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Rumo ao Selo UNICEF, Edição 2012 Excelentíssimo (a) Sr. (a) Prefeito(a), O Selo UNICEF Município

Rumo ao Selo UNICEF, Edição 2012

Excelentíssimo (a) Sr. (a) Prefeito(a),

O Selo UNICEF Município Aprovado é um estímulo contínuo ao processo de construção da cidadania de crianças e adolescentes do Semi-árido brasileiro. A vontade política e a participação das pessoas que vivem nos municípios são passos fundamentais para superar os desafios dessa região e melhorar a vida de cada menino e cada menina.

Através do Selo UNICEF Município Aprovado é realizada uma grande mobilização e o monitoramento de importantes indicadores sociais. Este relatório traz informações que visam apontar os principais avanços e desafios do seu município, com relação a algumas políticas para crianças e adolescentes a partir dos dados da última edição do projeto. Busca também contribuir com a formulação, o redimensionamento e o acompanhamento das políticas públicas. Estas informações estão organizadas em 10 passos principais, conforme detalhado abaixo:

1.

CONHEÇA o Selo UNICEF

2.

ENVOLVA-SE desde já

3.

ANALISE a situação do seu município através de alguns indicadores estratégicos

4.

ESTABELEÇA parcerias e DIVULGUE as boas iniciativas do município

5.

CRIE E APOIE o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA)

6.

CRIE E APOIE o Conselho Tutelar (CT)

7.

CRIE E APOIE o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

8.

IDENTIFIQUE um(a) Articulador(a) Municipal do Selo

9.

CRIE a Comissão Pró-Selo (equipe intersetorial)

10.

FIQUE ATENTO às próximas etapas

Esperamos que através destas informações, o seu município aumente o investimento prioritário na infância e adolescência, necessário para o sucesso do município na próxima edição do Selo UNICEF Município Aprovado, cuja data de lançamento comunicaremos em breve.

Atenciosamente,

data de lançamento comunicaremos em breve . Atenciosamente, Ana Márcia Diógenes Coordenadora do escritório do UNICEF

Ana Márcia Diógenes Coordenadora do escritório do UNICEF para o Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí

Esta arquivo está disponível no site do Selo UNICEF www.selounicef.org.br, em:

MATERIAIS_DO_SELO/EDIÇÃO_2008/NÚMEROS, na pagina de seu estado

no site do Selo UNICEF www.selounicef.org.br , em: MATERIAIS_DO_SELO/EDIÇÃO_2008/NÚMEROS , na pagina de seu estado
no site do Selo UNICEF www.selounicef.org.br , em: MATERIAIS_DO_SELO/EDIÇÃO_2008/NÚMEROS , na pagina de seu estado
1. CONHEÇA o Selo UNICEF
1.
CONHEÇA o Selo UNICEF

O Selo UNICEF Município Aprovado

O Selo UNICEF Município Aprovado é um reconhecimento internacional, concedido a municípios dos

11 Estados do Semi-árido brasileiro que alcançam os maiores avanços para melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes.

A comparação entre os municípios participantes é feita dentro de cada Estado. Estes municípios são

divididos em grupos, de acordo com a situação dos indicadores que refletem a condição de vida de suas crianças e seus adolescentes. Esses indicadores são ponderados por um fator relativo à riqueza municipal. Portanto, o seu município é comparado somente com aqueles do seu Estado que estejam em situação semelhante à sua. O agrupamento dos municípios pode ser encontrado no site do Selo:

www.selounicef.org.br.

O desempenho de cada município na garantia dos direitos da infância e da adolescência é avaliado

levando-se em conta três eixos: Impacto Social, Gestão de Políticas Públicas e Participação Social.

O eixo de Impacto Social avalia as condições de vida de crianças e adolescentes do seu município através de uma série de indicadores de resultados;

O eixo de Gestão de Políticas Públicas avalia as ações e os programas criados e gerenciados pelo município através de uma serie de indicadores de existência, cobertura e grau de funcionamento de serviços;

O eixo da Participação Social tem por objetivo promover o envolvimento de crianças, adolescentes e a comunidade em geral na mobilização do município em torno de um Fórum Comunitário e de temas tais como:

o

Educação para a Convivência com o Semi-árido;

o

Cultura e Identidade Afro-Brasileira e Indígena;

o

Esporte e Cidadania.

Como pontuar

O sistema de pontuação do Selo UNICEF Município Aprovado está baseado em duas cores, que

valem tanto para os indicadores de Impacto Social e da Gestão de Políticas Públicas, quanto para os

temas de Participação Social.

o

O VERDE sinaliza que o município está no caminho certo, ou seja, sua situação ou

desempenho está na média ou acima dela, em relação ao seu grupo. O município ganha ponto.

o

O VERMELHO sinaliza cuidado. A situação ou desempenho do município é inferior ao da média de seu grupo e precisa melhorar. O município não ganha o ponto.

O Selo é concedido ao município que obtém um determinado número de pontos, definidos em cada

edição.

Para maiores informações consulte o site do Selo UNICEF: www.selounicef.org.br

2. ENVOLVA-SE desde já
2. ENVOLVA-SE desde já

É importante que o(a) senhor(a) acompanhe pessoalmente as informações relacionadas às políticas

públicas municipais voltadas para a criança e o adolescente, inclusive observando os itens previstos

na avaliação do Selo UNICEF, e que o(a) senhor(a) mesmo(a) estimule a equipe municipal e a sociedade civil no sentido de apresentarem sugestões para melhorar estas políticas.

É igualmente importante que a administração municipal envolva a comunidade na luta pela melhoria

da qualidade de vida das crianças e adolescentes e que divulgue o que está sendo feito no município, sejam estas ações e projetos desenvolvidos pela própria administração, por entidades comunitárias, ONGs ou pela população.

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3. ANALISE a situação de seu município através de alguns indicadores estratégicos
3. ANALISE a situação de seu município através de alguns
indicadores estratégicos

Para quem não sabe para qual porto ir, não há ventos propícios” (Sêneca, Romano 4 a.c. – 65 d.c. - Filósofo, escritor, político)

É fundamental que o município analise cuidadosamente como está a sua situação com relação ao

grupo no qual está inserido e verifique se existe algum indicador (de saúde ou de educação) em que

o município está pior que a média e que precisa ser melhorado. Verifique também como estão sendo preenchidos os documentos dos Sistemas de Informação (Censo Escolar, Sistema de Informação da

Atenção Básica – SIAB, Sistema de Informação de Nascidos Vivos – SINASC, Sistema de Informação de Mortalidade – SIM, SIS - Pré-Natal) e se os mesmos estão sendo enviados às instituições responsáveis por sua gerência.

Na próxima página são apresentados 12 indicadores estratégicos de Impacto e Gestão. Para cada um
Na próxima página são apresentados 12 indicadores estratégicos de Impacto e Gestão. Para cada
um deles, a seguinte informação é apresentada:
Média do
Melhorou o
grupo
Indicadores
Fonte
2004
2006 Evolução
indicador?
no ano
final
Melhor que a
média do
grupo no ano
final?
1 Percentual de crianças menores de 2
anos de idade desnutridas
MS/SIAB
12,9
10,9
-20,6
SIM
10,5
NÃO

Duas informações são particularmente importantes: 1. verificar se o indicador melhorou; e 2. verificar se o indicador no ano final é melhor que a média do grupo, ou seja, sua situação ou desempenho é igual, ou melhor, que a média do indicador para os municípios que fazem parte do grupo no qual se insere o município analisado. No exemplo acima, apesar do indicador ter melhorado (verde) ele ainda está pior que a média do grupo (vermelho). Neste caso, o município não pontuaria neste indicador.

Estes indicadores merecem desde já uma atenção especial a fim de possibilitar correção de rumos nas políticas ainda em tempo para a avaliação da próxima edição. Para apoiá-lo(a) neste trabalho, cada um destes 12 indicadores é apresentado individualmente em uma ficha, acompanhado de uma lista de iniciativas concretas que podem ser implementadas pelo município para melhorá-los. O objetivo é que estas listas sirvam para verificação e acompanhamento de cada um destes indicadores. Uma lista mais completa de iniciativas se encontra no site do Selo UNICEF (www.selounicef.org.br).

É importante notar que os indicadores apresentados neste relatório foram coletados na edição 2008 do Selo UNICEF. Eles são, portanto, indicativos da situação do município em um dado momento. Na nova edição do SELO, que será lançada ainda este ano, alguns deles ainda poderão vir a ser substituídos e atualizados.

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INDICADORES ESTRATÉGICOS DO SELO UNICEF

Situação do município no grupo

Município: Várzea Alegre

Numero de Selo ganhos:

1

Grupo Selo: 2

Reconhecido com o Selo 2006: SIM

UF: CE

Reconhecido com o Selo 2008: NÃO

Indicadores de Impacto

Média do Ano Ano Evoluç Melhorou o Indicadores Fonte grupo inicial final ão indicador? no
Média
do
Ano
Ano
Evoluç
Melhorou o
Indicadores
Fonte
grupo
inicial
final
ão
indicador?
no ano
Melhor que
a média do
grupo no
ano final?
final
Percentual de crianças menores
1
de 2 anos de idade desnutridas
(2004 e 2007)
MS/ SIAB
7,4
6,2
-16,8
SIM
4,6
NÃO
Taxa de abandono escolar do
MEC/
2
Ensino Fundamental da rede
municipal (2004 e 2007)
9,8
2,3
-76,5
SIM
4,1
SIM
INEP
Distorção idade-série no Ensino
MEC/
3
Fundamental diurno da rede
municipal (2004 e 2007)
29,8
12,0
-59,7
SIM
14,1
SIM
INEP
4
Taxa de Mortalidade Infantil
(2004 e 2006)
MS/ SIM/
25,9
10,5
-59,6
SIM
19,3
SIM
SINASC
Percentual de mulheres grávidas
MS/SIM/
5
com 7 ou mais atendimentos de
pré-natal (2004 e 2006)
33,7
40,9
21,6
SIM
46,0
NÃO
SINASC
Percentual de nascidos vivos de
MS/SIM/
6
mães entre 10 e 19 anos de
idade (2004 e 2006)
11,2
12,7
13,9
NÃO
12,2
NÃO
SINASC
Taxa de mortalidade de 10 a 19
MS/SIM/
7
anos por causas externas (2004
0,0
14,4
0,0
NÃO
22,4
SIM
SINASC
e
2006)
Percentual de crianças de até 1
8
ano de idade com registro civil,
do total de nascidos vivos (2004
IBGE
91,4
93,7
2,5
SIM
103,3
NÃO
e
2006)

Indicadores de Gestão:

Média Melhorou do Ano Ano Evoluç Indicadores Fonte o grupo inicial final ão indicador? no
Média
Melhorou
do
Ano
Ano
Evoluç
Indicadores
Fonte
o
grupo
inicial
final
ão
indicador?
no ano
Melhor que a
média do
grupo no ano
final?
final
Percentual de crianças com
1
aleitamento materno exclusivo
até 4 meses (2004 e 2007)
MS/SIAB
69,9
75,8
8,5
SIM
71,4
SIM
Percentual de crianças com
MS/PNI/S
2
menos de 1 ano com vacina
Tetravalente (2004 e 2007)
97,0
76,8
-20,8
NÃO
103,2
NÃO
INASC
3
Cobertura do Programa Saúde da
Família (2004 e 2007)
MS/SIAB
95,9
98,7
3,0
SIM
86,0
SIM
MS/SIM/S
4
Percentual de mortes mal
definidas (2004 e 2006)
10,3
2,6
-74,9
SIM
5,4
SIM
INASC

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4. ESTABELEÇA parcerias e DIVULGUE as iniciativas do município
4. ESTABELEÇA parcerias e DIVULGUE as iniciativas do município

Estabelecer parcerias com Unidades Regionais da Educação, Saúde e Ação Social vinculadas aos governos estaduais e outras organizações governamentais e não governamentais, para a implantação/ implementação/ ampliação de programas e projetos voltados para a criança e o adolescente é uma forma de obter melhores resultados e otimizar recursos, além de criar uma rede de cooperação.

A comunicação é uma das chaves do sucesso do Selo UNICEF Município Aprovado. Seu objetivo é

colocar a criança e o adolescente no centro da pauta do município, convocando todo mundo para transformá-lo em um lugar em que cada menina e menino tenham garantidos seus direitos a sobreviver e se desenvolver, aprender, proteger-se do HIV e da AIDS, crescer sem violência e ser prioridade absoluta nas políticas públicas.

Se bem planejadas e implementadas, as ações de comunicação vão ajudar o articulador do Selo a compartilhar informações, discursos e até sonhos, que poderão ser realizados se todos trabalharem juntos, cada um se responsabilizando por sua parte.

Para apoiar o município neste trabalho, o UNICEF apresenta algumas dicas de comunicação. Nos momentos de capacitação para a conquista do Selo, na organização dos temas de Participação Social e na divulgação para toda a sociedade elas poderão ser úteis.

Estas dicas já podem ser encontradas na apresentação Dicas de Comunicação – Articulador, no site do Selo: www.selounicef.org.br.

5. CRIE E APOIE o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
5. CRIE E APOIE o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e
do Adolescente

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA é o órgão responsável pela

deliberação sobre as políticas públicas municipais voltadas para essa população, sendo uma diretriz fundamental da política de atendimento prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. É

constituído paritariamente por membros do Governo Municipal indicados pelo(a) Prefeito(a) e membros da sociedade civil escolhidos e indicados por suas organizações representativas. É importante lembrar que a coordenação do Fórum Comunitário, que é realizado no Selo, é feita pelo CMDCA.

É de competência do Poder Público disponibilizar as condições necessárias para o bom funcionamento do Conselho (estrutura física, equipamento e recursos humanos). Sua existência e correto funcionamento fazem com que o Poder Público não decida sozinho as prioridades de investimento relativas às crianças e adolescentes do município. O Conselho de Direitos é um canal para a participação de cidadãs e cidadãos, fazendo com que suas demandas e prioridades orientem as políticas públicas de atendimento à infância e juventude.

Mesmo que alguns dos itens a seguir não sejam exigidos diretamente pela avaliação do Selo, sua verificação é importante, pois têm grande influência no bom funcionamento do CMDCA:

o

O Conselho dispõe de espaço físico adequado e alguém responsável por sua parte administrativa;

o

O Conselho realiza reunião sistemática e regular, com registro de ata assinado pelos(as) participantes;

o

Ao assumir o mandato, o(a) conselheiro(a) passa por algum processo de capacitação;

o

O Conselho assume a coordenação do processo de escolha dos membros do Conselho Tutelar;

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o

O Conselho mantém o registro das entidades e inscrição de programas de atendimento de crianças e adolescente, conforme previsto no artigo 90 do Estatuto da Criança e do Adolescente;

o

O Conselho realiza alguma atividade de divulgação dos direitos da criança e do adolescente;

o

O mandato do(a)s Conselheiro(a)s está em vigor e coerente com a Portaria do(a) Prefeito(a) Municipal que o(a)s nomeou;

o

O processo de escolha das ONGs foi conduzido em consonância com a Lei que cria o Conselho;

o

As competências do Conselho, bem como as atividades ali realizadas, são divulgadas;

o

O Conselho realiza parcerias junto às universidades e centros de estudos a fim de proporcionar melhores critérios para a implementação de políticas públicas relacionadas às necessidades do município;

o

O Conselho contribui para o planejamento e aprova a política municipal voltada para a criança e o adolescente, acompanhando a aplicação dos recursos financeiros das áreas;

o

A equipe do executivo municipal apresenta ao Conselho, pelo menos uma vez ao ano, um relatório dos programas, projetos e ações desenvolvidas para a criança e o adolescente do município.

É fundamental que os municípios busquem informações e apoio nos Conselhos Estaduais de Direitos

e no Conselho Nacional – CONANDA, além de órgãos federais e estaduais que atuam na área de Direitos Humanos.

6. CRIE e APOIE o Conselho Tutelar
6. CRIE e APOIE o Conselho Tutelar

O Conselho Tutelar - CT é um órgão permanente, autônomo e não jurisdicional, incumbido pela

sociedade de garantir os direitos das Crianças e Adolescentes do município, constituindo-se em outra diretriz da política de atendimento prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. O

município deve garantir a instalação física necessária para o pleno funcionamento do Conselho Tutelar, e ainda prover a remuneração dos conselheiros, nunca inferior ao salário mínimo em vigor. É importante observar alguns pontos relacionados ao bom funcionamento do Conselho, como estratégia para ampliar as possibilidades de sucesso na nova edição.

o

O Conselho dispõe de estrutura mínima de funcionamento (local adequado e de fácil acesso à população, telefone, computador, mobiliário, etc.);

o

O conselho realiza reuniões sistemáticas e regulares, com registro de ata assinado pelos(as) participantes;

o

Ao assumir o mandato, o(a) conselheiro(a) passa por algum processo de capacitação;

o

O processo de eleição dos conselheiros foi conduzido pelo CMDCA;

o

O Conselho aplica “medidas especiais de proteção” quando constata que os direitos foram violados;

o

O Conselho fiscaliza as entidades de atendimento, ação prevista no artigo 90 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que solicitaram o registro junto ao CMDCA;

o

O mandato do(a)s Conselheiro(a)s está em vigor e coerente com a Portaria do(a) Prefeito(a) Municipal que o(a)s nomeou.

7. CRIE e APOIE o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
7. CRIE e APOIE o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do
Adolescente

O Fundo está entre as diretrizes da política de atendimento previstas no artigo 88 do Estatuto da

Criança e do Adolescente – ECA e o seu funcionamento pode ajudar muito na conquista do Selo. Ele

deverá ser criado por lei municipal e gerido pelo CMDCA, mediante cooperação técnica com uma secretaria municipal.

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Mesmo que alguns dos itens a seguir não sejam exigidos diretamente pela avaliação do Selo, sua verificação é importante, pois tem influência no bom funcionamento do CMDCA e da política municipal para a criança e o adolescente:

o

Já existe lei de criação e decreto de regulamentação para o fundo municipal;

o

Foram incluídos recursos para o Fundo da Criança e do Adolescente na peça orçamentária do município;

o

Já foi aberta conta bancária específica para movimentação dos recursos;

o

O CMDCA fez plano de ação e, com base nele, um Plano de Aplicação para os recursos orçados para o Fundo;

o

Foi feita alguma campanha de divulgação do Fundo para captar doações.

8. IDENTIFIQUE um(a) articulador(a) Municipal do Selo
8. IDENTIFIQUE um(a) articulador(a) Municipal do Selo

Em cada edição do Selo o município é solicitado a indicar um(a) articulador(a) para as ações do Selo. Ele(a) é a pessoa responsável pela articulação geral da operacionalização das políticas voltadas para a Criança e o Adolescente, e por isso mesmo precisa estar sempre atento(a) no desenvolvimento de todas as atividades e exigências decorrentes do Selo. Para possibilitar o bom desempenho do(a) articulador(a), o município deve disponibilizar para o(a) mesmo(a): local adequado para o seu trabalho, um computador com internet, meio pelo qual ele(a) se comunicará constantemente com a Coordenação do Selo, além de apoio administrativo e financeiro. Entre suas diversas atividades, o articulador(a) deve ainda:

o

Organizar a sala/espaço do Selo;

o

Acompanhar atentamente o cronograma do Selo;

o

Manter contato permanente com a Coordenação do Selo UNICEF para receber orientações e tirar dúvidas;

o

Monitorar, acompanhar e analisar os indicadores sociais, buscando promover um espaço de interação, sinergia e compartilhamento de informações entre os diversos atores, a comunidade, além do(a) Senhor(a) Prefeito (a), Primeira Dama e demais autoridades municipais;

o

Promover a intersetorialidade, através da articulação dos diversos atores da administração municipal, importantes na implementação das políticas avaliadas pelo Selo;

o

Sensibilizar a comunidade pela causa da infância e da adolescência;

o

Motivar os demais membros da Comissão Municipal pelos Direitos da Criança e do Adolescente ou Comissão Pró-Selo;

o

Repassar as informações recebidas da coordenação do Selo aos demais membros da equipe municipal e da sociedade civil;

o

Enviar as informações solicitadas pela coordenação do Selo ou articular para que outra pessoa as envie;

o

Priorizar a comunicação, elemento vital ao processo.

Identifique desde já uma pessoa que possa vir a ser o(a) articulador(a) municipal na nova edição do Selo. Caso seja possível, mantenha o(a) articulador(a) da edição passada, afinal ele(a) acumulou uma experiência valiosíssima, que poderá ser muito positiva para o município na nova edição.

Dicas de articulação já podem ser encontradas na apresentação Dicas de Trabalho – Articulador, no site do Selo: www.selounicef.org.br.

9. CRIE a Comissão Pró-Selo (equipe intersetorial)
9. CRIE a Comissão Pró-Selo (equipe intersetorial)

Seguindo o princípio da intersetorialidade, é importante que o município trabalhe para que a busca da melhoria de indicadores seja um objetivo de toda a sociedade e não só do executivo municipal. Nesse sentido, a organização de grupos de trabalho, que tenham como foco os indicadores referentes às políticas voltadas para a infância e a adolescência, com reuniões sistemáticas e

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incorporando os mais diversos segmentos da sociedade local, será um fator que poderá fazer a diferença na efetiva mudança positiva desses indicadores e, inclusive, para a conquista do Selo UNICEF. Sugere-se, portanto, a criação de uma Comissão Municipal pelos Direitos das Crianças e Adolescentes ou Comissão Pró-Selo, que seja composta por representantes das várias secretarias municipais (Saúde, Educação, Ação Social etc.), por representantes do Conselho de Direitos e Conselho Tutelar, além de outros segmentos da sociedade civil (empresários, radialistas, religiosos, ONGs etc.) e adolescentes. É importante deixar claro que esta Comissão não substitui e nem deve concorrer com o CMDCA. O CMDCA é um órgão deliberativo enquanto que a Comissão é operacional e visa, acima de tudo, implementar, de forma intersetorial, as ações estratégicas planejadas para a conquista do Selo. É importante que a Comissão trabalhe em perfeita sintonia com o CMDCA.

Sugere-se considerar a necessidade de um planejamento de ações para cada área a ser avaliada e, ainda, destacar que as atividades de mobilização têm um grande potencial para a obtenção de resultados positivos nas ações desenvolvidas em prol da criança e do adolescente do município.

A realização de Fóruns Municipais pelos Direitos das Crianças e Adolescentes pode ser uma estratégia importante para a divulgação das ações municipais e para mobilizar a comunidade para a melhoria da qualidade de vida das crianças e adolescentes. Outra boa estratégia pode ser colocar um número de telefone à disposição da população, com ampla divulgação do serviço, facilitando assim o engajamento de todos que queiram contribuir.

10. FIQUE ATENTO às próximas etapas
10. FIQUE ATENTO às próximas etapas

Cumprindo os prazos estabelecidos no cronograma e acompanhando com regularidade o que é divulgado no site do Selo UNICEF.

Para maiores informações consulte o site do Selo UNICEF: www.selounicef.org.br ou envie e- mails para fortaleza@unicef.org.

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INDICADORES ESTRATÉGICOS DO SEU MUNICÍPIO

PERCENTUAL DE CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS DE IDADE DESNUTRIDAS
PERCENTUAL DE CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS DE IDADE DESNUTRIDAS
SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Média Melhor do Evoluç ou o Indicadores Fonte 2004 2007 grupo ão
SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO
Média
Melhor
do
Evoluç
ou o
Indicadores
Fonte
2004
2007
grupo
ão
indica
no ano
dor?
Melhor que
a média do
grupo no
ano final?
final
1
1

Percentual de crianças menores

de 2 anos de idade desnutridas (2004 e 2007)

MS/ 7,4 6,2 -16,8 SIM 4,6 NÃO SIAB
MS/
7,4
6,2
-16,8
SIM
4,6
NÃO
SIAB

INTERPRETAÇÃO Este indicador expressa a quantidade de crianças menores de dois anos com déficit de peso em relação à idade, acompanhadas pelo Programa de Saúde da Família e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde - PACS. Existe consenso de que os primeiros anos de vida são fundamentais para garantir uma vida saudável e um desenvolvimento harmonioso de crianças até 6 anos (em especial até 2), pois essa faixa etária é considerada crítica em relação à mortalidade causada pela desnutrição, o que impõe o devido acompanhamento da situação nutricional das mesmas.

O município

Identifica todos os recém-nascidos de risco (baixo peso e prematuros) para garantir o seu acompanhamento de forma especial;

Estimula o aleitamento materno exclusivo até os 6 primeiros meses de vida e com outros alimentos até 2 anos;

Assegura que, ao sair da maternidade, o cartão da criança (ou caderneta de saúde) é entregue à mãe para que a equipe de saúde e a família possam acompanhar o seu crescimento e desenvolvimento nos primeiros seis anos de vida;

Responsabiliza suas unidades de saúde pela constante vigilância nutricional e alimentar de todas as crianças até 6 anos de suas áreas de abrangência, inclusive do acompanhamento mensal das crianças menores de 1 ano;

Implementa estratégias para a melhoria do saneamento básico, ampliação no fornecimento de água tratada, aumento da cobertura vacinal contra o sarampo, duração do aleitamento materno, tratamento da anemia por deficiência de ferro e a Terapia de Reidratação ORAL, nos casos de diarréia;

Distribui prioritariamente cestas básicas para gestantes em risco nutricional, reforçando a importância do aleitamento materno exclusivo até seis meses.

Desenvolve projetos de geração de emprego e renda, além de outros que estimulem hábitos de vida saudáveis e de segurança alimentar e nutricional, junto às famílias de gestantes, crianças e adolescentes do semi-árido;

Promove ações de monitoramento da situação alimentar e nutricional; implanta e fortalece o sistema de vigilância alimentar e nutricional – SISVAN do município;

Desenvolve ações educativas alimentares para crianças expostas ao HIV;

Implanta ações de apoio às mães que amamentam, com visitas domiciliares e outros cuidados por parte da equipe do PSF;

Garante suplementação alimentar para gestantes em risco nutricional ou desnutridas.

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TAXA DE ABANDONO ESCOLAR DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE MUNICIPAL
TAXA DE ABANDONO ESCOLAR DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE MUNICIPAL
DE ABANDONO ESCOLAR DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE MUNICIPAL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 2 Taxa de

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

2
2
DA REDE MUNICIPAL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 2 Taxa de abandono escolar do Ensino Fundamental da

Taxa de abandono escolar do

Ensino Fundamental da rede municipal (2004 e 2007)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MEC/ 9,8 2,3 -76,5 SIM 4,1 SIM INEP
MEC/
9,8
2,3
-76,5
SIM
4,1
SIM
INEP

INTERPRETAÇÃO Esse indicador mede o percentual de crianças e adolescentes do Ensino Fundamental da rede municipal, matriculados no turno diurno, que abandonaram a escola no decorrer do ano letivo. Ele é importante para esse objetivo de impacto, uma vez que estudos apontam que há uma vinculação entre abandono escolar e aumento do trabalho infantil.

O município

Estimula uma discussão entre a Secretaria Municipal de Educação e as escolas no município sobre como o trabalho infantil interfere no rendimento escolar das crianças e adolescentes;

Estimula debates entre os diretores das escolas e professores sobre a política de cada escola para assegurar o acesso, permanência e sucesso escolar para crianças em geral e principalmente as oriundas do trabalho infantil;

Assegura que a Secretaria Municipal de Educação e as escolas de Ensino Fundamental conheçam os programas de erradicação do trabalho infantil;

Assegura, via Secretaria de Educação, a adoção de procedimentos do FICAI (Ficha de Comunicação do Aluno Infreqüente) ou ações similares de busca ativa de crianças fora da escola;

Mantém contato com o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e com o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, solicitando apoio na capacitação do município para desenvolver um Plano Municipal de Erradicação do Trabalho Infantil;

Mantém contato com o Comitê de Enfrentamento da Violência Sexual e o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente no seu Estado solicitando apoio na capacitação do município para desenvolver um Plano Municipal de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes;

Assegura que os Conselhos Tutelares do município têm recebido capacitação sobre a prevenção e erradicação do trabalho infantil e exploração sexual de crianças e adolescentes;

Mantém contato com a Delegacia Regional do Trabalho e pede um diagnóstico do trabalho infantil no município;

Assegura que a Secretaria de Assistência Social está atendendo adequadamente os casos de trabalho infantil e exploração sexual nos programas oferecidas pelo Sistema Único de Assistência Social-SUAS.

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DISTORÇÃO IDADE-SÉRIE NO ENSINO FUNDAMENTAL DIURNO DA REDE MUNICIPAL
DISTORÇÃO IDADE-SÉRIE NO ENSINO FUNDAMENTAL DIURNO DA REDE MUNICIPAL
IDADE-SÉRIE NO ENSINO FUNDAMENTAL DIURNO DA REDE MUNICIPAL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 3 Distorção

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

3
3
DA REDE MUNICIPAL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 3 Distorção idade-série no Ensino Fundamental diurno da

Distorção idade-série no Ensino

Fundamental diurno da rede municipal (2004 e 2007)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MEC/ 29,8 12,0 -59,7 SIM 14,1 SIM INEP
MEC/
29,8
12,0
-59,7
SIM
14,1
SIM
INEP

INTERPRETAÇÃO Este indicador permite avaliar o percentual de alunos, em cada série do ensino fundamental, com idade superior à idade adequada para aquela série. Em um sistema educacional seriado, existe uma adequação teórica entre a série/ano e a idade do aluno. Em 2006 foi aprovada lei que instituiu Ensino Fundamental (EF) de nove anos. Assim, a idade de 6 anos passou a ser considerada como a idade adequada para cursar o 1º ano do EF. Seguindo esse raciocínio, é possível identificar a idade adequada para cada ano do EF.

O município

Verifica a necessidade de ampliação da oferta de vagas, bem como melhorias no ambiente físico-escolar, de forma que todas as crianças e adolescentes estejam matriculados;

Assegura que as escolas possuem sistema de avaliação contínua, bem como se realizam atividades de acompanhamento - reforço individualizado com as crianças e adolescentes;

Implementa políticas de valorização dos profissionais de educação, como formação inicial e continuada, tempo para estudo e preparação das aulas, implementação de planos de carreira e de cargos e salários, bem como outras formas de garantir que o professor esteja sempre motivado;

Dispõe de espaços que incentivem e valorizem a participação especialmente dos alunos e suas famílias;

Disponibiliza materiais didáticos e de apoio pedagógico apropriados e em quantidade adequada para o desenvolvimento de atividades de ensino e aprendizagem;

Dispõe de um sistema de busca ativa para os alunos faltosos, garantindo sua freqüência regular à escola;

Desenvolve programas/projetos de educação integral, envolvendo articulação de conhecimentos, ampliação de espaços e tempos de aprendizagem, com participação de outras instituições no bairro/município;

Estimula as escolas a desenvolverem atividades próprias e/ou produzirem materiais específicos para trabalho com os alunos.

Várzea Alegre

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20
TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL
TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL
TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 4 Taxa de Mortalidade Infantil (2004 e 2006)

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

4
4
MORTALIDADE INFANTIL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 4 Taxa de Mortalidade Infantil (2004 e 2006) Fonte 2004

Taxa de Mortalidade Infantil (2004 e 2006)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MS/ SIM/ 25,9 10,5 -59,6 SIM 19,3 SIM SINAS C
MS/
SIM/
25,9
10,5
-59,6
SIM
19,3
SIM
SINAS
C

INTERPRETAÇÃO Viver é um direito humano básico e universal. Entretanto, milhares de crianças brasileiras morrem a cada ano por causas que poderiam ser evitadas com medidas simples, de baixo custo e que estão ao alcance de todos os municípios do Semi-Árido Brasileiro (SAB). Este indicador estima o risco de um nascido vivo morrer durante o seu primeiro ano de vida. É considerado um indicador fundamental de desenvolvimento socioeconômico e ambiental, pois está relacionado com a qualidade do atendimento às mulheres grávidas no período pré-natal, nos serviços de saúde e às condições de saneamento básico.

O município

Oferece um pré-natal de qualidade a todas as gestantes do município, com 7 ou mais consultas;

Oferece atenção à gestante e ao recém-nascido no pré-natal, no momento do parto e no pós- parto, com recursos humanos qualificados e atendimento também humanizado;

Presta atendimento ao recém-nascido na sala de parto, com material necessário para reanimação e recursos humanos qualificados;

Implanta e apóia o funcionamento da comissão municipal e das comissões hospitalares de investigação dos óbitos infantis;

Entrega a todos os recém-nascidos do município a caderneta de saúde da criança produzida pelo Ministério da Saúde e promove a utilização da mesma pelos profissionais de saúde e famílias;

Implanta a iniciativa Hospital Amigo da Criança em todos os estabelecimentos do município que realizam partos;

Garante o alojamento conjunto e a prática do aleitamento materno na sala de parto, logo após o nascimento do bebê;

Promove o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida. Após essa idade oferece uma orientação alimentar complementar adequada;

Realiza visitas domiciliares às gestantes e recém-nascidos (em especial àqueles com menos de 2.500 gramas) toda semana, no primeiro mês após o parto. Antes da alta hospitalar, orienta sobre os cuidados necessários e os sinais de complicação no pós-parto imediato;

Garante a vacinação adequada da criança, em especial, no primeiro ano de vida;

Agenda visitas regulares da criança à unidade de saúde para acompanhar o seu estado (inclusive com pesagem, avaliação da situação nutricional e do desenvolvimento) no primeiro ano de vida, com utilização adequada da caderneta de saúde da criança;

Várzea Alegre

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PERCENTUAL DE MULHERES GRÁVIDAS COM 7 OU MAIS ATENDIMENTOS DE PRÉ-NATAL
PERCENTUAL DE MULHERES GRÁVIDAS COM 7
OU MAIS ATENDIMENTOS DE PRÉ-NATAL
MULHERES GRÁVIDAS COM 7 OU MAIS ATENDIMENTOS DE PRÉ-NATAL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 5 Percentual de

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

5
5
DE PRÉ-NATAL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 5 Percentual de mulheres grávidas com 7 ou mais atendimentos

Percentual de mulheres grávidas

com 7 ou mais atendimentos de pré-natal (2004 e 2006)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MS/SI M/SIN 33,7 40,9 21,6 SIM 46,0 NÃO ASC
MS/SI
M/SIN
33,7
40,9
21,6
SIM
46,0
NÃO
ASC

INTERPRETAÇÃO Este indicador mostra, a partir de informações prestadas pelas mulheres durante a assistência ao parto, o percentual de gestantes com sete ou mais atendimentos de pré-natal. É consenso que um pré-natal realizado de uma forma adequada evita complicações durante a gravidez, melhora as condições de nascimento e, portanto, propicia maior sobrevivência da gestante e do bebê e melhor desenvolvimento da criança.

O município

Realiza campanhas sobre a importância do pré-natal, sobre o que é um pré-natal de qualidade e incentiva o seu início logo após a confirmação da gravidez;

Capacita os profissionais de saúde e acompanha os serviços para que ofereçam um pré-natal de qualidade;

Usa corretamente o cartão da gestante;

Detecta precocemente e trata adequadamente as doenças maternas;

Garante que as gestantes sejam vacinadas;

Estrutura serviços de acompanhamento do puerpério e do pós-parto, com agendamento na alta pós-parto, visitas domiciliares e referência, quando necessária;

Garante o exame de HIV/Aids e de Sífilis no atendimento de pré-natal e teste rápido para detectar o HIV, na sala de parto;

Tem e preenche adequadamente o partograma;

Define e orienta a gestante sobre o local onde será feito o parto;

Garante a referência para as gestantes com gravidez de médio e alto risco.

Várzea Alegre

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PERCENTUAL DE NASCIDOS VIVOS DE MÃES ENTRE 10 E 19 ANOS DE IDADE
PERCENTUAL DE NASCIDOS VIVOS DE MÃES ENTRE 10 E 19 ANOS DE IDADE
DE NASCIDOS VIVOS DE MÃES ENTRE 10 E 19 ANOS DE IDADE SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

6
6
10 E 19 ANOS DE IDADE SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 6 Percentual de nascidos vivos de

Percentual de nascidos vivos de

mães entre 10 e 19 anos de idade (2004 e 2006)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MS/SIM /SINAS 11,2 12,7 13,9 NÃO 12,2 NÃO C
MS/SIM
/SINAS
11,2
12,7
13,9
NÃO
12,2
NÃO
C

INTERPRETAÇÃO A gravidez em idade precoce, principalmente se desprotegida, pode trazer riscos para as adolescentes, principalmente às menores de 15 anos, que têm mais chance de apresentarem complicações e morrerem durante a gravidez e o parto. Além disso, uma das causas mais fortes para o abandono e evasão escolar de adolescentes é a gravidez precoce. Este indicador mede, portanto, dentre o total de nascidos vivos, qual o percentual de recém-nascidos cujas mães são adolescentes entre 10 e 19 anos.

O município

Promove parceria com as Escolas para fortalecer a captação das adolescentes grávidas e para desenvolver ações de prevenção e promoção de saúde sexual e reprodutiva (Exemplo:

Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas – SPE – ver no site do Selo UNICEF);

Desenvolve ações educativas juntos aos grupos/organizações de jovens/grêmios escolares, investindo no processo de educação entre pares para sensibilizar e estimular os adolescentes para os cuidados com a saúde;

Capacita as equipes de saúde para o atendimento e acolhimento de adolescentes nas unidades de saúde;

Capta, precocemente, as adolescentes grávidas para que iniciem o pré-natal nos primeiros meses de gestação (pelos Agentes Comunitários de Saúde, líderes da Pastoral da Criança, escolas );

Cria projeto diferenciado/original de intervenção para a adolescente grávida ou puérpera na escola (Apoio para que não abandone a escola );

Sensibiliza as equipes de saúde para um atendimento humanizado aos adolescentes em geral, em especial às grávidas, seus companheiros e famílias;

Cria o projeto “Agente de Saúde Adolescente” com a atuação de alunos nas unidades básicas de saúde.

Várzea Alegre

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TAXA DE MORTALIDADE DE 10 A 19 ANOS POR CAUSAS EXTERNAS
TAXA DE MORTALIDADE DE 10 A 19 ANOS POR CAUSAS EXTERNAS
TAXA DE MORTALIDADE DE 10 A 19 ANOS POR CAUSAS EXTERNAS SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 7

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

7
7
POR CAUSAS EXTERNAS SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 7 Taxa de mortalidade de 10 a 19 anos

Taxa de mortalidade de 10 a

19 anos por causas externas (2004 e 2006)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MS/SIM/ 0,0 14,4 0,0 NÃO 22,4 SIM SINASC
MS/SIM/
0,0
14,4
0,0
NÃO
22,4
SIM
SINASC

INTERPRETAÇÃO Esse indicador mede o número de óbitos de crianças e adolescentes provocados por motivos evitáveis. Decorrem de acidentes e violência nos ambientes domésticos, escolares, comunitários, ruas, etc. Ele é medido pela relação entre o número de óbitos de crianças de 10 a 19 anos ocorridos no período de um ano em um determinado local e o número de habitantes nesta mesma faixa etária. Geralmente é medido para cada grupo de 100 mil habitantes em uma dada região, cidade ou estado. Até que se melhore a notificação de outros tipos de violência, o indicador sobre morte por causas externas é o único coletado uniformemente nos municípios, permitindo comparações. O indicador de morte por causas externas, ou de causas evitáveis, pode nos revelar outras situações e práticas de violência na comunidade, além de fortalecer as políticas de prevenção.

O município

Estimula que todos os profissionais de saúde, educação, assistência social, segurança pública e conselheiros do município desenvolvam ações para evitar qualquer morte de criança por violência doméstica. Na busca dessa meta, os mesmos agentes implementam ações preventivas, aos primeiros sinais de violência física e sexual detectados dentro de casa;

Organiza, através de uma ação conjunta entre o CMDCA, CT e os conselhos de saúde, de assistência e de educação, um diagnóstico dos tipos de violência e exploração que mais afetam crianças no município, e das formas sob as quais estas violações são notificadas;

Promove, a partir do diagnóstico, reuniões e capacitações com os profissionais de saúde, assistência social, educação, segurança pública e conselhos tutelares para discutir políticas e praticas de prevenção;

Implanta a Comissão de Prevenção e Notificação de Maus Tratos contra Crianças e Adolescentes em todas as unidades municipais de saúde, educação e assistência social. A Comissão deverá ser implantada através de portaria elaborada pelo secretários municipal de saúde;

Disponibiliza a Ficha de Notificação em todas as unidades de saúde (Portaria MS/GM

Nº1.968/01);

Preenche fichas de notificação e prontuários de atendimento multidisciplinar nas unidades de saúde;

Cria a rede de atendimento às vítimas de violência e maus-tratos (ambulatórios e casas de apoio/passagens para crianças, adolescentes e sua família);

Fortalece a articulação entre a Comissão de Prevenção e Notificação de Maus-tratos contra crianças e adolescentes e o Conselho Tutelar de seu município. Mesmo não sendo componente da Comissão, o Conselho Tutelar é instrumento fundamental no fluxo de atendimento, pois é ele que faz a representação dos casos junto às delegacias e ao judiciário.

Várzea Alegre

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PERCENTUAL DE CRIANÇAS DE ATÉ 1 ANO DE IDADE COM REGISTRO CIVIL
PERCENTUAL DE CRIANÇAS DE ATÉ 1 ANO DE IDADE COM REGISTRO CIVIL
DE CRIANÇAS DE ATÉ 1 ANO DE IDADE COM REGISTRO CIVIL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 8

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

8
8
COM REGISTRO CIVIL SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 8 Percentual de crianças de até 1 ano de

Percentual de crianças de até 1

ano de idade com registro civil, do total de nascidos vivos (2004 e 2006)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

IBGE 91,4 93,7 2,5 SIM 103,3 NÃO
IBGE
91,4
93,7
2,5
SIM
103,3
NÃO

INTERPRETAÇÃO Este indicador mede, dentre o total de nascidos vivos em determinado local e ano, qual o número de crianças menores de 12 meses que foram registradas. A falta do registro civil e da certidão de

nascimento exclui e viola os direitos de parcela significativa da população e de milhares de crianças

e adolescentes brasileiros, pois além de privar a criança do direito a um nome e sobrenome, dificulta

o acesso de meninas e meninos a serviços a que têm direito e compromete o planejamento de políticas públicas de educação, saúde e assistência social.

O município

Realiza o mapeamento da população não-registrada, principalmente das populações afro- brasileiras, indígenas e que vivem nas zonas rurais;

Forma um comitê municipal utilizando todos os programas municipais e suas estruturas e serviços para elaborar e implantar um plano de mobilização para garantir o registro civil, articulando-se com programas e órgãos estaduais e federais presentes no município;

Busca apoio do governo estadual, hospitais e cartórios para a criação e manutenção de postos avançados de registro civil nas maternidades;

Organiza campanhas de comunicação para sensibilizar famílias, educadores, profissionais de saúde e empresas sobre a importância do registro civil e maneiras de obtê-lo;

Cria rotina sistemática nas consultas de pré-natal para informar as parturientes sobre a importância do registro civil, da necessidade de seus documentos pessoais na hora do parto e de como proceder quando o pai da criança se recusa a registrá-la;

Instala postos avançados de Registro Civil nas maternidades ou encaminha a mãe ou o pai logo após o parto para o cartório, orientando para a gratuidade do Registro Civil e Certidão de Nascimento;

Recomenda que se esclareça às mães sobre os procedimentos para requerer o reconhecimento de paternidade. Aconselha que ela registre a criança, mesmo sem o nome do pai, (diante da negativa do reconhecimento de paternidade) e que solicite ao cartório as providências para o reconhecimento de paternidade;

Realiza campanha educativa voltada à comunidade acerca dos direitos das pessoas serem registradas e sobre os procedimentos que devem ser seguidos através das Secretarias Municipais de Saúde, Educação, Ação Social, Conselhos de Direitos e Tutelares;

Informa os profissionais de saúde, educação e assistência social sobre o registro civil.

Várzea Alegre

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PERCENTUAL DE CRIANÇAS COM ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO ATÉ 4 MESES
PERCENTUAL DE CRIANÇAS COM ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO ATÉ 4 MESES
DE CRIANÇAS COM ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO ATÉ 4 MESES SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 1 Percentual de

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

1
1
ATÉ 4 MESES SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 1 Percentual de crianças com aleitamento materno exclusivo

Percentual de crianças com

aleitamento materno exclusivo até 4 meses (2004 e 2007)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MS/SI 69,9 75,8 8,5 SIM 71,4 SIM AB
MS/SI
69,9
75,8
8,5
SIM
71,4
SIM
AB

INTERPRETAÇÃO Este indicador mede se o município investe no incentivo, orientação e apoio ao aleitamento materno exclusivo, identificando áreas e grupos etários em maior risco de desmame precoce; contribui na análise das condições de saúde e nutrição dos lactentes; auxilia o processo de planejamento, gestão e avaliação de políticas e ações voltadas para a saúde da mulher e da criança. O aleitamento materno é um direito fundamental tanto para a mulher quanto para o crescimento e desenvolvimento adequados do bebê, sendo uma das ações mais eficientes na redução da mortalidade infantil, pois protege contra as doenças infecciosas, a desnutrição, as alergias e outras doenças crônicas. Além disso, fortalece o vínculo entre mãe e filho.

Nota: Apesar da recomendação internacional para que a criança receba leite materno exclusivo até seis meses de idade, a informação disponível atualmente por município é referente aos primeiros quatro meses.

O município

Implanta/ implementa a Iniciativa Hospital Amigo da Criança, que contribui para promover, proteger e apoiar o Aleitamento Materno, incentivando os profissionais a mudar condutas e rotinas responsáveis pelo alto índice de desmame precoce e suas conseqüências;

Cria o banco municipal de Leite Humano e/ou implantação do serviço de coleta nas unidades básicas e hospitalares;

Fortalece

a

rede

básica

de

saúde

para

ações

de

incentivo,

apoio

e

promoção

da

amamentação, com a participação dos agentes comunitários:

o

No atendimento pré-natal, no parto e o pós-parto;

o

No acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança;

o

Na criação de grupos de gestantes, nutrizes e avós para trocas de experiências;

o

No incentivo ao envolvimento dos familiares, principalmente do pai, como apoiadores do aleitamento materno;

o

Na organização de campanhas permanentes de incentivo ao aleitamento materno;

Assegura a qualificação de profissionais do PACS e PSF, oferecendo o álbum "Promovendo o Aleitamento Materno", que contém informações básicas sobre a amamentação, bem como respostas a alguns problemas mais comuns da mãe e do bebê, e informações sobre leis que protegem o aleitamento materno;

Implanta estratégias de Incentivo ao Aleitamento Materno, no PSF;

Desenvolve campanhas permanentes de incentivo ao aleitamento materno no município;

Informa todas as gestantes atendidas sobre as vantagens e o manejo da amamentação;

Ajuda as mães a iniciarem a amamentação na primeira meia hora após o parto.

Várzea Alegre

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PERCENTUAL DE CRIANÇAS COM MENOS DE 1 ANO COM VACINA TETRAVALENTE
PERCENTUAL DE CRIANÇAS COM MENOS DE 1 ANO COM VACINA TETRAVALENTE
DE CRIANÇAS COM MENOS DE 1 ANO COM VACINA TETRAVALENTE SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 2 Percentual

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

2
2
VACINA TETRAVALENTE SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 2 Percentual de crianças com menos de 1 ano com

Percentual de crianças com

menos de 1 ano com vacina Tetravalente (2004 e 2007)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MS/PNI/ 97,0 76,8 -20,8 NÃO 103,2 NÃO SINASC
MS/PNI/
97,0
76,8
-20,8
NÃO
103,2
NÃO
SINASC

INTERPRETAÇÃO Este indicador mede a proporção de crianças de uma determinada área geográfica protegidas contra as doenças: difteria, tétano, coqueluche e meningite pelo hemófilos influenza tipo B. A vacinação garante proteção contra diversas patologias, como as chamadas doenças da infância, que, ao contrário do que é considerado por muitas comunidades, oferecem grandes riscos à vida. O Selo UNICEF – Edição 2008 definiu apenas duas vacinas como base dos critérios de avaliação. No entanto, os municípios devem observar todas as vacinas previstas no calendário de vacinação das crianças no Brasil.

O município

Organiza a “Rede de Frios” para garantir a qualidade e segurança das vacinas;

Garante a capacitação e atualização permanente dos auxiliares de enfermagem e demais recursos humanos;

Identifica áreas que estão com baixas ou sem coberturas vacinais adequadas, faz busca ativa e administra as vacinas necessárias, de acordo com o estado vacinal de cada criança;

Considera os Agentes Comunitários de Saúde, toda equipe do PSF e associações da comunidade como grandes aliados nessa luta;

Mobiliza a população da área utilizando meios de comunicação, por exemplo, carros de som e rádio para convidar a população da área;

Divulga nas creches, pré-escolas e identifica os alunos que estão sem vacinas;

Oferece vacinação nas unidades de saúde ou em espaços de referência local;

Estimula o uso da caderneta de saúde da criança para o registro adequado das vacinas e orientação das famílias.

Sensibiliza os gestores municipais e as famílias sobre a importância da vacinação;

Participa ativamente na vacinação de rotina, promovendo e estimulando o acesso da população ao serviço. A Secretaria Estadual da Saúde é a grande parceira nesta ação, inclusive dando apoio operacional às campanhas;

Desenvolve estratégias diferenciadas para busca ativa dos faltosos, através da equipes de PSF/ACS;

Monitora efetivamente as ações de imunização;

Faz uso do Cartão Controle da Sala de Vacina e utiliza adequadamente o Cartão “Espelho” do Agente Comunitário de Saúde para acompanhamento.

Várzea Alegre

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COBERTURA DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA
COBERTURA DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA
COBERTURA DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 3 Cobertura do Programa Saúde da

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

3
3
SAÚDE DA FAMÍLIA SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 3 Cobertura do Programa Saúde da Família (2004 e

Cobertura do Programa Saúde da Família (2004 e 2007)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MS/SI 95,9 98,7 3,0 SIM 86,0 SIM AB
MS/SI
95,9
98,7
3,0
SIM
86,0
SIM
AB

INTERPRETAÇÃO Este indicador mede o percentual da população do município com acesso ao Programa Saúde da Família.

Nota: O cálculo da cobertura do Programa de Saúde da Família, segundo o Ministério da Saúde é de 01(uma) equipe de saúde da família para cada 3.450 pessoas (cálculo padrão adotado pelo Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde). Para implantação de equipes de saúde da família, o município recebe um incentivo financeiro do Ministério da Saúde estabelecido na portaria GM/MS Nº396/03. Esse incentivo financeiro é acrescido em 50% se o município tem IDH igual ou inferior a 0,7 e/ou tem menos de 30.000 habitantes e/ou tem áreas de assentamento e/ou população Quilombola (Portaria GM/MS Nº1.434/94). Para implantar novas equipes de saúde da família, o município deve encaminhar a solicitação de qualificação das equipes para a Comissão Intergestora Bipartite – CIB do seu Estado. Somente após esta aprovação e publicação em diário oficial é que o município recebe os incentivos.

O município

Tem tentado ampliar ao máximo o número de equipes de Saúde da Família;

Busca apoio da Secretaria Estadual de Saúde (SES) para aumentar a cobertura do programa,

e

priorizando

assentamentos;

as

famílias

das

áreas

rurais,

em

comunidades

quilombolas,

indígenas

Busca parcerias com a SES e Escolas Técnicas de Saúde para realizar treinamentos introdutórios para as equipes;

Prioriza a educação permanente das suas equipes de saúde em temas como: aleitamento materno, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das crianças, vigilância nutricional, vacinação, assistência às doenças prevalentes na infância (AIDPI), ações de promoção da saúde do adolescente, pré-natal, planejamento familiar, controle das DST/Aids, controle de endemias, prevenção de violências, diagnóstico e atenção à crianças e adolescentes com deficiência, práticas de educação em saúde, saúde bucal, dentre outros;

Acompanha, de forma permanente, o trabalho das equipes criando instrumentos consistentes de monitoramento e avaliação;

Realiza uma nova territorialização para justificar a implantação de novas equipes.

Várzea Alegre

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PERCENTUAL DE MORTES MAL DEFINIDAS
PERCENTUAL DE MORTES MAL DEFINIDAS
PERCENTUAL DE MORTES MAL DEFINIDAS SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 4 Percentual de mortes mal definidas (2004

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO

Indicadores

4
4
MORTES MAL DEFINIDAS SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO Indicadores 4 Percentual de mortes mal definidas (2004 e 2006)

Percentual de mortes mal definidas (2004 e 2006)

Fonte

2004

2007

Evoluç

ão

Melhor

ou o

indica

dor?

Média

do

grupo

no ano

final

Melhor que a média do grupo no ano final?

MS/SIM/SI 10,3 2,6 -74,9 SIM 5,4 SIM NASC
MS/SIM/SI
10,3
2,6
-74,9
SIM
5,4
SIM
NASC

INTERPRETAÇÃO Esse indicador mede a proporção de mortes cuja certidão de óbito não traz informações precisas sobre as causas e circunstâncias do evento, ou seja, mortes cuja causa é desconhecida. Ele é importante pois a morte violenta é a forma mais grave e definitiva de violação de direitos humanos e por si só deve ser monitorada com muita atenção. Porém, em alguns municípios ocorrem mortes de crianças que não são nem registradas e muito menos investigadas. O monitoramento desse indicador visa estimular melhorias no registro e investigação de mortes da população abaixo dos 18 anos. Com isso, espera-se reverter situações de sub-notificação de mortes ou a má-definição das causas das mesmas. Melhorias na investigação e definição de óbitos ajudarão o município a formular melhores estratégias e políticas de prevenção e enfrentamento do problema.

O município

Capacita os técnicos e profissionais de saúde responsáveis pelas notificações;

Cria comitês de investigação de causas de morte de crianças, adolescentes e dos óbitos maternos;

Acessa as referências sobre a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violência;

Incentiva o registro civil de nascimento de modo a evitar que crianças sem registro civil sejam enterradas sem certidão de óbito.

Várzea Alegre

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