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LEI DE OHM (FORMULAS)

I => CORRENTE ELÉTRICA: (A, I) “AMPERES”


𝐄 𝐏
I= I= 𝐈 = √𝐏/𝐑
𝐑 𝐄

P => POTÊNCIA ELÉTRICA: (P, W) “WATTS”


𝐄²
P=IxE P= P = R x I²
𝐑

E => TENSÃO ELÉTRICA: (V, DDP, E, U) “VOLTS”


𝐏
E=RxI E = √𝐏𝐱𝐑 E=
𝐈

R => RESISTÊNCIA ELÉTRICA: (Ω, R) “OHMS”


𝐄² 𝐄 𝐏
R= R= R=
𝐏 𝐈 𝐈²
Resistência em Série Ω (Omhs).
Rt => resistência total: Rt = R1 + R2 + R3 +, ... + Rn
Ex: R1= 12 Ω, R2= 6 Ω, R3= 16 Ω, Rt = 12 + 6 + 16 = 46 Ω

Resistência em Paralelo Ω (Ohms).


𝑹𝟏∗ 𝑹𝟐
Se tratando de diferentes valores segue formula, Rt =
𝑹𝟏 + 𝑹𝟐
𝟔∗𝟖 𝟒𝟖
Ex: R1= 6 Ω, R2= 8 Ω, Rt = = = 3,43 Ω
𝟔+𝟖 𝟏𝟒

𝑹𝒙
Resistência em paralelo de mesmo valor “Ω”, Rt =
𝑹𝒏
𝟏𝟎
Ex: R1= 10 Ω, R2= 10 Ω, R3= 10 Ω, R4= 10 Ω, Rt = = 2,5 Ω
𝟒

Rx = Valor da resistência em evidencia.


Rn = Quantidade de resistências, “Nº de vezes que o resistor se
repete” no circuito.

GRANDEZAS ELÉTRICAS.
Como calcular energia elétrica em KWh

A energia elétrica é o produto da potência elétrica em Watts pelo


tempo de uso.

𝑃∗ 𝑡 𝑃 ∗ 𝑡 𝑚𝑖𝑛
E= *D*V E= / 1000 * D * V
1000 60

1000 => Fator para transformar Watts => em KWh

E => Energia Consumida. T => horas de uso.

P => Potencia em Watts. KWh => Quilowatt-hora

D => quantidade dias de uso. T min => tempo em minutos

V => valor da energia em KWh (R$), cobrado pela concessionária de


energia da sua cidade.

Resistencia do fio “Ω” ou simplesmente resistividade do


𝑷∗𝑳
material do fio condutor. R =
𝑨
P => Resistividade do material “fio”.
L => Comprimento do cabo.
A => Área do material condutor em mm² “espessura do cabo”.

Resistividade do Material Condutor.

Prata 0,016 Tungsténio 0,055

Cobre 0,017 Ferro 0,1

Ouro 0,023 Níquel-crómio 1

Chumbo 0,022 Grafite 35

Alumínio 0,028
FATOR DE POTENCIA
O fluxo de potência em circuitos de corrente alternada tem três componentes:
potência ativa (P), medida em watts (W).
potência aparente (S ou N), medida em volt-ampères (VA).
potência reativa (Q), medida em VAr (volt-ampere reativo), este grafado
sempre em letras minúsculas. O fator de potência pode ser expresso como:
𝐏 𝐏𝐞
FP = cosφ =
𝐒 𝐏𝐚
No caso de formas de onda perfeitamente senoidais, P, Q e S podem ser
representados por vetores que formam um triângulo retângulo, também
conhecido como triângulo de potências, sendo que:

S² = P² + Q² ou Pa² = Pe² + Pr², → Pa = √𝑷𝒆𝟐 + 𝑷𝒓²

Triângulo retângulo que representa a relação entre as potências.

S=U*I => Pa = U * I
S => potência Aparente, KVA. Pa = Potência Aparente.

P = S * cosφ => Pe = U * I * cosφ

P => Potencia Ativa, KW. Pe = Potência Efetiva ou Ativa.

Q = S * senφ => Pr = U * I senφ


Q => Potência reativa, KVAr. Pr = Potência reativa.

φ = ângulo de defasagem. => “Fora de fase”.


cosφ = fator de potência = % da Pa que foi empregada para produzir trabalho útil.
ɳ = rendimento em %
𝐏𝐞 𝐏
cosφ = ou cosφ =
𝐏𝐚 𝐒
O fator de potência (Fp), não pode ser inferior a 0,92 ou (92%), abaixo desse valor é
cobrada uma multa. O ideal é mais próximo de 1 ou (100%). Fp = 1
Se φ é o ângulo de fase entre as de ondas de corrente e tensão, e sabendo que a potência
ativa não pode ser negativa (elementos resistivos não fornecem energia), então o cos φ ≥
0, consequentemente: -π/2 ≤ φ ≤ π/2, então o fator de potência é igual a cosφ, e:

Potência em corrente alternada trifásica


𝐏𝐞
Pa = U * I * √𝟑 (VA) → Pa =
𝐅𝐩

𝐏𝐚
Pe = U * I * cosφ * √𝟑 (W) → Pe = HP * 746 →I=
𝐔∗ √𝟑

Pr = U * I senφ * √𝟑 (Var) → Pr = √𝐏𝐚² − 𝐏𝐞²

Formulas quando tiver o rendimento do equipamento:


𝐏𝐞
Pe = U * I * cosφ * √𝟑 * ɳ → Pe = Pa * cosφ * √𝟑 * ɳ → Pa =
𝐜𝐨𝐬𝛗 ∗ ɳ

𝐏 (𝐖)
In = onde P pode ser em CV ou Hp
(𝐔∗ √𝟑)∗𝐜𝐨𝐬𝛗 ∗ ɳ

Ex: qual corrente circula por um motor trifásico 60HZ, alimentado com 220v, gerando
uma potência de 5,4 KW, quando seu fator de potência está em 0,94? Relação √𝟑.

I=? Pe = U * I * cosφ * √𝟑

U = 220v 5400 = 220 * I * 0,94 * 1,73

Pe = 5400W 5400 = I * 357,76


𝟓𝟒𝟎𝟎
Cosφ = 0,94 = I → I = 15,09A
𝟑𝟓𝟕,𝟕𝟔

Ex: se a potência aplicada em um circuito trifásico é 8,9KVA e a potência transformada em


trabalho é de 8KW, calcule a potência perdida. O fator de potência aceito é de 0,92?
Justificar.

Pa = 8,9KVA Pa² = Pe² + Pr² Pr = √𝟏𝟓, 𝟐𝟏

Pe = 8KW 8,9² = 8² + Pr² Pr = 3,9 KVAr


𝐏𝐞 𝟖
Pr =? 79,21 = 64 + Pr² Cosφ = = = 0,899
𝐏𝐚 𝟖,𝟗

Cosφ > 0,92? Pr ² = 15,21 a Justificativa é que não é aceito pois está abaixo de
0,92.
Potência: P = U * I

P → A potência em cavalo-vapor (CV) é a potência de prioridade do motor.

U → Tensão.

I → Corrente, tanto a tensão como a corrente, são de linhas.

Calculo da corrente:
Motor monofásico Motor trifásico
𝟕𝟑𝟔 ∗ 𝐏(𝐂𝐕) 𝟕𝟑𝟔 ∗ 𝐏(𝐂𝐕)
I= I=
𝐔 ∗ ɳ ∗ 𝐂𝐨𝐬𝛗 (√𝟑∗ 𝐔) ∗ ɳ ∗ 𝐂𝐨𝐬𝛗

𝐈𝐩
Corrente de partida e nominal: (Ip/In) “𝐈𝐧 = 𝟒, 𝟓" é a relação entre Ip e In
dada em 4,5.
Ip = corrente de partida.

In = corrente nominal.

Ex: 380 / 220V → in 0,955 / 1,65

Ip (220) = 1,65 * 4,5 = 7,425A → Ip (380) = 0,995 * 4,5 = 4,297A

Velocidade Síncrona
Sendo assim podemos definir a seguinte equação
Ns = velocidade Síncrona em RPM
𝟏𝟐𝟎∗𝐟
Ns = f = Frequência em Hz
𝐩
p = Número de polos
Escorregamento em porcentagem e RPM
S = Escorregamento em %
S = 𝐍𝐬𝐍𝐬− 𝐍 * 100 Ns = Velocidade síncrona em Rpm
N = Velocidade média no rotor em RPM

Sendo assim a velocidade real no eixo do motor elétrico será a


diferença entre a velocidade síncrona e o escorregamento. Esta
recebe o nome de Velocidade Nominal.

N – Velocidade Nominal RPM

N = Ns – S Ns – Velocidade Síncrona em RPM

S – Escorregamento em RPM
Previsão de carga

Iluminação:

Na determinação das cargas de iluminação, como alternativa à aplicação da


ABNT NBR 5413,

a) em cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6 m², deve


ser prevista uma carga mínima de 100 VA;

b) em cômodo ou dependências com área superior a 6 m², deve ser prevista


uma carga mínima de 100 VA para os primeiros 6 m², acrescida de 60 VA para
cada aumento de 4 m² inteiros.

Pontos de tomada
Número de pontos de tomada em banheiros, deve ser previsto pelo menos
um ponto de tomada, próximo ao lavatório.

c) em cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, cozinha-área de


serviço, lavanderias e locais análogos, deve ser previsto no mínimo um ponto de
tomada para cada 3,5 m, ou fração, de perímetro, sendo que acima da bancada
da pia devem ser previstas no mínimo duas tomadas de corrente, no mesmo
ponto ou em pontos distintos.

d) em varandas, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada; NOTA


Admite-se que o ponto de tomada não seja instalado na própria varanda, mas
próximo ao seu acesso, quando a varanda, por razões construtivas, não
comportar o ponto de tomada, quando sua área for inferior a 2 m² ou, ainda,
quando sua profundidade for inferior a 0,80 m.

e) em salas e dormitórios devem ser previstos pelo menos um ponto de tomada


para cada 5 m, ou fração, de perímetro, devendo esses pontos ser espaçados
tão uniformemente quanto possível.

Potências atribuíveis aos pontos de tomada A potência a ser atribuída a cada


ponto de tomada é função dos equipamentos que ele poderá vir a alimentar e
não deve ser inferior aos seguintes valores mínimos.

a) em banheiros, cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias


e locais análogos, no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até três pontos, e
100 VA por ponto para os excedentes, considerando-se cada um desses
ambientes separadamente. Quando o total de tomadas no conjunto desses
ambientes for superior a seis pontos, admite-se que o critério de atribuição de
potências seja de no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até dois pontos, e
100 VA por ponto para os excedentes, sempre considerando cada um dos
ambientes separadamente.

b) nos demais cômodos ou dependências, no mínimo 100 VA por ponto de


tomada.

Divisão da instalação
Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo ou
virtualmente dedicado, equipamento com corrente nominal superior a 10 A deve
constituir um circuito independente.

FATOR DE DEMANDA
Potência de iluminação e tomadas Fator de demanda (%) g
de uso geral P1 (kW)
0<1 88

1<2 75

2<3 66

3<4 59

4<5 52

5<6 45

6<7 40

7<8 35

8<9 31

9 < 10 27

10 < P1 24
CÁLCULO DOS DISJUNTORES
Deve satisfazer duas inequações:
𝑰𝑩 ≤ 𝑰𝑵 ≤ 𝑰𝒁 e 𝑰𝟐 ≤ 1.45 𝑰𝒛

𝑰𝑩 → Corrente de projeto.

𝑰𝑵 → Corrente nominal do disjuntor.

𝑰𝒁 → Capacidade de condução dos condutores vivos.

𝑰𝟐 → Corrente convencional de atuação do disjuntor ou fusível.


Cálculo capacitor de partida para motor monofásico:

𝑉 220𝑉 1
XL = = = 26,82Ω C=
𝐼 8,2𝐴 2π∗𝐹∗𝑋𝐿
1
C= =0,000135
(((2∗3,14∗)∗60)∗28,82)

C =135µF