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AMPLIFICADORES DIFERENCIAIS

https://newtoncbraga.com.br/index.php/eletronica/52-artigos-
diversos/11906-os-amplificadores-diferenciais-art2818

Em se tratando de circuitos integrados, a configuração do amplificador diferencial, pode ser


considerada ideal por uma série bastante convincente de razões.

Pode-se citar, por exemplo, o balanceamento inerente da tensão base emissor e também o
ganho por igual dos transistores em condições de curto-circuito.

Os dois transistores, podem ser praticamente idênticos - no que se refere as propriedades


elétricas - dada a possibilidade de serem fabricados simultaneamente na mesma pastilha e em
posição muito próxima.

A configuração, por outro lado, exige poucos capacitores e resistores de grande valor o que
simplifica bastante a sua fabricação segundo a técnica do circuito integrado.

O ganho de um amplificador diferencial é também função da relação entre as resistências de


coletor, e não de seu valor absoluto.

Em vista disso, pelo reduzido número de componentes, o amplificador diferencial, se torna


ideal para um processamento monolítico, o que explica sua escolha pela maioria dos
fabricantes, como base dos circuitos integrados
Funcionamento

Esta configuração é a base de Inúmeros circuitos utilizados, com as mais diversas finalidades e
encontrados com as mais diversas especificações, desde aplicações em corrente continua, até
sinais de altas frequências.

Analisemos seu princípio de funcionamento.

Q1 e Q2, constituem o par diferencial, cada um funcionando de modo similar a uma


configuração de componentes discretos, até o momento que seus emissores são interligados.

Evidentemente, neste caso, como os dois transistores são fabricados numa mesma pastilha
simultaneamente, suas características elétricas são bastante semelhantes, com o que um
casamento perfeito no que se refere ao seu comportamento pode ser feito (o que não seria
possível de modo tão bom se fossem usados transistores discretos).

As correntes dos transistores Q1 e Q2, acoplados pelo emissor, são provenientes de uma fonte
de corrente constante, formada por um terceiro transistor e um resistor.

Aplicação

Um amplificador diferencial é uma forma de circuito mais geral do que o amplificador com
uma única entrada; pois ligando uma das entradas do amplificador diferencial à massa, temos
como resultado um amplificador de uma saída.

Os amplificadores diferenciais são encontrados em muitos sistemas que utilizam


realimentação negativa, aonde uma entrada é utilizada para o sinal de entrada, e a outra para
o sinal de realimentação. Uma aplicação comum é o controle de motores ou
servomecanismos, assim como para aplicações com amplificação de sinais. Em eletrônica
discreta, um modo comum da implementação dos amplificadores diferenciais é a saída longa,
que é muito utilizada como o elemento diferencial na maioria dos circuitos integrados de
amplificadores operacionais.

CIRCUÍTOS COMPARADOR DE TENSÃO

http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/como-funciona/12973-
como-funciona-o-comparador-de-tensao-art1511

Um comparador de tensão mais é do que um amplificador operacional que possui um ganho


muito alto e que pode operar normalmente com uma fonte de alimentação simples.

Temos basicamente duas formas de utilizar um comparador, as quais determinam o tipo de


saída obtida.

Se usarmos dois resistores de mesmo valor, por exemplo, a tensão de referência será metade
da tensão de alimentação ou Vcc/2.

Para outras relações de valores, por exemplo, usando R1 e R2 quaisquer, a tensão de


referência será dada por:

Vref = Vcc (R1/R1 + R2)


Com a utilização do diodo zener

Se esta tensão for menor do que a tensão de referência, a saída do comparador apresentará
uma tensão muito próxima de 0 V.

Se esta tensão for maior que a tensão de referência, as saída do comparador irá ao nível alto,
ou seja, apresentará uma tensão muito próxima da tensão de alimentação.

Gráfico de VS em função de VENT, com a variável VREF.

Nestas condições, se a entrada for menor do que a tensão de referência, a tensão de saída
será positiva, bem próxima da tensão de alimentação.

Se a tensão de entrada for maior que a tensão de referência, a tensão de saída será bem
próxima de zero.
Na prática as tensões não podem chegar a Vcc e nem a zero, devido as perdas nos
componentes do circuito.

No entanto, existem comparadores em que a tensão é muito próxima desses valores, sendo
por esse motivo, denominados rail-to-rail, ou seja, a tensão de saída oscila entre as duas linhas
de alimentação (rail).

O resistor R tem seu valor determinado de acordo com a tensão de alimentação, de modo a
limitar a corrente no LED a um valor que esteja dentro dos limites da capacidade do
comparador.
INTEGRADOR
http://www.netsoft.inf.br/aulas/4_EAC_Eletronica_Basica/Apoio/exercici
os_diodos_transistores_amplificadores.pdf

Definição
Um integrador é um circuito eletrônico que realiza um processo de integração (soma
infinitesimal) dos sinais decorrentes da variação do sinal de entrada conforme sua variação no
intervalo de tempo analisado. A integração é uma das operações fundamentais do cálculo, o
inverso da diferenciação ou derivação. Um circuito que realiza a diferenciação é chamado
circuito diferenciador.

Exemplo

A forma de onda na saída de um integrador com R1=10kΩ e C1=0,1µF quando a excitação


deste circuito é uma onda quadrada com período de 1ms (supor que a onda inicie em -5V por
0,25ms, mude para 5V por 0,5ms, retorne a -5V por 0,5ms e assim por diante).

Neste exemplo o sinal de entrada vi é constante em determinados intervalos de tempo. Dentro


de cada intervalo, a expressão da saída vo é:

Para o primeiro intervalo, com ∆t=0,25ms voMÁX=1,25V Para os intervalos subsequentes, com
∆t=0,5ms, voMÁX=2,5V

Integrador prático
Se levarmos em consideração IB e VOS do AO o amplificador integrador pode ser modelado
como mostra a figura abaixo.
Teoricamente o ganho do integrador para frequência zero tende a infinito. Desta forma os
efeitos de VOS e IB impedem que a integração seja feita por longos períodos de tempo, pois
nestas condições o AO satura

. Podemos minimizar este problema usando AO com entrada FET, que reduzem a corrente IB.

Uma alternativa é apresentada no circuito abaixo. A inserção de R2 diminui o ganho DC do


integrador para vo vi =− R2 R1 . Isto reduz sensivelmente a contribuição final de Vos na saída
do integrador de ∞ para vo V OS = R2 R1 ⋅∣V OS∣

Para minimizar os erros com IB neste novo circuito podemos usar as técnicas já estudadas
inserindo um resistor entre terra e a entrada não inversora do AO.

Como podemos ver no desenho abaixo, o integrador com R2 só possui comportamento

semelhante ao do integrador ideal para frequências acima de R2·C1 rad/s. A diferença entre a
reta do

integrador puro e com R2 deve-se apenas a diferença de ganhos nas curvas desenhadas. Se

aumentarmos o ganho do integrador puro, sua curva subirá até coincidir com a reta inclinada
do

circuito integrador com R2. Isto significa que esta é a região de integração, antes disso este
circuito, apresenta apenas características de ganho.