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SOCIEDADE EDUCACIONAL CAPIVARI DE BAIXO - SECAB

FACULDADE CAPIVARI - FUCAP

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO


SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA

Capivari de Baixo, 2014


1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC


SECRETARIA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR – SESU
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO


SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA

Capivari de Baixo, 2014.


2

SUMÁRIO

1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ....................................................................................... 4


1.1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ..................................................................... 4
1.1.1 Perfil e Missão da IES .............................................................................................. 5
1.1.2 Dados Socioeconômicos da Região ......................................................................... 5
1.1.3 Breve histórico da IES .............................................................................................. 6
1.1.4 Corpo Dirigente ........................................................................................................ 9
1.2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .................................................................. 10
2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA .............................................................. 11
2.1 CONTEXTO EDUCACIONAL NO ÂMBITO ECONÔMICO E SOCIAL ............ 11
2.2 ADERÊNCIA ENTRE AS POLÍTICAS DO PDI E O CURSO SUPERIOR DE
TECNOLOGIA EM HOTELARIA ................................................................................ 14
2.3 OBJETIVOS DO CURSO ......................................................................................... 18
2.4 PEFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO .................................................................. 19
2.4.1 Sob a Ótica do Processo Pedagógico ...................................................................... 19
2.4.2 Sob a Ótica das Habilidades ................................................................................... 20
2.5 ESTRUTURA CURRICULAR ............................................................................... 20
2.5.1 Matriz Curricular .................................................................................................... 22
2.5.2 Diagrama de Formação Curricular do Curso .......................................................... 24
2.6 CONTEÚDOS CURRICULARES............................................................................ 25
2.6.1 Descrição das unidades curriculares ....................................................................... 25
2.7 METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM ......................................... 53
2.8 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ......................................................... 54
2.9 MECANISMOS DE APOIO AO DISCENTE .......................................................... 54
2.10 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO .. 56
2.11 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNIDADE...................................58
2.12 DINÂMICAS DE PRODUÇÃO E PUBLICAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO E
CIENTÍFICO ................................................................................................................... 60
2.13 MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES E DISCENTES .......... 61
2.14 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E
APRENDIZAGEM .......................................................................................................... 61
2.15 PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PREVISTAS .......................................................... 64
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2.15.1 Atividade de Extensão .......................................................................................... 64


2.15.2 Interdisciplinaridade............................................................................................ 63
2.15.3 Atividade Prática Extra-Classe (APEC).............................................................. 63
2.15.4 Visitas técnicas..................................................................................................... 64
2.15.5 Cursos de Extensão.............................................................................................. 64
3 CORPO DOCENTE ............................................................................................................ 66
3.1 ATUAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ........................ 66
3.2 ATUAÇÃO DO COORDENADOR ......................................................................... 67
3.3 INFORMAÇÕES DO CORPO DOCENTE DO CURSO........................................ 68
3.4 O COLEGIADO DO CURSO: ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO................. 72
3.5 ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A PRODUÇÃO CIENTÍFICA, TÉCNICA,
ARTISTICA E CULTURAL.......................................................................................... 74
4 INFRAESTRUTURA FÍSICA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS.......................... 76
4.1 GABINETES DE TRABALHO E ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA...................... 76
4.2 ESTRUTURA DA SALA DOS PROFESSORES................................................... 77
4.3 ESTRUTURA DAS SALAS DE AULA.................................................................. 78
4.4 INFRA-ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS À ÁREA DO
CURSO ............................................................................................................................ 80
4.5 ACESSO AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA....................................... 84
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS……………….…………………..………………………...86
APÊNDICE ............................................................................................................................. 87
4

1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES

Essa seção trata da contextualização da instituição considerando além das devidas


identificações da mantenedora e da mantida, o perfil e missão da IES e dos dados
socioeconômicos da região ao qual está inserida. Tem-se ainda nesse item um breve histórico
da IES, seu corpo dirigente e uma contextualização do curso de Ciências Contábeis.

1.1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

Mantenedora
Nome: Sociedade Educacional Capivari de Baixo- SECAB
Endereço: Av. Nações Unidas - 500 – Bairro Santo André
Cidade: Capivari de Baixo
Estado: SC CEP: 88745-000
Fone: (48) 3623-6000
E-mail: fucap@fucap.edu.br
Registros: junta comercial do estado de Santa Catarina, nº JUCESC – NIRE
4220481141-9
Atos Legais: Ata da Assembleia Geral de Constituição da Sociedade Educacional de
Capivari de Baixo LTDA, realizada em 20/12/1999 e registrada no registro de títulos e
documentos/R.C. Pessoas Jurídicas, registrado sob o número 000050.
Mantida
Nome: Faculdade Capivari – FUCAP
Endereço: Av. Nações Unidas - 500 – Bairro Santo André
Cidade: Capivari de Baixo
Estado: SC CEP: 88745-000
Fone: (48) 3623-6000
E-mail: fucap@fucap.edu.br - expedito@fucap.edu.br – emillie@fucap.edu.br
Atos legais: credenciada pela Portaria Nº 2.505, de 21 de novembro de 2001.
5

1.1.1 Perfil e Missão da IES

Em essência, a FUCAP corrobora sua missão a partir da promoção do Ensino para o


desenvolvimento da comunidade, assumindo seu compromisso de ser o centro de referência
na região sul de Santa Catarina, a qual se fundamenta em aspectos de desenvolvimento
humano e idealizadora de diversos segmentos industriais. Isso se confirma no momento em
que a comunidade percebe a formação de profissionais “Responsáveis, Dedicados e de
Confiança”, direcionando o discurso institucional para um processo ativo da busca pelo perfil
do egresso, materializando, no profissional, competências empreendedoras e ações proativas
de atendimento à comunidade do entorno.
A Missão da FUCAP é “Desenvolver, por meio da educação superior de excelência,
o potencial realizador das pessoas, contribuindo para a formação de cidadãos sadios
habilitados para a profissão, para a vida e integrados à comunidade”.

1.1.2 Dados Socioeconômicos da Região

A cidade de Capivari de Baixo possui 53 km² de extensão territorial e está situada na


região da AMUREL (Associação de Municípios da Região de Laguna) que é composta por 17
municípios, cujo centro é Tubarão. As populações desses municípios somados ao de Capivari
de Baixo alcançam habitantes, divididas conforme segue:

População – IBGE – 2014


Municípios Habitantes
Armazém 8.251
Braço do Norte 31.319
Grão Pará 6.448
Gravatal 11.148
Imaruí 11.117
Imbituba 42.708
Jaguaruna 18.704
Laguna 44.318
Pedras Grandes 4.089
Rio Fortuna 4.569
Sangão 11.532
6

Municípios Habitantes
Santa Rosa de Lima 2.122
São Ludgero 12.192
São Martinho 3.232
Treze de Maio 7.052
Tubarão 102.087
TOTAL 320.888
Fonte: www.ibge.gov.br/home - acesso em 23 set 2014.

DADOS DO MUNICÍPIO DE CAPIVARI DE BAIXO

Microrregião Microrregião do Vale do Tubarão


Secretaria Regional Tubarão
Área 53.5 Km2
Data de Criação 30/03/1992
Data de Instalação 01/01/1993
Data de Comemoração 30/03
Lei de Criação Lei No 8.556, de 20 de março de 1992
Município de Origem Tubarão
População 23.342
Eleitores 15.274
IDH 0,812
PIB R$ 374.436,51
Fonte: www.cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=420395 - acesso em 23 set
2014.

1.1.3 Breve histórico da IES

Em um cenário no qual a educação superior necessitava de novos métodos e de uma


ideologia de vanguarda, e em meio à abertura proporcionada pela LDB de 1996 para o
fomento de instituições educacionais, surge em Capivari de Baixo, após diversas experiências
no contexto acadêmico-profissional, um conjunto de empreendedores visionários que
entendiam à educação superior, pelos esforços da livre iniciativa, como um mecanismo de
inclusão social e, sobretudo, de desenvolvimento regional.
A partir das iniciativas do Prof. Expedito Michels, ex-coordenador de curso de uma
Universidade no sul catarinense, o grupo de empreendedores passou a usufruir da liberdade
proporcionada pelas políticas públicas para a educação, considerando o ensino da graduação
como ferramenta de construção social em uma região carente pela democratização do acesso e
que tinha na educação superior um instrumento elitista e conservador. Aproveitando a
oportunidade proporcionada pela LDB e, posteriormente, pelo Plano Nacional da Educação,
7

surge em 2001 a Faculdade Capivari (FUCAP), idealizada sob um modelo dinâmico e


credenciada pela Portaria Nº 2.505, de 21 de novembro de 2001.
As ações institucionais, inicialmente, estavam vinculadas à oferta de cursos de
Licenciatura e formação de professores por intermédio da educação a distância, em parceria
com a Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, constituindo uma experiência
fundamental para a formação dos gestores institucionais responsáveis pela condução da
Instituição. No mesmo ano a FUCAP tem o seu primeiro Plano de Desenvolvimento
Institucional aprovado, documento no qual são explicitadas suas ações prioritárias para o
desenvolvimento da educação no contexto regional. Em conjunto com esse documento, a
Instituição também passa a operacionalizar o seu primeiro Planejamento Estratégico, de
característica arrojada e coerente com os ensejos de seus idealizadores.
Com o documento em vigor, o Prof. Expedito Michels encabeçou o
desenvolvimento dos dois primeiros cursos de graduação da FUCAP, que foram autorizados,
respectivamente, pela Portaria no 2.506 e pela Portaria No 2.507, promulgadas quase que
concomitantemente à autorização da Instituição, em 21 de novembro de 2001. A justificativa
para a oferta de ambos os cursos, estava relacionada a um alto potencial empreendedor da
região, pouco explorado pela instituição que, até então, se posicionada no contexto regional.
No ano de 2002, aproveitando o aprendizado constituído com o desenvolvimento de
seus dois primeiros cursos de graduação, a FUCAP, por meio das ações proativas da equipe
de empreendedores encabeçados pelo Prof. Expedito Michels, assume o compromisso de
desenvolver a região da AMUREL, sobretudo no sentido de proporcionar uma formação que
valorize os aspectos sociais, econômicos e culturais da região. Por meio deste pressuposto,
surge o curso superior de tecnologia em Hotelaria, autorizado pela Portaria No 3.561, de
13/12/2002. Em sua estrutura curricular, o curso apresentava um direcionamento relevante ao
fomento de ações que promoveriam o desenvolvimento da região na qual a FUCAP está
inserida, sobretudo por meio da capacitação profissional para atender a capacidade hoteleira
da região, formando mão-de-obra para a atuação técnica e estratégica neste ambiente.
Neste mesmo período, absorvendo as experiências em nível de graduação, a
Instituição passa a atuar em um contexto dinâmico no âmbito da especialização de modo a
contribuir com a formação continuada de profissionais das organizações localizadas na região,
assumindo também o compromisso de constituir um laço de parceria com as empresas e com
todo o conglomerado empresarial da região da AMUREL. Isso fez com que a Instituição
ganhasse escopo, especialmente em função das ações consonantes ao seu planejamento,
8

firmando uma parceria com a comunidade regional e partir de uma formação responsável e de
qualidade.
Ao atuar neste cenário, desde sua concepção, a FUCAP assume o compromisso de
observar as questões políticas e regulatórias para a educação superior, já que, em seus
objetivos institucionais, a Instituição sempre preconizou o desenvolvimento de uma educação
superior de qualidade, envolvendo o corpo institucional de funcionários em um processo de
qualificação constante. Isso fez com que os princípios norteadores da Instituição,
evidenciados pelos seus valores, pudessem ser incutidos nos acadêmicos e orientassem a
formação empreendedora de profissionais aptos ao enfrentamento de desafios proporcionado
pelas organizações no contexto regional, estadual e, inclusive, nacional.
Em seu percurso, sempre observando a formação empreendedora, a FUCAP passa a
lograr êxito em suas ações educacionais em função da qualidade preconizada na formação de
seus estudantes e pela observância dos pressupostos da avaliação institucional, da gestão e do
desenvolvimento da comunidade regional. Isso se confirma no ano de 2005, quando, por meio
da avaliação institucional, a FUCAP obtém o reconhecimento de seus dois primeiros cursos
de graduação em função do pleno desenvolvimento das atividades com base nos aspectos de
qualidade evidenciados.
Por intermédio, respectivamente, das Portarias No 3.760 e No 3.761, de 24 de
outubro de 2005, os cursos de Administração e Ciências Contábeis são reconhecidos depois
de formarem quase 400 profissionais, colaborando para o desenvolvimento econômico, social
e estratégico da região. Em 2007, acompanhando o pensamento vanguardista da Instituição, o
curso superior de tecnologia em Hotelaria também é reconhecido pela Portaria No 365, de 22
de maio de 2007, permitindo que as atividades continuem dentro da perspectiva de qualidade
da FUCAP.
Em mais uma iniciativa empreendedora, em 2011, a FUCAP passa pela sua revisão
de Planejamento Estratégico e de seu Plano de Desenvolvimento Institucional, instituindo
ações estratégicas e objetivos para um interregno temporal de dez anos, buscando ações
inovadoras e a consolidação de uma Instituição de referência em educação superior. Isso se
confirmou em função dos dados do ENADE, que emanaram da avaliação do curso de
Administração, retratando e preocupação da FUCAP com uma formação responsável. O IDD
cinco (5), resultante do ENADE 2009, torna-se o mote para o desenvolvimento de uma
revisão geral de seus projetos pedagógicos, encabeçada pelos respectivos coordenadores de
curso, com a intenção de absorver as lições das melhores práticas aplicadas à gestão dos
cursos de graduação.
9

As ações arrojadas continuam e, como fruto de um pensamento vanguardista, em


2012 a Família Michels assume o comando das quotas sociais da Faculdade Capivari e,
detendo 100% do capital, passa a desenvolver ações que vão culminar na alteração do escopo
de atividade da Instituição. A autorização do curso de Pedagogia, por intermédio da Portaria
No 34, de 19 de abril de 2012, sem a prerrogativa da visita de avaliação in loco, é o sinal de
que muitos outros projetos inovadores estão por vir, resguardando a essência inovadora de
uma Instituição que forma profissionais Responsáveis, Dedicados e de Confiança.
Em maio de 2013 a FUCAP passa a oferecer mais um curso para a comunidade da
região, com a publicação da portaria do MEC Nº 180 de 08 de maio de 2013, que autoriza o
funcionamento do Curso de Engenharia de Produção, e o início das aulas em agosto de 2013,
a FUCAP passa a figurar cada vez mais consolidada no cenário educacional da Educação
Superior.
Em novembro de 2014 a FUCAP recebe a autorização para o Curso de Engenharia
Mecânica, a partir da portaria do MEC nº 719 de 24 de novembro, este será ofereciso já no
Processo Seletivo 2015/1 e terá o início de suas aulas em fevereiro de 2015.
Na pós-graduação são oferecidos cursos nas áreas de Educação, Gestão e
Engenharia (oferecido a partir da autorização do Curso de Engenharia de Produção). Em
extensão a IES oferece cursos de Programação, Planejamento e Controle de Produção, Língua
Portuguesa, Desenho 2D e 3D, Matemática, Hotelaria e Turismo, Departamento Pessoal.

1.1.4 Corpo Dirigente

ATRIBUIÇÃO NOME TÍTULAÇÃO


Presidência da Mantendora
Prof. Expedito Michels Mestre
Direção Geral da Mantida
Diretora Administrativa Maria Margarete Crema Michels Especialista
Coordenadora Geral de Pós-
Profª. Emillie Michels Mestre
Graduação
Secretária Acadêmica Profª. Ana Paula Matias Mestre
Diretora Acadêmica Profª. Emillie Michels Mestre
Coordenadora do Curso Superior de
Profª. Janine Koenig Soares Mestre
Tecnologia em Hotelaria
Coordenadora da CPA Profª. Ana Paula Matias Mestre
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1.2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

Denominação Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria


Av. Nações Unidas, 500, Santo André, Capivari de
Endereço de funcionamento
Baixo – SC
Renovação de reconhecimento a partir da Portaria
Ato Legal nº 626 de 27 de novembro 2013, publicado no DOU
em 28 de novembro de 2013.
Total de Vagas anuais 50 vagas
Turno de funcionamento Noturno
Carga horária total do curso 1800 horas
Integralização da carga horária do curso: Mínimo de 2,5 anos
limite mínimo e máximo. Máximo de 5 anos
Identificação da Coordenação do Curso Profª Ms. Janine Koenig Soares
Mestrado em Turismo e Hotelaria
Perfil da Coordenadora do Curso
Graduação em Turismo
Modalidade do Curso Presencial

Núcleo Docente Estruturante - NDE


Composição Titulação Regime de Trabalho
Ana Paula Matias Mestre Integral
Janine Koenig Soares Mestre Integral
Magda Ternes Dittrich Mestre Parcial
Nelson Granneman Casagrande Doutor Integral
Emillie Michels Mestre Integral
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2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA

2.1 CONTEXTO EDUCACIONAL NO ÂMBITO ECONÔMICO E SOCIAL

A contribuição do curso de Hotelaria para o entorno da FUCAP, está diretamente


relacionada com a responsabilidade social da instituição preconizada na sua missão de
“Desenvolver, por meio da educação superior de excelência, o potencial realizador das
pessoas, contribuindo para a formação de cidadãos sadios habilitados para a profissão,
para a vida e integrados à comunidade”.
A FUCAP mantém em sua trajetória o comprometimento com o desenvolvimento da
comunidade capivariense, estendendo à região da Associação dos Municípios da Região de
Laguna – AMUREL, e ainda, à região sul de Santa Catarina como um todo. Para tanto, a
instituição observa a regionalidade e tem o homem como foco de interesse e principal vertente
de suas ações institucionais como forma de desenvolvimento da sociedade.
A instituição promove a educação para o desenvolvimento da comunidade, assumindo
o compromisso de ser o centro de referência na região sul de Santa Catarina em matéria de
ensino superior, oferecendo suas atividades para os diversos segmentos a partir da
indissociabilidade entre ensino, iniciação científica, extensão e gestão e, sobretudo,
integrando teoria e prática. Portanto, a FUCAP contribui para subsidiar o desenvolvimento da
estrutura produtiva levando em conta a modernização da economia regional por meio de
premissas empreendedoras e que determinem inovações sociais.
Importante destacar que o perfil socioeconômico do sul de Santa Catarina se destaca
pelas atividades centradas na indústria, nos serviços e nas atividades agrícolas. Outro ponto
relevante é que o munícipio de Capivari de Baixo, que sedia a FUCAP, está localizado em um
local estratégico na região da AMUREL, logo, trata-se de um ambiente em franca expansão,
com expectativas de mudanças devido à duplicação da Rodovia BR 101, da inauguração do
Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi e de instalações de grandes empresas à
sua volta. No entanto, a região é carente por educação superior de qualidade capaz de
acompanhar o seu desenvolvimento e, consequentemente, carente de profissionais com
capacidade de atender a demanda turístico hoteleira.
No decorrer dos últimos 15 anos, principalmente, a atividade turística vem gerando
novos campos de trabalho e renda. Tal fenômeno está ocorrendo no mundo, com grande
movimento de visitantes se locomovendo de um espaço para outro. Santa Catarina, situada no
12

Sul do Brasil, não é um Estado que vive somente do turismo, mas ele agrega valores
consideráveis principalmente nas cidades litorâneas. Aqui encontram-se economias
diversificadas; entre agropecuária, a indústria e os serviços.
O turismo, economia do setor de serviços, vem adquirindo destaque gradativamente.
Segundo dados da SANTUR (2015), Santa Catarina é considerado o melhor destino turístico
do Brasil, o estado recebe anualmente cerca de 5 milhões de visitantes, incluindo estrangeiros,
brasileiros de outros estados e os próprios catarinenses que circulam pelo território com
motivação turística. As belíssimas praias encontradas ao longo dos 560 km do litoral
catarinense são as principais atrações da temporada mais movimentada, a de verão (entre
dezembro e fevereiro). Já no inverno, a Serra Catarinense é o destino mais concorrido,
principalmente quando há ocorrência de neve. Além disso, há destinos em Santa Catarina que
atraem visitantes durante o ano inteiro, como o parque Beto Carrero World, em Penha, e o
Santuário de Santa Paulina, em Nova Trento.
Desta forma, o Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria da FUCAP vem para
desenvolver e transformar os recursos humanos da região para atuarem em Hospitalidade e
Lazer, área em qual está inserido o Curso no Catálogo Nacional dos Cursos Superior de
Tecnologia (2010).
O sul de Santa Catarina é dotado de muitos atrativos naturais e culturais. São diversas
as praias para práticas de esportes e banho; como exemplo, as praias de Imbituba e Garopaba,
muito procuradas para o surf, banho e a observação de baleias francas, nos meses de junho e
novembro. E a prática do ecoturismo como forma de preservação ambiental.
A Região sul de SC é composta por 41 municípios, entre eles destaca-se aqueles com
maior atratividade turística. Garopaba e Imbituba possuem belas praias, observação de baleias
e antigos vilarejos de pescadores de origem açoriana. Já o município de Laguna, além das
praias, conta com o turismo histórico, com o Tratado de Tordesilhas, 600 prédios tombados e
patrimônio histórico; e Jaguaruna oferece dunas, lagoas e praias. Destaque também para o
turismo rural em Santa Rosa de Lima e São Martinho com traços guardados da cultura
germânica; em Tubarão as águas termais e a ferrovia são pontos de visitação.
A cultura italiana representada na gastronomia, festas e dialeto nas cidades de
Urussanga, Nova Veneza e Orleans, além da produção ceramista e a criação de minas de
carvão para visitação em Criciúma. Para finalizar, em Timbé do Sul, os adeptos do ecoturismo
estão presentes para apreciar o conjunto dos aparados da Serra, com cachoeiras, vegetação e
paredões de pedra com até 1.000 m. de altura.
13

Tudo o que foi demonstrado como atrativos turísticos da região sul de SC, vêm para
referendar a justificativa da necessidade da qualificação de pessoas para atuar nas mais
variadas atividades laborais na busca da sustentabilidade da atividade turística. O turismo por
si só não se sustenta, ele necessita de negócios, e a área de alimentação e hospedagem são os
principais setores de suporte.
Nos municípios que compõem a região sul, onde está localizado o município de
Capivari de Baixo, a oferta hoteleira ainda é modesta. De acordo com dados da SANTUR
(2004), existe uma média de 500 meios de hospedagem na região, nas categorias: hotéis,
pousadas, cabanas entre outros. Porém, há um número elevado de equipamentos hoteleiros
informais; isto é; que não estão cadastrados junto ao órgão de turismo, chegando estes a
duplicar a oferta de equipamentos de hospedagem. Sendo assim, faz-se necessário a
preparação de pessoas para atuar no setor turístico; seja como funcionário ou como
empreendedor.
Países europeus, dotados de recursos naturais limitados comparados com a nossa
exuberância tropical captaram fluxos turísticos muitos superiores ao da demanda estrangeira
total pelo Brasil. Tal fato ocorre principalmente por falta de serviços e produtos com
qualidade.
A Faculdade Capivari oferece o Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria com o
desejo de melhorar a oferta de equipamentos e serviços ao turista. Ao ofertar o espaço para o
visitante com mais qualidade, o residente também estará se beneficiando desse ambiente. É
esse o pressuposto da instituição: gerar trabalho e renda com sustentabilidade para os
estudantes e futuros profissionais. Ainda, na região como um todo, há poucos profissionais
qualificados, assim como também não há oferecimento do Curso Superior de Tecnologia em
Hotelaria por outras instituições.
A qualidade no setor de Hospitalidade e Lazer para o sul do Estado só será
efetivamente alcançada com a preparação de mão-de-obra qualificada encarregada de
coordenar e supervisionar com habilidades e competências os pressupostos das necessidades
mercadológicas.
A FUCAP oferece este curso pensando na aplicabilidade das teorias e práticas,
desenvolvendo as competências necessárias nos educandos para atuarem no mercado. As
visitas técnicas orientadas, os laboratórios de informática e de alimentos e bebidas, instalados
dentro da instituição, faz com que os alunos tenham a visão do trabalho laboral em hotelaria e
turismo. Busca-se o encontro das habilidades, atitudes e valores ideais para que nossos alunos
tenham um posicionamento crítico diante das exigências sociais e profissionais.
14

Desta forma, a FUCAP quer participar, e assim continuar, a qualificar mão de obra
para uma demanda cada vez maior de profissionais que atuem na área de Hospitalidade e
Lazer com propriedade e profissionalismo.

2.2 ADERÊNCIA ENTRE AS POLÍTICAS DO PDI E O CURSO SUPERIOR DE


TECNOLOGIA EM HOTELARIA

Com o intuito de cumprir a sua missão, a FUCAP busca apoiar-se nos objetivos
traçados em seu Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI e promover o desenvolvimento
de métodos inovadores de acompanhamento do Projeto Pedagógico de cada curso. A
Instituição entende que dentre a estrutura de todos os seus cursos, é fundamental considerar o
desenvolvimento de ações que visam a consolidação das políticas de ensino, iniciação
científica, extensão e gestão ao longo dos cursos de graduação. Desse modo, com a intenção
de consolidar esse aspecto, promove constantemente, por meio de seus gestores e dos órgãos
de apoio, fóruns, cursos de capacitação docente e reuniões, que tem a intenção de acompanhar
a dinâmica das políticas institucionais, promovendo o desenvolvimento de um curso coerente
com a estrutura do seu PDI.
Nesse sentido, os objetivos e metas do Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria
seguem as mesmas premissas da instituição considerando os cinco eixos: (a) planejar
atividades por meio dos resultados da autoavaliação e da avaliação externa; (b) desenvolver a
instituição através da implantação do PDI com vistas a promoção da responsabilidade social;
(c) implantar políticas acadêmicas para o desenvolvimento do ensino, da iniciação científica,
da extensão, da comunicação com a sociedade e atendimentos aos discentes; (d) implantar
políticas de gestão que garantam o desenvolvimento da estrutura organizacional e a
sustentabilidade financeira; (e) ampliar a infraestrutura física para atender ao
desenvolvimento institucional.
Importante destacar que a FUCAP busca um posicionamento diferenciado no contexto
regional a partir de atividades desenvolvidas no âmbito do ensino de graduação e da
especialização contando com a contribuição da comunidade no fomento de novas ideias.
Nesse sentido, o Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria por meio das ações da
sua Coordenação e do Núcleo Docente Estruturante - NDE, busca o desenvolvimento de
métodos de ensino e aprendizagem que estejam alinhados ao PDI da Instituição e, sobretudo,
com as políticas institucionais delineadas no Projeto Pedagógico Institucional – PPI. Para
15

tanto, concilia todo esse processo com as Diretrizes do Catálogo Nacional de Cursos
Tecnológicos para o curso de Hotelaria.
Portanto, no que se refere à política de ensino para a graduação de Tecnologia em
Hotelaria, a indissociabilidade entre ensino, iniciação científica e extensão e, a regionalidade
embasam uma política de ensino pautada em diretrizes sustentadas pelo planejamento da
instituição como um todo.
Nesse contexto, a Coordenação do Curso preconiza o desenvolvimento de métodos de
aprendizagem que permitam a interação entre os estudantes, os docentes e as necessidades
regionais, por meio da utilização de aulas práticas e visitas de campo que tem relação com as
competências esperadas pelo mercado de trabalho e pela comunidade do entorno. Além disso,
os docentes são orientados ao desenvolvimento de práticas de interdisciplinaridade, por meio
do desenvolvimento de ações que ensejam a visão sistêmica da organização, inserindo,
através dos conteúdos ministrados nas respectivas disciplinas, o acadêmico em um contexto
teórico-prático, formando o profissional com base no perfil descrito no Projeto Pedagógico.
Para que todo esse processo aconteça a FUCAP promove para o curso a formação de
um corpo docente qualificado em nível de titulação, capaz de desenvolver metodologias
alinhadas com o perfil de formação do profissional hoteleiro integrando atividades práticas e
teóricas. Como exemplo de ação para a inserção do acadêmico no contexto prático, sobretudo
profissional, tem-se os laboratórios de alimentos e bebidas e informática.
Outros pontos que justificam o desenvolvimento do curso de Hotelaria sob a
orientação das políticas de ensino da FUCAP, centram-se no fomento do currículo alinhado
com as expectativas da região da AMUREL, da sociedade e da estrutura das organizações da
região. A Instituição também desenvolve métodos de acompanhamento de egressos, por meio
da avaliação desenvolvida pela CPA e por atividades que visam à integração dos ex-
estudantes com a Pós-Graduação. Entre as informações consideradas no acompanhamento,
destacam-se o posicionamento profissional e as expectativas em nível de pós-graduação,
contribuindo para a educação continuada do egresso. Além de um conjunto relevante de
informações, estes dados também vão compor o escopo de atividades que visam a
manutenção dos estudantes nos bancos escolares, incidindo em ações que visam o controle
dos índices de evasão, retenção e permanência, consolidando um escopo gerencial relevante
aplicado ao curso de Tecnologia em Hotelaria.
Quanto à política de iniciação científica no curso de Hotelaria, se constitui como uma
ferramenta eficaz de relacionamento entre a Instituição e o entorno ao qual está inserida. As
práticas desenvolvidas no ensino da graduação e que preconizam a investigação e a produção
16

de conhecimentos estão vinculadas à estrutura curricular do curso, integrando métodos que


visam o desenvolvimento de trabalhos profissionalizantes. De acordo com o PDI da FUCAP,
percebe-se, quanto a relação entre o ensino e a iniciação científica, o seguinte direcionamento,

A Iniciação Científica na FUCAP não é, nem deve ser, via de mão-única e


exclusividade de poucos acadêmicos e professores, mas sim como um
resultado do esforço permanente dos docentes no sentido de superar a
ciência que detém e, de acadêmicos na reinterpretação, na criação e na
recriação do conhecimento. Neste caso, o professor, enquanto cientista,
dentro da análise da realidade que deve permanentemente fazer, deve estar
comprometido com o desvendamento da verdade e com o desenvolvimento
da região sul catarinense (PDI 2014, p. 48).

Considerando esses aspectos, as orientações que emanam desse direcionamento, a


Iniciação Científica, no âmbito do curso, se consolidam por meio de atividades práticas de
ensino, leituras, produção de materiais, tais como papers e artigos, que são ajustados de
acordo com as necessidades de cada plano de ensino.
Importante ponderar que, mesmo adotando práticas que visam a iniciação científica, a
FUCAP, por meio de seu credenciamento institucional, não está obrigada a promover tais
práticas em âmbito institucional. Contudo, por meio de seus pressupostos de ensino de
qualidade, a Instituição desenvolve métodos que visam a inserção do acadêmico em contexto
científico, buscando a formação de um estudante emancipado e que tem, na educação
superior, um mecanismo de libertação e consolidação de valores. As práticas ensejadas serão
propostas pelo Colegiado e implementadas com o auxílio do NDE sendo, constantemente,
avaliadas pela CPA.
O desenvolvimento da iniciação científica constitui um elemento essencial para o
direcionamento da teoria com a prática no sentido de promover um ensino de qualidade. Para
que todo esse processo aconteça são necessários professores capacitados para o
desenvolvimento, orientação e auxílio na divulgação dos trabalhos elaborados. Para tanto, os
docentes são incentivados, a partir do plano de carreira, a publicar artigos e demais produções
científicas individuais ou em conjunto com os alunos orientados. A FUCAP auxilia ainda, na
fixação de seus docentes, inclusive por meio de mecanismos de estímulos financeiros aos
professores em tempo integral, tornando disponíveis para as atividades com vistas ao
desenvolvimento da iniciação científica, sem prejuízo de seus trabalhos no campo do ensino.
Quanto às políticas de extensão tem-se que, para a FUCAP, a extensão é uma troca
sistemática de saberes e a efetiva comunicação entre a Instituição e o seu meio com o intuito
de desenvolver a região em conjunto com a sociedade. A Instituição, comprometida com o
17

desenvolvimento social, técnico e estrutural de Capivari de Baixo e da região, tem, nas ações
extensionistas, um mecanismo de diálogo com a sociedade, determinando uma participação
direta de todos os envolvidos com a comunidade regional.
Como exemplo de ações e eventos que promovam as políticas de extensão tem-se
cursos de Agência de Viagens e Gastronomia; a Mostra Acadêmica – onde os alunos têm a
oportunidade de apresentar para a comunidade os trabalhos realizados em sala de aula; e
Visitas Técnicas – em empresas consideradas referência na região.
No que se refere às políticas de gestão a FUCAP, desde sua concepção, tem uma
preocupação significativa com o seu processo gerencial, desenvolvendo profissionais aptos e
qualificados para a tomada de decisão e a compreensão das perspectivas que envolvem suas
atividades. De acordo com o PDI, é possível perceber que:

A estrutura organizacional da FUCAP, em termos de concepção gerencial


busca, em seus aspectos morfológicos e fisiológicos, de interação, de relação
intrínseca com a missão institucional, ser integrada com simplificação dos
processos administrativos sem a perda do controle gerencial e mais próxima e
disponível de seu corpo social. Neste caso, torna-se patente a necessidade de
redução dos níveis hierárquicos, fazendo com que a estrutura organizacional
da Instituição torne-se simplificada e flexível, comprometida com os ensejos
institucionais (PDI 2014, p. 51).

Para o curso de Tecnologia em Hotelaria fica claro e perceptível a preocupação da


Instituição em manter seu padrão gerencial, decorrente de sua missão, e que envolva todos os
responsáveis pelo pleno desenvolvimento das políticas institucionais. Baseada neste
pressuposto, a Coordenação do Curso e o NDE se propõem a alinhar o Projeto Pedagógico
com as políticas de gestão da FUCAP, preconizando o envolvimento dos agentes responsáveis
pela condução do curso no processo de consolidação do Projeto Pedagógico.
O Curso de Tecnologia em Hotelaria, por meio da Coordenação e dos órgãos
complementares, utiliza no processo de gestão, toda a instrumentação institucional que
permite o atendimento aos estudantes, consolidando sua plataforma de apoio gerencial
(UNIMESTRE) como o mecanismo de atendimento direto aos estudantes e docentes. Isso
permite, entre outros aspectos, o desenvolvimento de ações rápidas no atendimento à
comunidade acadêmica e o conhecimento dos principais problemas que envolvem a relação
entre o docente, o acadêmico e a Instituição.
Por meio de um planejamento anual, alinhado ao Planejamento Estratégico da
FUCAP, a Coordenação de Curso levará em consideração os dados do Censo da Educação
Superior, quando existirem, as informações do IGC (INEP) e os dados da autoavaliação,
18

permitindo que existam investimentos vinculados à qualificação do corpo de professores e de


sua estrutura técnica. De igual modo, os investimentos também serão aplicados na atualização
da biblioteca, a qual observará os períodos análogos aos ciclos avaliativos.
De maneira geral, a FUCAP, para o curso de Hotelaria, em conjunto com as ações da
Coordenação, preconizará o desenvolvimento de suas ações gerenciais alinhadas com o Plano
de Desenvolvimento Institucional, assegurando o desenvolvimento de práticas determinadas
pelo planejamento e considerando a avaliação institucional como ferramenta de construção de
informações, as quais subsidiam a tomada de decisão no âmbito do curso.
Do mesmo modo, a Instituição também se compromete a analisar o curso, de modo
frequente, na perspectiva das Diretrizes do Catálogo Nacional de Cursos Tecnológicos, e
sobretudo, das políticas nacionais de avaliação e regulação, sempre observando a atualização
dos postos-chave para o desenvolvimento do curso de graduação. Para tanto, a Instituição
promoverá, de modo constante, o desenvolvimento de seu corpo de colaboradores, alocando,
retendo e desenvolvendo os talentos necessários para que, tanto o curso de Hotelaria, quanto a
FUCAP estejam alinhados com as prerrogativas do desenvolvimento de uma educação
superior de excelência, o que é previsto no PDI.

2.3 OBJETIVOS DO CURSO

O Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria da FUCAP tem como objetivo habilitar


profissionais com autonomia, criatividade, responsabilidade, ética, visão holística e
empreendedora e voltados para o desenvolvimento sustentável, para atuar em diversos setores
dos meios de hospedagens, como:

 Gerência de reservas;
 Gerência de recepção;
 Governança;
 Coordenação de eventos;
 Coordenação de equipes de recreação e lazer;
 Coordenação de produção e serviços de hospedagem;
 Gerência de alimentos e bebidas;
 Gerência de hospedagem;
 Promoção de vendas e comercial.
19

O Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria objetiva o atendimento das


necessidades do mercado de trabalho, enseja a formação de profissionais competentes e
empreendedores, comprometidos com o desenvolvimento do sul catarinense.
Trata-se de um novo modelo de curso, com um programa com carga horária de 1.800
horas totais, formando tecnólogos em dois anos e meio, cujas atividades são direcionadas para
formação específica, voltada à gestão, desenvolvimento e difusão de processos tecnológicos.

2.4 PEFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

O Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria, proposto pela Faculdade Capivari,


enfatiza a formação que capacita o profissional para atuar nas empresas de meios de
hospedagem, gastronomia, empresas de eventos, lazer e recreação entre outras diversas áreas
deste segmento. A operacionalização destas áreas exige a formação de um profissional com
características bem específicas, integrando conhecimentos, habilidades e atitudes pertinentes.
Tal formação põe em evidência um profissional qualificado, criativo e com grande capacidade
de adaptação às novas situações.
O perfil do Tecnólogo em Hotelaria, proposto pela Faculdade Capivari, em
cumprimento a Lei de Diretrizes Curriculares Nacionais, Resolução CNE/CEB 4.199 para a
Educação Profissional, e a disseminação da atividade turística e hoteleira, conclui sua
formação com as seguintes habilidades e competências:

2.4.1 Sob a Ótica do Processo Pedagógico

 Formação técnica para conceber, organizar e viabilizar produtos e serviços de


hospitalidade adequados aos interesses, hábitos e expectativas dos clientes;
 Competência para operacionalizar políticas comerciais, realizando prospecção
mercadológica, identificação e captação de clientes e adequação dos produtos e
serviços;
 Competência para organizar espaços físicos dos meios de hospedagem e de
alimentação, prevendo seus ambientes, uso e articulação funcional e fluxo de trabalho e
de pessoas;
 Coordenar e supervisionar: serviços de hospedagens, eventos, atendimento, recepção e
governança, atendendo a ética empresarial;
20

 Coordenar a produção de serviços em alimentos e bebidas, zelando pelo aspecto de


nutrição, higiene, manipulação e conservação dos mesmos;
 Coordenar eventos e atividades de recreação e lazer, articulando os meios para sua
realização com prestadores de serviços e provedores de infra-estrutura e apoio;
 Operar a comercialização de produtos e serviços de hospitalidade, com o
direcionamento de ações de venda para suas clientelas;
 Elaborar e coordenar projetos e consultorias relacionados a área de turismo, alimentos
e bebidas, empresas de hospedagem, entre outras áreas do trade turístico.

2.4.2 Sob a Ótica das Habilidades

 Habilidade na capacidade de ser um profissional ético, responsável, articulador,


flexível e com espírito de liderança, para o exercício da administração hoteleira,
utilizando-se dos instrumentos de gestão como forma de melhorar a qualidade de vida
da região em que o mesmo estará inserido;
 Habilidade de comunicar-se com os clientes, expressando-se em seu idioma, no
idioma da língua inglesa e espanhola;
 Habilidade no uso das novas tecnologias tendo como aplicabilidade o uso de seus
derivados softwares.

2.5 ESTRUTURA CURRICULAR

O Curso Superior de Tecnologia foi concebido em módulo, sendo que a terminalidade


dele não necessariamente deverá ocorrer por semestre, e sim ao término de cada módulo, o
que poderá ultrapassar a um semestre.
Esta concepção de curso modular, facilita a flexibilidade de trabalho dos professores e
alunos os quais podem atuar de acordo com suas necessidades de ensino, em algumas
unidades curriculares, o trabalho concentrado é mais produtivo, em outros casos o mais
acertado é o ensino com tempo longo. O Tecnólogo é um profissional que sabe fazer e sabe
ser.
Após o acesso ao curso, o aluno tem flexibilidade para estudar os módulos que lhe
convier, conforme apresentado na figura 1, a seguir. Porém, é pré-requisito, para acessar ao
último módulo (Gestão) que o aluno tenha passado no Módulo Introdutório, uma vez que
21

trata-se de temas específicos para a gestão e que necessitam de informações teóricas básicas,
como exemplo, estatística, metodologia da pesquisa, postura e ética profissional e
fundamentos do turismo, assim como demais assuntos que terão continuidade de
aprofundamento no último módulo.

Figura 1: Forma de Acesso ao Curso

Fonte: Fucap, 2014


22

2.5.1 Matriz Curricular

Módulo Introdutório
Disciplinas Créditos CH Teórica CH Prática
1- Psicologia Organizacional 4 60 12
2- Fundamentos do Turismo 4 60 12
3- Metodologia da Pesquisa 4 60 12
4- Espanhol Técnico 4 60 12
5- Estatística 2 30 06
6- Postura e Ética Profissional 2 30 06
Total 20 300 60
Módulo I – Hospedagem
Disciplinas Créditos CH Teórica CH Prática
1- Vendas e Reservas 4 60 12
2- Governança e Manutenção 4 60 12
3- Eventos 4 60 12
4- Recepção 4 60 12
5- Recreação e Lazer 4 60 12
Total 20 300 60
Módulo II – Alimentos e Bebidas
Disciplinas Créditos CH Teórica CH Prática
1- Administração de Custos 4 60 12
2- Laboratório de Bebidas 4 60 12
3- Higiene, Conservação e Manipulação de Alimentos 4 60 12
4- Laboratório de Alimentos 4 60 12
5- Serviços de Restaurante 2 30 06
6- Hospitalidade e Gastronomia 2 30 06
Total 20 300 60
Módulo III – Gestão Hoteleira
Disciplinas Créditos CH Teórica CH Prática
1- Legislação Turística Hoteleira 4 60 12
2- Administração de Empresas Hoteleiras 4 60 12
3- Gestão de Alimentos e Bebidas 4 60 12
4- Inglês Técnico 4 60 12
5- Gestão da Qualidade 2 30 06
23

6- Administração de Materiais e Patrimônio 2 30 06


7- Disciplina Optativa 4 60 12
8- Gestão de Pessoas 4 60 12
9- Marketing 4 60 12
10- Desenvolvimento de Projetos 4 60 12
11- Contabilidade Gerencial 4 60 12
Total 40 600 120
Disciplinas Optativas
Libras – Língua Brasileira de Sinais
Empreendedorismo
História e Cultura Afro-brasileira e Indígena

Cabe ressaltar que conforme o Art. 32 do Regimento Geral da Faculdade Capivari


(2014, p.8):

A carga horária dos cursos de graduação serão distribuídas em


disciplinas de 72, 36 ou 18 horas, organizadas em 4 horas por semana,
durante 18, 9 ou 4 semanas. Para transformar a carga horária regimental em
hora relógio, utilizar-se-á atividades compensatórias a serem cumpridas em
regime extraclasse de 15 horas por disciplina, ou equivalente. Estas
atividades serão definidas no plano de ensino e registradas no diário, no
último encontro, podendo ser: papers, artigos, iniciação à pesquisa, estudo
de caso e demais atividades de práticas profissionais, devidamente
orientadas pelo professor da disciplina.
24

2.5.2 Diagrama de Formação Curricular do Curso

Para se alcançar os objetivos do curso e para a formação de Tecnólogos em Hotelaria,


de acordo com as perspectivas do perfil do egresso, tem-se a representação do perfil de
formação:

ÁREAS TOTAL DE %
HORAS/AULA
Eixo de Formação Básica 288 16
Eixo de Formação Profissional 936 52
Eixo de Formação Complementar 576 32
Total 1800 100
25

2.6 CONTEÚDOS CURRICULARES

2.6.1 Descrição das unidades curriculares

MÓDULO INTRODUTÓRIO

Unidade Curricular: Psicologia Organizacional


Carga horária: 72h/a
Competências Compreender a relação da psicologia organizacional com a inserção do
indivíduo no mundo empresarial focando suas diretrizes à hotelaria.
Habilidades Aplicar os conhecimentos que envolvem o indivíduo e sua relação com o
mundo. Permitir o entendimento de técnicas e a construção das bases que
promovem o bem-estar, o bom relacionamento de grupos, a qualidade
humana, a motivação e a liderança na empresa.
Bases Estudo das teorias em psicologia, do desenvolvimento psicossocial, dos
Tecnológicas fenômenos de integração; Aplicabilidade do indivíduo no grupo e na
sociedade; Comportamento humano nas organizações; Motivação;
Processo de liderança; Tensões e conflito; Trabalho em grupo; Relação
interpessoal; Psicologia do consumo.
Bibliografia CHANLAT, Jean-François. O indivíduo na organização. São Paulo:
Básica Atlas, 2007. V 1.
CHANLAT, Jean-François. O indivíduo na organização. São Paulo:
Atlas, 2008. V 2.
SILVA, Fernando Brasil da. A psicologia dos serviços em turismo e
hotelaria: entender o cliente e atender com eficácia. Rio de Janeiro:
Senac, 2004.
Bibliografia MINICUCCI, Agostinho. Relações humanas: psicologia das relações
Complementar interpessoais. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
KARKOTLI, Ana Paula Balbueno. Psicologia social: intervenção cidadã.
Curitiba: Camões, 2008.
SWARBROOKE, John. O comportamento do consumidor no turismo.
São Paulo: Aleph, 2002.
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada à administração
de empresas: psicologia do comportamento organizacional. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2006.
BOWDITCH, James L. Elementos de comportamento organizacional.
São Paulo: PIONEIRA, 2004.
26

Unidade Curricular: Fundamentos do Turismo


Carga horária: 72h/a
Competências Compreender o contexto de emergência das práticas turísticas e de sua
evolução no espaço/tempo. Conhecer as diferentes concepções
conceituais do turismo. Identificar tipos, formas e modalidades assumidas
pelas práticas turísticas. Compreender a capacidade impactante das
práticas turísticas na sociedade. Conhecer a estrutura de produção e
consumo dos serviços turísticos, identificando e analisando os papéis dos
diferentes atores sociais tendo como referência os seguintes parâmetros:
uso responsável dos recursos naturais; respeito à pluralidade cultural;
conservação do patrimônio material e imaterial da humanidade e bem-
estar social dos visitantes e visitados. Interpretar normas, documentos,
planos, programas e projetos relevantes definidos pelas políticas públicas
focadas nas atividades turísticas. Reconhecer o impacto causado pelo
turismo de massa desordenado.
Habilidades Aplicar os conhecimentos teóricos na prática social da atividade turística;
Adequar a atividade turística no processo de desenvolvimento sustentável;
Minimizar o impacto causado pelo turismo de massa desordenado.
Bases Estudo do turismo e sua evolução no espaço/tempo; Conceitos e
Tecnológicas definições de turismo; Tipologia e classificação; Terminologia do
turismo; Análise estrutural do turismo; Órgãos públicos e políticas
públicas.
Bibliografia CESAR, Pedro De Alcântara Bittencourt. Turismo e desenvolvimento
Básica sustentável. Caxias do Sul: EDUCS, 2011.
GUERRA, Antônio José Teixeira; ARANHA, Raphael de Carvalho.
Geografia aplicada ao turismo. São Paulo: Oficina de textos, 2014.
ANDRADE, Nelson; BRITO, Paulo Lucio de; JORGE, Wilson Edson.
Hotel: planejamento e projeto. 10. ed. São Paulo: Senac: 2013.
Bibliografia IGNARRA, Luiz Renato. Fundamentos do turismo. 2. ed. São Paulo:
Complementar Thomson, 2003.
VIEIRA, Francisco; FURTADO, Silvana. Hospitalidade: turismo e
estratégias segmentadas, Porto Alegre: Cengage, 2011.
BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. 13. ed. São Paulo:
Senac, 2008.
LAGE, Beatriz Helena. (Org.) Turismo, hotelaria & lazer. São Paulo:
Atlas, 2004. v. 1
CRUZ, Rita de Cássia Ariza da. Introdução à geografia do turismo. 2.
ed. São Paulo: Roca, 2003.
27

Unidade Curricular: Metodologia da Pesquisa


Carga horária: 72h/a
Competências Reconhecer as diferentes etapas de elaboração de uma pesquisa.
Identificar técnicas e instrumentos de investigação e respectivas
características. Conhecer normas de apresentação em relatório de
resultados da coleta de dados.
Habilidades Identificar problemas que sejam objetos de realização de pesquisas em
empreendimentos de hospedagem e alimentação. Utilizar os métodos
científicos para elaboração de trabalhos acadêmicos. Sistematizar dados
indicadores da necessidade da pesquisa em forma de projeto. Coletar
dados e informações. Sistematizar resultados em forma de relatório.
Bases A ciência e seu papel na humanidade; Natureza do conhecimento;
Tecnológicas Métodos e técnicas de pesquisa; Leitura, técnicas de estudo e pesquisa
como forma de saber; Tipos, normatização e estrutura de trabalhos
acadêmicos; Referências bibliográficas; Apresentação; Normas da ABNT.
Bibliografia KOLLER, Sílvia H. Manual de Produção Científica. Porto Alegre:
Básica Penso, 2014.
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do
trabalho científico. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Maria de Andrade. Fundamentos
da metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia SCHLÜTER, Regina G. Metodologia da pesquisa em turismo e
Complementar hotelaria. São Paulo: ALEPH, 2003.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científicos.
São Paulo: Cortez, 2007.
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 12. ed. São
Paulo: Cortez, 2006.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2007.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos
estudos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
28

Unidade Curricular: Espanhol Técnico


Carga horária: 72h/a
Competências Conhecer o vocabulário e expressões em espanhol para estabelecer uma
comunicação básica com o cliente e/ou fornecedor.
Habilidades Expressar-se minimamente no idioma espanhol para comunicação
cotidiana focada nos ambientes de hospedagem.
Bases Estruturação básica para facilitar a comunicação pessoal e telefônica:
Tecnológicas informações, recomendações e orientações; Simulações de situações que
envolvam: atendimento, reservas, hospedagem, gastronomia, serviços
extras; Gramática, vocabulário e pronúncia focadas as situações do
ambiente.
Bibliografia RICHMOND, Dórothy. A prática leva a perfeição: vocabulário
Básica espanhol. São Paulo: Alta Books, 2013.
LUGLI, Viviane Cristina Poletto; NADIN, Odair Luiz. (Orgs.) Espanhol
como língua estrangeira. São Paulo: Mercado de Letras, 2013
ZIPMAN, Susana. Espanhol para hotelaria. São Paulo: Disal, 2013
Bibliografia BERLITZ. Espanhol essencial. São Paulo: Martins, 2014.
Complementar BERLITZ. Espanhol: guia de conversação. São Paulo: Martins Fontes,
2006.
ARIAS, Sandra Di Lullo. Aprimorando o seu espanhol: como escapar
das semelhanças enganosas com o português. Rio de Janeiro: Elsevier,
2010.
BLASCO, Cecília. Fale tudo em Espanhol: um guia completo de
conversação para você se comunicar no dia a dia, viagens, reuniões de
negócios, eventos sociais, entrevistas e muitas outras situações. Barueri:
Disal, 2008.
ISMAIL, Ahamed. Operaciones y procesos hoteleros. Madrid:
Paraninfo, 2001.
29

Unidade Curricular: Estatística


Carga horária: 36h/a
Competências Reconhecer princípios da estatística. Interpretar dados sistematizados sob
a forma de estatística. Aplicar a estatística no cálculo de custos e usá-la
como ferramenta de gestão na tomada de decisão.
Habilidades Utilizar métodos científicos para a coleta, organização, resumo,
apresentação e análise de dados. Realizar análises e elaborar relatórios
com apresentação resumida de dados e conclusões obtidas em análises.
Bases Estatística hoteleira; Dados estatísticos; População e amostra; Variáveis
Tecnológicas contínuas e discretas; Distribuição de freqüência; Média, mediana, moda;
Desvio de padrão; Índice de ocupação; Estatística e o cálculo de custos;
Gastos com pessoal, gastos diversos do hotel, gastos da cozinha e
restaurante; Custo por prato; Custos e controle.
Bibliografia BONAFINE, Fernanda Cesar. (Org) Estatistica. São Paulo: Pearson, 2012
Básica SPIEGEL, Murry R.; SCHILLER, John; SRINIVASAN, Alu. 3. ed.
Probabilidade e estatística. Porto Alegre: Bookman, 2013.
LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo:
Pearson, 2011.
Bibliografia CRESPO, Antônio Arnot. Estátisca Fácil. 19. ed. São Paulo: Saraiva,
Complementar 2009.
TOLEDO, Geraldo Luciano. Estatística básica. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2008.
VIEIRA, Sonia. Elementos de estatística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
TIBONI, Conceição Gentil Rebelo. Estatística básica para o curso de
turismo. São Paulo: Atlas, 2003.
BISQUERRA, Rafael; SARRIERA, Jorge Catella; MARTINEZ,
Francesc. Introdução a estatística: enfoque informático com o pacotes
estatístico SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2004.
30

Unidade Curricular: Postura e Ética Profissional


Carga horária: 36h/a
Competências Identificar e avaliar a compreensão axiológica da ética e sua
aplicabilidade no mundo empresarial e a ação correta da conduta humana.
Habilidades Aplicar os valores éticos nas relações construídas nas empresas de
hospedagem e alimentação.
Bases Fundamentos éticos do comportamento humano; Ética e moral; Valores,
Tecnológicas normas, e responsabilidade social, moral e política; Ética e suas
aplicações nas organizações e na atuação profissional, código de ética e
conduta. História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.
Bibliografia MATTOS, Airton Pozo de. Ética e responsabilidade profissional.
Básica Curitiba: IESDE, 2007.
PASSOS, Elizete. Ética nas organizações. São Paulo: Atlas, 2008.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profissional. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia ARRUDA, Maria Cecília Coutinho de. Fundamentos de ética
Complementar empresarial e econômica. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MATOS, Francisco Gomes de. Ética na gestão empresarial: da
conscientização à ação. São Paulo: Saraiva, 2008.
MELLO, Leila Maria. Ética nos negócios. Curitiba: IESDE, 2007.
PEREIRA, Amílcar de Araújo; Monteiro, Ana Maria (Orgs). Ensino de
história e cultura Afro-Brasileiras e Indígenas. Rio de Janeiro: Pallas,
2013.
MATTOS, Regiane Augusto. História e Cultura Afro-Brasileira. 2. ed.
São Paulo: Contexto, 2014.
31

MÓDULO I - HOSPEDAGEM

Unidade Curricular: Vendas e Reservas


Carga horária: 72h/a
Competências Promover vendas, captação de novos clientes e fidelização de hóspedes
para a empresa hoteleira. Conhecer sistemas manuais e automatizados
para controles e registros de reservas. Elaborar pacotes e roteiros
turísticos.
Habilidades Desenvolver plano de vendas e promoções, identificando estratégias para
aumentar o volume de negócios e operar sistema de reservas e suas rotinas.
Utilizar pacotes e roteiros turísticos para movimentação do fluxo de
reservas.
Bases Vendas e reservas; Vendas em eventos; Captação de novos clientes e
Tecnológicas estratégia de promoções; Motivar, comprometer e orientar seus
profissionais para ações de vendas; Técnicas de pós-vendas. Elaboração
de pacotes turísticos: definições, componentes e formulação de preços.
Reservas: Sistema de controle de faturamento; Tipos de pagamento;
Controle de diária, controles diversos, documentos utilizados.
Bibliografia CROZARIOLLI, Amauri. Vender: um processo, uma ciência, uma arte
Básica milenar: sugestões práticas para o dia-a-dia do profissional de vendas. 2.
ed. Maringá: Dental Press, 2011.
GITOMER, Jeffrey. A bíblia de vendas. 2. ed. São Paulo: M. Books,
2010.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de vendas: uma abordagem
introdutória. 3ed. São Paulo: Manole, 2014.
Bibliografia VITORINO, Carlos Marcio. (Org.). Gestão de processor logísticos. São
Complementar Paulo: Pearson, 2012.
RUTHERFORD, Denney G. Hotel: gerenciamento e operações. 2. ed. São
Paulo: Roca, 2004.
LARA, Simone B. Marketing & vendas na hotelaria. 3. ed. São Paulo:
Futura, 2001.
VALLEN, Jerome J. VALLEN, Gary K. B. Check-in, check-out: gestão
e prestação de serviços em hotelaria. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
LUPPA, Luís Paulo. 300 regras de ouro de vendas e negociação. São
Paulo: Resultado, 2007.
32

Unidade Curricular: Governança e Manutenção


Carga horária: 72h/a
Competências Identificar o setor de governança, seu organograma e inter-relacionamento
com os setores de recepção e manutenção em um meio de hospedagem.
Entender os conceitos gerais, as necessidades e oportunidades referentes à
manutenção de instalações e equipamentos nos meios de hospedagem.
Habilidades Supervisionar e executar atividades de limpeza, conservação e
manutenção de apartamentos, áreas sociais e de serviços num meio de
hospedagem. Compreender as técnicas de padronização dos serviços.
Conhecer os formulários de serviços utilizados e o sistema de automação
hoteleira para o departamento. Gerenciar atividades de engenharia e
manutenção hoteleiras. Planejar e implementar programas de manutenção.
Compreender a manutenção como recurso para redução de custos.
Bases Manutenção: objetivos e desafios; Planejamento e organização do
Tecnológicas departamento de manutenção; Manutenção e segurança do edifício, de
equipamentos e utensílios; Conceitos e atribuições do setor de
governança; Limpeza, arrumação e higienização aplicáveis a instalações e
equipamentos de uso em unidades habitacionais e áreas sociais;
Implicações do trabalho da manutenção nos aspectos de qualidade dos
serviços hoteleiros; Arrumação de cama e apresentação de peças de
enxovais e outros itens; Padronização de serviços; Lavanderia; Frigobar;
Operação de equipamentos e aparelhos de uso mais comum nas unidades
habitacionais; Sistema de automação hoteleira usado no departamento;
Formulários de serviços de governança utilizados; Normas de segurança
no trabalho; Requisitos de higiene e apresentação pessoal e postura
profissional.
Bibliografia LUIZARI, Kátia. Comunicação empresarial eficaz: como falar e
Básica escrever bem. Curitiba: IBPEX, 2010.
YANES, Adriana Figueiredo. Governança em hospedagem. São Paulo:
Érica, 2014.
OLIVEIRA, Giovanna Bonelli; SPENA, Rossana. Hotel: serviços em
hotelaria. São Paulo: Senac, 2012.
Bibliografia GOMES, Gustavo Bueno. Gerenciamento de facilities na hotelaria. São
Complementar Paulo: Trevisan, 2014.
CAON, Mauro. Gestão Estratégica de serviços de hotelaria. São Paulo:
Atlas, 2008.
LINZMAYER, Eduardo. Guia básico para administração da
manutenção hoteleira. 5. ed. São Paulo: SENAC, 2010.
BOEGER, Marcelo Assad. Gestão em hotelaria hospitalar. São Paulo:
Atlas, 2003.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs,
2001.
33

Unidade Curricular: Eventos


Carga horária: 72h/a
Competências Direcionar ações referentes a organizar e administrar eventos, programas,
levando em consideração necessidades e oportunidades internas e
externas. Realizar cerimonial e protocolo de acordo com cada tipo de
evento.
Habilidades Fazer levantamentos, diagnósticos, avaliar necessidades e oportunidades,
de acordo com cada evento e ou programas/serviço. Isto lhe permitirá
elaborar um plano de ação e propostas de orçamento-controle-relatório.
Planejar e organizar cerimoniais e protocolos. Dominar as regras de
procedência e símbolos nacionais. Elaborar roteiros para cerimonialista.
Bases Conceito e definições de cerimonial, protocolo e etiqueta. Símbolos
Tecnológicas Nacionais; Tipos de cerimonial e ordem geral de precedência; O
cerimonialista: comportamento e apresentação, cotidiano e o ambiente de
trabalho. Estrutura e função dos eventos; Planejamento e organização de
eventos; Os diferentes tipos de eventos; Etapas para a organização de um
evento; Captação de eventos; Recursos humanos, financeiros, materiais e
equipamentos na estrutura e organização de eventos; Comercialização;
Organização e layout do ambiente conforme o evento; Tipos de
montagens; Operacionalização de eventos.
Bibliografia MATIAS, Marlene. Organização de eventos. 5.ed.São Paulo: Manole,
Básica 2010.
GIACAGLIA, Maria Cecilia. Gestão estratégica de eventos: teoria,
práticas, casos, atividades. Porto Alegre: Cengage, 2010.
YANES, Adriana Figueiredo. Cerimonial: protocolo e etiqueta em
eventos. São Paulo: Érica, 2014.
Bibliografia LUZ, Olenka Ramalho. Cerimonial protocolo e etiqueta: introdução ao
Complementar cerimonial do Mercosul: Argentina e Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos. 5. ed. São Paulo: Manole,
2010.
ALLEN, Johnny. Organização e Gestão de Eventos. 3. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
BRITTO, Janaina; FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica
do marketing e do turismo. São Paulo: ALEPH, 2002.
MARTIN, Vanessa. Manual prático de eventos. São Paulo: Atlas, 2003.
KINCHESCKI, José Carlos. Cerimonial, hierarquia, protocolo.
Florianópolis: UDESC, 2002.
34

Unidade Curricular: Recepção


Carga horária: 72h/a
Competências Identificar o setor de recepção (front office) e seu organograma, conhecer
o fluxo de serviço, documentos e as rotinas de trabalho e saber da
importância do contato do setor com os clientes.
Habilidades Planejar e executar as atividades de informações, atendimento ao cliente,
vendas de diárias e pacotes promocionais, reservas, entradas (check-in) e
saídas (check-out) de hóspedes, telefonia e caixa no setor de recepção.
Bases Identificação e posicionamento do “front office”; Postura e ética
Tecnológicas profissional e apresentação pessoal; Organograma; Cargos e funções;
Etapas e rotinas envolvidas na chegada e saída do hóspede; Técnicas de
atendimento e atendimento telefônico; Qualidade no atendimento;
Sistema de automação hoteleira; Formas de pagamento; Fluxo de serviços
do departamento; Documentos utilizados; Auditoria; Controle e avaliação;
Terminologias utilizadas.
Bibliografia PEREZ, Luís Di Muro. Manual prático de recepção hoteleira. 2. ed.
Básica São Paulo, Roca, 2014.
GUZELA, Guilherme. Excelência em recepção de hotéis. São Paulo:
IBPEX, 2012.
VERGARA, Sylvia Helena Constant; RODRIGUES, Denize Ferreira;
TONET, Helena Correa. Excelência no atendimento ao cliente. Rio de
Janeiro: FGV, 2014
Bibliografia HAYES, David K. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Pearson,
Complementar 2005.
LUZARDO, Silvio. Eu! Falando em público?: Sim, agora é a sua vez.
Florianópolis: DO AUTOR, 2005.
HAYES, David K. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Pearson,
2005.
CÂNDIDO, Índio. Recepção hoteleira. São Paulo: Atlas, 2002.
DIAS, Sergio Roberto. Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, 2006.
35

Unidade Curricular: Recreação e Lazer


Carga horária: 72h/a
Competências Reconhecer o contexto do lazer para a sociedade em vigência.
Compreender a relação do lazer para os diferentes empreendimentos
turísticos, em especial ao segmento hoteleiro. Identificar as atribuições e
funções do recreador/animador. Realizar as diversas dinâmicas voltadas à
recreação.
Habilidades Aplicar no espaço de trabalho as práticas de entretenimento e lazer.
Bases Fundamentos do lazer e da recreação; Perfil do recreador; O lazer na
Tecnológicas evolução da sociedade; Estudo teórico da técnica de recreação de acordo
com a prática; Planejamento de atividades e estratégias para a elaboração
e aplicabilidade; Conceitos, procedimentos, estrutura, organização e
serviços relacionados à técnica da recreação; O turismo de lazer como
fonte de receita alternativa para o desenvolvimento sustentado.
Bibliografia LARIZZATTI, Marcos F. O que todo recreador precisa conhecer sobre
Básica o lazer. 2. ed. São Paulo: Phorte, 2014.
ISAYMA, Helder Ferreira; DIAS, Cleber Augusto Gonçalves.
Organização de atividades de lazer e recreação. São Paulo: Érica,
2014.
WITTIZORECKI, Elisandro Schultz; SCHAFF, Ismael Antônio Bacellar;
DAMICO, José Geraldo Soares. Jogos, recreação e lazer. São Paulo:
IBPEX, 2012.
Bibliografia SOLHA, Karina Toledo; RUSCHMANN, Doris Van De Meene. Turismo
Complementar e lazer para a pessoa idosa, São Paulo: Manole, 2012
PINA, Luiz Wilson. Lazer e recreação na hotelaria. São Paulo: Senac,
2007.
AGUIRRE, Rafael Sanjuanbenito. Recreação e turismo para todos.
Caxias do Sul: EDUCS, 2003.
MORENO, Guilherme. Recreação, 1000 exercícios: com acessórios. 4.
ed. Rio de Janeiro: SPRINT, 2003.
MIAN, Robson. Monitor de recreação: formação profissional. São
Paulo: Texto Novo, 2003.
36

MÓDULO II – ALIMENTOS E BEBIDAS

Unidade Curricular: Administração de Custos


Carga horária: 72h/a
Competências Fornecer subsídios para a gerência de recursos de forma racional e
competente. Compreender o sistema de custos como instrumento de
controle e de maximização de recursos.
Habilidades Compreender as abordagens e técnicas de gestão, relacionadas com o
custo, volume e preços dos produtos e serviços na área de alimentos e
bebidas e hospedagem.
Bases Definições analíticas da terminologia de custos; Custos gerenciais;
Tecnológicas Relações custo, volume e lucro; Análise de resultados por margem de
contribuição; Análise de resultado por mix de produtos; Análise de
métodos de custeio de produtos por absorção, direito ou variável;
Formação do preço de venda.
Bibliografia LUNKES, Rogério João. Manual de contabilidade hoteleira. São Paulo:
Básica Atlas, 2004.
ZANELLA, Luiz Carlos. Administração de custos em hotelaria. 4. ed.
Caxias do Sul: Educs, 2010.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso básico de contabilidade de
custos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia SANTOS, José Luiz et al. Fundamentos de Contabilidade de Custos.
Complementar São Paulo: Atlas, 2006. V 22.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
MEGLIORINI, Evandir. (Org.). Gestão de custos. São Paulo: 2012
OLIVEIRA, Luís Martins de; PEREZ JUNIOR, Jose Hernandez.
Contabilidade de custos para não contadores. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2012.
SILVA, Raimundo Nonato Sousa; LINS, Luiz Dos Santos. Gestão de
custos: contabilidade, controle e analise. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2014.
37

Unidade Curricular: Laboratório de Bebidas


Carga horária: 72h/a
Competências Conhecer a estrutura de setor de bebidas. Administrar o setor de bebidas.
Conhecer os tipos de bebidas e sua fabricação.
Habilidades Exercer funções básicas e operacionais dentro dos estabelecimentos que
possuam setor de bebidas. Compreender os métodos de produção de
coquetéis, drinks, lanches, branchs, licores. Desempenhar o serviço de
atendimento e saber utilizar os equipamentos e utensílios de bar.
Bases Origem e história dos bares; Tipos de bares; Classificação e histórico das
Tecnológicas bebidas; Prática dos serviços de bebidas; Administração e controle do
setor de bares; Organização e funcionamento de bar; Mise en place;
Planejamento e elaboração de cardápios de bebidas; Produção de
coquetéis, drinks, lanches, branchs, licores; Serviços de bebidas em geral;
Equipe de trabalho e apresentação pessoal.
Bibliografia MARICATO, Percival. Marketing para bares e restaurantes. Rio de
Básica Janeiro: SENAC, 2004.
PACHECO, Aristides De Oliveira. Iniciação a enologia. 6. ed. São
Paulo: SENAC, 2014.
FREITAS, Armando. Barman: perfil profissional, técnicas de trabalho e
mercado. Rio de Janeiro: SENAC, 2009.
Bibliografia WISHART, David. Whisky classificado: como degustar, conhecer e
Complementar escolher. São Paulo: Larousse do Brasil, 2010.
MARICATO, Percival. Como montar e administrar bares e
restaurantes. 4 ed. São Paulo: SENAC, 2002.
PACHECO, Aristides de Oliveira. Manual do bar. 3. ed. São Paulo:
SENAC, 2002.
ROBOLLAR, Paola May. Vales da uva Goethe. Urusanga: Progoethe,
2007.
VEGRO, Celso Luis Rodrigues; PINO, Francisco Alberto. 4. Ed. Café:
um guia do apreciador. São Paulo: Saraiva, 2008.
38

Unidade Curricular: Higiene, Manipulação e Conservação de Alimentos


Carga horária: 72h/a
Competências Identificar e elaborar o controle de qualidade no que tange a higiene,
manipulação e conservação de alimentos.
Habilidades Realizar as atividades de controle de higiene, manipulação dos alimentos,
armazenamento e conservação dos alimentos bem como reconhecer a
qualidade do alimento.
Bases Conceitos básicos de higiene alimentar; Requisitos higiênicos nas áreas de
Tecnológicas alimentos; Limpeza e sanitização; Qualidade da água; Controle das
infestações; Transmissão de doenças pelos alimentos; Legislação e
normas oficiais; Normas de segurança e higiene na cozinha: análise de
pontos críticos; Controle de qualidade.
Bibliografia CARELLE, Ana Cláudia. Manipulação e higiene dos alimentos. São
Básica Paulo: Érica, 2014.
FERREIRA, Fábio Moreira; TRIDA, Vanessa Camargo. Gestão da
qualidade em serviços de alimentação. São Paulo: Yendis, 2014.
LOPES, Thiago Henrique. Higiene e manipulação de alimentos. São
Paulo: Editora do Livro Técnico, 2012.
Bibliografia PEREIRA, Luciane; PINHEIRO, Andréa Nunes; SILVA, Gleucia
Complementar Carvalho. Alimentos seguros: higiene e controles em cozinhas e
ambientes de manipulação. São Paulo: Senac, 2010.
PEREIRA, Luciane; PINHEIRO, Andréa Nunes; SILVA, Glaucia
Carvalho. Manipulação segura de alimentos. Rio de Janeiro, 2011.
FIGUEIREDO, Roberto Martins. Armadilhas de uma cozinha.
Barueri: Manole, 2003.
SILVA JUNIOR, Êneo Alves da. Manual de controle higiênico-
sanitário em alimentos. São Paulo: Varela, 2002.
BRASIL. Legislação sanitária federal básica: incluindo regulamento da
inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal. São Paulo:
Edipro, 2008.
39

Unidade Curricular: Laboratório de Alimentos


Carga horária: 72h/a
Competências Conhecer a estrutura de setor de alimentos. Administrar o setor de
alimentos. Conhecer as técnicas de trabalho de cozinha e a produção de
alimentos.
Habilidades Exercer funções básicas e operacionais dentro dos estabelecimentos que
possuam setor de alimentos. Identificar os tipos de corte, nomenclatura,
técnicas de pré-preparo, produção e métodos de cocção. Desempenhar o
serviço de atendimento e saber utilizar os equipamentos e utensílios de
cozinha.
Bases Produção culinária; Técnicas de trabalho de cozinha (limpeza, corte e
Tecnológicas preparação de alimentos, métodos de cocção, montagem, apresentação e
decoração de pratos); Ficha técnica; Instalações, equipamentos,
estruturação física e hierárquica da cozinha; Produção alimentar em
catering e banketin; Mise en place.
Pré-requisitos (quando houver)
Bibliografia BARRETO, Ronaldo Lopes Pontes. Passaporte para o sabor:
Básica tecnologias para a elaboração de cardápios. 5. ed. São Paulo: SENAC,
2004.
MARICATO, Percival. Como montar e administrar bares e
restaurantes. 9.ed. São Paulo: SENAC, 2010.
ELEUTERIO, Hélio. Cozinha quente: organização, técnicas de preparo e
harmonizações. São Paulo: Erica, 2014.
Bibliografia FRANCO, Ariovaldo. De caçador a gourmet: uma história da
Complementar gastronomia. 5.ed. São Paulo: SENAC, 2010.
ARAUJO, Wilma Maria Coelho. Gastronomia: cortes e recortes. São
Paulo: SENAC, 2009.
FONSECA, Marcelo Traldi. Tecnologias gerenciais de restaurantes. 4.
ed. São Paulo: SENAC, 2006.
BRAGA, Roberto M. M. Gestão da gastronomia: custos, formação de
preços, gerenciamento e planejamento do lucro. 2. ed. São Paulo:
SENAC, 2010.
PEREIRA, Luciane; PINHEIRO, Andréa Nunes; SILVA, Glaucia
Carvalho. Manipulação segura de alimentos. São Paulo: SENAC, 2011.
40

Unidade Curricular: Serviços de Restaurante


Carga horária: 36h/a
Competências Conhecer as atribuições de maître, garçom e gerente de restaurantes, bares
e demais empresas de A&B.
Habilidades Exercer atividades de maître, garçom e gerente de restaurantes, bares e
demais empresas de A&B. Realizar atividades de gerência da brigada de
serviços e de supervisão.
Bases Perfil profissional para atuação como maître, garçom e gerentes em
Tecnológicas restaurantes, bares e demais empresas de A&B; Postura profissional e
apresentação pessoal da brigada de serviços; Organograma, hierarquia,
atribuições e responsabilidades; Tipos de serviços; Qualificação e
responsabilidade do gerente de A&B; Gestão da brigada de serviços;
Escala de trabalho; Terminologias; Supervisão das refeições;
Atendimento e abordagem ao cliente.
Bibliografia CÂNDIDO, Índio. ZANELLA, Luiz C. Restaurante: administração e
Básica operacionalização. Caxias do Sul: EDUCS, 2009.
FRANCO, Ariovaldo. De caçador a gourmet: uma história da
gastronomia. 5.ed. São Paulo: SENAC, 2010.
POWERS, Tom. Administração no setor de hospitalidade: turismo,
hotelaria, restaurante. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia PACHECO, Aristides de Oliveira. Manual de serviço do garçom. 5. ed.
Complementar São Paulo: SENAC, 2004.
PACHECO, Aristides de Oliveira. Manual de organização de
banquetes. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2000.
MARICATO, Percival. Como montar e administrar bares e
restaurantes. 4. ed. São Paulo: SENAC, 2002.
PACHECO, Aristides de Oliveira. Manual do maître d'hotel. 4. ed. São
Paulo: SENAC, 2003.
ZANELLA, Luiz Carlos; CÂNDIDO, Índio. Restaurante: técnicas e
processos de administração e operação. Caxias do Sul: EDUCS, 2002.
41

Unidade Curricular: Hospitalidade e Gastronomia


Carga horária: 36h/a
Competências Identificar a relação entre hospitalidade, gastronomia e turismo. Conhecer
a história e cultura das gastronomias internacional e nacional. Conhecer as
potencialidades gastronômicas da região ligadas à colonização e às etnias.
Habilidades Aplicar os conhecimentos de hospitalidade e cultura da gastronomia
regional em empresas de alimentos e bebidas e hospedagem, observando a
importância cultural e econômica da matéria-prima produzida na região.
Bases Hospitalidade, gastronomia e turismo: conceitos e inter-relações. História
Tecnológicas e evolução da gastronomia internacional e nacional; Perspectivas para a
hospitalidade e gastronomia; História e cultura da gastronomia ligada à
colonização regional;
Gastronomia regional e étnica.
Bibliografia WALKER, John R. Introdução à hospitalidade. São Paulo: Manole,
Básica 2002.
FURTADO, Silvana Mello; TOMIMATSU, Carlos Eiji. Formação em
Gastronomia. São Paulo: Cook Lovers, 2011.
KOPS, Darci. Hospitalidade: saberes e fazeres culturais em diferentes
espaços sociais. Caxias do Sul: EDUCS, 2014.
Bibliografia FRANCO, Ariovaldo. De caçador a gourmet: uma história da
Complementar gastronomia. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2004.
Atala, Alex. D.O.M.: redescobrindo ingredientes brasileiros. São Paulo:
Melhoramentos, 2013.
FURTADO, Silvana; SOGAYAR, Roberta. Hospitalidade: um
relacionamento global, São Paulo: LTC, 2009.
LASHLEY, Conrad; MORRISON, Alison. Em busca da hospitalidade:
perspectivas para um mundo globalizado. Barueri: Manole, 2004.
CASCUDO, Luís da Câmara. História da alimentação no Brasil. 3. ed.
São Paulo: Global, 2004.
42

MÓDULO III – GESTÃO HOTELEIRA

Unidade Curricular: Legislação Turística Hoteleira


Carga horária: 72h/a
Competências Compreender e entender o direito e as leis que regem as empresas e os
serviços turísticos e hoteleiros, com ênfase nos empreendimentos de
hospedagem.
Habilidades Aplicar disposições legais na gestão de setores ou de empresas de
turísticas hoteleiras. Conhecer e interpretar as leis que mais incidem no
cotidiano da atividade turística e hoteleira.
Bases Noções de Direito; Fontes do Direito; Direito Empresarial turístico e
Tecnológicas hoteleiro; Legislação aplicada aos serviços turísticos e hoteleiros;
Contratos; Direito Ambiental; Responsabilidade civil e comercial;
Relações trabalhistas; Código de Defesa do Consumidor.
Bibliografia PAIVA, Rafael Augusto de Moura. Direito, turismo e consumo. São
Básica Paulo: Renovar, 2012
LUNELLI, Carlos Alberto; MARIN, Jefferson. Estado, meio ambiente e
jurisdição. Caxias do Sul: EDUCS, 2012.
BADARO, Rui Aurélio de Lacerda. Direito internacional do turismo.
São Paulo: SENAC, 2008.
Bibliografia BOITEUX, Bayard. Legislação de turismo. 3. ed. Rio De Janeiro:
Complementar Campus, 2008.
LONGANESE, Luiz André. Direito aplicado à hotelaria. São Paulo:
Papirus, 2004.
ZAINAGHI, Domingos Sávio. Curso de legislação social: direito do
Trabalho. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MANUS, Pedro Paulo Teixeira. Direito do Trabalho. 11. ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Introdução ao estudo do Direito. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
43

Unidade Curricular: Administração de Empresas Hoteleiras


Carga horária: 72h/a
Competências Compreender a importância do planejamento estratégico para o
desenvolvimento e crescimento das empresas e dos potenciais turísticos
hoteleiros. Compreender os diversos tipos de meios de hospedagem
quanto ao caráter de hospitalidade, infra-estrutura e características gerais.
Direcionar ações gerenciais, levando em consideração a necessidades e
oportunidades de mercado.
Habilidades Saber fazer o planejamento estratégico, bem como executar e avaliá-lo.
Compreender o planejamento estratégico como ferramenta para alcançar
metas e objetivos. Identificar e analisar oportunidades de negócio no
segmento hoteleiro. Desenvolver o senso crítico para a definição das
características tipológicas de um empreendimento hoteleiro. Realizar
estudos de viabilidade para implantação de hotéis. Elaborar organograma
funcional para diversas categorias de hotéis. Aprender a formular um
plano de negócio.
Bases Abordagem aos fundamentos da administração; Administrativa geral e de
Tecnológicas hospedagem; A evolução hoteleira; Os conceitos de hospitalidade e
hospedagem; Classificação por tipo e categoria dos meios de
hospedagem; A empresa, o produto hoteleiro e o produto turístico;
Planejamento e estratégias empresariais; Funções organizacionais em
empresas de prestação de serviços; Funções gerenciais: planejamento,
organização, liderança, coordenação e controle; A atuação do
administrador de empresas hoteleiras no mercado de trabalho; Plano de
negócios; Novas tendências.
Bibliografia STUTELY, Richard. O guia definitivo do plano de negócios:
Básica planejamento inteligente para executivos e empreendedores. 2. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2012.
CASTELLI, Geraldo. Excelência em Hotelaria: uma abordagem prática.
Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.
BLANCHARD, Ken. Liderança de alto nível. Porto Alegre: Bookman,
2011.
Bibliografia PEREIRA, Maurício Fernandes. Planejamento estratégico: teorias,
Complementar modelos e processos. São Paulo: Atlas, 2010. V 1.
PEREIRA, Maurício Fernandes. Planejamento estratégico: teorias,
modelos e processos. São Paulo: Atlas, 2011. V 2.
ROCHA, Águida Garreth Ferraz. Planejamento estratégico. São Paulo:
Pearson, 2012.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Introdução à administração. 7.
ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MOTTA, Fernando Claudio Prestes. Teoria geral da administração. 3.
ed. São Paulo: Pioneira, 2006.
44

Unidade Curricular: Gestão de Alimentos e Bebidas


Carga horária: 72h/a
Competências Conhecer as ferramentas e técnicas de planejamento e operacionalização
de restaurantes.
Habilidades Aplicar os conhecimentos de planejamento, organização e controle da
atividade, conhecendo a estrutura organizacional e física necessária para
gerenciamento de restaurantes.
Bases Planejamento técnico e tático da área de restaurantes; Estabelecimento de
Tecnológicas metas e objetivos; Restauração individual e de grupo; Organização e
serviços; Características da equipe de trabalho; Administração de
materiais; Especificidade da gestão de empresas de restaurantes; Sistema
de franchising; Principais redes de sistemas; Gerenciamento de processo:
fluxo de documentos, procedimentos, informações internas, externas e
setoriais; Gestão de restaurantes típicos e regionais; Gestão de catering;
Atendimento a fornecedores e clientes; Planejamento e elaboração de
menus e cardápios; Ficha técnica de alimentos e bebidas.
Bibliografia ELEUTERIO, Helio. Fundamentos da Gastronomia. São Paulo: Erica,
Básica 2014.
MCGEE, Harold. Comida e Cozinha: ciência e cultura da gastronomia 2.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 2014.
SANTOS, Jose Ivan; SANTANA, Jose Maria. Comida e vinho:
harmonização essencial. 4. ed. São Paulo: SENAC, 2014.
Bibliografia ARAÚJO, Wilma Maria Coelho; TENSER, Carla Márcia Rodrigues
Complementar Tenser (Orgs.) Gastronomia: cortes e recortes. Brasília: SENAC, 2009.
BRAGA, Roberto M. M. Gestão da Gastronomia: custos, formação de
preços, gerenciamento e planejamento do lucro. 2 ed. São Paulo: SENAC,
2010.
PEREIRA, Luciane; PINHEIRO, Andréa Nunes; SILVA, Gleucia
Carvalho. Alimentos seguros: higiene e controles em cozinhas e
ambientes de manipulação. São Paulo: SENAC, 2010.
ORNELLAS, Lieselotte Hoeschl. Alimentação através dos tempos. 3.
ed. Florianopolis: UFSC, 2003.
VASCONCELLOS, Frederico. Menu: como montar um cardápio
eficiente. São Paulo: Roca, 2002.
45

Unidade Curricular: Inglês Técnico


Carga horária: 72h/a
Competências Conhecer o vocabulário e expressões em inglês para estabelecer uma
comunicação básica com o cliente e/ou fornecedor.
Habilidades Expressar-se minimamente no idioma inglês para comunicação cotidiana
focada nos ambientes de hospedagem.
Bases Estruturação básica para facilitar a comunicação pessoal e telefônica:
Tecnológicas informações, recomendações e orientações; Simulações de situações que
envolva: atendimento, reservas, hospedagem, gastronomia, serviços
extras; Gramática, vocabulário e pronúncia focadas as situações do
ambiente.
Bibliografia VIERA, Elenara Viera de. The language of hotels in english. Caxias do
Básica Sul: EDUCS, 2004.
BANDA, Bráulio Alexandre. Inglês para hotelaria. São Paulo: Martins
Fontes, 2012.
REJANI, Marcia. Inglês instrumental: comunicação e processos para
hospedagem. São Paulo: Érica, 2014.
Bibliografia VOLKMANN, Patrícia Ritter. Inglês: conversación para profissionais de
Complementar hoteleria e restaurantes. Porto Alegre: Artes e Oficios, 2007.
IGREJA, José Roberto A. Fale tudo em Inglês! um guia completo de
conversação para você se comunicar no dia a dia, em viagens, reuniões de
negócios, eventos sociais, entrevistas e outras situações. São Paulo: Disal,
2007.
SCHUMACHER, Cristina. Inglês para turismo e hotelaria: a
comunicação essencial para o dia a dia: um guia para turismo, hotelaria,
restaurante, comunicação pessoal. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
CRUZ, Décio Torres. Inglês para turismo e hotelaria. São Paulo: Disal,
2005.
SIGNER, Rena. Dicionário brasileiro de relações internacionais:
Francês - Espanhol - Inglês - Português. São Paulo: Oficina de Textos,
2001.
46

Unidade Curricular: Gestão da Qualidade


Carga horária: 36h/a
Competências Entender os conceitos da qualidade aplicados aos serviços hoteleiros e
desenvolver a postura pessoal e profissional.
Habilidades Realizar atendimento diferenciado e com postura profissional tanto para o
público interno como para o externo. Conhecer as formas de implantação
de ferramentas de controle da qualidade.
Bases Princípios de qualidade; Qualidade de serviços e produtos; Qualidade
Tecnológicas profissional e postura pessoal; As principais ferramentas; Plano para
implantação da gestão da qualidade; Sistema de avaliação da qualidade; A
qualidade na hotelaria.
Bibliografia CASTELLI, Geraldo. Excelência na hotelaria: uma abordagem prática.
Básica Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002.
MARSHALL JÚNIOR, Isnard et al. Gestão da qualidade e processos.
Rio de Janeiro: FGV, 2012.
GEROLAMO, Mateus Cecílio. Gestão da qualidade: ISO 9001: 2008:
princípios e requisitos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia LÉLIS, Eliacy Cavalcante. (Org.) Gestão de qualidade e de serviços.
Complementar São Paulo: Pearson, 2012.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão Estratégica da qualidade:
princípios, métodos e processos. São Paulo: Atlas, 2008.
TAKESHY, Tachizawa; SCAICO, Oswaldo. Organização Flexível:
qualidade na gestão por processos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
BLAUTH, Regis. Gestão da qualidade. Curitiba: IESDE, 2006.
RICCI, Renato. Hotel: gestão competitiva no séc. XXI. Rio de Janeiro:
Qualitymark. 2002.
CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro; MIGUEL, Paulo Augusto Cauchick;
47

Unidade Curricular: Administração de Materiais e Patrimônio


Carga horária: 36h/a
Competências Conhecer a função de distribuição e controle no setor de hospedagem e no
de alimentos e bebidas e sua importância.
Habilidades Exercer atividades de controle de trabalho e estoque, distribuição e
controle de materiais.
Bases Conceituação de administração de materiais e patrimônio. Funções e
Tecnológicas objetivos em empresas hoteleiras. Armazenamento de materiais.
Logística. A função compras. Pessoal de compras. Compra e preço.
Fontes de fornecimento. Desenvolvimento de técnicas, normas e
procedimentos do sistema de administração de material e patrimônio.
Bibliografia HARA, Celso Minoru. Administração de recursos materiais e
Básica patrimoniais. São Paulo: Alínea, 2012.
GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. 3. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010.
POZO, Hamilton. Gestão de Materiais e Logística em Turismo:
enfoque voltado para as micro, pequenas e médias empresas. São Paulo:
Atlas, 2008.
Bibliografia CAMPOS, Luís Fernandes Rodrigues; BRASIL, Carolina V. de Macedo.
Complementar Logística: teia de relações. Curitiba: IBPEX, 2007.
POZO, Hamilton. Administração de Recursos Materiais e
Patrimoniais: uma abordagem logística. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de Materiais. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2004.
LÉLIS, Eliacy Cavalcante. (Org.) Gestão de qualidade e de serviços.
São Paulo: Pearson, 2012.
FUNARO, Pedro Paulo; PINSKY, Jaime. Turismo e patrimônio
cultural. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2003.
48

Unidade Curricular: Gestão de Pessoas


Carga horária: 72h/a
Competências Conhecer tecnologias de gestão de pessoas.
Habilidades Aplicar os conhecimentos de gestão de pessoas nos diferentes setores e
etapas do processo nas empresas de alimentação e hospedagem.
Bases Noções gerais de recursos humanos; Organograma: análise e descrição
Tecnológicas dos cargos na hotelaria; Estrutura organizacional em empresa familiar;
Treinamento e desenvolvimento; Recrutamento e seleção de pessoal;
Cargos e salários; Avaliação de desempenho; Relações trabalhistas e
sindicais.
Bibliografia CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel dos
Básica recursos humanos nas organizações. 4. ed. Rio de Janeiro: Manole, 2014.
LACOMBE, Francisco. Recursos humanos: princípios e tendências. 2.
ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
DEMO, Gisela. Políticas de gestão de pessoas nas organizações. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos:
Complementar fundamentos básicos. 7. ed. Barueri: Manole, 2009.
PEQUENO, Alvaro. (Org.). Gestão de pessoas I. São Paulo: Pearson,
2012
RIBEIRO, Antônio de Lima. Gestão de pessoas. São Paulo: Saraiva,
2006.
ARAUJO, Luís Cesar G. de. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2010.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos:
Fundamentos básicos. 7. ed. Barueri: Manole, 2009.
49

Unidade Curricular: Marketing


Carga horária: 72h/a
Competências Analisar o resultado da comunicação externa, conhecer os níveis de
satisfação dos clientes para obtenção de resultados com marketing interno
(atendimento) e com o marketing externo (geração de demanda).
Habilidades Desenvolver o marketing interno e externo como ferramenta de
planejamento empresarial. Utilizar com precisão os veículos e canais de
comunicação para gerar demanda.
Bases Introdução ao conceito de marketing e evolução; Definição da
Tecnológicas administração de marketing; Definição do composto de marketing;
Variáveis internas das organizações: sistema organizacional, produto,
preço, ponto de distribuição e promoção, propaganda, publicidade,
promoção de vendas e de marketing; Variáveis externas das organizações:
segmentação de mercado, bases e estratégias, perfil do turista;
Diferenciação e segmentação das indústrias hoteleiras; Concorrência;
Sistemas de informação em marketing; Benchmarking; Planejamento de
marketing; Controle.
Bibliografia MORRISON, Alastair M. Marketing de hospitalidade e turismo. Porto
Básica Alegre: Cengage, 2011.
KOTLER, Philip. Princípios de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson,
2010.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de serviços. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
Bibliografia COBRA, Marcos. Marketing de turismo. 2 ed. São Paulo: COBRA,
Complementar 2001.
URDAN, Flávio Torres. Gestão do composto de marketing: visão
integrada de produto, preço distribuição e comunicação, estratégia para
empresas brasileiras casos e aplicações. São Paulo: Atlas, 2006.
GOIA, Ricardo M. Fundamentos de marketing: conceitos básicos. São
Paulo: Saraiva, 2006. V 1.
KARKOTLI, Gilson. Marketing para iniciantes. Curitiba: Camões,
2008.
SANTIAGO, Marcelo Piragibe. Gestão de marketing. Curitiba: IESDE,
2008.
50

Unidade Curricular: Desenvolvimento de Projetos


Carga horária: 72h/a
Competências Compreender o processo permanente de socialização teórico, prático e
metodológico das atividades de pesquisa na área de hotelaria e turismo.
Habilidades Aplicar e refletir os paradigmas que orientam a investigação científica em
turismo. Promover a integração do conhecimento mediante a utilização do
conteúdo de todas as disciplinas no processo de pesquisa. Compreender a
necessidade da pesquisa de mercado hoteleiro e turístico. Permitir o
desenvolvimento de um projeto de pesquisa na área de turismo, bem
como analisar a sua viabilidade econômica. Oportunizar a observação,
investigação, interpretação e comunicação dos resultados.
Bases Projetos: conceituação, significância e importância; Os tipos, as origens e
Tecnológicas as etapas principais; O mercado hoteleiro e a pesquisa; Viabilidade de um
empreendimento; Análise financeira; Projeção de resultados;
Investimentos e financiamentos; O processo de tomada de decisão;
Elaboração de projeto.
Bibliografia ANDRADE, Nelson; JORGE, Wilson Edson; BRITO, Paulo Lucio de;
Básica Hotel: Planejamento e projeto. 7. ed. São Paulo: SENAC, 2004.
MENDES, João Ricardo Barroca; VALLE, André Bittencourt; FABRA,
Marcantonio. Gerenciamento de projetos. Rio de Janeiro: FGV, 2009.
MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Administração de Projetos:
como transformar idéias em resultados. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2014.
Bibliografia MENEZES, Luís César de Moura. 3. ed. Gestão de Projetos. São Paulo:
Complementar Atlas, 2009.
DORNELAS, José. Plano de negócios exemplos práticos. Rio de Janeiro:
Campus, 2013.
GOMES, José Maria. Elaboração e análise de viabilidade econômica
de projetos: tópicos práticos de finanças para gestores não financeiros.
São Paulo: Atlas, 2013.
KEELING, Ralph; BRANCO, Renato Henrique Ferreira. Gestão de
projetos: uma abordagem global. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2014
CARVALHO, Marly Monteiro de; RABECHINI JUNIOR, Roque.
Fundamentos em gestão de projetos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
51

Unidade Curricular: Contabilidade Gerencial


Carga horária: 72h/a
Competências Conhecer a função contábil básica aplicada à atividade de hotelaria.
Identificar a contabilidade como ferramenta de controle de custos e
despesas. Conhecer o fluxo de recursos diante dos compromissos
financeiros. Compreender os tributos incidentes em empresas de
hospedagem.
Habilidades Aplicar o conhecimento contábil básico em empresas de hospedagem.
Bases Conceituação de contabilidade; Perspectiva do conhecimento contábil
Tecnológicas básico direcionado a hotelaria; A contabilidade e os aspectos econômicos
financeiros de um hotel; Conceitos e aplicabilidade: ISS, ICMS e demais
impostos relevantes.
Bibliografia LUNKES, Rogério João. Manual de contabilidade hoteleira. São Paulo:
Básica Atlas, 2004.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 7. ed. São Paulo: Atlas,
2004.
ZANELLA, Luiz Carlos. Contabilidade para hotéis e restaurantes.
Caxias do Sul: EDUCS, 2002.
Bibliografia MÜLLER, Aderbal. (Org.). Contabilidade geral. São Paulo: Pearson,
Complementar 2012
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade
comercial. 6. ed. São Paulo:Atlas, 2004.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto Rubens.
Manual de Contabilidade: das sociedades por ações 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2006.
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis:
Contabilidade empresarial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica. São Paulo: Saraiva, 2005.
52

DISCIPLINAS OPTATIVAS

Unidade Curricular: Empreendedorismo


Carga horária: 72h/a
Competências Conhecer as atitudes empreendedoras necessárias para gerenciar e criar
empresas do mercado turístico hoteleiro.
Habilidades Compreender o empreendedorismo como ferramenta de inovação no
mercado turístico hoteleiro.
Bases Investigação, entendimento, internalização da ação empreendedora e
Tecnológicas abordagem dos seguintes processos: auto-conhecimento, perfil
empreendedor, criatividade, identificação de oportunidades,
desenvolvimento de plano de negócios e visão do mercado empreendedor.
Bibliografia DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando
Básica ideias em negócios. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
SEIFFERT, Peter Quadros. Empreendendo novos negócios em
corporações: estratégias, processo e melhores práticas. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito
empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2004.
Bibliografia DOLABELA, Fernando. Segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e um
Complementar plano de negócios. São Paulo: Cultura Editores Associados, 2008.
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de empreendedorismo e gestão:
fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003.
HISRICH, Robert D. Empreendedorismo. 5. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2004.
SOUZA, Eda Castro Lucas de; GUIMARÃES, Tomás de Aquino (Orgs).
Empreendedorismo além do plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2006.
SERTEK, Paulo. Empreendedorismo. 4. ed. Curitiba: IBPEX, 2007.
53

Unidade Curricular: História e Cultura Afro-brasileira e Indígena


Carga horária: 72 h/a
Competências Conhecer as contribuições dos povos de origem africana e indígena na
formação da cultura brasileira nos aspectos da língua, literatura, religiões,
nas artes e gastronomia. Compreender a importância da influência
africana e indígena para a construção de uma identidade nacional.
Habilidades Identificar e reconhecer os elementos culturais de origem africana e
indígena nas diferentes manifestações da cultura brasileira. Aplicar os
conhecimentos teóricos na prática social da atividade turística e hoteleira.
Bases Reflexões sobre os aspectos caracterizadores da formação cultural
Tecnológicas brasileira: história e memória dos povos Afro-brasileiros e indígenas. As
diversidades culturais delineadas através das singularidades nas línguas,
nas religiões, nos símbolos, nas artes e nas literaturas. O legado dos povos
Quilombolas e Guarani.
Bibliografia MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. 2.
Básica ed. São Paulo: Contexto, 2014.
GOMES, Mercio Pereira. Os índios e o Brasil. São Paulo: Contexto,
2012.
MORAES, Bruno M., et al. A questão indígena. Brasília. Gazeta
Jurídica, 2013.
Bibliografia CONDURU, Roberto. Arte Afro-Brasileira. Belo Horizonte: Arte, 2012.
Complementar GUARANI, Emerson; PREZIA, Benedito. A criação do mundo e outras
belas histórias indígenas. São Paulo: Formato, 2011.
LOPES, Nei. Dicionário literário afro-brasileiro. Rio de Janeiro: Pallas,
2011.
MELO, Elisabete. História da África e afro-brasileira: em busca de
nossas origens. São Paulo: Selo Negro, 2010.
BRASILEIRO, Jeremias. Cultura afro-brasileira na escola: o congado
em sala de aula. São Paulo: Ícone, 2010.
54

Unidade Curricular Optativa: Libras – Língua Brasileira de Sinais


Carga horária: 72 h/a
Competências Compreender a Língua Brasileira de Sinais como meio de comunicação
necessário para atendimento em meios de hospedagem, alimentos e
bebidas e similares.
Habilidades Aplicar o conhecimento básico com o uso do Alfabeto Manual e as Libras.
Comunicação e interpretação através da Língua Brasileira de Sinais.
Bases Discussão quanto ao papel da Língua Brasileira de Sinais e o
Tecnológicas conhecimento a respeito. Transcrição para libras, as configurações da mão
e estrutura sintática. Possibilitar a comunicação visual e gestual entre
surdos e ouvintes, divulgar a língua, a cultura e a comunidade surda.
Bibliografia GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa? crença e preconceitos em
Básica torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009.
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: conhecimento além dos
sinais. São Paulo: Pearson, 2011.
LACERDA, Cristina B. F. de. Intérprete de libras: em atuação na
educação infantil e no ensino fundamental. Porto Alegre: Mediação, 2009.
Bibliografia HONORA, Marcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado
Complementar de língua brasileira de sinais. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009. V 1.
HONORA, Marcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado
de língua brasileira de sinais. 2. ed. São Paulo: Ciranda Cultural, 2010.
V 2.
QUADROS, Ronice M.; KARNOPP, Lodenir B. Língua de sinais
brasileira. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SKLIAR, Carlos. (Org.) Surdez: Um olhar sobre as diferenças. 2. ed.
Porto Alegre: Mediação, 2001.
GOLDFELD, Marcia. Criança surda: linguagem e cognição numa
perspectiva sociointeracionista. 2. ed. São Paulo: Plexus, 2002.

 As obras de bibliografias básicas e complementares para o curso devem ser solicitadas pelos
professores no semestre corrente ao coordenador do curso para aquisição no semestre
seguinte e atualização do Projeto Político Pedagógico.

2.7 METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM

O desenvolvimento das habilidades cognitivas têm como base os processos de ensino-


aprendizagem que quando significativos produzem mudanças nos conhecimentos,
comportamentos e ações das pessoas.
O processo de ensino-aprendizagem baseado na junção entre teoria e prática provoca
mudanças nas habilidades e conhecimentos prévios e contribui na construção de novos
conhecimentos. Portanto, metodologicamente se faz necessário primeiro compreender os
valores das pessoas envolvidas para definir objetivos comumente reconhecidos como
55

significativos e só então o professor aproxima-se das competências do aluno para acionar suas
várias habilidades, sejam elas cognitivas, sociais, afetivas ou de ação.
A metodologia do Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria busca a totalidade do
conhecimento, respeitando a especificidade das disciplinas levando em conta a
interdisciplinaridade e a indissociabilidade entre o ensino, iniciação científica e extensão.
O Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria enfatiza as metodologias e tecnologias
que levem em conta as características e os aspectos inovadores do curso, sua inserção na
realidade local e regional, favorecendo a formação de profissionais com visão holística e
crítica da realidade. O aspecto da regionalidade é um dos principais enfoques no
desenvolvimento dos conteúdos.
A metodologia utilizada deve conduzir ao desenvolvimento do raciocínio e à reflexão
crítica, associando aulas expositivas com seminários, discussão de textos, estudos de caso,
visitas técnicas, e desenvolvimento de atividades práticas. São utilizados também os
laboratórios de informática para uso de softwares de automação hoteleira, e laboratório de
Alimentos e Bebidas para realização de aulas práticas no Módulo de A&B.
A formação deverá garantir a constituição das competências objetivadas na área
profissional, contemplando diferentes âmbitos do conhecimento profissional.

2.8 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

No Projeto original, não está previsto o TCC. O que buscou-se para as turmas até o
presente momento, foi a apresentação de um projeto elaborado em conjunto com duas
unidades curriculares: Desenvolvimento de Projetos e Empreendedorismo.
O(s) professores(s) destas unidades desenvolvem um projeto interdisciplinar, inclusive
analisando a sua viabilidade econômica, sendo a avaliação responsabilidade única do
professor da unidade curricular.

2.9 MECANISMOS DE APOIO AO DISCENTE

Em observância a legislação, com o advento da Lei nº 11.788/08, o Serviço de


Atendimento ao Estudante - SAE possui a função de promover uma relação entre a teoria e
prática que contemple os conceitos desenvolvidos em sala, desenvolvendo a relação de ensino
e aprendizagem. Observando este contexto a FUCAP, por meio do SAE, desenvolve
56

mecanismos de orientação e encaminhamento profissional, obedecendo aos precedentes legais


e a relação com os cursos da FUCAP.
Dentre as principais atividades deste setor, encontram-se:

 Desenvolvimento de convênios com empresas para a oferta de oportunidades de


Estágio;
 Controle dos Termos de Convênio, de Compromisso e Plano de Trabalho;
 Orientação, com o auxílio das atividades de membros do corpo docente,
devidamente habilitados para tal função;
 Monitoria e controle do Plano de Trabalho e análise in loco e do relatório
solicitado ao estagiário;
 Encaminhamento para atendimento psicopedagógico;
 Demais atividades regulamentadas pela lei.

As políticas de atendimento ao estudante e aos egressos da FUCAP contemplam a


oferta de condições de acessibilidade e permanência dos acadêmicos, promovendo um
programa de acompanhamento, ainda em construção, mas que permite a inserção e o
monitoramento deste acadêmico, sobretudo em suas condições profissionais, sem que seja
quebrado o vínculo com a Instituição. Neste sentido, a FUCAP deve proporcionar um
programa curricular que permita a formação humana e profissional convergentes entre si a
partir de um corpo docente qualificado, uma infraestrutura adequada e um corpo-técnico
administrativo sustentado nestes pressupostos.
A Instituição tem disseminado uma cultura vinculada ao atendimento das necessidades
do entorno, procurando investir recursos na construção de uma estrutura qualificada e
promover um fluxo de informações pautadas nas premissas da indissociabilidade entre o
ensino, iniciação científica e extensão. Desse modo, contribuindo para diminuir e evitar a
centralização das informações acadêmicas e a duplicidade de trabalho entre a Secretaria
Acadêmica e os Coordenadores de Curso.
O objetivo deste procedimento é disponibilizar uma estrutura para a comunidade
acadêmica, por meio da detecção de problemas referentes à produção de conhecimento. Desse
modo, os acadêmicos da FUCAP encontram à sua disposição, dentre outras, algumas
facilidades no qual se destacam a Biblioteca, os Laboratórios de Informática, a Internet, as
Salas de Aula, o Manual do Acadêmico, a Secretaria e o sistema UNIMESTRE.
57

A Biblioteca da FUCAP conta com um sistema que permite identificar a


disponibilidade de seus títulos para consultas, empréstimos e pesquisas. Os alunos dispõem de
uma biblioteca com acesso direto ao acervo, contando com materiais especiais de consulta –
TCC’s – periódicos e salas climatizadas para estudo. Lá, ainda, o acadêmico pode receber
orientações para a normatização de trabalhos técnico-científicos e de pesquisa bibliográfica.
Na FUCAP, os egressos constituem grupos institucionais que não tem seu vínculo
quebrado após a conclusão do curso. Por este fato, os Gestores e Coordenadores de curso
buscam estar próximos a estes acadêmicos, sempre que assim possível for. Neste caso, com
vias a promover a permanência e o fortalecimento dos laços institucionais, a FUCAP ensejou
programas de educação continuada, extensão e, sobretudo, de Pós-Graduação Lato Sensu.

2.10 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO

A FUCAP, por meio da Comissão Própria de Avaliação, responsável pelos processos


de Auto Avaliação, Avaliação Externa e Avaliação das Condições de Ensino, em consonância
com o Conselho Superior, adotará um sistema de controle e acompanhamento da evolução
geral do corpo docente a cada semestre, propondo melhorias, correções e apontamentos
estratégicos, nos aspectos deficitários. Concomitantemente, a CPA-FUCAP acompanhará a
evolução isolada de cada professor, da disciplina e suas inter-relações com as demais e do
desempenho dos docentes, intervindo quando julgar necessário e adotando medidas que visam
a melhoria no desenvolvimento dos conteúdos e no aproveitamento dos acadêmicos, por meio
do processo da avaliação.
Caberá à CPA: a avaliação do desempenho dos docentes; a sugestão de cursos de
aperfeiçoamento e capacitação e em último caso, encaminhar considerações e sugerir a
substituição do professor que não corresponder com as expectativas.
A FUCAP, por meio da Comissão Própria de Avaliação, desenvolverá, a cada ano
letivo, um projeto de avaliação baseado nas 10 dimensões propostas pelo SINAES. Pelas
disposições da Lei nº 10.861/04, a instituição busca apurar as informações relevantes sobre o
desempenho institucional, proporcionando aos dirigentes da FUCAP oportunidades de
análises referentes ao cumprimento da Missão e da Visão Institucional.
Em observância aos processos de avaliação, a cada semestre, a CPA-FUCAP
desenvolverá junto à comunidade acadêmica um processo de sensibilização, corroborando a
importância do processo avaliativo, permitindo que os membros da comunidade conheçam e
58

se integrem com a identidade institucional da FUCAP, contribuindo para a fidedignidade do


processo de avaliação.
Ainda em consonância com a legislação, a CPA-FUCAP será constituída de acordo
com o que se pede, e seu Projeto de Avaliação Institucional disponibilizado à comunidade
acadêmica e apresentado a instituição por meio de simpósios semestrais, com a presença de
toda a comunidade acadêmica.
No âmbito do curso de Hotelaria, a autoavaliação se posiciona como um aspecto
cultural, contribuindo com a consolidação das políticas de ensino para a graduação e,
sobretudo, com o desenvolvimento de aspectos que orientam as reflexões no sentido das
inovações propostas ao currículo. Neste contexto, os resultados do processo são fundamentais
e contribuem para o desenvolvimento das propostas de melhoria no cerne estrutural e
curricular.
A CPA-FUCAP, por meio dos aspectos que consolidam a epistemologia da identidade
da Instituição, coordena os procedimentos avaliativos alicerçados nos pressupostos da
avaliação institucional e de cursos. No sentido da avaliação institucional, sob o amparo das
dimensões do SINAES, a Comissão defende seu projeto de avaliação a partir das premissas de
um aprendizado contínuo e sistemático, o qual sustenta a construção do conhecimento na
Instituição. No contexto do curso, os procedimentos são organizados a partir da orientação
dos instrumentos avaliativos, destacando as investigações no âmbito da organização didático
pedagógica, da estrutura física e do corpo docente.
Os resultados que se referem à organização didático-pedagógica mostram a eficácia
dos aspectos estruturantes da matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria,
onde o processo de formação contempla instrumentos que consolidam os métodos interativos
de ensino.
O Projeto Pedagógico, neste entendimento, é reconhecido pelo corpo social da
FUCAP como sendo um diferencial competitivo, já que enseja, entre diversos aspectos
qualitativos, a reflexão sobre as principais características regionais, inteirando os
conhecimentos necessários a compreensão dos aspectos políticos, sociais e humanos da
sociedade em geral. Neste sentido, o Corpo Docente é reconhecido como um diferencial de
qualidade no âmbito institucional, onde se destaca a eficácia dos métodos de ensino utilizados
e a observância aos aspectos de titulação requeridos à organização acadêmica da FUCAP.
Nos aspectos estruturais, com base na percepção dos agentes da avaliação
institucional, a estrutura física da FUCAP aloca seus usuários de modo satisfatório e permite o
pleno desenvolvimento das aulas, de acordo com a demanda do Curso.
59

As salas de aula e os laboratórios seguem estes pressupostos, obedecem aos aspectos


elencados pelos instrumentos avaliativos, onde se destaca a plena condição de atender a todas
as práticas curriculares. Já a Biblioteca, a partir dos aspectos elencados nos instrumentos de
avaliação, foi reestruturada, sobretudo na questão do acervo, o qual atende plenamente ao
curso.
Neste sentido, destaca-se a contribuição dos resultados da Auto-Avaliação que
permite, entre diversos aspectos, construir um Plano de Desenvolvimento do Acervo e da
Estrutura da Biblioteca.
Cabe destacar que em busca do processo de melhoria contínua a instituição
implementa constantemente ações decorrentes do resultado da avaliação externa. Como a
atualização do acervo bibliográfico, aumento do número de professores titulados, atualização
do PPC, dos laboratórios de Informática e de Alimentos e Bebidas e aquisição de novos
equipamentos multimídia na proporção de um por sala de aula.

2.11 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

A estrutura da FUCAP, em sua unidade sede, tem se consolidado continuamente por


meio de investimentos efetuados pela Mantenedora, incorporando, gradual e continuamente,
mecanismos efetivos para a melhoria da ocupação e utilização do espaço físico da Instituição.
Estes investimentos se traduzem na melhoria do padrão das salas de aula, na elevação da
qualidade geral e a utilização racional das instalações físicas, a modernização dos sistemas de
climatização e iluminação da Instituição, o cuidado com a higiene e a conservação das
dependências.
Por meio dos direcionamentos propostos em seu PDI, a FUCAP busca se consolidar
no ambiente da educação superior por meio de ações dinâmicas e arrojadas, atendendo aos
ensejos da comunidade acadêmica e aos objetivos do processo de formação de seus egressos.
Desse modo, visando à eficácia de seu processo de construção de conhecimento, a Instituição
utiliza instrumentos de tecnologia de informação e comunicação para contribuir com as
atividades de ensino e aprendizagem, especialmente pelo fato da necessidade de inserir o
acadêmico em um contexto voraz, onde a tecnologia de informação e comunicação se faz
presente a todo o momento.
A partir da conjuntura identificada no cenário da profissão, percebe-se que a evolução
tecnológica tem demandado as Instituições a construir e utilizar instrumentos diferenciados
que permitam a interação entre o conhecimento teórico e a prática, envolvendo acadêmicos e
60

docentes no processo de produção de conhecimento e na aplicação de diversos instrumentos


que preconizam a formação da estrutura social da região.
É por isso que a FUCAP disponibiliza ao estudante os laboratórios necessários para
dar suporte ao processo de ensino e aprendizagem, com destaque para os laboratórios de
informática em dois formatos (fixo e móvel) e de Alimentos e Bebidas, sendo que todos
permitem o desenvolvimento de atividades práticas, além de orientar a socialização dos
conhecimentos produzidos.
Ainda se tratando de tecnologias de informação e comunicação, a FUCAP
disponibiliza uma estrutura com diversos pontos de conexão à internet, além de
retroprojetores multimídia (data-show) que estão disponíveis para a utilização dos
professores, considerados recursos e atividades “meio” que orientam o processo formativo e a
socialização de conhecimentos.

2.12 DINÂMICAS DE PRODUÇÃO E PUBLICAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO E


CIENTÍFICO

A Produção Científica, Artística, Cultural ou Tecnológica na FUCAP se esmera em


conseguintes essenciais para a produção de conhecimento em uma esfera social, tendo em
vista a relevância das propostas designadas a este fim, sobretudo no âmbito das Instituições de
Ensino Superior. Sob este aspecto, identifica-se a relevante contribuição dos docentes no
sentido de promover a iniciação científica como um instrumento de ensino e aprendizagem,
exercitando o potencial investigativo dos acadêmicos no sentido de promover conhecimentos
inerentes as suas funções acadêmicas.
A partir desta orientação, a produção de material didático, no âmbito institucional,
deve conter uma relação de atividades alinhadas as dimensões curriculares, incluindo uma
política de iniciação científica concretizada em carga horária docente e infraestrutura de
apoio. Assim, o suporte aos acadêmicos se faz por meio de subvenções pecuniárias, ou não,
promovendo o contato deste acadêmico com o âmbito das investigações. Nesta linha, a
articulação e a proposição de uma política de produção científica que inclua a divulgação,
publicação, relações inter-institucionais, convênios, cooperações e intercâmbios nacionais e
internacionais, quando for o caso.
Por meio de um aporte significativo do Coordenador do Curso, a Instituição preconiza
práticas acadêmicas, sobretudo no âmbito do ensino e aprendizagem, que permitam a
construção de conhecimento, especificamente na área de conhecimento do curso, e que
61

contam com a participação conjunta de professores e acadêmicos. Destaca-se também que, de


acordo com o Plano de Carreira da FUCAP, os docentes são incentivados a produzir um
material didático por semestre, seja ele apostila, livros ou o que se fizer necessário para o
desenvolvimento da disciplina. Para tanto, o material didático produzido deverá utilizar a
bibliografia constante neste PPC.
A iniciação científica apresenta-se como materialização da articulação da construção
do conhecimento. Promovendo a imersão aos conhecimentos específicos do curso e a
percepção social de sua área em diferentes dimensões. Ela tem a finalidade de promover a
inserção dos acadêmicos no âmbito profissiográfico. Aperfeiçoando suas qualificações, por
meio do estudo e pela construção da informação relacionada ao Curso de Graduação.
Corroborando a possibilidade de desenvolvimento de competências e habilidades específicas
a profissão, além de conhecimentos, valores e atitudes essenciais ao exercício da cidadania.

2.13 MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES E DISCENTES

O emprego de meios apropriados para adquirir os conhecimentos teóricos passa,


necessariamente, pela prática que ultrapasse a experiência empírica e contribua para a
formação de aprendizagem com conteúdo e estrutura apropriados. Esse processo só é possível
com a adequada interação entre docentes e discentes. O que se busca são modelos que visem a
compreensão não fragmentado do conhecimento, onde, o professor não é apenas o transmissor
de conhecimentos mas o provocador de saberes na sua totalidade.
Por uma questão ética, o conhecimento, por representar uma forma de poder, deve ser
tratado como um modo de os estudantes expandirem e aprofundarem a compreensão de si
próprios e de seu mundo, uma vez que pode ajudar as pessoas a ter certo controle sobre suas
próprias vidas. Numa sociedade democrática, o exercício da cidadania pressupõe a capacidade
de procurar resoluções inteligentes para seus problemas tanto individuais quanto os que
demandam uma ação coletiva. Um sistema de ensino que tenha esta preocupação não pode
prescindir de tratar de questões relevantes para os alunos e de integrar saberes disciplinares
com os professores.
Nesse contexto, a interação entre docentes e discentes tem como base as habilidades e
os conhecimentos prévios dos alunos, a cooperação dos alunos entre si e, principalmente, a
iniciativa dos professores no intuito de propiciar novas habilidades e competências a elas
relacionadas. Caberá aos professores e alunos envolvidos nos processos discutir temas ligados
a elementos teórico-práticos concretos para o conhecimento e intervenção na realidade
62

sociocultural do cotidiano da área de formação profissional do curso.


Para tanto a prática pedagógica do professor deve:
a) Privilegiar a aprendizagem, tendo o professor como mediador;
b) Oferecer oportunidades de práticas simuladas ou em condições reais de
trabalho paralelas ao ensino dos conteúdos teóricos;
c) Dar ênfase às metodologias que possam desenvolver o espírito crítico, a
análise e reflexão do aluno;
d) Garantir a participação efetiva dos alunos nas aulas expositivas e
demonstrativas;
e) Estimular a aquisição de competências, habilidades e atitudes.

Os professores são estimulados a desenvolver situações-problema conjuntamente com


seus alunos considerando ainda, a interdisciplinaridade e técnicas que envolvam estudo de
caso.
Importante destacar que todo esse processo é considerado no curso de capacitação dos
docentes bem como na elaboração dos planos de ensino de cada disciplina.

2.14 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E


APRENDIZAGEM

O Processo de avaliação do ensino e aprendizagem, no Curso Superior de Tecnologia


em Hotelaria, observará as disposições dos regulamentos internos da FUCAP e seu
Regimento Geral.
A avaliação deverá ser orientada pelo currículo, denotando uma ideia global de
princípios e macro conceitual de referências que se concretiza em práticas acadêmicas
específicas. No curso de Hotelaria a avaliação considera o processo como conhecer, constatar,
dialogar, indagar, argumentar, deliberar, raciocinar e aprender. Servindo como ponto de
referência da prática e conhecimento da qualidade dos processos e dos resultados. Destarte, os
envolvidos devem ser norteados por uma intenção formativa.
Portanto a avaliação torna-se um mecanismo de auxílio que possui o fim de esclarecer
objetivos, significados e metas da educação, se consolidando como um processo para
determinar a eficácia dos envolvidos na qualificação do ensino. Considerando tais
63

informações em conjunto com a possibilidade de ter, na avaliação, um instrumento norteador


de ações corretivas a serem tomadas pelo professor.
O Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria da FUCAP estabelece princípios para a
ação avaliativa:
 É parte integrante do processo de ensino/aprendizagem e não deverá ser
desenvolvida sem estar estreitamente relacionada aos referenciais pedagógicos e
metodológicos que norteiam o curso;
 Os processos avaliativos terão sentido se forem tomados como instrumentos de
retroalimentação dos processos de aprendizagem que caracterizam o curso;
 Os processos de avaliação deverão estar incrustados às competências e habilidades
do perfil profissiográfico do curso;
 No caso do desempenho acadêmico ela deverá levar em conta, sempre que possível,
às competências e habilidades relacionadas à articulação entre teoria e prática, à produção de
conhecimentos, à aplicação dos conhecimentos em situações reais e à resolução de problemas;
 Os instrumentos de avaliação deverão ser elaborados e selecionados atendendo às
especificidades dos componentes curriculares que compõem o curso, respeitando a
diversidade de instrumentos;
 A avaliação deverá ser clara, para docentes e discentes, e não poderá se limitar ao
domínio cognitivo e memorístico da aprendizagem;
 Deverá ser contínua, ocorrendo durante o processo como um todo, e envolvendo o
julgamento dos alunos, uma vez que o processo como um todo e todos os envolvidos devem
ser avaliados.

De acordo com o Parecer CNE/CES Nº 269, aprovado em 16/09/2004, as instituições


devem adotar formas específicas e alternativas de avaliação internas e externas, que sejam
sistemáticas e envolvam todos quantos se contenham no processo do curso. Devem ainda ser
centradas em aspectos considerados fundamentais para a identificação do perfil do formando,
estando presente o desempenho da relação professor e aluno.
Em consonância com esta proposta a FUCAP adotará um sistema de avaliação de
aprendizagem que contemple todas as esferas do desenvolvimento acadêmico e pedagógico,
visto que é importante analisar este desenvolvimento, uma vez que preconizado em todas as
esferas. Tudo será definido pelo Colegiado no decorrer da implementação operacional do
curso.
64

2.15 PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PREVISTAS

2.15.1 Atividade de Extensão

O Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria incentiva seus alunos à participação nas


atividades extra-classe através da realização de palestras, mini-cursos, organização de
eventos, entre outras atividades práticas com o intuito de disseminar o conhecimento
adquirido em sala de aula. As disciplinas atuantes nestas atividades são: controle
higiênico-sanitário, governança, eventos, alimentos e bebidas, entre outras, sendo
responsabilidade dos professores da área o acompanhamento e avaliação dos mesmos.

2.15.2 Interdisciplinaridade

Entende-se por interdisciplinaridade, a elaboração de atividades entre duas ou mais


ciências. Para a aquisição das competências apresentadas neste projeto para o Tecnólogo em
Hotelaria, o aluno necessariamente deve sair do ensino tradicional, do modelo cartesiano e
partir para experiências sistêmicas, observando, estudando o todo, para compreensão da
realidade e principalmente para a formação do sujeito autônomo.
A Faculdade Capivari prioriza em todos os seus cursos práticas pedagógicas
interdisciplinares, para isso, em praticamente todas as reuniões pedagógicas com os docentes
são realizadas atividades, discussões, leitura de textos sobre como trabalhar a
interdisciplinariedade. Para muitos docentes, esta prática já faz parte do processo ensino
aprendizagem, com diversas ações realizadas, como visitas técnicas orientadas
interdisciplinarmente, organização de eventos em sintonia com outra unidade curricular,
pesquisa em hotel, elaboração de plano de negócio tratando de ações interdisciplinar nas áreas
de contabilidade, marketing, empreendedorismo e desenvolvimento de projeto, entre outras
atividades.
Os acordos de cooperação entre a Faculdade e empresas de hospedagem, alimentos e
bebidas e similares, visam as atividades interdisciplinares com maior efetividade e de maior
facilidade para o processo de assimilação do conhecimento por parte dos acadêmicos.
Como forma de interdisciplinaridade, semestralmente, quando possível, são realizadas
visitas técnicas que englobam a maioria, quando não todas, das unidades curriculares. Com
este propósito, os professores realizam atividades acadêmicas interligando o conteúdo
apreendido em sala de aula com as situações práticas vivenciadas na visita.
65

2.15.3 Atividade Prática Extra-Classe (APEC)

Em cada unidade curricular há a realização de uma Atividade Prática Extra-Classe


(APEC), que pode equivaler à carga horária prática de 15 (quinze) horas, ou equivalente,
conforme cada disciplina conforme a matriz curricular. Nesta prática pedagógica, os
acadêmicos, orientados pelo professor da unidade curricular, são encaminhados ao âmbito
empresarial para desenvolvem atividade extra-classe, como: pesquisas, projetos, levantamento
de dados, entrevistas, estudos de caso, entre outros.
O principal objetivo desta atividade é promover o relacionamento dos alunos com as
empresas de hospedagem, alimentos e bebidas e similares, fazendo com que, desde o primeiro
módulo, o acadêmico tenha contato com o ambiente de trabalho, além de possibilitar contatos
profissionais e interpessoais.

2.15.4 Visitas Técnicas

A coordenação do curso, semestralmente, compromete-se no oferecimento e realização


de uma visita técnica à empreendimentos e organizações da área de hotelaria e turismo.
Em virtude do tecnólogo ter a necessidade da visualização prática do conhecimento, e
considerando a não obrigatoriedade de estágio curricular obrigatório, as visitas técnicas
proporcionadas são mais uma forma de integrar o aluno com o ambiente profissional. A
realização desta atividade proporciona ao aluno a visão sistêmica e holística do
funcionamento das empresas da área de hospitalidade. Através da visita técnica, o aluno
observa as ações desenvolvidas pelas empresas de maneira crítica e reflexiva, aumentando o
seu conhecimento sobre o tema.

2.15.5 Cursos de Extensão

Como maneira de complementar as atividades desenvolvidas no ambiente sala de aula


e com a finalidade de proporcionar o máximo de oportunidades de informação e
conhecimento aos alunos, a coordenação do curso, semestralmente, compromete-se no
oferecimento e realização de, pelo menos um curso de extensão na área de interesse de
hotelaria e turismo.
66

3 CORPO DOCENTE

3.1 ATUAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE

O Núcleo Docente Estruturante - NDE é uma instância de deliberação e discussão da


instituição que tem como objetivo implementar, acompanhar e avaliar permanentemente o
Projeto Pedagógico dos Cursos (PPC) com a responsabilidade de implantar e consolidar os
mesmos. São atribuições do NDE:

 Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;


 Analisar, anualmente, o PPC e propor alterações para possíveis adequações às
diretrizes curriculares nacionais e aos avanços no campo do ensino, da
iniciação científica, da extensão e das práticas contemporâneas e sua
articulação com projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI), como forma de zelar pela integração
curricular interdisciplinar;
 Analisar e avaliar os planos de ensino a luz do PPC, recomendando à
Coordenadoria dos Cursos possíveis alterações;
 Propor melhorias na qualidade do ensino ofertado através de indicação de
formas de incentivo à iniciação científica alinhados com a formação
profissional do alunado.

O coordenador do Curso deve proporcionar adequada articulação do NDE com o


Colegiado do Curso, com o objetivo de aprimorar o processo de oferta do curso e o
cumprimento das normas legais aplicáveis. Cabe à Coordenação do Curso oferecer apoio
técnico-administrativo ao NDE para o seu pleno funcionamento.
Nesse contexto, a FUCAP enseja a qualidade do programa curricular a partir do
envolvimento direto de professores titulados e, portanto, o NDE funda-se por meio da
deliberação do Conselho Superior da Instituição, que avalizou suas atividades por meio da
Portaria Institucional, permitindo que a equipe de Docentes participe e controle a
implementação do Projeto do Curso.
No que se refere às suas atribuições, o NDE visa o planejamento e controle da
implementação do Projeto Pedagógico, refletindo e discutindo suas especificidades no âmbito
67

do Curso. As atividades são coordenadas pelo Professor Coordenador do Curso, sendo esse o
presidente do núcleo e o responsável direto por coordenar as reuniões e as demais reflexões
do grupo de professores.
A atuação do NDE é condicionada a um regulamento próprio e plenamente discutida
no contexto do colegiado do curso, o qual é responsável por direcionar as reflexões do núcleo
e lavrá-las a partir de uma reflexão final vinculada a cada atividade determinada. Dentre as
principais atribuições do NDE, destacam-se aquelas vinculadas a elaboração do projeto do
Curso, definindo a concepção e os fundamentos curriculares para o ensino, especificamente
visando a estruturação dos conteúdos.
O NDE do curso é responsável por analisar e fazer as considerações necessárias à
obtenção dos objetivos do curso, especificamente a partir das perspectivas que se arrolam à
área de conhecimento. Cabe ainda ao núcleo a condução dos trabalhos de estruturação das
atividades curriculares e análise dos instrumentos de avaliação, respeitando os princípios
metodológicos propostos pelo Colegiado do Curso, bem como supervisionar as formas de
avaliação e acompanhamento do curso, avaliar os planos de ensino e demais matérias que
compõem o escopo curricular de cada disciplina.
O NDE do Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria, é formado pelos seguintes
professores:

DADOS DO NDE DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA

Nome Titulação R.T

Janine Koenig Soares Mestre Integral


Nelson Granemann Casagrande Doutor Integral
Ana Paula Matias Mestre Integral
Emillie Michels Mestre Integral
Magda Ternes Dittrich Mestre Parcial

3.2 ATUAÇÃO DO COORDENADOR

Os aspectos que norteiam a formação no âmbito da gestão do ensino superior


requerem uma capacitação adequada e inerente ao desenvolvimento dos aspectos estruturantes
do Curso. Neste sentido, a FUCAP dispõe de um profissional capacitado e com ampla
experiência acadêmica e profissional para o exercício das funções de Coordenador de Curso.
68

A Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria é exercida pela Profª


Msc. Janine Koenig Soares. O regime de trabalho do Coordenador corresponde ao que é
citado pelos manuais e roteiros avaliativos como sendo o Regime Integral. Neste caso, a
Coordenadora desenvolve suas funções gerenciais, acadêmicas e estratégicas no âmbito do
curso e da Instituição, compreendendo 40 horas semanais sendo, no mínimo 20 horas
dedicadas à contribuição em projetos institucionais estritamente vinculados à formação
discente, atendimento discente e docente.
Nas considerações referentes à sua titulação, a Coordenadora do Curso Superior de
Tecnologia em Hotelaria da FUCAP, possui Mestrado em Turismo e Hotelaria (UNIVALI) e
Graduação em Turismo (Escola Superior de Turismo e Hotelaria).
Com base nestes pressupostos, a Coordenadora do Curso desenvolve suas funções
específicas e de acordo com as orientações ensejadas pelo curso, destacando sua atividade no
âmbito corporativo e acadêmico, sustentado pela sua formação acadêmica e pelas
competências de suas atividades corporativas e empresariais. Há de se destacar, portanto, que
a Coordenadora do Curso, com experiência no Ensino desde 2000, está em plena dedicação à
gestão do curso, caracterizando um procedimento claro de atendimento ao corpo social e
promovendo a inserção institucional por meio do diálogo claro, transparente e influente,
sempre amparado nos aspectos direcionados pelo Projeto do Curso.
No contexto de suas funções gerenciais, a Coordenadora enseja a contribuição no
sentido do planejamento do semestre, especificamente na seleção dos conteúdos a serem
discutidos nas disciplinas durante o semestre letivo. Ainda neste sentido, a Coordenadora
busca desenvolver sistemáticas de qualificação de seu corpo docente, sobretudo direcionando
ações que serão pleiteadas durante o semestre, vinculando as principais necessidades
identificadas na avaliação interna, as quais apresentam aderência com a atividade docente.
Nas funções acadêmicas, considerando o vínculo relacionado aos aspectos gerenciais,
a Coordenadora busca conhecer o perfil de seu alunado, verificando as principais
especificidades deste público, no sentido de promover ações que visem o posicionamento dos
métodos de ensino e dos aspectos que qualificam a estrutura curricular do Curso. Esta atuação
torna-se destacada, sobretudo, em função da necessidade evidente da participação do
Coordenador como agente de mudança no âmbito do curso.
Neste sentido, nas horas que determinam o acompanhamento a estes acadêmicos,
destacam-se o planejamento efetivo na busca de projetos que possuam aderência com o
currículo, sobretudo os que permitam vincular os acadêmicos que buscam uma oportunidade
69

de inserção profissional. A coordenação é atendida por uma secretaria e por toda uma
estrutura administrativa de apoio acadêmico baseada nesta secretaria.

3.3 INFORMAÇÕES DO CORPO DOCENTE DO CURSO

O texto constitucional, sob a égide do capítulo direcionado a Educação, traz o conceito


da Universidade, direcionando suas atividades no sentido da busca constante pela
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Neste sentido, estas instituições ensejam
um amparo substantivo de pesquisadores, especificamente os que possuam uma formação no
âmbito do Doutoramento.
Com o advento da democratização do ensino superior, especificamente por meio da
atuação das instituições privadas, destaca-se uma nova formação arrolada ao perfil docente, o
qual enseja a compreensão dos aspectos curriculares, mas também busca evidenciar a relação
entre teoria e prática na formação do egresso. Contudo, é evidente a preocupação relativa à
titulação acadêmica, já que esta é imprescindível a atuação docente e substantiva na
construção de uma estrutura vinculada a qualidade.
A FUCAP enseja um perfil docente que busque a convergência de esforços na
consolidação de uma identidade construída no alicerce do ensino por qualidade. Destarte, a
Instituição se esmera por desenvolver competências no sentido de qualificar os docentes no
âmbito de sua identidade e, sobretudo, promover um entendimento da complexidade dos
diversos perfis sociais envolvidos com o ensino superior.
Nesta ótica, com base nos registros institucionais, a Instituição obedece ao disposto no
instrumento de avaliação de cursos. A partir desta orientação, a Instituição enseja a
observância da Portaria 23/2010, a qual propõe uma nova métrica para a mensuração do
Conceito Preliminar de Curso e, consequentemente, do Índice Geral de Cursos. Neste sentido,
a FUCAP vale-se da prerrogativa de manter professores com o título de Mestre em seu corpo
docente, valorizando a experiência acadêmica destes profissionais e ensejando a relação
destes profissionais com os demais docentes com título de especialista, sobretudo no âmbito
da troca de experiências profissionais.
Os dados estratificados do perfil docente do Curso Superior de Tecnologia em
Hotelaria encontram-se descritos a seguir.
70

Regime de Experiencia Experiecia no


Nome Maior Titulação
Trabalho Profissional Magisterio
Ana Paula Matias Integral Mestrado 12 5

Carla Leticia Ferreira


Horista Especialização 25 0
Rigotti Silva

Eleine Teixeira Pereira


Integral Especialização 19 6
de Medeiros

Eliane Duarte Ferreira Parcial Mestrado 28 11

Emillie Michels Integral Mestrado 11 7


Eunice Alves
Horista Especialização 30 7
Nascimento

Fabricio de Medeiros
Horista Especialização 11 6
Medeiros

Ilane Frank da Silva Horista Mestrado 8 4

Janine Koenig Soares Integral Mestrado 2 15


Magda Ternes Dittrich Parcial Mestrado 18 9
Mauricio Dobiez Horista Especialização 5 2

Mirian Gorete Ribeiro Parcial Mestrado 15 5

Nelson Granemann
Integral Doutorado 26 16
Casagrande

Pedro Paulo Gonçalves Horista Especialização 34 6

Rodolfo Lucas Bortoluzi Parcial Mestrado 6 2

Rodrigo Luvizotto Horista Doutorado 2 3


Solange Machado
Horista Mestrado 6 14
Moretto

Outro aspecto a se destacar é a evidencia positiva da qualidade docente na FUCAP, ao passo


da identificação dos resultados da avaliação interna. De modo sistemático, e já incutido na
cultura da Instituição, a Avaliação das atribuições docente é parte integrante do programa de
Avaliação Interna da FUCAP.
Os resultados, desde a concepção do curso e a partir da contribuição dos acadêmicos,
retratam a percepção da qualidade do corpo docente, sobretudo na observância dos aspectos
curriculares e na relevância didática delineada no âmbito da transmissão do conhecimento.
71

O processo de consolidação da Pós-Graduação no Brasil trouxe diversos benefícios ao


fomento de práticas de ensino e aprendizagem no âmbito da Educação Superior,
especialmente em função de processos de qualificação da força operacional de trabalho das
Instituições. Anualmente, de acordo com o Plano Nacional de Pós-Graduação, aumentam os
indicadores de titulação e os profissionais titulados passam a se tornar aptos ao
desenvolvimento de atividades de docência na educação superior. Mesmo com este aumento,
ainda é importante destacar que algumas áreas não são devidamente acolhidas com a
formação adequada, sobretudo em função da necessidade de se atentar para a valorização da
profissão.
As políticas educacionais propostas pelo Plano Nacional da Educação, passam a
nortear o importante fundamento de se constituir um corpo docente qualificado e apto a
desenvolver atividades de aprendizagem pautadas na reflexão crítica e na produção de
conhecimento. Contudo, áreas profissionais prioritárias para o desenvolvimento do país ainda
não são atendidas com a formação de Doutores, tornando difícil a alocação de profissionais
com este tipo de titulação.
Mesmo assim a FUCAP se esmera para atender a esta estrutura, sobretudo pelo fato
substantivo de permitir uma formação integral do acadêmico egresso do curso. Com um perfil
voltado para as atividades técnicas, o curso da FUCAP preza pela valorização dos professores
não doutores, tendo nestes profissionais os principais responsáveis pela integração entre a
teoria e prática em âmbito profissional. Contudo, a Instituição busca nos professores Doutores
o equilíbrio necessário entre o tecnicismo e a epistemologia, fomentando competências nos
projetos pedagógicos que são fundamentais para o desenvolvimento da profissão.
No momento em que preconiza o desenvolvimento de seu quadro docente e a estrutura
curricular modular do curso, a FUCAP entende que a formação do corpo docente deve levar
em sua estrutura o equilíbrio entre o profissional e a ciência, permitindo que o acadêmico
possa vivenciar as atividades necessárias para sua formação.
A partir dos aspectos inerentes a identidade da FUCAP, busca-se a consolidação das
atividades docentes a partir da atividade destes agentes no contexto de seus cursos.
A democratização do Ensino Superior no Brasil remete a uma reflexão sobre a
importância da experiência profissional dos docentes, sobretudo na busca pela aderência entre
suas atividades de formação e o que desenvolvem em suas atividades no mercado de trabalho.
Neste sentido, é importante evidenciar que tal fato pode inviabilizar a presença dos docentes
em tempo integral na Instituição.
72

Com base nestas perspectivas, a Instituição busca profissionais que possam contribuir
com suas experiências e que busquem compreender a complexidade inerente ao ensino
superior, sobretudo em seu âmbito privado. Neste caso, busca-se a contratação de professores
que contribuam de maneira parcial, os quais participam das reflexões no sentido de consolidar
os aspectos curriculares e operacionais do curso.
Destaca-se ainda, a oportunidade de participação nas instâncias decisórias da
instituição e a colaboração nos projetos institucionais, determinando um clima organizacional
favorável, tal como elenca um dos valores institucionais. Estes elementos perfazem um
conjunto de programas, e quando bem integrados e coerentes entre si, possibilitam o
estabelecimento de indicadores da melhoria da atuação docente na Instituição.
A FUCAP pauta seu relacionamento com o corpo docente e técnico-administrativo
mediante a implementação de políticas de relações humanas, sob a orientação de seus valores
e devidamente vinculados à sua missão. Este processo evidencia a importância do profissional
como ser humano e participante ativo das estratégias da Instituição.
Para o Regime Horista, os docentes serão contratados com base na legislação
trabalhista vigente e na Convenção Coletiva de Trabalho, abrangendo a categoria econômica
dos estabelecimentos particulares de ensino e a categoria profissional dos professores. Este
regime estabelece que o professor horista não poderá ultrapassar a carga horária semanal de
36 horas e também deve proporcionar a remuneração por qualquer atividade desenvolvida
além das atuações vinculadas ao salário-aula. O que estiver acima destas considerações, passa
a ser enquadrado como professor em regime de trabalho parcial. Já aos membros do corpo
docente em Regime de Tempo Integral são indicados pela Mantenedora e desempenham
atividades acadêmicas designadas pelo Diretor Geral da SECAB, especificamente
direcionadas ao planejamento e avaliação curricular ou institucional.
Os índices mostrados revelam os desafios de uma instituição particular, situada na
região sul do estado de Santa Catarina e exposta a uma alta concorrência local. Para se manter
nesse mercado competitivo e carente de professores titulados, a FUCAP, com base nas
inferências da CPA, deve destinar recursos oriundos de sua receita de anuidades para
qualificação dos docentes, ofertando bolsas, ou incentivos de estudos, para cursos de
Mestrado e Doutorado em instituições nacionais devidamente recomendadas pela CAPES.
73

3.4 O COLEGIADO DO CURSO: ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

Na FUCAP, o Colegiado de Curso possui autonomia significativa no sentido de


deliberar sobre os aspectos inerentes ao desenvolvimento operacional, curricular e estratégico
do Curso. Em específico, este colegiado é responsável por acompanhar a implementação do
Projeto do Curso, propondo as alterações necessárias e discutindo os temas ligados ao
desenvolvimento do currículo.
A composição deste órgão, em específico, obedece ao disposto designado pelos órgãos
reguladores do ensino superior brasileiro, evidenciando a participação do corpo social da
Instituição no sentido de promover uma reflexão especifica relacionada a matéria determinada
pela FUCAP. Neste caso, este órgão se compõe de membros de participação proativa na
Instituição, onde se destaca o Coordenador de Curso, os Docentes que compõem o corpo de
professores do Curso e dois acadêmicos que são indicados pela Direção Geral, com a
anuência do Coordenador de Curso.
Dentre as principais atividades deste órgão, destacam-se àquelas vinculadas as
deliberações normativas do ensino, sob a jurisdição superior do curso em matéria que não seja
de competência da Direção Geral de ensino. De igual modo, este órgão deve conhecer e
deliberar sobre assuntos de natureza técnica, administrativa e funcional, elaborando normas de
funcionamento e organização do curso de Engenharia Mecânica.
Referente ao desenvolvimento do Curso, o Colegiado deve apreciar a proposta
operacional do curso, contribuindo com as sugestões e considerações que se façam pertinentes
no que se refere à operação técnica e curricular do programa.
Ainda no âmbito de suas atividades, conforme o Art. 19 do Regimento Geral da
FUCAP (2014, p. 7):

Cada Colegiado é responsável pelo planejamento, distribuição e execução


das tarefas que lhe são peculiares, em todos os níveis e para todos os fins da
educação superior, em subordinação aos órgãos superiores de coordenação
do ensino.
74

No contexto de suas atividades, devidamente regidas por ato próprio da Instituição,


conforme o Art. 21 do Regimento Geral da FUCAP (2014, p. 7):

O Colegiado reúne-se, ordinariamente, em datas fixadas no calendário


escolar, e, extraordinariamente, quando convocados pelo Coordenador, por
iniciativa própria, por solicitação do Diretor ou a requerimento de dois
terços de seus membros.

As atividades referentes à atuação deste órgão ensejam ações proativas de seus


membros, especificamente no sentido da provocação de reflexões e inferências no âmbito
estrutural do Curso, debatendo opiniões e perspectivas no sentido de estruturar a identidade
do Curso. Conforme do Art. 22 do Regimento Geral da FUCAP (2014, p.7), compete ao
Colegiado de Curso:

I. Elaborar projetos de extensão e supervisionar a sua realização;


II. Apreciar e votar as propostas de alteração do Projeto Pedagógico de
Curso;
III. Opinar sobre o perfil de professores a serem admitidos nos quadros
de educação;
IV. Apreciar e aprovar o calendário anual de atividades do Colegiado;
V. Aprovar manuais e normas de procedimentos, oriundos da área
acadêmica.

Deve-se salientar que, em conjunto com a Comissão Própria de Avaliação, o


Colegiado participa de modo ativo das reflexões relativas a avaliação interna, discutindo as
sugestões e ponderações efetuadas pela CPA no sentido de buscar o epistemio da identidade
institucional e conferindo representatividade significativa sobre os assuntos do Curso.
75

3.5 ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A PRODUÇÃO CIENTÍFICA, TÉCNICA,


ARTISTICA E CULTURAL

A Produção Científica, Artística, Cultural ou Tecnológica na FUCAP se esmera em


conseguintes essenciais para a produção de conhecimento em uma esfera social, tendo em
vista a relevância das propostas designadas a este fim, sobretudo no âmbito das Instituições de
Ensino Superior. Sob este aspecto, identifica-se a relevante contribuição dos docentes no
sentido de promover a pesquisa como um instrumento de ensino e aprendizagem, exercitando
o potencial investigativo dos acadêmicos no sentido de promover conhecimentos inerentes as
suas funções acadêmicas.
No âmbito do ensino superior, o texto constitucional aclama o desenvolvimento da
pesquisa às instituições universitárias, sejam elas Universidades ou Centros Universitários.
Entretanto, tem-se por fato de que os procedimentos metodológicos de pesquisa científica,
promovem um aprendizado substantivo e, desse modo, a qualificação dos procedimentos de
ensino e aprendizagem.
A partir desta orientação, a pesquisa, no âmbito institucional, deve conter uma relação
de atividades alinhadas as dimensões curriculares, incluindo uma política de pesquisa
concretizada em carga horária docente e infraestrutura de apoio. Assim, o suporte aos
acadêmicos se faz por meio de subvenções pecuniárias, ou não, promovendo o contato deste
acadêmico com o âmbito das investigações. Nesta linha, a articulação e a proposição de uma
política de produção científica que inclua a divulgação, publicação, relações
interinstitucionais, convênios, cooperações e intercâmbios nacionais e internacionais, quando
for o caso.
Por meio de um aporte significativo da Coordenadora do Curso, a Instituição
preconiza práticas acadêmicas, sobretudo no âmbito do ensino e aprendizagem, que permitam
a construção de conhecimento, especificamente na área de conhecimento do curso, e que
contam com a participação conjunta de professores e acadêmicos. Destaca-se também que, de
acordo com o Plano de Carreira da FUCAP, os docentes são incentivados a produzir um
material didático por semestre, seja ele apostila, livros ou o que se fizer necessário para o
desenvolvimento da disciplina.
A iniciação científica, é um dos meios de interação entre a teoria e a prática e fator
importante na formação profissional do acadêmico. Esta integração poderá ser realizada por
meio do ensino, iniciação científica e extensão e se dará a partir do momento em que a
76

instituição e o Curso propiciem ao acadêmico a construção de conhecimentos ligados à sua


área de atuação, priorizando sua aplicação no meio social.
Assim sendo a iniciação científica apresenta-se como materialização da articulação da
construção do conhecimento. Promovendo a imersão aos conhecimentos específicos do curso
e a percepção social de sua área em diferentes dimensões. Ela tem a finalidade de promover a
inserção dos acadêmicos no âmbito profissiográfico. Aperfeiçoando suas qualificações, por
meio do estudo e pela construção da informação relacionada ao Curso de Graduação.
Corroborando a possibilidade de desenvolvimento de competências e habilidades específicas
a profissão, além de conhecimentos, valores e atitudes essenciais ao exercício da cidadania.
77

4 INFRAESTRUTURA FÍSICA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS

4.1 GABINETES DE TRABALHO E ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA

A FUCAP, sobretudo em sua estrutura física, possui um caráter dinâmico e sustentado


na orientação de sua oferta a partir dos aspectos qualitativos. Assim sendo, os gestores
institucionais se esmeram em oferecer as condições de trabalho de acordo com as
necessidades de seu corpo social, destacando, neste contexto, o atendimento ao corpo docente,
realizado no âmbito de sua estrutura física.
As instalações da Direção Geral e o complexo de gabinetes na unidade sede abrigam
todos os segmentos deliberativos da Instituição, bem como os órgãos responsáveis pelas
relações institucionais com a comunidade. Na unidade sede, percebe-se que as instalações são
amplas e confortáveis, reservadas aos trabalhos acadêmicos, o que indica que o planejamento
e a orientação para os investimentos devem ser planejadas, mantendo e, se for o caso,
aumentando a qualidade estrutural no processo de crescimento institucional.
Na unidade sede ainda encontram-se as instalações específicas à Secretaria de Registro
Acadêmico e às demais funções acadêmicas da Instituição, cumprindo suas orientações
emendadas nos documentos institucionais. A unidade sede ainda conta com as salas de aulas e
da direção, a salas dos coordenadores de curso, a secretaria de matriculas, a CPA, as salas dos
professores, a cozinha, os banheiros e a lanchonete. Destaca-se, neste contexto, a equipe de
colaboradores responsável por controlar estas atividades, os quais estão devidamente
amparados à gestão institucional.
Complementando as atividades acadêmicas, a FUCAP ainda conta com espaços
específicos e que servem de apoio à integração teórico-prática dos conhecimentos, destacando
o Auditório, com capacidade para 300 pessoas, os dois laboratórios de informática com
capacidade para 50 acadêmicos cada e o laboratório de Alimentos e Bebidas para 40
acadêmicos, a Biblioteca com capacidade plena para o atendimento aos membros do corpo
social. A partir deste registro, percebe-se que a FUCAP, especificamente em sua estrutura
física, contempla uma estrutura devidamente equipada para as deliberações do Coordenador
do Curso e para o atendimento aos professores em vias de reuniões de planejamento curricular
ou demais reflexões que sejam pertinentes. Nesta estrutura, destacam-se as evidencias
tecnológicas, sendo que possuem acesso irrestrito à Internet e atendem de modo suficiente e
pleno os aspectos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e
comodidade.
78

Importa destacar também que a FUCAP apresenta dependências para as atividades dos
Professores contratados em regime de tempo integral, na medida em que existe demanda para
o desenvolvimento de trabalhos interdependentes. As estruturas são compartilhadas com
docentes de outros cursos e ainda são adequadas as necessidades de trabalho dos docentes,
permitindo que exista uma estrutura confortável e aderente as demandas que se apresentam
em função do ensino de qualidade ensejado pela FUCAP.

4.2 ESTRUTURA DA SALA DOS PROFESSORES

A FUCAP pauta seu relacionamento com o corpo docente e técnico-administrativo


mediante a implementação de políticas de relações humanas, sob a orientação de seus valores
e devidamente vinculados à sua missão. Este processo evidencia a importância do profissional
como ser humano e participante ativo das estratégias da Instituição. Neste sentido, a oferta de
condições de trabalho recebe uma considerável atenção, evidenciando a oferenda de uma
estrutura qualificada e que permite o trabalho de acordo com as premissas da qualidade. Sob
este aspecto, destacam-se as salas de aula e os laboratórios climatizados, a sala dos
professores com acesso a internet sem fio assim como em toda a estrutura da FUCAP e que
permite que professores e acadêmicos estejam constantemente em contato. Destaca-se
também, o apoio a reprodução de material didático e de modernos equipamentos audiovisuais
para utilização em sala de aula.
Em linhas gerais, o ambiente de trabalho na Instituição oferece condições para o
trabalho docente, sobretudo ao ofertar um ambiente para reflexões e discussões sobre a
construção curricular direcionada ao semestre letivo. Além disso, a Direção Geral da
Instituição oferece condições para que as reflexões gerais efetuadas pelo conjunto de
professores da Instituição, e do referido Curso, sejam realizadas em ambientes fora da
estrutura física da FUCAP, promovendo, entre outros aspectos, a integração entre os diversos
agentes que compõem o corpo docente da Instituição.
Tal postura induz ao aumento da criatividade pessoal docente para desenvolver
programas de iniciação científica e de extensão, melhorando a sintonia docente e discente
com as demandas da sociedade regional, nacional e internacional e introduzindo o docente
como diferencial competitivo na FUCAP. No âmbito da Instituição, a Sala dos Professores
aglutina uma estrutura climatizada e que comporta os membros do corpo docente com
conforto e com os equipamentos necessários para o pleno desempenho do planejamento das
aulas e das discussões necessárias à formalização do escopo curricular. De igual modo, a
79

estrutura direcionada para a sala dos professores atende plenamente aos requisitos essenciais
aos fins propostos, destacando a dimensão, que permite alocar confortavelmente os
professores, a limpeza, realizada diurnamente pelos responsáveis por estes serviços na
Instituição. Da mesma forma, pode-se evidenciar a acústica, a ventilação, visto que a sala
possui um climatizador de ar, a conservação dos equipamentos e a comodidade ofertada pela
estrutura designada.

4.3 ESTRUTURA DAS SALAS DE AULA

A infraestrutura da FUCAP converge à construção de condições gerais para o


desenvolvimento do ensino presencial da graduação, da extensão e da Pós-Graduação – lato
sensu – a partir de suas especificidades. Neste contexto, a formação acadêmica requer um
ensino integrado aos preceitos da ciência e a extensão, provendo instalações e recursos que
exigem da mantenedora e dos gestores a utilização de investimentos racionais na aquisição de
recursos, manutenção, atualização dos equipamentos e acervos e na ampliação, limpeza,
funcionalidade e adequação dos espaços físicos.
Os espaços da instituição tornam-se canais abertos ao processo formativo, os quais são
adicionados ao corpo docente e à estrutura administrativa da FUCAP. Nesta dimensão, as
investigações da infraestrutura física na Instituição se justificam a partir da oferta de uma
estrutura qualificada ao corpo social, sobretudo por meio de uma compreensão pautada no
desenvolvimento dos equipamentos e serviços oferecidos.
No prédio da FUCAP são 30 salas que abrigam os cinco cursos de graduação e os
programas de extensão e especialização lato sensu, para o início do semestre letivo de 2015
está prevista a inauguração do Anexo A, que contará com o novo laboratório de Alimentos e
Bebidas e mais 24 salas de aula. As investigações da avaliação demonstram que é perceptível
a coerência da estrutura física com a adequação dos programas de graduação, já que a
comunidade acadêmica, sobretudo acadêmicos e professores, atestam a qualidade dos
aspectos físicos.
Destaca-se também que a FUCAP se utiliza o PDI como base para as orientações e o
desenvolvimento dos aspectos físicos, o que concerne à construção de um plano de
manutenção e adequação de determinados materiais de utilização no âmbito dos programas
institucionais.
80

Com relação à utilização da tecnologia da informação, especificamente vislumbrando


o seu crescimento em âmbito de graduação, a FUCAP buscará desenvolver sua estrutura física
que já conta com uma aparelhagem completa para o desenvolvimento do ensino da graduação,
com destaque para as salas de aula que contem os seguintes itens: uma estrutura de alto
desempenho nas salas de aula, a partir dos equipamentos instalados, destacando os seguintes:

• Antena para acesso à Internet sem fio;


• Retroprojetor multimídia;

A utilização destes instrumentos se aperfeiçoa a cada ano, permitindo a inserção


tecnológica de alto desempenho, diferenciando a estrutura física das salas de aula da FUCAP.
É importante destacar que os laboratórios da possuem um Plano de Atualização dos
softwares e equipamentos disponíveis na Instituição, contribuindo de maneira sistemática à
consolidação desta estrutura. A partir dos procedimentos de avaliação interna, é possível
perceber que as Salas de Aula da FUCAP, atendem de modo excelente aos requisitos de
dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade, qualificando
os aspectos inerentes à transmissão do conhecimento e a comodidade do acadêmico e do
professor.

4.4 INFRA-ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS À ÁREA DO CURSO


Um novo laboratório de Alimentos e Bebidas passará a ser utilizado em 2015, dando
mais conforto e melhores condições de aprendizagem aos educandos.
A seguir são apresentados os dados do laboratório:
Laboratório de Alimentos e Bebidas Área (m2) m2 por aluno

Cozinha pedagógica 30 1,5

O laboratório conta também com os seguntes equipamentos:


EQUIPAMENTOS QUANTIDADES
Liquidificador 01
Refrigerador 01
Freezer 01
Armário de Madeira 03
Armário de Aço 01
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EQUIPAMENTOS QUANTIDADES
Liquidificador 01
Refrigerador 01
Mesa Quadrada (madeira) 04
Bancada Inox 01
Cadeiras 05
Fogão Industrial 01
Fogão Elétrico 01
Pia 05
Batedeira 01
Liquidificador Industrial 01
Batedeira Industrial 01
Frigideira Média 02
Frigideira Grande 04
Panela Grande Com Tampa 08
Panela pequena e média 05

PRATOS QUANTIDADES
Prato Raso de Porcelana 34
Prato Fundo de Porcelana 38
Prato de Lanche de Porcelana 23
Pires de Porcelana 64

XÍCARAS QUANTIDADES
Xícara Pequena de Porcelana 26
Xícara Grande de Porcelana 35

COPOS QUANTIDADES
Copo de Caipirinha 36
Copo d' água 33

TAÇAS QUANTIDADES
Taça vinho branco 30
Taça vinho tinto 34
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TAÇAS QUANTIDADES
Taça d' água - 28
Taça martini 05
Taça Longa 35
Taça Curta 02
Taça conhaque 06

TRAVESSAS PLÁSTICAS QUANTIDADES


Travessa Pequena 04
Travessa Média 02
Travessa Redonda 02
Travessa Com Relevo Funda 03
Travessa Oval 12
Travessa Oval (branco) 03
Travessa Oval (verde) 01
TRAVESSAS DE INOX QUANTIDADES
Travessa Oval (média) 02
TRAVESSAS DE VIDRO QUANTIDADES
Travessa Oval (funda) 02
Travessa Quadrada (funda) 01

FORMAS QUANTIDADES
Forma de Bolo Teflon Quadrada (média) 02
Forma de Bolo Teflon Redonda em Cone 01
Forma de Bolo em Cone 04
Forma de Pizza 03

JARRAS QUANTIDADES
Jarra de Vidro 03
Jarra de Plástico Grande Com Tampa 02

BANDEJAS QUANTIDADES
Bandeja de Inox (grande) 01
Bandeja de Inox (média) 01
Bandeja Plástica Grande 02
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TALHERES QUANTIDADES
Colher (grande) 03
Colher de Sopa 36
Colher de Sobremesa 34
Colherzinha de Chá 34
Colherzinha de Café 41
Garfo Grande de dois dentes 03
Garfo 35
Garfo de Sobremesa 34
Garfo de Peixe 36
Faca de Serra 33
Faca para Sobremesa 37
Faca de Corte (cabo branco) 01
Faca de Legumes (pequena de cabo branco) 03
Concha (pequena) 05
Concha (grande) 02
Concha (funda) 03
Escumadeira 5
Colher para arroz 10
Pegador de salada 5

BACIAS PLÁSTICAS QUANTIDADES


Bacia Plásticas Grande (branca) 02
Bacia Plástica Média (azul) 02

VASILHAS PLÁSTICAS QUANTIDADES


Vasilha Pequena (com tampa) 05
Vasilha (funda) 01

UTENSÍLIOS VARIADOS QUANTIDADES


Tábua de Corte 11
Socador 01
Bico para confeitar 10
Saco para confeitar 05
Abridor de Lata 04
Abridor de Garrafa 01
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UTENSÍLIOS VARIADOS QUANTIDADES


Abridor de Vinho 01
Saca Rolha 01
Amolador de Faca 01
Espremedor de Alho 01
Ralador de Mão 03
Mini Ralador 02
Ralador 4 faces 01
Espátula Grande 05
Pegador de Macarrão 01
Pegador de Gelo 02

UTENSÍLIOS VARIADOS QUANTIDADES


Açucareiro Inox (com colher) 03
Saladeira Grande 01
Balança Branca (10 Kg) 01
Caneca de Alumínio 12
Escorredor Plástico de Macarrão 01
Fruteiras Plásticas 03
Copo Medidor 01
Porta Gelo Inox (com pegador de gelo) 02
Coqueteleira Inox 01
Socador de Plástico 01
Canivete Suíço (abridor de garrafa; saca rolha, canivete) 01
Colher bailarina 02
Jogo Americano (2 porta prato; 1 Colher de pau; 10 01
palitos Japonês)
Caçarola 01
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4.5 ACESSO AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA

A FUCAP dispõe de uma moderna estrutura de informação e comunicação, contando


com uma assessoria que promove a consolidação dos princípios vinculados à tecnologia na
Instituição. Estes profissionais estão segmentados em diversos âmbitos de conhecimento,
prestando serviços no âmbito estrutural e de software, amparando a utilização das plataformas
tecnológicas e auxiliando a gestão administrativa da Instituição.
Este setor torna-se responsável pelo pleno funcionamento de todos os equipamentos
do curso, garantindo o pleno acesso às informações a partir de qualquer terminal, mantendo o
acesso à internet à todos os acadêmicos, professores e colaboradores da FUCAP.
Com a intenção de garantir o pleno acesso aos equipamentos de informática,
servidores e serviços de rede de computadores, além da comunicação interna e externa da
Instituição, o Departamento Informática mantém alguns serviços complementares, destacando
o apoio UNIMESTRE.
A FUCAP possui Laboratórios específicos e apropriados aos seus cursos de
graduação, sendo que há um núcleo responsável pela conservação dos equipamentos,
substituição e aquisição de materiais em conformidade com as necessidades apresentadas
durante os semestres letivos. Entretanto, não existe uma previsão determinada ou um plano
necessário à atualização ou a fundamentação do trabalho para os laboratórios.
A estrutura dos laboratórios de informática é preparada para receber 50 acadêmicos,
sendo que estão de acordo com as premissas dos instrumentos avaliativos, os quais concernem
em um número determinado de acadêmicos por base de trabalho.
Os laboratórios apresentam uma estrutura muito boa, especificamente em relação aos
equipamentos disponíveis. Isso fica claro a partir dos dados emitidos por acadêmicos e
professores nos processos avaliativos, já que a estrutura dos laboratórios atende de maneira
adequada às necessidades pedagógicas. A Instituição ainda dedica-se ao estudo da
necessidade de se constituir um plano de manutenção e aquisição de materiais, com vias a
proporcionar a implantação de uma nova estrutura. Assim como na biblioteca, isso vai
consolidar as diretrizes substantivas à utilização destes equipamentos, bem como as
penalidades pelo mau uso.
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5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O ensino superior, em uma abordagem epistemológica, parte do pressuposto que


direciona a formação de agentes capacitados a refletir de modo sistêmico na orientação
construtivista de uma nova sociedade. Sob este contexto, Melo (2002) destaca o aspecto
colaborativo da Universidade no sentido de promover a qualificação do entorno no qual ela
está inserida. Contudo, para que tal fato se consolide, há de se observar os dispostos
constitucionais inerentes ao exercício do ensino superior, especificamente na observância de
seus aspectos de qualidade.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB – regulamenta o disposto no
texto constitucional, regulamentando os pressupostos elencados no sentido da promoção do
ensino superior com qualidade. Neste sentido, no lume de seu artigo 209 expõem-se os
direcionamentos vinculados a oferta do ensino superior sob a égide das questões vinculadas a
qualidade. Sob estes aspectos, a avaliação da qualidade no ensino superior passa a regular e
direcionar a autorização e o credenciamento de novas instituições a partir de preposições
elencadas pelos órgãos reguladores.
Os aspectos estruturantes da revisão sistemática permitem elucidar as evidencias
empíricas sobre a aprendizagem no contexto gerencial do ensino superior, elencando métodos
e sistemas que permitem compartilhar experiências, ferramentas e processos que ensejem a
construção do conhecimento. Nesta preposição, a construções teórico-metodológicas no
sentido de sedimentar a memória organizacional neste segmento deve partir do pressuposto do
respeito aos princípios estruturais e técnicos de cada modelo institucional, solidificando
premissas inerentes à construção de uma organização que aprende.
Com base neste pressuposto, a construção de uma organização orientada ao
aprendizado deve partir da utilização dos ativos intangíveis disponíveis na instituição,
consolidando a estruturação cognitiva sob o lume dos aspectos gerenciais. Desse modo,
pressupõe-se uma evidencia concreta, onde a convergência de esforços passa pela
compreensão do sistema processual da organização do ensino superior.
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APÊNDICES
APÊNDICE A – Regulamento do NDE

REGULAMENTO GERAL DO NDE - FUCAP

Dispõe sobre o Regulamento Geral do Núcleo Docente


Estruturante da Faculdade Capivari

O Conselho Superior da FUCAP Faculdade Capivari, no uso de suas atribuições, RESOLVE:

Art. 1º APROVAR as normas para o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante da


FUCAP

CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 2º O Núcleo Docente Estruturante, Resolução CONAES N° 1, de 17/06/2010, é um


órgão institucional responsável pelo desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso e pelo
auxilio a coordenação nas analises dos instrumentos de ensino e aprendizagem.

Parágrafo Único: O Núcleo Docente Estruturante atuará de acordo com as orientações do


Coordenador do Curso e debaixo da subordinação dos Colegiados de Curso em atividade na
instituição.

Art. 3º O Núcleo Docente Estruturante deve propiciar a complementação das analises do


processo de ensino e aprendizagem, executando ações planejadas e avaliadas, de acordo com
os manuais de Avaliação de Curso, propostos pelos órgãos reguladores.

Art. 4º Nos termos legais, vigentes, o Núcleo Docente Estruturante deve ser composto por
pelo menos cinco docentes do curso, de elevada formação e titulação, contratados em tempo
integral ou parcial, que respondem mais diretamente pela concepção, implementação e
consolidação do Projeto Pedagógico do Curso.

CAPÍTULO V - DAS RESPONSABILIDADES E COMPETÊNCIAS DO


NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE FUCAP.

Art. 5º Compete ao Núcleo Docente Estruturante da FUCAP auxiliar e operacionalizar, em


conjunto com os Coordenadores de Curso, o desenvolvimento do Projeto Pedagógico dos
cursos da FUCAP tendo, entre outras, as seguintes atribuições:

I- Garantir a eficácia do Projeto, ampliando as oportunidades de desenvolvimento


institucional;
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II- Auxiliar o desenvolvimento dos processos de ensino-aprendizagem,


devidamente coordenados pelos professores;

III- Responder pelas análises dos materiais de ensino e auxiliar a tomada de


decisão dos coordenadores em relação ao desenvolvimento de novas
ferramentas de aprendizagem;

IV- Atuar, sob a subordinação dos Colegiados, buscando apoiar o desenvolvimento


pedagógico da FUCAP;

V- Criar eventos e auxiliar a direção na busca por profissionais que ministrem


práticas de formação continuada;

VI- Prestar todas as informações relevantes aos Coordenadores de Curso em


relação às análises que forem realizadas;

VII- Fornecer retorno regular ao Colegiado de Curso, obedecendo ao cumprimento


deste regulamento;

VIII- Entregar à Coordenação de Cursos, ao final de cada análise, um relatório com


as informações de todas às analises realizadas.

IX- Participar de reuniões convocadas pelo Conselho Superior;

X- Oferecer sugestões para eficácia e eficiência das atividades pedagógicas da


Instituição.

CAPÍTULO VI - DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 6º – Os casos omissos são resolvidos pelo Coordenador de Cursos, juntamente com
Diretor Geral, sujeitos à aprovação dos mesmos, ouvidos o Conselho Superior, de acordo com
o previsto no seu Regimento.

Art. 7º - Este Regulamento entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as


disposições em contrário.

Capivari de Baixo, 20 de junho de 2010.