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Ética na Arte

São Paulo
2017
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AGRADECIMENTOS

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INTRODUÇÃO

Esse artigo tem como objetivo explicar que a ética está em todas as coisas,
inclusive na arte. Para isso primeiro precisamos saber o que é arte e ética para
depois vermos em que parte a ética está na arte.

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ÉTICA

Ética é o nome dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A


palavra ética é derivada do grego, e significa aquilo que pertence ao caráter.
Num sentido menos filosófico e mais prático podemos compreender um pouco
melhor esse conceito examinando certas condutas do nosso dia a dia, quando
nos referimos por exemplo, ao comportamento de alguns profissionais tais como
um médico, jornalista, advogado, empresário, um político e até mesmo um
professor. Para estes casos, é bastante comum ouvir expressões como: ética
médica, ética jornalística, ética empresarial e ética pública.

A ética pode ser confundida com lei, embora, com certa frequência, a lei tenha
como base princípios éticos. Porém, diferentemente da lei, nenhum indivíduo
pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas
éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; mas a lei pode
ser omissa quanto a questões abrangidas pela ética.

Ética abrange uma vasta área, podendo ser aplicada à vertente profissional.
Existem códigos de ética profissional que indicam como um indivíduo deve se
comportar no âmbito da sua profissão. A ética junto de outros conceitos que não
vamos nos aprofundar neste artigo, constituem a base de uma sociedade
próspera.

ÉTICA E MORAL

Ética e moral são temas relacionados, mas diferentes, porque moral se


fundamenta na obediência a normas, costumes ou mandamentos culturais,
hierárquicos ou religiosos e a ética, busca fundamentar o modo de viver pelo
pensamento humano.

Na filosofia, a ética não se resume à moral, que geralmente é entendida como


costume, ou hábito, mas busca a fundamentação teórica para encontrar o melhor
modo de viver; a busca do melhor estilo de vida. A ética abrange diversos
campos, como antropologia, psicologia, sociologia, economia, pedagogia,
política, educação física e dietética e até mesmo arte.

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ARTE

Arte é um termo que vem do latim, e significa técnica/habilidade. Sua definição


varia de acordo com a época e a cultura, já que a muito tempo os filósofos tentam
entrar em um consenso, mas sempre que os tempos passam é criado um novo
estilo de arte, fazendo com que a definição mude.

Ela é uma das melhores maneiras do ser humano expressar o que sente,
podendo ser representada de diversas maneiras, através da pintura plástica,
escultura, cinema, teatro, dança, música, arquitetura, dentre outros.

Desde a pré-história, na pintura rupestre, verificamos a necessidade do homem


em representar a realidade sob a sua perspectiva e percepção. A arte evolui com
o tempo e em cada época, de acordo com o contexto histórico, observa-se uma
tendência a certo estilo.

A arte pode ser também definida como algo inerente ao ser humano, feito por
artistas a partir de um senso estético, com o objetivo de despertar e estimular o
interesse da consciência de um ou mais espectadores, além de causar algum
efeito. Cada expressão artística possui significado único e diferente.

Está interligada à estética pelo fato de ser potencial do homem de imprimir


beleza ou se esforçar para materializar (ou imaterializar) algo que o inspira.

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ÉTICA NA ARTE

Todos os conceitos de ética, sua evolução, suas mudanças e adequações feitas


com o passar das épocas e civilizações, valem para todo ser humano, qualquer
que seja a sua atividade e profissão. Mesmo porque, não podemos dissociar o
artista de sua condição histórico-sócio-cultural. Portanto, o que segue, vale para
o artista de qualquer profissão.

A ética é uma característica inerente a toda ação humana, e por esta razão, é
um elemento vital na produção da realidade social. Todo homem possui senso
ético, uma espécie de consciência moral, estando constantemente avaliando e
julgando suas ações para saber se são boas ou más, certas ou erradas, justas
ou injustas. Existem sempre comportamentos humanos classificáveis sob a ótica
do certo e errado, do bem e do mal. Embora relacionadas com o agir individual,
essas classificações sempre têm relação com as matrizes culturais que
prevalecem em determinadas sociedades e contextos históricos. A ética está
relacionada à opção, ao desejo de realizar a vida, mantendo com os outros,
relações justas e aceitáveis.

A arte é concebida para promover a comoção das pessoas, tocando em seus


sentimentos e emoções, despertando o senso crítico e participativo do indivíduo.

Pensando em uma definição aristotélica, a arte não tem relação com a realização
pessoal dos artistas, não atribui mérito de genialidade, nem tampouco
qualificações excepcionais. Define-se como artista aquele que se dispõe
a exteriorizar seus sentimentos e pensamentos por meio de qualquer
manifestação que possa alcançar os sentidos dos demais e se orienta durante a
produção. Pode estar presente em todas as profissões, de modos diferentes,
indo do operário da construção civil, do ferreiro, do marceneiro, do arquiteto ao
médico cirurgião, todos podem originar formas de arte distintas.

É nesta análise que se permite uma verdadeira democratização no sentido de


fazer arte, uma vez que se atribui a todos a capacidade de orientação. A
produção artística não se limita a apenas uma classe de produtores, todos são
artistas, nos meios em que atuam ou nas profissões que escolhem. Atribuindo à
arte este conceito inovador, amplia-se a constatação de sua existência em tantos
outros setores da sociedade.
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ÉTICA NA MÚSICA

Música é a combinação de ritmo, harmonia e melodia, uma parte gigante do


movimento artístico atual e uma das formas mais conhecidas de transmitir
sentimento e senso artístico, a música está tão presente na arte que até em
outras formas de arte a música se encaixa, como teatro e dança. A música vem
crescendo e se desenvolvendo a muitos anos criando muitos estilos, formas e
conteúdos diferentes, e com esse crescimento foi surgindo um mercado
gigantesco em volta dessa forma de expressão artística, que além de muito
amplo movimenta milhões de pessoas para shows e eventos do tipo.

Como em todas as áreas a música também tem seus “códigos de ética”, mas
para conhecermos aonde a ética se encaixa nisso primeiro temos que entender
o porquê da ética e como podemos aplica-la nesse mercado.

Como já vimos Ética é o nome dado ao ramo da Filosofia dedicado aos assuntos
morais. A ética é necessária para um artista serio isso é fato, pois quando você
demonstra ética em qualquer trabalho que for, você passa a ser respeitado pelos
seus investidores e nesse caso seus fãs, público e até mesmo marcas famosas
e gravadoras de grande nome, além de outros artistas.

E assim como todas as profissões tem seus códigos de ética os artistas também
tem, entre esses códigos alguns se destacam como sendo os essenciais para
os artistas que resolvem seguir uma carreira seria sem arrumar muita confusão
com o resto do mundo artístico.

Falar mal de um artista que concorra indiretamente ou diretamente com certeza


é algo não muito ético, esse tipo de conversa ocorre geralmente nos bastidores
mas isso não impede de essa conversa se espalhar e no final chegar nas
grandes mídias e até mesmo destruir a carreira da pessoa que faz esse tipo de
comentário, a maioria dos artistas considerados éticos evitam esse tipo de
conversa assim que o assunto vem em pauta, pois ver sua imagem ligada a esse
tipo de polemica pode ser prejudicial para sua carreira.

Evitar comentários desfavoráveis sobre qualquer artista está no código de ética


no mundo da música, mesmo que um fato desfavorável esteja na mídia,
comentar esse tipo de coisa sempre deixa o artista vendido sem saber se esse

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comentário será positivo ou não para sua carreira, não se trata de fingir que não
aconteceu nada, mas sim de mostrar que independente de qualquer coisa você
respeita todos como profissional e que cada um é responsável pelo o que faz no
mercado de trabalho

Conduzir seus negócios da forma mais transparente possível, não quer dizer que
você precisa mostrar tudo o que faz na mídia, mas sim que não tem muito a
esconder e não existe esquemas ou outras formas duvidosas para atingir um
nível maior, significa mostrar suas boas intensões.

Não dever a nenhum fornecedor ou prestador de serviço pois os artistas de


sucesso sabem o valor de uma boa imagem no mercado, mostra que além de
respeito ao serviço prestado você tem palavra e é uma pessoa justa para
assuntos comerciais.

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DANÇA

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e


ritmos, criando uma harmonia própria.

Não é somente através do som de uma música que se pode dançar, pois os
movimentos podem acontecer independente do som que se ouve, e até mesmo
sem ele.

A história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na Pré-História


onde, aos poucos, foi adicionado sons e ritmos reproduzidos com passos com
as mãos, através das palmas.

O surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais religiosos, em


que as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos deuses o sol e a chuva.
Os primeiros registros dessas danças mostram que elas surgiram no Egito, há
dois mil anos antes de Cristo.

Mais tarde, já perdendo o costume religioso, as danças apareceram na Grécia,


em virtude das comemorações aos jogos olímpicos.

O Japão preservou o caráter religioso das danças. Até hoje, elas são feitas nas
cerimônias dos tempos antigos.

Em Roma, as danças se voltaram para as formas sensuais, em homenagem ao


deus Baco (deus do vinho), e dançava-se em festas e bacanais.

Nas cortes do período renascentista, as danças voltaram a ter caráter teatral,


que estava se perdendo no tempo, pois ninguém a praticava com esse propósito.
Praticamente daí foi que surgiram o sapateado e o balé, apresentados como
espetáculos teatrais, onde passos, música, vestuário, iluminação e cenário
compõem sua estrutura.

No século XVI surgiram os primeiros registros das danças, em que cada


localidade apresentava características próprias. No século XIX surgiram as
danças feitas em pares, como a valsa, a polca, o tango, dentre outras. Estas, a
princípio, não foram aceitas pelos mais conservadores, até que no século XX
surgiu o rock’n roll, que revolucionou o estilo musical e, consequentemente, os

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ritmos das danças. Assim como a mistura dos povos foram acontecendo, os
aspectos culturais foram se difundindo.

O maracatu, o samba e a rumba são prova disso, pois através das danças vindas
dos negros, dos índios e dos europeus esses ritmos se originaram.

Hoje em dia as danças voltaram-se muito para o lado da sensualidade, sendo


mais divulgadas e aceitas por todo o mundo. Nos países do Oriente Médio a
dança do ventre é muito difundida; e no Brasil, o funk e o samba são populares.

A ÉTICA NA DANÇA

Um dos principais problemas éticos na dança e que poucos profissionais tem a


responsabilidade ética de montar um grupo com padrões pré-determinados, com
filosofias de trabalho bem direcionadas ou até mesmo com intuitos filantrópicos
e/ou de passar adiante suas práticas e experiências na Dança. Em muitos casos
vemos um grupo se formando através de pessoas que já dançam, mas possuem
outras profissões (mas se julgam especialistas e questionam outros sem
fundamentação) e simplesmente por se identificarem bastante com determinado
estilo.

O profissional de conduta ética dúbia, seja um instrutor, professor, diretor ou


coreógrafo é aquele que julga-se muito bom porque é bom dançarino e por estar
acompanhando as tendências, porque faz cursos com nomes renomados e que
se destacam na mídia, por ter alguns títulos em grandes festivais, por ser jovem
e até jovens discriminando e não procurando pessoas mais experientes por
considerarem "ultrapassados" ou desinformados, ou pior, por não serem
"famosos"

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GRAFITE

A arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A


definição mais popular diz que o grafite é um tipo de inscrição feita em paredes.
Existem relatos e vestígios dessa arte desde o Império Romano. Seu
aparecimento na Idade Contemporânea se deu na década de 1970, em Nova
Iorque, nos Estados Unidos. Alguns jovens começaram a deixar suas marcas
nas paredes da cidade e, algum tempo depois, essas marcas evoluíram com
técnicas e desenhos.

O grafite está ligado diretamente a vários movimentos, em especial ao Hip Hop.


Para esse movimento, o grafite é a forma de expressar toda a opressão que a
humanidade vive, principalmente os menos favorecidos, ou seja, o grafite reflete
a realidade das ruas.

O grafite foi introduzido no Brasil no final da década de 1970, em São Paulo. Os


brasileiros não se contentaram com o grafite norte-americano, então começaram
a incrementar a arte com um toque brasileiro. O estilo do grafite brasileiro é
reconhecido entre os melhores de todo o mundo. Muitas polêmicas giram em
torno desse movimento artístico, pois de um lado o grafite é desempenhado com
qualidade artística, e do outro não passa de poluição visual e vandalismo. A
pichação ou vandalismo é caracterizado pelo ato de escrever em muros,
edifícios, monumentos e vias públicas. Os materiais utilizados pelos grafiteiros
vão desde tradicionais latas de spray até o látex.

Principais termos e gírias utilizadas nessa arte;

• Grafiteiro/writter: o artista que pinta.

• Bite: imitar o estilo de outro grafiteiro.

• Crew: é um conjunto de grafiteiros que se reúne para pintar ao mesmo tempo.

• Tag: é a assinatura de grafiteiro.

• Toy: é o grafiteiro iniciante.

• Spot: lugar onde é praticada a arte do grafitismo.

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A ÉTICA NO GRAFITE

O grafite é uma das artes que visa a intervenção urbana e atingir a sociedade
fazendo com que reflitam sobre o que está acontecendo através de desenhos.

O grafite tem ampla inspiração na cultura da área fazendo com que a arte atinja
a sociedade mais ainda, sendo com desenhos que visam contar uma história ou
com desenhos que reflitam a própria atualidade.

Pode - se dizer também que o grafite é uma forma de intervenção a pichação,


algo muito similar ao grafite, porém, não é a mesma coisa, muitos dizem que a
pichação somente suja a cidade e traz uma imagem triste e vandalizada às áreas
em que o mesmo é praticado, e que o grafite é uma forma de intervenção à
pichação trazendo beleza e reflexão a sociedade.

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ETICA NO TEATRO

Teatro é um termo de origem grega que designa o conjunto de peças dramáticas


para a apresentação em público e os locais aonde são apresentadas estas
mesmas. É uma forma de arte na qual vários atores apresentam histórias que
despertam diversas emoções e comoções na plateia.

A ética é um elemento vital na produção da realidade social, por ser uma


característica inerente a toda ação humana.

São inúmeros os códigos de ética do ator, entre eles não agredir fisicamente ou
psicologicamente ninguém, isso é algo que denigre de forma extrema a imagem
do artista dentro e fora dos sets de gravação.

Não roubar também faz parte do código de ética dos artistas que trabalham na
atuação, por mais que isso seja óbvio, não se trata somente de bens materiais
ou algo assim, mas também de ideias, créditos, méritos, entre outros que
remetem à direitos autorais de outro indivíduo.

Desapegar dos objetos ou figurinos de cena, pois em um grupo de trabalho


teatral todos devem partilhar dos mesmos itens se necessário para que a obra
final seja realizada da melhor forma possível.

Respeito aos colegas de set e aos diretores e todos envolvidos na produção da


obra também é uma parte fundamental para a finalização da peça, filme, novela
e outros. Por mais que o ator tenha licença poética para interferir em seu
personagem, muitas vezes os colegas e parceiros de trabalho também tem
ideias e dicas para o personagem que devem ser respeitadas, mesmo que não
seja utilizadas é importante respeitar a opinião de todos.

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STAND SUSPENSO EM PORTO ALEGRE

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GRAFITÓDROMO

Atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no


âmbito das artes visuais. Mais especificamente, da street art ou arte urbana - em
que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional
para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando
o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. Sendo
que a remoção do grafite é bem mais fácil do que o piche.
em 14 de janeiro, o novo prefeito da capital paulista, João Doria Jr. (PSDB),
anunciou que seria apagados os painéis da avenida 23 de Maio, como parte do
programa "São Paulo Cidade Linda".
A decisão provocou críticas dos artistas e dividiu opiniões entre especialistas em
arte urbana.
Com a polêmica gerada após a ação, a Secretaria da Cultura de São Paulo
afirmou que pretende cria uma área para grafiteiros e muralistas no bairro da
Mooca, na zona leste de São Paulo, chamada de grafitódromo. Segundo Doria,
assim como a arte fica nos museus, o grafite também deve ficar em "lugares
adequados".
A ideia é inspirada em Wynwood, um bairro de Miami que abriga painéis e murais
de arte urbana, assim como a venda de produtos licenciados para viabilizar o
negócio.
"Doria não precisa olhar para Miami para intervir nas artes de rua. O mundo é
que olha para nós. São Paulo sempre foi a capital do grafite mundial", afirma Rui
Amaral, autor do primeiro grafite pintado à mão em São Paulo, em 1982.
Para o artista plástico Jaime Prades, que também fez parte da primeira geração
de grafiteiros, o grafitódromo representa um limite para liberdade de expressão.
"É uma visão paternalista que quer impor o que considera 'certo'. Logo, o grafite
é algo errado, que tem que ser contido e controlado", diz.
"Mas nesse caso, não seria mais grafite, já que a alma do grafite é interagir com
a cidade livremente."
A prefeitura também informou que criará um programa de grafite, que terá início
com a criação, na rua Augusta, do Museu de Arte de Rua (MAR), no qual 150
artistas terão seus painéis expostos por até três meses.
"Criar um distrito para o grafite pode ser interessante, pois daria total liberdade
para aqueles artistas exercitarem sua arte. Seria necessário verificar quais
seriam estes critérios para estabelecer o local certo. Eles teriam que ser ouvidos
e a população também", defende o arquiteto João Graziosi, professor de
Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie.
Graziosi diz, no entanto, que a criação do grafitódromo não deve excluir outros
locais da cidade possíveis para os murais e grafites. "Os painéis da 23 de maio,
assim como a parte de baixo de viadutos e uma série de paredes cegas

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existentes na cidade ficaram bem melhores com a intervenção artística, por
exemplo. Acho que deveriam continuar a existir."
Já para a arquiteta e professora Ana Cláudia Scaglione Veiga Castro, da
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, "a ideia de grafites em 'lugares
adequados' pareceria inadequada se não fosse trágica".
"Trata-se de uma espécie de ação de marketing que busca dar visibilidade a
essa ideia de prefeito-gestor, aquele que administra a cidade como se esta fosse
uma empresa. Nesse caso, o 'gerente' da empresa quer dar um exemplo para
seus 'funcionários e clientes' de que não se deve sujar as paredes."

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CONCLUSÃO

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BIBLIOGRAFIA

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