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Trabalho II – Direito Internacional Público

Nome: Thales Marques Marros


Turma: 459

1– Significa que o Congresso Nacional tem o poder para aprovar ou rejeitar o


tratado celebrado pelo Presidente da República. Dessa forma, seu poder é limitado. Vale
dizer, portanto, que ainda que o Congresso Nacional aprove determinado tratado, o
poder de ratificação, que garantirá o termo de compromisso com aquele diploma
firmado e sua respectiva vinculação direito internacional de forma definitiva, ainda
dependerá do Presidente da República.
O Poder Legislativo, nesse caso, só terá poder absoluto sobre a situação no caso
de rejeição de determinado tratado (leia-se também, texto constitucional). Isso porque,
seu referendo tem por objeto representar a vontade do povo, realizando plenamente o
ideal democrático. É de sua competência as normas internas. Por isso, quando da
celebração e quando a declaração de vontade externa do país, cabe privativamente ao
Chefe do Executivo e seus respectivos representantes previstos para tal fato.

O procedimento interno do Congresso Nacional acerca da aprovação ou rejeição


de tratado internacional, em regra, segue da seguinte forma:
1. O Congresso Nacional recepciona a mensagem do Presidente da
República, acompanhada da Exposição de Motivos (EM) do Ministro das
Relações Exteriores, a ele endereçada, juntamente com o texto de inteiro
teor do tratado submetido à apreciação.
2. A mensagem é enviada ao Primeiro Secretário da Câmara dos Deputados,
onde iniciará a tramitação.
3. Em plenário, será dada a leitura para conhecimento dos deputados.
4. Após, será remetido para Comissão de Relações Exteriores.
5. O relator dessa comissão aprecia e concede um parecer
6. O relator apresenta projeto de decreto legislativo
7. O projeto é remetido à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania
para exame.
8. Aprovado, o projeto é submetido à votação em Plenário que se dará por
maioria simples e turno único.
9. Aprovado, sua redação final será apresentada pela Comissão de
Constituição e Justiça.
10. Aprovada a redação, o projeto passa à apreciação do Senado Federal.
11. O projeto será lido em Plenário para conhecimento dos Senadores.
12. Após, é despachado para Comissão de Relações Exteriores e Defesa
Nacional para exame.
13. Concluído o exame pela Comissão, o projeto (quando aprovado sem
caráter terminativo), encontra-se pronto para sua inclusão na ordem do
dia para votação em Plenário.
14. Votação em Plenário do Senado Federal (turno único), sem emendas.
15. Aprovado, segue-se para a promulgação do Presidente do Senado
Federal.
16. Promulgado o decreto legislativo, será numerado e publicado no Diário
do Congresso Nacional e no Diário Oficial da União.
17. Promulgado e Publicado o decreto pelo Presidente do Senado Federal,
estará o Presidente da República autorizado a ratificar o tratado.

2- A vinculação do Estado Brasileiro para com o tratado internacional se dá no


momento de sua ratificação pelo chefe do executivo, isso porque o Direito Interno de
cada país não tem relevância para o Direito Internacional. Já ao que diz respeito a
execução do tratado no âmbito interno brasileiro, só se dará após a promulgação por
intermédio de decreto executivo que, por sua vez, após sua publicação tornará o texto
público e determinará sua execução, dando eficácia ao instrumento.

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