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CIRCUITOS

ELÉTRICOS

REEDIÇÃO DA EDIÇÃO CLÁSSICA

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CIRCUITOS ELÉTRICOS REEDIÇÃO DA EDIÇÃO CLÁSSICA / .>
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'

CIRCUITOS

~

ELETRICOS

REEDIÇÃO DA EDIÇÃO

CLÁSSICA

Resumo da Teoria

350 Problemas Resolvidos

i. '493

Problemas

Propostos

Joseph A.

Edminister

Professor de Engenharia Elétrica University of Akron

Tradução:

Sebastião Carlos Feital

Engenheiro de

Comunicações

Ex- professor do IME

Revisão e Adaptação da Reedição:

Antonio Pertende Júnior Engenheiro Eletrônico e de Telecomunicações

São Paulo

Brasil Argentina Colômbia

Costa Rica

Chile Espanha

Guatemala México Porto Rico Venezuela

IN0cL~i~Jf;~~7i;~

L~ECÍ~;:'.h

9!~.'.S:i\"""'""~J

Guatemala México Porto Rico Venezuela IN0cL~i~Jf;~~7i;~ L~ECÍ~;:'.h 9!~.'.S:i\"""'""~J

Títí.Jlo original:

©

1991

Pearson Education do Brasil

Ltda.

Shaum's Outline of Theory and Problems

of Eletric Circuits

© 1965, 1983 by McGraw-Hill, lnc. Todos os direitos reservados.

Impressão:

São Paulo -

SP

Dados Internacionais d-Catalogação na Publicação (CIP)

(Câmara Bras*eira do Livro, SP, Brasil)

Edminister, Joseph A. Circuitos elétricos

: reedição da edição clássica

: resumo

da teoria, 350 problemas resolvidos, 493 problemas propostos

Joseph A.

Edminister ; tradução:

Sebastião Carlos Feitat ;

revisão e adaptação Ant'onio

-

Pertence Júnior.

do

Brasil,

-

2.

São Paulo

: Pearson Education

1991.

ed

(Coleção Schaum)

1.

Circuitos elétricos 2.

Circuitos elétricos -

Problemas,

exercícios etc.

1.

Título.

li .

Série: Schaum.

 

90-2367

 

-621.3192

 

-621.3192076

Índice para catálogo sistemático

1. Circuitos

elétricos

:

Engenharia 621 .3192

2. Circuitos elétricos

Exercícios

:

: Engenharia 621.3192076

3. Circuitos

Problemas

:

elétricos

: Engenharia 621 .3192076

Proibida a reprodução total

ou parcial.

Os infratores serão punidos na forma da lei.

Direitos exclusivos para a língua portuguesa

cedidos

à

Pearson

Education do Brasil

Ltda.,

uma empresa do grupo Pearson

Education

Rua Emílio Goeldi,

747 - Lapa

CEP:

Tel:

05065-11

O,

São Paulo - -

Fax:

SP,

Brasil

(11)3613-1222

(11)3611-0851

e-mail: vendas@pearsoned.com.br

MAKRON

Books

Atendendo

à

McGraw-Hill decidiu

Professor Edministe1

De

fato,

confi

clássica" adapta-se n Elétricos na grande

1

permite que o aluno

condicionante para o cações e outros.

Na revisão e

gráficas e alguns par

do assunto quanto

à :

Assim sendo

dos professores e alm

1985. Cada qual assu

Esperamos

t

discente da disciplim necessidade incontes-

à : Assim sendo dos professores e alm 1985. Cada qual assu Esperamos t discente da
à : Assim sendo dos professores e alm 1985. Cada qual assu Esperamos t discente da

::letric Circuits

(CIP)

a: resumo

>ropostos

1rfos

Feita!;

>leção Schaum)

<ercícios etc.

-621.3192

321.3192076

1192076

~192076

IS

à

(

MAKRON

Boóks

APRESENTAÇÃO DA

EDIÇÃO REVISADA

Atendendo às inúmeras solicitações

de professores e alunos, a Editora

McGraw-Hill decidiu relançar a edição clássica do texto Professor Edminister.

Circuitos Elétricos,

do

De fato, conforme nos foi colocado

por diversos professores, esta "edição

curriculares da disciplina Circuitos

brasileiras. Além disso, o texto

tão essencial e

clássica" adapta-se muito bem aos planos

Elétricos na grande maioria das universidades

permite que o aluno

adquira um real domínio desta disciplina

condicionante para os cursos de Engenharia Elétrica, cações e outros.

Eletrônica, Telecomuni-

Na revisão efetuada, foram eliminados

erros de simbologia e notações

uma melhor clareza

gráficas e alguns parágrafos foram reescritos objetivando

do assunto quanto

à solução apresentada na tradução original.

Assim sendo, para a disciplina Circuitos Elétricos teremos à disposição

dos professores e alunos a Edição Clássica revisada e a 2º edição, publicada em

1985.

Cada qual assumindo sua função e adequação

Esperamos

ter alcançado

objetivo:

aos currículos vigentes.

ao corpo

nosso

discente da disciplina dois textos que se adaptam muito bem aos currículos

oferecer

docente

e

e à

necessidade incontestável de um ensino efetivo desta disciplina.

Milton Mira

de

Assumpção Filho

Diretor Geral

V

e e à necessidade incontestável de um ensino efetivo desta disciplina. Milton Mira de Assumpção Filho
e e à necessidade incontestável de um ensino efetivo desta disciplina. Milton Mira de Assumpção Filho

MAKRON

Books

\

111

Prefácio

··············

Capítulo I

DEFIN

Unidad.

Corrent

Resistê1

Capítulo2

VALOR

Formas

efetivo.

co-senoi1

a CORRE

Capítulo

~ntroduç

e

Angulo

NÍJMEB

Capítulo4

Número:

fi

Outras

complexo

denúme1

números

polar par

\

5 lMPEDÂ

Capítulo

_Introduçã

SEt;;Al/DR/AM

Capítulo4 Número: fi Outras complexo denúme1 números polar par \ 5 lMPEDÂ Capítulo _Introduçã SEt;;Al/DR/AM
Capítulo4 Número: fi Outras complexo denúme1 números polar par \ 5 lMPEDÂ Capítulo _Introduçã SEt;;Al/DR/AM
Capítulo4 Número: fi Outras complexo denúme1 números polar par \ 5 lMPEDÂ Capítulo _Introduçã SEt;;Al/DR/AM
MAKRON · Books · - SUMÁRIO Prefácio XI . Capítulo 1 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE

MAKRON ·

Books

·

-

SUMÁRIO

Prefácio

XI

. Capítulo 1

DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CffiCUITOS

 

1

Unidades

mecânicas. Lei de

Coulomb. Diferença de potencial

v.

Corrente

i.

Potência

p .

Energia

ro.

Resistor,

indutor, capacitor.

 

Resistência

R.

Indutância

L.

Capacitância

C.

Leis de Kirchhoff.

 

Capítulo 2

VALORES MÉDIO E

EFICAZ

 

36

Formas de ondas.

Valor médio.

Valor médio quadrático

eficaz ou

efetivo.

Valor eficaz

ou

efetivo

de

vários

termos

senoidais

e

co-senoidais.

Fator de forma.

 

Capítulo 3

CORRENTE E TENSÃO SENOIDAIS

 

54

Introdução.

Correntes

senoidais. Tensões

senoidais. Impedância.

Ângulo de fase.

Circuitos em série e em paralelo.

 

Capítulo 4

NÚMEROS COMPLEXOS

 

75

Números

reais.

Números

imaginários.

Números

complexos.

Outras formas de números complexos. Conjugado de um número

complexo.

Soma e diferença de números complexos. Multiplicação

de números complexos. Divisão de números complexos. Raízes de

números

complexos. Logaritmo de um número

complexo.

Forma

pol~para

forma retangular. Forma retangular para forma polar.

Capítulo 5

IMPEDÂNCIA COMPLEXA E NOTAÇÃO DE FASORES

 

92·

.Introdução. Impedância complexa. Notação de fasores.

VII

IMPEDÂNCIA COMPLEXA E NOTAÇÃO DE FASORES   92· .Introdução. Impedância complexa. Notação de fasores. VII
IMPEDÂNCIA COMPLEXA E NOTAÇÃO DE FASORES   92· .Introdução. Impedância complexa. Notação de fasores. VII

VIII

Circuitos Elétricos

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

CIRCUITOS EM SÉRIE E EM PARALELO

Introdu5:ão.

paralelo de dois ramos. Admitância. Conversão

Circuito em série.

Circuito em paralelo. Circuito em

Z-Y.

POTENCIA E CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA.

Intrô.dução. Potência .em

regime estacionário senoidal; potência

Triângulo

médià (P). Potência aparente

(N).

Potência reativa

(Q).

das potências. Potência complexa. Correção do fator de potência.

ONA

RESS\

~ANCIAEM

SERIB E EM PARALELO

,

Introdução.

Ressonância

em' série.

Ressonância

em

paralelo;

circuito

RLC

puro. Ressonância de um circuito

paralelo

de

dois

ramos.

F~tor

de

qualidade

Q.

Lugares geométricos

de impedân-

cias. Lugar geométrico da corrente.

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Capítulo 12

Capítulo 13

ANÁLISE

DE CIRCUITOS PELAS CORRENTES

DE MALHA

Introdução. Correntes de malha. Escolha das correntes de malha.

Equações das malhas.

Matrizes.

Número necessário de correntes de malha.

Soma de matrizes. Multiplicação

de matrizes. Inversão.

Determinante de uma matriz. Menores e cofatores.

determinante.

Propriedades

dos

determinantes.

equações lineares por determinantes;

das

matrizes

Introdução.

e

a

análise

Tensões

nós por

Valor de um

de

Resolução

regra de Cramer. O método

Impedância

no

ponto de

de

equações

de

dos

(ou

nós.

no

entrada

de circuitos.

nós.

Número

excitação. Impedância de transferência.

ANÁLISE DE ESrRUTURAS PELAS TENSÕES DOS NÓS

dos

Equações dos

ponto de excitação). Admitância de transferência.

inspeção.

Admitância

TEOREMAS DE THEVENIN

E NORTON

Introdução.

equivalentes de Thevenin e Norton.

Teorema de 'i'hevenin.

Teorema de Norton.

Circuitos

TEOREMAS GERAIS DE CIRCUITOS

superposição.

Teorema da reciprocidade. Teorema da compensação. Teoremas da

Introdução.

Transformação

ti

-

Y .

Teorema

da

máxima transferência de potência.

INDUTÂNCIA MÚTUA

Introdução.

Auto-indutância.

Indutân\ia

mútua.

Coeficiente de

· acoplamento,

k.

Análise de circuitos acoplados.

Corrente induzida.

Regra

do

ponto -

bobinas

acoplados condutivamente.

acopladas.

Circuitos

equivalentes

114

147

176

Capítulo 14

 

Capítulo

15

212

 

Capítulo 16

'

255

 

Capítulo 17

'

 

e

289

1

 

ÍNDICEANAJ

321

362

16 ' 255   Capítulo 17 '   e 289 1   ÍNDICEANAJ 321 362
16 ' 255   Capítulo 17 '   e 289 1   ÍNDICEANAJ 321 362

Sumário

IX

··············

114

uito em

A

 

147

1otência

iângulo

tência.

176

aralelo;

 

de

dois

npedân-

\LHA

 

212

~malha.

malhas.

wersão.

rde um

ução de

 

método

10nto

de

JÓS

 

255

los

nós.

t

(ou

no

···············

289

~ircuitos

321

·posição.

·emas da

···············

362

iente

de

nduzida.

valentes

Capítulo 14

SISTEMAS POLIFÁSICOS

 

396

Introdução.

Sistema

bifásico.

Sistema

trifásico.

Tensões

do

sistema trifásico.

Cargas

trifásicas

equilibradas. Circuito mono-

 

fásico equivalente para cargas equilibradas. Carga desequilibrada

em

triângulo.

Carga

desequilibrada,

ligada

em

estrela,

com

quatro condutores.

Carga desequilibrada, ligada em estrela, com

três

condutores. Método

do deslocamento do

neutro,

carga dese-

quilibrada

em

estrela

a

três

condutores. Potência

nas

cargas

trifásiças equilibradas. Wattímetros e cargas em estrela a quatro

condutores. Método dos dois wattímetros. Aplicação do método dos dois wattímetros a cargas equilibradas.

Capítulo

15

ANÁLISE DE FORMAS DE ONDAS PELO MÉTODO DE

 
 

FOURIER

 

443

Introdução. Série trigonométrica de Fourier.

Série exponencial de

Fourier.

Simetria das formas

de onda.

Espectro de linha.

Síntese

da forma de onda. Valor eficaz e potência. Aplicações

na análise de

circuitos.

 

Capítulo

16

TRANSITÓRIOS

EM

CffiCUITOS

490

 

Introdução.

Transitórios

em

corrente

contínua. Transitório

RL.

Transitório

RC.

Carga no transitório

RC.

Transitório

RLC.

Tran-

sitórios

em corrente

alternada.

Transitório

RL

senoidal. Transi-

tório

RL

Senoidal. Transitório

RLC

senoidal.

Transitórios

em

malha dupla.

 

Capítulo 17

TRANSITÓRIOS PELO MÉTODO DA TRANSFORMADA

 

DE LAPLACE

 

,

537

Introdução. A transformada de Laplace. Aplicações na análise de

circuitos. Métodos

de desenvolvimento. Teorema do valor inicial.

Teorema do valor final. Circuitos do domínio

S.

 

ÍNDICE

579

•\

Teorema do valor inicial. Teorema do valor final. Circuitos do domínio S.   ÍNDICE 579 •\
Teorema do valor inicial. Teorema do valor final. Circuitos do domínio S.   ÍNDICE 579 •\
\ MAKRON Books DestiI como livro-tex especial às leü encontradas e1 teoria Amat e estud

\

MAKRON

Books

\ MAKRON Books DestiI como livro-tex especial às leü encontradas e1 teoria Amat e estud juntamente

DestiI

como livro-tex

especial às leü

encontradas e1

teoria

Amat

e

estud

juntamente co

de

problemas

ilustrar e

amp

práticos e foca

com correção e propostos serv

Ostóp

de formas

cuitos em sériE

de

e

de ressonância

se

dos

método:

métodos de mi=

mações

estreli=

superposição e

dosamente exi:

dando-se o de'

importantes ªI

se dos método: métodos de mi= mações estreli= superposição e dosamente exi: dando-se o de' importantes
se dos método: métodos de mi= mações estreli= superposição e dosamente exi: dando-se o de' importantes
PREFÁCIO Destina-se este livro a suplementar os textos existentes ou a servir como especial às

PREFÁCIO

PREFÁCIO Destina-se este livro a suplementar os textos existentes ou a servir como especial às leis

Destina-se

este

livro

a

suplementar os

textos

existentes

ou

a

servir

como

especial às leis básicas, teoremas e técnicas

livro-texto

em curso inicial

de

análise

de

circuitos. Deu-se

uma ênfase

comuns a diferentes apresentações

encontradas em outros textos.

A matéria está dividida em capítulos

que cobrem áreas essenciais de

teoria

e

estudo.

Cada

capítulo

inicia

com definições, princípios

e teoremas,

Seguem-se séries graduadas

juntamente com material ilustrativo e descritivo.

de

problemas

resolvidos

e

propostos.

Os

problemas

resolvidos

servem

para

ilustrar e ampliar a teoria,

apresentar métodos de

análise,

fornecer exemplos

práticos e focalizar os pontos essenciais

que possibilitam ao estudante aplicar

com correção e segurança os princípios básicos. O grande número de problemas propostos serve para uma revisão completa da matéria de cada capítulo.

Os tópicos tratados incluem respostas de circuito fundamental,

análise

de

formas

de

ondas,

sistemas

de números complexos, notação

cir-

fenômenos

é feito ao tratar-

nós. Os

de fasores,

cuitos em série e paralelo, potência e correção do fator de potência,

de ressonância. Considerável uso de matrizes e determinantes

se

dos

métodos

de

análise

das

correntes

de

malha e

das tensões nos

métodos de matriz são também empregados

mações

superposição e da reciprocidade.

no desenvolvimento das transfor-

sobre

estruturas,

tais

como

os

da

estrela-triângulo

e

nos

teoremas

Os circuitos de acoplamento mútuo são cuida-

dosamente explicados. Circuitos'polifásiços de todos os tipos são considerados,

dando-se

o devido

destaque ao circuito

equivalente

de

uma linha,

o qual tem

importantes aplicações práticas.

As

séries de Fourier, exponencial e trigonomé-

XI.

de uma linha, o qual tem importantes aplicações práticas. As séries de Fourier, exponencial e trigonomé-
de uma linha, o qual tem importantes aplicações práticas. As séries de Fourier, exponencial e trigonomé-

XII

Circuitos Elétricos

trica são tratadas

simultaneamente,

convertendo-se freqüentemente

os

coefi-

cientes de uma nos coeficientes de outra, para mostrar as relações que mantêm

entre si. Os transientes de correntes contínua e alternada são tratados através

do

proceder a notação de fasores do Capítulo

que, possuindo os necessários recursos matémáticos,

seqüência.

vários dos problemas tratados no Capítulo

emprego

clássico

de

equações 'diferenciais,

5.,.

tópico pode

o que é recomendado para aqueles

de

forma

que

este

possam acompanhar esta

O método da transformada dé Laplace é introduzido e aplicado em

comparação

conveniente

16 pelas equações diferenciais, o que

os

entre

os

dois métodos

e

ressalta

permite

uma

pontos fortes do método de Laplace.

Desejo

aproveitar

a

oportunidade

para

equipe da Schaum Publishing Co., especialmente

expressar

minha

gratidão

à

ao Sr. Nicola Miracapillo, por

suas valiosas sugestões e útil colaboração.

Muitos agradecimentos são devidos

à minha esposa, Nina, por sua assistência

dimento.

constante e estímtilo neste empreen-

MAKRON

Books

1

Unidades

Joseph

A

Edminister

 

Aeng

lizado.*

 

Nesse

de

comprimen

unidade de for

uma aceleraçã

 

Força

Segue·

metro,

chama<

(1 newton-met

University ofAkron

em

algumas

e aos

Ao estudante:

1)

2)

Algumas

casas

respostas

que

envolvem

se

deve

números

fracionários

poderão diferir

decimais.

Tal fato

à

precisão com que

os cálculos

foram realizados

recursos

da

calculadora eletrônica utilizada.

(N.R.)

Em muitos problemas, ao final dos capítulos,

o autor,

por uma questão de simplificação,

não explicita as unidades; nestes casos,

devem ser consideradas as unidades padrões do

SI

(conforme tabela de unidades

dada na página

9).

(N.R.)

as unidades padrões do SI (conforme tabela de unidades dada na página 9). (N.R.) * N.R.

*

N.R. Uma

ve1

qual

é,

por lei,

as unidades padrões do SI (conforme tabela de unidades dada na página 9). (N.R.) * N.R.
as unidades padrões do SI (conforme tabela de unidades dada na página 9). (N.R.) * N.R.

ente os coefi-

.que mantêm

tados através

e tópico pode

para aqueles

npanhar esta

~aplicado em

enciais, o que

e

ressalta

os

ia

gratidão

à

iracapillo, por

>s são devidos

~ste

empreen-

!\

Edminister

rsity ofAkron

~rir

em

algumas

realizados

e aos

)!b

MAKRON

Books

Capítulo 1

DEFINIÇÕES E

PARÂMETROS DE CIRCUITOS

Unidades Mecânicas

lizado.*

A engenharia elétrica emprega o

sistema de unidades MKS raciona-

de

Nesse sistema,

as unidades mecânicas fundamentais

(kg) de

massa,

e

são o metro (m)

A

comprimento, o

quilograma

o segundo (s)

de

tempo.

unidade de força derivada, correspondente, o newton (N), é a força que produz

uma aceleração de

1

m/s

2

na massa de

1 kg.

Força (newtons) =massa (quilogramas) x aceleração (m/s

2 ).

Segue-se daí que a unidade MKS de trabalho e de energia é o newton-

é o joule/segundo ou watt

de simplificação,

fades padrões do

metro, chamado joule, e que a unidade de potência

(1

newton-metro =

1 joule, 1 joule/segundo =

1

watt) .

(1 newton-metro = 1 joule, 1 joule/segundo = 1 watt) . * N. R. Uma versão

*

N. R. Uma versão mais moderna do sistema MKS é o sistema

qual é, por lei, adotado no Brasil.

SI (Sistema Internacional), o

l

versão mais moderna do sistema MKS é o sistema qual é, por lei, adotado no Brasil.

2

Circuitos E/,étricos

Léi de Coulomb

Diferenç

 

A força

F

entre

du~

cargas puntiformes

q

e

q'

varia diretamente com a

 

A

di

grandeza de cada

c~gaê""inversamen~e

com o quadrado da distância

r

que as

necessário

à

separa:

a

diferença

e

 

F

= k qq'

r2

 

balho de

ljo

ao outro:

1

v•

onde k é uma constante

de proporcionalidade (dimensional)

que depende

das

Um~

entre os quai

unidades usadas para cargas, distância

e força.

F

será dado em newtons

(N)

se

q e q' forem em coulombs, r em metros e

 

porqv,

ao se

 
 

k

=

9

X

10

9

N .

m

2

/C

2

.

Um

8,85

Se

definimos

X

10-

12

C

2

/N.

k

m

2

.

1

--

47tE

'

0

teremos

F

= -

4

1

7tE

0

qq'

--::?.•

r

onde

cargas

Quando o meio circundante não é o vácuo, as forças ocasionadas

induzidas

no

meio

reduzem

a

força

resultante

entre

as

 

pelas

cargas

livres

mergulhadas

no

meio.

A força resultante

será então

dada por

F

= -

4

1

7tE

q~'.

r

Para o ar,

E é apenas ligeiramente maior que

E 0

e, para a maioria dos propósitos,

de

é tomado igual a

E

0

Para os demais materiais, obtém-se

E

E=KE

0

onde K é uma constante -adimensional,

dade

indutiva

específica do

material

chamada constante dielétrica

entre

as

cargas,

E

=

KE

0

é

ou capaci-

chamada

permitividade ou permissividade do material e

Para o vácuo,

K

=

1 e

E

=

E

0

.

E

0

é a permissividade do vácuo.

A unidade de carga, o coulomb, pode

colocada a um metro

ser definida como a quantidade

de

carga que,

sinal,

de distância de uma carga igual e

10

9

newtons.

Os

do mesmo

no vácuo,

repele-a com uma força de 9 x

submúltiplos

mais usados do coulomb são

1 µC

=1

microcoulomb

1 pC

=

1 picocoulomb

=

=

10-

6

10-

12

coulombs

coulombs

A carga transí>ortada por um elétron coulombs.

(-e)

ou por um próton (+e) é

e=

1,602 x 10-

19

tem uma

for~

o

atravessa.

1

para

o de

m

quandooger

Corrente

Om~

átomo para

1

potencial, os

Quai

um condutor,

razão constar

lA):

1 amperE

O ser

se deslocam o

para 1 potencial, os Quai um condutor, razão constar lA): 1 amperE O ser se deslocam
para 1 potencial, os Quai um condutor, razão constar lA): 1 amperE O ser se deslocam

Defini.ções e parâmetros de circuitos

3

imentecoma

ncià

r

que as

Diferença de Potencial

v

 

A diferença

de

potencial

v

entre

dois pontos é

medida pelo

trabalho

necessário à transferência da carga unitária de um ponto para o outro.

O

volt

é

a

diferença

de potencial (d.d.p.)

 

entre

dois

pontos

quando

é

necessário o tra-

balho de

1 joule para a transferência de uma carga de

1

coulomb de um ponto

ao outro:

1 volt

=

1

joule/coulomb.

depende

das

~wtons

(N)

se

ionadas pelas

Uma carga

q que se desloca entre dois pontos de um circuito externo,

entre os quais existe uma diferença

de potencial v,

executa um trabalho medido

por qv,

ao se deslocar do ponto de potencial

mais elevado para o mais baixo.

Um elemento

ativo,

como,

por exemplo,

uma bateria ou um gerador,

tem uma força eletromotriz (f.e.m.) se ele exerce trabalho sobre uma carga que

o atravessa. A carga recebe energia elétrica ao se deslocar do terminal de menor

para

o

de

maior potencial. A f.e.m.

quando o gerador não está debitando

é

ou drenando corrente.

medida

pela

d.d.p.

entre

os

terminais

cargas

 

livres

1

qq'

Corrente

 

i

F

=

41tE

 
 

os propósitos,

 
 

O material que contém elétrons livres, capazes de se deslocarem de

um

 

átomo

para

o

seguinte,

é

um

condutar.

Aplicando-se

nele

uma

diferença

de

potencial, os elétrons se deslocam.

 

ica

0

é

ou

capaci-

chamada

ade do vácuo.

 

Quando uma carga

q está sendo transferida de um ponto para outro de

um

condutor,

existe

nele

uma

corrente

elétrica.

Se

a

carga é

transferida

na

razão constante de

1

coulomb/s,

a corrente constante existente é

1

ampere (ou

 

lA):

1

ampere

=

1

coulomb/s. Em geral, a corrente instantânea

i

num condutor é:

1uantidade de

ledo mesmo

submúltiplos

=1,602

X

10-

19

. (

i

,

amperes

)

_

-

dq (coulomb)

dt

(segundos)

O sentido da corrente positiva é, por convenção, oposto

se deslocam os elétrons. Ver Fig.

1-1.

àquele em que

O sentido da corrente positiva é, por convenção, oposto se deslocam os elétrons. Ver Fig. 1-1.
O sentido da corrente positiva é, por convenção, oposto se deslocam os elétrons. Ver Fig. 1-1.

4

Circµitos El,étricos

Energia

t

-Movimento

de

Elétrons

Sentido

da

Corrente

Com•

-

tempo,

Figura 1-1

Potência

p

onde

a er

A potência elétrica

p é o produto

da tensão

aplicada

u pela corrente

resultante

i.

Resistor,

.i

p (watt)=

v (volts)

xi (amperes).

Por definição, a

positiva tem

corrente

a direção

da

Ao

seta na fonte de

se

tensão;

ela sai da fonte pelo terminal+,

deráporuma

como mostra a Fig.

1-2.

Quando

positivo, a fonte transfere

energia para o circuito.

- a

- a

-

i

in

V

- a

ca

Napr

terísticas

acin

Figural-2

predominar, e

vada indutârn

Se

a potência

é uma função periódica do

p

de período

tempo

t,

T,

a bobina apresei

potência média

JT

1

pdt

p = -

T

Resistênci

o

A dife1

diretamente pi

cionalidade

R

1

ouohms.

t, T, a bobina apresei potência média JT 1 pdt p = - T Resistênci o
t, T, a bobina apresei potência média JT 1 pdt p = - T Resistênci o

Definições e parâmetros de circuitos

5

Energia ro

Como a potência é a taxa de transferência da energia em função do

tempo,

p

-

dro

dt

e

onde W é a energia transferida durante o intervalo de tempo considerado.

pela corrente

:i na fonte de :. Quandop é

!

período T, a

Resistor, Indutor, Capacitor

Ao se fornecer energia elétrica a um elemento de circuito, ele respon- derá por uma das seguintes formas:

a energia é consumida - o elemento de circuito é um resistor puro;

a energia é armazenada num campo magnético - o elemento é um

indutor puro;

a energia é armazenada num campo elétrico - o elemento é um

capacitor puro.

Na prática, um elemento de circuito apresenta mais de uma das carac- terísticas acima e, talvez, todas as três, simultaneamente. Uma delas pode predominar, entretanto. Uma bobina pode ser projetada para apresentar ele- vada indutância, mas o fio com que é enrolada possui alguma resistência; a bobina apresenta, então, ambas as propriedades.

Resistência R

A diferença de potencial v(t) entre os terminais de um resistor puro é diretamente proporcional à corrente i(t) que nele circula. A constante de propor- cionalidade R é chamada resistência do resistor e é expressa em volts/amperes ouohms.

A constante de propor- cionalidade R é chamada resistência do resistor e é expressa em volts/amperes
A constante de propor- cionalidade R é chamada resistência do resistor e é expressa em volts/amperes

6

Circuitos Elétricos

Figura 1-3

v(t)

=

Ri(t)

e

i(t)

=

v~)

Nenhuma restrição

ao

tempo,

como

existe

para

v(t)

e

relação

senoidais, co-senoidais etc.

ocorre

nos circuitos

i(t);

podem

de

e.e.,

ou

ser constantes

em

podem

ser

funções

As

maiúsculas

letras minúsculas

(V,

I,

(v,

i,

p)

em geral indicam funções

do tempo.

P) indicam quantidades constantes;

(Vm,

Im,

P

m).

os valores máximos

"picos" recebem um índice

As

ou

Indutância

L

Quando

a

corrente

varia.

Essa

A f.e.m.

em

um

circuito

de

varia,

o

fluxo magnético

a indução

de

de

variação

envolve

f.e.m.v

corrente

que

o

uma

da

A

do

também

no

circuito.

em relação

variação

induzida

fluxo ocasiona

v

é

que

proporcional

à

taxa

ao tempo, desde

a permeabilidade

auto-indutância

seja constante.

ou

indutância

constante de proporcionalidade é chamada

circuito.

+

L

Figura

1-4

 

Com

henrys.

A au

induzida é dE

Capacitâ

cional

Adif·

à

carg;

capacitância

farads .

Com

Um

e~

1 coulomb pa

minais. Sãos-

1 µ1

Leis de

K1

1.

A soma

que deli

cional Adif· à carg; capacitância farads . Com Um e~ 1 coulomb pa minais. Sãos- 1
cional Adif· à carg; capacitância farads . Com Um e~ 1 coulomb pa minais. Sãos- 1

Definições e parâmetros de circuitos

7

v(t)

=

L

~!

donde

i(t)

= LJ

v dt

henrys.

Com

v

em volts e

di / dt

em amperes/s,

L é expressa em volUampere ou

A auto-indutância de

um circuito é

de

1

henry (1 H)

se

a f.e.m. nele

induzida é de

1 volt, quando a corrente varia

à

razão de

1 ampere/segundo.

Capacitância

C

!onstantes em

 

n ser

funções

 

A diferença de potencial

v entre os terminais de um capacitor

é propor-

cional

à

carga

q

nele existente. A constante de proporcionalidade

C

é chamada

 

capacitância

do capacitor.

 

·

: do tempo.

:s

máximos

As

ou

q(t)

=

e

v(t),

- !l:!I

-

dt

e

~~,

v(t)

.=

J

i

dt

i(t)

J_T.

c_J

J

:(tJ

.griético

que

o

Figura 1-5

 

lução de

uma

 

le variação

da

Com

q

em

coulombs e

v

em

volts,

C

é

obtida

em

coulombs/volt

ou

:i

constante.

A

farads.

Um capacitor terá a capacitância de

1 farad

(1

F) se adquirir a carga de

indutância do

1 coulomb

para

cada volt

de

diferença

de

potencial

minais.

São submúltiplos convenientes do farad:

aplicada

entre

1µF=1microfarad=10-

6 F e

1pF=1picofarad=10-

12 F

seus

ter-

Leis de Kirchhoff

1. A soma das correntes que chegam a um nó

é igual

à soma das correntes

que

dele

saem.

Se

as correntes que se dirigem para um nó

são conside-

chegam a um nó é igual à soma das correntes que dele saem. Se as correntes
chegam a um nó é igual à soma das correntes que dele saem. Se as correntes

8

Circuitos E/,étricos

2.

radas positivas, e negativas as que dele se afastam, a lei estabelece

nula a soma algébrica de todas as correntes

que é

que concorrem em um mesmo nó.

A soma das elevações de potencial

igual

à

soma das

quedas

ao longo de qualquer circuito fechado é

Em outras

de potencial nesse mesmo circuito.

palavras,

a

soma algébrica das

é nula.

será

diferenças

de potencial,

ao longo

de

um

circuito fechado,

forem

coincidir com o admitido para a corrente.

Se existir mais

de uma fonte

tensão

da

e os

fonte

sentidos não

cujo

sentido

iguais,

considerada positiva

a

il

I:

I:

correntes entrando

=

I:

correntes saindo

=

il

+

ig

=

i2

+

i4

+

i5

+

i3

-

i2

-

i4

-

i5

Figura 1-6

VA

o

elevações de potencial =

 

=

I:

quedas de potencial

 

VA

-

VB

=

Ri

+

L(dildt)

VA

-

VB

-

Ri

-

L(dildt)

o

Figura 1-7

Element

Resistêncü

Indutâncü

Capacitânci

Quantid

Compriment<

Massa

Tempo

Força

Energia

Potência

1.1

No circu

corrente

A soma

qualqm

V

=1(2)

* N.R. A

uni<

Tempo Força Energia Potência 1.1 No circu corrente A soma qualqm V =1(2) * N.R. A
Tempo Força Energia Potência 1.1 No circu corrente A soma qualqm V =1(2) * N.R. A

Definú;ões e parâmetros de circuitos

9

stabelece que é

1 um mesmo nó.

·cuito fechado

é

ito.

Em outras

LO

>s

te

longo

de

um

sentidos não

cujo

sentido

Relações Tensão-Corrente nos Elementos Simples

Elemento

Tensão nos terminais

Resistência

R

v(t)

=

R

i(t)

Indutância

L

di

 

v(t)

=

Ldt

 

Capacitância

C

v(t)

=:

Ji

dt

Corrente

i(t)

i(t)

i(t)

=

=

=

v(t)

R

t

f V

cdv

dt

dt

Unidades nos Sistemas MKS e

SI*

Quantidade

Unidade

Quantidade

Unidade

Comprimento

l

metro

m

Carga

Q,q

coulomb

Massa

m

quilograma

kg

Potencial

V,

V volt

Tempo

t

segundo

s

Corrente

l,

i ampere

Força

F,

f

newton

N

Resistência

R

ohm

Energia

W,ro

joule

J

Indutância

L

henry.

Potência

P,

p

watt

w

Capacitância

C

farad

c

V

A

Q

H

F

Problemas Resolvidos

1.1 No circuito da Fig.

1-8, a tensão constante aplicada

é V=

45 volts. Determinar a

corrente,

a queda de tensão em cada resistor e a potência em cada um.

A soma das

elevações

de tensão

é

igual

à

soma das

quedas,

ao longo de

qualquer circuito fechado; portanto,

*

V= 1(2)

+

1(6)

+

1(7),

45

=

15/,

l

=3

amp

N. R. A unidade de freqüência (f) é o hertz, o qual simbolizaremos por Hz.

V= 1(2) + 1(6) + 1(7), 45 = 15/, l = 3 amp N. R. A
V= 1(2) + 1(6) + 1(7), 45 = 15/, l = 3 amp N. R. A

1O

Circuitos Elétricos

*

1.2

45v

2í!

70

60

Figura 1-8

A queda de tensão no resistor de 2 ohms

mesma maneira,

V

6

=

3(6)

=

18 volts e

V

7

é

=

V

=IR

21 volts.

2

2

=

3(2)

=

6 volts.

Da

A

P

P

2

6

potência no

resistor de

2

=

R~

=Vl

2

=(2)3

2

=

=63 watts.

18 watts.

ohms

é

P

2

=

V I

2

Do mesmo modo,

=

P

6(3)

6

=V

=

18

watts

ou

I =54 watts e

7

Uma corrente

respectivamente,

IT

divide-se entre dois como mostra a Fig.

/ 1

e

1

2

, nos ramos paralelos.

ramos* paralelos

1-9.

de resistências

R

2

e

R

1

,

Deduzir as expressões das correntes

V

Figura 1-9

N.

R.

Os conceitos de "ramos" e "nós" de um circuito são apresentados

autor faz um pequeno estudo da topologia

de um circuito específico.

à

página

160, onde o

donde,j

1.3 Três res1

uma exp

Suponhi