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PORTEFÓLIO

MARIA JOÃO FREITAS SALGADO

PLANO INDIVIDUAL DE
LEITURA

Literatura Portuguesa, 10º ano


| Índice

Introdução………………..………………... Página 3

Apresentação do Autor ………………. Página 4

Biografia do Autor ………………………. Página 5

Introdução à Obra ………………………. Página 6

Crítica Literária ……………………..……. Página 7

Resumo da Obra …………………..……. Página 8

Apreciação Crítica …………………….… Página 9

Exposição do 2º Tema ………..………. Página 10

Introdução e Reflexão ………..………. Página 11

Amnistia Internacional …………….…. Página 12

Amnistia Internacional …………….…. Página 13

Amnistia Internacional …………….…. Página 14

Conclusão do 2º Tema …………….…. Página 15

Conclusão Portefólio ……………….…. Página 17


introdução

«Apresentar um Portefólio»
, Admito que aquando a informação de que deveria fazer um portefólio, não imaginava
em que consistia. Antes de o ter começado o entusiasmo era grande, o simples facto de, na
sua idealização, ter como princípio escrever, e escrever sobre um assunto que me interessa,
fez-me olhar para o trabalho com um «fixe, vou começar hoje». Assim que comecei, cansei-
me e não demorou muito tempo. Uma tarde em volta de colar imagens, cortar imagens,
escrever, apagar o que havia escrito e recomeçar para, de seguida, voltar a apagar. E, agora,
aqui estou, sentada numa cadeira da biblioteca, a duas mesas das estantes 94 e 93, junto da
janela, a pensar no que vou escrever na linha seguinte sem ter de apagar o que escrevi na
linha anterior.
Finalmente, neste portefólio, irei então expor todas as minhas apreciações e clarificar
todos os meus comentários. Inserido no Projeto Individual de Leitura, tudo o que irei falar
tem base no que li. Vou tentar integrar tudo o que está no conteúdo deste trabalho, e
esforçar-me ao máximo para desenvolver cada tópico do mesmo. Na verdade, não tenho
nenhum esboço sobre o que vou fazer, e se tivesse, sei que o iria desrespeitar.
Queria ainda referir que, tal como nesta introdução, todas as imagens e referências ao
longo deste portefólio têm suporte na Literatura universal. A palavra ‘literatura’ é algo que
me inspira, não a escrever, mas a expandir-me para além da pessoa, sobretudo como
adolescente que sou.
E agora que estou a escrever… bem, posso dizer que o entusiasmo voltou.
«Porque eu era um malvado! Porque a
bem nunca o seu corpo havia de ser meu,
quanto mais minha mulher! Antes moça
de porta aberta!»

- O Malhadinhas

AQUILINO RIBEIRO
|AQUILINO RIBEIRO
Do Carregal de Tabosa nasce, a 13 de dezembro
de 1885, o último de quatro filhos do cônjuge
entre o Padre Joaquim Ribeiro e a camponesa
Mariana Gomes, Aquilino Gomes Ribeiro.

Aos 15 anos, a pedido da sua mãe, procurou


instrução no Seminário de Beja para se tornar
sacerdote. Impôs uma acusação ao padre Manuel
Ançã, um dos diretores e não precisou sequer de 4
anos para ser expulso.

Começou uma conspiração contra a


monarquia liberal e, em 1906, ingressou no jornal
republicano A Vanguarda. Um ano depois,
publica o livro A Filha do Jardineiro, uma obra de
ficção, de propaganda e de crítica às figuras do
regime. Nesse mesmo ano, é preso e acusado de
ser ANARQUISTA.

Aquilino, um romancista de marca,


caracteriza-se pela sua excecional riqueza
lexicológica e pela sua expressão popular,
repleta de regionalismos. Um estilista de
linguagem vernácula e vulgar,
particularmente utilizada nos diálogos das
suas obras.

Nos seus livros, Aquilino reflete cenas da


sua vida, inseridas nas suas histórias.

Em 1933, é premiado com o Prémio Ricardo


Malheiros. Mais tarde, em 1952, funda a
Sociedade Portuguesa de Escritores. Em 1960,
é proposto para o Prémio Nobel da Literatura.
E, por fim, em 1982 é laureado com o título
de Comendador da Ordem de Liberdade.
| FICHA DE LEITURA
|Crítica Literária

Para crítica literária tem muito que se lhe diga. Está nos ideais deste portefólio, um género
de intertextualização entre a obra referida e os padrões dos Direitos Humanos e com as
Cantigas provenientes da poesia trovadoresca.
O Malhadinhas, em forma de monólogo, reconta a sua história, com interlocutores que
afirma serem somente fidalgos. Em linguagem e em pessoa, bruto de início ao fim. Rapto,
violação, alianças forçadas, exigências procriadoras, assassino ao ponto de matar a sua própria
esposa. Ele, um verdadeiro ignorante a tudo que diz respeito a direitos. Ele, um exemplo de
violador dos Direitos Humanos “e, em menos dum amém, estava tombado por terra e eu de
joelhos em cima, na arca do peito… Varreu-se-me a luz dos olhos e já a faca vinha largada
quando atalharam o golpe.”
Porém, tudo o que faz, fá-lo pelo seu amor obsessivo pela sua prima. Dirigindo-me,
portanto, para as Cantigas, O Malhadinhas coaduna, em particular, com as Cantigas d’Amor.
Uma espécie estranha de amor, mas amor. Neste subgénero da poesia trovadoresca o trovador
escreve por alguém, um homem, que sofre de forma extremamente hiperbolizada por amor a
«Senhor». E tal como nas Cantigas o amor não é retribuído, em O Malhadinhas também não.
Sofrendo ambos por «Coita d’Amor».
Como já referido, crítica literária envolve imersos ramos. Num meio de procura, percebi que
em quase totalidade dos leitores de Aquilino, comentam o intrínseco valor linguístico dele. As
suas personagens são marcadas por qualidades intensas e cheias de energia, regionalismos
intensos que levam o leitor a perceber os estratos do homem da época. Na primeira pessoa,
Aquilino absorve vocábulos subliminares, mas beirões que convencem quem está a folhear.
: “a jogar o pau e a manejar a navalha como ninguém”
|Resumo |RESUMO
da Obra DA OBRA
O Malhadinhas está redigido sob a forma de um monólogo, que tem como
interlocutor um grupo de fidalgos apelidados de “escrivães da vila e manatas”.
Este centro de ouvintes inclui o narrador.

Esta obra reconta e transforma a história verídica de um rapaz, natural da


Beira Baixa, que com poucas ou nenhumas letras se fez almocreve. O
Malhadinhas, habituado a exercer um papel nómada, tinha amigos em todos os
cantos. Com dotes de galã adora exibir-se às raparigas aldeãs, que se revelavam
loucas por ele. Galã, mas um homem rústico, ao nível da sua linguagem tosca. É,
todavia, rude e um extremo machista.

Marcante jogador do «jogo do pau» e um invejado manipulador de navalhas,


face de um bom proveito para se pavonear. Brízida, a primeira a recusar toda
essa loucura de ostentação. O Malhadinhas apaixona-se por ela por isso mesmo,
pela sua ignorância ao seu maior método de se expor, e porventura de todos os
outros homens. Brízida, sua prima, não retribui o amor. Portanto, o Malhadinhas
resolve raptá-la e embarcar numa longa viagem pelos campos, a fugir do pobre
coitado do pai de Brízida, até Penajoia, onde se irá casar com ela. Lá estará um
padre a quem salvou a vida em tempos e Malhadinhas julga ter de ser
recompensado por tal. Viola-a, faz dela uma cobaia sexual, explorada em todos
os aspetos.

Brízida, nos primeiros anos, acusa-o de desumano, de bruto e pervertido, mais


tarde acaba por se habituar a ele e aprende a amá-lo. Declarar-se-á com toda a
fidelidade, mas fica apenas pelo declarar. Com ele, terá dezanove filhos, e no
primeiro Brízida pede-lhe que se torne um homem sério e que larga a faca e o
pau que foram seus companheiros toda a sua vida. Era um homem imponente,
sem regras, mas o amor por Brízida era maior e acabará por ceder.

Monstruoso de início ao fim, às portas da sua morte resolve «espetar com um


balázio» no meio da cabeça da mulher para que ela não se pudesse envolver com
mais nenhum homem para além dele se acabasse por dizer olá à campa primeiro
do que ela.
|REFLEXÃO
Para refletir sobre um livro é necessário voltarmos atrás e
revermos todas as palavras que lemos. É legítimo dizer que todo
o livro é um processo, temos capítulos que gostamos mais,
outros menos e outros que nem sequer gostamos. O
Malhadinhas foi, sem dúvida, um dos livros que mais gostei de
ler. Tudo o que faz e a forma de como o faz acaba por ser
compreensível.

Sem escrúpulos, sem carácter, pelo menos para mim leitora


da obra, tal como Brízida, aprende-se a gostar do Malhadinhas
por mais cruel e ordinário que ele possa ser. Penso que é aí que
está o ponto da história, pois toda ela é um grande debate
moral contra as nossas próprias perguntas.

Uma reflexão ou uma apreciação crítica abrange tudo aquilo


que gostamos ou não, seja por parte do narrador, por parte dos
personagens ou até do autor nas suas intervenções. A sua
linguagem metaforicamente admirável, uma riqueza lexicológica
incrível, para não falar das suas bases, da sua cara nas palavras e
expressões. Porém, tenho de ter em conta que isto é um
portefólio, uma complexa constituição de tudo o que são ideias
e comentários, e se falasse novamente da sua linguagem, iria
estar a repetir-me.
|Introdução ao Tema e
Reflexão

Foi-nos proposto, incluído no PIL (Projeto Individual de Leitura) que, em grupos,


apresentássemos oralmente uma pesquisa sobre os temas distribuídos pelos
grupos. Esta ideia surgiu a partir do Livro do Carlão sobre interculturalismo.

Respeitar as etnias, proteger quem precisa de proteção, e remetendo para a


primeira pessoa, na minha opinião devemos dar voz se queremos ser ouvidos. Estes
tipos de trabalho, para além de nos tornarem mais cultos e menos ignorantes a
novas realidades, fazem-nos repensar sobre atitudes que temos com os outros e
medir as que vamos ter a seguir. Eu não sou feminista, sou apologista da igualdade.
Sou uma rapariga que “abre as goelas para tudo”, que diz o que sente e o que
pensa. E são estes trabalhos que fazem uma parte da minha mentalidade.

Seguimos um plano, um esquema de trabalho e a mim e o meu tema foi sobre a


Amnistia Internacional.

Amnistia Internacional envolve imensos parâmetros. Em particular, a temática


pedida foram as petições em prol dos refugiados vindos da
Venezuela.
|Amnistia Internacional
Petição>> DIREITOS ECONÓMICOS; SOCIAIS; CULTURAIS
“Queremos Viver” – SOS Venezuela

A Venezuela foi considerada durante décadas um país de acolhimento para


migrantes oriundos de vários países. Atualmente, tornou-se num país de onde a sua
própria população foge á procura de um local seguro, de uma alternativa.
Os números de migrantes e requerentes de asilo de venezuelanos são alarmantes. O
Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados reportou que, em novembro
de 2017, mais de um milhão de pessoas tinha saído do país e mais de 133 000
procurou asilo em vários países nos últimos quatro anos.
A investigação conduzida pela Amnistia Internacional revelou que um dos três
principais motivos para a fuga de venezuelanos é a falta de medicamentos, a par da
falta de comida e emprego. A falta de medicamentos tem particular impacto em
pacientes com doenças crónicas, uma vez que a falta destes coloca em risco a própria
vida dessas pessoas. Neste grupo incluem-se pessoas que sofrem de doenças
oncológicas e diabetes, pacientes hemofílicos, e mulheres grávidas. Todas estas
pessoas são, atualmente, forçadas a migrar já que não encontram outra opção que as
permita salvarem a própria vida.
É urgente garantir a cooperação internacional necessária para pôr fim a esta crise
no acesso a produtos de subsistência como alimentos, medicamentos e todos os bens
essenciais, que geram motivos pelos quais os venezuelanos estão a atuar desta forma.
Assine a petição dirigida ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e
ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, e apele para que seja criada uma
resposta conjunta de cooperação internacional que respeite os padrões de direitos
humanos. Todas as assinaturas serão enviadas pela Amnistia Internacional.

https://www.amnistia.pt/peticao/sos-venezuela/
Petição>> PESSOAS EM MOVIMENTO
EU ACOLHO

Resolver a crise global de refugiados pode começar com quatro palavras: Eu acolho
os refugiados!
Vivemos a maior crise mundial de refugiados desde a 2ª Guerra Mundial, com mais
de 25 milhões de pessoas – pais, crianças, famílias – obrigadas a fugir das suas próprias
casas para salvarem as suas vidas.
Em vez de ajudar estas pessoas, a grande maioria dos líderes mundiais optou por
fechar fronteiras ou virar as costas ao sofrimento humano. Em vez de receber os
refugiados como pessoas que fogem da guerra, da miséria e da perseguição, muitos
cidadãos optam pelo discurso de ódio, pelo preconceito e chegam mesmo a atos de
violência contra os refugiados. Em vez de se facilitar processos de autonomia e
integração, são levantadas barreiras burocráticas e os refugiados e requerentes de
asilo são, muitas vezes, deixados ao abandono e sem perceber como se movimentar na
vida quotidiana dos países de acolhimento.
Resolver a crise global de refugiados pode começar com quatro palavras: Eu
acolho os refugiados!
Queremos agora reiterar que acreditamos num mundo em que se criam pontes em
vez de muros e em que os refugiados são parte da família global. Foram inclusive
ratificadas convenções internacionais para que tragédias como estas não se
repetissem.
Por isso, queremos ficar do lado certo da História. Chegou a vez de nós, cidadãos,
mostrarmos que acolhemos os refugiados, propondo soluções em três aspetos
específicos:
i. Rotas legais e seguras, com meios dignos de viagem e proteção humanitária
que mitigariam os riscos de exploração económica e tráfico de seres humanos a
que os refugiados estão sujeitos bem como às viagens de alto risco a que os
mesmos se sujeitam;
ii. Partilha de responsabilidades no acolhimento entre todos os Estados. Tendo
em conta que o esforço de acolhimento da maioria de refugiados no mundo
inteiro é feito por apenas 10 países. Se os outros países que há no mundo
assumissem a sua parte, o esforço de acolhimento seria muito baixo. Também
na recolocação dos refugiados na Europa. Se cada país da União Europeia
assumisse o compromisso de partilha de responsabilidades, o esforço da Itália e
Grécia seriam repartidos por todos os países da UE num sinal claro de valores
de solidariedade;
iii. Acolhimento e integração efetiva com resposta rápida e célere aos requerentes
de asilo, cumprindo o estipulado pela lei e acelerando assim a integração
efetiva das pessoas na sociedade e nas comunidades locais enquanto estiverem
no nosso país. Esta reivindicação implica também o direito à reunificação
familiar que tem sido ignorado no processo de recolocação de refugiados que
estão na Grécia e Itália, para outros países da UE; a reunificação familiar
significa que os refugiados podem reunir-se a familiares próximos que já vivam
noutros países. Inclui ainda a previsão de bolsas e vistos para estudantes, que
permitam aos refugiados continuar ou começar os seus estudos, bem como
vistos médicos – para ajudar quem apresenta um estado clínico grave a obter
tratamento que lhe poderá salvará a vidas.
iv. Instamos por isso o nosso governo a levar a cabo todos os esforços possíveis
para concretizar estas medidas em território nacional e a exercer a sua
influência de bem na comunidade internacional, principalmente em sede da
UE, da CPLP, e das Nações Unidas:
v. Sendo um ator de relevo na União Europeia no que diz respeito à abertura de
novas rotas legais e seguras;
vi. Garantindo que todos os refugiados a quem foi prometido asilo e os
requerentes a quem foi prometida entrada, sejam acolhidos pelo nosso país
com dignidade, respeitando o que se encontra estipulado por lei;
vii. Garantindo que todos os refugiados e requerentes de asilo recebem uma
resposta rápida e célere, cumprindo o estipulado pela lei;
viii. Facilitando o processo de integração e autonomia dos refugiados e requerentes
de asilo, auscultando sempre esta população sobre as medidas que são
tomadas;
ix. Responsabilizando atos de discriminação, discurso de ódio e violência contra
refugiados e requerentes de asilo;
x. Nós, abaixo assinados, reafirmamos o compromisso “Eu Acolho” porque
acreditamos na solidariedade, na humanidade, no direito a viver em segurança
e num mundo onde os direitos humanos sejam usufruídos por todas as
pessoas!

https://www.amnistia.pt/peticao/eu-acolho/

Petição>> LIBERDADE DE EXPRESSÂO


BRAVE-A NOSSA CORAGEM POR TODOS OS DEFENSORES DE DIREITOS

Vivemos atualmente numa era onde o medo, a divisão e a demonização ganham


terreno. Um pouco por todo o mundo as narrativas de “nós contra eles” estão a ser
utilizadas para criar um sentimento de culpa coletiva a grupos inteiros,
independentemente do seu contexto político e social. Assim, aqueles que se atrevem a
ter uma posição em defesa dos direitos humanos estão atualmente sob ataque em
cada vez mais países e a uma escala alarmante. Enfrentam ameaças, intimidação,
difamação, detenções arbitrárias, tortura e muitos destes ativistas chegam a ser
assassinados: 281 pessoas foram mortas só em 2016 por defenderem os direitos
humanos, uma subida das 156 em 2015.

Hoje é mais importante que nunca dar voz aos BRAVE!

Quer sejam estudantes, líderes de comunidades, jornalistas, advogados, vítimas de


abuso, profissionais de saúde, professores, sindicalistas, whistleblowers, agricultores,
ativistas ambientais, entre outros, sabemos que em caso de injustiça estas pessoas
enfrentam-na como uma ameaça pessoal e fazem-se ver e ouvir. Ao ser-lhes retirado o
direito ao protesto ou simplesmente o direito a discordar, colocando-as sob vigilância
tornando-as em alvos diretos ou até recusando a sua defesa, vemos diminuído o
espaço onde os direitos humanos são protegidos e defendidos. E isso diz respeito a
todos nós.
A Amnistia Internacional frisa que, em 2016:
➢ Em pelo menos 22 países foram mortas pessoas por defenderem pacificamente os
direitos humanos;
➢ Em 63 países enfrentaram campanhas de difamação e de desacreditação;
➢ Em 68 países foram detidas ou presas apenas devido ao trabalho pacífico que
desenvolvem
➢ Em 94 países foram ameaçadas ou atacadas.
Mas que ninguém se engane: o nosso espírito de justiça é forte e não será, nunca,
silenciado. A realidade de hoje não nos permite outra posição que não a da defesa
total de todos os ativistas.
Atue connosco e desafie as autoridades portuguesas a reconhecerem publicamente
o papel fundamental que os defensores de direitos humanos têm na construção de
uma sociedade mais justa.

https://www.amnistia.pt/peticao/nossa-coragem-os-defensores-direitos-humanos/

«(…) as narrativas de Arca de Noé - III classe


não foram escritas só para as crianças
E pronto, finalmente quase terminado. A cerca de duas horas de poder entregar
dentro do limite.
Bem, escrever incita-nos a escrever mais. Pelo menos comigo, escrever não é um
problema. Este trabalho foi cansativo, e foi a verdadeira entrada com os pés no
secundário, ou pelo menos para a sua real definição. Sei que acabei, e sei que vou
entregá-lo, mas também sei que há muitas coisas que quero mudar e outras que só
vou perceber muito depois.
Voltei várias vezes atrás para ler a mais ínfima palavra que já tinha lido milhares
de vezes, para ter a certeza que era mesmo aquela. Isso com palavras, com linhas,
com parágrafos, com páginas. E nunca estará perfeito. Eu não sei se dei o meu
melhor porque nunca poderemos saber se realmente o demos ou se somos capazes
de fazer melhor ainda. Mas esforcei-me e sei que o fiz bem. Sinceramente, estou a
passos de apagar esta página outra vez e refazê-la, ou então não.
Não sei se dei o meu melhor, mas a mão está cansada, vou levar isso como um
talvez.
Por Maria João Freitas Salgado

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