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Psicologia da Aprendizagem UNIDADE 03 AULA 10

Glauco Barbosa de Araújo


Maria Betânia da Silva Dantas

INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
PARAÍBA

Educação a Distância: processo


de aprender mediado pelo
uso das Tecnologias da
Informação e Comunicação

1 OBJETIVOS DA APRENDIZAGEM

„„ Compreender a importância do uso das Tecnologias da


Informação e Comunicação na aprendizagem do educando;
„„ Analisar as mudanças provocadoras de situações educacionais
baseadas no uso das Tecnologias da Informação e Comunicação.
Educação a Distância: processo de aprender mediado pelo uso das Tecnologias da Informação e Comunicação

2 Começando a história

Você já parou para pensar sobre o que o levou a escolher um curso na modalidade
a distância? Por que hoje estamos diante de um grande crescimento da Educação a
Distância (EaD) no nosso país? Vamos conhecer como a EaD tem sido compreendida
por alunos e professores através de uma reportagem recente, na qual o Jornal
da Paraíba (2014) mostra a procura e, em consequência, o crescimento de alunos
matriculados nessa modalidade de ensino.

EAD é chance de qualificação

Cresce o número de alunos matriculados em cursos de Educação a Distância;


vantagem é poder aliar trabalho e estudo.

Figura 1
Anne Ludmilla Maul de Sousa é aluna da graduação em Letras do IFPB.

Ter curso superior virou requisito mínimo obrigatório para quem pretende
entrar ou se manter no mercado de trabalho. Não são poucas as pessoas
que tentam justificar a deficiência no currículo com a falta de tempo para
frequentar uma faculdade.

Mas essa desculpa deixou de ser aceita desde que surgiram os cursos
da educação a distância, em instituições públicas e privadas de ensino.
A regra vale também para quem já é graduado, pois há muita oferta de
cursos virtuais de pós-graduação.

A Educação a Distância (EAD) vem atraindo cada vez mais alunos. Foi o
que mostrou o censo da Associação Brasileira de Educação a Distância
(Abed) no final do ano passado. O estudo apontou um crescimento de
52,5% nas matrículas no ano de 2012 em comparação ao ano anterior,
o que representa a marca de quase 5,8 milhões de inscritos. A evasão
também caiu nesse período analisado. A Abed mostrou também que a
maioria dos alunos tinha entre 18 e 30 anos.

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O professor Francisco Alves, diretor de Educação a Distância e Programas


Especiais do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da
Paraíba (IFPB), disse que a possibilidade de conciliar trabalho e estudo
é a principal vantagem de fazer um curso a distância. “Podemos citar
como desvantagem de um curso a distância as falhas no processo de
comunicação. Algumas vezes, docentes e tutores falham. Em outros
momentos é o aluno que experimenta um sentimento de solidão e
acaba abandonando o curso”, declarou.

Segundo Alves, nem sempre a interação entre docentes, tutores e


alunos funciona de forma eficiente. “Isso é um aspecto negativo que
acaba resultando em evasão”, afirmou o diretor. Ele explicou também
que “infelizmente ainda existe a cultura de que um curso a distância
pode ser feito de qualquer jeito. Cursos a distância exigem muita leitura
e atividades agendadas dentro de um espaço de tempo semanal. Quem
não for organizado e disciplinado acaba não dando conta das atividades
e vão embora”, frisou.

Apesar das ressalvas, o diretor disse que preconceito contra o curso a


distância vem regredindo. “Na Europa é cada vez maior a aceitação de
alunos que fizeram cursos a distância. O mercado de trabalho percebeu
que esses alunos são mais disciplinados e determinados”, destacou. E
essas qualidades, segundo Alves, são cada vez mais valorizadas no
mercado de trabalho.

Ainda de acordo com o diretor, a educação a distância vem mudando


a forma de organização dos cursos presenciais. “Acreditamos que no
futuro não muito distante a escola como existe hoje será totalmente
diferente. A maior parte do tempo as pessoas estudarão em casa e só se
deslocarão para a escola para fazer práticas de laboratórios e participar
de seminários e debates”, comentou.

O IFPB começou 2014 com 2,7 mil alunos matriculados na modalidade


a distância. A instituição oferece dois cursos técnicos (segurança no
trabalho e secretaria escolar); dois superiores (licenciatura em letras
e administração pública); e uma pós-graduação (especialização em
gestão pública).
Para ler o texto na íntegra, acesse:
àà http://www.jornaldaparaiba.com.br/noticia/122996_ead-e-chance-de-qualificacao.

Acesso em: 17 mar. 2014.

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Educação a Distância: processo de aprender mediado pelo uso das Tecnologias da Informação e Comunicação

3 Tecendo conhecimento

3.1 A importância da Educação a Distância


no contexto educativo

O fazer da educação sempre foi um dos grandes desafios enfrentados pela


sociedade brasileira, desde os tempos do descobrimento. Atender a todos que
dela necessitam com qualidade segue sendo um sonho na opinião de muitos
estudiosos da área. Mais do que garantir o acesso à escola, é preciso manter um
enorme contingente de alunos nas salas de aula, sendo atendidos por professores
bem preparados e atualizados.

O Instituto Universal Brasileiro e o Instituto Monitor foram os maiores responsáveis


pelo desenvolvimento e oferta do Ensino a Distância no Brasil, com uma gama
maior de cursos, como técnico em eletrônica, secretária, técnico em contabilidade,
dentre outros. Tivemos também os cursos supletivos, que tiveram grande
aceitação da população que optou por essa formação.

Atualmente podemos dizer que a Educação a Distância é uma forma de ensino


que ganhou forças após a elaboração da Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional - LDB), com o intuito de desenvolver práticas que tornem
possível a educação ser acessível a todos. A Educação a Distância possibilita a
aproximação, ou melhor, o encurtamento da distância que há para um país,
como o Brasil, de grande expansão territorial. Segundo Moran (2013):
A educação a distância, antes vista como uma modalidade
secundária ou especial para situações específicas, destaca-se
hoje como um caminho estratégico para realizar mudanças
profundas na educação como um todo. É uma opção cada
vez mais importante para aprender ao longo da vida, para
a formação continuada, para a aceleração profissional, para
conciliar estudo e trabalho. (MORAN, 2013, p. 2).

Podemos dizer também que a EaD vem oportunizando o acesso à educação


para as pessoas que dela necessitam, sendo um instrumento facilitador de
oportunidades de frequentar cursos técnicos e universitários, diminuindo assim
as desigualdades sociais e, consequentemente, dando oportunidade de acesso
ao conhecimento.

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Figura 2

Desse modo, podemos verificar o quanto a Educação a Distância vem crescendo


aqui no Brasil e que a cada momento vai crescendo e consolidando suas bases.
Um exemplo claro de fortalecimento é que essa modalidade está amparada
legalmente pelo maior documento que rege a educação brasileira, ou seja, a Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Com essa possibilidade de ensino,
é inegável que o Brasil deu um grande salto na educação a distância.

Vale lembrar que é de suma importância que os cursos ofertados pela EaD
possuam profissionais bem qualificados, além de boa estruturação de suas
grades curriculares, bibliotecas, canais de comunicação, salas de aula virtual, a
fim de atender aos interesses do aluno, sanar suas dificuldades, dando condições
de boa formação, com níveis de exigência que os façam cursar de forma séria
e comprometida.

Nesse contexto, a Educação a Distância, considerada como modalidade para qualquer


nível da nossa educação, é efetivada através do uso de Tecnologias da Informação e
Comunicação. Embora os agentes, professores e alunos, estejam separados fisicamente
e as dimensões, tempo e espaço, não estejam, necessariamente, sincronizadas, esses
meios permitem que o processo de ensino e aprendizagem seja efetivado, a partir
da mediação dessas tecnologias. Assim, Moran (1998) enfatiza:
É ensino/aprendizagem onde professores e alunos não
estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar
conectados, interligados por tecnologias, principalmente
as telemáticas, como a Internet. Mas também podem ser
utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM,
o telefone, o fax e tecnologias semelhantes.

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Educação a Distância: processo de aprender mediado pelo uso das Tecnologias da Informação e Comunicação

Nessa perspectiva, a EaD apresenta-se como um desafio constante não só para


o professor, mas também para o aluno. No caso do professor, a modalidade
exige uma renovação na sua forma de trabalho, na maneira como planeja suas
estratégias pedagógicas, nas estratégias das quais se utiliza para mediar o processo
de ensino e de aprendizagem. Já para o aluno, a EaD estimula o desenvolvimento
de uma maior autonomia para estudar, gerando, com isso, uma maior disciplina
nos seus horários dedicados para o curso.

3.2 O processo de ensinar e aprender a partir das


Tecnologias da Informação e da Comunicação

As Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) têm sido sempre, em suas


diferentes fases de desenvolvimento, instrumentos orientadores do pensamento,
da condição de aprender, representar e transmitir os conhecimentos construídos.

Assim, não podemos negligenciar essa forma de aprender a partir da utilização das
TIC, pois elas, por si só, já sinalizam para uma nova forma de pensar e compreender o
processo de ensino e aprendizagem, de forma que o professor passa a ser o mediador
e o aluno passa a explorar mais a utilização de diversas mídias para favorecer a sua
aprendizagem. Como apregoa Marilda Aparecida Behrens (2012):
O reconhecimento da era digital como uma nova forma de
categorizar o conhecimento não implica em descartar todo o
caminho trilhado pela linguagem oral e escrita, nem mistificar o
uso indiscriminado de computadores no ensino, mas enfrentar
com critério os recursos eletrônicos como ferramentas para
construir processos metodológicos mais significativos para
aprender. (BEHRENS, 2012, p. 74).

Figura 3

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A seguir apresentaremos um quadro demonstrativo de cinco categorias de usos


das TIC e os exemplos representativos de cada uma delas na perspectiva do
professor (ensino) e do aluno (aprendizagem). Essas categorias foram construídas
por Coll; Mauri; Onrubia (2010). Sobre essas categorias, os autores enfatizam:

ALGUMAS REPRESENTAÇÕES DE COMO


CATEGORIAS ALUNOS E PROFESSORES UTILIZAM AS
TIC
„„ Procurar e selecionar conteúdos de
aprendizagem;
„„ Explorar, aprofundar, analisar e avaliar
conteúdos de aprendizagem (utilizando
bases de dados, ferramentas de visualização,
1. As TIC como instrumentos
etc.);
mediadores das relações
„„ Ter acesso a repositório de tarefas e
entre alunos e conteúdos
atividades com maior ou menor grau de
(tarefas de aprendizagem).
interatividade;
„„ Ter acesso a repositórios de conteúdos
que utilizam diferentes formas e sistemas
de representação (materiais multimídia e
hipermídia).
„„ Procurar, selecionar e organizar informações
relacionadas com conteúdos de ensino;
„„ Ter acesso a repositórios de objetos de
2. As TIC como instrumentos
aprendizagem;
mediadores das relações
„„ Ter acesso à base de dados e bancos
entre professores e
com propostas de atividades de ensino e
conteúdos (tarefas de
aprendizagem;
aprendizagem).
„„ Planejar e preparar atividades de ensino e
aprendizagem para seu desenvolvimento
posterior na sala de aula.
„„ Realizar trocas comunicacionais entre
professores e alunos que não sejam
diretamente relacionadas com os conteúdos
ou com as tarefas e atividades de ensino
e aprendizagem (apresentação pessoal,
solicitação de informação pessoal ou geral,
3. As TIC como instrumentos
saudações, expressão de sentimentos);
mediadores das relações
„„ Realizar trocas comunicacionais entre
entre professores e alunos
os alunos que não sejam diretamente
ou dos alunos entre si.
relacionadas com os conteúdos ou
com as tarefas e atividades de ensino e
aprendizagem (apresentação pessoal,
solicitação de informação pessoal ou geral,
saudações, expressão de sentimentos);

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Educação a Distância: processo de aprender mediado pelo uso das Tecnologias da Informação e Comunicação

„„ Como auxiliares ou amplificadores de


determinadas atuações do professor
4. As TIC como instrumentos
(explicar, ilustrar, relacionar, sintetizar,
mediadores de atividade
proporcionar comunicação, etc.);
conjunta desenvolvida
„„ Como auxiliares ou amplificadores de
por professores e alunos
determinadas atuações do aluno (dar
durante a realização das
contribuições, trocar informações e
tarefas ou atividades de
propostas, mostrar os avanços e os
ensino e aprendizagem.
resultados das tarefas de aprendizagem,
etc.).
„„ Configurar ambientes ou espaços de
aprendizagem individual on-line (por
exemplo, materiais autossuficientes,
destinados ao aprendizado autônomo e
independente);
„„ Configurar ambientes ou espaços de trabalho
5. As TIC como instrumentos
colaborativo on-line (por exemplo, as
configuradores de
ferramentas ou ambientes CSCL – Computer
ambientes ou espaços
Supported Colaborative Learning; e MOODLE
de trabalho e de
- Modular Object-Oriented Dynamic
aprendizagem.
Learning Environment);
„„ Configurar ambientes ou espaços de
atividades on-line que são desenvolvidos
em paralelo e aos quais os participantes
podem se incorporar, ou dos quais podem
sair, de acordo com seu próprio critério.

Fonte: COLL, César; MAURI, Teresa; ONRUBIA, Javier. A incorporação das tecnologias da informação
e da comunicação na educação: do projeto técnico pedagógico às práticas de uso. In: COLL, César;
MONEREO, Carles (Org.). Psicologia da educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da
informação e da comunicação. Trad. Naila Freitas. Porto Alegre: Artmed, 2010.

Nas categorias apresentadas, o que define o tipo de uso que se dá às TIC é sua
posição na rede de relações que se estabelecem entre os três elementos do
triângulo interativo – professor, aluno e conteúdo – enquanto são realizadas
as atividades de ensino e de aprendizagem na sala de aula (virtual ou presen-
cial) (COLL; MAURI; ONRUBIA, 2010).

3.3 Mudanças provocadoras de situações


educacionais baseadas no uso das Tecnologias
da Informação e Comunicação

As Tecnologias da Informação e Comunicação voltadas para a educação provocam,


ou ainda estão provocando, grandes mudanças no contexto educativo de
nossa sociedade, ou seja, uma verdadeira quebra de paradigmas, pois agora
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o espaço da sala de aula poderá sofrer grandes mudanças em sua estrutura,


como, por exemplo, tornar-se um ambiente virtual de aprendizagem (AVA),
uma das nomenclaturas utilizadas para se reportar ao ambiente onde o aluno
e o professor estabelecem formas de comunicação com o objetivo de efetivar
o processo de ensino e aprendizagem.

De acordo com Moran (2012, p. 49):


[...] uma das formas mais interessantes de trabalhar hoje
colaborativamente é criar uma página dos alunos, como
um espaço virtual de referência, onde vamos construindo
e colocando o que acontece de mais importante no curso,
os textos, os endereços, as análises, as pesquisas.

Nessa perspectiva, a postura do professor muda, ele passa a buscar mais


informações, torna-se pesquisador de novos conhecimentos, utilizando todos
os recursos disponíveis para apresentar um conteúdo dinâmico e significativo
para o aluno. Nessa atuação do professor, naturalmente, as relações se modificam,
não só as relações de comunicação estabelecidas entre os pares (professor e
alunos/alunos e alunos), bem como as relações de espaço, tempo, interação.

Figura 4

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4 Aprofundando seu conhecimento

Para que você possa continuar a aprender sobre


o conteúdo discutido nesta aula, apresentamos
a seguinte obra: PALLOFF, Rena M. e PRATT, Keith.
O aluno virtual: um guia para trabalhar com
estudantes on-line. Tradução: Vinícius Figueira.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
Os autores oferecem uma visão geral das
Figura 5 questões fundamentais da aprendizagem on-line,
apresentando um guia prático para trabalhar em tal ambiente. O livro
cobre uma ampla gama de assuntos, incluindo estilos de aprendizagem,
questões multiculturais, avaliação, retenção e problemas instigantes, como
as questões do plágio e da cópia indevida (cola).

Exercitando

Elabore uma sequência didática para ministrar uma aula de Língua Portuguesa,
na qual você utilizará recursos da Tecnologia da Informação e Comunicação.
Lembre-se de que, na construção de sua sequência didática, você deverá deixar
bem claro o recurso utilizado e como você deverá trabalhá-lo. Você poderá
utilizar os modelos de sequência didática construídos em outras disciplinas
e só o adequará na perspectiva da utilização da Tecnologia da Informação e
Comunicação.

5 Trocando em miúdos

Nesta aula vimos a importância do uso das Tecnologias da Informação e


Comunicação na aprendizagem do educando, as quais têm sido sempre, em suas
diferentes fases de desenvolvimento, instrumentos orientadores do pensamento,
da condição de aprender, representar e transmitir os conhecimentos construídos.

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6 Autoavaliando

Escolha uma das categorias sobre a Tecnologia da Informação e Comunicação


e, em um fórum, estabeleça a relação dessa categoria com sua prática educativa,
seja no papel de professor ou de aluno, tanto para a modalidade presencial,
quanto a distância.

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Educação a Distância: processo de aprender mediado pelo uso das Tecnologias da Informação e Comunicação

Referências

ALVES, Lucineia. Educação a distância: conceitos e história no Brasil e no mundo.


Disponível em: <http://www.abed.org.br/revistacientifica/Revista_PDF_Doc/2011/
Artigo_07.pdf>. Acesso em: 15 mar. 2014.

BEHRENS, Marilda Aparecida. Projetos de Aprendizagem colaborativa num


paradigma emergente. In: BEHRENS, Marilda Aparecida; MASETTO, Marcos
Tarcísio; MORAN, José Manuel. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica.
19. ed. Campinas: Papirus, 2012.

COLL, César; MAURI, Teresa; ONRUBIA, Javier. A incorporação das tecnologias da


informação e da comunicação na educação: do projeto técnico pedagógico às
práticas de uso. In: COLL, César; MONEREO, Carles (Org.). Psicologia da educação
virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação.
Trad. Naila Freitas. Porto Alegre: Artmed, 2010.

MORAN, José Manuel. O que é educação a distância. Disponível em: <file:///C:/Users/


pc%202013/Downloads/O%20que%20%C3%A9%20educa%C3%A7%C3%A3o%20
a%20dist%C3%A2ncia%20%20_%20Jos%C3%A9%20Moram.pdf>. Acesso em:
18 mar. 2014.

______. O Uso das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação na


EAD - uma leitura crítica dos meios. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/
seedarquivos/pdf/T6%20TextoMoran.pdf>. Acesso em: 18 mar. 2014.

______. Inovações pedagógicas na educação superior presencial e a distância.


Disponível em: <http://www2.eca.usp.br/moran/wp-content/uploads/2013/12/
inovac%C3%B5es.pdf>. Acesso em: 15 mar. 2014.

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