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O complexo amigdaloide funciona como um botão de emoções no sistema límbico.

As
funções das diferentes partes desse complexo são as seguintes: o grupo basolateral recebe
fibras sensoriais de áreas associativas auditivas e visuais do tálamo e dos lobos occipital e
temporal, além de outras do parietal e tectais; o grupo central, por sua vez, recebe fibras
internas ao complexo do grupo basolateral, suas fibras de eferência, então, se conectam com o
hipotálamo, grísea periaqueductal e os núcleos bulbares; e o grupo corticomedial recebe
projeções do bulbo e do córtex olfatório, parecendo estar relacionado com comportamentos
sexuais. Estímulos simples de medo são transmitidos, enquanto que outros assam primeiro
pelo córtex pré-frontal e cingulado, chegando depois ao complexo, sendo filtrados
principalmente na amígdala basolateral e distribuídos pela central; produzir estímulos em vias
descendentes motoras; e ativar vias ascendentes do tronco encefálico.
O medo crônico, com expectativa de perigo ou ameaça futura, resulta em ansiedade
(tensão para o futuro, podendo ou não ser um acontecimento bom) e estresse (atrelado ao
medo crônico). Outras patologias relacionadas seriam síndrome do pânico e fobias. Sendo
relacionadas com a ativação de comandos do SNA, endócrino e imunitário pela eferência da
amígdala central. A depressão também é uma das patologias relacionadas com o SNA,
prejudicando funções fisiológicas como o sono REM, no qual são afetados mecanismos como
a paralisia física, que ocorre normalmente através de um aumento da função de neurônios
GABAérgicos da formação reticularpontina por contato inibitório com as vias motoras
descendentes. Outra alteração do sono em indivíduos depressivos seria o aumento de sonhos
com conotação ruim (pesadelos), causadores de grande apreensão nesses pacientes,
relacionados inclusive com o aumento da frequência de suicídio. As síndromes de disfunção
do SNA (disautonomia) ativam o sistema simpático de atuação autônoma causando por
exemplo taquicardia, sudorese, estimulação da medula das adrenais resultando em secreção de
noradrenalina e adrenalina. Estas acabam por ativar o hipotálamo que secreta hormônio
adrenocorticotrófico (ACTH), que passa a estimular o córtex adrenal na produção de
hormônios glicocorticoides, suprimindo o sistema imunitário, por exemplo. No caso do
Senhor Nivaldo, das síndromes disautonômicas, há grande possibilidade de ser um quadro de
depressão, sendo portanto realizadas as seguintes orientações:
— Sr. Nivaldo, como o quadro do senhor se encaixa em depressão, a orientação seria de início
de realização de atividades físicas ou distrativas como lazer, não se automedicar. E ainda,
quanto à perda de consciência durantes as manhãs, seria interessante o senhor levantar de
forma gradual, lenta. Outra coisa a ser feita pode ser usar um travesseiro mais alto, elevando a
cabeça em uns 15 cm durante a noite. Em todo caso o senhor volta novamente conosco.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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LENT, Roberto. Cem bilhões de Neurônios?: Conceitos fundamentais de neurociência.


São Paulo: Editora Atheneu, 2010.