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Reinhold Zippelius

Professor jubilado da Friedrich-Alexander-Universität,


Erlangen-Nürnberg, onde lecionou diversas disciplinas jurídicas,
como Filosofia do Direito, Direito Constitucional,
Direito Administrativo e Direito Canônico.

Sociologia do direito
e do ES'C8.C1O
noções fundamentais

Versão portuguesa de
Gesellschaƒt und Recht: Grundbegríjfife d. Rechts- u.
Staatssoziologie

Tradução
António Franco
António Francisco de Sousa

//0%/};¡š2o16¿/WV; sn T

1 7 ffl/ f -°"° i fériizr


_
Editora
/ Il|II
- _¿¿¢¢Áa‹
Q Saraiva

Scanned with CamScanner


ISBN 978-B5-02-20962-6
:arma
Q. Saraiva
~ - -- - sr Dados Internacionais do Catalagação na Publicação (UP)
Rua Henrique Schaumana, 270. ÍfifllUE"" [BW 5"” PUUIÚ (Câmara Brasileira do Livra, SP, Brasil)
[EP 05413909
PABX: li li 3613 3000 Zippelius, Reinhold
SM: 0000 011 iBi5 Sociologia do direita e da Estado : nações
De 2~“-a bi, das B:30 as 19:30 fundamentais / Reinhold Zippelíus ; Antonio Franca e
wswreditarasarairo.cam.br/contato Antónia Francisco de Sousa (tradutores). - São Paula :
Saraiva, 2016. - (Série IDP : direito comparado)

Direção editorial luiz Roberto Curia Título original: Gesellschalt und Recht:
Gerência editorial Thais de (amargo Rodrigues Grundbagrille d. Rechts- u. Staatssaziologie.
Assistência editorial Deborah Caetano de Freitas Viadana
l. 0 Estudo 2. Sociologia iuríclica I. Titulo. II.
Série.
Coordenação geral (larissa Borasclri Maria
Preparação de originais Maria lzabel Barreiros Bitencourt Bressan e l 3-07262 EDU-341301
Ana Cristina Garcia lcaords.)
Arte e diagramação Edson (olobone Índice para catdlogo sistemritico:
Revisão de provas Amélia ltassis Ward e
Ana Beatriz Fraga Moreira (caords) l. Sociologia iurídica 341391
Setsulco tlraki
Serviços editoriais Elaine (ristirra da Silva
Kolli Priscila Pinta
Guilherme Henrique M. Salvador
Capa Mayara Eaahata Data de fechamento da ~

Produção gráfica Marli Rampim Dúvidas? _


Acesse www.editorasaraiua.com.brtdírflilfl
lmflrossão Bartira grafica
Acabamento Bartira gralica
Nenhuma parte desta publicação aailierfèásler reçšraduzicla por qualquer IHBID
ou forma sem a prévia autorização a rtara araura. _ 3
Auiolaçiia das direitas autorais é crime estabelecido na Ler a. 9.610/9 li
punida pela art. IB4 do Código Penal.

l36.50l.00l.00l

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§ s. |=uNçõEs soc|A|s no n|RE|To
Após as reflexões fundamentais sobre a orrentação da ação
humana pelo sentido (§ 6), V‹'z1m0S agora abordar as funçoes sociais
especialmente da ordem normativo-jurídica.

|. |NTEeRAçÃo, EsTAB||.|zAçÃo, soc|AL|zAçÃo,


REso|.uçÃo DE coN|=|.|Tos, RAc|oNAL|zAçÃo

É
f *D 11 z' eg- .-eo .z` ora doDire1toarantido elo
F Estado reside em ueo irertocria re as `áveis comatrv entr
I/glwƒu 1151 o o âÇElO aSOC1(-361€ (-3 E1 CO OCam e 1v ga
Eõiwi
O 1 an * 1 ' s,aoservc o I G I"lS 1116115 VEISÍOS EiCOITIUÍII3
Í 'PJ ' as Vgzg

e re as nserem ao mesmo tem o tamb ao no contexto


das ideias conççlutorashcultural1n_ente específicas, gue são majorita-
riamente aceitaspsla comunidade iurídišâ-
.'*¡uu- nn n._l.l.Qll._.0 Õfljtz
FD5 1976Lp 71 e s ) [Educa para uma conduta socialmente afglešçuašla, nafl
jogbtf sl!l"" ' r v' Íz . _r_ 0 __ 0H
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'fm fi§ralTe_a oi_enSo..z_maS ;La.n;11>em p01'mÊ"1O ¿
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C 40 Uma
566 _ _1_1__1emb_ros da comunidade jurídicaçumaççordemde co11du.ta_seg1J.I1fi
,jdnf (_§f21g@rç_1,98ç7, pp. 4 erricprncrmpresstifioe ffšue um saEE'l
- @T5fiRT›7T_t"ttT'ous'e"'1r'a_orTd'ttZcg
A arena cefiaspsnL1ãç
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ue e e ro r1o se possa preparar para isso. “ lemos Çle s
os dev_e_n1o_§ ater”. lsto e... o con eu o o concer o e arantra
Gfiäflífløíj ou, na exressao es_pec1 camen e ]ur11ca aS8

zzzuf em
due
/"_Ê';lL"¡ “Seguro”
quer dizer aqui certufi (P-
- -- .rr
¡¿6_ 64). A certeza falha quando as le1s sao pouco claras, com 1 BXH S
.3-Ugfj uando mudam sucessivas vezes uando não delimitam clarameflf
6° ` as com etências dos ór ãos administrativos, uando alteram a ra
"°';'cflgš §@ O outro componente da segurança jurídica
°' ícó- Dc* . . - , .
/16-¿suv›»¡F=C/*1bV*¡¡9`L DMS) eo
Ji

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.-f-""¡.-rl-

Siggifica a_q_uL @ff§fi `&=›ê...s.1<-l*ft@ë_'‹_»_1 falha @


não é ex_ecuta_do prontamente e com eficácia lp. 65). Enquanto orde-
naçág Clara e eficaz da ação, o Direito cria bases dispositivas fiá3¿ej5
eredu ` ertezas e riscos na vida em comum.
_ gi a_ção__d_a so___ciedade é_transferida,
6; n__‹-_.§c'e_ss§1_ri__o_ para procedimentos
fr. 1a‹;1¿:_iai.s. (§ar1if_e_19Z6ui2- 82h13m @SP@¢ia1,
vó @.tõ:fa.ro-use
tZf5. WS ue 0 cõfnflitšs ,são dffiijídõs. Ašsiin,"o Uirei o oe a ` "'
q;/JFLI íocj1m_ÍjeÍntos'j¿.id_1ciai"s e"`focedimérTtõs`de decisao ar am
-fqç ' Çem que os conflitos podem s`er"`é`sclareciõos" de n`i`a"n"é`ira"Ó1f`denÊ
(¡_ Ao mesmo tempo, d_ai31udança_das situa_çÕ_es de conflito_ed__as con;
¡¡(¡¡¡m cepgões de justiga resultain ounstantemente novos_m -
mg) denagao e novas regulaçoesgão conduzir os conflitos a uma solušaš
Í .il I. O i 'I' . .. U' ø ø I- rn -3-"41 ø Í'

0 - . eo . 0' ioo"I" .on .ui ;.› <f____.

F.-_ 17€ __? Q ragoinalidadfedo Direitoufavorecesimultaneamentee ÕEÍÉÊ


[zAa`;Aincípiosracionapislde conduta -_er_n particular _o aicoizfitugst
uni; gltgra pgrsfl - asseguram uma resolugão justa dos dif_c-zrenld_os,_ Rara
M - uma regulagão lgga_l,rac_ional-objetiva, dos conflitos dg interesses
rr~›z;.--- to . e
tambem é útil que as decisões le ais tenliam de ser sensatamente
¡6¿mt¡V¿ fundamentadas e seçam tomadas_po_r instituiçoes ;onmm
-
z›A¡O" ‹'¿_g1_n_a distância funcional” em relação aps interes@dps
quais decidem l§ 71112.
O Direito laio
éconse ido or 1-ou .. -_ _-e à- -.. - n u. ..o_..

“V ® N. T.: Ouça-se também a outra parte - princípio jurídico já conhecido da


Antiguidade (cf., p. ex., Demóstenes (384 a.C.-322 a.C.): Oração sobre a
coroa; Isócrates (436 a.C.-338 a.C):Arrt1`dosr`s; também o Digesto 48, 17, 1),
Segundo o qual não é justo condenar alguém sem ter ouvido as suas razões.
A sua fom1ulação_é,_no_e11ta_nto, medieyal e defende gue uma sentenga nao
ofÊfid¿sem que teqha
partes,

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_ _. . 75, .96):reações que são arantid
conduta
_ _m_ dessriante
oe (Gorlitz 19 '13 sse ñ m. D esse modo
as
F por insti ë se an O ' . _ ui›z
/zévãl//U €Sâ€eC" ao Curn fl , " .. I I» I Un fa Í
90,0 ' .z rmeio aconena aO NP
D6 ii:-a-:lou ei re '- ° ' aml
0›vtZ-'f' Txecäeâfoulfiator e 0 publico podem ser advertidos contra futuros

esvi f ..
tia de exec ao do Direito certeza de realizaçao) asse ra-se ao
mesmo temp0 m E1 š na'
comun`
Bibliografia: A. Gõrlitz, Politísche Furiktiorzeri des Rechts, 1976,
55 e s ' idem (ed.), Politische Sterrerurrg sozíaler Systeme, 1989; Raiser
5009 cap. 11 IV* R. Lautmann et alii' (ed.), Die Furrlctiorr des Rechts in
der moderrreri Gesellscl1aƒt,]alirb.f Rech tssoziologie ir. Rech tstheorie, 1970;
Rehbinder, 2009, § 6.

||. GARANHA DE Domínios DE AÇÃO |ND|v|DuA|s E


soC|A|s ((¿,.,,.f,,- p, /,S ¿¿›iU$[`-yo C‹=›z~Jfè`ÂD6 tUonhÀHi/0)
II»
-l K.

¡ §¡f;___ -`_~¢. ámmte também para criar espaços


[1 Au . .

__Pc E
a o desenvolvi ` efdâ E
i fis 65
Kant e Fichte tinham destinado ao Direito a função de delimitar .a
36
Z l!3(41Dg liberdade de um relativamente à liberdade de outros, em conformi-
d . . . .
Buí ade com uma lei geral (Zippelius, 2011, § 26). Mas da liberda 1
faz parte também o fgtg ¢eo ~
rem or sua vez, limitados e de__os indivicluos_ou também as co 0-
ra ões c " ' ` '
icientes ara - no uadro (1215
leis - re lar ”autonomamente” eles ró rios, as suas rela ões L1-
rídicas colaborar, diretamente no a erfei o d b
ç amento as suaso ri E1-
ões e direitos e dessa maneira, corres onsabilizar-se por setores
da ' clar ` ' "
2011 31 II 4 33 35 I 3 A questao de
saber de que maneira e em que medida as funções de ordenação se
devem confiar. ‹ numa comunidade
' '
nacional, a um tal autoestabele-
cimento de relaçoes, ou então saber se essas funções devem Sfif
exercidas por inst"ancias
' centrais
' superiores,
' e' um problema de 0l'i~
mizaçao a resolver sempre de novo (§ 16 V).

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A fun " ' ' ` ` amente esferas de ati-
vidade individuais e co orativas e de as arantir na sua existência
foi demonstrada or Luhmann, es ecialmente com base nos direitos
fundamentais. so se torna articularmenteevidente
aí-w_"'“í_-_'íí-_ :

mg ciona iza ao oe _trc_e__s areas ncionais do egonvovimento


dO1SI€m 0- 0 l `. 0S' - - ¡. do

@@
Primeiro, e contra as ingerências do Estado, é garantida a pos-
sibilidade de o indivíduo, nos seus diferentes papéis sociais - como
pai de família, como membro de uma comunidade religiosa, como r
empresário, como adepto do teatro ou do futebol -, poder”perma-
necer fiel a si mesmo” e não ser obrigado a tornar-se um fantoche
comandado por terceiros. Na linguagem de Luhmann_,¿ as g¿ir_ai_1ti`_a_s
9¿›5 . de diggidade humana 5%; de liberdaded_e _dä
j) A criam ao individuo um es a o de manobra ara reunir numa sintese
Q(¿nS . de conduta p_essoa1” a ,salao ação ciona vários sistema
|
(¿U¡~°¡u¿z sociais, isto é,”pa_i_*a__da_r ã spo conçligƒçaç nas c_l_ifg_rente_s situações l

Mm) mmaplinha pessoal contínua separa proporcionara est l


l
g§cs§_:onlieciilie_ilto sp_qi__a__l_: (L_ull_maii_n _197_'4, Dessa maneira, fipg; l

-_l_lle”dad_a_ a possibilidade de se entender a si mesmo não só cq_m_o I

uma sé_rie provocada de açõss, _m-afšcó-mo perso_1_1a1§_QE1CÍ_€ C_QUl_.ÍÉÊ1l' l

l
tidade própria” lp, 78). G* ~1`×v7"f 1/Ci/-i ‹1¢›^‹> 0<7°*"'6` 6°" 3* *l
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Uma segunda garantia diz respeito à área de comunicaçaošñ F,,¿‹_.."'


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.ow mm1 - -r - - sfidadezdie C°11“}“119-af-ag 'W-°_z‹
dšg. é garantida, por um lado, pelos direitos fUP_d_amÊ.P¬Êa1§_de 1fb§ë'.<lf¿1._f3l€.;1"ff¿:1
UG de Culto e de O íhiãoieƒpogoutró ladO,PelOS dÊ€1tOS Cl€l1b€I'ClE;ld_Ç_ 4.;-Ã;
rekfi ¶`-zz_1-- - P fra* -- ~ 'f ""“* 1 9 A II-re I-ese D6:
-›¿rv¡¡¿z de associação e de reunião s irei os avorecem_ f1__a}:1 9 _ ___ /01€/¡
z ""'“*- 6-1:.--.-¬ -' ' 9 A 99 “_” ' sérvarufi
'5ef° ersonalida e; visam, ‹'i'10imÊ5m9 tem_P9¿_Ê2P. _..aCe...à- _-¬-:íÊ_'Á¡. z:‹Í=fei_lí-z*;:~_ _ ,_

Pero-¡ lversidaedeoniõese eagiupâm€P_95.Ê.9ÊÊÊÊ9_eÊem e e mà

M- en encias
. . or are o oaoe assim d t n IO .
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enivelamento encla U `
¿
u
u
.

:__

' lmortantes asectos, a estrutura socia iante as e dreitos ¿


_ ' les 1
Xpansionis as o sistema po itic Dessa maneira, a 11€

83
_. ._ __ ',_
t.~.-¬. .__. _

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arantem ue na comunidade se formemfhorizontes de e o¢taü__
” articularmente ideias uanto ao ob ` ' _
dentemente do sistema olítico ( _ 98).
Ainda ou ra are
_S].í riedade e de p fi "o &
_, , eiro e enscom valor oo,
C.‹ø/Í-'0ÍP. _
¡<¿o,J› iari e, untamente com i_ ei; a_ e e_pro ssao, aran e a
_¿/5' e ' Ha V1 ÊCOHOÍHICEI ÉEICOÍO Cgm _.

fifíf- '
<?_m.@fCa.0__P‹ _. f P SS" z arane-s
...¿.J0.‹ Q-' ze- z ..| z ú . iaanaareaaeu ú .Daexistência
Fffiflaã de tal subsistema @_t
ziíeíãëšsoe ater e@fêeae11eee
estruturada e ao
128). Também a liberdade de trabalho___e a liberdade de profissão
contêm não só direitos individuais mas arantem a tem ,
determinado modo de funcionar da vida social, quer dizer, a distri- _
buição racional, como a exige o_ijrip_ipad_çç__oççdas__1Í1nc;:oes sociais pelas _
.pessoa_s_(L_uhmann djz:”distribui "' efas -

Bibliografia: N. Luhrnann, Grurrdrechte als Iristitirtiori, 2. ed.


(1974).

* |||. coNFoR|v|AçÃo soc|AL PELO D|RE|To


= fi Não menos importante é que o Direito também *
www -_§_eJC_9n}0_mstrumento de conformação sopi__al.
.z.zz,,,¿
:fg Dhireito passaram a usar-se duas expressões-chave: social erigneeflflg' _
se-×_¿. ' É transformação social por ação do Direito”. A ideia do jurista como
Maia. fl
Gowuo 'ff ' .-. . - ~
,,¢.g,,,,
gb Lo - . _
fz ,q,,.,, U9 I 591' lãdas, recisamente da maneira como o en enheiro
t- -¡~M,.¡@ de ma uinas tem de conhecer as for as naturai ` la
wa; S mauma 9595@1110zâ e s a ao a urisr
R¿¡_;./¡ra ao ausi a sao ciencia socia a icaa ' , . i .Embora
ÇÃJ Àfiäpwfâ
pf” /4@°^7`‹1_,íT¢ . 84

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cunstâncias sociais, _e, poppuEo

A ideia
de C9n_.f.9fm99aO5QC1a1 tOmOu`Se~ma15 P9l2U.1ê1f_g'_fa¿as ao Direito na
versão america__na de Roscpe Pound 1870-1964 , ue cunhou a e _
/Q ¿Z_ o¿_e_eâão social efigirw@rffig..(192.3, p. iziio e., 152o s.,
/. cia err meerrrçg e\¿_ia ser a me or sa is a_çao possive ao n
uea;1e'szi@"
"
c~'/4 -+=>”Eara p_erceber. .O díffiiiie atual, contento-me gom çi_oz_¿i_i¿¿i_rz_›¿a;
you/10
S@@fz Clã ¢öíi`iü`11tÕ <1ãS1¬@<1@SSí¡`@ë1f1'
dfiifo POÉSÉGE c_01n.a1`"n`1'aiYa0 d@
s¿dsfeito_einfifi1§naYÚ
l_a__sat1st`azeraš necessidade:sÊ`õ`ããiš)- istoJé,as pretensões, os desejos
_e_gs expsctativas, @esLão`_tinflfato_õÍóm ã e
estes, @Êveiiipt¶ñt;osflp1
CWlÍm9 @$ VÊ1ÍiÕ@T<íÍ_C1`U__
ímre _ se
ensoes_possamTeal`mefi`fe šef z'šã is eitas e>
a socie a e o itic
ente or aniga a por via de uiria orõeniaçãofldapconçluça human .
[fara _os fins atuais,,basta¡me_ que a “história do direitoprelateeeei;c;a
de um reconhecimento__e_ de uma satisfa " `
das necessidade_s ou pretensões ou _de_s_ejos por meio de controle
social; que ela relate acerca de uma garz¿_snti_a dosiptegesses SOCiai
cada vez mais am la e eficaz' ue ela relate acerca de uma elimina a
çsda vez mais ainpla e eficaz daspossibilidades não ap_rove1§_ac_la_s_e_
de lu-ma elimihaçãodie-fifáculos, quando se trata de as pessoas
ozarem os bens- ue a vida oferece - numa alavra, bë1SÍ€1“m€' U
_ , . - - fr
a história relate acerca de um social en meerin cada VEZ 1112115 €'f1Cë1Z -
Com isso fica também já esboçado o otimismo social americano - que
não deixa de ser problemático (cf. adiante § 16V)-
Como quer que pensem acerca do diagnóstico geral, saltou elo
Á/re menos à evidência a tarefa de uma politica ur1§_Il1_C¶Ên5í1t¿9;›;_^ÊlL1.8.1í
*T- _ í í l í @ -- -"' ___ . f 1

47%.: dizer, a tarefa de çQnc_eb_er as ordenaçoee _]L1f1§hCa-S-da C-Onvwencè)


C-0414
Vê' Ê”
humana da maneira como o exi em as necessidades do resen ___
Direito ositivo, ue se encontra no oder dis ositivofidole Slader
P72- z . .
e assim reconhecido como instrumento de conforma ao sistemât
ic
cw-e
<-°^/'JÍC/omfltrr ¢:
Ce/_~_×D:‹=f<,~xao pata 85
fficficroa às ..5<:›<r¡l¿

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da convivência social e das transforma ões sociais; ele é não só CO
I . ' .

determinado elos fatos soc1a1s mas se re ercute or sua vez com


efeito conformador, sobre a vida da sociedade.
Bibliografia: N. Achterberg, “Die Verfassung als Sozialgestal-
tungsplan”, in Festschr. H. H. Scupih, 1983, p. 293 e s.; Ehrlich, 1967~
i d em, Die J`uristische Logik, 1918; R. Pound, Irzterpretatzons of Legal
History, 1923; idem, Introduction to the Philosophy oƒLaw, 1954; M
Rehbinder/H. Schelsky (eds.), Zur Effektivitiit des Rechts, Iahrb. f
Rechtssoziologie u. Rechtstheorzfe, 1972.

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