ele conhecia


28/2.’ Aplica-se a qq tipo de invalidade (tanto anulabilidade como nulidade) -_> sentido é
obstar à invalidade do negócio celebrado pro estrnageiro com fundamento em incapacidade
segundo a lei portuguesa quando o estrangeiro for considerado capaz segundo a lei
poruguesa.
RESOLUÇÃO CORRETA
OS AMBITOS SÃO REQUISITOS CUMULATIVOS  não perder tempo com ver outros
âmbitos
Antes de ROMA I, ão convenção de ROMA > não preenchido que entrou em vigor meses
depois (11.º ). Portugal só aderiu em 1994
25.º + 31/1.º Código Civil
MMC: o assistente haja que não havia um dever de reconhecimento da lei emque se adquire
a capacidade e não havia um dever.
Aproximar o 28.º do 13.º, mas ainda assim do 13.º, o JUAN é que tinha de provar que sbaia
que ncapaz ou que dever de saber que era capaz. Miguel é jurista.
O 28.º tem 3 exceçoes: 1. Efetivo conhecimento, só se afasta a lei, possibilidade de invocar
a capacidade qunado conhecia EFETIVAMENTE!
Neste caso, a resposta à 1.º e 2.º hip´toese era giual .
NÃO REFEIR CASO
21.º > professor LP que eccçeos do 28º (Negócio Jurídico UNILATERAL, não tem
aplicação porque não havia contraparte, pessoa fez investimentos, e ahca que devíamos
aceitar espaço de palicçaao do 28.º mesmo que 28.º
Este artigo está pensado o Negócio Jurídico corrente e local e não dreito da família etambém
imóveis no estrangeiro.
Há´nulidades e anulidabilidade o contrato não pode ser invalidado com base na falta de
capacidade.
Não podia invalidar
Caso n.º 22
Alexandre e Brunilda, portugueses, residentes habitualmente nos Estado do Texas,
celebram nesse país em 2008 um testamento de mão comum, segundo o Direito do Estado
da sua residência, que se considera competente.
Considerando que:
a) Alexandre e Brunilda faleceram em janeiro de 2014;
b) É intentada em maio de 2014 ação perante tribunal português, que é internacionalmente
competente;
c) Os EUA não possuem direito interlocal ou direito internacional privado unificado;
d) Segundo o direito material do Estado do Texas é possível realizar testamentos de mão
comum;
e) O regime de direito material português consta do artigo 2181.º do Código Civil.
Diga se o testamento de mão comum é válido.

MINHA RESOLUÇÃO

20/2.º > residência habitual > lei pessoal é do Texas Commented [CC3]: NÃO PERCEBO COMO SE ARTICULA
COM O PRESENTE CASO PRÁTICO !
84.º > 17 de agosto de 2015 > âmbito temporal não preenchido
64/c)
º Código Civil > 31/2º
RESOLUÇÃO CORRETA
Prolvema: TESTAMENTO de mão comum em que duas pessoas intervem sobre a sua
sucessão. Ratio: não posso ter interesse nesse negócio
64/C)º Código Civil > fala especificamente de testamento de mão comum  31/1.º
Código Civil
MAS ! 31/2ºCC
Preenchido os pressupostos

Caso prático n.º 23


Alberto, português, celebrou, mediante troca de correspondência, um contrato de
prestação de serviços, que devia ser executado em Portugal, com a empresa Deals’r’us,
S.A., que tem sede estatutária e sede da administração na África do Sul.
A Deals’r’us, S.A., quando viu que fez um mau negócio, intenta ação nos tribunais
portugueses pedindo a anulação do contrato com fundamento de que, segundo a lei da
sua sede da administração, a sociedade só se vincula mediante a assinatura de dois
administradores e o contrato está apenas assinado por um dos três administradores da
Deals’r’us, S.A. Supondo que:
1) A lei material da África do Sul estabelece que as sociedades anónimas só se vinculam
mediante a assinatura de dois dos seus administradores;
2) A lei material portuguesa e brasileira não têm idêntica limitação, admitindo que as
sociedades anónimas se vinculem mediante a assinatura de apenas um dos seus
administradores.
A sociedade tem razão?
MINHA RESOLUÇÃO
A lei pessoal nas sociedades é aplicável às relações externas (termos como a pessoa
coletiva responde perante 3.º) e 33/2º Código Civil e 38.º Código Civil.
33/1.º Código Civil: a sede principal e efetiva da administração é Africa do Sul. Logo
sim, a sociedade tem razão.
RESOLUÇAO CORRETA
ROMA I 1/g).º ROMA I
3/1º CSC > APLICAR SE SÓ! Não em conjunto com 33/1º Código Civil
Subhipótese 1: mantém a resposta se a empresa tivesse sede estatutária em Portugal e
sede principal e efetiva da administração na África do Sul?
MINHA RESOLUÇÃO
Sim. 33/1.º
RESOLUÇAO CORRETA

Subhipótese 2: manteria a sua resposta se a empresa tivesse sede estatutária no Brasil e


sede principal e efetiva da administração na África do Sul?

MINHA RESOLUÇÃO
Sim.
RESOLUÇAO CORRETA

Caso prático n.º 24


Em 30 de janeiro de 2013, ABM, sociedade comercial com sede no Texas (EUA), vendeu
a BoaBase, sociedade comercial com sede em Portugal, 10 computadores. O contrato foi
celebrado na Portugal e os computadores foram entregues em Portugal. No contrato, as
partes incluíram a seguinte cláusula: “É aplicável ao contrato a lei brasileira”.
Qual a lei aplicável à questão?

MINHA RESOLUÇÃO
Situação privada internacional com vários pontos de contacto com diferentes ordenamentos
jurídicos, neste caso:
 Estatuto pessoal da pessoa coletiva (sede): EUA
 Estatuto pessoal da pessoa coletiva (sede): Portugal
 LCC: Portugal
 Lugar de entrega do contrato: Portugal
 Escolha a lei aplicável: Brasileira
AMBITOS:
- espacial/territorial: 2.º (não só mas 1.º e ¾.º , considerando 45 e 46) e 3.º
- material: contrato de compra e venda comercial cabe no 1/1.º (a contratrio 2º e 3.º)
- temporal: cumprido 28/1.º

Lei brasileira – 3/1.º R. Roma I


RESOLUÇÃO CORRETA
Problema: compra e venda de 2 empresas, qual a lei aplicável?
Roma I contrinuar em vigor depois de 2020 > matéria discutida no parlamento inglês,
provável continue ROMA I.
Quando aderem U.E. adere ao regulamento, adiro em bloco. Conhecer quando países fazer
parte (Croacia 1 de julho 2013)
VER PAÍSES DESDE 2009 que entraram na U.E.
2º universal > como Direito Internacional Privado normalmente preenchido
Limites não é só mateirla e especial > precios haver conflitos de leis > se emrpesas
internas não há confltio de leis, exige que haja um conflito de leis.
Os limites ¾.º, escolher direito brasileiro imperativas da DUE. Não se aplica aqui, não é
2 europeus, não se aplicava. Se fosse CCG. E

Subhipóteses (as subhipóteses são totalmente independentes entre si, exceto se


expressamente disserem o contrário)

1. Na pendência da ação, ABM e BoaBase decidem submeter o contrato à lei francesa.


Podem fazê-lo?

MINHA RESOLUÇÃO
3/2º SIM se cumprir os requistos deste artigo . Pro força e escolha anterior 2. Disposiç~eos
do regulamento

RESOLUÇAO CORRETA
Artigo de autonomia privada. Até ao final, sem cota final, no entanto. Efiácia externa das
obrigações, se contrato afeta o 3.º, afeta alguma pessoa à margem do contrato não posso
prejudicar com alteração lei aplicável, favor negotii. Não posso prejudiar os 3º
Anterior ou posterior da escolha do contrato.
Lógica de lítigio, encerro julgamento, é possível. Pode-se aplicar dirieto diferente até
encerramento do julgamento.
ROMA I alarga a autonomia privada. Problema discutir em tribunais, ocncieot
indeterminado, imprevisibilidade da lei. 41/2.º > proteção legla > algum ponto de contacto
com Brasil à partida nã escolher dirieto brasileiro do 41.º Código Civil.Provar o que é
interesse sério. Ideia da fraude à lei > professio iuris > escolho lei à partida não há fraude lei
IMC diz que não pode ser invocada para neutralizar a professio iuris. Não posso afastar lei que
é competene.
2. Se todos os elementos do contrato estivessem apenas em contacto com Portugal,
podiam ABM e BoaBase escolher a lei francesa como lei reguladora da substância
do contrato?
MINHA RESOLUÇÃO
Sim mas. 3/3.º
3/3.º ROMA I: considerando 15 esclarece que a regra é aplicável indepnednetnemente da
escolha de lei ser acompanhada ou não da escolha d eum tribunla ou outro órgão
jurisdicional e que não se pretende alterar substancialmente o 3/3.º ROMAI.
3/3. > entendido no Relatório GIULIANO/LAGARDE como referindo-se a situações
puramente internas a um Estado membro que só são abrangidas pelo Âmbito de aplicação
da convenção pelo faco de as partes terem escolhido uma lei estrangeira.
 Se todos os elementos em Portgual e a lei escolhida é a francesa  aplica-se
cumulativamente com a lei rancesa as regras imperativas portuguesas
O 3/3.º não refere expressamente que a lei escolhida pelas partes é uma lei estrangeria. SÓ
SUGERE! Que o país em que todos os elementos da situação estão localizados seja o país
de foro.
 Entra em contradição para LP com o âmbito espacial de aplicação do 1/1.º que se
reporta a situações que impliquem conflitos de leis. A designação de uma lei
estrangeira pelas partes de um contrato interno é só uma referencia MATERIAL
(incorporação de regras da lei estrangeria como cláuuslas de contrato), que é
permitida pelo princípio da liberdade conntratual e não pelo 3/3.º. ESSE NÃO É
O SENTIDO ÚTIL DO 3/3.º para LP!
o O 3/3.º serve para situações em que os tribunais de um Estado membro
decidem um litígio emergente de uma “situação meramente estrangeira”, ou
seja, uma situação que está exclusivamente conectada com um estado
estrangerio e as partes escolheram a lei do foro ou de um 3.º Estado. > Há
uma situação envolvendo um conflito de leis, porquanto o tribunal tem de
determinar a lei aplicável a escolha das partes desse respeitada, mas o seu
alcance é limitado pela aplicação das regras imperativas do Estado
estrangeiro em que a situação está localizada.
o É aplicável o nosso Código Civil
O limite do nº3 é tradicionalmente configurado: se eu fizesse um contrato com umd e nós, só tinha
pontos de contacot com estado porutuges- Nada impedia que por acordo escolhermos elei de
Estpanha. Escolha de lei, referindo-se a contrato puramente interno poderia afastar disposições
imperativas da lei porutugesa. 3/3.º > NÃO ! seria ABUSIVA ! não haveria razão para afastar
dirieto material porutuges, poruque só pontos de contacto com Portgual. O direito das
orbgiações contratuais e´direito de autonoai privada. O que 3/3.º não é limitar esoclha, mas
degrad-la. Contrato só com pontos de contacto com um ordenamento jurídico soberano a escolha
da lei espanhola só pdoe afastar leis supletivas d lei protuguesa. Não pode afastar disposições
imperativa. POSIÇÃO DE DMV > e tradicional

Conclusão: o3/3 assume duplo significado 1) limita o domínio de aplicação da lei escolhida
pelas partes 2) remete por meio de uma nroma de conflitos implícita, para os regimes
imperativos da ordem jurídica do Estado com o que o contrato estabelece todos os seus
laços
 2.º grupo de casos que para LP se aplica o 3/3: contratos internos com um nexo
funcional com um contrato plurilozalizado, mas em que o nexo não seja
suficientmenete estreito para determinar a internciaonlidade do contrato

RESOLUÇAO CORRETA
OS AMBITOS estão todos preenchidos? Espaicial não preenchido LP > aplica-se o Código
Civil.

3. Imagine agora que as partes não tinham escolhido a lei aplicável. Qual é a lei
reguladora do contrato?

MINHA RESOLUÇÃO
4/1/a)º Texas – residência habitual da pessoa coletiva (19.º RomaI)
RESOLUÇAO CORRETA
O 4.º presume-se que fui a outros artigos antes. Mas e dpeois passar por vários passos. Tem
de ser lido até ao fim. O nº3 e nº4.
IR PRIMEIRO 5º6º7º8º- Passar por estes e disser que não é este o caso!
Ir também às otjras alíneas.
CV > vem alíena a) e c). A alínea a) péssimas tradução da U..E. nas alíena a) > bem MÓVEIS.
22.º falta !!!! ficionar que Estdo pequeno é soberano.
O 4/3.º -> TUDO EM particular mas não sede do vendedor  LOGO ERRADO!
APLICAVA-SE PROTUGALL ! CLÁUSULA DE EXCEÇÃO PASSAR SEMPRE POR
AQUI”!
- contrato com conexão mais estreita > excecioanl
Para aplicar 4/3.º conexão ais estreita diferente do nº1 e do nº2 > não se aplcia 4/3.º é com
a lei aplica do nº2
4. Imagine agora que o contrato era relativo ao aluguer de 10 computadores, obrigando-
se a ABM a prestar igualmente serviços de manutenção in site mediante o pagamento de
uma renda mensal pela BoaBase. Os computadores e os serviços de manutenção deviam
ser entregues e prestados em Portugal. As partes não escolheram a lei aplicável. Qual é a
lei reguladora do contrato?
MINHA RESOLUÇÃO
4/2.º > lei da residência habitual > sede Texas > lei EUA
19º
22º
Mas aplicaria 4/3.º
RESOLUÇAO CORRETA
Alíneas em causa
4/2
A aplicar alínea b)

5. Imagine agora que nos termos do contrato celebrado a ABM obrigava-se a entregar os
10 computadores à BoaBase e a BoaBase obrigava-se a entregar à ABM 20 smartphones.
Os computadores e os smartphones foram entregues em Espanha. As partes não
escolheram a lei aplicável. Qual é a lei reguladora do contrato?

MINHA RESOLUÇÃO
4/4.º > conexão mais estreita

RESOLUÇAO CORRETA
Não se aplica se se prenhcer nº1 e n2
Cláuusla rede > não resolver outros > resolver 4/4.º

Caso prático n.º 25


BeArt, sociedade editora e livreira com sede da administração na China, colocou na
Internet uma página em que afirma vender, por preço de promoção, uma coleção de livros
sobre a arte tradicional chinesa. O endereço eletrónico da página web era
www.beart.co.uk. Commented [CC4]: Dirigida especialmente para as
paessas de Inglaterra > 6/1/b).º
António, professor de Direito com nacionalidade suíça, com residência habitual em
Cascais desde 1995, há muito que estava interessado na aquisição daqueles livros, por ser
aí extensamente reproduzida e comentada a obra de um artista muito apreciado por si. Ao
deparar com a referida promoção no seu computador, António adquire, em Setembro de
2016, toda a coleção na própria página da Internet, pagando logo o respetivo preço —
1000 euros — com o seu cartão de crédito.
As partes convencionaram que a lei aplicável ao contrato seria a lei da China.
Doze (12) dias depois da receção da coleção, António comunica à sociedade BeArt a
intenção de devolver os livros e de recuperar o preço. Confrontado com a recusa da
sociedade BeArt, António intenta em Portugal uma ação na qual pede a declaração de
validade da referida resolução do contrato, pois de acordo com os artigos 10.º e 11.º do
Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, alterado pela Lei n.º 47/2014, de 28 de julho,
nos contratos celebrados à distância o consumidor dispõe de um prazo mínimo de 14 dias
a contar da data da receção dos bens para resolver o contrato sem pagamento de
indemnização e sem necessidade de indicar o motivo.
A sociedade BeArt opõe-se às pretensões de António, invocando que, segundo a lei
chinesa, escolhida pelas partes, António dispunha de um prazo de 10 dias, a contar da
receção da coleção, para resolver o contrato.

Analise a procedência do pedido de António.

MINHA RESOLUÇAO
Situação privada internacional com vários pontos de contacto com diferentes ordenamentos
jurídicos:
 Residência habitual/sede: China
 Nacionalidade: Suíca (não é da U.E.)
 Residência habitual: Portugal
 Lei aplicável ao contrato: Chinesa
Problema:
Está se perante um consumidor e um profissional.
Proteção da parte mais fraca.
O 6.º não limita, abrange quase a totalidade de contratos obrigacionais celebrados por uma
pessoa singular, para uma finalidade que possa considerar-se estranha à sua atividade
comercial ou profisisoanl com outra pessoa queaja no quadro das suas atividades comerciais
ou profissionais que não sejam expressamente excluídos.
O 5/2.º da convenção de Roma formula diversas hipóteses que suscitarama problemas de
interpretação, designadamente com respetio aos contratos celebrados através da internet. O
6/1.º Resolve a maior parte destes problemas efetuando 2 alternativas exigências. É discutida
a aplicação no caso da 6/1/b).º.
Considerando 24 > critério da atividade DIRIGIDA (alinhamento 15.º R. Bruxelas e neste
sublinhas-se que é preciso que o sítio INtent convide à celebração do contrato à distnância
e que tenha efetivmaentre sido celebrado um contrato À distância por qualquer meio; a língua
e moeda não constituem elementos pertinentes).
(não seria um contrato À dist^ncia um progssional que com intenção de prestar informações
sobre um produto ao mundo inteiro, e os remete seguidamente para um agente local para a
celebração do contrato).
ROMA I > ecessáir que se verifique uam atividade dirigda ao país do domicílio do
consumidor, o omerciante deve ter manifestado, ainda que tacitamente, a sua VONTADE
de estabelecer relações comerciias com os consumidores de um ou váiros Estados, de entre
deles o Estado membro do domícilio do conidor. INdícos-> natureza internacional da a
tiivdade, utilização de língua ou meda diferentes das utilizadas no Estado membro em que o
comerciante esteja estabeleicod
Houve um convite À celebração do contrato.

6/2.º ´> estabelece um limit ao princípio da autonomia da vontade das partesna designação
do Direito aplicável ao contrato udeua de alterbatuvudade > plkicasr-se dsposiçoes
IMPERATIVAS da lei da residência habitual masi favoráveis aos consumidro > necessário
comparação.
Lei da resid~encia habitual oferece um padrao mínimo deproteção, em que o consumidro
esta mais estreitamente ligado.
 Mais proteção de Portugal devido ao DL que dispõe que são imperativos ao abrigo
do 29.º nº 1 e nº2 (10+11.º também DL)
RESOLUÇÃO CORRETA
Âmbito temporal: 28.º
Ambito especial:1/1º in fine – O QUE DEFINE É HAVER CONFLITO DE LEIS e 2.º
(CARATERÍSTICA DE NORMA DE CONFLITO)
Ambito territorial: Considerando 45 e 46 – não era na Dinamarca
Ambiot material:1/1.º e não situaao do 2.º e 3.º
3/1.º > escolha d elei > porque lei não diz que se deve desconsideorar de lei
6.º > artigo central > tem requisito + e -:
> requisitos aplicação > nº1 enº2 do 6º
> requisitos negativos > 6/4º
Só podem ser PESSOAS singulares os consumidors.
Critério de procura ! ´PARA APLICAR ALÍNEA B)

Caso prático n.º 26


Em janeiro de 2017, o veículo de Armande, cidadão francês, com residência habitual em
França, que se encontrava a passar férias em Portugal, colide frontalmente na EN 125
com o veículo de Benito, cidadão espanhol, com residência habitual em Espanha. Benito
põe ação junto de tribunais portugueses para ser ressarcido dos danos sofridos.
Qual é a lei que vai regular a pretensão de Benito?
MINHA RESOLUÇÃO
Situação privada internacional com pontos de contacto em diversos ordenamentos jurídico:
Armande
 LLD: Portugal
 Nacionalidade: francesa
 LRH: França
Benito
 LLD: Portugal
 Nacionalidade: espanhola
 LRH: espanhola
Lex fori: Portuguesa
Ambito temporal: 32º é posteiror a 11 de janeiro de 2009 (em 2017)
Ambito espacial: 3.º aplicação universal
AMbito material: 1/1.º é matéria extracontratual em matéria civil
4/1.º Portugal > é uma conexão subsidiária ou sucessiva quandoas partes não tenham feito
uma escolha válida da lei competente
De acordo com o considerando nº 16 as regras uniformes devem reforçar a previsibilidade
das decisões judiciais e assegurar um equilíbrio razoável entre os interesses da pessoa
alegamente responsável e os interesses do lesado. A conexão com o país do lugar onde o
dano direto ocorreu (lex loci damn) estabelece um juso equilíbrio entre o sinteresses do agente
e os do lesado e reflete a conceção moderna da responsabilidade civil. g
RESOLUÇÃO CORRETA

Subhipóteses (as subhipóteses são totalmente independentes entre si, exceto se


expressamente disserem o contrário)
1. Imagine que, durante a pendência da ação, Armande e Benito acordam entre si que a
lei que deve regular o ressarcimento dos danos é a lei alemã. Quid juris?
MINHA RESOLUÇÃO
14/1/a).º RRII

RESOLUÇÃO CORRETA
2. Considere que Armande tem residência habitual em Espanha. Qual é a lei aplicável?
MINHA RESOLUÇÃO
4/2.º > lei aplicável é espanhola > conexão especial
RESOLUÇÃO CORRETA
4/1º armadilha do ROMA II > salvo disposiao em contrásrio > aparece logo no 4/2.º
3. Imagine que Carlitos, nacional espanhol, com residência habitual em França, se
encontrava no carro de Benito (no lugar do morto) na altura do embate. Qual é a lei
aplicável?
MINHA RESOLUÇÃO
Armande
 LLD: Portugal
 Nacionalidade: francesa
 LRH: França
Benito
 LLD: Portugal
 Nacionalidade: espanhola
 LRH: espanhola
Carlitos
 Espanhol – nacionalidade
 LLD: Portugal
 LRH: França

RESOLUÇÃO CORRETA
Têm de ser 2 lesados >havrir fracionamento das soluçeos> lei poruguesa > não exceção do
nº2, 4/1.º ROMA II.

4. Considere que Armande é nacional espanhol. Qual é a lei aplicável?


MINHA RESOLUÇÃO
Armande
 LLD: Portugal
 Nacionalidade: espanhol
 LRH: França
Benito
 LLD: Portugal
 Nacionalidade: espanhola
 LRH: espanhola
4/3.º
RESOLUÇÃO CORRETA
Ser da mesma nacionalidade não significa que
Palavra MANIFESTAMENTE ! criação de insergurança jurídica, a ideia de rleçaao pré
existente, na Europa. Parece que ter mesma nacionalidade é pocuo para dizer que dizer que
é conexão mais estreita. EXIGE de manifestamente mais estreita.

5. Na altura do embate Armande, que residia habitualmente em Espanha, conduzia o seu


veículo a 120 km/h. Sabendo que o limite legal de velocidade em estradas nacionais no
Código da Estrada Português é 90 km/h e que o Código da Estrada Espanhol permite a
circulação até ao limite de 125 km/h, analise a situação.
MINHA RESOLUÇÃO
Armande
 LLD: Portugal
 Nacionalidade: espanhol
 LRH:espanha
Benito
 LLD: Portugal
 Nacionalidade: espanhola
 LRH: espanhola
4/2.º > mas 17º
RESOLUÇÃO CORRETA
Lei espanhola > regras >limits de velocidade > respeitar regras porutuges < conesão
espeicla com eli do lugar do dano
Continuar a aplicar sempre a lei portuguesa
Não sabemos se é facto ilícito ou lícito, responsabilidade por acidentes que acontecem
apesar de nãot ermos violado alguma regra. No entanto se excesso de velociadade,
responsbaildiade fundada num facto ilícito. Há formas diferentes de tratar obrigações.
É tido em conta para violar origaçeos > responsabilidade objetiva ou subejtiva geral e
pode ser diferença entre o montante.

Caso prático n.º 27


Álvaro, cidadão holandês, com residência habitual em Lisboa, encontra-se em Londres.
No dia 21 de maio 2016, quando visitou a leiloeira Christie's, conheceu Bruno, cidadão
francês, com residência habitual em Londres.
No dia seguinte, Bruno convidou Álvaro para sua casa e, enquanto lá estiveram, Álvaro
gostou muito do quadro que Bruno tinha pendurado na sala. Bruno apercebeu-se que
Álvaro acreditou que o quadro tinha sido pintado por Rembrandt e, apesar de saber que
tal não correspondia à verdade, uma vez que o quadro tinha sido pintado pelo seu afilhado,
não divulgou esta informação e aceitou iniciar negociações com Álvaro para a venda do
quadro.
Por força de compromissos vários de ambos, agendaram uma nova reunião para a semana
seguinte. Nessa altura, Álvaro fez-se acompanhar de Carlos, um seu amigo que trabalha
no Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, tendo para o efeito custeado a viagem
e o alojamento deste a Londres. Após uma breve análise do quadro, Carlos informa
Álvaro que este não é um original de Rembrandt e que não havia qualquer hipótese de
Bruno desconhecer tal facto. Álvaro, furioso, decide intentar ação em Lisboa contra
Bruno, pedindo que este seja condenado a pagar lhe €10.000, o total das despesas que
suportou com a deslocação e alojamento de Carlos.
1. Determine a lei aplicável.
MINHA RESOLUÇÃO
Alvaro
 Nacionalidade: holandesa
 LRH: Portugal
Bruno
 Nacionalidade > francesa
 LRH: Inglaterra
12/1.º ROMA I > contrato foi celebrado e há deveres de proteção > 3/1.º > lei inglesa >
logo não tem proteção porque no DIriet ingles não há´nada disoto não há indeminização

RESOLUÇÃO CORRETA
APLICAR ROMA I > estar prenehcidos no contrato imaginário de um quadro
4/1/a).º + 22/1.º + 20º (não há reenvio)
LRH > Londres > dirieot ingles
2. A sua resposta seria a mesma se se provasse que Álvaro teria indicado que pretendia
escolher a lei holandesa como lei reguladora do contrato, mas esta questão ainda estava a
ser ponderada por Bruno

MINHA RESOLUÇÃO
12/1.º > não pode ser determinado
12/2.º > de novo não sei se é a) > memsa rsposta
RESOLUÇÃO CORRETA