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Universidade Federal do Paraná 25/08/2017

Departamento de Construção Civil


Professor José Lucas Sobral Marques

MECÂNICA DAS ESTRUTURAS II


REVISÃO E INTRODUÇÃO
Prof.º Msc José Lucas Sobral Marques

SETOR DE TECNOLOGIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

INTRODUÇÃO
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• Estudo das estruturas hiperestáticas

Três condições básicas:


• Condições de equilíbrio;
• Condições de compatibilidade entre deslocamentos e
deformações;
• Leis constitutivas dos materiais.
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Professor José Lucas Sobral Marques

CONDIÇÕES BÁSICAS
• Modelo estrutural precisa representar adequadamente o
comportamento real, para isso existem algumas condições
matemáticas:
 Condições de equilíbrio
Hipótese de pequenos deslocamentos  equilíbrio para condição
indeformada (análise de primeira ordem)
 Condições de compatibilidade entre deslocamentos e deformação
A estrutura ao se deformar deve permanecer contínua. Não tem
relação com a resistência dos materiais.
 Condições sobre o comportamento dos materiais.
Material trabalha em regime elástico linear.

DEFORMAÇÕES
• Deformação axial:

𝜀 =

Martha, 2010

𝜀 é a deformação normal na direção longitudinal devido ao


efeito axial
 𝑑𝑢 é o deslocamento relativo interno de um elemento
infinitesimal da barra
 𝑑𝑥 éo comprimento original de uma elemento infinitesimal da
barra

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DEFORMAÇÕES
• Deformações normais por flexão

𝑑𝑣
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𝜃=
𝑑𝑥
−𝛿 −𝑑𝜃 −𝑑 𝑣
𝜀 = →𝜀 = 𝑦 →𝜀 = 𝑦
𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑 𝑣
1 𝑑𝑥
=
𝑑𝜃 1 −𝑦 1 −𝑑 𝑣 𝜌
𝑑𝑣
= → 𝜀 = → = 1+
𝑑𝑥
𝑑𝑥 𝜌 𝜌 𝜌 𝑑𝑥

DEFORMAÇÕES
• Distorção por efeito cortante

𝛾 =

Martha, 2010
 𝛾 é a distorção d cisalhamento por efeito cortante
 𝑑h é o deslocamento transversal relativo interno de um
elemento infinitesimal.

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DEFORMAÇÕES
• Distorção por torção

𝛾 = 𝑟

Martha, 2010

 𝛾 é a distorção d cisalhamento por efeito de torção


 𝑑𝜑 é a rotação relativa por torção de um elemento infinitesimal.
 r é o raio que define a posição de um ponto no interior da seção
circular

DEFORMAÇÕES
• Deslocamento relativos interno provocados por variação de
temperatura
1. Aquecimento uniforme

𝑑𝑢 = 𝛼 𝑇 𝑑𝑥

Martha, 2010
2. Aquecimento das fibras inferiores e resfriamento fibras superiores

𝛼 2𝑇 𝑑𝑥
Martha, 2010

𝑑𝜃 =

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DEFORMAÇÕES
• Deslocamento relativos interno provocados por variação
de temperatura genérica
1. 𝑑ℎ = 0
2. Temperatura varia linearmente ao longo da altura da seção
transversal (ATi e ATs)  seções permanecem planas
3. O deslocamento axial relativo interno devido variação de
temperatura 𝑑𝑢 corresponde ao alongamento ou
encurtamento da fibra que passa pelo CG  interpolação

𝑑𝑢 = 𝛼 ∆𝑇 𝑑𝑥

𝛼 ∆𝑇 − ∆𝑇 𝑑𝑥
𝑑𝜃 =

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EQUILIBRIO ELEMENTO
INFINITESIMAL
𝑑𝑁
𝐹 = 0 → 𝑑𝑁 + 𝑝 𝑥 𝑑𝑥 = 0 → = −𝑞(𝑥)
𝑑𝑥

𝑑𝑄
𝐹 = 0 → −𝑑𝑄 + 𝑞 𝑥 𝑑𝑥 = 0 → = 𝑞(𝑥)
𝑑𝑥

𝑑𝑥 𝑑𝑀 𝑑 𝑀
𝑀 = 0 → 𝑑𝑀 − 𝑄 + 𝑑𝑄 𝑑𝑥 + 𝑞 𝑥 =0 → =𝑄 𝑥 → = 𝑞(𝑥)
2 𝑑𝑥 𝑑𝑥

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EQUILÍBRIO ENTRE TENSÕES E


ESFORÇOS INTERNOS

Martha, 2010

 Esforço normal 
∫ 𝜎 𝑑𝐴 = 0 → 𝑁 = ∫ 𝜎 𝑑𝐴 → 𝑁 = 𝜎 𝐴

 Flexão ∫ 𝜎 𝑑𝐴 = 0 → 𝑀 = ∫ −𝑦 𝜎 𝑑𝐴

 Cisalhamento Q=∫ 𝜏 𝑑𝐴 → 𝑄 = 𝜏
 𝜏 é a componente da tensão cisalhante pontual na direção y
 𝜏 tensão de cisalhamento média
 Χ é o fator de forma que define a área efetiva para cisalhamento 12

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EQUILÍBRIO ENTRE TENSÕES E


ESFORÇOS INTERNOS

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 Torção 𝑇 = ∫ → × → 𝑑𝐴

 𝑇 é momento torçor
 → é o raio de um ponto
 → é a tensão de cisalhamento pontual por efeito de torção
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DESLOCAMENTOS INTERNOS
RELATIVOS

• Os esforços internos representam resultantes de tensões


internas integradas ao longo da seção;
• O modelo matemático adotado para o comportamento de
barras permite que as deformações tenham representações
integrais no nível de seção transversal. Essas representações
têm significado físico e são chamadas de deslocamentos
relativos internos.
• 𝑑u é o deslocamento axial relativo interno de um elemento infinitesimal da
barra
• 𝑑𝜃 é a rotação relativa interna por flexão de uma elemento infinitesimal da
barra
• 𝑑ℎ é deslocamento transversal relativo interno de um elemento infinitesimal
da barra
• 𝑑𝜑 é a rotação relativa interna por torção de um elemento infinitesimal da
barra
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DESLOCAMENTOS INTERNOS
RELATIVOS

1. Deslocamento axial relativo interno


𝑑𝑢
𝑁=𝜎 𝐴=𝐸 𝜀 𝐴 →𝑁=𝐸 𝐴
𝑑𝑥

𝑁
𝑑𝑢 = 𝑑𝑥
𝐸 𝐴

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DESLOCAMENTOS INTERNOS
RELATIVOS

2. Rotação relativa interna por flexão


𝑑𝜃
𝑀= −𝑦 𝜎 𝑑𝐴 = −𝑦 𝐸 𝜀 𝑑𝐴 = −𝑦 𝐸 − 𝑦 𝑑𝐴
𝑑𝑥
𝑑𝜃
∴𝑀=𝐸 𝐼
𝑑𝑥

𝑀 1 𝑀
𝑑𝜃 = 𝑑𝑥 → =
𝐸 𝐼 𝜌 𝐸 𝐼

Martha, 2010

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DESLOCAMENTOS INTERNOS
RELATIVOS

3. Deslocamento transversal relativo interno


𝐴 𝐴 𝑑ℎ 𝐴
𝑄=𝜏 =𝐺 𝛾 =𝐺
χ χ 𝑑𝑥 χ

𝑄
𝑑ℎ = χ 𝑑𝑥
𝐺 𝐴

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DESLOCAMENTOS INTERNOS
RELATIVOS

4. Rotação relativa interna por torção


𝑑𝜑
𝑇= 𝜏 𝑟 𝑑𝐴 = 𝐺 𝛾 𝑟 𝑑𝐴 = 𝐺 𝑟 𝑟 𝑑𝐴
𝑑𝑥
𝑑𝜑
∴𝑇=𝐺 𝐽
𝑑𝑥

𝑇
𝑑𝜑 = 𝑑𝑥
Martha, 2010

𝐺 𝐽

 𝜏 é a tensão de cisalhamento pontual por torção


 𝛾 é a distorção de cisalhamento por efeito de torção
 𝐽 é o momento de inércia polar
 𝐽 é o momento de inércia a torção 19

Viaduto de Millau, França 20

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TEORIA DAS VIGAS DE


NAVIER

Hipóteses Básicas
• Deslocamentos são pequenos em relação às dimensões da seção
transversal;
• Despreza-se deformações por cisalhamentos (barras longas,
isto é, comprimento >>> altura da seção)
• Seções transversais permanecem planas e normais ao eixo da
barra quando esta se deforma (Hipótese de Bernoulli)
• Material tem comportamento elástico linear (Lei de Hooke)

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TEORIA DAS VIGAS DE


NAVIER

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