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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE

RISCOS AMBIENTAIS

PREVISTO NA NR-09

(Cambuí-MG)
Setembro de 2018
EMPRESA: PAUL STRICKER COMERCIO DE MERCADORIAS EM GERAL LTDA
Data da Emissão (Elaboração) Data da Revisão (Vencimento)
29/09/2018 29/09/2018

ÍNDICE

I. IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO.................................................................................................... 03

II. CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA.............................................................................................................. 04

III. INTRODUÇÃO................................................................................................................ ..................................... 05

IV. DESENVOLVIMENTO DO PPRA.................................................................................................................... 06

V. DAS MEDIDAS DE CONTROLE................................................................................................... ................... 06

VI. DO NÍVEL DE AÇÃO.......................................................................................................... ............................... 06

VII. REGISTRO E DIVULGAÇÃO DE DADOS..................................................................................................... 06

VIII. AVALIAÇÃO DO PROGRAMA..................................................................................................... ................... 07

IX. DAS RESPONSABILIDADES..................................................................................................... ....................... 07

X. METODOLOGIA E EQUIPAMENTOS........................................................................................................... 07

XI. ELEMENTOS GERENCIAIS DO PPRA.......................................................................................................... 10

XII. ANTECIPAÇÃO E RECONHECIMENTO DOS RISCOS............................................................................................... 13

XIII. RESULTADO DAS AVALIAÇÕES................................................................................................................... 16

XIV. CRONOGRAMA DE AÇÃO - PLANEJAMENTO ANUAL .......................................................................... 18

XV. POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE................................................................................................... ......................... 19

XVI. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPI’S......................................................................... 19

XVII. DAS RESPONSABILIDADES............................................................................................................................ 25

XVIII. CONSIDERAÇÕES FINAIS...................................................................................................... ......................... 26

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I - IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA

RAZÃO SOCIAL: PAUL STRICKER COMERCIO DE MERCADORIAS EM GERAL LTDA

NOME FANTASIA: ********

CNPJ: 15.376.517/0002-38

CNAE: 46.89-3-99

Grau de Risco: 1

ATIVIDADE ECONÔMICA PRINCIPAL: Comércio atacadista especializado em outros produtos intermediários não
especificados anteriormente

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS SECUNDÁRIAS


46.49-4-02 - Comércio atacadista de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico
46.49-4-99 - Comércio atacadista de outros equipamentos e artigos de uso pessoal e doméstico não especificados
anteriormente
47.53-9-00 - Comércio varejista especializado de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo
47.61-0-03 - Comércio varejista de artigos de papelaria
47.63-6-01 - Comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos
47.81-4-00 - Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios

Nº de empregados: 55

Endereço: AV DO CARMO, 746


Município: Cambuí Estado: Minas Gerais
CEP: 37.600-000
Telefone: (35) 3431-1951

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II- CARACTERÍSTICA DA EMPRESA

O presente relatório visa apresentar a FALOG TRANSPORTES E SERVICOS EIRELI,


referente às Condições Ambientais obtidos nas áreas onde são exercidas as atividades da Empresa,
segundo a Norma Regulamentadora 09 (NR 09) da Portaria 3.214/78 de 08/06/78 do Ministério do
Trabalho, com nova redação pela Portaria n. º 25 de 29/12/94, (DOU de 30/12/94), republicada no
dia 25/02/95 que institui o PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.
Esta Norma Regulamentadora estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por
parte de todos os empregadores, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, visando
a Preservação da Saúde e Integridade Física dos trabalhadores, através da antecipação,
reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou
que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente
e dos recursos naturais, concentração ou intensidade e tempo de exposição.
Este programa constitui a base de dados necessários para a elaboração e desenvolvimento do
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO, previsto pela Norma
Regulamentadora 07 (NR 07).
É importante salientar que a partir da elaboração do presente programa a Empresa deverá adotar
como conduta, um plano de ação e execução de medidas de controle de riscos nele apresentados,
oferecendo total apoio para que o PPRA seja um instrumento de Prevenção de Riscos Ambientais.

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III - INTRODUÇÃO

Este Programa foi elaborado de acordo com as diretrizes da nova redação da NR-9,
estabelecida pela Portaria SSMT 25 / 94 (de 29.12.94, DOU de 30.12.94, republicada em 15.02.95)

O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo de
preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com as demais
normas de Segurança e Medicina do Trabalho, em particular com o Programa de Controle Médico
da Saúde Ocupacional - PCMSO.

Seu objetivo é fornecer parâmetros legais e técnicos considerando a proteção do meio


ambiente e dos recursos naturais, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente
controle da ocorrência dos Riscos Ocupacionais existentes ou que venham a existir no ambiente de
trabalho.

Neles estão descritas informações sobre: características de cada setor do estabelecimento,


máquinas e equipamentos instalados, funções exercidas e trabalhadores expostos, caracterização das
atividades desenvolvidas, medidas de controle e proteção utilizadas, reconhecimento e avaliações
dos riscos ambientais existentes, bem como, observações e recomendações pertinentes.

Para efeito desta NR consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e


biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou
intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.

Consideram-se agentes físicos diversas formas de energia a que possam estar expostos os
trabalhadores, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações
ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infra-som e o ultra-som.

Consideram-se agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam


penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas,
gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser
absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.

Consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários,


vírus, entre outros.

A empresa deverá definir o responsável pelo desenvolvimento do PPRA, assegurando uma


liderança administrativa eficaz na condução do programa, para que venha atingir os objetivos
propostos.

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IV - DESENVOLVIMENTO DO PPRA
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá incluir as seguintes etapas:

a) antecipação e reconhecimento dos riscos;


b) estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;
c) avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
d) implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
e) monitoramento da exposição aos riscos;
f) Registro e divulgação dos dados.

V– DAS MEDIDAS DE CONTROLE


Deverão ser adotadas as medidas necessárias e suficientes para a eliminação, a minimização
ou controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes
situações: identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde; constatação, na fase de
reconhecimento, de risco evidente à saúde; quando os resultados das avaliações quantitativas da
exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites previstos na NR-15 ou, na ausência
destes, os valores dos limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH – American
Conference of Governmental Industrial Higyenists, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em
negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais
estabelecidos; quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre
danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos.

VI – DO NÍVEL DE AÇÃO
Para os fins desta NR consideram-se níveis de ação o valor acima do qual devem ser
iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes
ambientais ultrapassem os limites de tolerância. As ações devem incluir monitoramento periódico
da exposição, a informação aos trabalhadores e o controle médico.
Deverão ser objeto de controle sistemático as situações que apresentem exposição
ocupacional acima dos níveis de ação, conforme indicado:
- Para agentes químicos a metade dos limites de exposição ocupacional acima dos níveis de
ação, de acordo com a legislação prevista; para o ruído, a dose de 0,5 (dose superior a 50%),
conforme critério estabelecido na NR-15, anexo 1, item 6.

VII - REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS


As informações técnicas e administrativas, tais como: Laudos Ambientais, Mapas de Risco,
relação de funcionários expostos a agentes nocivos com as respectivas funções e setores, bem como
outros dados pertinentes deverão permanecer disponíveis para consulta pela CIPA, trabalhadores e
demais interessados, como também, para eventual fiscalização pelas autoridades competentes, por
período mínimo de 20 anos.

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VIII - AVALIAÇÃO DO PROGRAMA


Desde já salienta-se que deverá ser feita análise global do Programa, pelo menos
anualmente, para avaliar seu desenvolvimento e, eventualmente, estabelecer novas metas e
prioridades.
Conforme estipula a NR-9, o Programa será analisado anualmente, ocasião em que as
observações servirão para definir o PPRA do ano seguinte, ou em prazos menores conforme comitê
gestor PPRA.

IX - DAS RESPONSABILIDADES
Do empregador:
I - estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade
permanente da empresa ou instituição;

Dos trabalhadores:
I- colaborar a participar na implantação e execução do PPRA;
II - seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA;
III - informar ao seu superior hierárquico direto ocorrências que, a seu julgamento, possam
implicar riscos à saúde dos trabalhadores.

X - METODOLOGIA E EQUIPAMENTOS

1 - NÍVEIS DE ILUMINAMENTO

As medições dos níveis de iluminamento são executadas no campo de trabalho onde se


realiza a tarefa visual. Quando não puder ser definido o campo de trabalho, este será um plano
horizontal a 0,75 m do piso, em pontos considerados representativos das condições de
iluminamento do ambiente.
Os níveis de iluminamento foram avaliados nos locais de trabalho durante suas atividades
normais e habituais.
Usando como critério de interpretação a comparação dos valores obtidos nos locais de
trabalho, com os níveis mínimos exigidos de iluminamento em lux, recomendados por tipo de
atividade realizada, de acordo com o item 17.5.3.3. Na NR-17 -”ERGONOMIA”, onde os níveis
são estabelecidos na NBR 5413, norma brasileira registrada no INMETRO.
A Iluminação deixou de ser agente insalubre de acordo com a Portaria n.º 3751 de
23.11.1990.
Na realização das avaliações dos níveis de Iluminamento foi utilizado o seguinte
instrumental:

Modelo: LD 204
Marca: INSTRUTHERM

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2 - NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA

Os níveis de ruído CONTÍNUO ou INTERMITENTE são medidos em decibéis - dB, com o


instrumento de medição devidamente calibrado, operando no circuito de compensação “A” e
circuito de resposta LENTA (slow). As leituras foram efetuadas próximas ao ouvido do funcionário.

Os níveis de ruído de IMPACTO são medidos em decibéis - dB, com o instrumento de


medição devidamente calibrado, operando no circuito de compensação “C” e circuito de resposta
RÁPIDA (fast). As leituras foram efetuadas (na altura da zona auditiva) próximas ao ouvido do
funcionário.

Usando como critério de interpretação a comparação dos níveis de pressão sonora obtidos
nos locais de trabalho, com os níveis máximos estabelecidos pela legislação brasileira (anexo 1 e 2
da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTb.), em função do tempo de exposição.

A Legislação Brasileira considera como prejudiciais à saúde as atividades que implicam em


exposições a níveis de ruído acima dos Limites de Tolerância fixados nos anexos 1 e 2 da NR-15 da
Portaria 3214/78 do MTb. de 08.06.1978.

1. Entende-se por Ruído Contínuo ou Intermitente, para os fins de aplicação de Limites de


Tolerância, o ruído que não seja ruído de impacto.
2. Os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em decibéis (dB) com
instrumento de nível de pressão sonora operando no circuito de compensação "A" e circuito de
resposta lenta (SLOW). As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador.
3. Os tempos de exposição aos níveis de ruído não devem exceder os limites de tolerância fixados
no Quadro deste anexo.
4. Para os valores encontrados de nível de ruído intermediário será considerada a máxima
exposição diária permissível relativa ao nível imediatamente mais elevado.
5. Não é permitida exposição a níveis de ruído acima de 115 dB(A) para indivíduos que não estejam
adequadamente protegidos.
6. Se durante a jornada de trabalho ocorrer dois ou mais períodos de exposição a ruído de
diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados.
7. As atividades ou operações que exponham os trabalhadores a níveis de ruído, contínuo ou
intermitente, superiores a 115 dB(A), sem proteção adequada, oferecerão risco grave e iminente.

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TABELA DE LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO OU


INTERMITENTE

NIVEL DE PRESSÃO SONORA-NPS dB (A) Máxima exposição diária


85 8 horas
86 7 horas
87 6 horas
88 5 horas
89 4 horas e 30 minutos
90 4 horas
91 3 horas e 30 minutos
92 3 horas
93 2 horas e 40 minutos
94 2 horas e 15 minutos
95 2 horas
96 1 hora e 45 minutos
98 1 hora e 15 minutos
100 1 hora
102 45 minutos
104 35 minutos
105 30 minutos
106 25 minutos
108 20 minutos
110 15 minutos
112 10 minutos
114 8 minutos
115 7 minutos

Na realização das avaliações de ruído foi utilizado o seguinte Instrumental:

Marca: RS
Modelo: 332055

3 - EXPOSIÇÕES AO CALOR
Reconhecimento e inspeção realizado no local de trabalho de acordo com o anexo 3 da NR-15 da
Portaria 3214/78 do MTE

4 - AGENTES QUÍMICOS
Reconhecimento e inspeção realizado no local de trabalho de acordo com o anexo 13 da
NR-15 da Portaria 3214/78 do MTE.

5 - AGENTES BIOLÓGICOS
Reconhecimento e inspeção realizado no local de trabalho (avaliação qualitativa) de acordo
com o anexo 14 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTE, e conforme recomendações da ACGIH e o
bom senso.

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6 - UMIDADE
Reconhecimento e inspeção realizado no local de trabalho de acordo com o anexo 10 da
NR-15 da Portaria 3214/78 do MTE.
7 - FRIO
Reconhecimento e inspeção realizado no local de trabalho de acordo com o anexo 09 da
NR-15 da Portaria 3214/78 do MTE.
8 – RADIAÇÕES IONIZANTES
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as normas do
CNEN 1988.
9 – RADIAÇÕES NÃO-IONIZANTES
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as
recomendações da ACGIH.
10 – CAMPOS MAGNÉTICOS
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as
recomendações da ACGIH.
11 – VIBRAÇÕES
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as
recomendações da ACGIH.
12 – CAMPOS ELÉTRICOS
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as
recomendações da ACGIH.

XI - ELEMENTOS GERENCIAIS DO PPRA


1. ORGANIZAÇÃO

1.1 O PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais tem a seguinte estrutura:

1.1.1 Documento-base, que é o elemento gerenciador do programa e contém os seguintes aspectos


estruturais:
Primeiro planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;
Estratégia e metodologia de ação;
Forma de registro, manutenção e divulgação dos dados;
Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do programa.
Responsabilidades;
Articulação com outros programas.

1.1.2 Desenvolvimento, fase onde ocorre a implantação do programa e inclui as seguintes etapas:
Antecipação e reconhecimentos dos riscos;
Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;
Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
Monitoramento da exposição aos riscos;
Registro e divulgação dos dados.

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Na medida em que forem executadas as etapas do desenvolvimento, serão gerados relatórios que
serão anexados ao documento-base, formando um conjunto, que é dinâmico, e que é denominado de
PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

2. RESPONSABILIDADES

RESPONSÁVEL PELO SESMT


Elaborar o PPRA e oferecer suporte técnico, de acordo com a solicitação da empresa.

EMPREGADOR
Implementar e cumprir o que foi planejado para o PPRA.
Nomear pessoa responsável para condução do programa (coordenador).

EMPREGADOS
Colaborar na implementação do PPRA.
Seguir as orientações recebidas nos treinamentos.
Informar aos superiores dos riscos existentes no ambiente de trabalho.

INTEGRAÇÃO
INTERNA

Todas as informações dos riscos ambientais serão discutidas com A CIPA, com a finalidade de
otimizar o conjunto de exames e acompanhamentos necessários para a adequada avaliação de saúde
dos trabalhadores. Paralelamente, os principais desvios encontrados na avaliação anteriormente
citada, fornecerão indicações de prováveis áreas de riscos, por isso o coordenador do PPRA deverá
ser informado, preservado os preceitos da ética médica.

EXTERNA

O PPRA estará disponível para as autoridades competentes, trabalhadores interessados ou seus


representantes.

3. METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO, RECONHECIMENTO E


AVALIAÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
Antecipação
A Antecipação dos riscos ambientais será efetuada através da avaliação e estudo de todas as
modificações e novos projetos que venham a ocorrer no ambiente de trabalho. Esta avaliação deverá
ser feita com enfoque nos riscos ocupacionais e envolver uma pessoa com conhecimento técnico
sobre o assunto. O responsável da empresa deverá assegurar que toda modificação e/ou novo
projeto a ser implantado seja avaliado preliminarmente com relação aos riscos potencialmente
presentes.
Reconhecimento
O reconhecimento e identificação dos riscos ambientais requerem a aplicação de uma ferramenta
específica que auxilia a sistematizar os riscos no ambiente de trabalho e apresenta como resultado

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as prioridades de controle ambiental do ponto de vista técnico. Para elaboração do reconhecimento


são realizados a caracterização dos seguintes itens:

4. Relação Ambiente de Trabalho X Riscos Ambientais


Procura-se estudar o ambiente de trabalho, junto com a descrição do processo operacional para se
identificar as possíveis operações unitárias e os locais com potencial de exposição crítica.

5. Força de Trabalho
Tem o objetivo de estudar como os trabalhadores se relacionam com o processo industrial e com os
agentes presentes neste processo, quais são as atividades executadas por essas pessoas, com qual
freqüência e duração.

6. Agentes de Risco presentes no Ambiente de Trabalho

Conhecer com detalhes as características toxicológicas e as conseqüências sobre exposição


associada a cada um dos agentes presentes no ambiente de trabalho.
Após caracterização dos três elementos primordiais do reconhecimento, “o trabalhador”, “o agente”
e “o ambiente”, são agrupados os empregados de acordo com a homogeneidade de exposição, para
depois ser realizada a análise qualitativa e a priorização de ações e/ou avaliações, seguindo os
seguintes procedimentos:
GRADUAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

Nível 1 Exposição Desprezível (insignificante)


Nível 2 Exposição Pequena (infreqüente a níveis baixos)
Nível 3 Exposição Moderada (freqüente a níveis baixos)
Nível 4 Exposição Significante (freqüente a níveis altos)
Nível 5 Exposição Excessiva (freqüente a níveis muito altos)

GRADUAÇÃO DOS EFEITOS

GENÉRICA
1 Efeitos adversos reversíveis subclínicos ou leves
2 Efeitos adversos reversíveis de moderado a severo
3 Efeitos adversos irreversíveis
4 Efeitos adversos que causam risco de vida

AGENTES QUE ATUAM POR CONTATO


1 Efeitos adversos reversíveis subclínicos ou leves
2 Efeitos adversos reversíveis de moderado a severo
3 Efeitos adversos irreversíveis
4 Efeitos adversos que causam risco de vida

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ANÁLISE QUALITATIVA E PRIORIZAÇÃO

A priorização dos riscos identificados determina a necessidade das avaliações quantitativas de


agentes no ambiente de trabalho e das medidas de controle de exposição ambiental, que é resultado
do trabalho referido no item anterior e também estará descrita em cada relatório anual de
identificação, antecipação, reconhecimento e avaliação qualitativa de risco.
QUANTIFICAÇÃO DE RISCOS

O relatório anual de Identificação, antecipação, reconhecimento e avaliação qualitativa de riscos


mostram quais agentes, situação, tarefas e/ou grupos que necessitam de avaliação quantitativa.
A metodologia utilizada nesta avaliação, os equipamentos e os resultados e julgamentos destes,
serão registrados no relatório anual de avaliação quantitativa de riscos.
5.5 IDENTIFICAÇAO DE GHEs – GRUPOS HOMOGÊNEOS DE EXPOSIÇÃO
Após a efetivação dos itens anteriores, serão definidos os GHEs – grupos Homogêneos de
Exposição, que servirá de critério para o monitoramento biológico a ser realizado no PCMSO, em
vistas dos critérios de setores e funções serem inadequados e danosos à saúde ocupacional dos
trabalhadores.

6. REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DADOS

Documento-base, manutenção e Registro de Dados

O SESMT fornecerá cópias de todos os documentos e relatórios à empresa, que deverá mantê-los
em arquivo por período mínimo de 20 (vinte) anos. Em caso de identificação de riscos com
radiações ionizantes, o prazo acima se eleva para 75 anos.
Todos os documentos relacionados ao PPRA deverão estar disponíveis aos trabalhadores
interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes.
O presente documento-base e suas alterações e complementações deverão ser apresentados e
discutidos na CIPA, sendo uma cópia anexada ao livro de atas dessa comissão.

7. PERIODICIDADE E AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS


AMBIENTAIS

O PPRA deverá ser avaliado anualmente com o objetivo de medir a eficácia do programa
observando se foram cumpridas todas as metas descritas no planejamento anual e se as medidas de
controle adotadas realmente eliminaram, neutralizaram ou reduziram os riscos e/ou se houve o
aparecimento de novos riscos no ambiente de trabalho.

8. COMITÊ GESTOR DO PPRA

O comitê gestor será composto da CIPA ou responsável pela NR5, do SESMT ou responsáveis e da
GERÊNCIA da empresa.

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XII - ANTECIPAÇÃO E RECONHECIMENTO DOS


RISCOS/AVALIAÇÕES AMBIENTAIS

ANÁLISE E RECONHECIMENTO DAS FUNÇÕES


SETOR: ADMINISTRATIVO
FUNÇÃO: ASSISTENTE ADMINISTRATIVO
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE

 Atender fornecedores e clientes;


 Emitir notas fiscais;
 Tratar documentos variados, cumprir todo procedimento necessário referente aos mesmos;
 Executar outras atividades correlatadas do setor designadas pela chefia imediata

AMBIENTE DE TRABALHO

Local: INTERNO
Ruído: 68 db (medição instantânea)
Iluminação: NATURAL E ARTIFICIAL

AGENTES AMBIENTAIS
MEDIDAS DE
AGENTES INDENTIFICAÇÃO DO CARACTERIZAÇÃO FONTES
CONTROLE
AMBIENTAIS RISCO DA EXPOSIÇÃO GERADORAS
EXISTENTE
FÍSICO - - - -
QUÍMICO - - - -
BIOLOGICO - - - -

Movimento repetitivo Ambiente de Pausas pra


ERGONOMICO Postura inadequada
Eventual
trabalho descanso

MEDIDAS DE CONTROLE EXITENTES

- Pausas para descanso

EPI DE USO OBRIGATÓRIO

Não foi encontrado a necessidade do uso de epi

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ANÁLISE E RECONHECIMENTO DAS FUNÇÕES


SETOR: PRODUÇÃO
FUNÇÃO: MOTORISTA
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE

 Auxiliar na carga e descarga do veiculo;


 Dirigir caminhão;
 Conferir Notas fiscais;
 Conferir as entregas das mercadorias;
 Zelar pela conservação e manutenção do veículo.

AMBIENTE DE TRABALHO

Local: INTERNO
Ruído: 78 db (medição instantânea)
Iluminação: NATURAL E ARTIFICIAL

AGENTES AMBIENTAIS
MEDIDAS DE
AGENTES INDENTIFICAÇÃO DO CARACTERIZAÇÃO FONTES
CONTROLE
AMBIENTAIS RISCO DA EXPOSIÇÃO GERADORAS
EXISTENTE
Maquinas de costura Uso de protetor
FÍSICO Ruído Permanente
e de corte auricular
QUÍMICO - - - -
BIOLOGICO - - - -

Ambiente de Pausas pra


ERGONOMICO Postura inadequada Eventual
trabalho descanso

MEDIDAS DE CONTROLE EXITENTES

- Pausas para descanso

EPI DE USO OBRIGATÓRIO

O uso de sapato de segurança é obrigatório em todas as funções.

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ANÁLISE E RECONHECIMENTO DAS FUNÇÕES


SETOR: PRODUÇÃO
FUNÇÃO: ENCARREGADO DE PRODUÇÃO
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE

 Operar máquinas de costura;


 Dispor a peça em posição e local apropriados, afim de prepara -lá para ser cortada;
 Coser as diferentes partes da peça, utilizando máquinas e outros instrumentos apropriados, para
confeccionar os diversos tipos de produtos.
 Coordenar a produção e avaliar a qualidade dos produtos acabados

AMBIENTE DE TRABALHO

Local: INTERNO
Ruído: 78 db (medição instantânea)
Iluminação: NATURAL E ARTIFICIAL

AGENTES AMBIENTAIS
MEDIDAS DE
AGENTES INDENTIFICAÇÃO DO CARACTERIZAÇÃO FONTES
CONTROLE
AMBIENTAIS RISCO DA EXPOSIÇÃO GERADORAS
EXISTENTE
Maquinas de costura Uso de protetor
FÍSICO Ruído Permanente
e de corte auricular
QUÍMICO - - - -
BIOLOGICO - - - -

Movimento repetitivo Ambiente de Pausas pra


ERGONOMICO Postura inadequada
Eventual
trabalho descanso

MEDIDAS DE CONTROLE EXITENTES

- Pausas para descanso

EPI DE USO OBRIGATÓRIO

Protetor auricular em todas atividades;

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XIII - RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES


AGENTES ERGONÔMICOS

1 - NÍVEIS DE ILUMINAMENTO

Diversos postos de trabalho avaliados podem não atingir os mínimos recomendados pela
legislação vigente (NBR 5413 da ABNT).

Fatores que devem ser considerados, de modo em geral, para obtenção de uma iluminação
adequada:
a. Providenciar a imediata reposição das lâmpadas queimadas e/ou danificadas.
b. Realizar limpeza periódica nas luminárias, janelas, vidraças, telhas translúcidas etc., evitando
acúmulo de poeira/sujeira/folhas, reduzindo o fluxo luminoso emitido.
c. Verificar luminárias danificadas ou com algum problema elétrico.
d. Mudança de layout, afim de melhorar o posicionamento de mesas, máquinas ou postos de
trabalho para aproveitamento mais adequado de iluminação já existente.
e. Aumentar a quantidade de luminárias existentes. e/ou distribuir as mesmas de modo a
proporcionar uma iluminação homogênea e uniforme, devendo ser adequada ao arranjo físico
do local, principalmente onde requer maior acuidade visual. A quantidade correta é
determinada através de projeto levando em consideração todas as variáveis que influem nos
níveis de iluminamento.
f. Instalar luminárias de maior potência, substituindo lâmpadas incandescentes, dando
preferência por lâmpadas fluorescentes.
g. As luminárias devem ser dispostas no ambiente de forma a proporcionar uma iluminação
homogênea e uniforme, devendo ser adequada ao arranjo físico do local, previamente
estabelecido (depende principalmente das características do ambiente a ser iluminado e das
atividades a serem desenvolvidas); as luminárias devem, ainda, ser localizadas de forma a não
criar sombras, ofuscamento ou contrastes nos locais onde se objetiva iluminar.
h. As soluções arquitetônicas podem prejudicar os níveis de iluminação, como se verificam nos
forros pintados com cores escuras e luminárias com anteparos de acrílico semi opaco, que
absorvem grande quantidade de luz.
i. Evitar que luminárias fiquem posicionadas em cima das prateleiras, muito comum em
almoxarifados, depósitos, arquivo morto etc., impossibilitando uma melhor iluminação.
j. Estudar a possibilidade de rebaixamento das luminárias.
l. O uso das cores tem um efeito bastante positivo no processo de iluminação do ambientes de
trabalho, podendo melhorar o nível de iluminamento com menos quantidade de luminárias e
menor potência das lâmpadas, portanto maior economia. Quanto mais claro, maior o índice de
refletância, ou seja, maior o aumento de iluminação Quanto mais claro a cor, maior o índice
de refletância, ou seja, maior o aumento de iluminação, ex.: Branco reflete praticamente
100%, amarelo 70%, verde-limão 65%, azul-claro 50%, verde escuro 20%, vermelho 17% e
preto praticamente zero. As cores das superfícies existentes nos locais de trabalho, tais como:
teto, paredes, máquinas, equipamentos, pisos, mesas de trabalho etc., devem ser escolhidas de
forma a possuírem uma refletância adequada; uma mesa de trabalho, por exemplo, não pode

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possuir uma refletância (porcentagem de luz refletida, do total incidente sobre a esta
superfície) alta, pois neste caso grande parte da luz incidente sobre as mesma seria refletida,
ofuscando a visão do trabalhador.
A pintura fosca assegura maior difusão do que a brilhante, razão pela qual é preferível quando
se pretende maior uniformidade e menos reflexos.
m. Fixar uma proteção para as lâmpadas, evitando queda as mesmas.

Os níveis de iluminamento das áreas de trabalho deverão ser corrigidos, a fim de


proporcionar aos empregados condições satisfatórias para o exercício de suas atividades.

Vantagens do bom nível de Iluminamento: aumento de produção, melhor acabamento do


trabalho, diminuição do desperdício do material, redução do número de acidentes, diminuição da
fadiga ocular e geral, maior rendimento dos indivíduos idosos e portadores de defeitos visuais,
melhor supervisão do trabalho, mais ordem, limpeza e melhor aproveitamento do espaço.

AGENTES FÍSICOS

EXPOSIÇÃO À NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA

 Os resultados das avaliações indicam que não existem exposições ao ruído abaixo do L. T.,
estabelecido pelo anexo n.º 1 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTE

EXPOSIÇÃO AO CALOR

 De acordo com o demonstrado nas tabelas de avaliações, há exposição ao Calor abaixo do L.T.

UMIDADE

 Não detectado.

FRIO

 Não detectado.

AGENTES QUÍMICOS

 Não detectado.

AGENTES BIOLÓGICOS

 Não detectado.

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XIV - CRONOGRAMA DE AÇÕES - PLANEJAMENTO ANUAL

SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET
AÇÕES
2018 2018 2018 2018 2019 2019 2019 2019 2019 2019 2019 2019 2019

01. Elaboração do PPRA. X

Fornecimento e/ou Adequação e


02.
Supervisão do uso dos EPI´s.
X X X X X X X X X X X X X

03. Reavaliação do PPRA X

04. Treinamento para representante da CIPA X X X

05. Atualização de fichas de EPI X

06. Atualização de Ordem de serviço X

04. Integração de novos colaboradores X X X X X X X X X X X X X

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XV - POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE


Não foram identificados.

XVI - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPI’S


A - FICHA DE ENTREGA DOS EPI’S

A implantação deverá ser feita através de Ordem de Serviço, informando os riscos a que os funcionários estão expostos
e suas responsabilidades no cumprimento das normas de segurança adotadas pela empresa (NR-1 - item 1.8).

A empresa deverá:
* Fornecer os EPI’s gratuitamente e notificar a entrega (vide modelo de ficha de
controle/Termo de Responsabilidade).
* Manter um fichário próprio, onde deverão ser registradas todas as substituições de EPI´s de
cada funcionário.
* Esclarecer quanto à sua necessidade e importância, educar, motivar e supervisionar.
* Caso seja constatadas resistências poderão ser aplicadas medidas disciplinares:

* ADVERTÊNCIAS VERBAL E ESCRITA


* SUSPENSÃO
* DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA.

OBSERVAÇÕES: 1.) Constatado que os funcionários não utilizam os Equipamentos de Proteção Individual, a
fiscalização poderá multar a empresa.

2.) Empresas que utilizam Serviços de Terceiros devem exigir dos prestadores, o uso dos
equipamento de segurança cabíveis. Esta obrigação poderá ser explicitada no contrato.

3.) Após o desligamento do funcionário, a ficha de controle de entrega de EPI’s deverá ser
guardada juntamente com o prontuário do funcionário, visando a comprovação da
entrega/treinamento/uso dos mesmos em eventuais reclamações trabalhistas.

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FICHA DE CONTROLE DE ENTREGA DOS EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA

(MODELO)

FICHA DE FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)

Nome do Trabalhador:__________________________________________________________________
Local de Trabalho:____________________________ Função:_________________________________
Data de Admissão:___________________________ CTPS/Série:_____________________________

TERMO DE RESPONSABILIDADE

Declaro sob minha inteira responsabilidade a guarda e conservação dos equipamentos de proteção individual
constantes nesta ficha-controle. Assumo também a responsabilidade de devolvê-los integralmente ou
parcialmente, quando solicitado, ou por ocasião de eventual rescisão de contrato, na data do respectivo aviso
de qualquer das partes.
Também estou ciente que, na eventualidade de danificar ou extraviar o equipamento por ato doloso ou
culposo, estarei sujeito ao desconto do valor em meu salário, conforme parágrafo único do art. 158 da CLT.
Também me comprometo a utilizá-los de forma correta e de acordo com as instruções de treinamento
referentes ao uso correto, guarda, conservação e higienização dos EPI, recebidas na presente data, fornecidas
por profissional Técnico de Segurança do Trabalho. Também estou ciente que a não utilização dos mesmos
em minhas atividades profissionais, é ato faltoso e passível de punições legais e disciplinares de acordo com
a Consolidação das leis do Trabalho (CLT) – Capítulo V – Seção I – Art. 158o. c/c Norma Regulamentadora
(NR) - NR-1 e NR-6, alínea 6.7, disciplinadas pela Portaria MTb. nº 3.214/78 e artigo 191, itens I e II da
CLT e súmula n. 80 do TST.
Além do referido treinamento, declaro ter recebido orientações sobre os danos da exposição ao ruído intenso,
comprometendo--me a requisitar a reposição dos EPI, caso haja necessidade, ou com a periodicidade normal
requerida.

CAMBUÍ, _____ de ___________________ de ANO.

Assinatura

Data
QTDE Tipo de E.P.I./Nº C.A. Assinatura
Entrega

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B - OBSERVAÇÕES IMPORTANTES EM RELAÇÃO AOS EPI’S - LEGISLAÇÃO

De acordo com a 6.6 da Norma Regulamentadora – NR 6 “EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO


INDIVIDUAL – EPI” da Portaria 3214 do MTb:

Os itens 6.6.1. e 6.7.1. da NR-06, prescrevem que:

“Obriga-se o empregador, quanto ao EPI, a:

a) adquirir o tipo adequado à atividade do empregado;


b) fornecer ao empregado somente EPI aprovado pelo MTA e de empresas cadastradas
no DNSST/MTA;
c) treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado;
d) tornar obrigatório o seu uso;
e) substituí-lo, imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica;
g) comunicar ao MTA qualquer irregularidade observada no EPI.

“Obriga-se o empregado, quanto ao EPI, a:

a) usá-lo apenas para a finalidade a que se destina;


b) responsabilizar-se por sua guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso;

A utilização de EPI´s, de acordo ao prescrito no item 15.4 e 15.4.1 da NR-15 da Portaria 3214/78 e
art. 191, seção IX da CLT, neutraliza o agente insalubre existente:

15.4“A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação do


pagamento do adicional respectivo”.

15.4.1. “A eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer:

a) com a adoção de medida de ordem geral que conserve o ambiente de trabalho dentro
dos limites de tolerância;

b) com a utilização de equipamento de proteção individual.

O EPI, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser colocado à venda,


comercializado ou utilizado, quando possuir o CERTIFICADO DE APROVAÇÃO – CA, expedido
pelo Ministério do Trabalho e da Administração – MTA, atendido o dispositivo no subitem 6.9.1.
(item 6.5 da Norma Regulamentadora NR-06).

OBS.: Na compra dos EPI’s a empresa deverá solicitar cópias do C.A. (Certificado de
Aprovação), C.R.F. (Certificado de Registro do Fabricante) e C.R.I. (Certificado
de Registro do Importador) de cada equipamento adquirido.

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Todo EPI deverá apresentar, em caracteres indeléveis e bem visível, o nome comercial da
empresa fabricante ou importador, e o número do C.A. (item 6.9.3. da Norma Regulamentadora
NR-06).

C- OBSERVAÇÕES IMPORTANTES EM RELAÇÃO AOS EPI’S

Adequação dos EPI´s, conforme as características ambientais dos locais de trabalho e/ou das
atividades a serem executadas:

- Calçados de proteção: contra riscos de origem mecânica; calçados impermeáveis, para


trabalhos realizados em lugares úmidos, lamacentos ou encharcados; calçados
impermeáveis e resistentes a agentes químicos agressivos; calçados de proteção contra riscos
de origem térmica; calçados de proteção contra radiações perigosas; calçados de proteção
contra agentes biológicos agressivos; calçados de proteção contra riscos de origem elétrica;

- Proteção do tronco: Aventais, jaquetas, capas e outras vestimentas especiais de proteção


para trabalhos em que haja perigo de lesões provocadas por: riscos de origem térmica, riscos
de origem radioativa, riscos de origem mecânica, agentes químicos, agentes
meteorológicos, umidade proveniente de operações de lixamento a água ou outras operações
de lavagem;

- Proteção contra chuva: Capa de PVC ou similar com capuz.

- Óculos de segurança: para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos, provenientes
de impacto de partículas, contra respingos; para trabalhos que possam causar irritação nos
olhos e outras lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos e metais em fusão; e
trabalhos que possam causar irritação nos olhos, provenientes de poeiras; trabalhos que
possam causar irritação nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de radiações
perigosas;

- Protetor Facial: proteção destinada aos olhos e da face contra lesões ocasionadas por
partículas, respingos, vapores de produtos químicos e radiações luminosas intensas.

- Protetores Auriculares: Para trabalhos realizados em locais onde há níveis elevados de


ruído ou ao utilizar ao equipamento ruidoso.

- Proteção respiratória: Para trabalhos executados em ambientes contendo aerodispersóides


sólidos, solventes e outros agentes, capazes de provocar danos à saúde do funcionário e
máscaras para soldadores nos trabalhos de soldagem e corte ao arco elétrico.

- Capacete de segurança: para proteção do crânio nos trabalhos sujeitos a: agentes


meteorológicos /trabalhos a céu aberto; impactos provenientes de quedas, proteção de
objetos ou outros; queimaduras ou choque elétrico.

- Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores: devem ser usados em trabalhos
em que haja perigo de lesão provocada por: materiais ou objetos escoriantes, abrasivos,
cortantes ou perfurantes; produtos químicos corrosivos, cáusticos, tóxicos, alergênicos,
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oleosos, graxos, solventes orgânicos e derivados de petróleo; materiais ou objetos


aquecidos; choque elétrico; radiações perigosas; frio e agentes biológicos.

- Proteção contra quedas com diferença de nível: Cinto de Segurança para trabalho em
altura superior a 2 (dois metros em que haja risco de queda; Cadeira Suspensa para trabalho
em alturas em que haja necessidade de deslocamento vertical, quando a natureza do
trabalho assim o indicar; Trava-queda de Segurança acoplado ao Cinto de Segurança ligado
a um cabo de segurança independente, para os trabalhos realizados com movimentação
vertical em andaimes suspensos de qualquer tipo.

- Operações de Soldagem: Protetor facial, máscara de soldador, luvas, macacão ou avental,


perneiras e mangote de raspa.

- Creme de Proteção para Pele: luvas às vezes, não podem ser utilizadas em virtude dos
riscos que representam para o operário, pois poderiam, com facilidade, enroscar nas
máquinas, pondo em perigo a mão do trabalhador. Nestes casos, os cremes de proteção
constituiriam medida viável e muito útil.

- Uniforme (Optativo).

- Caixa de Inspeção/Fossas: Jardineira com Botas ou Calça Botas, Luvas de Borracha cano
longo, Protetor Facial, Avental Plástico.

- Trabalho em cabines primárias: Sapatos de Segurança para Eletricista, Luvas de borracha


(Alta Tensão), Ferramentas manuais eletricamente isoladas, Varas de Manobra, Tapete de
borracha e Capacete de Segurança. OBS.: Somente pessoas com as qualificações exigidas
pela NR-10 (item 10.4.1.2.) poderão instalar operar, inspecionar ou reparar
instalações elétricas.

OBS.: Observar maiores informações/detalhamento e demais itens na legislação vigente


Norma Regulamentadora – NR 6 “EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL - EPI” , da Portaria 3214 do MTb.

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XVII - DAS RESPONSABILIDADES


A KORIN FALOG TRANSPORTES E SERVIÇOS EIRELI em conjunto com a SEGMINAS
SEGURANÇA DO TRABALHO é responsável pelo levantamento/avaliações dos riscos
ambientais determinados pela NR-09 da Portaria 3214 do MTE.

A minimização e/ou eliminação dos riscos, bem como demais recomendações registradas neste
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA são de responsabilidade, além da empresa
contratante/tomadora de serviços, das empresas contratadas, através de suas CIPAs, SESMTs e
Direção, cabendo a empresa contratante prover os recursos, tanto humanos como materiais, para a
regularização da situação, nos conformes da Cartilha de orientação ao tomador de serviços do
MTE, sendo por parte da contratada obrigatório:
 Confeccionar o PPRA, pois é obrigatório para todas as empresas, inclusive as prestadoras de
serviço e fornecedoras de mão-de-obra.
 Considerar os riscos existentes no ambiente de trabalho da empresa tomadora.

E sendo por parte da tomadora de serviços obrigatórios:


 Disponibilizar as informações necessárias ou o seu próprio PPRA para que a contratada elabore
o seu programa.
 A adoção de medidas corretivas no local de trabalho, pois é a responsável pelo ambiente de
trabalho;

Os prazos estipulados no Cronograma de Ações deste PPRA, para a minimização e/ou


eliminação dos riscos foram estipulados pela própria empresa, através de reunião do SESMT,
direção e CIPA.

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XVIII - CONSIDERAÇÕES FINAIS


Este Programa permanecerá válido por um ano enquanto forem mantidas as condições
existentes na Empresa por ocasião da vistoria. Quaisquer alterações que venham a ocorrer nas
atividades, planta física e equipamentos exigirão novas análises.

O Programa de Prevenção – PPRA foi digitado no anverso de 26 paginas, datado e assinado


na última folha.

Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessária.

Cambuí-MG, 17 de Setembro de 2018.

Rondineli Aparecido Pereira


Técnico de segurança do trabalho
SSST/MTE- 30218

KORIN COMERCIO DE ARTIGOS EM TECIDOS ESPECIAIS LTDA - ME


CNPJ: 21.522.972/0001-16

Elaborado por:

Rua: Vereador José Bueno da Silva, 461- Cambuí MG


Email: segminasconsultoria@gmail.com Telefones: (35) 98889-4988/ 99130-0351

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