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Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro

Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Centro de Ciências Humanas e Sociais – CCHS

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA – UNIRIO

Disciplina: Alfabetização 2/Alfabetização: conteúdo e forma 2

Coordenadora: Adrianne Ogêda

Avaliação a Distância1 – AD1

1 - Na entrevista I, a professora Cecília Goulart, reflete sobre alfabetização, a leitura e a escrita na escola. As
aulas 1 e 2 apresentam e discutem o conceito de ambiente(s)alfabetizador(es).
Releia, com atenção, esses textos. Tendo-os como referência, discuta o conceito de “ambiente(s)
alfabetizador(es)” articulando-o a práticas alfabetizadoras mais favoráveis à aprendizagem das crianças das
classes populares.
Valor: 2,5 pontos
Nessa questão o estudante deve indicar que um ambiente alfabetizador deve refletir práticas
alfabetizadoras que valorizem o contato estreito, diário e sistemático com a leitura e a escrita de vários
tipos de textos. Desse modo, é preciso que esteja disponível uma variedade de materiais (jornais, revistas,
dicionários, folhetos, embalagens, rótulos comerciais, receitas, embalagens de medicamentos etc.). Tais
materiais podem ser explorados das mais diversas formas favorecendo à criança a perceber características
próprias dos diferentes tipos de textos.

Com relação à práticas favoráveis, a utilização de textos que circulam no meio social mais amplo em
detrimento do uso da cartilha, indica um trabalho que se fundamenta numa concepção de leitura e escrita
que estão ligadas às funções sociais. Assim, ao invés dos textos artificiais, produzidos “para ensinar a ler e
escrever”, o professor explora um conjunto variado de textos, cujas funções são igualmente variadas e as
características também.

2– A professora Cecília Goulart afirma (na entrevista I):


“Hoje os dados oficiais brasileiros vêm falando que cerca de 16% da população é analfabeta, mas se nós
considerarmos os analfabetos funcionais, esse índice cresce muitíssimo, porque nós, muitas vezes, estamos
considerando alfabetizadas pessoas que só têm um conhecimento instrumental da língua escrita, quer dizer,
aquele conhecimento que só serve para resolver questões de ordem prática da vida cotidiana, assinar o
nome, ler, com certa dificuldade, uma pequena informação, mas não é um conhecimento que permita a
essa pessoa participar de uma forma integral das práticas sociais letradas”.

A prática alfabetizadora, realizada cotidianamente nas escolas, pode contribuir para a transformação desses
índices de analfabetismo/analfabetismo funcional? Como? (Não se esqueça de articular prática e teoria, em
sua resposta)
Valor: 2,5 pontos
Nessa questão, o estudante deve indicar que uma prática alfabetizadora que leve o aluno a ter uma relação
com a leitura e a escrita que envolva a capacidade de interpretar, fazer sentido, produzir relações. Ler deve
ser uma prática instigadora da capacidade de pensar o mundo. Para tanto, o contato com textos, o diálogo a
partir dos sentidos que as leituras produzem, o estímulo a produção de escritas autorais, tudo isto, favorece
a transformação dos índices de analfabetismo/ analfabetismo funcional.
3- Na aula 6 são apresentadas algumas “dicas” que abrem possibilidades para que o trabalho com a leitura
e a escrita possa ser vivenciado, pelas crianças, desde a Educação Infantil.

Escolha duas dessas “dicas”. Discuta-as (sempre articulando prática e teoria) tendo como referência o
rompimento com uma concepção preparatória da educação Infantil, ainda tão presente no cotidiano das
escolas.
Valor: 2,5 pontos

Nas páginas 82 e 83 do livro-texto estão citadas várias dicas (escrever na presença das crianças, ler muito
para elas, pedir que tragam materiais de leitura, estimular escrita espontânea contextualizada, etc). Todas
essas possibilidades devem ser vivenciadas com SENTIDO, isto é, não são realizadas para preparar a
criança para o futuro, numa perspectiva preparatória, mas tem uma função, um sentido atual, na
experiência que ela vive com o grupo. Assim, escrever, por exemplo, uma receita de um bolo que será
feito com a turma para comemorar alguma data importante, pode ser uma experiência prazerosa e
significativa de escrita e leitura na Educação Infantil, como tantas outras oportunidades em que tenha
sentido se valer de textos escritos.

4- Ensinar a ler e escrever, lendo e escrevendo, implica compreender o trabalho com a leitura e a escrita a
partir das diferentes situações ligadas ao contexto social das crianças. Exemplifique situações do dia a dia da
sala de aula em que essa perspectiva possa ser trabalhada.
Valor: 2,5 pontos
Aqui as possibilidades de exemplificar são inúmeras, não é possível delimitar quais seriam. O que
importa na correção é que a atividade não tenha cunho preparatório, que seja contextualizada e que
envolva a produção de textos e a leitura como atividade significativa, com sentido e função social.