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10 DICAS DA NEUROCIÊNCIA APLICADA PARA CONQUISTAR O SEU TARGET

Sabia que a utilização de fragrâncias personalizadas aumenta em 15% o tempo de permanência em loja e que a utilização de pisos confortáveis, como a alcatifa, incrementa a sensação de bem-estar?

NEUROEGOÍSMO

O ser humano sofre “por norma” de “platonicidade”, ou seja, acredita saber e perceber mais das coisas do que na

realidade sabe e percebe. Por isso, centra-se naquilo que

faz sentido para si e não na realidade em si: o empirismo

ingénuo, explica Julien Diogo. As marcas devem trabalhar nesse sentido. Comunicar de forma clara e objetiva e deixar o consumidor aprender na relação, envolver-se e decidir por si o que comprar, reservar ou alugar. Assim como influenciar e promover o contato humano ou interação física/ sensorial, aumentando o sentimento de pertença face à marca e ao objeto, sem deixar espaço

para este “NeuroEgoísmo saudável”.

Nas próximas linhas, conheça algumas dicas do neuromarketing para conquistar o seu público-alvo.

Através das técnicas de neurociência aplicada ao consumo é possível perceber como funciona o cérebro dos consumidores e a importância das emoções na tomada de decisão é meio caminho andado para antecipar as suas necessidades e conquistar a sua carteira.

Apesar das especificidades de cada negócio, há dicas universais.

Sabia por exemplo que a utilização de fragrâncias personalizadas aumenta em 15% o tempo de permanência em loja? Que a utilização de pisos confortáveis, como a alcatifa, incrementa a sensação de bem-estar e, pelo contrário, pisos uniformes e sem orientação são indicados para promover uma rápida passagem? Ou que os locais de contacto, como os balcões, devem transmitir sensações de conforto e, por isso, serem feitos de materiais quentes, como a madeira ou a pele?

NEURODATAMINING

A investigação holística é fundamental. A utilização de uma só ferramenta e métrica conduz a um “show off” de investigação. A complexa revolução que está a ocorrer no retalho só será compreendida e acompanhada pelos comerciantes melhor preparados e com acesso a dados de múltiplas fontes.

Os consumidores devem ter a possibilidade de manipular o produto, uma vez que promove a ligação emocional e a “posse psicológica”.

VENDER O PREÇO!

Intensificar a perceção do produto pela proposta de valor. Uma das técnicas designa-se “sweet spot price”, percecionar a compra como um excelente negócio. Regra geral, trata-se de um preço 30% abaixo do esperado mentalmente pelo consumidor. Por exemplo, um estudo realizado na Alemanha apresentou aos participantes um café da Starbucks com diferentes patamares de preço. Enquanto eram apresentados os preços, um EEG – eletroencefalograma (uma das ferramentas da neurociência) ligado aos consumidores registava a atividade cerebral. “O EEG assinalou reações bastante fortes do tipo negativo sempre que consideravam o preço excessivamente barato ou caro. Quando o cérebro dos participantes se deparava com preços inesperados

e desproporcionais, os consumidores evidenciavam sentimentos de choque, dúvida e perplexidade”.

365 EMOÇÕES

Recolher informação de forma holística e gerir o “Big Data” numa lógica de 360 graus, pré, durante e pós a jornada da experiência do utilizador. “As marcas devem introduzir nos seus designs de loja, nas campanhas de comunicação, nos websites e em outras plataformas, ferramentas capazes de recolher métricas emocionais, pela via do facial coding, eye tracking e condutância dérmica”, entre outros.

A equação da experiência deve ser “mais complexa e completa no futuro, onde os dados do CRM (Customer Relationship Management), motor de promoções e métricas emocionais, cruzados com os KPI (Key Performance Indicator), softwares de “deep learning” ou ainda da inteligência artificial, farão parte do dia-a- dia das empresas”.

EXPERIÊNCIA

A oferta de experiências minimiza a “dor de pagar”, aumenta o tempo passado em loja e estimula o envolvimento emocional. Por exemplo, a integração estratégica de equipamentos touch e multimédia em espaços comerciais e vitrines para oferecer experiências imersivas ou o desenvolvimento de lojas mais confortáveis em linha com o arquétipo do lar para ajudar a reduzir o stress.

AVERSÃO À PERDA

Diz respeito à tendência de os indivíduos serem mais afetados pelas perdas do que pelos os ganhos. A satisfação de se obter determinado ganho é menor do que sofrimento da perda equivalente. “Um indivíduo prefere não perder €100 do que ganhar €100”

FORMAÇÃO ICN
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LESS IS MORE

O processo de tomada de decisão é mais do que nunca

influenciado pelos milhões de estímulos. Simplificar

o processo permite efetivar vendas. Por exemplo,

na zona do talho exibir uma imagem com os vários tipos de corte da carne e fornecer receitas para a sua confeção.

PROVA SOCIAL

Os indivíduos procuram a identificação junto de pares/

tribos para validar as suas escolhas comportamentais.

“Este conceito indica que existe a necessidade de validar

as minhas escolhas junto de outros consumidores, de

modo a que me sinta bem com elas e, caso algo corra menos bem, sinta que não sou o único. Tendemos

a sofrer do efeito do falso consenso, aliando-nos a pessoas que pensam de forma idêntica à nossa e rejeitando as que pensam de maneira diferente”.

As marcas devem por isso criar touchpoints e momentos através dos quais os clientes possam reunir, validar e partilhar as experiências de utilização dos produtos e serviços.

AROMAS COM SENTIDO

Segundo um estudo feito por uma marca desportiva, 84% das pessoas mostraram-se dispostas a pagar mais 10 dólares quando um par de sapatilhas tinha associado um aroma agradável. A utilização de fragrâncias personalizadas aumenta em 15% o tempo de permanência em loja.

TELL ME A STORY

Ativar memórias, deixar pistas de priming, surpreender, excitar, despertar o sorriso e a reflexão.

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GRÁTIS
NA INSCRIÇÃO
O Master Course em Neurociência Aplicada ao Consumo
visa a capacitação de uma nova geração de profissionais
do consumo e das áreas adjacentes que possuam
competências e capacidades para trabalhar as diversas
componentes que pertencem à esfera do consumo,
através de uma base científica, capazes de perceber
o
consumidor (o elo central de enredo envolvido no
consumo) na sua plenitude, pesquisando as origens
do seu comportamento, das suas ações, pensamentos,
reações, atitudes, decisões, necessidades e desejos, ou
seja, o cérebro e o corpo humano.
Os participantes terão acesso a conteúdos de
elevado valor científico, troca de conhecimentos e
experiências com os melhores profissionais, com aulas
em “Laboratório”, visitas e descobertas a laboratórios
nacionais, coolhunting em temas como as Tendências,
Design ou Arquitectura ou ainda experiências e testes
com equipamentos de neurociência, desde de EEG a Eye
Tracking, e muitas outras surpresas a descobrir.
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