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LESÕES DE CÉLULAS GIGANTES DOS

MAXILARES

LIGANTE: LUCAS NEVES


ORIENTADOR : PROF.DR. LIONEY NOBRE CABRAL
Introdução

• Lesões de células gigantes é a


denominação para um conjunto
particular de lesões benignas
que são histologicamente LPCG LCCG
indistinguíveis entre si.

• Diagnóstico QBM TMHP

COA
Introdução

•Oriundas da linhagem
monocítica/macrofágica
•Os macrófagos, fagócitos ávidos
membros do sistema fagocítico
mononuclear se diferenciam em
osteoclastos multinucleados (no
osso) ou células gigantes (em
múltiplos tecidos),

Fonte: QUINN e SCHEPETKIN, 2009.


Introdução

• O aspecto histológico
dessas lesões demonstra:
-Células gigantes multinucleadas
do tipo osteoclasto
-estroma fibroso( fibroblastos e
células mononucleares ovoides
-Hemácias
-Células inflamatórias
-Osso ou osteoide
-Hemossiderina
Lesão Central de Células Gigantes

• Tentativas exacerbadas do tecido


conjuntivo no sentido de substituir um
hematoma na medula óssea (TRENTO et.
INTRAÓSSEA; ORIGEM INCERTA; NEOPLÁSICA? al., 2009.
INFLAMATÓRIA?(CORTICOIDES)
• Hemorragias lentas e contínuas > acúmulo
BENIGNA de tecido > Crescimento

ENCONTRADO MUTAÇÕES:SH3BP2

ANTES DOS 30 ANOS(60%); PREDILEÇÃO

LOCALIZAÇÃO; LINHA MÉDIA

NÃO-AGRESSIVA OU AGRESSIVA

CRESCIMENTO LENTO ASSINTOMÁTICO


Lesão Central de Células Gigantes

a b

NEVILLE (2009)
Lesão Central de Células Gigantes

ALMEIDA (2016)

NEVILLE (2009)

NEVILLE (2009)
Lesão Central de Células Gigantes

NEVILLE (2009)
Lesão Periférica de Células Gigantes

• Relativamente comum
Benigna; Natureza
Reativa, Sangrante

Ampla Faixa Etária (40-


60)
Gênero Feminino

Tecido Mole; Rebordo


Alveolar
Reabsorção Óssea ou
Não
Séssil Ou Pediculada

Vermelho Ou Vermelho- Mais Comum


azulado
Lesão Periférica de Células Gigantes

• Sem envolvimento ósseo

NEVILLE (2009) RECCHIONI(2017)


Lesão Periférica de Células Gigantes

• G. Piogê

NEVILLE (2009) NEVILLE (2009)


Lesão Periférica de Células Gigantes

TOMASSI (2014)
Lesão Periférica de Células Gigantes

• Sem envolvimento ósseo


• Radiografar> lesão
intraóssea
Cisto Ósseo Aneurismático

• Pseudocisto
Pseudocisto; Raro Região Posterior

Patogênese Incerta: Trauma? Aumento de Volume de Rápida


Malformação Vasc.? Progressão

Alteração Hemodinâmica; Processo Parestesia, Dor, Limitação de


Reativo Abertura

Extravasamento Hemorrágico Pa: Fluido Viscoso, Vermelho


Intramedular Escuro ou Marrom

Sem Predileção; Prevalente Em Jovens Sangue Brotando


Cisto Ósseo Aneurismático

Figuras 8 A, B e C respectivamente: Estágio de evolução do Cisto ósseo aneurismático segundo


Lichtenstein.
Cisto Ósseo Aneurismático

Hillerup e Hjorting-Hansen, em
1978, sugeriram que o COA, a
LCCG e o cisto ósseo simples
(COS) poderiam ser expressões
distintas de uma mesma doença.
Cisto Ósseo Aneurismático

• Lesão radilúcida uni ou


multilocular
• Cortical fina
Cisto Ósseo Aneurismático
Cisto Ósseo Aneurismático
Cisto Ósseo Aneurismático

• Micrografia de Cisto ósseo aneurismático, mostrando células gigantes múltinucleadas em área


hemorrágica (Departamento de Patologia e Medicina Legal / UFAM).
Querubismo

Desordem Genética
Autossomica Dominante

SH3BP2 ; 14p

Expansão Indolor

Infância; Bilateral

Adultos Mais de 60 Anos;


Masculino

Sem Alterações Bioquímicas


Querubismo
Querubismo
Querubismo

Lesões radiolúcidas
multiloculares
“bolhas de sabão” e
“vidro fosco”.

NEVILLE (2009)
Tumor Marrom do Hiperparatireoidismo

Intraóssea

Paratormônio;
Hiperparatireoidismo
AUMENT
DOENÇA AUMENT
RESPOST O
Crescimento Lento; RENAL O LESÕES
A AUMENT ATIVIDAD
Localmente Destrutivo OU REABSOR OSTEOLÍ
GLANDUL O PTH E
NEOPLAS ÇÃO TICAS
AR OSTEOCL
IA. ÓSSEA
ASTOS
Adultos Mais de 60
Anos; Feminino

Osteoclastogênese
Tumor Marrom do Hiperparatireoidismo

RECCHIONI(2017)
Tumor Marrom do Hiperparatireoidismo

RECCHIONI(2017)

Imagem intrabucal, no qual foi constatado aumento Durante o transoperatório para a biópsia incisional, foi
de volume local com apagamento do sulco vestibular observado um sangramento vermelho escuro e várias
e aumento do volume palatino ipsilateral. cavidades de aspecto cístico
Tumor Marrom do Hiperparatireoidismo

RECCHIONI(2017)

Imagens tomográficas volumétricas, demonstrando aspecto de vidro fosco e múltiplas lesões


radiolúcidas circunscritas.
Tumor Marrom do Hiperparatireoidismo
Tratamento das Lesões de Células Gigantes

LCCG LPCG COA QBM TMH

Conservador; Remoção da
Corticosteroides; Cirúrgico Glândula
Bifosfonatos Regressão/
Eliminação do Curetagem Excisão p/
• Cirúrgico: Excisão Acompanhamento
Fator Lesões
Local, Curetagem, Deformantes
Enucleação.
Referências Bibliográficas

1- NEVILLE, Brad W. et al. Patologia Oral e Maxilofacial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
2- RECCHIONI, Christian Bartolomeu et al. Prática em Cirurgia Bucomaxilofacial. Belo
Horizonte: Nativa, 2017.
3- TOMMASI, Maria Helena. Diagnóstico em Patologia Bucal. 4. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
Obrigado