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Relatório 03

Caracterização de Fontes de tensão

Objetivo:

Verificar o Teorema de Thévenin, através da análise de dados obtidos a partir da montagem de


dois circuitos: um em que analisaremos corrente de curto-circuito e outro que faremos que
faremos a análise a partir da variação da manipulação de uma resistência de década.

Conceitos:

Para esta experiência usaremos o teorema de Thévenin que nos ajuda a simplificar circuitos
pois ele afirma que se pegarmos o ponto de vista de um terminal AB, o circuito formado antes
deste terminal pode ser reduzido a uma fonte de Thévenin e a uma resistência equivalente de
Thévenin. Assim sendo muito útil para a analise de circuitos e para descobrir a corrente, tensão e
potencial deste circuito.

Usaremos também para este experimento a lei de kirchhof que nos diz quando se percorre um
circuito fechado, o somatório das quedas de potencial deve ser nulo, pois os pontos inicial e o
final são os mesmos. Esta teoria sera bem utilizada para os cálculos do experimento.
Também sera usada a lei de Ohm que nos da uma relação de como a corrente e a tensão variam
para uma resistência ideal. Esta relação é expressa por r = U/i, onde r é resistência, U é a DDP e i
é a corrente.

Materiais:

 Fonte de tensão contínua com regulagem de 0 até 15V.


 Voltímetro yokogawa com fundo de escala 0.3, 1, 3, 10 e 30 volts. Precisão de 1%.
 Miliamperímetro yokogawa com fundo de escala 10, 30, 100, 300 e 1000 miliampere.
Precisão de 1%.
 1 resistor de 100 Ohms com 5% de precisão.
 1 resistor de 220 Ohms com 5% de precisão.
 1 resistor de década de 1% de precisão em relação a medida efetuada.
 Cabos de energia.
 Placa protoboard para ensino educacional.

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Montagem Experimental:

Primeiro foi montado um divisor de tensão para medirmos a diferença de


potencial do resistor R2.

(A)

Depois colocamos um amperímetro em paralelo ao voltímetro no


divisor de tensão, para que obtermos a Resistência de Thévenin
(RTH), usando a medição do voltímetro e do amperímetro na
equação da Lei de Ohm.

(B)

E finalmente foi conectado ao divisor de tenção, tendo este


um amperímetro em serie ao voltímetro, uma Resistência de
década (Ru), para que com a variação de Ru calcularmos a
Resistência de Thévenin e analisarmos o próprio Teorema de
Thévenin.

(C)

Dados Experimentai:

Tabela da resistência de década (Ru), corrente de usuário (Iu), d.d.p. nos terminais da
resistência Ru e potência dissipada por Ru

Iu (A) ΔIu (A) Vu (V) ΔVu (V) Ru (Ω) ΔRu (Ω) Pu (W) ΔPu (W)
0,0008 0,0001 0,90 0,01 1000 10 0,00072 0,00009
0,0011 0,0001 0,88 0,01 800 8 0,00097 0,00009
0,0016 0,0001 0,84 0,01 500 5 0,00136 0,00009
0,0035 0,0001 0,71 0,01 200 2 0,00248 0,00008
0,0056 0,0001 0,56 0,01 100 1 0,00314 0,00008
0,0059 0,0001 0,54 0,01 90,0 0,9 0,00319 0,00008
0,0068 0,0001 0,48 0,01 70,0 0,7 0,00326 0,00008
0,0078 0,0001 0,40 0,01 50,0 0,5 0,00312 0,00009
0,0094 0,0001 0,28 0,01 30,0 0,3 0,0026 0,0001
0,0118 0,0003 0,12 0,01 10,0 0,1 0,0014 0,0001
0,0120 0,0003 0,100 0,003 8,00 0,08 0,00120 0,00005
0,0125 0,0003 0,080 0,003 6,00 0,06 0,00100 0,00005
0,0132 0,0003 0,015 0,003 1,00 0,01 0,00020 0,00004
0,0021 0,0001 0,80 0,01 350,0 3,5 0,00168 0,00008
0,0072 0,0001 0,44 0,01 60,0 0,6 0,00317 0,00008

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Comentários:

Dado que a d.d.p de R2 circuito A (divisor de tensão) era de 0.90±0.01 Volts e a corrente de curto
circuito (Icc) no circuito B era de 12,3±0.3 A, os valores teóricos para Ei e Ri são 0.90±0.01 Volts

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e 73±2 Ω, sendo Ei a fonte de Thévenin e Ri a resistência de Thévenin, calculados usando a Lei
de Ohm. A regressão linear considerando somente o erro de medida da voltagem, nos dados
medidos do circuito, resultou numa reta com a forma f(x) = Rix+Ei com Ri = -70,9±0,4 Ω e Ei =
0,955±0,005 V, logo as diferenças entre os valores teóricos e as grandezas medidas foram de -3%
e +6% respectivamente.

O gráfico da Tensão vs. Corrente mostra que ao variarmos a resistência de década a corrente varia
inversamente proporcional a tensão.

O gráfico Potência vs. Resistência mostra que a potência máxima ocorre quando a resistência de
década atinge o valor próximo a resistência de Thévenin.

A dificuldade encontrada nesse experimento foi a otimização dos circuitos para que estes
contivessem a menor quantidade de cabos possíveis pois algumas vezes apresentaram mau
contato.

Conclusão:

O divisor de tensão foi usado no lugar do circuito de Thévenin (o circuito onde usaríamos E i e
Ri), quando calculamos a d.d.p de R2 e curto-circuitamos o circuito A, pela lei de Ohm, podemos
calcular uma resistência equivalente a R1 e R2, e esta por sua vez é a resistência de Thévenin.
Como mostrado acima o valor da resistência de Thévenin é de 73 Ohms. Tendo o valor de R i e o
da corrente que passa pelo mesmo, podemos obter o valor de Ei, também através da Lei de Ohm:
Ei = 0,955.

Observou-se que a potência máxima transmitida ocorre exatamente quando Ru possui uma
resistência de 70 Ω e é aproximadamente igual a Ri (73 Ω) exatamente como previsto pela teoria.

Bibliografia:

Halliday D; Resnick R; Merril J. Fundamentos da Física vol. 3, Eletromagnetismo, 3ª Ed., LTC,


RJ, 1995.