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UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA

CENTRO DAS CIÊNCIAS EXATAS E DAS TECNOLOGIAS


CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
Rua Bertioga, 892 – Bairro Morada Nobre I – Barreiras - Bahia – Brasil – CEP: 47.810-059

DATA: 31/08/2017 PROVA 1


DISCIPLINA: HIPERESTÁTICA-CET0160
PROFESSOR: PEDRO CLÁUDIO DOS SANTOS VIEIRA
SEMESTRE / ANO: 1º / 2017

NOME:

Critérios da prova:

1. Todas as questões necessitam do desenvolvimento das equações até a solução;


2. A pontuação de cada item está representada na seguinte forma: (1,0p) - um ponto;
3. Utilize a precisão de 5 (cinco) casas decimais em todos os cálculos, por exemplo 𝑓𝑓 =
13,12345 𝑜𝑜𝑜𝑜 13,12345 × 10−4 ou 13,12345 × 103.

Questão 1. O sistema estrutural da Figura 1 é hiperestático submetido a carregamentos e o recalque (𝜹𝜹𝒑𝒑𝒑𝒑 ).


Baseando-se no método das forças, determine os valores pedidos:

Figura 1 – Pórtico Plano.

Dados:
1. 𝑃𝑃1 = 90 𝑘𝑘𝑘𝑘; 𝑀𝑀1 = 50 𝑘𝑘𝑘𝑘 ∙ 𝑚𝑚; 𝑞𝑞1 = 30 𝑘𝑘𝑘𝑘⁄𝑚𝑚; 𝑞𝑞2 = 70 𝑘𝑘𝑘𝑘⁄𝑚𝑚;
2. 𝑎𝑎1 = 7 𝑚𝑚; 𝑏𝑏1 = 3 𝑚𝑚; 𝑐𝑐1 = 2 𝑚𝑚; ; 𝑑𝑑1 = 4 𝑚𝑚; 𝛿𝛿𝛿𝛿1 = 5 𝑐𝑐𝑚𝑚;
3. 𝐸𝐸 = 23,8 ∙ 106 𝑘𝑘𝑘𝑘⁄𝑚𝑚2; 𝐼𝐼 = 1,5625 ∙ 10−3 𝑚𝑚4; 𝐴𝐴 = 75,0 ∙ 10−3 𝑚𝑚2;
4. Considere somente os esforços de momento fletor nas barras.

Pedem-se:
a) Reações dos vínculos para os sistemas principal e redundantes; (0,4p)
b) Diagramas de momento fletor para os sistemas principal e redundantes; (0,8p)
c) Os coeficientes δ io e δ ij do sistema; (1,8p)
d) As redundantes do sistema ( X j ); (1,0p)
e) Trace o diagrama de momento fletor final do sistema. (1,0p)

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Questão 2. O sistema estrutural da Figura 2 está submetido aos carregamentos apresentados. Com isso, determine
os seguintes itens, usando o processo de Cross:

a) coeficientes de distribuição de momentos do sistema (1,0p)


b) momentos de engastamento perfeito; (1,0p)
c) o equilíbrio de momentos dos estágios; (2,0p)
d) trace o diagrama de momento fletor final do sistema. (1,0p)

Dados:
1. 𝑃𝑃1 = 80 𝑘𝑘𝑘𝑘; 𝑃𝑃2 = 60 𝑘𝑘𝑘𝑘; 𝑞𝑞1 = 50 𝑘𝑘𝑘𝑘⁄𝑚𝑚; 𝑞𝑞2 = 70 𝑘𝑘𝑘𝑘⁄𝑚𝑚 ; 𝑀𝑀1 = 50 𝑘𝑘𝑘𝑘 ∙ 𝑚𝑚
2. 𝑎𝑎1 = 8 𝑚𝑚; 𝑏𝑏1 = 7 𝑚𝑚; 𝑐𝑐1 = 6 𝑚𝑚; 𝑑𝑑1 = 3,0 𝑚𝑚; 𝑒𝑒1 = 8 𝑚𝑚; 𝑓𝑓1 = 4,0 𝑚𝑚;
3. 𝐸𝐸 = 23,8 ∙ 106 𝑘𝑘𝑘𝑘⁄𝑚𝑚2; 𝐼𝐼 = 1,5625 ∙ 10−3 𝑚𝑚4; 𝐴𝐴 = 75,0 ∙ 10−3 𝑚𝑚2;
4. 𝐼𝐼𝐴𝐴𝐴𝐴 = 1,5𝐼𝐼; 𝐼𝐼𝐵𝐵𝐵𝐵 = 2,0𝐼𝐼; 𝐼𝐼𝐶𝐶𝐶𝐶 = 1,2𝐼𝐼;
5. Considere somente os esforços de momento fletor nas barras.
6. Critério de erro: 𝜖𝜖 = 0,001

Figura 2 – Pórtico Plano

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FÓRMULAS BÁSICAS:

Equações do Método das Forças

• Equação Geral dos Esforços:


Ε = Ε 0 + ∑ X i ⋅ Ei
i

Onde: E = Esforço real; E0 =Esforço no estado de carregamento original; Xi = Redundantes do sistema; Ei = Esforço no estado da
redundante i.

• Coeficientes de flexibilidade:
 ni N j myi My j mz i Mz j vyiVy j vziVz j mxi Mx j 
δ ij = ∑ ∫  + + + + dx
b x  EA EI y EI z GAvy GAvz GJ x 

Onde: ni ; myi ; mzi ; vyi ; vzi ; mxi = esforços seccionais da barra no estado Ei ; n j ; my j ; mz j ; vy j ; vz j ;
mx j = esforços normais da barra no estado E j . Sendo que i = 1,..., n e j = 0,..., n com n = nº total de redundantes.

• Coeficientes de carga:
 ni N 0 myi My0 mz i Mz 0 vyiVy0 vziVz 0 mxi Mx0 
δ i 0 = ∑ ∫  + + + + + dx

b x  EA EI y EI z GAvy GAvz GJ x 
Onde: ni ; myi ; mzi ; vyi ; vzi ; mxi = esforços seccionais da barra no estado Ei ; n0 ; my0 ; mz0 ; vy0 ; vz0 ;
mx0 = esforços seccionais da barra no estado E0 . Sendo que i = 1,..., n com n = nº total de redundantes.
• Equação de Compatibilidade dos Deslocamentos (Matricial):
δ 11  δ 1n   X 1   − δ 10 
    ⋅   =   
     
δ n1  δ nn   X n  − δ n 0 
∆ ⋅ X = −δ 0
Onde: n = nº total de redundantes.

• Variação de Temperatura:
δ i 0 = ∑ ∫ ni ⋅ α ⋅ T ⋅ dx + ∑ ∫ mi ⋅ α ⋅ g T ⋅ dx
b x b x

Onde: ni ; myi ; mzi ; vyi ; vzi ; mxi = esforços seccionais da barra no estado Ei . Sendo que i = 1,..., n com n = nº
total de redundantes. α = é o coeficiente de dilatação térmica; T = é a temperatura do centro de gravidade da peça

(Caso haja T i e T s deverá ser feita a interpolação); g T =


(T i
−Ts )
= é o gradiente de temperatura com T i =
h
temperatura da face inferior, T s = temperatura da face superior e h = altura da seção transversal.

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• Deslocamento Prescrito:
δ 11  δ 1n   X 1   − δ 10  δ 1 p 
    ⋅   =    +   
       
δ n1  δ nn   X n  − δ n 0  δ np 
∆ ⋅ X = −δ 0 + δ p
δ p = é o vetor com os deslocamentos prescritos nas direções e sentidos das referidas redundantes.
• Deslocamento Prescrito:
 ni N 0 myi My0 mz i Mz 0 vyiVy0 vziVz 0 mxi Mx0 
δ i 0 = −∑ Rniδ n + ∑ ∫  + + + + + dx

n b x  EA EI y EI z GAvy GAvz GJ x 

δ 11  δ 1n   X 1   − δ 10 
    ⋅   =   
     
δ n1  δ nn   X n  − δ n 0 
∆ ⋅ X = −δ 0
Onde: δ n = são os deslocamentos prescritos nas direções e sentidos referidos; Rni são as reações de apoio no modelo em que
está aplicada a força unitária. Estas são as reações correspondentes aos apoios da estrutura original onde ocorrem os
deslocamentos prescritos ( δ n ).
• Processo de Cross:
m
ki
ci =
m
n

∑k
j
i
j =1

M i = MEi ⋅ ci
j m

m m
ci = é o coeficiente de redistribuição do nó i do elemento m; ki = é a rigidez do nó i do elemento m em relação
n
à soma das rigidezes de todas as barras ( ∑k ) que concorrem nó i; MEi = é o momento de engastamento
j
i
j =1
j
perfeito do nó i; M i = é o momento de redistribuído no nó i do elemento j; n = é o número de barras concorrentes
no nó.

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TABELA PARA CÁLCULO DA INTEGRAL DO PRODUTO DE DUAS FUNÇÕES
Curso: Engenharia Civil; Prof: Marcos Vinicios
Disciplina: Teoria das Estruturas 2

A tabela de integração desenvolvida pelo pesquisador A. N. Vereshchagin


fornece equações que geram resultados numericamente iguais aos obtidos no
processo de integração. Esta tabela é apresentada a seguir como tabelas 3a e 3b.

Tabela 3a: equações que representam o valor da integral do produto entre o diagrama
de momento fletor real (M) e o diagrama de momento fletor virtual (Mu)

Mub Mua Mub Mua


Mua Mub

M
1/2.L.M.Mub 1/2.L.M.Mua 1/2.L.M.(Mua+ Mub) 1/2.L.M.(Mua+ Mub)

Mb 1/3.L.Mb.Mub 1/6.L.Mb.Mua 1/6.L.Mb.(Mua+2Mub) 1/6.L.Mb.(Mua+2Mub)

Ma 1/6.L.Ma.Mub 1/3.L.Ma.Mua 1/6.L.Ma.(2Mua+ Mub) 1/6.L.Ma.(2Mua+ Mub)

Mb 1/6.L.(Ma+2Mb).Mub 1/6.L.(2Ma+Mb).Mua 1/6.L[Ma.(2Mua+Mub)+ 1/6.L[Ma.(2Mua+Mub)+


Ma
Mb.(Mua+2Mub)] Mb.(Mua+2Mub)]

Ma 1/6.L.(Ma+2Mb).Mub 1/6.L.(2Ma+Mb).Mua 1/6.L[Ma.(2Mua+Mub)+ 1/6.L[Ma.(2Mua+Mub)+


Mb
Mb.(Mua+2Mub)] Mb.(Mua+2Mub)]

par. 2º grau
1/3.L.Mm.Mub 1/3.L.Mm.Mua 1/3.L.Mm.(Mua+ Mub) 1/3.L.Mm.(Mua+ Mub)
Mm
Ma
1/6.L.(Ma - 2Mb).Mub 1/6.L.(2Ma - Mb).Mua 1/6.L[Ma.(2Mua+Mub)- 1/6.L[Ma.(2Mua+Mub)-
Mb.(Mua+2Mub)] Mb.(Mua+2Mub)]
Mb
## # # Para os casos: Ma = Mb ; Ma > Mb E Ma < Mb

Mua ou Mub tracionando lado oposto ao do Ma:


 inserir o sinal de ( - ) no início da equação

OBS: Se M e Mu de uma barra tracionarem lados oposto da barra  deve ser


inserido o sinal de (-) no inicio da equação obtida nas tabelas 3a e 3b.
Exemplos: Mb Mub
Mb  1/3.L.Mb.Mub
- 1/3.L.Mb.Mub
Mub
Mb Mub Mb Mub
1/3.L.Mb.Mub  - 1/3.L.Mb.Mub

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Curso: Engenharia Civil; Prof: Marcos Vinicios
Disciplina: Teoria das Estruturas 2

Tabela 3b: equações que representam o valor da integral do produto entre o diagrama
de momento fletor real (M) e o diagrama de momento fletor virtual (Mu)

Mua Mub
Mu
Mub Mua
***** *****
Para os casos: Mua = Mub ; Mua > Mub E Mua < Mub

M
L.M.Mu 1/2.L.M.( Mua - Mub) 1/2.L.M.(- Mua + Mub)

Mb
1/2.L.Mb.Mu 1/6.L.(Mua - 2Mub).Mb 1/6.L.(-Mua +2Mub).Mb

Ma
1/2.L.Ma.Mu 1/6.L.(2Mua - Mub).Ma 1/6.L.(-2Mua + 2Mub).Ma

Mb
Ma 1/2.L.(Ma+Mb).Mu 1/6.L[Mua.(2Ma+Mb)- 1/6.L[-Mua.(2Ma+Mb)+
Mub.(Ma+2Mb)] Mub.(Ma+2Mb)]

Ma 1/2.L.(Ma+Mb).Mu 1/6.L[Mua.(2Ma+Mb)- 1/6.L[-Mua.(2Ma+Mb)+


Mb Mub.(Ma+2Mb)] Mub.(Ma+2Mb)]

par. 2º grau
2/3.L.Mm.Mu 1/3.L.(Mua - Mub).Mm 1/3.L.(- Mua + Mub).Mm
Mm
Ma
1/2.L.(Ma - Mb).Mu 1/6.L[Mua.(2Ma - Mb)+ 1/6.L[Mua.(-2Ma + Mb)+
Mub(-Ma+2Mb)] Mub(Ma - 2Mb)]
Mb
# # Para os casos: Ma = Mb ; Ma > Mb E Ma < Mb
##
Mb
1/2.L.(-Ma + Mb).Mu 1/6.L[Mua.(-2Ma + Mb)+ 1/6.L[Mua.(2Ma - Mb)+
Mub(Ma - 2Mb)] Mub(-Ma+2Mb)]
Ma
# # Para os casos: Ma = Mb ; Ma > Mb E Ma < Mb
##

OBS: Se M e Mu de uma barra tracionarem lados oposto da barra  deve ser


inserido o sinal de (-) no inicio da equação obtida nas tabelas 3a e 3b.
Exemplos: Mb Mub
Mb  1/3.L.Mb.Mub
- 1/3.L.Mb.Mub
Mub
Mb Mub Mb Mub
1/3.L.Mb.Mub  - 1/3.L.Mb.Mub

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Coeficientes de rigidez locais (de barra) no sistema de eixos locais

Coeficientes de rigidez axial para qualquer barra


(EA / l ) ⋅ d′1 (EA / l ) ⋅ d ′1 (EA / l ) ⋅ d ′4 (EA / l ) ⋅ d ′4

d 1′ d ′4
l l

Coeficientes de rigidez por flexão para barra sem articulação

(12EI /l )⋅ d′ 3
2 (12EI /l )⋅ d′ 3
5

d ′2
(6EI /l )⋅ d′
2
2 (6EI /l )⋅ d′ 2
5 d ′5
(6EI /l )⋅ d′ 2
2 (6EI /l )⋅ d′
2
5

(12EI /l )⋅ d′ 3
2 (12EI /l )⋅ d′ 3
5
l l
(6EI /l )⋅ d′
2
3 ( 2
6EI / l ⋅ d6′ ) (4EI / l ) ⋅ d6′
(2EI / l ) ⋅ d ′3
d′3
d6′
(4EI / l ) ⋅ d ′3 (6EI /l )⋅ d′
2
3
(2EI / l ) ⋅ d6′
(6EI /l )⋅ d′ 2
6

Coeficientes de rigidez por flexão para barra com articulação na esquerda

(3EI /l )⋅ d′ 3
2
(3EI /l )⋅ d′
3
5

(3EI /l )⋅ d′
2
2
d ′2 d ′5
(3EI /l )⋅ d′
2
5

(3EI / l )⋅ d′
3
2
(3EI /l )⋅ d′
3
5

l l

(3EI /l )⋅ d′
2
6
(3EI / l ) ⋅ d′6

d6′

(3EI /l )⋅ d′ 2
6

Coeficientes de rigidez por flexão para barra com articulação na direita

(3EI /l )⋅ d′ 3
2 (3EI /l )⋅ d′
3
5

d ′2 (3EI / l )⋅ d′ 2
(3EI /l )⋅ d′2
5 d ′5
2

(3EI / l )⋅ d′
3
2
(3EI /l )⋅ d′
3
5
l
(3EI /l )⋅ d′
2
3
l

d′3

(3EI / l ) ⋅ d′3 (3EI /l )⋅ d′


2
3
Reações de engastamento de barras isoladas

ql 2 / 12 q ql 2 / 12 Pl / 8 P Pl / 8

ql / 2 ql / 2 P /2 P /2
l l/2 l/2

q ql 2 / 8 P 3Pl / 16

3ql / 8 5ql / 8 5P / 16 11P / 16

q 3Pl / 16
ql 2 / 8 P

5ql / 8 3ql / 8 11P / 16 5P / 16

Pab 2 /l 2 P Pa 2 b /l 2

Pb 2 (3a + b ) / l 3 Pa 2 (a + 3b ) / l 3
a b
l
Mb(2 a − b ) / l 2
M Ma(2 b − a ) / l 2

6 Mab / l 3 6 Mab / l 3
a b
l
q
ql 2 / 30 ql 2 / 20

3ql / 20 7ql / 20
l

EIα (Ti − Ts ) / h EIα (Ti − Ts ) / h


Ts [°C]
EAαTCG Ti [°C] EAαTCG
l