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Desenvolvimento do
Desenvolvimento do

Sistema Nervoso Central

Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia

Questão da Aula de Hoje:
Questão da Aula de Hoje:
O que acontece quando o primórdio do sistema nervoso central não se desenvolve corretamente?
O que acontece quando o primórdio do
sistema nervoso central não se desenvolve
corretamente?

Sistema Nervoso

Divisão Anatômica

Sistema Nervoso  Divisão Anatômica Tecido Nervoso Rede de comunicação Sistema Nervoso SNC Encéfalo Medula

Tecido

Nervoso

Sistema Nervoso  Divisão Anatômica Tecido Nervoso Rede de comunicação Sistema Nervoso SNC Encéfalo Medula

Rede de comunicação

Sistema Nervoso

Anatômica Tecido Nervoso Rede de comunicação Sistema Nervoso SNC Encéfalo Medula espinhal SNP Gânglios Nervos

SNC

Encéfalo

Medula

espinhal

SNP

Gânglios

Nervos

Cronologia do Desenvolvimento do SN
Cronologia do Desenvolvimento do SN

-3ª. Semana Rudimentar (Tubo Neural)

-4ª. Semana -5ª. Semana

-Vesículas Encefálicas Primárias

-Vesículas Encefálicas Secundárias

-Medula Espinhal

-6 meses (feto)

-Eventos Pós Nascimento - (25% do peso adulto)

Origem do Sistema Nervoso Ectoderme neural Placa neural Tubo neural Tubo neural  SNC Crista

Origem do Sistema Nervoso

Ectoderme neural

Origem do Sistema Nervoso Ectoderme neural Placa neural Tubo neural Tubo neural  SNC Crista neural

Placa neural

Origem do Sistema Nervoso Ectoderme neural Placa neural Tubo neural Tubo neural  SNC Crista neural

Tubo neural

Tubo neural SNC

Crista neural SNP e SNA

Fatores Moleculares no Desenvolvimento do SN
Fatores Moleculares no Desenvolvimento
do SN
Fatores Moleculares no Desenvolvimento do SN
Células da Crista Neural
Células da Crista Neural
Células da Crista Neural
Células da Crista Neural na Parte Cranial
Células da Crista Neural na Parte Cranial
Células da Crista Neural na Parte Cranial Carlson, 2014

Carlson, 2014

Diferenciação Macroscópica do SN
Diferenciação Macroscópica do SN

Parede do Tubo Neural:

- Sistema Nervoso Central: Encéfalo e Medula

Tubo Neural: - Sistema Nervoso Central: Encéfalo e Medula Canal Neural: - Ventrículos do Encéfalo e

Canal Neural:

- Ventrículos do Encéfalo e Canal Medular

Crista Neural (Parte Nervosa):

- Gânglios Cranianos e Espinhais: SNP e SNA

Diferenciação do Tubo Neural
Diferenciação do Tubo Neural

-Nível Anatômico

Diferenciação do Tubo Neural -Nível Anatômico -Nível Histológico

-Nível Histológico

Diferenciação do Tubo Neural -Nível Anatômico -Nível Histológico
Origem do Sistema Nervoso
Origem do Sistema Nervoso
Origem do Sistema Nervoso Encéfalo Medula espinal

Encéfalo

Origem do Sistema Nervoso Encéfalo Medula espinal

Medula espinal

Desenvolvimento do Encéfalo
Desenvolvimento do Encéfalo

- Região cefálica do tubo neural

Vesículas encefálicas primárias

-Prosencéfalo (encéfalo anterior) -Mesencéfalo (encéfalo médio)

-Rombencéfalo (encéfalo posterior)

primárias -Prosencéfalo (encéfalo anterior) -Mesencéfalo (encéfalo médio) -Rombencéfalo (encéfalo posterior)
Vesículas Encefálicas Primárias
Vesículas Encefálicas Primárias

-Prosencéfalo (encéfalo anterior)

-formação de 2 dilatações laterais: as vesículas ópticas

de 2 dilatações laterais: as vesículas ópticas -Mesencéfalo (encéfalo médio) -Rombencéfalo (encéfalo

-Mesencéfalo (encéfalo médio)

-Rombencéfalo (encéfalo posterior) -parede com ondulações (neurômeros)

Vesículas Encefálicas Primárias Limite: 4º. Par de somitos
Vesículas Encefálicas Primárias
Limite: 4º. Par de somitos
Vesículas Encefálicas Primárias Limite: 4º. Par de somitos M P R
Vesículas Encefálicas Primárias Limite: 4º. Par de somitos M P R
M P R
M
P
R
Flexuras Cerebrais
Flexuras Cerebrais

-Flexura cefálica (mesencefálica): região do mesencéfalo -Flexura cervical: entre rombencéfalo e medula

Ocorrem em virtude do rápido crescimento do encéfalo

Prega cefálica

-Flexura pontina: afinamento do teto do rombencéfalo

Flexuras Cerebrais http://www.ehd.org/classics/gasser_ch6.php
Flexuras Cerebrais
http://www.ehd.org/classics/gasser_ch6.php
Vesículas Encefálicas Secundárias
Vesículas Encefálicas Secundárias
Vesículas Encefálicas Secundárias
Vesículas Encefálicas Secundárias
Vesículas Encefálicas Secundárias
Vesículas Encefálicas Secundárias M MT D ML T
M MT D ML T
M
MT
D
ML
T
Vesículas Encefálicas e Derivados
Vesículas Encefálicas e Derivados
Vesículas Encefálicas e Derivados
Diferenciação do Tubo Neural
Diferenciação do Tubo Neural

-Nível Anatômico

Diferenciação do Tubo Neural -Nível Anatômico -Nível Histológico

-Nível Histológico

Diferenciação do Tubo Neural -Nível Anatômico -Nível Histológico
Histogênese do Tecido Nervoso
Histogênese do Tecido Nervoso
Histogênese do Tecido Nervoso Neuroepitélio - Derivado do Ectoderme - Epitélio Pseudoestratificado - Alto índice de

Neuroepitélio

- Derivado do Ectoderme

- Epitélio Pseudoestratificado

- Alto índice de proliferação

- Inibição por contato (apoptose)

Histogênese do Tecido Nervoso
Histogênese do Tecido Nervoso
Histogênese do Tecido Nervoso
Histogênese: SNC
Histogênese: SNC

- Após a diferenciação, o neuroepitélio apresenta camadas:

1. Zona ventricular (camada ependimária): epêndima

-camada única de células colunares, voltada para a luz

2. Zona do manto (intermediária): rica em células

- formará a substância cinzenta

3. Zona marginal: camada mais externa, contem fibras

nervosos

- formará a substância branca

Zona Ventricular (Camada Epêndimária) Zona do Manto ou Intermediária Zona Marginal Alterações nos constituintes

Zona Ventricular (Camada Epêndimária)

Zona do Manto ou Intermediária

Zona Marginal

Epêndimária) Zona do Manto ou Intermediária Zona Marginal Alterações nos constituintes celulares nas zonas: Medula X

Alterações nos constituintes celulares nas zonas: Medula X Encéfalo e Cerebelo

Histogênese: SNC
Histogênese: SNC
Desenvolvimento da medula espinal
Desenvolvimento da medula espinal

Medula

- Crescimento desigual da zona do manto: paredes laterais

mais espessadas

Porção dorsal: placas alares cornos sensitivos dorsais Porção ventral: placas basais - cornos motores ventrais Estreitamento do canal medular canal central Placas do teto e assoalho

basais - cornos motores ventrais • Estreitamento do canal medular – canal central • Placas do
- PB: Raiz Motora Ventral - PA: Raiz Sensitiva Dorsal - Formação dos Nervos Espinais
- PB: Raiz Motora Ventral - PA: Raiz Sensitiva Dorsal - Formação dos Nervos Espinais
- PB: Raiz Motora Ventral - PA: Raiz Sensitiva Dorsal - Formação dos Nervos Espinais

- PB: Raiz Motora Ventral

- PA: Raiz Sensitiva Dorsal

- Formação dos Nervos Espinais

Desenvolvimento da medula espinal
Desenvolvimento da medula espinal
Desenvolvimento da medula espinal

À partir do 4º mês (humano), a medula cresce menos que a extensão do canal vertebral

Nasc: L3
Nasc: L3

adulto

Formação das meninges

-Mesênquima cefálico que circunda o TN: Meninge Primitiva

 Formação das meninges -Mesênquima cefálico que circunda o TN: Meninge Primitiva
Formação das meninges
Formação das meninges

-Camada + externa: dura-máter -Camada interna: pia-máter e aracnóide (leptomeninges)

dura-máter -Camada interna: pia-máter e aracnóide (leptomeninges) Líquido cerebro-espinal: à partir da 5ª. semana

Líquido cerebro-espinal: à partir da 5ª. semana

Desenvolvimento do Encéfalo •Placas alares •Placas basais •Placas do teto •Placas do assoalho
Desenvolvimento do Encéfalo
•Placas alares
•Placas basais
•Placas do teto
•Placas do assoalho

- Parede das 5 vesículas encefálicas:

- Dependendo da vesícula existe modificações

Mielencéfalo: Porção fechada do Bulbo
Mielencéfalo: Porção fechada do Bulbo
Mielencéfalo: Porção fechada do Bulbo
Mielencéfalo: Porção aberta da Bulbo
Mielencéfalo: Porção aberta da Bulbo

-Flexura Pontina: teto se afina: Tela coroide (plexos coroides) -Placas ficam mais laterais e mediais -Cavidade 4º. Ventrículo

Placas Alares e basais:

PA: 4 núcleos aferentes e núcleo olivar PB: 3 núcleos eferentes

Metencéfalo: Ponte e Cerebelo
Metencéfalo: Ponte e Cerebelo

-Placas Alares: intumescimento cerebelar/ lábios rômbicos 3 pares de núcleos aferentes

-Placas Basais: 3 pares de núcleos eferentes

intumescimento cerebelar/ lábios rômbicos 3 pares de núcleos aferentes -Placas Basais: 3 pares de núcleos eferentes
• Córtex Cerebelar: Neuroblastos da zona intermediária da placa alar (migração)
• Córtex Cerebelar: Neuroblastos da zona intermediária da placa alar (migração)

Córtex Cerebelar:

Neuroblastos da zona intermediária da placa alar

(migração)

Mesencéfalo
Mesencéfalo

-Mantém a organização estrutural básica em placas

Mesencéfalo -Mantém a organização estrutural básica em placas
Mesencéfalo
Mesencéfalo

-Dorsal: céls das PA migram e formam os colículos (4 elevações)

2

2

anteriores ( reflexos visuais)

posteriores (funções auditivas)

das PA migram e formam os colículos (4 elevações) 2 2 anteriores ( reflexos visuais) posteriores
Diencéfalo
Diencéfalo

Epitálamo (Conexão do S. Límbico) e Glândula Pineal (Ciclo circadiano) na parte superior da parede do 3º. Ventrículo

Tálamo: Núcleos geniculados que enviam informação visual e auditiva para

o mesencéfalo

Hipotálamo: Controle de funções vegetativas (digestão, ritmo cardíaco, etc) e fatores liberadores que estimulam a adenohipófise

Controle de funções vegetativas (digestão, ritmo cardíaco, etc) e fatores liberadores que estimulam a adenohipófise
Controle de funções vegetativas (digestão, ritmo cardíaco, etc) e fatores liberadores que estimulam a adenohipófise
Desenvolvimento da hipófise
Desenvolvimento da hipófise

- Origem dupla

Ectoderme: Evaginação do teto do estomodeu (Divertículo hipofisário ou Bolsa de Rathke) - Adenohipófise

Neuroectoderme: Invaginação do diencéfalo: Divertículo neurohipofisário ou Infundíbulo Neurohipófise

Neuroectoderme: Invaginação do diencéfalo: Divertículo neurohipofisário ou Infundíbulo – Neurohipófise
Desenvolvimento da hipófise
Desenvolvimento da hipófise
Desenvolvimento da hipófise
Telencéfalo
Telencéfalo

- 2 Divertículos cerebrais (Hemisférios Cerebrais)

- Cavidades: Mediana (porção anterior do 3º. Ventrículo; forame interventricular e Ventrículos Laterais

- Células da zona do manto migram para a zona marginal para forma o córtex cerebral

- Comissuras fibras que conectam áreas correspondentes dos

hemisférios. Ex: Corpo Caloso, áreas neocorticais.

- Comissuras – fibras que conectam áreas correspondentes dos hemisférios. Ex: Corpo Caloso, áreas neocorticais.
Telencéfalo: Desenvolvimento do Córtex e trajeto das fibras
Telencéfalo:
Desenvolvimento do Córtex e trajeto das fibras
Desenvolvimento do Córtex e trajeto das fibras Com o desenvolvimento do córtex cerebral, fibras que passam

Com o desenvolvimento do córtex cerebral, fibras que passam em direção a ele ou dele parte passam pelo corpo estriado que depois se divide em núcleo caudado e núcleo lentiforme.

Plexos Coroides

Plexos Coroides Teto ependimário + pia-máter vascular = Tela Coróide A invaginação da tela coróide para
Teto ependimário + pia-máter vascular = Tela Coróide A invaginação da tela coróide para a

Teto ependimário + pia-máter vascular = Tela Coróide

A invaginação da tela coróide para a luz do ventrículo forma o Plexo Coróide

O Plexo Coróide secreta o LCE.

Evaginações rompem-se e formam aberturas mediana e

lateral LCE para o espaço subaracnóideo (4º. Ventrículo).

Ventrículos Cerebrais e os Plexos Coroides
Ventrículos Cerebrais e os Plexos Coroides
Ventrículos Cerebrais e os Plexos Coroides
Diferenciação Encefálica -Contenção: Mesênquima (Caixa Craniana)
Diferenciação Encefálica
-Contenção:
Mesênquima
(Caixa Craniana)

-Giros e Sulcos (Aumento da superfície cortical)

Diferenciação Encefálica -Contenção: Mesênquima (Caixa Craniana) -Giros e Sulcos (Aumento da superfície cortical)
Mielinização
Mielinização
Mielinização

1. Quando as pregas neurais não se fundem na

região do cranial?

1. Quando as pregas neurais não se fundem na região do cranial? ANENCEFALIA
1. Quando as pregas neurais não se fundem na região do cranial? ANENCEFALIA
ANENCEFALIA
ANENCEFALIA

2. Quando ocorre obstrução do aqueduto

cerebral e acúmulo de líquido cerebroespinal?

2. Quando ocorre obstrução do aqueduto cerebral e acúmulo de líquido cerebroespinal? HIDROCEFALIA
2. Quando ocorre obstrução do aqueduto cerebral e acúmulo de líquido cerebroespinal? HIDROCEFALIA
HIDROCEFALIA
HIDROCEFALIA

3. Quando ocorre defeitos na fusão das pregas

neurais na região medular?

3. Quando ocorre defeitos na fusão das pregas neurais na região medular? ESPINHA BÍFIDA
3. Quando ocorre defeitos na fusão das pregas neurais na região medular? ESPINHA BÍFIDA
3. Quando ocorre defeitos na fusão das pregas neurais na região medular? ESPINHA BÍFIDA
ESPINHA BÍFIDA
ESPINHA BÍFIDA
Referências Bibliográficas
Referências Bibliográficas

CARLSON, B. M. Human Embriology & Developmental Biology. 5ª ed. Toronto:

Saunders Elsevier, Inc., 2013. 560 p. CASTILLO-ROMERO, M.E.et al. Embriologia: Biologia do Desenvolvimento. 1ª ed.

Tradução, São Paulo, Iátria, 2005. 190 p.

CATALA, M. Embriologia, Desenvolvimento Humano Inicial. 1ª ed. Rio de Janeiro:

Editora Guanabara Koogan, 2003. 188 p. DUMM, C. G. Embriologia Humana Atlas e Texto. 1ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2006. 401 p.

GILBERT, S.F. Developmental Biology. 8ª ed. Massachusetts: Sinauer Associates,

Inc., 2006. 785 p. HIB, J. Embriologia Médica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2007. 262 p. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Clínica. 9ª ed. Rio de Janeiro:

Editora Elsevier, 2013. 540 p.

SADLER,T.W. Langman: Embriologia Médica. 11a ed. Rio de Janeiro: Editora

Guanabara Koogan, 2010. 324 p. SCHOENWOLF, G.C.; BLEYL, S.B.; BRAUER, P.R.; FRANCIS-WEST, P.H. Larsen Embriologia Humana. 4ª ed. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2010. 645p.