A “TERCEIRA REVELAÇÃO”, O CONSOLADOR PROMETIDO - 02
O homem, desde o tempo em que viveu
nas árvores e nas cavernas, foi um indagador
do “mistério do mundo”. Sempre a mesma
pergunta: de onde viemos, o que somos, o que
seremos, para onde vamos?
A primeira revelação das verdades
eternas sobre a vida do homem e da
humanidade teve a sua personificação em
Moisés; a segunda, em Jesus e a terceira não
a tem em indivíduo algum, ela é coletiva no
sentido de não ser feita ou dada como
privilégio a pessoa alguma; foi espalhada
simultaneamente por sobre a Terra a milhões
de pessoas de todas as idades e condições.
A terceira revelação toma forma e corpo numa época de emancipação e
de maturidade intelectual (século XIX), em que a inteligência, já desenvolvida,
não se resigna a representar papel passivo; em que o homem não aceita às
cegas, mas quer ver aonde o conduzem; quer saber o “porquê” e o “como” de
cada coisa. Tinha que ser, ao mesmo tempo, o produto de um ensino e o fruto
de um trabalho de pesquisa e do livre exame.
Coube, providencialmente, ao professor, escritor, pesquisador, cientista e
pensador francês, Denizard Hippolyte Léon Rivail, posteriormente cognominado
Allan Kardec, o insigne trabalho de observar, compilar, indagar, pesquisar e
submeter ao crivo da lógica e da razão as manifestações e as revelações dos
Espíritos.
“O Livro dos Espíritos”, lançado em 1857, contém os princípios da
Doutrina dos Espíritos ou Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a
Natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida
presente, a vida futura e o porvir da Humanidade, segundo os ensinos dados por
Espíritos Superiores com o concurso de diversos médiuns e sob a coordenação
de Allan Kardec (considerado O Codificador da Doutrina Espírita).
O Conhecimento Espírita, como todo conhecimento humano é
possibilitado ao homem na medida da evolução e do progresso da Humanidade.
(Palavras de Jesus – João, XIV, 15 a 17 e 26) “Se me amais, guardai os meus
mandamentos; e eu rogarei a meu pai e ele vos enviará outro Consolador, a fim
de que fique eternamente convosco – o Espírito de Verdade, que o mundo não
pode receber, porque não o vê e absolutamente o não conhece. Mas, quanto a
vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. Porém, o
Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos
ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tenho dito.”
Texto organizado por Luiz Gonzaga S. Ferreira - Araraquara, 16/09/08
Fonte de consulta: “O Evangelho Segundo o Espiritismo” (Allan Kardec)
“O Principiante Espírita”, “Iniciação Espírita”, (Allan Kardec)
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