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ESCOLA SECUNDÁRIA COM 2º E 3º CICLOS ANSELMO DE ANDRADE

Curso de Educação e Formação de Adultos (nível secundário) – Turma TIS 3

FICHA DE TRABALHO Nº1

Cultura, Língua e Comunicação


UFCD 2 RA 4
Constrói opiniões críticas fundamentadas sobre os diversos impactos das atividades humanas nas alterações
climáticas

Aluno: Paulo Campos Professores: Alexandre Martins e Margarida Catarino

1. Num texto expositivo, defenda o tema da qualidade ambiental como fator essencial à
sustentabilidade da vida na terra. Sempre que entender pertinentes, apresente
exemplos que fundamentem as suas afirmações.

Para existir qualidade de vida ambiental nenhuma das atividades industriais


deveria existir.
A espécie humana, na sua ânsia de “bem-estar” e “lazer”, há muito que persiste na atitude
de pouco respeito pelo ecossistema do seu habitat. Curiosamente, a única espécie poluidora
do planeta é o Homem. Será sobre este preocupante tema que refletiremos criticamente nesta
breve abordagem sobre os diversos impactos da atividade humana e as suas nefastas
consequências para todo o planeta.
Dá-se o nome de poluição a qualquer degradação (deterioração, estrago) das condições
ambientais e do habitat. São chamados de poluentes os agentes que provocam a poluição,
como um ruído excessivo, um gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias
ou ainda um cartaz publicitário que degrada o aspecto visual de uma paisagem. Seria possível
relacionar centenas de poluentes e os tipos de poluição que ocasionam.
No entanto, convém estabelecer a diferença entre ambiente poluído e contaminado.
Ambiente poluído é aquele onde a presença de substâncias (orgânicas ou inorgânicas)
podem causar problemas ao equilíbrio do meio ambiente. Por outro lado, ambiente
contaminado implica a presença de espécies poluidoras que excedem os limites de segurança
ecológica de determinado elemento natural e respetivo ambiente, seja no solo, na água ou no
ar.
Efetivamente, a poluição atmosférica pode ser definida como a introdução na atmosfera de
qualquer matéria ou energia que venha a alterar as propriedades da mesma, afetando, ou
podendo afetar, por isso, as propriedades e o habitat das espécies animais ou vegetais que dela
dependam ou com ela tenham contato. É que as fontes de emissão de poluentes primários e dos
componentes secundários podem ser as mais variadas possíveis. A emissão de gases tóxicos por
veículos automotores é uma das maiors fontes de poluição atmosférica.
Por exemplo, nas cidades, esses veículos são os grandes responsáveis pela poluição do ar,
porque emitem gases como o monóxido e o dióxido de carbono, o óxido de nitrogénio, o
dióxido de enxofre, derivados dos hidrocarbonetos e do chumbo. Por outro lado, as refinarias
de petróleo, indústrias químicas e siderúrgicas, fábricas de papel e cimento poluem, por
produzirem vários tipos de resíduos como o enxofre, o chumbo ou outros metais pesados.
Estes provocam distúrbios respiratórios no homem, como alergias, lesões degenerativas no
sistema nervoso e em órgãos vitais além de cancro. Em cidades muito poluídas, esses
distúrbios agravam-se no inverno com a inversão térmica, quando uma camada de ar frio
forma uma redoma na alta atmosfera, aprisionando o ar quente e impedindo a dispersão dos
poluentes.
A poluição atmosférica actua sobre o efeito de estufa com a destruição da camada do
ozono, para além de provocar as chuvas ácidas; estes fenómenos contribuem grandemente
para a poluição atmosférica.
A atmosfera do planeta é um recurso natural que é compartilhado pelo mundo inteiro,
então os efeitos negativos sobre esta são globalmente sentidos.
A necessidade de aumentar a produtividade, tem levado à aplicação de fertilizantes e
pesticidas que estão a contaminar os solos de cultivo de maneira irremediável; é tanto assim
que a produção agrícola corre o risco de se ver comprometida a longo prazo.
Os efeitos dos pesticidas, qualquer que ele seja provoca sempre profundas perturbações
nos ecossistemas em que é introduzido. A sua toxicidade estende-se a todas as espécies
vegetais e animais e mesmo ao homem. Se bem que se pretenda destruir um número limitado
de espécies, os pesticidas acabam por afetar, em grau diverso, todos os seres vivos.
A água do mar corresponde a cerca de 97% de toda a água existente à superfície da Terra.
Neste volume enorme de água teve origem a vida há cerca de 4000 milhões de anos.
A contaminação das águas continentais e oceânicas é um problema atual de extrema
gravidade. E tanto mais, que a situação piora com o desenvolvimento industrial.
As causas da crescente poluição das águas são numerosas. Destacam-se os esgotos dos
grandes centros urbanos, os efluentes químicos lançados pela indústria, os fertilizantes e
pesticidas utilizados pela agricultura.
Os fertilizantes e os pesticidas utilizados pela agricultura em escala crescente são
arrastados, em parte, pelas águas de escorrência, e assim lançados a rios e lagos e
eventualmente no mar.
Nos oceanos, um dos perigos ambientais é o transporte de petróleo pelos grandes
petroleiros. Para além dos acidentes que, infelizmente por vezes ocorrem, um fato é que os
petroleiros, depois de descarregarem a sua carga, procedem, na viagem de retorno, à lavagem
dos seus tanques. A água de lavagem, com petróleo é lançada ao mar, poluindo-o.
A revolução industrial aliada ao capitalismo e a máquina que isso se tornou, destrói a
natureza, apesar do homem depender da natureza para tudo. Ele destrói-a.
A indústria é a maior responsável pela degradação ambiental, não respeita as florestas e
derrubam-as para utilizar a sua localização, construir parques industriais ou para usar a
madeira. Lança poluentes como enxofre que gera a chamada chuva ácida, chuva essa que
causa estragos às culturas agricolas, às florestas e indiretamente ao homem, que consome
alimentos envenenados, devido à esse tipo de chuva.
Outro bem nocivo gerado pelas indústrias, é o plástico, substância não degradável que se
acumula sabemos agora em ultimo estágio na parte mais funda dos oceanos num estado de
caldo de plástico em partículas.video
Na verdade, a ingestão de plásticos por animais marinhos, como tartarugas e aves, é um
assunto em particular que tem chamado muito a atenção de quem investiga, devido aos danos
causados a estes animais. Os efeitos físicos causados pela ingestão de plásticos são os mais
conhecidos. Dentre eles pode-se citar o sufocamento por grandes peças de plástico, a
obstrução do trato digestivo e a diminuição do volume funcional do estômago, que podem
causar, em pouco tempo, a morte de um animal.
Outro problema associado à ingestão de plásticos pelos animais é a transferência de
poluentes persistentes. Os plásticos absorvem os poluentes presentes no ambiente e chegam a
ter concentrações tão altas quanto as encontradas em diversos animais, e estão a ser utilizados
para monitorizar a poluição de diversos locais no mundo. Apesar de a alimentação ser a maior
via de exposição de poluentes orgânicos persistentes para os animais marinhos, alguns
trabalhos investigam a ingestão de plásticos como uma fonte adicional de contaminação. Os
poluentes orgânicos persistentes são bastante conhecidos pelos efeitos tóxicos e além da sua
grande persistência no ambiente, possuem alta afinidade aos tecidos animais.
Os bifenilos policlorados (PCBs) e pesticidas organoclorados, como os DDTs, são
exemplos de alguns poluentes orgânicos persistentes encontrados nos plásticos.
A mortalidade de animais marinhos causada pelos plásticos pode ser facilmente observada
em diversas partes do mundo. A poluição por plásticos pode causar problemas além daqueles
que os nossos olhos podem ver com o transporte de poluentes orgânicos e a transferência
destes contaminantes para os animais marinhos num sentido ascendente na cadeia alimentar.
Por serem leves e capazes de flutuar na superfície da água, os plásticos são carregados
pelas correntes marinhas e são encontrados até em lugares remotos do planeta, distantes de
áreas industrializadas e poluídas, o que mostra que este não é apenas um problema local. A
grande quantidade de plásticos presentes no ambiente marinho e os prejuízos causados ao
ecossistema por este tipo de poluição é um alerta de que este é um problema que merece a
atenção de todos.

Conclui-se pois que a espécie humana é uma infestante nociva e perigosa para o futuro das
outras espécies, do planeta e atualmente também do universo um vez que tem planos para
poluir os planetas que estiverem ao alcance.

http://www.youtube.com/watch?v=k0LA9AOK5RA

"Hoje em dia, o ser humano apenas tem ante si três grandes problemas que
foram ironicamente provocados por ele próprio: a super povoação, o
desaparecimento dos recursos naturais e a destruição do meio ambiente.
Triunfar sobre estes problemas, vistos sermos nós a sua causa, deveria ser a
nossa mais profunda motivação.
" Jacques Yves Cousteau (1910-1997)