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Universidade Federal do Rio de Janeiro

Laboratório de Fontes Alternativa de Energia - LAFAE

Curso: Fontes Alternativas

Módulo 5: Energia Eólica

Aula 2

Júlio César Ferreira


Tópicos

Instalações e plantas eólicas no Brasil

Formas de comercialização de energia eólica (leilões,


CCEE, RN ANEEL 482)

Normas técnicas , PROREDE e PRODIST



Instalações e plantas eólicas no Brasil
Instalações e plantas eólicas no Brasil

Fonte: Aneel, 2013


Instalações e plantas eólicas no Brasil
9.0
8.5
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7.5
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4.5
4.0
3.5

Medições feitas a 50 m de altura – Dezembro a Fevereiro


Instalações e plantas eólicas no Brasil
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Medições feitas a 50 m de altura – Março a Maio


Instalações e plantas eólicas no Brasil
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Medições feitas a 50 m de altura – Junho a Agosto


Instalações e plantas eólicas no Brasil
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Medições feitas a 50 m de altura – Setembro a Novembro


Instalações e plantas eólicas no Brasil
Instalações e plantas eólicas no Brasil
Instalações e plantas eólicas no Brasil
Instalações e plantas eólicas no Brasil
Instalações e plantas eólicas no Brasil
Formas de comercialização de energia eólica
(leilões, CCEE, RN ANEEL 482)
Formas de comercialização de energia eólica
Formas de comercialização de energia eólica

•  Além do PROINFA e dos leilões, a fonte eólica


também comercializa sua energia, em uma escala
menor, no Mercado Livre onde as condições
contratuais são livremente negociadas entre as
contrapartes.
Formas de comercialização de energia eólica: ACR x ACL

•  A contratação no ACR é formalizada por meio de contratos


bilaterais regulados, denominados Contratos de Comercialização
de Energia Elétrica no Ambiente Regulado (CCEAR), celebrados
entre agentes vendedores (agente de geração, agente de
comercialização ou agente de importação, que seja habilitado em
documento específico para este fim) e distribuidores que
par`cipam dos leilões de compra e venda de energia elétrica.

•  Já no ACL há a livre negociação entre os agentes geradores,
comercializadores, consumidores livres/especiais, importadores e
exportadores de energia, sendo os acordos de compra e venda de
energia pactuados via Contratos de Compra de Energia no
Ambiente Livre (CCEAL), que são contratos de compra e venda de
energia negociados livremente entre duas partes e firmados entre
os agentes, sem a parCcipação da Agência Nacional de Energia
Elétrica (Aneel) ou da Câmara de Comercialização de Energia
Elétrica (CCEE).
Formas de comercialização de energia eólica: ACR x ACL
Formas de comercialização de energia eólica: ACL

•  Todos os consumidores acima de 3 MW e conectados a


níveis de tensão acima de 69 KV podem tornar-se
consumidores livres e negociar seus contratos de
fornecimento de energia diretamente com geradores e
atacadistas sempre respeitando a regra de estar 100%
contratado. Consumidores especiais (entre 0,5 MW e 3 MW)
também podem negociar no ACL, comprando energia
exclusivamente de fontes incen`vadas de energia, como, por
exemplo, PCHs, usinas de biomassa, eólicas e solares.

•  Atualmente, existem aproximadamente 1.300 consumidores
livres, especiais e autoprodutores registrados na Câmara de
Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), cuja carga
corresponde a aproximadamente 27% do consumo total do
Sistema Interligado Nacional (SIN).
Formas de comercialização de energia eólica: ACL
Formas de comercialização de energia eólica: ACL

•  Brazilian Intercon`nental Exchange – BRIX


–  www.brix.com.br

•  Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia – BBCE


–  www.bbce.com.br
Formas de comercialização de energia eólica: ACR

•  Nesse ambiente, a energia é comercializada através de


leilões pelas distribuidoras para atender à demanda dos
consumidores ca`vos. Entende-se por “Ca`vos” aqueles com
demanda inferior a 3 MW (exceto os especiais, explicado
acima) ou aqueles com consumo superior a 3 MW que não
optaram pelo Ambiente de Contratação Livre.
Formas de comercialização de energia eólica: ACR

•  Os leilões regulados de compra de energia pelas


distribuidoras são separados em Leilões de Energia Existente
(LEE), que visam à renovação de contratos, e Leilões de
Energia Nova (LEN), para contratação de novas usinas.

•  Há também os leilões especiais de energia renovável


(biomassa, PCH, energia solar e eólica). Esses leilões são
conduzidos anualmente pela ANEEL e CCEE, bem como
Leilões de Energia de Reserva (LER) com o obje`vo de
aumentar a segurança e a garan`a de fornecimento de
energia elétrica do País.
Formas de comercialização de energia eólica: ACR

•  Par`cipam do ACR os agentes vendedores e os agentes de


distribuição de energia elétrica. Para garan`r o atendimento aos
seus mercados, os agentes de distribuição podem adquirir energia
da seguinte forma, de acordo com o art. 13 do Decreto
nº 5.163/2004:
•  (a) Leilões de compra de energia elétrica proveniente de
empreendimentos de geração existentes e de novos
empreendimentos de geração;

•  (b) Geração distribuída, desde que a contratação seja precedida de


chamada pública realizada pelo próprio agente de distribuição,
contratação esta limitada ao montante de 10% do mercado do
distribuidor;
Formas de comercialização de energia eólica: ACR

•  (c) Usinas que produzem energia elétrica a par`r de fontes eólicas,


pequenas centrais hidrelétricas e biomassa, contratadas na primeira
etapa do Programa de Incen`vo às Fontes Alterna`vas de Energia
Elétrica (Proinfa);

•  (d) Itaipu Binacional, no caso de agentes de distribuição cuja área


de concessão esteja localizada nas regiões Sul, Sudeste e Centro-
Oeste.
Formas de comercialização de energia eólica: ACR

Leilões de Energia Existente (LEE)


•  Os Leilões de Energia Existente complementam os contratos de
energia nova para cobrir 100% da carga das distribuidoras de energia.
Seu objeCvo é recontratar periodicamente a energia existente, por
meio de leilões anuais de contratos com duração de 5 a 15 anos.
•  A entrega da energia é feita a parCr do ano seguinte ao leilão, e, por
essa razão, esse leilão é chamado de A-1. Nesse mesmo rol, existem
os Leilões de Ajuste, cujo prazo de suprimento dos contratos é de,
no máximo, 2 anos e o montante contratado não poderá exceder a
1% da carga total contratada por cada agente de distribuição. Os
Leilões de Ajuste visam complementar o atendimento do mercado
das distribuidoras, tendo em vista alguns desvios naturais em relação
às previsões realizadas para os outros leilões.
Formas de comercialização de energia eólica: ACR

Leilões de Fontes AlternaCvas (LFA)

•  Além dos Leilões de Energia Existente, o Ministério das Minas e


Energia (MME) pode periodicamente organizar leilões específicos
para contratar energia de fontes alternaCvas (biomassa, pequenas
hidrelétricas, eólica e solar). O Leilão de Fontes Alterna`vas foi
ins`tuído com o obje`vo de atender ao crescimento do mercado no
ambiente regulado e aumentar a par`cipação de fontes renováveis
na matriz energé`ca brasileira. Os contratos são de longo prazo de
10 a 30 anos, e a sistemáCca do leilão é a mesma dos Leilões A-3 e
A-5. O primeiro LFA ocorreu em junho de 2007.
Formas de comercialização de energia eólica: ACR

Leilões de Energia de Reserva (LER)

•  A contratação de energia de reserva para o Sistema Interligado


Nacional tem como objeCvo aumentar a segurança e a garanCa de
fornecimento de energia elétrica do País. Pode ser a par`r de
empreendimentos existentes ou de novos . Os contratos têm prazo
de vigência de 15 a 20 anos.

•  Os três primeiros LERs realizados pelo Governo Federal resultaram na


contratação de aproximadamente 1.746 MW médios para o Sistema
Elétrico Brasileiro.
Formas de comercialização de energia eólica: ACR
•  No final de 2009 ocorreu o Segundo Leilão de Energia Reserva
(LER), que foi o primeiro leilão de comercialização de energia
voltado exclusivamente para a fonte eólica. O Leilão de Energia
Reserva contrata um volume de energia além daquele es`mado
para suprir a demanda do país, para ser u`lizada, conforme a sua
denominação, como reserva de Garan`a Física ao sistema elétrico.

•  O 2ºLER foi um sucesso com a contratação de 1,8GW e abriu


portas para novos leilões que ocorreram nos anos seguintes. Em
agosto de 2010 foram realizados o 3ºLER e o Leilão de Fontes
AlternaCvas (LFA) onde foram contratados 2GW de fonte eólica.
Esses leilões não trabalhavam mais com o modelo exclusivamente
eólico, mas sim contemplavam diversas fontes renováveis
compe`ndo entre si para negociar sua energia no leilão. Já em 2011
contamos com mais três leilões, o 4º LER, o A-3 e o A-5 onde a
fonte eólica teve grande destaque ao negociar o total de 2,9GW.
Por fim, no mês de dezembro de 2012 ocorreu o leilão A-5, que
contratou energia para início de suprimento em 2017. Neste leilão
foram contratados 281,9MW.
Formas de comercialização de energia eólica: ACR

Leilões de Energia Nova (LEN)

•  Os LEN foram criados para dar chance de compeCção aos novos


empreendimentos, os quais não podem compe`r com os já
existentes (com inves`mentos já amor`zados e, consequentemente,
com oferta de preços menores nos leilões). Os leilões ocorrem
anualmente, e os contratos comercializados tem duração de 3 a 15
anos.
Formas de comercialização de energia eólica
Como resultado do PROINFA, dos leilões realizados e do mercado livre, ao
final de 2012, o Brasil possui 108 parques eólicos que totalizam 2,5 GW de
capacidade instalada.

As perspec`vas para o final de 2017 indicam 8,7 GW de eólica em operação na


matriz elétrica brasileira.
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica –


CCEE viabiliza as a`vidades de compra e venda de energia em
todo o País.

Cons`tuída em 2004 como associação cviil sem fins lucra`vos,


a CCEE sucede a Administradora de Serviços do Mercado
Atacadista de Energia Elétrica – Asmae (1999) e o Mercado
Atacadista de Energia Elétrica – MAE (2000).

A CCEE reúne empresas de geração de serviço público,


produtores independentes, autoprodutores, distribuidoras,
comercializadoras, importadoras e exportadoras de energia,
além de consumidores livres e especiais de todo o país
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

São agentes da CCEE as empresas que atuam no setor de


energia elétrica nas áreas de geração, distribuição e
comercialização. Há ainda os consumidores livres e
consumidores especiais, conceitos associados à demanda e
também à fonte de geração de energia.
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

Na a`vidade de geração, todos os agentes podem vender energia


tanto no Ambiente de Contratação Regulada - ACR como no Ambiente
de Contratação Livre - ACL. Os agentes da categoria Geração são
organizados por classes:

• Concessionário de Serviço Público de Geração: agente `tular de


concessão para exploração de a`vo de geração a ttulo de serviço
público, outorgada pelo Poder Concedente.

• Produtor Independente de Energia Elétrica: agente individual, ou


par`cipante de consórcio, que recebe concessão, permissão ou
autorização do Poder Concedente para produzir energia des`nada à
comercialização por sua conta e risco.

• Autoprodutor: agente com concessão, permissão ou autorização


para produzir energia des`nada a seu uso exclusivo, podendo
comercializar eventual excedente de energia desde que autorizado
pela Aneel.
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

•  Comercializador: agente que compra energia por meio de


contratos bilaterais celebrados no Ambiente de Contratação
Livre - ACL, podendo vender energia a outros
comercializadores, a geradores e aos consumidores livres e
especiais, no próprio ACL, ou aos distribuidores por meio dos
leilões de ajuste no Ambiente de Contratação Regulada - ACR.

• Consumidor Livre: consumidor que, atendendo aos
requisitos da legislação vigente, pode escolher seu fornecedor
de energia elétrica (gerador e/ou comercializador) por meio
de livre negociação. A tabela a seguir resume as condições
para que o consumidor de energia possa se tornar livre.
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

•  Consumidor Especial: consumidor com demanda entre 500


kW e 3MW, que tem o direito de adquirir energia de qualquer
fornecedor, desde que a energia adquirida seja oriunda de
fontes incen`vadas especiais (eólica, Pequenas Centrais
Hidrelétricas - PCHs, biomassa ou solar).

• Importador: agente que detém autorização do Poder


Concedente para realizar importação de energia elétrica para
abastecimento do mercado nacional.

• Exportador: agente que detém autorização do Poder
Concedente para realizar exportação de energia elétrica para
abastecimento de países vizinhos.
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

1996

O governo federal implanta o Projeto de Reestruturação do


Setor Elétrico Brasileiro (Projeto RE-SEB), sob coordenação do
Ministério de Minas e Energia e consultoria da firma inglesa
Coopers & Lybrand, tendo por obje`vos es`mular o
inves`mento no setor elétrico e assegurar a expansão da
oferta de energia no país

Em dezembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é


criada pela Lei no 9.427 como órgão regulador do setor
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

1997

O Projeto RE-SEB finaliza a minuta do anteprojeto de lei que


cria o Mercado Atacadista de Energia (MAE) e o Operador
Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Com o início da reestruturação do setor elétrico, as empresas


de energia começam a ser desver`calizadas – separando seus
segmentos de geração, transmissão e distribuição.
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

2004

É criada a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica


(CCEE), em subs`tuição ao MAE.
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

2004

É criada a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica


(CCEE), em subs`tuição ao MAE.

O Decreto no 5.177 estabelece que os agentes da CCEE sejam


agrupados em três categorias: geração, distribuição e
comercialização
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

2005

Primeiro Leilão de Energia Nova, no qual foi negociada a


energia proveniente de 51 empreendimentos
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

2006

CCEE implanta infraestrutura para a realização dos leilões via


internet.
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

2008

Início das operações com energia de reserva, com o primeiro


leilão de energia de biomassa..
Formas de comercialização de energia eólica: CCEE

2012

15 mil contratos mensais - este é o volume de transações


suportadas pelo CliqCCEE.

Valores liquidados no mercado de curto prazo no primeiro


trimestre chegam a R$ 1,4 bilhão
Formas de comercialização de energia eólica: RN ANEEL 482

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL


RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 482 ,
DE 17 DE ABRIL DE 2012

Estabelece as condições gerais para o acesso de microgeração


e minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia
elétrica, o sistema de compensação de energia elétrica, e dá
outras providências.
Formas de comercialização de energia eólica: RN ANEEL 482

I - microgeração distribuída: central geradora de energia elétrica, com


potência instalada menor ou igual a 100 kW e que u`lize fontes com
base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração
qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada na rede de
distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras;

II - minigeração distribuída: central geradora de energia elétrica, com


potência instalada superior a 100 kW e menor ou igual a 1 MW para
fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou
cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada
na rede de distribuição por meio de instalações de unidades
consumidoras;
Formas de comercialização de energia eólica: RN ANEEL 482

III - sistema de compensação de energia elétrica: sistema no qual a energia a`va


Injetada por unidade consumidora com microgeração distribuída ou minigeração
distribuída é cedida, por meio de emprés`mo gratuito, à distribuidora local e
posteriormente compensada com oconsumo de energia elétrica a`va dessa mesma
unidade consumidora ou de outra unidade consumidora de mesma `tularidade da
unidade consumidora onde os créditos foram gerados, desde que possua o mesmo
Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) junto ao
Ministério da Fazenda. (Redação dada pela REN ANEEL 517,de 11.12.2012.)
Formas de comercialização de energia eólica: RN ANEEL 482

As distribuidoras deverão adequar seus sistemas comerciais e elaborar ou


revisar normas técnicas para tratar do acesso de microgeração e
minigeração distribuída, u`lizando como referência os Procedimentos de
Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST, as
normas técnicas brasileiras e, de forma complementar, as normas
internacionais.
Comparação Econômica
Comparação Econômica

12º Leilão de Energia Nova


Comparação Econômica

4º Leilão de Energia de Reserva


Comparação Econômica

13º Leilão de Energia Nova


Normas técnicas , PROREDE e PRODIST
Normas técnicas

•  ABNT NBR IEC 61400-21:2010

Turbinas eólicas
Parte 21: Medição e avaliação das caracterís`cas da qualidade da
energia de aerogeradores conectados à rede
PROREDE - PRODIST

•  Procedimentos de Rede (PROREDE) - São documentos de


caráter norma`vo elaborados pelo ONS, com par`cipação dos
agentes, e aprovados pela ANEEL, que definem os
procedimentos e os requisitos necessários à realização das
a`vidades de planejamento da operação eletroenergé`ca,
administração da transmissão, programação e operação em
tempo real no âmbito do SIN.

•  Procedimentos de Distribuição (PRODIST ) - São documentos


elaborados pela ANEEL e norma`zam e padronizam as
a`vidades técnicas relacionadas ao funcionamento e
desempenho dos sistemas de distribuição de energia elétrica.

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