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COPEL TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO NTC 910020

Aplicação em Instalações de Unidades Consumidoras

Transformadores de Distribuição

Aplicação em instalações de unidades consumidoras - propriedade particular

1 - Finalidade
2 – Considerações Gerais
3 – Aceitação de Transformadores
4 - Casos Especiais para a Aceitação de Transformadores
5 – Características Específicas dos Transformadores Recuperados
6 – Relatórios e Ensaios

1 – Finalidade
Estabelecer as condições mínimas para aceitação de transformadores de distribuição, novos, recuperados
ou usados, destinados à utilização em entradas de serviço e instalações de unidades consumidoras atendidas
pela COPEL .

2 – Considerações Gerais
Esta norma é aplicável para instalações com potência de transformação inferior a 1000 kVA.
A aceitação de transformadores em instalações de unidades consumidoras será analisada sob os
aspectos pertinentes a uma das seguintes modalidades: instalações particulares, instalações para processos de
incorporação e instalações sob processo de doação.

2.1 – Instalações Particulares


O processo de aquisição de todos os materiais e equipamentos, a execução das instalações e a
manutenção e operação do conjunto de transformação para o atendimento à entrada de serviço da unidade
consumidora é de inteira responsabilidade do consumidor.

2.2 – Instalações para Processos de Incorporação


a) O processo de aquisição de materiais e equipamentos é de responsabilidade do consumidor.
b)..Todos os transformadores deverão ter ficha técnica aprovada pela Copel – DDI/SED/DNOT.
c) A execução das instalações será efetuada por empreiteira(s) contratada(s) pelo consumidor com o cadastro
vigente e atualizado pela Copel .
d).. Durante a execução, as obras e a aplicação de materiais e equipamentos serão fiscalizadas pela Copel.
e) Ao término da obra, as instalações serão incorporadas ao patrimônio da Copel.
f) Após a incorporação, a operação e manutenção das instalações serão de responsabilidade da Copel.
g) Nas instalações ligadas à Rede Aérea de Distribuição, em processos de incorporação, serão aceitos somente
transformadores a óleo, desde que atendidas as exigências prescritas no MIT 162601 - Projeto e Construção
de Redes de Distribuição por Particular.
h) Em instalações para atendimento a Edifício de Uso Coletivo, poderá ser aceito:
? transformador a óleo, qualquer potência, até 500 kVA
? transformador a seco, nas potências de 150, 300 e 500 kVA (fazem parte da lista básica)
? transformador a seco, nas potências de 75, 112,5 e 225 kVA (não fazem parte da lista básica)

2.3 – Instalações sob Processo de Doação


Instalações existentes, ligadas e em funcionamento, normalmente em Edifícios de Uso Coletivo, com
transformador instalado em cabina, que serão doadas e incorporadas ao patrimônio da Copel. Após a doação, a
operação e manutenção será de responsabilidade da Copel.
Sob esta modalidade, a Copel aceitará a doação de transformadores a óleo ou a seco.

3 – Aceitação de Transformadores
3.1 – Condições para aceitação de transformadores em Instalações Particulares
A Copel aceitará a instalação de transformadores, novos ou recuperados, mediante a apresentação do
relatório de ensaios, realizados pelo fabricante ou empresa recuperadora, com resultados compatíveis com as
exigências mínimas prescritas na Tabela II, desta norma. A definição para utilização de transformadores a seco ou
a óleo devem seguir as orientações da NBR 14039:2003.

3.1.1 – Características dos transformadores


a) As potências dos transformadores serão determinadas pelos interessados (consumidores), em função das
cargas previstas e estudos de demanda previstos para as instalações.
b) Transformadores monofásicos e trifásicos com tensão máxima 15 kV, com derivações no enrolamento primário
de 13800/13500/13200/ V serão aceitos sem consulta prévia, devendo as características constantes das
NTCs respectivas ser verificadas na derivação de 13200 V.

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Aplicação em Instalações de Unidades Consumidoras

c) Em instalações particulares, a Copel recomenda, preferencialmente, a aplicação de transformadores com


derivações no enrolamento primário, porém poderão ser aceitos transformadores com derivação única de
tensão no primário, nas tensões de 13200 V ou 33000 V.
d) Transformadores monofásicos e trifásicos com tensão máxima 36200 V, com derivações no enrolamento
primário de 34500/33750/33000 V serão aceitos sem consulta prévia, devendo as características constantes
das NTCs respectivas ser verificadas na derivação de 33000 V.
e) Os transformadores trifásicos para aplicação em tensão 33000 V, deverão possuir núcleo com 5 colunas.
f) As características técnicas dos transformadores deverão estar de acordo com as NTCs respectivas, conforme
Tabela I.

3.1.2 - Condições para apresentação do Relatório de Ensaios


a) Ligações Novas ou Aumento de Carga: Transformadores novos ou usados ou recuperados – a data de
execução dos Ensaios não poderá ser superior a um ano, anterior à data da ligação.
b) Religação de Unidade Consumidora: Nos casos em que o transformador permaneceu na instalação, poderá ser
dispensada a apresentação do Relatório de Ensaios se o prazo entre o desligamento e a religação for igual
ou inferior a 12 meses. Após este prazo, será necessária a apresentação do Relatório de Ensaios.

3.2 - Condições para aceitação de transformadores em Instalações sob o Processo de Incorporação


A aceitação de transformadores em processo de incorporação está subordinada às seguintes condições:
3.2.1 – Os transformadores deverão ser procedentes de fabricantes cadastrados na Copel, com ficha técnica
aprovada.

3.2.2 – Preferencialmente, os transformadores deverão possuir derivação única, na tensão primária, em 13200 V
ou 33000 V. Transformadores com derivação no primário poderão ser aceitos, desde que possuam derivação
para fixação do tap em 13200 V ou 33000 V.

3.2.3 – As características técnicas dos transformadores deverão estar de acordo com as prescrições da Tabela I.
3.2.4 – Os transformadores “a seco” poderão ser aceitos em processo de incorporação apenas em instalações de
edifícios de uso coletivo.

3.2.5 – O processo de incorporação deverá seguir os procedimentos estabelecidos no MIT/MDEN 163920.

3.3 – Condições para aceitação de transformadores em processos de doação


A aceitação de transformadores em processo de doação está subordinada às seguintes condições:
3.3.1 – Os processos de doação de instalações com transformadores, partindo de iniciativa do consumidor,
poderão ser consumados desde que a data de ligação da unidade consumidora tenha ocorrido até março de
1997.

3.3.2 – Os transformadores deverão possuir tensões primárias e secundárias de acordo com as indicações da
Tabela I.

3.3.3 – Para iniciar o processo de doação, a Copel realizará uma vistoria às instalações para avaliar o estado de
conservação do transformador e as condições de segurança das instalações.

3.3.4 – Nos casos de processos em instalações de edifícios de uso coletivo, será obrigatória a apresentação de
Relatório de Ensaios conforme exigências do item 6.2. A s providências e os custos para a realização destes
ensaios serão de responsabilidade da parte interessada no processo de doação.

3.3.5 – Os resultados dos ensaios mencionados no item anterior deverão ser apresentados em Laudo assinado
pelo responsável técnico e estarem de acordo com a Tabela II.

3.3.6 – O processo de doação deverá seguir os procedimentos da NAC 060102 e no MIT/MDE 163920 .

3.4 – Condições Especiais


3.4.1 – A aceitação de transformadores novos em instalações particulares está condicionada à apresentação do
Relatório de Ensaios e de rotina constantes no item 6.

3.4.2 – A recuperação de transformadores deverá ser realizada por empresas idôneas, com tradição de serviços
prestados nestas atividades. A Copel, se julgar necessário, poderá efetuar visita às instalações da empresa
recuperadora para verificação das condições de execução dos trabalhos de recuperação e realização dos
ensaios nos transformadores.

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3.4.3 – O transformador recuperado deverá estar acompanhado de uma via do Relatório de Ensaios emitido pela
empresa recuperadora.

3.4.4 – Na impossibilidade de realização dos ensaios, nas instalações do fabricante ou empresa recuperadora,
estes poderão ser realizados por entidades tecnológicas de reconhecimento público.
3.4.5 - Em caso de dúvida quanto aos dados apresentados nos Relatórios de Ensaios, Copel poderá exigir a
execução de novos ensaios, para comprovação dos valores apresentados.
3.4.6 - Não serão aceitos transformadores cujos dados constantes dos Relatórios de Ensaios apresentados
estiverem incorretos ou fora dos limites estabelecidos nas respectivas NTCs.

4 - Casos Especiais para a Aceitação de Transformadores


A aceitação de transformadores com características diferentes das descritas nesta norma, em instalações
particulares ou nas modalidades de incorporação ou doação, estará condicionada à consulta prévia realizada à
Copel – DDI/SED/DNOT

5 – Características Específicas dos Transformadores Recuperados


Todos os transformadores recuperados deverão ter marcação externa, de forma indelével, o nome da
empresa recuperadora e a data em que foi efetuada a recuperação.

6 – Relatórios e Ensaios
A aceitação dos transformadores está subordinada à apresentação e a +análise por parte da COPEL dos
seguintes Relatórios de Ensaios:

6.1 – Transformadores para instalações particulares ou processo de incorporação:


a) Resistência elétrica dos enrolamentos
b) Relação de tensões
c) Resistência do isolamento
d) Polaridade
e) Deslocamento angular (grupo de ligação)
f) Seqüência de fases
g) Perdas (em vazio, em carga e totais)
h) Corrente de excitação
i) Tensão de curto-circuito (impedância)
j) Ensaios dielétricos
l) Estanqueidade
m) Rigidez dielétrica do óleo

Os resultados dos ensaios deverão estar compatíveis com os valores estabelecidos nas NBRs e/ou NTCs
respectivas.
Alguns ensaios não possuem valores de resultados estabelecidos em normas, devendo apenas serem
informados pelo fabricante, para comparativo com valores em ensaios futuros.

6.2 – Transformadores para aceitação em processo de doação:


a) Resistência do isolamento
b) Relação de transformação
c) Rigidez dielétrica do óleo

Observação
Para a execução destes ensaios, deverão ser obedecidas as exigências constantes nas Normas da ABNT:
- NBR 5356/93 - Transformador de Potência – Especificação
- NBR 5380/93 - Transformador de Potência - Método de Ensaio
- NBR 5440/99 – Transformadores para Redes Aéreas de Distribuição – Padronização

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Aplicação em Instalações de Unidades Consumidoras

TABELA I

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DOS TRANSFORMADORES


APLICAÇÃO EM INSTALAÇÕES DE UNIDADES CONSUMIDORAS

TENSÃO PRIMÁRIA TENSÃO


TIPO NTC POTÊNCIA (kVA)
MÁXIMA ( V ) SECUNDÁRIA ( V )
MO 81 1011 10
NO 81 1012 15 15000 254/127
FÁ 81 1013 25
SI 81 1021 10
CO 81 1022 15 36200 254/127
81 1023 25
81 1043 45
TRI 81 1044 75
81 1045 112,5
FÁ 81 1046 150 15000 220/127
81 1047 225
SI 81 1080 300
81 1081 500
CO 81 1063 45
81 1064 75 36200 220/127
81 1065 112,5

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TABELAS II
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS – TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS – A ÓLEO

CLASSE DE TENSÃO DE NÍVEL


TENSÃO COR- PERDAS TEN-SÃO DE RADIOINTER- MÉDIO
NTC MÁXIMA POTÊNCIA RELA- RENTE DE MÁXIMAS (W) CURTO- FERÊNCIA DE FRE-
CÓDIGO ÇÃO DE EXCI- RUÍDO QÜÊNCIA
COPEL (Kv EFICAZ)) (kVA) TEN- TAÇÃO EM TO- CIRCUITO A DE MÁXI- MÁX NOMINAL
o
SÕES MÁXI- VAZIO TAIS 75 C ENSAIO MA (? V) (dB) (Hz)
MA(%) (%) (V)
1041 935213-9 15 4,8 100 440
1042 935216-3 30 4,1 170 740 48
1043 935219-8 45 3,7 220 1000 3,5
1044 935222-8 15 75 60:1 3,1 330 1470 8383 250 51 60
1045 935224-4 112,5 2,8 440 1990
1046 935225-2 150 2,6 540 2450 55
1047 935227-9 225 2,3 765 3465
1080 738305-3 300 2,2 950 4310 4,5
1081 738385-1 500 2,1 1640 6560 56
1061 935233-3 15 5,7 110 500
1062 935236-8 30 4,8 180 825 48
1063 935239-2 36,2 45 150:1 4,3 250 1120 4,0 20958 650 60
1064 935242-2 75 3,6 360 1635 51
1065 935244-9 112,5 3,2 490 2215 55

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS – TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS – A ÓLEO

CLASSE DE RELA- COR- PERDAS TEN-SÃO TENSÃO DE NÍVEL


TENSÃO POTÊNCIA ÇÃO RENTE DE MÁXIMAS (W) DE CURTO RADIOINTER- MÉDIO FRE-
NTC CÓDIGO MÁXIMA DE EXCITA- FERÊNCIA DE QÜÊNCIA
COPEL (kVA) TEN- ÇÃO EM CIRCUITO A DE MÁXIMA RUÍDO NOMI-
o
(kV EFICAZ) SÕES MÁXIMA VAZIO TOTAI 75 C (%) ENSAIO (? V) (MÁX) NAL (Hz)
(%) S (V) (dB)
1011 935112-4 10 3,3 60 260
1012 935113-2 15 15 52:1 3,0 85 355 2,5 8383 250 48 60
1013 935115-9 25 2,7 120 520
1021 935131-0 10 4,0 70 285
1022 935133-7 36,2 15 75:1 3,6 90 395 3,0 20958 650 48 60
1023 935135-3 25 3,1 130 580

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS – TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS – A SECO ( * )

COR- TENSÃO DE NÍVEL


CLASSE DE RENTE DE PERDAS TENSÃO DE RADIOINTER- MÉDIO
CÓDIGO TENSÃO RELA- EXCI- MÁXIMAS (W) CURTO- FERÊNCIA DE FRE-
NTC MÁXIMA POTÊNCIA ÇÃO DE RUÍDO QÜÊNCIA
COPEL (kV EFICAZ)) (kVA) TENSÕE TAÇÃO EM TO- CIRCUITO A DE MÁXIMA MÁX NOMINAL
o
S MÁXI- VAZIO TAIS 115 C ENSAIO (? V) (dB) (Hz)
MA(%) (%) (V)
15 4,8 100 440
30 4,1 170 740 3,5
45 3,7 220 1000
1087 017024-0 15 75 60:1 3,0 330 1470 8383 250 58 60
1088 017025-9 112,5 2,8 440 1990 4,5
1083 016320-1 150 2,6 540 2450
1089 016900-5 225 2,3 765 3465
1084 015468-7 300 2,2 950 4310 5,5
1085 015877-1 500 1,6 1640 6560 60
15 5,7 110 500
30 4,8 180 825
36,2 45 150:1 4,3 250 1120 4,0 20.958 650 58 60
75 3,6 360 1635
112,5 3,2 490 2215

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13

( * ) - Características elétricas para tensão de 13.200 V, 60 Hz, 115.ºC, classe F, conforme NBR 10.295.

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