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Universidade de Caxias do Sul

Centro de Ciências Exatas e Tecnologia


Curso de Engenharia Mecânica

Tratamentos Térmicos das Ligas de


Alumínio Fundidas
Processos Metalúrgicos

Franco Rossi
Marcelo Mosena
Maurício Calza
Rafael Soares
Rodrigo Marcon
ÍNDICE

 Introdução

 Tratamentos Térmicos

- Solubilização

- Precipitação

- Superenvelhecimento

- Recozimento

- Estabilidade

 Referências
INTRODUÇÃO

 A versatilidade do alumínio é refletida pelo número de


ligas que têm sido desenvolvidas e utilizadas
comercialmente.

 Uma gama de combinações desejáveis de


propriedades físicas e mecânicas podem ser alcançadas
através dos tratamentos térmicos de muitas dessas
ligas.
INTRODUÇÃO

Conceito – Tratamento térmico


 Toda pratica térmica destinada a modificar a estrutura de produtos
metalurgicos, de tal forma que as características físicas e mecânicas são
controlavelmente alteradas.

Principais objetivos

 Aumentar a resistência mecânica;

 Melhorar a usinabilidade;

 Estabilizar as propriedades físicas e mecânicas;

 Assegurara a estabilidade dimensional;

 Alterar características elétricas;

 Alterar a resistência a corrosão;

 Aliviar tensões residuais;

 ...
INTRODUÇÃO

Os tratamentos térmicos compreendem a seguintes modalidades

 Solubilização;

 Precipitação (Envelhecimento):

 Natural (temperatura ambiente);

 Artificial (temperatura elevada);

 Recozimento;

 Estabilização (Superenvelhecimento);
INTRODUÇÃO

Denominação dos tratamentos térmicos segundo Aluminum Association (AA)

 F: Como fabricado (fundido);

 O: Recozido;

 T2: Recozido (Designação obsoleta, usa-se O)

 T4: Solubilizada e precipitada à temperatura ambiente (Envelhecimento natural);

T5: Envelhecimento artificial a partir da condição de fundido;

 T6: Solubilizada e precipitada artificialmente;

 T7: Solubilização e estabilizada por tratamento de superenvelhecimento.


TRATAMENTO TÉRMICO

Solubilização

 O objetivo é por em solução sólida a maior quantidade possível de átomos


de soluto, como o cobre, magnésio, zinco, etc. na matriz rica em alumínio.

 Realizada em três etapas:

 (ETAPA 1) O metal é aquecido uniformemente até temperaturas próximas ao


eutético. A temperatura exata depende de cada liga. O aquecimento ocasiona a
dissolução dos elementos de liga na solução sólida;

 (ETAPA 2) Manter a temperatura de solubilização constante até que toda ou a


maior parte do soluto se dissolva. Depende de vários fatores como tamanhos de
grão, quantidade de soluto, da própria temperatura entre outros.

 (ETAPA 3) Resfriamento brusco para reter “congelar” o maior grau de soluto


(estrutura supersaturada metaestável);
TRATAMENTO TÉRMICO

Solubilização – Resfriamento Brusco

 A inclinação da relação tempo-temperatura deve ser suficientemente


inclinada de modo a não interceptar os limites de solubilidade.

Taxa de resfriamento

Ligas de Alumínio, variando a


porcentagem de Magnésio.
(Adaptado do Metals Handbook)
TRATAMENTO TÉRMICO

Solubilização – Diagrama de fase e diagrama tempo - temperatura

Tempo de manutenção
para solubilização
Solução sólida
Estrutura em
condição fundida
(estável)

Temperatura
Temperatura

Resfriamento Solução sólida


brusco supersaturada
“congelamento da
microestrutura” (Metaestável)

Wt (%B) B Tempo
(Adaptado do Callister)
TRATAMENTO TÉRMICO

Precipitação (Envelhecimento)

 Um vez que a estrutura solubilizada supersaturada é metaestável, gradualmente


ocorre uma fina dispersão de precipitação sobre a matriz de alumínio.

 Desta forma ocorre o aumento na resistência do material devido a ocorrência de


deformações na rede cristalina as quais aumentam a dificuldade de ocorrência do
movimento da discordâncias.

MET- Liga de alumínio


7150 – T6. Ampliação de
90 000x. (Callister)

(Adaptado do Callister)
TRATAMENTO TÉRMICO

Precipitação (Envelhecimento)

 Pode ocorrer de duas maneiras:

 Naturalmente: Em algumas ligas a precipitação ocorre espontaneamente em


temperatura ambiente;

 Artificialmente: Consiste no reaquecimento da solução solubilizada, em


temperaturas bem inferiores a linha solvus com o intuito de acelerar o processo
de difusão da/s fase/s indermediaria/s.

Tanto a temperatura quanto o tempo devem ser precisamente


controlados para que não ocorra o superenvelhecimento quando este não
é desejado.
TRATAMENTO TÉRMICO

Precipitação (Envelhecimento) – Artificial – T6

Solução sólida supersaturada (metaestável)

Fina dispersão de
Temperatura

precipitados coerentes
em matriz de α

Solubilização

Precipitação

Resfriamento Tempo de manutenção


para solubilização
Rápido

Tempo
(Adaptado do Callister)
TRATAMENTO TÉRMICO

Precipitação (Envelhecimento) – Artificial – T6

 Evolução do Limite de escoamento em função da temperatura e do tempo de


exposição ao tratamento de precipitação.
Limite de escoamento (MPa)

Liga de alumínio 2014


(0,9%p Si, 4,4%p Cu, 0,8%p Mn)

Duração do processo de precipitação (h) [adaptado do Callister]


TRATAMENTO TÉRMICO

Superenvelhecimento – T7

Estabilidade

Solubilizada Superenvelhecida
Solução sólida Dispersão de
supersaturada precipitados
(metaestável) (estável)
Resistência ou dureza

Super-
envelhecimento
Zonas

Logaritmo do tempo de envelhecimento


TRATAMENTO TÉRMICO

Recozimento – T2 / O
 Raramente empregado, tem por objetivo assegurar a estabilidade dimensional e
física do fundido com o menor nível de tensões residuais.

 Caracteriza-se por apresentar baixa resistência mecânica, elevada ductibilidade


e difícil usinabilidade.

 O processo consiste em aquecer a


peça à temperatura de 340°C ou
superior com uma exposição entre 2 e 4
horas.

Diagrama de fases (Al-Cu) Eutético Binário


Adaptado do Metals Handbook
TRATAMENTO TÉRMICO

Estabilidade
 É definida como a condição de imutável características estruturais e físicas em função
do tempo sob condições de serviço.

 A condição T4 (Solubilizada) metaestável está sujeita a endurecimento em algumas


ligas quando expostas a trabalhos em temperaturas relativamente elevadas.

O: Recozido;
F: Como fabricado (fundido)
T7: Solubilização e
Estabilidade superenvelhecido

 T6: Solubilizado e precipitado artificialmente

 T4: Solubilizado
REFERÊNCIAS

Kaufman, J.G. ; Rooy, E. L.; Aluminum Alloy Castings: Properties,


Processes, and Applications, ASM, 2004.

Coutinho, T. A.; Metalografia de Não-Ferrosos; Editora Edgar Blücher, São


Paulo, 1980;

Callister, W.D.; Ciência e Engenharia de Materiais: Uma introdução, Editora


LTC, 7º Edição, São Paulo, 2007.
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