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Aprenda a Trabalhar

com Mapas no
Power BI
Este guia detalha a maior parte dos mapas disponíveis
no Power BI para visualizar seus dados

Marcelo de Tarcio Oliveira


_sobre a uaiSmart

A uaiSmart oferece uma abordagem diferenciada


aos problemas relacionados à Inteligência de
Negócios (BI) para qualquer tipo de empresa ou
pessoa.

Oferecemos treinamentos, consultorias e soluções


voltadas ao gerenciamento dos seus dados, com
garantia de insights valiosos para tomadas de
decisões assertivas.

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falecom@uaismart.com

2
_sobre o eBook

Este eBook reúne as principais visualizações de


dados em Mapas disponíveis no Power BI. Também
lhe ajudará com as informações fundamentais para
preparar e visualizar dados geoespaciais.

Como aplicar esse eBook na prática?


A partir das explicações que damos nas páginas a
seguir trabalhe seus dados conforme explicamos e
utilize as visualizações tanto nativas quanto as que
podem ser baixadas pelo marketplace da Microsoft.

Caso tenha dúvidas em algum dos exemplos e visuais


explicados fale conosco pelo e-mail abaixo:
falecom@uaismart.com

Os dados utilizados nos exemplos são fictícios ou de domínio


público, facilmente encontrados na internet. Caso necessite
encontrar dados de longitude e latitude de localizações no Brasil,
recomendamos o site do IBGE para tal.

3
_índice do eBook

_introdução ................................................................................................................5

_considerações no trabalho com dados geográficos ...............................6

_porque trabalhar com os visuais de mapas no Power BI? ...................10

_categoria de dados ..............................................................................................13

_temas dos mapas .................................................................................................15

_quais são as opções de mapas no Power BI? ...........................................18

_mapas do Power BI ..............................................................................................19

_quadro de resumo ...............................................................................................32

_recomendações ....................................................................................................33

_conclusão ................................................................................................................35

4
_introdução

Os mapas são uma forma de visualização de dados que vem


sendo cada vez mais difundidos. É uma forma bastante lúdica
de ver informações de cidades, estados, países, regiões
geográficas em geral. Agrega números à visualização do
espaço, ajudando a trazer insights para o seu trabalho.

Com a evolução dos programas de análise de dados, das


tecnologias de posicionamento global (GPS), o aumento das
capacidades de armazenamento e o acesso à dados, é cada
vez mais fácil trabalhar com estas características nos
programas de BI.

Programas como Power BI podem facilmente obter, tratar,


cruzar e visualizar os dados em um mapa. Em ferramentas de
BI você não terá acesso ao nível de informação que um
profissional do ramo de sistemas de informações geográficas
(GIS) terá, mas conseguirá acesso à várias formas trabalhar
com mapas que irão funcionar bem para um uso comum.

5
_considerações no trabalho
com dados geográficos

Durante seu trabalho com dados geográficos no Power BI, há


formas de otimizar estes dados e dar uma melhor experiência
aos usuários de seus modelos. Abaixo listamos algumas dicas
para serem consideradas:

o As localizações mais precisas são mapeadas


como pontos usando latitude e longitude.
Por isso, o Power BI irá tentar transformar as
localizações em coordenadas de latitude e
longitude utilizando o Bing, que é o GIS
(Geographic Information System) da
Microsoft.
o A codificação geográfica feita pelo Power BI
não dá 100% de garantia de acuracidade.
Nomes ambíguos ou o fator de não ajustar
um campo com a categoria de dados correta
pode trazer alguns erros de localização no
mapa. Traremos mais detalhes de categorias
de dados mais a frente neste material.
o Dar o máximo de detalhes possíveis trará
mais acuracidade aos dados no seu mapa.
Assim quanto mais informações incluir para
identificar corretamente o local do qual está
falando, melhor. Exemplo: São Francisco, no
Brasil existem 3 cidades com este nome, nos
Estados Unidos também existe uma cidade
com este nome. Portanto coloque São
Francisco, MG (representando o estado no
Brasil) ao invés de colocar apenas São
Francisco.

6
_considerações no trabalho
com dados geográficos

No exemplo abaixo colocamos apenas São Francisco na


localização. O mapa buscou a cidade nos Estados Unidos:

Já se especificarmos melhor, já que queremos a cidade de São


Francisco em Minas Gerais, aí sim conseguimos o resultado:

7
_considerações no trabalho
com dados geográficos

Abaixo um quadro mostrando como é melhor definir as localizações.

Muito vago. Vai retornar a cidade de San Francisco,


São Francisco
nos Estados Unidos.
São Francisco, MG Bom, na maioria das vezes vai funcionar.
São Francisco, MG, Brasil Um pouco melhor.
Long.: -44,8613127
Melhor opção
Lat.: -15,9525638

o O tipo de Dados “Texto” é a melhor opção


para CEPs por exemplo, então não utilize o
tipo de Dados “Número Inteiro” para este
campo. Se utilizar número um CEP que
começar com 0 vai perder este zero na
conversão numérica.
No quadro abaixo vemos na prática como esta formatação do
número influencia no resultado, colocamos um CEP que começa
com 0 para demonstrar.

8
_considerações no trabalho
com dados geográficos

o Se você irá utilizar campos geográficos para


fazer relacionamento entre tabelas, é melhor
tomar alguns cuidados. Procure não utilizar
nomes de cidades ou países como base do
relacionamento, ao invés, utilize códigos
destes países (código UM M.49), por
exemplo, ou qualquer outro código
disponível, tal como o código do IBGE para
cidades.

9
_porque trabalhar com os visuais
de mapas no Power BI?

Faz sentido utilizar mapas nos relatórios do Power BI


quando se está trabalhando informações por
localidade ou quando se está comparando
desempenhos entre estas localidades. Uma resposta
geoespacial geralmente é apropriada quando a
pergunta é geoespacial.

Simplesmente se você for colocar os dados de seu


relatório num mapa com apenas as localizações, por
exemplo, saber onde estão localizados todos os
armazéns da sua empresa, apenas para ter um mapa
no relatório não traz valor nenhum. Agora se você
quer ter a quantidade de estoque de produtos em
cada um destes armazéns para controlar o fluxo entre
estes locais, aí sim, lhe trará um grande valor às suas
informações.

Quando for trabalhar com dados geográficos,


provavelmente a melhor opção seja evitar os mapas.
É uma tentação utilizar um mapa para traçar as
localizações com os dados, mas sempre considere se
a visualização de mapa é o mais apropriado para
aquela situação, se ela realmente dará sentido ao que
se quer apresentar. Às vezes os mapas podem causar
mais confusão na apresentação dos dados do que
um gráfico de barras, por exemplo.

10
_porque trabalhar com os visuais
de mapas no Power BI?

Para ilustrar, vamos considerar o exemplo abaixo, que mostra a


população mundial. Temos três formas de visualização das
mesmas informações: a população mundial por país.

Observe na esquerda a visualização por mapa, onde os pontos


representam o tamanho da população. No meio temos um mapa
de preenchimento, chamado também de Mapa Coroplético,
onde a quantidade da população é representada pelos desenhos
mais escuros ou mais claros no mapa e finalmente o gráfico de
barras, que em ordem decrescente apresenta os países por
população.

Com base nos gráficos acima, qual seria o tipo de análise a ser
feito mostrando a população por país? Para esta análise os dados
estão mais compreensíveis em qual visão?

11
_porque trabalhar com os visuais
de mapas no Power BI?

Com mais de 200 países no mundo representados na visão é


difícil avaliar as diferenças entre um e outro num gráfico de
pontos no mapa ou pela saturação de cores. Veja que China e
Índia são 2 círculos grandes no mapa de pontos ou duas áreas
escuras no mapa preenchido. Dá para notar por estes dois
gráficos que China e Índia tem as maiores populações, mas para
os outros países não dá para extrair maiores conclusões pois
visualmente as diferenças são mínimas.

Os dois mapas não ajudam a responder questões quantitativas


tais como: Quantas pessoas vivem na China em comparação com
os outros países? Já com o gráfico de barras este tipo de
informação fica mais evidente e é mais efetivo para este caso.

Enfim, não opte por utilizar mapas só porque você tem dados de
localização. É importante conhecer o suficiente dos dados para
determinar se o mapa é a melhor escolha para aquele impacto
pretendido. Ele é um recurso interessante, mas utilize com
sabedoria para que realmente cause a impressão desejada aos
destinatários de seus relatórios.

12
_categoria de dados

O Power BI tem uma série de


categoria de dados que
influencia como as informações
de localização irão aparecer no
painel de visualização. Quando
você seleciona o Campo
desejado, na lista de opções
Modelagem consta o menu
Categoria de dados.

E logo que você altera a categoria de dados do campo para um


relativo à Localização irá aparecer um ícone de um globo ao lado
do nome deste campo.

Realizar este passo de categorizar os dados de localização é de


fato importante e no exemplo a seguir demonstramos como tal
atitude ajuda a evitar confusões e erros na apresentação das
informações no mapa. Para localizações que são homônimas isto
é essencial.

Num campo que contenha o nome da localização “Goiás” e não


esteja categorizado o Power BI automaticamente irá considerar o
estado, mas caso seja a cidade que você queira mencionar ou
analisar não conseguirá sem a devida categorização dos dados.

13
_categoria de dados

Seja específico e dê o máximo de detalhes aos seus dados, na


dúvida teste a categoria de dados para os campos geográficos
descobrindo qual é a melhor para seu caso. No caso de
localizações homônimas pode ser melhor acrescentar no nome, o
estado e país, exemplo, “Goiás, GO ou São Paulo, SP” e
categorize como “Local” na lista de categoria de dados.

Para categorizar os campos relativos à Latitude e Longitude,


mude o Tipo de dados para Número Decimal ou Número
decimal fixo antes de alterar a Categoria de dados para as
respectivas categorias, escolha também em Resumo padrão a
opção Não resumir.

14
_temas dos mapas

As visualizações de Mapa e Mapa Coroplético permite os


usuários do Power BI escolher entre cinco diferentes tipos de
temas para os mapas. Já o tipo ArcGIS Maps for Power BI usa o
termo Mapa Base como terminologia para o mesmo conceito.

Os diferentes tipos de temas têm cada qual a sua vantagem.


Assim é útil aos desenvolvedores de relatórios:

o Escolher fundos que deem destaque aos


dados e não ao fundo em si.
o Escolher cores para os dados que
contrastem com o fundo.

Para mudar os temas do Mapa


e do Mapa Coroplético, com o
mapa já selecionado, clique no
ícone do rolo de pintura no
painel VISUALIZAÇÕES,
Estilos de mapa e finalmente
escolha o tema na lista
disponível Tema.

15
_temas dos mapas

Para acessar o
Mapa Base do
ArcGIS acesse a
tela de edição.
Veja ao lado
como acessar
esta tela.

Neste tipo de mapa há quatro


opções temos a Tela Cinza
Claro (padrão), Tela Cinza
Escuro, OpenStreetMap e
Ruas. Você vai notar que no
ArcGIS há uma opção de Tema
de mapa, mas não se
comportar do mesmo jeito
das opções do mapa do Bing.

A seguir veja como fica o resultado de cada um dos estilos de


mapas.

16
_temas dos mapas

17
_quais são as opções de mapas no
Power BI?

Há várias formas de trabalhar com seus dados em mapas no


Power BI, através de uma variedade de visuais. Temos tipos de
mapas nativos do Power BI e além deles temos múltiplos mapas
customizados, criados por colaboradores da Microsoft que são
disponibilizados a todos os usuários da comunidade do Power BI
pelo botão “Importar visual personalizado”.

Cada uma das escolhas tem seus pontos fortes e seus pontos
fracos e a escolha entre uma ou outra vai depender de suas
necessidades. Listaremos abaixo os visuais de mapas que
consideramos mais relevantes, na verdade a maioria deles está
neste material, deixamos pouquíssimos de fora.

Mapas Nativos
Mapa
Mapa Coroplético
ArcGIS Maps for Power BI

Visuais Personalizados
Flow Map
Synoptic Panel by OKViz
Globe Map
Globe Data Bars
Drilldown Choropleth
Drilldown Cartogram
Mapbox Visual
Icon Map by Altius

Passamos a falar um a um dos listados acima.

18
_mapas do Power BI

Este mapa nativo dos visuais do Power BI mostra os dados em


pontos. Estes pontos podem, opcionalmente terem tamanhos
diferentes, formando bolhas. O Mapa é uma boa opção para
mostrar dados básicos, mas acaba não sendo a melhor
alternativa quando necessárias maiores personalizações.
Inserindo dados adicionais à legenda possibilita representar
diferentes categorias ao mapa.

Vantagens

o Acessível, fácil de usar, e com suporte total


pelo time da Microsoft.
o Tem uma variedade de estilos: Aéreo, Escala
de Cinza, Claro, Escuro, além do Rodoviário
(padrão).
o Os pontos podem ser alterados com o ajuste
“Bolhas” para ter diferentes tamanhos.
o Flexibilidade para trabalhar tanto com
nomes de localidades tanto com
coordenadas de longitude e latitude.
o Um mapa confiável para uso comum.

Desvantagens

o Alguns erros ocasionais de posicionamento


no mapa com o uso de nomes das
localidades, mesmo com tomando bastante
cuidado na categorização dos dados.

19
_mapas do Power BI

O Mapa Coroplético ou Mapa de Preenchimento é um visual


nativo do Power BI e mostras os dados sombreados no mapa.
Este tipo de visual é também bom para usos comuns. Se baseia
em escalas de cores e saturação para apresentar diferentes
valores.

20
_mapas do Power BI

Vantagens
o Acessível, fácil de usar, e com suporte total
pelo time da Microsoft.
o Tem uma variedade de estilos: Aéreo, Escala
de Cinza, Claro, Escuro, além do Rodoviário
(padrão).
o Os pontos podem ser alterados com o ajuste
“Bolhas” para ter diferentes tamanhos.
o Flexibilidade para trabalhar tanto com
nomes de localidades tanto com
coordenadas de longitude e latitude.
o Um mapa confiável para uso comum.
Desvantagens
o Alguns erros ocasionais de posicionamento
no mapa com o uso de nomes das
localidades, mesmo com tomando bastante
cuidado na categorização dos dados.

21
_mapas do Power BI

Este mapa foi desenvolvido pela Esri, uma das líderes mundiais
em softwares geoespacial e espacial. A família de produtos
ArcGis tem uma parte dedicada ao Power BI. Há algumas
características únicas tais como a possibilidade de selecionar
múltiplos locais e raio de percurso que não são encontrados em
nenhum outro tipo mapa no Power BI.

Os mapas ArcGIS tem também uma inscrição paga que através


de uma mensalidade é possível ter a disposição mais opções.
Maiores detalhes vejam no link: http://www.esri.com/software/arcgis/arcgis-
maps-for-power-bi.

Vantagens

o Sua criação e manutenção é feita pela Esri,


uma líder mundial em softwares GIS.
o Vários estilos de fundos tais como Escuro,
Claro, OpenStreetMap e Ruas.
o Opções para percurso e raio de distância.
o Opção para agrupamentos dos pontos.
o Opção de Heatmap (mapa de calor).
o Opção de camadas de referência no ArcGIS
Online.
o Opção para infográfico que se atualiza à
medida que se move pelo mapa.

22
_mapas do Power BI

Desvantagens
o Não disponível para publicar ou incorpar na
Web.
o Não disponível para o Power BI Report
Server.

Este tipo de mapa é uma ótima forma de mostrar movimento ou


fluxo. Pode mostrar uma completa rede de pontos e nós e
também como o movimento converge ou diverge a partir dos
pontos.

23
_mapas do Power BI

O painel sinótico para visualização possibilita uma vasta


quantidade de diferentes visualizações, uma destas é para criar
mapas. Pelo site https://Synoptic.Design que tem um editor e
também templates é possível personalizar um mapa e escolher o
melhor formato para incluir seus dados. Quando combinado com
seus dados é possível criar um mapa coroplético customizado.

24
_mapas do Power BI

Este visual personalizado mostra os valores como barras ou


também como um mapa de calor sobre um globo em 3D. Você
pode arrastar e rotacionar o mapa para visualizar os diferentes
lugares no mundo.

Aqui não há como ver os dados do mundo todo de uma vez só,
pois a representação do mapa é em 3D. Com o zoom mais longe
este mapa se mostra interessante, mas a renderização falha
quando se aproxima muito, perdendo nitidez e definição.

O mapa de barras de dados no globo é um visual bem parecido


com o Globe Map (mapa global). A diferença está nas maneiras
diferentes de se representar o 3D no globo, tem também
controles que limitam os números de barras de lugares
nomeadas.

25
_mapas do Power BI

O visual personalizado “Detalhamento Coroplético” utiliza


saturação de cores para destacar os valores nas diferentes áreas
geográficas. O mapa possui três níveis hierárquicos de
detalhamento e conta também com fundos personalizáveis.

Os níveis hierárquicos são definidos nas opções de Formato em


“Shape”. É necessário ter o caminho em formato .json onde as
camadas do mapa estão criados para serem utilizados nesta
visualização. Enquanto estava escrevendo este artigo não
encontrei formatos já pré-estabelecidos com mapas do Brasil. Por
isso estou utilizando uma representação do mapa dos Estados
Unidos no exemplo a seguir. Estas representações podem ser
criadas por pessoas que tenham um pouco de conhecimento de
GIS, assim deixo aqui o convite para que alguém crie estas
camadas do Brasil e nos informem.

26
_mapas do Power BI

O “Detalhamento Cartograma” é um visual personalizado que


usa área de pontos para representar tamanho. Utiliza um
cartograma específico chamado Cartograma de Dorling. Este
visual, ao invés de sobrepor as bolhas, ele posiciona uma ao lado
da outra sem fazer nenhuma sobreposição.

Tenta manter a localização de forma geral a mais próxima


possível do ponto original. Este mapa também possui três níveis
de detalhamento e tem também fundos personalizáveis.

A exemplo do Drilldown Cloroplético não encontramos


representações de mapas no Brasil para demonstrar aqui.

27
_mapas do Power BI

Este visual utiliza uma biblioteca chamada Mapbox GL, que


consegue renderizar uma lista bem versátil de opções. É possível
visualizar os dados como pontos, mapa de calor, agrupamentos
ou coroplético.

As opções de fundo incluem os estilos: Escuro, Claro, Ruas,


Outdoor, Satélite, Tráfego Claro e Tráfego Escuro. Dá também
para criar seu próprio fundo utilizando o Mapbox Studio e
carregando no Power BI depois.

O Mapbox tem um nível grátis, opção para pagar o que utiliza e


licença comercial de uso. No nível gratuito há um limite de
50.000 visualizações de mapas por mês. Para maiores detalhes de
preços: https://www.mapbox.com/pricing/. É necessário se
registrar no site da mapbox e gerar um token para cada mapa
que criar, mas isto é feito de forma simples e sem complicações.

28
_mapas do Power BI

29
_mapas do Power BI

O visual personalizado Mapa de Ícone feito pela Altius é um


mapa multiuso dinâmico baseado numa ferramenta opensource
de nome Leaflet. Por ele dá para representar seus dados em
muitas formas diferentes que incluem ícones em pontos, linhas e
mais. Há também vários fundos disponíveis, além de ser possível
utilizar os fundos do Mapbox ou algum outro mapa através de
API.

O Power BI dá a possibilidade de criar seu próprio visual, o que


incluem os mapas também. Se você que ter um visual seu
espalhado pelo mundo todo esta é uma chance para isso. Se
também nenhum dos visuais anteriores é o que você realmente
precisa, tendo tempo e conhecimento, pode criar sua própria
forma de mostrar dados geograficamente.

30
_mapas do Power BI

Para mais informações sobre como criar Visuais Personalizados


entre no link a seguir, dentro do repositório do GitHub, e
encontre o que precisa saber. O link está em inglês.

https://github.com/Microsoft/PowerBI-visuals.

Vantagens

o Grande controle dos resultados.


o Utilize bibliotecas populares de JavaScript
tais como Leaflet ou Mapbox.
o Crie mapas da sua região se ainda não
existem.
Desvantagens
o É o jeito mais demorado de todos.
o É difícil usar se você não conhece as
bibliotecas de visualização 3D em TypeScript
e JavaScript.

31
_quadro de resumo

Na tabela abaixo mostramos resumidamente as características de


cada um dos visuais que tratamos neste material.

32
_recomendações

Dependendo de seus dados e seu público, algumas opções de


mapas funcionarão melhor que outras. Em primeiro lugar
considere sempre as necessidades de seu público. Alguns mapas
parecerão bons na primeira vista para você, mas não serão bem
compreendidos por aqueles que os veem.

Haverá casos que o nível de detalhes em alguns mapas pode ser


apropriado para os destinatários se eles tiverem a chance de
estudar o mapa, mas pode ser que seja muito para uma plateia
mais gerencial.

Considere também que algumas das funcionalidades tais como


globo em 3D e gráfico de pizza no mapa podem causar distração
para quem visualiza ou até dificuldades de interpretação.

A seguir mais algumas recomendações, use-as para te guiar:

o Prepare seus dados limpando-os e


adicionando categorias . Deixe-os o mais
acurado possível, assim a visualização será
também mais exata.
o Em relação às cores de fundos, evite utilizar
cores de dados que dificultem a visualização.
o Busque que os contrastes entre os dados
sejam os mais distintos possíveis, sem
distrair seu público com um fundo de muitas
cores. Se disponível, utilize fundo nas escalas
em cinza ou escuro, que permitirão maior
variedade de cores nos dados.

33
_recomendações

o Se você precisa representar grandes


quantidades de pontos de dados num mapa,
considere juntar a visão dos mesmos num
mapa coroplético ou mesmo num Drilldown
Coroplético e Drilldown Cartograma.
Quando há muita densidade de informações
para ser representadas por pontos no mapa
nativo “Mapa” o resultado não fica legal.
o Apenas use mapas se realmente há valor em
mostrar os dados desta maneira. Entenda se
seus dados se compõem apenas de uma
visão simples de categorias que seria melhor
representada por um gráfico de barras, por
exemplo.

34
_conclusão

O Microsoft Power BI oferece muitas formas diferentes de


visualizar os dados geoespaciais. Há uma variedade de mapas e
até mesmo não optar por nenhum deles. Lembre-se que seu
objetivo é proporcionar à sua audiência um bom entendimento
do que se está apresentando e a partir daí que eles possam
formar uma opinião relevante daqueles dados.

Apesar do Power BI não ser uma ferramenta avançada para fins


geográficos, ele consegue atender as necessidades de seus
usuários de forma geral, inclusive neste aspecto.

Criar relatórios que utilizem mapas envolve bem mais que


simplesmente escolhe o tipo de mapa que se deseja. Envolve
também a preparação adequada dos dados e a categorização
destes dados para que a representação seja correta e a mais
próxima possível nos pontos do mapa.

Dependendo da intenção na análise, o Power BI oferece mapas


nativos e vários outros personalizados para que faça a melhor
escolha. Além disso estes podem ser customizados e formatados
de inúmeras maneiras, é sempre bom modificar as opções
padrões para que seu mapa faça o máximo de sentido que puder.

E por fim, o resultado final de se trabalhar com mapas deveria ser


o mesmo de se trabalhar com qualquer outro visual do Power BI.
Busque ser o mais objetivo e claro possível ao seu público para
que eles possam entender e dar valor às informações passadas.

Esperamos tê-lo ajudado com este e-book.

35
© 2018