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Perspectivas de novas metodologias no Ensino de Química

JOSÉ OSSIAN GADELHA DE LIMA*

Resumo: Este trabalho discute a problemática relacionada ao processo


ensino/aprendizagem da disciplina de Química. Observamos que a metodologia
utilizada pelo professor de Química do Ensino Médio está em desacordo com as
novas tendências pedagógicas. Ainda se desenvolve uma metodologia de
memorização e que, muito pouco, relaciona a Química com o cotidiano do aluno. O
professor parece não saber estimular e incentivar o aluno a estudar Química,
identificando e buscando informações relevantes para o seu aprendizado. Apesar
desse ensino tradicional ainda perdurar, novas concepções metodológicas estão
trazendo outros olhares sobre o ensino de Química. Isso fez nascer uma nova área
de pesquisa: didática da química. Iniciativas até internacionais, como a celebração
do Ano Internacional da Química, mostram que esta ciência é indispensável para a
compreensão do universo. A partir dessa visão, as novas concepções metodológicas
que surgem apontam para um ensino de Química que promete fornecer aos
estudantes os mecanismos que lhes possibilite ter outra dimensão dessa ciência.
Palavras-chave: Processo ensino/aprendizagem; Ensino Médio; Disciplina de
Química.
Abstract: This work discusses the problematic relative to the teaching/learning
process of the discipline of Chemistry. We notice that the methodology used by the
teacher of Chemistry of the Secondary education is at odds with the new pedagogic
tendencies. Still is developed a methodology of memorization and very little
connects the Chemistry with the daily life of the student. The teacher can not seem
to stimulate and encourage students to study Chemistry, identifying and seeking
information relevant to their learning. Despite this traditional education still persist
new methodological conceptions are bringing other views on the teaching of
chemistry. It was born a new area of research: teaching chemistry. International
initiatives such as the celebration of International Year of Chemistry show that
science is indispensable for understanding the universe. From this vision, the new
emerged methodological concepts points to a teaching of chemistry that promises
to provide students with the mechanisms that enable them to have another
dimension of this science.
Key words: Teaching/learning process; Secondary school; Discipline of chemistry.

*
JOSÉ OSSIAN GADELHA DE LIMA é Doutor em Química pela Universidade Federal de
Minas Gerais (UFMG), com estágios pós-doutoral em Física pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

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Introdução natureza, e há muitos
séculos o homem
Um ponto de vista
polêmico e tenta estudar os
fenômenos químicos.
amplamente debatido
Nesse contexto
em pesquisas
destacaram-se os
realizadas na área de
alquimistas que
ensino e educação é a
buscavam
grande dificuldade
essencialmente
que os alunos do
conhecer o processo
Ensino Médio
da transmutação de
enfrentam no
metais e a composição do elixir da
processo de aprendizagem dos
longa vida (NEVES, 2008).
conteúdos da disciplina de Química. Ao
observarmos como ela é ensinada nas Ao longo dos tempos, o
Escolas brasileiras, identificamos que desenvolvimento dos trabalhos da
seus conhecimentos são difíceis de alquimia fez surgir a Química, a ciência
serem entendidos. Isso se deve que estuda, entre outros pontos, as
principalmente aos conceitos complexos substâncias encontradas na natureza e
necessários e ao rápido crescimento do sua relação com o ambiente e os seres
conjunto de conhecimentos que a vivos. Seu conhecimento e sua
envolvem. aplicação são imprescindíveis e a vida é
A fim de que a aprendizagem da seu principal elemento. No entanto, foi
Química seja tão eficiente quanto somente depois dos trabalhos do francês
possível, tornam-se necessárias Antoine Laurent de Lavoisier (1743-
modificações nos cursos de licenciatura 1794) que a Química começou a ser
em Química existentes por todo país e, tratada de forma sistemática,
sobretudo, nos métodos de ensino dessa possibilitando que seus conhecimentos
ciência na Escola Básica. Assim, o fossem estudados de maneira formal
objetivo deste trabalho foi discutir e nos bancos escolares e proporcionando
analisar o processo o seu desenvolvimento. Hoje sabemos
ensino/aprendizagem desenvolvido que a civilização não teria atingido o
pelos professores de Química, tendo estágio científico e tecnológico atual
como fundamento a metodologia de sem a Química (ABIQUIM, 2007;
ensino que tem sido utilizada nas aulas MAAR, 2008).
de Química e a causa da desmotivação E é nesse ponto que percebemos a
dos alunos para o estudo da disciplina. grande importância em se estudar
Nossa intenção ao realizar este estudo Química. Esta ciência, como todas as
não foi propor uma mudança no outras, possibilita-nos conhecer melhor
processo ensino/aprendizagem, mas o ambiente no qual vivemos e as novas
auxiliar a melhoria da prática educativa, descobertas científicas que afetam
objetivando fornecer subsídios teórico- diretamente ou indiretamente nossas
metodológicos para uma prática mais vidas. Os conhecimentos químicos
efetiva dos professores de Química. auxiliam o ser humano a fazer um
melhor aproveitamento dos materiais e
Química e o Homem a viver melhor, sem prejudicar nem
destruir o meio ambiente (ALVES,
Desde seu surgimento a humanidade
1999).
tenta entender como funciona a

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Através de seus conteúdos, princípios e não é ensinada desde o começo como
conceitos, a Química proporciona o deveria ser. Percebemos este fato nos
exercício do raciocínio, principalmente alunos que chegam à universidade: sua
aquele relacionado aos direitos e formação é altamente deficitária
deveres dos cidadãos, dando-lhes (GIESBRECHT, 1994).
capacidades de exigir da sociedade e
dos governos atitudes sensatas e Apesar de existirem mestres
corretas que melhorem nossa vida entusiasmados por seu trabalho e
efetivamente. inúmeros recursos com possibilidade de
serem utilizados, a realidade mostra que
Ensino de Química e o processo o Ensino de Química continua
ensino/aprendizagem deficiente. Não é de baixo nível, mas
De modo geral, o ensino brasileiro, a apenas não acompanha a evolução que
começar do Fundamental Menor, é ocorre nos tempos atuais (HENNIG,
pouco evoluído, pois não existe a 1994).
compreensão da importância da
educação para a formação do indivíduo Apesar de não ser tão simples defini-lo,
e do cidadão brasileiro. Além disso, pois pressupõe conceitos ideológicos,
enfrentamos problemas sérios com o políticos, humanos, sociais e científicos,
analfabetismo (RIBAS, 2007). podemos dizer que o processo
ensino/aprendizagem é um conjunto
Poucas escolas do Ensino Médio sistematizado de metodologias capazes
ministram aulas de Química enfatizando de mudar um comportamento através da
a parte prática, apesar de se constituir aquisição de novos conhecimentos.
numa ciência essencialmente Neste processo, se conjugam fatores
experimental. O baixo rendimento dos externos e internos aos sujeitos
alunos de Química nesse nível de envolvidos. Os primeiros estão
ensino em todo o país é um fato e não relacionados à formação humana e à
há quem desconheça isto. As causas forma de organização propostas pela
frequentemente apontadas como Escola e pelos professores, e dependem
responsáveis por esta situação dos fatores internos, como as condições
desconfortável e aflitiva são atribuídas físicas, psíquicas, sociais e culturais dos
ao preparo profissional deficiente, à alunos (GIESBRECHT, 1994).
falta de oportunidade para o professor
se atualizar, aos salários baixos e à No entanto, a tarefa de ensinar/aprender
deficiência das condições materiais na Química nas nossas escolas parece
maioria das escolas (EVANGELISTA, reduzir-se a descobrir qual é o estágio
2007). cognitivo dos alunos e,
consequentemente, tentar adequar, em
Nas Universidades brasileiras existem
função desse estágio, os conteúdos a
bons cursos de Licenciatura em
serem ministrados. O ensino da
Química, no entanto, quando
disciplina se efetua de forma
comparados aos de outros países, eles
exclusivamente verbalista, na qual
apresentam certas deficiências: matriz
ocorre apenas uma mera transmissão de
curricular defasada e inapropriada
informações (quando ocorre), sendo a
(muito atrelada ao bacharelado), falta de
aprendizagem entendida somente como
investimentos, docentes geralmente mal
um processo de acumulação de
preparados, descomprometidos e mal
conhecimentos (TFOUNI, 1987).
remunerados. Desse modo, esta ciência

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Neste sentido, tanto no Ensino Básico explorar um conteúdo de forma
quanto na Universidade, é bem completa e isolada (EICHLER, 2007).
frequente a transmissão de conceitos e
Segundo Henning (1994), a melhoria do
de princípios químicos enfatizando as
Ensino de Química passa por uma
expressões matemáticas associadas a
crescente necessidade de mudanças e
eles, em detrimento do significado
atualizações nas metodologias de
lógico e da interpretação química e
trabalho dos professores em exercício.
físico-química dos fenômenos
Além desse viés, há ainda a necessidade
correspondentes. Essas situações fazem
de uma reformulação dos espaços
com que o Ensino de Química no Brasil
acadêmicos nos quais se preparam
se constitua num sistema de instrução
futuros professores de Química,
com propósitos intencionais, práticas
provendo-os de orientações seguras
sistematizadas e alto grau de
quanto aos objetivos do estudo da
organização, caracterizando um ensino
Química, aplicação de técnicas e
tipicamente tradicionalista
desenvolvimento de metodologias de
(GIESBRECHT, 1994).
ensino capazes de torná-lo mais
O importante e necessário é que os motivador e prazeroso ao estudante.
professores percebam que, mesmo não Repensando o Ensino de Química
tendo acesso a computadores, há muitas
possibilidades do que fazer dentro da Para se tornar efetivo, o ensino de
sala de aula. Existem muitas técnicas e Química deve ser problematizador,
metodologias interessantes que desafiador e estimulador, de maneira
poderiam ser desenvolvidas e aplicadas que seu objetivo seja o de conduzir o
pelo professor, de modo que estudante à construção do saber
possibilitaria fazer do espaço, onde a científico. Não se pode mais conceber
aula é ministrada (sala ou laboratório), um ensino de Química que
um ambiente descontraído, estimulador simplesmente apresenta
e desafiador, melhorando assim a questionamentos pré-concebidos e com
aprendizagem do aluno (HARTWIG, respostas acabadas. É preciso que o
1985). conhecimento químico seja apresentado
ao aluno de uma forma que o possibilite
Algumas reflexões são necessárias interagir ativa e profundamente com o
quando se constata que muitos seu ambiente, entendendo que este faz
professores julgam que a parte de um mundo do qual ele também
interdisciplinaridade com a Química é é ator e corresponsável.
impedida por esta apresentar um
Objetivando contribuir com uma
programa de conteúdos rígido e
alternativa para a solução do problema
sequenciado. Devemos compreender
do Ensino de Química alguns estudiosos
que as equipes de professores devem ter
têm levantado questões pertinentes a
autonomia para optar por um programa
novas concepções metodológicas que
que atenda as suas expectativas e às de
poderiam ser capazes de melhorá-lo.
seus alunos. Além disso, é impossível
que algum conteúdo de Química impeça Para Eichler (2007), algumas ações têm
o desenvolvimento de atividades buscado, e devem continuar buscando,
interdisciplinares. Neste sentido, cabe reestruturar as bases metodológicas e
investigar a possibilidade de integrar os curriculares do nosso sistema
saberes disciplinares, pois de maneira educacional, de modo a auxiliar a
alguma uma única disciplina consegue realização de uma melhoria do ensino

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de Química nas escolas. Talvez os Outros estudiosos, como Maldaner
conteúdos fundamentais tratados na (1998), entendem que a melhoria da
disciplina possam ser desenvolvidos a qualidade do Ensino de Química deve
partir de materiais elaborados pelos buscar uma metodologia que privilegie
próprios professores. a experimentação. Essa forma de
aquisição de conhecimentos da
No ponto de vista de Evangelista
realidade oportuniza ao estudante
(2007), um dos objetivos da disciplina
realizar uma reflexão crítica do mundo.
de Química é fazer com que o jovem
Além disso, através de seu
reconheça o valor da ciência na busca
envolvimento ativo, criador e
do conhecimento da realidade e se
construtivo, terá a capacidade de
utilize dela no seu cotidiano. Dessa
desenvolver o seu cognitivo a partir dos
forma, o Ensino de Química deveria ser
conteúdos abordados em sala de aula.
concebido como um processo de
pesquisa, partindo do pressuposto de Mortimer (1992) defende a noção de
que os assuntos tratados constituem perfil epistemológico com o objetivo de
problemas carentes de soluções. Os superar as percepções inapropriadas da
passos dos processos de ensino são os Química. Nesta perspectiva, a
mesmos dos processos da pesquisa, abordagem dos conteúdos adota a
quais sejam: determinação do problema, história da Química como fundamento e
levantamento de dados, formulação de eixo orientador do processo
hipótese, experimentação envolvendo ensino/aprendizagem. Explorando os
alunos e professores, configuração ou fatos que levaram à produção desse
rejeição das hipóteses formuladas. conhecimento ao longo da história, e
Segundo Hartwig (1985), a assimilação por isso mostrando o seu aspecto
do conhecimento químico preceitua essencialmente dinâmico, essa
uma construção de conceitos (princípio metodologia busca superar o ensino
qualitativo) seguida de uma tradicional e dogmático, ainda bastante
identificação numérica (princípio arraigado nas escolas.
quantitativo). Para ele, esta sequência Qualquer que seja a concepção
deve ser cumprida independentemente metodológica a ser seguida, os saberes
se os conhecimentos são trabalhados de desenvolvidos no ensino de Química
forma empírica ou teórica. devem ser fundamentados em
Para Chassot (1990), o motivo de estratégias que estimulem a curiosidade
ensinar Química é a formação de e a criatividade dos estudantes,
cidadãos conscientes e críticos: “A despertando sua sensibilidade para a
Química é também uma linguagem. inventividade e compreendendo que
Assim, o ensino da Química deve ser esta ciência e seus conhecimentos
um facilitador da leitura do mundo. permeiam a sua vida, estando presentes
Ensina-se Química, então, para permitir nos fenômenos mais simples do seu
que o cidadão possa interagir melhor cotidiano (ASTOLFI, 1995).
com o mundo”. A partir dos anos de Essas ideias talvez confiram às
1980, proliferaram-se os estudos pesquisas em Ensino de Química um
voltados para o ensino de Química, reducionismo à simples especulações e
sendo uma constante entre os aplicações ligadas a área da Psicologia,
pesquisadores a preocupação com um no entanto, elas estão proporcionando o
ensino mais articulado com o cotidiano desenvolvimento da didática da
e o social do aluno. química, que deve se estabelecer como

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outro campo científico de estudo e cosmos e para o bem da humanidade.
investigação, com propostas de Com essa visão mundial sobre a
utilização de teorias e de modelos Química e a partir dos olhares diferentes
próprios, além da promoção de um e esperançosos sobre as novas
consenso pela formação de um concepções metodológicas que
pesquisador na área de ensino de começam a se proliferar por todo país, o
Química (SCHNETZLER, 2002). ensino de Química poderá fornecer aos
nossos jovens as condições, os
Considerações finais conhecimentos, os métodos e as atitudes
Desde a década de 1980, pesquisas que lhes possibilitarão adquirir a
científicas na área de Ensino de confiança e a segurança necessárias
Química ratificam as discussões que há para a sua real integração na vida
muito se ouvia sobre a sua precariedade. moderna.
O que já podemos observar é a
existência de certa inquietude em
muitos dos que lidam com o processo Referências
ensino/aprendizagem na Química. ABIQUIM, Associação Brasileira da Indústria
Aqueles profissionais que são Química. O que é química? Disponível em
conscientes de suas responsabilidades http://www.abiquim.org.br/vceaquim/vida.html.
Acesso em 05.07.2007.
estão tentando renovar, reformular,
aperfeiçoar e redimensionar o quadro ALVES, O. L. Por que química nova na escola?
real em que se encontra o Ensino de Química Nova na Escola. São Paulo, n 2, p.74-
77, 1999.
Química na Escola Básica.
ASTOLFI, J. P.; DEVELAY, M. A didática da
Grupos de pesquisa, com linhas de ciência. Campinas: Papirus, 1995.
estudo na área de Ensino de Química,
CHASSOT, Á. I. A educação no ensino da
começam a se multiplicar por todo o química. Ijuí: Ed. Universidade Regional do
país. Muitos cursos de licenciatura Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul,
espalhados por todo território começam 1990.
a sofrer reformulações. Esses cursos,
EICHLER, M. L. A construção de noções
que antes eram atrelados aos fundamentais à química. Disponível em
bacharelados, começam a assumir http://www.eq.ufrgs.br/projetos.htm. Acesso em
identidade própria. Isso demonstra uma 15.08.2007.
expectativa de mudanças na formação EVANGELISTA, O. Imagens e reflexões: na
do professor de química. Mas é preciso formação de professores. Disponível em
atentar para os que já estão em sala de http://www.sepex.ufsc.br/anais_5/trabalhos155.
aula, e para isso devem ser html. Acesso em 15.07.2007.
multiplicadas as formações continuadas, GIESBRECHET, E. O desenvolvimento do
que podem trazer perspectivas de ensino de química (depoimentos). Estudos
melhoria e renovação no trabalho desses Avançados, v. 8, n. 22, p. 115-122, 1994.
profissionais. HARTWIG, D. R.; DOMINGUES, S. F.
Equilibração entre os pontos qualitativos e
A Assembleia Geral das Nações Unidas quantitativos no ensino de química. Química
(AGNU) proclamou 2011 como o Ano Nova, Campinas, v. 8, n. 2, p.116-119, 1985.
Internacional da Química. Com o
HENNIG, G. J. Metodologia do Ensino de
tema “Química - a nossa vida, o nosso Ciências. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1994.
futuro” o objetivo é mostrar a todos
como esta ciência é indispensável para a MAAR, J. H. História da Química. Rio de
Janeiro: Conceito Editorial, 2008.
compreensão do nosso mundo, do

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MALDANER, O. A.; SCHNETZLER, R. P. A NEVES, L. S.; FARIAS, R. F. História da
necessária conjugação da pesquisa e do ensino Química: um livro-texto para a graduação.
na formação de professores e professoras. In: Campinas: Átomo, 2008.
CHASSOT, A. I.; OLIVEIRA, R. J. Ciência,
SCHNETZLER, R. P. A pesquisa em Ensino de
ética e cultura na educação. São Leopoldo:
Química no Brasil: conquistas e perspectivas.
Ed. Unisinos, 1998. p. 191-214.
Química Nova, v. 25, supl. 1, p. 14-24, 2002.
MORTIMER, E. F. Pressupostos
TFOUNI, L. V.; CAMARGO, D. A.; TFOUNI,
epistemológicos para uma metodologia de
E. A teoria de Piaget e os exercícios dos livros
ensino de Química: mudança conceitual e perfil
didáticos de química. Química Nova, v. 10, n.
epistemológico. Química Nova, São Paulo, v.
2, p.127-131, 1987.
15, n. 3, p. 242-249, 1992.

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