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Wilson Paroschi

 Elementos estruturais do perfeccionismo:


• Natureza de Cristo: coluna-mestra
• Definição de pecado: fundamento (pressuposição)
• Pecado: “transgressão da lei” (1 Jo 3:4)
 A única definição bíblica de pecado.
• Definição pelagiana:
 Cada um de nós nascemos com a mesma natureza de Adão
antes da queda.
 O pecado de Adão afetou apenas a ele mesmo.
 Pecado é uma questão da vontade, não da natureza humana.
 “Calcanhar de Aquiles” do perfeccionismo
• “Todas as heresias resultam de um inadequado senso de
pecado” (J. Stalker).
 Resultados inevitáveis:
• Banaliza o ideal divino de perfeição
 Obediência formal
 Estilo de vida ditado por atos externos
• Promove uma religião farisaica
 Arrogância humana
 Espírito acusador
 Complexo de superioridade
 Rm 8: um dos grandes capítulos da Bíblia
• Começa com: “nenhuma condenação”
• Termina com: “nenhuma separação”
 Nenhuma censura
 Nenhum imperativo
 Poderosa mensagem de afirmação:
 “Atrevo-me a declarar que o grande tema do cap. 8
não é santificação…. O grande tema é a segurança
do cristão” (M. Lloyd-Jones).
 Interpretação tradicional: santificação
• Cap. 7: habitação interior do pecado (esp. vss. 14-
25)
 Servos do pecado
 Derrota e fracasso
• Cap. 8: habitação interior do Espírito (esp. vss. 2-
11)
 Servos da justiça
 Vitória e esperança
 Antiga questão: quem é o “eu” de 7:14-
25?
 Literal (autobiográfico):
 Paulo pré-conversão
 Paulo pós-conversão
• Metafórico:
 Não cristão (pessoa irregenerada)
 Cristão (nascido de novo)
 Pais gregos a partir de Orígenes:
• Não pode ser Paulo
 Escravo do pecado
• Personificando alguém irregenerado
 Agostinho, Igreja Ocidental, Reformadores:
• Crente verdadeiramente regenerado e maduro na

 Atitude concernente à lei.
 Justificação:
• Objetiva: declarar justo
• Subjetiva: tornar justo
 Novo nascimento (Jo 1:12-13; 3:3, 7; cf. vss. 5-6)
 Nova criatura (2 Co 5:17; Gl 6:15; cf. 1 Co 6:9-11)
 Participantes da natureza divina (2 Pd 1:4; cf. 1 Jo
3:9)
 Poder do Espírito (Rm 5:5; 8:2, 11, 14)
 “Ser
perdoado da maneira em que Cristo
perdoa é não somente ser perdoado, mas
também ser renovado no espírito da
nossa mente” (RH, 19/8/1890).
 Mas, atéque ponto somos de fato
transformados?
 O que ocorre na glorificação?
• Na esperança fomos salvos (Rm 8:18-25).
• Ao ressoar da última trombeta, os mortos
ressuscitarão incorruptíveis e os vivos serão
transformados (1 Co 15:50-55).
• Quando Cristo Se manifestar, seremos semelhantes a
Ele (1 Jo 3:1-3).
O perdão não elimina a natureza carnal.
 O perdão não elimina a natureza pecaminosa:
• Rm 6:12-13
 “Não reine o pecado em vosso corpo mortal, de
maneira que obedeçãis as suas paixões…”
 Se o pecado pode reinar, é porque ainda está presente.
• Rm 8:13
 “Se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte;
mas, se, pelo Espírito mortificardes os feitos do corpo,
certamente vivereis.”
• Gl 5:16
 “Andai no Espírito e jamais satisfareis à
concupiscência da carne.”
• 1 Co 9:27
 “Esmurro meu corpo e o reduzo à escravidão.”
 “Cada cristão será assaltado pelos
encantamentos do mundo, os clamores da
natureza carnal, e as diretas tentações de
Satanás” (Test., 5:102).
 Questão negligenciada (Rm 7:14-24): que tipo de
pecado?
• “Nem mesmo compreendo meu próprio modo de
agir” (vs. 15a)
• “Não faço o que prefiro, e sim o que detesto” (vs.
15b)
• “Faço o que não quero” (vs. 16)
• “Quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que
habita em mim” (vs. 17)
• “O querer está em mim; não, porém, o efetuá-lo” (vs.
• “Não faço o bem que prefiro, maso mal que não
quero, esse faço” (vs. 19)
• “Se eu faço o que não quero, já não sou eu quem
o faz” (vs. 20)
• “Ao querer fazer o bem” (vs. 21)
• “No tocante ao homem interior, tenho prazer na
lei de Deus” (vs. 22)
 Que tipo de pecado é esse?
• Voluntário ou involuntário?
 Pecados voluntários:
• 1 Jo 5:16-17
 “Se alguém vir seu irmão cometer pecado não para a
morte, pedirá, e Deus lhe dará vida, aos que não
pecam para a morte. Há pecado para morte, e por
esse não digo que rogue. Toda injustiça é pecado, e
há pecado não para a morte.”
 Hb 10:26-27
• “Porque, se vivermos deliberadamente em
pecado, depois de termos recebido o pleno
conhecimento da verdade, já não resta mais
sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa
expectação horrível de juízo e fogo vingador
prestes a consumir os adversários.”
 Sacrifícios no AT:
• Por pecados involuntários: Lv 4-5; Nm 15:22-29
• Por pecados de culpa (contra o próximo): Lv 6:1-7
• Mas, não por pecados voluntários (rebelião): Nm 15:30-31
(cf. vss. 32-36)
 “A pessoa que fizer alguma coisa atrevidamente [lit., ‘com
a mal levantada’], quer seja dos naturais quer dos
estrangeiros, injúria ao Senhor; tal pessoa será eliminada
do meio do seu povo, pois desprezou a palavra do Senhor
e violou o seu mandamento; será eliminada essa pessoa, e
a sua iniquidade será sobre ela.”
 Pecados involuntários:
 1 Jo 5:17-18
• “Toda injustiça é pecado, e há pecado não para
morte. Sabemos que todo aquele que é nascido de
Deus não vive na prática do pecado.”
 1 Jo 3:9
• “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na
prática do pecado; pois o que permanece nele é a
divina semente; ora, esse não pode viver pecando,
porque é nascido de Deus.”
 Ambos os tipos:
• 1 Jo 1:6-9
 “Se dissermos que mantemos comunhão com ele e
andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a
verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz,
mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de
Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se dissermos
que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos
enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos
os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os
pecados e nos purificar de toda injustiça.”
 “Ser levado ao pecado sem se aperceber –
não pretendendo pecar, mas pecando por
falta de vigilância e de oração, não
discernindo a tentação de Satanás e assim
caindo-lhe no laço – é muito diverso
daquele que planeja deliberadamente
entrar em tentação e planeja um curso de
pecado” (AV, 172).
 Pecados voluntários → escolha
 Pecados involuntários → natureza
• Habitação interior do pecado (Rm 7:14, 17, 18, 20,
21)
• “Lei do pecado” (vss. 23, 25; 8:2) = natureza
pecaminosa
 Oposta a Deus (8:7)
 Hereditária (5:12, 19; Ef 2:3)
 Universal (3:10-12)
 Definitiva (8:23; 1 Co 15:20-23, 35-58)
 Impede perfeita obediência (Rm 7:14-25)
 Obediência perfeita: nunca até os dias de
Paulo (cf. 3:10-18):
• “Não há justo, nem um sequer. … Todos se
extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem
faça o bem, não há nem um sequer” (vss. 10, 12).
• Nenhum heroi da fé de Hb 11 foi sem pecado,
incluindo-se Enoque e Moisés (→ Elias? cf. vss. 32,
37).
É da “lei do pecado” que Paulo clama por
livramento:
• “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do
corpo desta morte?” (vs. 24).
 Pergunta retórica
 Resposta implícita: “Ninguém!”
 Por que a exclamação de gratidão no vs. 25?
• “Graças a Deus por Jesus Cristo… De maneira que
eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei
de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.”
 Versículo intrigante:
• A situação permanece a mesma que antes.
 Com a mente, sirvo a lei de Deus
 Com a carne, sirvo a lei do pecado
 A conversão não liberta da natureza pecaminosa
• Batalha de toda a vida (Rm 7:14-25)
 douleuō (“servir”): tempo presente
 Realidade constante
 A tensão entre as duas naturezas (cf. 8:2) é uma realidade
constante na vida presente.
 “Paulo sabia que sua batalha contra o mal não
terminaria enquanto ele tivesse vida. Sempre
sentia a necessidade de colocar estrita guarda
sobre si mesmo, para que os desejos terrestres
não lograssem minar seu zelo espiritual. Com
todas as suas forças continuava a lutar contra as
inclinações naturais. … Suas palavras, atos e
paixões – tudo era posto sob o controle do
Espírito de Deus” (AA, 314-315).
 Por que, então, a exclamação de gratidão?
• A solução (temporária) de Deus para nossa
natureza pecaminosa (pecados não intencionais)
é jurídica (ocorre fora de nós).
• Primeiro, Paulo agradece a Deus “por Jesus
Cristo, nosso Senhor” (vs. 25).
• Então, ele explica porque:
 “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os
que estão em Cristo Jesus” (8:1).
 Essa certeza se estende ao juízo final (vss. 31-39):
• Vs. 31: Deus está do nosso lado
• Vs. 32: Ele nos dará toda a assistência de que
precisarmos
• Vs. 33: as acusações do inimigo serão inúteis
• Vs. 34: nada e ninguém será capaz de nos condenar
• Vss. 35-36: portanto, nada deve nos fazer desistir
• Vss.37-39: por meio de Cristo, já somos vencedores e
nada nos separará do amor dEle.
 “Quando estivermos revestidos com a
justiça de Cristo, não teremos prazer no
pecado, pois Cristo estará operando em
nós. Poderemos cometer erros, mas
haveremos de odiar o pecado que
causou os sofrimentos do Filho de Deus”
(RH, 18/3/1890).
 “Háaqueles que experimentaram o
perdoador amor de Cristo e que realmente
desejam ser filhos de Deus, mas
compreendem que seu caráter é imperfeito,
sua vida faltosa e estão a ponto de duvidar
se seu coração foi de fato renovado pelo
Espírito Santo. A esses eu desejaria dizer:
Não recuem em desespero. …
 “Muitasvezes teremos que nos prostrar aos
pés de Jesus e chorar por causa de nossos
deslizes e erros, mas não devemos nos
desanimar. Mesmo quando vencidos pelo
inimigo, não somos abandonados, nem
esquecidos ou rejeitados por Deus. Não.
Cristo está à direita de Deus, fazendo
intercessão por nós” (GC, 64).
 “A pena da inspiração, fiel à sua tarefa, nos fala
dos pecados que derrotaram Noé, Ló, Moisés,
Abraão, Davi e Salomão, e que até mesmo o forte
espírito de Elias naufragou quando tentado… A
desobediência de Jonas e a idolatria de Israel
são registradas com absoluta fidelidade. A
negação de Pedro de Cristo, a dura contenda
entre Paulo e Barnabé, os fracassos e as
enfermidades dos profetas e apóstolos…
 “tudo é mostrado pelo Espírito Santo, que
levanta o véu do coração humano. Ali está diante
de nós a vida dos fieis, com todas as suas faltas e
deficiências, as quais se destinam a servir de
lição para todas as gerações seguintes. Se
tivessem sido sem qualquer fraqueza, eles teriam
sido mais que humanos, e nossa natureza
pecaminosa haveria de se desesperar por nunca
alcançar tal ponto de excelência” (Test., 4:12).
 “Embora os seguidores de Cristo
possam pecar, eles não se submetem ao
controle do mal” (Test., 5:474).
 “Sealguém que diariamente comunga com
Deus se desvia do caminho, se deixa de
olhar firmemente para Jesus por um
momento, não é porque peque
deliberadamente; pois quando percebe seu
erro, volta de novo, apressa-se a olhar para
Jesus, e o fato de ter caído não o faz menos
querido ao coração de Deus” (RH,
12/5/1896).
 Rm7 e 8: a mesma pessoa (o crente), mas a
partir de duas perspectivas diferentes:
• Da lei: - a lei sempre vai expor nossas
paixões pecaminosas (7:7-13)
- imperfeita conformidade com a lei
- desespero e temor
• De Cristo: - certeza de nenhuma condenação
apesar de nossa obediência
imperfeita
- “em Cristo” (cf. Jo 6:37; 1 Jo 2:1)
 Duas naturezas:
• O ponto não é que tenhamos duas naturezas,
mas qual delas exerce controle sobre nós.
• Gl 5:16-17
 “Andai no Espírito e jamais satisfareis à
concupiscência da carne. Porque a carne milita
contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque
são opostos entre si; para que não façais o que,
porventura, seja do vosso querer.”
 Ilustração: pé de laranja
• Quem é que faz a laranjeira crescer?
• Qual é a nossa responsabilidade?

 Dois extremos quanto à santificação:


• É uma obra humana
• É uma obra divina (sem a cooperação humana)
 Santificação como um ato de Deus:
• 1 Ts 5:23
 “O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo.”
• Fp 1:6
 “Estou plenamente certo de que aquele que começou
a boa obra em vós há de completá-la até ao dia de
Cristo Jesus.”
 Santificação: inteiramente pela fé
• Cl 2:6
 “Como recebestes a Jesus Cristo, assim andai nele.”
• Gl 3:3
 Sois assim insensatos que, tendo começado no
Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na
carne?”
 “Então há ainda outra obra a ser
realizada, e esta é de natureza
progressiva. A alma deve ser santificada
pela verdade. E isto também é realizado
pela fé. Pois é somente pela graça de
Cristo, a qual recebemos pela fé, que o
caráter pode ser transformado” (ME,
3:191).
 Cooperação humana com Deus:
• Fp 2:12
 “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor.”
• ‘Que homem algum apresente a ideia de que o homem
pouco ou nada tem que fazer na grande obra de
vencer; pois Deus nada faz para o homem sem sua
cooperação. Nem digais que, depois de haverdes feito
tudo que de vossa parte seja possível, Jesus vos
ajudará. … De princípio ao fim deve o homem ser
coobreiro de Deus. A menos que o Espírito Santo opere
no coração humano, a cada passo tropeçaremos e
cairemos” (ME, 3:181).
 Temosque exercitar a vontade a fim de que
Deus possa fazer Sua obra:
• Gl 5:13
 “Não useis da liberdade para dar ocasião à carne.”
• 1 Ts 5:19, 22
 “Não apagueis o Espírito. … Abstende-vos de toda forma
de mal.”
• Cl 3:1-3
 “Buscai as coisas lá do alto… Pensai nas coisas lá do alto,
não nas que são aqui da terra.”
 A natureza pecaminosa não pode ser vencida,
mas pode ser mantida sob controle:
• Gl 5:16
 “Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da
carne.”
 O mais importante, porém, é permanecer “em
Cristo”
• Rm 8:1 “Nenhuma condenação”
• Jo 6:37 “O que vem a mim, de modo nenhum
o lançarei fora.”

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