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MINISTERIO DA DEFESA

EXERCITO BRASILEIRO
CMS - 3ª RM
8ª CIRCUNSCRIÇÃO DE SERVIÇO MILITAR
(21ª Circunscrição de Recrutamento / 1918)
Rua dos Andradas, 629 - PORTO ALEGRE (RS) - CEP 90020-001
FONE 32206314 - FAX 32206531 - E-mail: comando@8csm.eb.mil.br

Ofício nº auto
EB: nud-auto

Porto Alegre, RS, 13 de maio de 2015.

A sua Excelência o Senhor


Maj Brig Ar WALDEÍSIO FERREIRA CAMPOS
Diretor da DIRAP
Av. Marechal Câmara, 233 - 7° Andar
20.020-080 Rio de Janeiro - RJ

Assunto: Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), para o ano de 2016

1. Expediente versando sobre seleção de militar para o Curso de Aperfeiçoamento de


Sargentos (CAS), turma 2016, de militar à disposição desta Organização Militar.
2. O Primeiro-Sargento BEP PETERSON PAULUS DE OLIVEIRA TELES, SARAM
260.394-2, colocado, por necessidade do serviço, ex-officio, à disposição do Comando
do Exército, conforme Portaria nº 358/GC1, de 20 de agosto de 2014, publicado no
BCA nº 159, de 28 de agosto de 2014, e lotado nesta CSM, necessita que lhe concedido
seleção para o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Turma 2016, onde esta
chefia apresenta exposição de razões, conforme documento anexo.
3. Pelo exposto e, no intuito de atender ao militar, evitando prejuízos à sua carreira, esta
chefia é de parecer favorável a sua seleção para o Curso de Aperfeiçoamento de
Sargentos (CAS), Turma 2016, pois é requisito para a promoção à graduação de SO.
Respeitosamente

VICTOR HUGO ALMEIDA SILVEIRA - Tenente Coronel


Chefe da 8ª Circunscrição de Serviço Militar

Seja submetido à apreciação do Exmo Sr. Comandante do COMGEP sobre o que foi
relatado em minhas alterações pessoas, em relação à aplicação das Fichas de Avaliação
de desempenho no período de 31 de outubro de 2006 a 01 de novembro de 2014,
conforme preconizado no DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o
REGULAMENTO DE PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA,
REPROGAER, CAPÍTULO II, Dos Critérios de Promoção, Art. 21: “Compete ao
Comando-Geral do Pessoal baixar normas relativas à elaboração e à aplicação das
fichas de avaliação de desempenho”.

Seja submetido à apreciação do Exmo Sr. Comandante Geral do Pessoal à


consideração do Comandante da Aeronáutica sobre o meu caso, conforme preconizado
no DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Regulamento de Promoções de
Graduados da Aeronáutica, CAPÍTULO IX, DAS DISPOSIÇÕES FINAIS, Art. 48: “Os
casos não previstos neste Regulamento serão submetidos pelo Comandante Geral do
Pessoal à consideração do Comandante da Aeronáutica”.
(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Regulamento de Promoções de
Graduados da Aeronáutica, CAPÍTULO VIII, Do Recurso, Art. 54) “O recurso é o meio
legal de que dispõe o graduado para pleitear a modificação de ato administrativo que o
tenha prejudicado ou de reconhecimento de um direito que julgue lhe tenha sido
negado”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Regulamento de Promoções de


Graduados da Aeronáutica, CAPÍTULO VIII, Do Recurso, Art. Art. 55) “O graduado
poderá interpor recurso ao Ministro da Aeronáutica, como última instância, na esfera
administrativa, nos seguintes casos: I - se julgar prejudicado em seu direito à
promoção ou composição de quadro de acesso; II - for considerado inabilitado para
realizar os cursos exigidos para promoção”;

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
V, Dos Quadros de Acesso, Art. 36) “Faixa de cogitação é a relação de graduados
possuidores de interstício, estabelecida para cada graduação e quadro, dispostos em
ordem hierárquica e em número suficiente para a composição dos quadros de acesso.
Parágrafo único. Poderá ser incluído em faixa de cogitação e quadro de acesso, caso
atenda aos demais dispositivos deste regulamento, o graduado que completar o
interstício na data da promoção considerada”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
V, Dos Quadros de Acesso, Art. 37) “Quadros de acesso são relações de graduados em
condições de serem promovidos, organizadas separadamente por graduação e quadro,
para as promoções por antiguidade e por merecimento”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
V, Dos Quadros de Acesso, Art. 37, § 1º) “Somente serão relacionados para estudo
destinado à inclusão nos quadros de acesso os graduados constantes da faixa de
cogitação que satisfaçam as condições de acesso”.

(DECRETO Nº 3.690 , DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000, CAPÍTULO IV,


Regulamento do Corpo do Pessoal Graduado da Aeronáutica, DOS CURSOS, Art. 17)
“Os cursos de formação, de especialização e de aperfeiçoamento que constituem os
cursos de carreira do CPGAER são os seguintes: VI - de Aperfeiçoamento de Sargentos
(CAS)”.

(DECRETO Nº 3.690 , DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000, CAPÍTULO IV,


Regulamento do Corpo do Pessoal Graduado da Aeronáutica, DOS CURSOS, Art. 23)
“O CAS visa a ministrar conhecimentos necessários ao exercício dos cargos e ao
desempenho das funções inerentes ao Suboficial (SO). Parágrafo único. A conclusão,
com aproveitamento, do CAS é requisito para a promoção à graduação de SO”.

COMENTÁRIOS
1) O Primeiro-Sargento BEP PETERSON PAULUS DE OLIVEIRA TELES, SARAM
260.394-2, foi cogitado para a realização do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos
(CAS), Turma 2010, no ano de 2010, conforme publicado no Boletim Interno 092, de
21 de maio de 2009, transcrito do BCA nº 089, de 18 de maio de 2009; Deixou de
receber ordem de matrícula para o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS),
Turma 2010, no período de 01/04/2010 a 01/10/2010, por não ter recebido pareceres
favoráveis da DIRAP, ouvida sua Comissão de Promoção de Graduados (CPG), de
acordo com o disposto na letra “b”, do item 3.6.1, da ICA 37-10, conforme publicado no
Boletim Interno Reservado 013, de 31 de março de 2010, transcrito do BCA nº 055, de
23 de março de 2010;

2) O Primeiro-Sargento BEP PETERSON PAULUS DE OLIVEIRA TELES, SARAM


260.394-2, foi cogitado para a realização do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos
(CAS), Turma 2011, no ano de 2011, conforme publicado no Boletim Interno 060, de 31
de março de 2010, transcrito do BCA nº 057, de 25 de março de 2010; Fez parte da
relação de Primeiros-Sargentos cogitados no BCA nº 055 de 23 de março de 2010 e não
selecionados pela DIRAP, ouvida a Subcomissão de Primeira Instância da Comissão de
Promoção de Graduados (CPG), para o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS),
Turma 2011 , no período de 01/04/2011 a 01/10/2011, de acordo com o item 1.4.3, da
ICA 37-10, conforme publicado no Boletim Interno Reservado 030, de 28 de julho de
2010, transcrito do BCA, nº 132 de 20 de julho de 2010;

3) O Primeiro-Sargento BEP PETERSON PAULUS DE OLIVEIRA TELES, SARAM


260.394-2, foi cogitado para a realização do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos
(CAS), Turma 2012, no ano de 2012, conforme publicado no Boletim Interno 060, de
31 de março de 2011, transcrito do BCA nº 057, de 25 de março de 2011; Fez parte da
relação de Primeiros-Sargentos cogitados no BCA nº 055 de 23 de março de 2011 e não
selecionados pela DIRAP, ouvida a Subcomissão de Primeira Instância da Comissão de
Promoção de Graduados (CPG), para o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS),
Turma 2012, no período de 01/04/2012 a 01/10/2012, de acordo com o item 1.4.3, da
ICA 37-10, conforme publicado no Boletim Interno Reservado 030, de
28 de julho de 2011, transcrito do BCA nº 132, de 20 de julho de 2011;

4) O Primeiro-Sargento BEP PETERSON PAULUS DE OLIVEIRA TELES, SARAM


260.394-2, foi incluído na cogitação do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS),
turma 2013, conforme publicado no Boletim Interno 114, de 18 de junho de 2012,
transcrito do BCA nº 112, de 13 de junho de 2012; Foi cogitado para a realização do
Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Turma 2013, de acordo com a letra “j”,
do item 1.4.3, da ICA 37-10, conforme publicado no Boletim Interno 135, de 17 de
julho de 2012, transcrito do BCA nº 112, de 13 de junho de 2012; Fez
parte da relação de Primeiros-Sargentos cogitados no BCA nº 112, de 13 de junho de
2012 e não selecionado pela DIRAP, ouvida a Comissão de Promoção de Graduados
(CPG), para o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Turma 2013, de acordo
com o item 1.4.2, da ICA 37-10, conforme publicado no Boletim Interno Reservado
038, de 05 de setembro de 2012, transcrito do BCA nº 165, de 28 de agosto de 2012;

5) O Primeiro-Sargento BEP PETERSON PAULUS DE OLIVEIRA TELES, SARAM


260.394-2, foi cogitado para a realização do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos
(CAS), Turma 2014, de acordo com a letra “j”, do item 1.4.3, da ICA 37-10, conforme
publicado no Boletim Interno 089, de
10 de maio de 2013, transcrito do BCA nº 076, de 22 de abril de 2013; Fez parte da
relação de Primeiros-Sargentos cogitados no BCA nº 076, de 22 de abril de 2013 e não
selecionado pela DIRAP, ouvida a Comissão de Promoção de Graduados (CPG), para o
Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Turma 2014, de acordo com o item
1.4.2, da ICA 37-10, conforme publicado no Boletim Interno Reservado 038, de 05 de
setembro de 2013, transcrito do BCA nº 165, de 28 de agosto de de 2013;

6) O Primeiro-Sargento BEP PETERSON PAULUS DE OLIVEIRA TELES, SARAM


260.394-2, foi cogitado deixou de ser promovido à graduação de Suboficial em 1º de
dezembro de 2013, pois: a) não possui o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos
(CAS), conforme preconizado no Art. 23 e no seu parágrafo único, do Decreto nº 3.690,
de 19 de dezembro de 2000, Regulamento do Corpo do Pessoal Graduado da
Aeronáutica (RCPGAER): “Art. 23. O CAS visa a ministrar conhecimentos
necessários ao exercício dos cargos e ao desempenho das funções inerentes ao
Suboficial (SO). Parágrafo único. A conclusão, com aproveitamento, do CAS é
requisito para a promoção à graduação de SO”; b) não posso ser incluído em quadro de
acesso, pois conforme preconizado no Decreto nº 3.690, de 19 de dezembro de 2000,
Regulamento do Corpo do Pessoal Graduado da Aeronáutica (RCPGAER): ”Art. 14.
Para ser promovido pelos critérios de antiguidade ou de merecimento, é imprescindível
que o graduado esteja incluído em quadro de acesso, exceto quando se tratar de
promoção por conclusão de curso”; c) e o resultado é que não possuo condições de
acesso, pois conforme preconizado no Decreto nº 3.690, de 19 de dezembro de 2000,
Regulamento do Corpo do Pessoal Graduado da Aeronáutica (RCPGAER): “Art. 15.
Para ingresso em quadro de acesso, é necessário que o graduado satisfaça os seguintes
requisitos essenciais, que são estabelecidos para cada graduação” e “Art. 16.
Condições de acesso é o requisito essencial que compreende interstício, aptidão física e
condições peculiares a cada graduação, nos diferentes quadros, para a promoção à
graduação superior”. Condições peculiares são exigências específicas para determinada
graduação e quadro, estabelecidas para assegurar conhecimentos e experiência
desejáveis para o exercício das atividades funcionais da graduação superior. No meu
caso, somente pelo CAS:

7) O Primeiro-Sargento BEP PETERSON PAULUS DE OLIVEIRA TELES, SARAM


260.394-2, foi cogitado para a realização do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos
(CAS), Turma 2015, de acordo com a letra “j”, do item 1.4.3, da ICA 37-10, conforme
publicado no Boletim Interno da BACO, transcrito do BCA de 2014; Fez parte da
relação de Primeiros-Sargentos cogitados no BCA de 2014 e não selecionado pela
DIRAP, ouvida a Comissão de Promoção de Graduados (CPG), para
o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Turma 2015, de acordo com o item
1.4.2, da ICA 37-10, conforme publicado no Boletim Interno Reservado da BACO,
transcrito do BCA de 2014;

8) O Primeiro-Sargento BEP PETERSON PAULUS DE OLIVEIRA TELES, SARAM


260.394-2, foi cogitado para a realização do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos
(CAS), Turma 2016, de acordo com a letra “j”, do item 1.4.3, da ICA 37-10, conforme
publicado no Boletim Interno da BACO, transcrito do BCA de 2015; Fez parte da
relação de Primeiros-Sargentos cogitados no BCA de 2015. 2 - CAS 2016 -
MILITARES NÃO SELECIONADOS
NOTA DIRAP Nº 150/3PG, DE 30 DE JUNHO DE 2015.
Relação dos Primeiros-Sargentos cogitados no BCA n° 060, de 31.03.2015, e não
selecionados pela DIRAP, ouvida a Comissão de Promoções de Graduados, para o
Curso de
Aperfeiçoamento de Sargentos para o ano de 2016 (CAS 2016), de acordo com o item
2.1.1.3 da
ICA 37-612, aprovada pela Portaria DEPENS nº 108/DE-1, de 20.03.2014:
36

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
VI, Dos Impedimentos, Art. 44) “O graduado não poderá constar de qualquer quadro
de acesso enquanto estiver: VIII - afastado do cargo por decisão administrativa; § 5º
Considera-se afastado do cargo por decisão administrativa o graduado que demonstrar
incapacidade para o exercício de funções militares a ele inerentes”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER,
CAPÍTULO VI, Dos Impedimentos, Art. 45) “O graduado não poderá, ainda,
constar de qualquer quadro de acesso quando: I - deixar de satisfazer as condições de
acesso estabelecidas no art. 16; II - for considerado inabilitado para o acesso, a juízo
da Comissão de Promoções de Graduados, por ser incapaz de atender a qualquer dos
requisitos estabelecidos nos incisos II e III do art. 15. (Redação dada pelo Decreto nº
2.166, de 1997)”

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
II, Dos Critérios de Promoção, Art.. 15) “Para ingresso em quadro de acesso, é
necessário que o graduado satisfaça os seguintes requisitos essenciais, que são
estabelecidos para cada graduação: I - condições de acesso; II - conceito
profissional; III - conceito moral; IV - comportamento militar”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
II, Dos Critérios de Promoção, Art.. 16) “Condições de acesso é o requisito essencial
que compreende interstício, aptidão física e condições peculiares a cada graduação,
nos diferentes quadros, para a promoção à graduação superior”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
II, Dos Critérios de Promoção, Art.. 16, § 1º) “Interstício é o período mínimo de efetivo
serviço na graduação, contado a partir da data da promoção, necessário para o militar
adquirir conhecimentos e experiência imprescindíveis ao exercício dos cargos
atribuídos à graduação imediatamente superior”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Regulamento de Promoções de


Graduados da Aeronáutica, Art. 16, § 2º) Aptidão física é a expressão do estado de
sanidade física, mental e de condicionamento físico, que habilita o graduado ao
exercício das atividades funcionais, inerentes à graduação e à especialidade: a) o
estado de sanidade física e mental é comprovado mediante inspeção de saúde realizada
por órgão de saúde da Aeronáutica e de acordo com normas e condições estabelecidas
nas Instruções Reguladoras das Inspeções de Saúde (IRIS); b) o estado de
condicionamento físico é comprovado mediante teste físico realizado pelas
organizações da Aeronáutica e de acordo com condições estabelecidas em normas da
Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA).

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
II, Dos Critérios de Promoção, Art.. 16, § 6º) “Condições peculiares são exigências
específicas para determinada graduação e quadro, estabelecidas para assegurar
conhecimentos e experiência desejáveis para o exercício das atividades funcionais da
graduação superior”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Regulamento de Promoções de


Graduados da Aeronáutica, CAPÍTULO IX, Disposições Transitórias e Finais, Art. 56)
“Os interstícios e as condições peculiares serão estabelecidos em portarias do
Ministro da Aeronáutica”.

5.2 COMO É ESTABELECIDO O MÉRITO DOS GRADUADOS?


R.: É estabelecido a partir de observações relativas ao desempenho, fornecidas pelas
Fichas de Avaliação de Desempenho de Graduados (FAG), Fichas de Transcrição de
Elogios, Fichas de Punição, Fichas de Avaliação Eventual (CPG-4) e, também, através
de demais componentes objetivos que compõem o somatório de pontos para o cálculo
da Lista de Merecimento Relativo.

5.44 COMO É JULGADA A HABILITAÇÃO DO GRADUADO PARA O INGRESSO NO


QUADRO DE ACESSO POR MERECIMENTO (QAM)?
R.: Pela apreciação do mérito e das qualidades exigidas para a promoção, que devem
considerar, além de outros requisitos peculiares:
“I - a eficácia revelada no desempenho de funções e atividades;
II - a potencialidade para o desempenho de funções mais elevadas;
III - a capacidade de liderança, iniciativa e presteza de decisão;
IV - os resultados dos cursos regulamentares realizados; e
V - o realce do Graduado entre seus pares”.

FCA 30-3, INTERPRETANDO A LEGISLAÇÃO DE PESSOAL, 2008

MMA 39-4, PADRÃO DE DESEMPENHO DE ESPECIALIDADE PARA


SUBOFICIAL, DE 08 JUN 1995, PORTARIA COMGEP Nº 026, de 08 de junho de
1995

DESCRIÇÃO SUMÁRIA: INSPECIONAR, COORDENAR, ORGANIZAR E


SUPERVISIONAR OS TRABALHOS RELATIVOS A SUA ESPECIALIDADE,
ATUANDO COMO ELEMENTO DE LIGAÇÃO ENTRE O PLANEJAMENTO E A
EXECUÇÃO.

ATRIBUIÇÕES: Além das atribuições previstas para a sua especialidade nas


graduações anteriores, o Suboficial deve: 1 - aplicar princípios de chefia e liderança
de acordo com o seu nível e setor de trabalho; 2 - aplicar princípios de Dinâmica de
Grupo, seu planejamento de ação e suas técnicas; 3 - aplicar as técnicas de
administração civil e militar no seu nível de atuação; 4 - aplicar as técnicas
recomendadas do Processo Decisório, atuando na solução de problemas e
assessoramento da Chefia, de acordo com o seu nível de atuação; 5 - chefiar seção
especializada;
6 - dirigir equipe de trabalho, no seu nível de atuação, distribuindo tarefas e
coordenando o trabalho dos subordinados; 7 - inspecionar e supervisionar os trabalhos
relativos a sua especialidade, em todos os níveis, verificando o seu cumprimento de
acordo com as normas e manuais em vigor; 8 - identificar erros técnicos e corrigi-los,
realimentando o sistema para evitar novas ocorrências; 9 - detectar dificuldades no
cumprimento da missão atribuída ao seu setor de trabalho, informando-as aos seus
superiores; 10 - analisar relatórios de deficiências, relativas ao seu setor de trabalho, e
propor soluções; 11 - elaborar cronograma e fluxograma de trabalho; 12 - propor
medidas de racionalização das atividades e métodos de trabalho; 13 - estabelecer
normas e procedimentos específicos às diversas tarefas de seu setor de trabalho; 14 -
realizar tarefas de provimento e delineamento de material; 15 - auxiliar na execução,
coordenar e fiscalizar atividades administrativas; 16 - supervisionar e controlar os
prazos previstos para as diversas atividades de seu setor; 17 - organizar, manter,
fiscalizar e atualizar o arquivo de expediente de seu setor de trabalho; 18 - auxiliar e
assessorar as respectivas chefias na execução de tarefas programadas ou ordenadas;
19 - cumprir e fiscalizar o cumprimento das ordens de serviço e instruções emanadas
da autoridade competente; 20 - organizar e fiscalizar a atualização de biblioteca
técnica relativa a sua especialidade; 21 - aplicar e supervisionar cursos de treinamento
dentro da sua especialidade; 22 - aplicar e supervisionar o cumprimento das normas de
controle de suprimento e manutenção; 23 - aplicar e supervisionar o cumprimento das
normas de higiene e segurança do trabalho.

CONHECIMENTOS:
Além dos conhecimentos previstos para a sua especialidade nas graduações anteriores,
o Suboficial deve: 1 - conhecer os princípios de relações humanas e gerência de
pessoal; 2 - ter noções de Chefia e Liderança; 3 - conhecer as técnicas e princípios da
Dinâmica de Grupo; 4 - conhecer os princípios e as técnicas da administração civil e
militar; 5 - conhecer a Língua Portuguesa, de modo a ser capaz de expressar-se,
escrita e oralmente, de forma clara e objetiva;
6 - conhecer os métodos para a solução de problemas e tomada de decisões; 7 - ter
noções básicas de estatística; 8 - conhecer as técnicas de organização, controle e
atualização de bibliotecas; 9 - conhecer a legislação básica do M.Aer.; 10 - conhecer a
documentação oficial em uso no M.Aer.;11 – conhecer técnicas de instrução e de
plataforma; 12 - saber planejar e organizar o treinamento da mão de obra, bem como
qualificar treinadores; 13 - conhecer as normas básicas de segurança e
contrainteligência; e 14 - ter noções de Direito Constitucional, Administrativo e Penal
e de Processo Penal Militar.

REQUISITOS:
São os previstos: “CAPÍTULO IV, DOS CURSOS, RCA 39-1, Regulamento do Corpo
do Pessoal Graduado da Aeronáutica – RCPGAER, DECRETO Nº 3.690, DE 19 DE
DEZEMBRO DE 2000, Art. 17) “Os cursos de formação, de especialização e de
aperfeiçoamento que constituem os cursos de carreira do CPGAER são os seguintes:
(…) VI - de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS).”; e “Art. 23. O CAS visa a ministrar
conhecimentos necessários ao exercício dos cargos e ao desempenho das funções
inerentes ao Suboficial (SO). Parágrafo único. A conclusão, com aproveitamento, do
CAS é requisito para a promoção à graduação de SO.”

“CAPÍTULO IV, DOS CURSOS, RCA 39-1, Regulamento do Corpo do Pessoal


Graduado da Aeronáutica – RCPGAER, DECRETO Nº 3.690, DE 19 DE
DEZEMBRO DE 2000, Art. 14 - Para ser promovido pelos critérios de antigüidade ou
merecimento, é imprescindível que o Graduado esteja incluído em Quadro de Acesso,
exceto quando se tratar de promoção por conclusão de curso.

CAPÍTULO V, DOS QUADROS DE ACESSO, RMA 39-2, Regulamento de


Promoções de Graduados da Aeronáutica – REPROGAER, Decreto Nº 881, de 23
de julho de 1993, Art. 15 - Para ingresso em Quadro de Acesso, é necessário que o
Graduado satisfaça os seguintes requisitos essenciais, que são estabelecidos para cada
graduação: I - condições de acesso; II - conceito profissional; III - conceito moral; IV -
comportamento militar.

CAPÍTULO V, DOS QUADROS DE ACESSO, RMA 39-2, Regulamento de


Promoções de Graduados da Aeronáutica – REPROGAER, Decreto Nº 881, de 23
de julho de 1993, Art. 16 - Condições de acesso é o requisito essencial que
compreende interstício, aptidão física e condições peculiares a cada graduação, nos
diferentes Quadros, para a promoção à graduação superior.
§ 1º - Interstício é o período mínimo de efetivo serviço na graduação, contado a partir
da data da promoção, necessário para o militar adquirir conhecimentos e experiência
imprescindíveis ao exercício dos cargos atribuídos à graduação imediatamente
superior.
Art. 17 - Conceito profissional é o requisito essencial que resulta da análise qualitativa
e quantitativa dos atributos inerentes ao exercício do cargo militar do Graduado, à luz
das obrigações e deveres militares, contidos no Estatuto dos Militares.
Art. 18 - Conceito moral é o requisito essencial que resulta da avaliação do caráter do
Graduado e de sua conduta como militar e cidadão, à luz das obrigações e deveres
militares, contidos no Estatuto dos Militares.
Art. 19 - Comportamento Militar é o requisito essencial que resulta da avaliação do
comportamento do Graduado, à luz do Regulamento Disciplinar da Aeronáutica
(RDAER).
Art. 20 - A avaliação dos conceitos profissional, moral e do comportamento militar,
registrados durante a vida militar do Graduado, é que possibilita realizar a seleção
para ingresso nos Quadros de Acesso por antigüidade e por merecimento.
Parágrafo único - O conceito profissional é o conceito moral e o comportamento
militar são o resultado da análise de fichas de avaliação de desempenho e de outros
documentos.
Art. 36 - Faixa de Cogitação é a relação de Graduados possuidores de interstício,
estabelecida para cada graduação e Quadro, dispostos em ordem hierárquica e em
número suficiente para a composição dos Quadros de Acesso.
Parágrafo único - Poderá ser incluído em Faixa de Cogitação e Quadro de Acesso,
caso atenda aos demais dispositivos deste Regulamento, o Graduado que completar o
interstício na data da promoção considerada.
Art. 37 - Quadros de Acesso são relações de graduados em condições de serem
promovidos, organizadas separadamente por graduação e Quadro, para as promoções
por antiguidade e por merecimento.
§ 1º - Somente serão relacionados para estudo destinado à inclusão nos Quadros de
Acesso os Graduados constantes da Faixa de cogitação que satisfaçam as condições de
acesso”.
(…)
OBSERVAÇÕES:
1 - O Padrão de Desempenho de que trata este documento é o previsto para todos os
Suboficiais, independentemente de especialidade.
2 - As atribuições específicas de cada especialidade obedecerão às suas respectivas
normas sistêmicas”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
II, Dos Critérios de Promoção, Art.. 17) “Conceito profissional é o requisito essencial
que resulta da análise qualitativa e quantitativa dos atributos inerentes ao exercício do
cargo militar do graduado, à luz das obrigações e deveres militares, contidos no
Estatuto dos Militares”.

A análise por parte desta chefia dos fatores considerados nos parágrafos supracitados foi
pautado nas observações consultadas em legislação específica de nossa força armada, a
começar pelo Estatuto dos Militares:

“Conceito profissional

Deve ser pautado nas Obrigações e Deveres Militares, contidos no Estatuto dos
Militares e nas atribuições previstas para os graduados nos manuais de Padrão de
Desempenho de Especialidade.

(TÍTULO II – Das Obrigações e dos Deveres Militares, CAPÍTULO I – Das


Obrigações Militares, SEÇÃO I – Do Valor Militar, LEI Nº 6.880, DE 09 DE
DEZEMBRO DE 1980, Estatuto dos Militares, Art. 27) “São manifestações
essenciais do valor militar:I – o patriotismo, traduzido pela vontade inabalável de
cumprir o dever militar e pelo solene juramento de fidelidade à Pátria até com o
sacrifício da própria vida; II – o civismo e o culto das tradições históricas; III – a fé na
missão elevada das Forças Armadas; IV – o espírito de corpo, orgulho do militar pela
organização onde serve; V – o amor à profissão das armas e o entusiasmo com que é
exercida; VI – o aprimoramento técnico-profissional”.

(TÍTULO II – Das Obrigações e dos Deveres Militares, CAPÍTULO I – Das


Obrigações Militares, SEÇÃO I – Do Valor Militar, LEI Nº 6.880, DE 09 DE
DEZEMBRO DE 1980, Estatuto dos Militares, Art. 28) “ O sentimento do dever, o
pundonor militar e o decoro da classe impõem, a cada um dos integrantes das Forças
Armadas, conduta moral e profissional irrepreensíveis, com a observância dos
seguintes preceitos de ética militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como
fundamento de dignidade pessoal; II – exercer, com autoridade, eficiência e probidade,
as funções que lhe couberem em decorrência do cargo; III – respeitar a dignidade da
pessoa humana; IV – cumprir e fazer cumprir as leis, os regulamentos, as instruções e
as ordens das autoridades competentes; V – ser justo e imparcial no julgamento dos
atos e na apreciação do mérito dos subordinados; VI – zelar pelo preparo próprio,
moral, intelectual e físico e, também, pelo dos subordinados, tendo em vista o
cumprimento da missão comum; VII – empregar todas as suas energias em benefício do
serviço; VIII – praticar a camaradagem e desenvolver, permanentemente, o espírito de
cooperação; IX – ser discreto em suas atitudes, maneiras e em sua linguagem escrita e
falada; X – abster-se de tratar, fora do âmbito apropriado, de matéria sigilosa de
qualquer natureza; XI – acatar as autoridades civis; XII – cumprir seus deveres de
cidadão; XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular; XIV –
observar as normas da boa educação; XV – garantir assistência moral e material ao
seu lar e conduzir-se como chefe de família modelar; XVI – conduzir-se, mesmo fora do
serviço ou quando já na inatividade, de modo que não sejam prejudicados os princípios
da disciplina, do respeito e do decoro militar; XVII – abster-se de fazer uso do posto ou
da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para
encaminhar negócios particulares ou de terceiros; XVIII – abster-se, na inatividade, do
uso das designações hierárquicas: a) em atividades político-partidárias; b) em
atividades comerciais; c) em atividades industriais; d) para discutir ou provocar
discussões pela imprensa a respeito de assuntos políticos ou militares, excetuando-se os
de natureza exclusivamente técnica, se devidamente autorizado; e e) no exercício de
cargo ou função de natureza civil, mesmo que seja da Administração Pública; e XIX –
zelar pelo bom nome das Forças Armadas e de cada um de seus integrantes,
obedecendo e fazendo obedecer aos preceitos da ética militar”.

(TÍTULO II – Das Obrigações e dos Deveres Militares, CAPÍTULO I – Das


Obrigações Militares, SEÇÃO II – Da Ética Militar, LEI Nº 6.880, DE 09 DE
DEZEMBRO DE 1980, Estatuto dos Militares, Art. 31) “Os deveres militares
emanam de um conjunto de vínculos racionais, bem como morais, que ligam o militar à
Pátria e ao seu serviço, e compreendem, essencialmente: I – a dedicação e a fidelidade
à Pátria, cuja honra, integridade e instituições devem ser defendidas mesmo com o
sacrifício da própria vida; II – o culto aos Símbolos Nacionais;
III – a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias; IV – a disciplina e o respeito
à hierarquia; V – o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens; e VI – a
obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade”.

O grau de eficácia e eficiência demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de


setembro até o presente momento, nos trabalhos realizados pelo 1S BEP PETERSON
PAULUS DE OLIVEIRA TELES, com elevado destaque, em relação ao fator
qualidade do trabalho se encontra muito além das expectativas para sua graduação e
das metas estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o
1S PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional desempenho no fator
apreciado.

O grau de quantidade de trabalho realizado em determinado intervalo de tempo,


demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de setembro até o presente
momento, do 1S PETERSON, com elevado destaque, em relação ao fator
produtividade no trabalho se encontra muito além das expectativas para sua
graduação e das metas estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são
pertinentes, pois o 1S PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional
desempenho no fator apreciado.

O nível de conhecimento técnico-profissional demonstrado nas atividades e o domínio,


bem como a aplicação do conhecimento que possui nas atribuições que são conferidas
ao 1S PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de setembro até
o presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator conhecimento
profissional se encontra muito além das expectativas para sua graduação e das metas
estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o 1S
PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional desempenho no fator
apreciado.

O modo de desenvolver trabalhos em conjunto com outras pessoas, mantendo uma


postura profissional participativa e colaboradora, bem como integrando as demais
contribuições de forma a alcançar a melhor consecução dos objetivos do 1S
PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de setembro até o
presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator eficiência no trabalho
em equipe se encontra muito além das expectativas para sua graduação e das metas
estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o 1S
PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional desempenho no fator
apreciado.

O modo como planeja, organiza e coordena os recursos para o exercício de funções do


1S PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de setembro até o
presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator emprego de meios
materiais se encontra muito além das expectativas para sua graduação e das metas
estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o 1S
PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional desempenho no fator
apreciado.

O modo de antecipar situações, estabelecendo procedimentos corretos e controles


necessários para alcançar os objetivos do 1S PETERSON, demonstrado no período
considerado, ou seja, de 23 de setembro até o presente momento, com elevado destaque,
em relação ao fator planejamento se encontra muito além das expectativas para sua
graduação e das metas estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são
pertinentes, pois o 1S PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional
desempenho no fator apreciado

O modo de emitir parecer acerca de situação ou fato, baseando-se na análise dos fatores
envolvidos do 1S PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de
setembro até o presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator
julgamento se encontra muito além das expectativas para sua graduação e das metas
estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o 1S
PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional desempenho no fator
apreciado

O grau de comprometimento com o trabalho e as conseqüências de atos e decisões do


1S PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de setembro até o
presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator responsabilidade se
encontra muito além das expectativas para sua graduação e das metas estabelecidas para
a realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o 1S PETERSON prescinde de
orientações e apresenta excepcional desempenho no fator apreciado

O modo como acata leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam a vida
militar do 1S PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de
setembro até o presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator disciplina
se encontra muito além das expectativas para sua graduação e das metas estabelecidas
para a realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o 1S PETERSON
prescinde de orientações e apresenta excepcional desempenho no fator apreciado
O cuidado dispensado à sua postura, uso do uniforme e aparência pessoal do 1S
PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de setembro até o
presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator apresentação pessoal se
encontra muito além das expectativas para sua graduação e das metas estabelecidas para
a realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o 1S PETERSON prescinde de
orientações e apresenta excepcional desempenho no fator apreciado

O modo de influenciar pessoas ou grupos, baseado na competência pessoal e


profissional, conquistando credibilidade e confiança e obtendo aceitação, consenso e
ação na consecução dos objetivos do 1S PETERSON, demonstrado no período
considerado, ou seja, de 23 de setembro até o presente momento, com elevado destaque,
em relação ao fator liderança se encontra muito além das expectativas para sua
graduação e das metas estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são
pertinentes, pois o 1S PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional
desempenho no fator apreciado

O modo de proceder em ação independente e antecipada na busca de soluções e na


apresentação de sugestões que conduzem a uma melhoria efetiva do trabalho do 1S
PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de setembro até o
presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator iniciativa se encontra
muito além das expectativas para sua graduação e das metas estabelecidas para a
realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o 1S PETERSON prescinde de
orientações e apresenta excepcional desempenho no fator apreciado

O modo de ajustar-se à situações novas, aos desafios e às pressões de trabalho,


assimilando mudanças de qualquer natureza, do 1S PETERSON, demonstrado no
período considerado, ou seja, de 23 de setembro até o presente momento, com elevado
destaque, em relação ao fator adaptabilidade se encontra muito além das expectativas
para sua graduação e das metas estabelecidas para a realização das atribuições que lhe
são pertinentes, pois o 1S PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional
desempenho no fator apreciado

A capacidade de expressar ideias de forma clara, lógica, concisa e gramaticalmente


correta do 1S PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de
setembro até o presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator
comunicação oral e escrita se encontra muito além das expectativas para sua
graduação e das metas estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são
pertinentes, pois o 1S PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional
desempenho no fator apreciado

O grau habilidade no trato com pessoas, influenciando construtivamente e


demonstrando compreensão, tolerância e ausência de atritos interpessoais. Envolve
respeito e cumprimento das regras básicas de cortesia e de convivência harmoniosa, do
1S PETERSON, demonstrado no período considerado, ou seja, de 23 de setembro até o
presente momento, com elevado destaque, em relação ao fator relacionamento no
ambiente de trabalho se encontra muito além das expectativas para sua graduação e
das metas estabelecidas para a realização das atribuições que lhe são pertinentes, pois o
1S PETERSON prescinde de orientações e apresenta excepcional desempenho no fator
apreciado.
(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE
PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
II, Dos Critérios de Promoção, Art.. 18) “Conceito moral é o requisito essencial que
resulta da avaliação do caráter do graduado e de sua conduta como militar e cidadão,
à luz das obrigações e deveres militares, contidos no Estatuto dos Militares”.

“Conceito moral
Deve ser pautado nas Obrigações e Deveres Militares contidos no Estatuto dos
Militares:

(TÍTULO II – Das Obrigações e dos Deveres Militares, CAPÍTULO I – Das


Obrigações Militares, SEÇÃO I – Do Valor Militar, LEI Nº 6.880, DE 09 DE
DEZEMBRO DE 1980, Estatuto dos Militares , Art. 27) “ São manifestações
essenciais do valor militar: I – o patriotismo, traduzido pela vontade inabalável de
cumprir o dever militar e pelo solene juramento de fidelidade à Pátria até com o
sacrifício da própria vida; II – o civismo e o culto das tradições históricas; III – a fé na
missão elevada das Forças Armadas; IV – o espírito de corpo, orgulho do militar pela
organização onde serve; V – o amor à profissão das armas e o entusiasmo com que é
exercida; e
VI – o aprimoramento técnico-profissional”.

(TÍTULO II – Das Obrigações e dos Deveres Militares, CAPÍTULO I – Das


Obrigações Militares, SEÇÃO II – Da Ética Militar, LEI Nº 6.880, DE 09 DE
DEZEMBRO DE 1980, Estatuto dos Militares, Art. 28) “O sentimento do dever, o
pundonor militar e o decoro da classe impõem, a cada um dos integrantes das Forças
Armadas, conduta moral e profissional irrepreensíveis, com a observância dos
seguintes preceitos de ética militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como
fundamento de dignidade pessoal; II – exercer, com autoridade, eficiência e probidade,
as funções que lhe couberem em decorrência do cargo; III – respeitar a dignidade da
pessoa humana; IV – cumprir e fazer cumprir as leis, os regulamentos, as instruções e
as ordens das autoridades competentes; V – ser justo e imparcial no julgamento dos
atos e na apreciação do mérito dos subordinados; VI – zelar pelo preparo próprio,
moral, intelectual e físico e, também, pelo dos subordinados, tendo em vista o
cumprimento da missão comum; VII – empregar todas as suas energias em benefício do
serviço; VIII – praticar a camaradagem e desenvolver, permanentemente, o espírito de
cooperação; IX – ser discreto em suas atitudes, maneiras e em sua linguagem escrita e
falada; X – abster-se de tratar, fora do âmbito apropriado, de matéria sigilosa de
qualquer natureza; XI – acatar as autoridades civis; XII – cumprir seus deveres de
cidadão; XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular; XIV –
observar as normas da boa educação; XV – garantir assistência moral e material ao
seu lar e conduzir-se como chefe de família modelar; XVI – conduzir-se, mesmo fora do
serviço ou quando já na inatividade, de modo que não sejam prejudicados os princípios
da disciplina, do respeito e do decoro militar; XVII – abster-se de fazer uso do posto ou
da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para
encaminhar negócios particulares ou de terceiros; XVIII – abster-se, na inatividade, do
uso das designações hierárquicas: a) em atividades político-partidárias; b) em
atividades comerciais; c) em atividades industriais; d) para discutir ou provocar
discussões pela imprensa a respeito de assuntos políticos ou militares, excetuando-se os
de natureza exclusivamente técnica, se devidamente autorizado; e e) no exercício de
cargo ou função de natureza civil, mesmo que seja da Administração Pública; e XIX –
zelar pelo bom nome das Forças Armadas e de cada um de seus integrantes,
obedecendo e fazendo obedecer aos preceitos da ética militar”.

(CAPÍTULO II – Dos Deveres Militares, SEÇÃO I – Conceituação, LEI Nº 6.880,


DE 09 DE DEZEMBRO DE 1980, Estatuto dos Militares, Art. 31) “Os deveres
militares emanam de um conjunto de vínculos racionais, bem como morais, que ligam o
militar à Pátria e ao seu serviço, e compreendem, essencialmente: I – a dedicação e a
fidelidade à Pátria, cuja honra, integridade e instituições devem ser defendidas mesmo
com o sacrifício da própria vida; II – o culto aos Símbolos Nacionais; III – a probidade
e a lealdade em todas as circunstâncias; IV – a disciplina e o respeito à hierarquia; V –
o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens; e VI – a obrigação de tratar o
subordinado dignamente e com urbanidade”.

Considerando o exposto até aqui dos aspectos apreciados:


SIM, o 1S PETERSON adotou conduta ética, íntegra e honesta
SIM, o 1S PETERSON manteve-se fiel aos compromissos assumidos com a Instituição.
SIM, o 1S PETERSON cumpriu compromissos morais assumidos.
SIM, o 1S PETERSON respeitou convenções sociais, leis e autoridades.
SIM, o 1S PETERSON proporcionou assistência moral e material à família e aos
dependentes.
SIM, o 1S PETERSON evitou o uso indevido de drogas.
SIM, o 1S PETERSON evitou o consumo de bebida alcoólica, e se absteve
definitivamente, pois é praticante evangélico desde 18 de agosto de 2013.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
II, Dos Critérios de Promoção, Art.. 19) “Comportamento militar é o requisito
essencial que resulta da avaliação do comportamento do graduado, à luz do
Regulamento Disciplinar da Aeronáutica (RDAER)”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
II, Dos Critérios de Promoção, Art.. 20) “A avaliação dos conceitos profissional, moral
e do comportamento militar, registrados durante a vida militar do graduado, é que
possibilita realizar a seleção para ingresso nos quadros de acesso por antiguidade e
por merecimento. Parágrafo único. O conceito profissional, o conceito moral e o
comportamento militar são o resultado da análise de fichas de avaliação de
desempenho e de outros documentos”.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Aprova o REGULAMENTO DE


PROMOÇÕES DE GRADUADOS DA AERONÁUTICA, REPROGAER, CAPÍTULO
II, Dos Critérios de Promoção, Art. 21) “Compete ao Comando-Geral do Pessoal
baixar normas relativas à elaboração e à aplicação das fichas de avaliação de
desempenho”.
CONSIDERAÇÕES
Durante a sua permanência no período de 23 de setembro de 2014 a até o presente
momento na OM, exerceu as funções com brilhantismo e dedicação. Militar de fina
educação civil e militar, dotado de honestidade, lealdade e caráter que servem de
exemplo aos seus pares e subordinados, conquistou a simpatia e a admiração de todos os
integrantes da OM, pela maneira simpática e desinteressada com que desenvolveu suas
atividades.

Profundo conhecedor de suas atribuições, cumpriu rigorosamente os prazos


estabelecidos e sempre se antecipou aos acontecimentos, preparando, com correção,
todos os documentos, o que contribuiu para que a OM tivesse um elevado conceito e
credibilidade no trato das informações relativas a sua área de responsabilidade.

Dotado de atributos tais como camaradagem, dedicação, capacidade de trabalho,


cooperação, disciplina, liderança, dinamismo, iniciativa, persistência, responsabilidade,
equilíbrio emocional e tato, foi um assessor de méritos, apresentando ideias e sugestões,
inclusive críticas, na busca do aperfeiçoamento e da excelência das atividades.

Quando solicitado, opinou sobre os mais variados assuntos com acerto e objetividade.
Sempre pronto a colaborar, participou ativamente de todas as atividades da OM, quer
seja no planejamento, na condução ou na execução, obtendo êxito e resultados
altamente positivos, que sempre nos deram a satisfação do dever cumprido.

Inteligente, franco, competente, detalhista e organizado, realizou diversos trabalhos de


grande complexidade e importância, com correção e esmero, mantendo, em todas as
atividades sob sua responsabilidade, uma excelente apresentação e um eficiente
rendimento.

Militar ponderado e de extrema cordialidade no trato com superiores, pares e


subordinados, soube transmitir e cumprir com exatidão as ordens e diretrizes emanadas
pela Chefia, obtendo assim os melhores resultados nas atividades desenvolvidas sob sua
responsabilidade.

Seu desejo de retornar à Força, ou seja, ao Quinto Esquadrão de Transporte Aéreo


(5ETA) se respalda em resolver a situação atual de não ser selecionado constantemente
para cursar o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS) e ser promovido à
Suboficial.

Pelo exposto e, no intuito de atender ao 1S BEP PETERSON e evitando maiores


prejuízos à sua carreira, vem respeitosamente, de conformidade com a letra “b”,
parágrafo 1º, art. 51 da Lei no 6.880, de 1980 (Estatuto dos Militares), requerer a V.
Exa. a modificação do ato e, consequentemente, a sua seleção para o Curso de
Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Turma 2016, pois é requisito para a promoção à
graduação de SO

VICTOR HUGO ALMEIDA SILVEIRA, Chefe da 8ª Circunscrição de Serviço


Militar
COMENTÁRIOS
Reconhecendo sua exemplar atuação, agradeço o empenho nos trabalhos desenvolvidos,
com a certeza de que muito colaborou para que a 8ª CSM obtivesse sucesso em todas as
atividades e mantivesse coeso todo o seu efetivo, em torno dos mais nobres ideais de
servir e cumprir o seu dever.

CONSIDERAÇÕES

Pelo exposto e, no intuito de atender ao militar, evitando prejuízos à sua carreira, esta
chefia é de parecer favorável a sua seleção para o Curso de Aperfeiçoamento de
Sargentos (CAS), Turma 2016, pois é requisito para a promoção à graduação de SO

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Regulamento de Promoções de


Graduados da Aeronáutica, CAPÍTULO IV, Do Processamento das Promoções, Art. 23)
“As promoções são efetuadas: I - a Suboficial, Primeiro-Sargento, Segundo-
Sargento, Terceiro-Sargento e Cabo, por ato do Diretor de Administração do Pessoal;

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Regulamento de Promoções de


Graduados da Aeronáutica, CAPÍTULO IX, Disposições Transitórias e Finais, Art. 61)
Os casos não previstos neste regulamento serão resolvidos pelo Ministro da
Aeronáutica.

(DECRETO nº 881, DE 23 DE JULHO DE 1993, Regulamento de Promoções de


Graduados da Aeronáutica, CAPÍTULO IX, DAS DISPOSIÇÕES FINAIS, Art. 48) “Os
casos não previstos neste Regulamento serão submetidos pelo Comandante Geral do
Pessoal à consideração do Comandante da Aeronáutica”.