Вы находитесь на странице: 1из 200

BIOLOGIA

Conceitos fundamentais
1. A Biologia e a classificação básica dos seres vivos
2. Vírus e Reino Monera
3. Algas
4. Protozoários
5. Reino Fungi
6. Reino Vegetal
7. Reino Animal
8. Conceitos básicos de ecologia
9. Conceitos gerais - glossário
14/04/13

1. A Biologia e a classificação básica dos seres vivos


BIOLOGIA
do grego βιος - bios = vida e λογος - logos = estudo

Ciência que tem por finalidade estudar os seres


vivos,
Ø conhecer suas características,
Ø suas relações entre si,
Ø suas relações com o meio ambiente,
Ø seus processos evolutivos
Ø e organizar sua classificação.
14/04/13
Conceitos de Classificação Biológica

Hipótese da
evolução
(derivação) dos
grupos de
seres vivos.
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
Grupos principais de
classificaç
classificação:
Reinos divididos em filos
Filos divididos em classes
Classes divididas em ordens
Ordens divididas em famílias
Famílias divididas em gêneros
Gêneros divididos em espécies
Carolus Linnaeus, (Carlos Lineu /Carl von Linné 14/04/13
(Råshult, Småland, 23 de Maio de 1707 — Uppsala, 10 de janeiro de 1778)

Botânico, zoólogo e médico sueco, criador da nomenclatura binomial e da classificação


científica, sendo assim considerado o "pai da taxonomia moderna.

Regras básicas de nomenclatura das espécies:

• O nome da espécie deve ser é binomial, isto é,


composto por dois nomes escritos em latim, ou
latinizados;
• O primeiro nome refere-se ao gênero e deve ter a
inicial com letra maiúscula, ex.: Canis
• O segundo nome é o epíteto específico e deve
ser escrito com inicial minúscula, ex.: familiaris
• Os dois juntos formam o nome da espécie,
ex.: Canis familiaris, que é o cão doméstico.
• Os nomes científicos devem ter grafia
diferenciada no texto, ou seja, escrito em itálico
ou cada nome sublinhado com traços separados:
Ex.: Canis familiaris ou Canis familiaris.
14/04/13

Robert Whittaker (Wichita, 1920 - 1980)

Botânico e ecologista norte-americano.


Propôs em 1969 uma classificação
taxonômica da diversidade das espécies em

cinco reinos:
Monera
Protista
Fungi
Plantae (ou Metaphyta)
Metaphyta)
Animalia (ou Metazoa)
Seres vivos Classificação básica

Acelulares Vírus, príons


Acelular: a, não, falso, desprovido + celular: relativo à células

Procariontes Reino Monera


Procarionte: gr.: pro, anterior, primeiro,
primitivo + karyon, noz ou amêndoa –
núcleo.
Celulares
Celular: relativo à
células, formado
Eucariontes Reino Protista
Reino Fungi
por células
Reino Vegetal
Reino Animal
Eucarionte: gr.: eu, verdadeiro + karyon,
noz ou amêndoa – núcleo.
14/04/13

2. Vírus e Reino Monera


Seres vivos VÍRUS
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
Seres vivos Celulares Procariontes: BACTÉRIA
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13

3. Algas
14/04/13
Moneras - Algas Procariontes

Reino Monera Bactérias

Algas Azuis
(cianofíceas –
cianobactérias)
14/04/13

2. Algas Eucariontes normalmente, são estudas em


dois grupos didáticos:

Grupo 1 : crisofíceas, pirofíceas e euglenofíceas


Grupo 2: clorofíceas, feofíceas e rodofíceas

Alguns autores classificam o grupo1 no reino protista e o


grupo 2 no reino vegetal. Porém, atualmente, a maioria têm
considerado e incluído todas no reino protista.
14/04/13
Crisofí
Crisofíceas – Algas douradas - diatomáceas
14/04/13
Pirofí
Pirofíceas – Algas de fogo - dinoflagelados
14/04/13
Euglenofí
Euglenofíceas - Euglenas
14/04/13
Clorofí
Clorofíceas – Algas Verdes
14/04/13
Feofí
Feofíceas – Algas pardas ou marrons
14/04/13
Rodofí
Rodofíceas – Algas Vermelhas
14/04/13

4. Protozoários
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13

5. Reino Fungi
14/04/13

Fungi
-Principais
Principais grupos do reino dos fungos:
1.. Oomycota
2. Mixomycota
3. Zygomycota
4. Deuteromycota
5. Ascomycota
6. Basidiomycota
14/04/13

Fungi
1. Oomycota (Oomiceto)
Decompositores, aquáticos, terrestres ou parasitas como
a) Phytophtora infestans (ferrugem da batata)
14/04/13

Fungi
1. Oomycota (Oomiceto)
b) Plasmopara viticola (míldio dos vinhedos)
14/04/13

Fungi
2. Mixomycota (mixomiceto)
Fungos cenocíticos “amebóide” sem quitina e sem hifas
14/04/13

Fungi
3. Zygomycota (zygomiceto)
Decompositores terrestres ou parasitas.

a) Rhizopus stolonifer (bolor negro do pão)


14/04/13

Fungi
4. Deuteromycota (deuteromiceto)
Os fungos imperfeitos são aqueles cuja reprodução sexuada é
desconhecida. São parasitas de animais e vegetais .
As doenças humanas provocadas por estes fungos são as
infecções de pele (micoses, pé-de-atleta e outras) e infecções de
mucosas (sapinho também chamadas de candidíase).
14/04/13
14/04/13

Fungi
5. Ascomycota (ascomiceto)
a) Saccharomyces b) Penicillium
(levedo ou levedura de cerveja) (mofo cinzento ou esverdeado)
fermentação alcoólica. produtor de penicilina
14/04/13

Fungi
5. Ascomycota (ascomiceto)
c) Aspergillus d) Neurospora (fungo róseo do pão)
(mofo do milho, arroz, amendoim) pesquisas genéticas.
produz toxina cancerígena aflotoxina
14/04/13

Fungi
6. Basidiomycota (basidiomiceto)
Esses fungos são conhecidos por cogumelos e orelhas de pau.
Alguns são comestíveis, outros tóxicos ou alucinógenos.
a) Amanita muscaria b) Orelha-de-pau
14/04/13
Liquens / Lí
Líquenes

- Mutualismo (simbiose obrigató


obrigatória) entre :

- Fungo (ascomicetos e basidiomicetos) e


- Alga (clorofí
(clorofíceas e cianofí
cianofíceas):
14/04/13

6. Reino Vegetal
14/04/13
Seres vivos

Celulares: Celulares:
VEGETAIS ANIMAIS
14/04/13
Classificação biológica dos vegetais
Reino Vegetal

Avasculares – “Algas
Algas”
Algas” e Brió
Briófitas

Plantas Sem semente - Pteridó


Pteridófitas

Vasculares
Sem flores / Com
pinhas
Sem frutos -
Com
Gimnospermas
semente
Com flores e frutos -
Angiospermas
14/04/13

Brió
Briófitas Pteridó
Pteridófitas Gimnospermas Angiospermas

Flor e
Tubo Fruto
polí
polínico e
Tecido
Semente
condutor
Alternância de gerações: 14/04/13
Esporófito (2n) produtor de esporos por meiose e gametófito (n)
produtor de gametas por mitose. Os esporos tornam-se
gametófitos e os gametas fecundam-se formando o zigoto que
representa o esporófito. Abaixo, esporófito nos quadros azuis e
gametófitos nos quadros beges.

esporófitos

gametófitos
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13

A: tecido condutor de seiva (traqueó


(traqueófitas)
B: tubo polí
polínico e semente (espermat
(espermató
espermatófitas)
fitas)
C: Fruto (angiospermas)
Briófita
14/04/13 : musgos,
hepáticas. Ausência de
tecido vascular (não
apresentam nem xilema
nem floema). O gameta
masculino chamado
anterozóide é flagelado e
natante, assim o grupo é
dependente de água para
fecundação.
14/04/13

Briófita
14/04/13
Briófita
14/04/13
14/04/13
14/04/13

Pteridófitas:
samambaias e
avencas
Presença de
tecido vascular
(xilema e floema).
Neste grupo há
também o gameta
masculino
chamado
anterozóide é
flagelado e
natante, assim o
grupo é
dependente de
água para
fecundação.
14/04/13
Pteridófita
14/04/13

Gimnospermas e Angiospermas

Apresentam
Grão de pó
pólen que forma
tubo polí
polínico para fecundaç
fecundação de óvulos e
formaç
formação de sementes.
sementes.

Não dependem de água para fecundaç


fecundação
pois não apresentam anterozó
anterozóide.
14/04/13
14/04/13
Grão de pó
pólen
14/04/13
14/04/13
14/04/13

tubo polí
polínico
14/04/13
fecundaç
fecundação
14/04/13
Gimnospermas:
são os pinheiros em
geral.
Suas sementes são
nuas, ou seja, não
são envolvidas por
fruto, ausente no
grupo. Daí o nome
gimno (nú) e sperma
(semente).
Apresentam
pinhas/cones como
os estróbilos
reprodutivos
produtores de pólens
e óvulos. O óvulo
fecundado torna-se
semente.
14/04/13
O pinhão é um exemplo de semente Já as frutí
frutíferas ou angiospermas, apresentam fruto
de uma gimnosperma (pinheiro), envolvendo as sementes 14/04/13
no caso, do pinheiro do Paraná
Paraná – araucá
araucária. Angio(urna,
Angio(urna, que seria o fruto)sperma
fruto)sperma(semente)
sperma(semente)
Perceba que não há
há fruto, daí
daí o nome gimno( sperma(semente)
gimno(nú)sperma(semente

fruto
sementes
14/04/13
Gimnosperma
14/04/13

As flores podem apresentar


estruturas masculinas o androceu
formado por estames (produtores de
pólens) e estruturas femininas, o
gineceu formado por pistilos
contendo óvulos. Além do cálice –
sépalas e da corola – pétalas.

Os estames são formados por antera


(centro produtor de pólen) e filete.

Os pistilos são formados por ovário


(que torna-se fruto), óvulo (que torna-
se semente), estilete e estima.
14/04/13
14/04/13
Flor e fruto.
14/04/13
14/04/13

Sementes
14/04/13
14/04/13
Angiosperma
14/04/13

7. Reino Animal
14/04/13
Classificação biológica dos animais

O reino animal é dividido em diversos filos, os principais estudados no


ensino médio são:
Filo Porí
Poríferos (espongiários): esponja
Filo Cnidá
Cnidário (celenterados): anêmona, água-viva
Filo Platelmintos:
Platelmintos tênia, esquistossomo
Filo Nematelmintos:
Nematelmintos áscaris, oxiuro
Filo Anelí
Anelídeos:
deos minhoca, sanguessuga
Filo Artró
Artrópodes:
podes besouro, aranha, camarão, lacraia
Filo Moluscos:
Moluscos lesma, polvo, lula
Filo Equinodermos:
Equinodermos ouriço-do-mar
Filo Cordados:
Cordados divididos em subfilo dos protocordados: anfioxo, ascídia e
balanoglossus e subfilo dos vertebrados: peixe, anfíbio, réptil, ave, mamífero
14/04/13
Filo dos Cordatos – CHORDATA – resumo didá
didático (classificaç
(classificação tradicional)

Sub Filo dos Protocordados


Urocordados (Tunicata) – Ascídia;
Cefalocordados – Anfioxo;

Sub Filo dos Vertebrados


Super Classe Peixes
Classe Agnatos
Classe Condríctios
Classe Ostíctios
Super Classe Tetrápodes
Classe Anfíbios
Classe Répteis
Classe Aves
Classe Mamíferos
14/04/13
Ser humano Tigre

REINO Animal Animal


FILO Cordados Cordados
CLASSE Mamíferos Mamíferos
ORDEM Primatas Carnivora
FAMÍLIA Hominídeos Felinos
GÊNERO Homo Panthera
ESPÉCIE Homo sapiens Panthera tigris
Lembre-
Lembre-se que um reino apresenta diversos filos, os filos diversas classes e assim
por diante. Veja exemplo de classificação de duas espécies: a dos seres humanos
(nós) e a dos tigres. Observe que pertencem ao mesmo reino (animal), ao mesmo
filo (cordado) à mesma classe (mamíferos), porém a partir da ordem seguem em
grupos diferentes.
14/04/13
A seguir, descriç
descrição de cada filo dentro do reino animal

Poríferos são desprovidos de tecidos verdadeiros. Sua principal célula é o


coanó
coanócito para digestão intracelular. Formam fase larval chamada
blástula.
14/04/13
Fotografia de esponjas marinhas
ormando uma colônia de esponjas
Estrutura interna
14/04/13
das esponjas
detalhando as
principais cé
células.

A água penetra
pelos poros (daí o
nome porífero –
possuidor de
poros) e passa
para a cavidade
interna chamada
átrio.
trio As partículas
alimentares são
capturadas pelos
coanó
coanócitos
(princiais células)
que fazem
digestão interna).
A água sai pelo
ósculo abertura
superior
14/04/13

As partículas
alimentares são
capturadas pelos
coanó
coanócitos
(princiais células)
que fazem
digestão interna).

Vide espículas a
seguir
14/04/13

Fotografia de espí
espículas que são
estruturas silicosas ou calcárias
que formam o “esqueleto”
inorgânico. O “esqueleto”
orgânico é formado por uma
rede de proteínas chamadas
espongina.
espongina
14/04/13
Ciclo reprodutivo básico das esponjas: ocorre liberação de espermatozóide na
água que penetram pelos poros em outra esponja,fecundando óvulo e
formando zigoto que evolui até larva blá
blástula que é liberada na água e nada
até fixar-se em outro local desenvolvendo adulto fixo.
14/04/13

Cnidários são os primeiros a apresentar sistema nervoso, porém difuso,


ou seja, as células nervosas formam uma rede sem centralização.
São diblásticos e protostômios. Formam fase larval chamada plânula.
14/04/13
Formas básicas de cnidários: pólipos como anêmona e hidra e medusas como
as águas-vivas
14/04/13
Celenterados apresentam cavidade única chamada cavidade gastrovascular
ou cavidade digestiva, daí o nome celenterado (celo = oco enteron =
intestino).
Também chamados de cnidários por apresentarem células urticantes, os
cnidoblastos, daí o nome cnidário (cnide = urticante). Apresentam abretura
única formada pelo blastóporo que origina a boca, que também exerce funçaõ
de ânus.

Os cnidoblastos
quando tocados
liberam flagelo e
descarregam
substância urticante
de pH básico.
14/04/13

Os platelmintos compreendem o grupo de verme achatados (plate = achatado,


helminto = verme).

Podem ser de vida livre (não parasitária como a planária) ou de vida parasitária
como as tênias e esquistossomos.

São triblásticos protostômios com tubo digestivo ausente ou incompleto (só


boca)

Apresentam excreção por células-flama também chamadas solenócitos.

Primeiro grupo a apresentar sistema nervoso com centralização (cefalização)


14/04/13

Planária mostrando em detalhe célula-flama também chamadas


solenócito, responsável pela excreção
14/04/13
Tênia: Taenia solium
São monóicas, ou seja, hermafroditas.
14/04/13
Verme adulto presente no intestino de
vertebrado causando a doença chamada
tení
teníase

Forma larval chamada de


cisticerco (seta) presente na
musculatura (ex.: bife de carne
contaminada) e tecido nervoso
causando a doença chamada
cisticercose.
cisticercose
14/04/13
Ciclo de vida e reprodução do platelminto:
Homem com verme adulto no intestino tem
teníase. O verme libera ovos que saem com as
fezes que, ao serem ingeridas, por exemplo,
por um porco, desenvolvem no porco a fase
larval chamada cisticerco, causando no porco
a doença cisticercose. Quando comemos a
carne crua ou malpassada do porco contendo
cisticercos, estes tornam-se verme adultos em
nosso intestino.

Resumo: quem come o ovo terá


terá cisticercose.
Quem come o cisticerco terá
terá tení
teníase.
ase

Infelizmente, se o ser humano ingerir os ovos


da Taenia solium também terá cisticercose.

A Taenia saginata completa o ciclo com


bovínos ao invés de suínos e, não causa
cisticercose em humanos.
14/04/13

O Schistosoma mansoni chamado de


esquistossoma causa a doença chamada de
esquistossomose ou barriga d’ água.

Ao lado fotografia dos vermes adultos que se alojam


nos tecidos em especial saguíneo do fígado humano.

Apresentam sexos separados (fêmea seta vermelha e


macho seta azul). São dióicos portanto.
Ciclo de vida: O verme adulto (1) no homem (hospedeiros definitivo)
14/04/13libera ovos (2)
que saem com as fezes. As fezes lançadas em água doce permitem que os ovos
(2) tornem-se a larva mirací
miracídeo (3) que infesta o caramujo planorbí
planorbídeo (4)
(hospedeiro intermediário). No caramujo, o miracídeo torna-se larvas chamadas
cercá
cercárias (5) que saem para a água e penetram na pele do ser humano que banha-
se ou entra em contato com água contaminada.

1 vermes adultos
3 miracídeo
2 ovo

4 caramujo
5 cercária
14/04/13

Nematelminto são os vermes cilíndricos (nema= fio e helminto= verme)


Apresentam tubo digestivo completo de boca a ânus.
Triblásticos pseudocelomados.

Diversos causam doenças como: Amarelão (ancilostomose ou necatorose),


Enterobiose (ou oxiurose), Ascaridíase (ou lombriga) e Elefantíase (ou filariose).
14/04/13
AMARELÃO
Causado por
Ancylostoma duodenale ou
Necator americanus

Contágio ocorre quando a


larva penetra pela pele, em
geral dos pés, por isso, andar
calçado. Verme adulto aloja-se
no intestino.
Amarelão é a doença do Jeca
Tatu, personagem de Monteiro
Lobato
14/04/13
14/04/13
ENTEROBIOSE

Enterobius vermicularis verme adulto aloja-se no intestino


ou oxiuros (foto esquerda)– contágio ocorre por ingestão de ovos
em água e alimentos contaminados por ovos (foto direita).
14/04/13
ASCARIDÍASE
contágio ocorre por
ingestão de ovos em água
e alimentos contaminados
por ovos (foto abaixo).

Ascaris lumbricoides
Verme adulto (acima) aloja-se no
intestino
14/04/13
ELEFANTÍASE
contágio ocorre por
picada de mosquito
pernilongo comum
Culex sp contaminado
(abaixo)

Wuchereria bancrofti
Verme adulto (acima) aloja-se no sistema linfático
14/04/13
Consequência da elefantíase.
14/04/13

Anelídeos são vermes segmentados / metamerizados, ou seja, apresentam o corpo


dividido em´segmentos, metâmeros, ou chamados também de anéis, daí o nome
anelídeos (com anéis)

São triblásticos celomados com tubo digestivo completo, circulação sanguínea


fechada, ou seja, o sangue está sempre dentro de vasos sanguíneos.
A excreção é feita por nefrídeos.

São divididos em três grupos (classes) oligoquetos (minhoca) – com poucas


cerdas, poliquetos (nereida)– com muitas cerdas e aquetos ou hirudí
hirudíneos
(sanguessuga)– sem cerdas.
Observe nas imagens a seguir as cerdas dos poliquetos que são mais evidentes.
14/04/13

Oligoqueto Poliqueto Aqueto/Hirudíneo


14/04/13
Detalhes mostrando o sistema circulatório fechado com sangue
contendo hemoglobina e corações.
14/04/13
Detalhes mostrando os anéis contendo nefrídios com
nefróstoma – abertura para “coleta de excretas do celoma e,
nefridióporo – abertura para o meio externo e eliminação de
excretas. Observe também o cordão nervoso, sempre ventral em
invertebrados
nefrídios
14/04/13

Artrópodes são segmentados e são os primeiros na escala evolutiva a apresentar


pernas articuladas, daí o nome “artro = articulado podo = pé”.
São divididos em:
Onicó
Onicóforos – onicóforo (“elo” entre anelídeos e artrópodes, mostrando claramente
a evolução dos artrópodes a partir de anelídeos, resumidamente citando”)
Unirâmeos divididos em:
Insetos – besouro, etc, Quiló
Quilópodes – lacráia e Dipló
Diplópode – embuá
Crustá
Crustáceos – camarão, siri etc
Quelicerados – aranha, escorpião etc

Todos são tiblásticos celomados segmentados com tubo digestório completo (de
boca até ânus) e apêndices articulados.

Apresentam exoesqueleto (esqueleto externo) formado por quitina. Para crescerem


necessitam fazer a muda ou ecdise que é a troca do exoesqueleto quando da
fabricação de um novo e maior.
14/04/13
Os artrópodes apresentam estrutura corporal que varia de
acordo com o grupo. Os principais são:

Insetos – cabeça com boca, olhos e 2 antenas, tórax com 6


pernas e 4 ou nenhuma asa, abdome com órgãos reprodutivos e
ânus – respiração traqueal e excreção por túbulos de Malpighi;
Aracnídeos - cefalotórax com boca, 2 quelíceras, 2 palpos, olhos
e ausência de antenas e asas, abdome com telso ou fiandeiras
– respiração filotraqueal também chamado de filopulmonar e
excreção por glândulas coxais;
Crustáceos - cefalotórax com olhos 4 antenas e abdome com
pernas em número variado – respiração branquial e excreção
por glândulas verdes ou antenais;
Quilópodes - cabeça com 2 antenas, olhos 2 forcípulas e tronco
com 2 pernas por segmento;
Diplópode – cabeça com olhos e 2 antenas, tórax com 2 pernas
por segmento e abdome com 4 pernas por segmento.
14/04/13

Onicóforo
14/04/13

Insetos Quilópodes Diplópodes

Unirameos
14/04/13

Crustáceos
14/04/13

Quelicerados
14/04/13 A- Cabeça
B- Tórax
C- Abdómen
1 - Antena
2,3 – Ocelos
4 – Olho composto
5 – Cérebro (gânglios
cerebrais)
6 - Protórax
7,14 – Artéria dorsal
8 - Tubos traqueais
9 - Mesotórax
10 - Metatórax
11 - Asa anterior
10 - Metatórax
11 - Asa anterior
12 - Asa posterior
13 - Intestino médio
15 - Ovário
16 - Intestino posterior
17 - Ânus
18 - Oviducto
19 – Gânglios
abdominais
20 – Tubúlos de
Malpighi
21 - Tarsómero
22 - Garras
23 - Tarso
24 - Tíbia
25 - Fémur
26 - Trocanter
27 – Intestino anterior
28 – Gânglios
torácicos
29 - Coxa
30 - Glândula salivar
31 – Gânglio sub-
esofágico
Partes do corpo de um inseto 32 - Peças bucais
14/04/13

Moluscos são triblásticos celomados protostômios. São animais de “corpo mole”,


daí o nome,corpo mole, viscoso, não seg -
mentado e sem pernas. Simetria bilateral, o corpo é dividido em
três partes: cabeça, manto(pele +músculos) podendo ter prolongamento chamado
“pé” e massa visceral. Podem apresentar exoesqueleto, a concha.

O filo apresenta quatro classes principais:


Gastrópodes (caramujo e lesma) escafópodes (dentálio) pelecípodes (ostra
marisco e mexilhão) e cefalópodes (lula com 8braços + 2tentáculos e polvo com 8
braços)

Respiração normalmente branquial podendo apresentar diferenciação da cavidade


palial para respiração aérea, assim chamada de respiração palio-pulmonar.
14/04/13
Pelecípode (ostra) Gastrópode (caramujo) quando com
concha bivalve: 2 concha, esta univalve – uma parte.
partes articuladas

Escafópode
(Dentalium) acima
e Cefalópode
(polvo) abaixo e ao
lado
14/04/13
14/04/13

Os equinodermas são triblásticos, celomados e deuterostômios.


deuterostômios
Atualmente são animais exclusivamente marinhos. Simetria tipicamente
pentaradiada, ou seja, com organização de estruturas múltiplas de 5 e, cinco
planos de corte radiais para formação de lados simétricos espelhados.
Apresentam esqueleto interno calcário, geralmente com numerosos espinhos;
daí o nome equinodermas (do grego echinos = espinhos
+ dermis = pele).
Acredita-se que os equinodermos e cordados apresentam ancestrais em comum
pelo fato principal de serem os únicos deuterostômios.
O filo dos equinodermas é dividido em cinco classes:
crinoides,
crinoides, asteroides,
asteroides, ofiuroides,
ofiuroides, equinoides e holoturoides.
holoturoides.
14/04/13
Asteroide (estrela-
(estrela-do-
do-mar) Equinoide (ouriç
(ouriço-do-
do-mar)

Holoturoide
(pepino-
pepino-do-
do-
mar)
mar)

Ofiuroide (serpente-
serpente-do-
do-mar).
mar). Não confunda
com serpentes marinhas que são répteis.
Crinoide (lírio-
rio-do-
do-mar)
mar)
14/04/13
Apresentam sistema ambulacrá
ambulacrário (ambulacral) exclusivo do grupo, com
circulaç
circulação de água do mar para realizaç
realização de inú
inúmeras funç
funções como locomoç
locomoção
14/04/13
O sistema ambulacrá
ambulacrário (ambulacral) permite a movimentaç
movimentação do animal atravé
através
da movimentaç
movimentação de pequenas estruturas denominadas pépés ambulacrais.
Veja esquema abaixo

pés ambulacrais são como pequenas ventosas


14/04/13

pés ambulacrais

Dentí
Dentículos do ouriç
ouriço-do-
do-mar que
forma o sistema bucal com a
chamada lanterna-
lanterna-de-
de-Aristó
Aristóteles,
teles,
exclusiva dos equinodermas.
14/04/13

Estrutura do corpo de um ouriç


ouriço-do-
do-mar. Observe que apresentam pépés ambulacrá
ambulacrários,
espinhos e pedicelá
pedicelárias (pequenas pinç
pinças). Estruturas circuladas
14/04/13

Pepino-
Pepino-do-
do-mar
14/04/13

Lírio-
rio-do-
do-mar
14/04/13

Os cordados são triblásticos, celomados e deuterostômios,


deuterostômios diferenciam-se dos
demais filos por apresentarem três características exclusivas:
notocorda,
notocorda (eixo de sustentação do corpo que pode ser substituído pela coluna
vertebral)
tubo neural dorsal (passando pelo dorso do corpo)
e fendas farí
faríngeas (formando passagem, por exemplo de água, para a respiração
branquial).
O filo dos cordados é subdividido em subfilo protocordado (acraniados – notocorda
por toda a vida) - (anfioxo, ascídia e balanoglosssus) e subfilo dos vertebrados
(craniados – e notocorda sendo substituída pela coluna vertebral)
O subfilo dos vertebrados é subdividido em superclasse dos peixes com classe
agnato,
agnato, condrí
condríctio e osteí
osteíctio.
ctio Além da superclasse dos tetrá
tetrápodes (que
apresentam 4 apêndices articulados à coluna vertebral) com as classes anfí anfíbio,
réptil, ave e mamí
mamífero.
14/04/13
Filo dos Cordatos – CHORDATA – resumo didá
didático (classificaç
(classificação tradicional)

Sub Filo dos Protocordados


Urocordados (Tunicata) – Ascídia;
Cefalocordados – Anfioxo; (...)

Sub Filo dos Vertebrados


Super Classe Peixes
Classe Agnatos
Classe Condríctios
Classe Ostíctios
Super Classe Tetrápodes
Classe Anfíbios
Classe Répteis
Classe Aves
Classe Mamíferos
14/04/13
14/04/13

Filo dos Cordatos – CHORDATA


Sub Filo dos Protocordados

Urocordados (Tunicata) – Ascídia;

Cefalocordados – Anfioxo; (...)


14/04/13
Sub Filo dos Vertebrados
14/04/13
14/04/13
Sistema Circulatório dos Cordados

1- peixes
2- anfíbios
3- répteis não-crocodilianos
4- aves e mamíferos
14/04/13

Peixes agnatos – sem mandíbulas – boca


circular, daí o nome ciclóstomos
14/04/13

Peixes condríctios – esqueleto cartilaginoso,


boca ventral, válvula tiflosólis intestinal,
escamas placóides e cloaca
14/04/13

Peixes osteícteis– esqueleto ósseo, boca


frontal, bexiga natatória, escamas
ciclóides, linha lateral (li) opérculo (op)
recobrindo brânquias (br), ânus.
14/04/13
Estrutura esquelética de peixe:
nadadeiras laterais não
articuladas à coluna vertebral
diretamente
14/04/13
Anfí
Anfíbios

Ápodas Anuros
Urodelos

Anfí
Anfíbios – transição entre o ambiente aquático e terrestre (metamorfose do girino para o
sapo adulto, por exemplo). Pele lisa respiração cutânea, branquial e pulmonar. Coração
com três cavidades. Divididos em Ápodas – sem pernas - (cobra-cega – gimnofiono),
Anuros – sem cauda - (sapos, rãs e pererecas) e Urodelos – com cauda (salamandras)
14/04/13
Répteis

Répteis–
pteis conquista do ambiente terrestre por
apresentarem ovo com casca rígida, alantóide,
âmino, cório, saco vitelínico. Respiração
pulmonar. Fecundação interna. Excreção por
ácido úrico, escamas ou placas córneas.

Divididos em Crocodilianos:
Crocodilianos jacarés e crocodilos
Quelônios:
Quelônios tartarugas, cágados e jabutis.
Escamados:
Escamados lagartos e serpentes.
14/04/13
Aves

Aves apresentam diversas adaptações para o vôo como asas, penas, sacos aéreos,
ossos pneumáticos, corpo aerodinâmico. Além de ovos com casca rígida, alantóide,
âmnio, cório, saco vitelínico. Respiração pulmonar. Fecundação interna. Excreção por
ácido úrico.
Tubo digestório com bico, boca, esôfago, papo (para armazenar e amolecer
alimentos), pró-ventrículo (estômago químico), moela (estômago mecânico para
trituração de alimento, intestino e cloaca.
Apresentam glândula uropigiana. São homeotérmicos.
Estrutura esquelética de tetrápode.
14/04/13
Membros articulados à coluna vertebral
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
Mamí
Mamíferos

Mamí
Mamíferos apresentam glândulas mamárias, sudoríparas e
sebáceas, placenta e cordão umbilical e pêlos. Diafragma e
hemáceas anucleadas. Homeotérmicos.
Divididos em:
Prototé
Prototérios (ornitorrinco, equidna e kiwi) – com ovos,
glândulas mamárias difusas, pelos– ausência de placenta.
Metaté
Metatérios (marsupiais) – placenta primitiva e bolsa
marsupial com glândulas mamárias – cangurú e gambá.
Euté
Eutérios – placenta completa e verdadeira. São os demais
mamíferos.
14/04/13

equidna

kiwi

Prototé
Prototérios (ornitorrinco, equidna e kiwi)

ornitorrinco
14/04/13
Metaté
Metatérios (marsupiais) – placenta primitiva e bolsa
marsupial com glândulas mamárias – cangurú e gambá.

Euté
Eutérios – placenta completa e verdadeira. São os demais
mamíferos.
14/04/13

8. Conceitos básicos de ecologia


14/04/13
Ecologia

A Ecologia é a ciência que estuda as interações dos seres vivos entre si e com
o meio ambiente.

É o estudo científico da distribuição e abundância dos seres vivos e das


interações que determinam a sua distribuição.

A palavra Ecologia tem origem no grego oikos, que significa casa, e logos,
estudo. Por extensão, seria o estudo da “casa”, ou, de forma mais genérica, do
lugar onde os seres vivos moram, ou seja, o Planeta Terra.

O cientista alemão Ernst Haeckel usou pela primeira vez este termo em 1869
para designar o estudo das relações entre os seres vivos e o ambiente em que
vivem.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernst_Haeckel
14/04/13
NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO

ÁTOMOS

Organização crescente
MOLÉCULAS
ORGANELAS
CÉLULAS
TECIDOS
ÓRGÃOS
SISTEMAS
ORAGNISMOS/INDIVÍDUOS
ESPÉCIES
POPULAÇÕES
COMUNIDADES
ECOSSISTEMAS
BIOMAS
PLANETA
SISTEMA PLANETÁRIO
GALÁXIA
UNIVERSO
14/04/13
Níveis de organização
14/04/13
14/04/13

Em ecologia estudamos

os níveis de organização de indivíduo até biosfera


CONCEITOS FUNDAMENTAIS:
Ecologia: ciência que estuda as relações entre os seres vivos e destes com o meio ambiente;
Indivíduo ou espécime: um representante de uma espécie em especial;
Espécie: conjunto de indivíduos semelhantes entre si com capacidade de reproduzirem-se e
gerando descendentes férteis;
População: um conjunto de indivíduos da mesma espécie em um determinado local;
Comunidade: conjunto dos seres vivos de um ecossistema;
Ecossistema: comunidade de seres vivos em um determinado local desenvolvendo relações
de interdependência;
Bioma: conjunto de ecossistemas relacionados entre si;
Biosfera: Conjunto de todos os ecossistemas da Terra.
14/04/13

Espécime é apenas um único indivíduo qualquer. Você é um espécime da


espécie humana (Homo sapiens)
Espécie é o nível de organização menos abrangente e mais específico que
reúne todos os indivíduos semelhantes entre si com capacidade de reproduzirem-
se gerando descendentes férteis.O estudo e a determinação de uma espécie,
atualmente, se dá por estudos de suas características genéticas (genótipo), em
especial, por exemplo, número de cromossomos, e não apenas pelas suas
características morfológicas (fenótipo).
Híbrido: é o termo de forma geral que designa o descendente de um cruzamento
de espécies diferentes, normalmente do mesmo gênero. De forma geral, híbridos
não têm capacidade reprodutiva, principalmente entre si. Por exemplo, o
cruzamento de um espécime da espécie dos cavalos com um representante da
espécie dos jumentos resulta nos chamados híbridos: mula (fêmea) e burro
(macho). Outro exemplo é o cruzamento de um representante da espécie dos
leões com um representante da espécie dos tigres, gerando os híbridos Legre e
Tilão.
Variedade: como o termo sugere, é uma variação normalmente morfológica de
indivíduos da mesma espécie. Pode ocorrer naturalmente por seleção natural ou
induzida por seleção artificial.
14/04/13

Habitat: é o local de vida de um espécime ou de uma população, é o ambiente, o


meio ambiente, o local onde se iria para encontrar determinado ser vivo;
Biótopo ou ecótopo: por definição é o lugar onde existe vida (do grego βιος -
bios = vida + τόπoς = lugar. É uma região que apresenta regularidade nas
condições ambientais e, também podemos dizer, das condições biológicas.
Corresponde à menor parcela de um habitat que é possível discernir
geograficamente.
Biocenose, biota, comunidade ou comunidade biológica (do grego bios, vida, e
koinos, comum, público) o termo ressalta a relação de vida em comum dos seres
que habitam determinada região.
Ecossistema: é o nível de organização ecológica que inclui os fatores abióticos
e os bióticos; (grego oikos (οἶκος), casa + systema (σύστημα), sistema: sistema
onde se vive) designa o conjunto formado pela comunidade de seres vivos
integrada e que interagem em determinada região e pelos fatores abióticos que
atuam sobre essa comunidade e neste local.
Nicho ecológico: é o conjunto das funções desempenhadas pelo indivíduo ou
população, o conceito reflete a dinâmica, ao funcionamento. Inclui funções
reprodutivas, alimentares etc, tais como local de desova, local e horário de
forrageamento (busca por alimento).
14/04/13

ECOSSISTEMA = FATORES ABIÓTICOS + FATORES BIÓTICOS


= =
FATORES AMBIENTAIS COMUNIDADE

= =
AMBIENTE BIOCENOSE
= =

HABITAT BIOTA
= =

BIÓTOPO SERES VIVOS

=
ECÓTOPO
14/04/13

IA ALI
C AD E MENTAR
14/04/13

Cadeias e teias tróficas

Componentes de uma relação trófica:


P C
Produtores (P): Autótrofos;
Consumidores (C): Heterótrofos;
Decompositores (D): Heterótrofos.
D

A seta indica o sentido da transferência


trófica.
14/04/13
Exemplos e classificação dos níveis tróficos

C1
Consumidor primário
ou de primeira ordem
C2
P
Capim Boi Ser Humano Consumidor secundário
produtor
ou de segunda ordem

Fungos e bactérias
sapróvoros

D
decompositores
14/04/13
Exemplos e classificação dos níveis tróficos

C1
P Vegetal Boi Ser Humano C1, 2

Fungos e bactérias
sapróvoros
D

Quando o ser humano alimenta-se do vegetal desempenha a função de C1,


quando alimenta-se do boi, desempenha o papel de C2. Então é classificado como C1,2
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
Curva de crescimento populacional
14/04/13
Relações ecológicas entre os seres vivos

As relações podem ser:

Intra-especificais = entre seres da mesma espécie


Inter-específicas = entre seres de espécies diferentes
Harmônicas = nenhum envolvido é prejudicado, um ou todos podem ser
beneficiados
Desarmônicas = quando há prejuízo a um ou a todos os envolvidos

Símbolos usados:

(-) prejuízo
(+) benefício
(0) indiferente, ou seja, o envolvido não é beneficiado nem prejudicado
(-/+) um é prejudicado o outro beneficiado e assim por diante nas demais
combinações
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13

9. Conceitos gerais - complementos


14/04/13
Conceitos básicos:

Acelulares: seres com DNA OU RNA (nunca ambos) – vírus


Celulares: seres com DNA E RNA (aparecem juntos) – reinos monera, protista,
fungi, animal e vegetal;
Procariontes: seres celulares cujas células são desprovidas de núcleo, ou seja, o
material genético está disperso no citoplasma (hialoplasma) – reino monera;
Eucariontes: seres celulares cujas células são providas de núcleo individualizado –
reinos protista, fungi, animal e vegetal;
Autótrofos
auto: por si só, trofos: nutrir-se/ fabricam o próprio alimento
através de fotossíntese, quimiossíntese etc

- Monera: bactérias autótrofas e algas azuis


- Protista: algas protistas autótrofas
- Vegetais: fotossintetizantes

Heterótrofos
hetero: o outro, diferente, trofos: nutrir-se/ alimentam-se de
outros seres vivos por predatismos, herbivoria etc

- Monera: bactérias heterótrofas /saprófitas


- Protista: protozoários
- Fungos: saprófitos e fermentadores
- Animais
Unicelulares
uni: um, único, celular: relativo às células/ ser vivo composto por
uma única célula.

- Monera: bactérias
- Protista: protozoários e algas protistas
- Fungi: leveduras

Pluricelular
pluri: vários/ ser vivo composto por mais de uma célula

- Fungi: fungos, mofos, bolores e cogumelos


- Vegetais
- Animais
14/04/13

Desprovidos de tecidos verdadeiros: apenas o filo dos poríferos (espongiários) Providos


de tecidos verdadeiros são diblásticos ou triblásticos.
Diblásticos: seres formados a partir de dois tecidos embrionários: ectoderme e
endoderme– filo dos cnidários (celenterados);
Triblásticos: seres formados a partir de três tecidos embrionários: ectoderme,
mesoderme e endoderme – filos: platelminto, nematelminto, anelídeo, molusco,
equinoderma e cordado;
Os triblásticos são divididos em acelomados, pseudocelomados e celomados;
Acelomados: são os platelmintos, sem espaços entre os tecidos embrionários/ sem
cavidades corporais;
Pseudocelomados: são os nematelmintos, com cavidade/espaço chmado de
pseudoceloma entre a mesoderme e a endoderme.
Celomados: com cavidade inserida completamente no mesoderme/ com cavidade
cercada de mesoderme por todos os lados – anelídeos, artrópodes, moluscos,
equinodermas e cordados;
14/04/13

Protostômios: quando o blastóporo (abertura da blástula) torna-se a boca:


normalmente considerados assim os cnidários, platelmintos, nematelmintos,
anelídeos, artrópodes e moluscos;
Deuterostômios: quando o blastóporo torna-se o ânus: equinodermas e cordados;

Simetria radial: quando há diversos planos de corte do corpo formando partes


simétricas espelhadas - poríferos, cnidários, muitos equinodermos normalmente;
Simetria bilateral: quando há apenas um plano de corte para dividir o corpo em
duas partes simétricas (espelhadas): platelmintos, nematelmintos, moluscos,
artrópodes e cordados em geral;

Segmetação ou metameria: corpo dividido em segmentos, partes –anelídeos,


artrópodes e cordados em geral;

Monóicos: hermafroditas;
Dióicos: sexos separados: macho e fêmea.
14/04/13

Parasita: ser vivo que vive às custas de outro prejudicando-o caracterizando uma
relação desarmônica onde um se beneficia (parasita) e o outro é prejudicado
(parasitado, também chamado de hospedeiro)
Hospedeiro intermediário: ser vivo parasitado onde o parasita faz reprodução
assexuada.
Hospedeiro definitivo: ser vivo parasitado onde o parasita faz reprodução sexuada;
Profilaxia: conjuntos de métodos que visam combater a disseminação de uma
doença e ou erradicá-la. A profilaxia envolve duas ações: 1ª. Tratamento dos
doentes; 2ª. Formas de prevenção par evitar contágio e consequentemente
aumento do número de doentes. As formas de prevenção variam de acordo com o
modo de contágio da doença, assim, podemos citar ferver ou filtrar a água, lavar os
alimentos e lavar as mãos após o uso do banheiro (contra ascaridíase, oxiurose
etc), não comer carne crua ou malpassada (contra teníase), não banhar-se em
água doce que receba esgoto e contenha caramujos (contra esquistossomose),
combater mosquitos transmissores (contra dengue, malária, febre amarela,
elefantíase etc) entre outras.
Vale lembrar que a vacinação é uma forma de prevenção de doenças como
sarampo, tétano, paralisia infantil etc.
14/04/13

Agente causador ou agente etiológico: é o causador da doença: o parasita;

Vetor ou agente transmissor: é o veículo de transmissão e disseminação da


doença, podendo ser um ser vivo como um mosquito (vetor da malária por
exemplo) ou um meio de vida que contenha o causador como a água contaminada;

Formas de transmissão: são as formas pelas quais indivíduos sãos adquirem a


doença. Pode ser através de um vetor como a picada de um inseto transmissor
contaminado ou, através de ações de contágio como ingerir água contaminada
com ovos de lombriga, por exemplo.

Profilaxia: tratamento dos doentes + formas de prevenção a novos contágios


Complemento
14/04/13
Cladograma: esquema que mostra a relaç
relação evolutiva “filogené
filogenética”
tica” de grupos de seres vivos.

Grupo de ser vivo A Grupo de ser vivo B

Característica 1

No exemplo acima, a caracterí


característica 1 está
está presente no grupo B e ausente no grupo A. Observe que as setas indicam o “sentido do
processo evolutivo no tempo”
tempo”. O cí
círculo vermelho indica o ancestral em comum dos seres do grupo A e do grupo B que representa
també
também “o momento de divisão/ separaç
separação “ dos seres que seguiram “caminhos evolutivos”
evolutivos” distintos, originando os seres que
formam atualmente o grupo A e B .

A partir desta ló
lógica, analisando o quadro ao lado,
Concluí
Concluímos que:
-Por
Porí
Poríferos “surgiram antes do surgimento de”
de” tecidos
verdadeiros, assim não possuem tecidos verdadeiros,
verdadeiros,
já os demais grupos apresentam tecidos verdadeiros;
-Os cnidá
cnidários “surgiram antes do surgimento de“de“
simetria bilateral, assim apresentam simetria radial,
já os demais grupos mostrados no quadro apresentam
simetria bilateral;
bilateral;
-Platelmintos apresentam ausência de cavidade corporal;
corporal;
-Nematelmintos apresentam pseudoceloma;
pseudoceloma;
-Moluscos, anelí
anelídeos e artró
artrópodos apresentam celoma;
celoma;
-Moluscos apresenta ausência de segmentaç
segmentação e
Anelí
Anelídeos e artró
artrópodes são segmentados;
segmentados;
14/04/13
14/04/13

“Árvores
“Árvores evolutivas”
evolutivas”
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13
14/04/13

fungos
14/04/13