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Creche do

Manual de Gestão e
Prevenção de Situações
Centro Soci-
al Serra do
de Fuga, Desapareci-
mento, Negligência,
Abusos e Maus Tratos

Alecrim
I.P.S.S.

Este documento pretende assegurar a garantia da preven-


ção e controlo da negligência, abusos, maus tratos e discri-
minação dos seus clientes e pretende que estes, seus repre-
sentantes e colaboradores tenham conhecimento destes 2015
procedimentos de prevenção e atuação nestas situações e
também em situações de fuga e desaparecimento.
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Fuga, Desaparecimento, Negligência, Abusos e 09/12/2015
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Indíce

Introdução ............................................................................................................ 3

Definição de fuga ............................................................................................... 4

Crianças desaparecidas .................................................................................... 4

O que fazer em caso de fuga ou desaparecimento .................................... 4

Definição de maus-tratos ................................................................................... 6

Formas de maus-tratos........................................................................................ 6

Procedimentos a adotar – Negligência e maus-tratos às crianças............ 6

Procedimentos a adotar – Negligência e maus-tratos a colaboradores .. 8


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Introdução

O presente Manual de Metodologia para a Gestão e Prevenção de si-


tuações de Fuga, Desaparecimento, Negligência, Abusos e Maus-tratos,
delineado pelo Centro Social do Alecrim, IPSS, para a Resposta Social
Creche, pretende ser um instrumento de auxílio aos seus profissionais, na
sinalização ou despiste de situações que possam colocar em perigo
e/ou comprometer o bem-estar psíquico-emocional e físico das suas
crianças.
Com a implementação deste “mecanismo” de ação, propomo-nos
sensibilizar, informar e aprofundar o conhecimento de toda a estrutura
dos Recursos Humanos ao serviço da Creche, face a situações que ve-
nham a ser identificadas/sinalizadas, salvaguardando a promoção da
qualidade de vida das crianças num quadro de absoluto respeito pelos
seus direitos. No essencial, pretendemos que os colaboradores se sintam
capacitados para saber agir ou adotar medidas adequadas tendo em
conta eventuais casos de fuga, desaparecimento, maus-tratos, abusos
ou negligência que possam ocorrer no nosso contexto de intervenção,
que acolhe crianças desde os 4 meses aos 3 anos de idade, sejam eles
perpetrados por parte dos colaboradores ou por parte dos seus respon-
sáveis (familiares/significativos).
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Definição de fuga

A fuga pode definir-se como a causa de desaparecimento que con-


cerne a todos os menores que voluntariamente fogem da casa dos pais
ou das instituições onde se encontram colocados.

Crianças desaparecidas

São situações de desaparecimento as que não têm outra razão aparen-


te e que dizem respeito a menores que se perderam, como por exem-
plo: criança perdida numa praia ou que se feriu e não consegue ser de
imediato localizada.

O que fazer em caso de fuga ou desaparecimento

O coordenador pedagógico deverá ser imediatamente informado para


acionar a seguintes medidas:

 Participar de imediato o desaparecimento do menor às Forças de


Segurança mais próximas podendo fazê-lo por telefone, para o número
112. Não se esquecer que não há qualquer prazo que tenha que passar
para que possa participar o desaparecimento. Se lhe disserem que só
pode participar o desaparecimento após o decurso de algumas horas
não aceitar e exigir que registem de imediato a sua participação de-
vendo também recorrer de imediato à polícia judiciária para se assegu-
rar que a participação é registada de imediato;
 Informar os pais da situação;
 Perguntar à polícia como é que vão difundir o desaparecimento e a
que entidades o vão fazer;
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 Ficar com o nome e contacto telefónico do investigador encarregue
do caso de desaparecimento ou fuga da criança e guardá-lo em local
seguro para não o perder;
 Restringir o acesso à creche até que a polícia recolha eventuais pro-
vas que sejam pertinentes;
 Informar os investigadores de tudo o que já fez para localizar a crian-
ça;
 Ter presente a roupa que a criança vestia e artigos pessoais que le-
vava consigo;
 Informar a polícia se a criança tem marcas distintivas que o possam
identificar mais facilmente como seja marcas de nascença, tiques ou
outros.
 Coordenar com a família de forma a disponibilizar à policia toda a
informação necessária;
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Definição de maus-tratos
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), maus-tratos, são de-
finidos como: “…um ato único ou repetido, ou ainda, ausência de ação
apropriada que cause dano, sofrimento ou angustia e que ocorram
dentro de um relacionamento de confiança”.

Formas de maus-tratos

 Maus-tratos físicos – qualquer forma de agressão física (espanca-


mentos, golpes, queimaduras, fraturas, administração abusiva de fár-
macos ou tóxicos, relações sexuais forçadas);

 Maus-tratos psicológicos ou emocionais – condutas que causam


dano psicológico, como: (manipulação, ameaças, humilhações, chan-
tagem afetiva, desprezo ou privação do poder de decisão, negação
do afeto, isolamento e marginalização);

 Negligência – não satisfazer as necessidades básicas (negação de


alimentos; cuidados higiénicos; habitação; segurança; e/ou cuidados
médicos).

Procedimentos a adotar – Negligência e maus-tratos às cri-


anças

Sempre que se verifiquem situações de maus-tratos, compete ao cola-


borador que as identifique ou sinalize, informar de imediato o (a) Coor-
denador(a) Pedagógico(a) que procederá ao registo do sucedido no
livro de ocorrências.
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Dependendo da gravidade da situação detetada, o (a) Coodena-
dor(a) Pedagógico(a) pode tomar medidas imediatas (situações menos
graves) podendo inclusive informar o (a) Director(a) Geral do C.S.S.A,
IPSS. Em casos muito graves, deverá informar com celeridade o (a) Di-
rector(a) Geral que após análise da ocorrência toma as medidas consi-
deradas adequadas à situação, nomeadamente a sua sinalização às
entidades competentes.

Em todo o desenrolar do processo, garantir-se-á a preservação da ido-


neidade e confidencialidade das partes envolvidas.

 Colaboradores
Sempre que sejam detetadas situações de negligência, abusos, maus
tratos e/ou discriminação ao cliente por parte dos colaboradores, os
superiores hierárquicos deverão auscultar todas as partes envolvidas,
garantir que os direitos do cliente não são postos em causa neste pro-
cesso e acionar junto dos colaboradores os mecanismos de sanção
previstos no CCT- Contrato Coletivo de Trabalho e Código de Trabalho.

 Familiares/Significativos/Encarregados de Educação

Sempre que sejam detetadas situações de negligência, abusos e/ou


maus-tratos por parte dos familiares/significativos/encarregados de
educação aos utentes, os colaboradores do C.S.S.A IPSS, devem infor-
mar o(a) Coordenador(a) Pedagógico(a) da creche, que pode enca-
minhar a situação identificada para o(a) Director(a) Geral da Institui-
ção. Esta compromete-se a avaliar a situação em causa, ouvindo inclu-
sive o utente vítima de maus-tratos e dos eventuais responsáveis.
Perante situações concretas, o(a) Diretor(a) Geral da Instituição deverá
apoiar o utente e sensibilizar os familiares/significativos/encarregados de
educação a superar a situação ou, em casos extremos, acionar os mei-
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os legais ao dispôr, com o intuito de salvaguardar a integridade, segu-
rança e bem-estar e qualidade de vida do utente. De acordo com os
casos detetados, poderão ser acionados os seguintes mecanismos le-
gais: Serviços locais do Instituto da Segurança Social, Autoridades Com-
petentes e Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco do
concelho de Santarém.

Procedimentos a adotar – Negligência e maus-tratos a cola-


boradores

No caso de se verificar ações de abusos e maus-tratos a colaboradores,


cometidas por familiares ou significativos e encarregados de educação,
a Direção determina a audição de todas as partes envolvidas.
Deve garantir que os direitos dos colaboradores são salvaguardados e
aciona junto dos familiares ou significativos e encarregados de educa-
ção, as sanções adequadas de acordo com os mecanismos legais e
em observância ao que está definido no Regulamento Interno para si-
tuações desta índole.

Elaborado: Coordenador da Creche Revisto: G.Q/Diretora Geral Aprovado: Presidente Data:13/01/2016