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Máquinas Elétricas

Máquinas CC – Parte III


Máquina CC
Máquina CC
Máquina CC
Comutação
Operação como gerador
Máquina CC – considerações fem induzida

Conforme já mencionado, a tensão em um único condutor


debaixo das faces polares é dada por:

𝐞𝐢𝐧𝐝 = 𝐞 = 𝐯 × 𝐁 ∙ Ԧ𝐥

Nesta equação, l é o comprimento do condutor sob a face


polar, B é a densidade de campo magnético na região em que
se localiza o condutor e v é a velocidade de deslocamento do
condutor. Para simplificar nossas considerações, podemos
assumir que, em qualquer instante de tempo sob as faces
polares, estes três vetores são ortogonais. Com isso, a
equação pode assumir a seguinte forma:

eind = e = vBl
Máquina CC – considerações fem induzida

eind = e = vBl

Assumindo que, em uma armadura real, temos Za


condutores formando a caminhos paralelos, a fem total
induzida no enrolamento de armadura pode ser escrita
como:

Za
E A = vBl
a
Máquina CC – considerações fem induzida

eind = e = vBl
Assumindo que, em uma armadura real, temos Za condutores formando a
caminhos paralelos, a fem total induzida no enrolamento de armadura pode
ser escrita como:
Za
E A = vBl
a
Assumindo que r é o raio do rotor e que ωm é a velocidade angular do rotor
(mecânica) e lembrando que
v = m r
podemos reescrever a equação da fem total induzida no enrolamento de
armadura na forma seguinte:

Za
E A =  m rBl
a
Máquina CC – considerações fem induzida

Za
E A =  m rBl
a
Quando analisamos um polo, podemos relacionar o fluxo
magnético (φ) através do mesmo, a densidade de fluxo magnético
(B) e a área aproximada da face polar (AP) pela equação:


B=
AP
Podemos, assim reescrever a equação na forma:

Za 
E A = m r l
a AP
Máquina CC – considerações fem induzida

Za 
E A = m r l
a AP
Podemos, para simplificar, assumir que a área de face do rotor (A) é igual à
soma das áreas de todas as faces polares no estator (AP). Assim, se
assumirmos que P representa o número de polos do estator, temos:

2rl
A = PAP  AP =
P

Então, temos:

Za P PZ a
E A = m r l EA = m
a 2rl 2a
Máquina CC – considerações fem induzida

PZ a
EA = m
2a
Nesta equação, podemos definir o chamado fator de forma (que representa
características de construção de nossa máquina elétrica) da forma seguinte:

PZ a
K=
2a
Lembrando que:

P: número de polos da máquina


Za: número de condutores (sob as regiões polares)
a: número de caminhos paralelos de corrente
Máquina CC – considerações fem induzida

PZ a
EA = m
2a

Caso seja desejado representar a velocidade angular


em rotações por minuto (nm), temos:

2
 m = nm
60

PZ a
EA = n m
60a
Operação como motor
Máquina CC – considerações conjugado

Conforme já mencionado, o conjugado (torque) em um único condutor debaixo das


faces polares é dada por:
𝛕 = 𝐫Ԧ × 𝐅Ԧ

Nesta equação, F é a força que atua no condutor devido a interação em a corrente


que o percorre e o campo magnético e r é a distância entre o eixo de rotação e o
ponto de atuação da força. A força de origem magnética pode ser calculada por:

𝑭 = 𝒊 ∙ 𝒍Ԧ × 𝑩

Já nesta equação, l é o comprimento do condutor sob a face polar, B é a densidade


de campo magnético na região em que se localiza o condutor e i é a corrente que
percorre este condutor. Para simplificar nossas considerações, podemos assumir
que, em qualquer instante de tempo sob as faces polares, estes três vetores são
ortogonais e que r é o raio da trajetória descrita pelo condutor. Com isso, a equação
pode assumir a seguinte forma:

 = rilB
Máquina CC – considerações conjugado

 = rilB
Havendo a caminhos paralelos e denominando por IA a corrente no
enrolamento de armadura, temos:
IA
i=
a
Assumindo as mesmas considerações feitas anteriormente para definição da
densidade de fluxo de campo magnético e considerando que temos Za
condutores no enrolamento de armadura, temos:

IA IA  I A P I A P
 = rZ a ilB = rZ a l = rZ a l = rZ a l
a a AP a A a 2rl

PZ a
= I A
2a
Máquina CC – considerações conjugado

PZ a PZ a
EA = m = I A
2a 2a

Com relação a estas duas equações, deve-se destacar que as


mesmas foram feitas assumindo que todos os condutores
estão, em qualquer instante de tempo, sob algum dos polos
do estator. Além disso, considerou-se que a área total das
faces polares é igual à área do rotor.

Assim, havendo necessidade de uma melhor precisão, pode-


se ajustar as equações de forma a inserir dados mais
condizentes com a realidade do problema sendo analisado.
Máquina CC – exemplo 1

2
 m = nm
60

PZ a
EA = m
2a
PZ a
= I A
2a
Máquina CC – exemplo 1
Máquina CC – exemplo 1
Máquina CC – exemplo 2
Máquina CC – exemplo 2
Máquina CC – exemplo 2
Máquina CC – exemplo 2
Máquina CC – fmm armadura

Ao longo de qualquer dos caminhos fechados


mostrados na figura, a FMM é Ni.

Se admitirmos que a relutância nos núcleos de ferro


é muito pequena, a integral de linha de H será
desprezível em relação aos valores obtidos nos
entreferro.
Máquina CC – fmm armadura

Por simetria, os vetores intensidade de campo magnético nos


entreferros opostos terão mesmos módulo e direção, porém,
sentidos contrários.

Isto implica em uma FMM uniformemente distribuída no


entreferro.

Como cada linha de fluxo cruza o entreferro duas vezes, a


queda de FMM no entreferro deve ser igual à metade do
total, ou seja, Ni/2.
Máquina CC – fmm armadura

A maior parte das armaduras possui enrolamentos


distribuídos, isto é, enrolamentos que abrangem certo
número de ranhuras ao longo da periferia do entreferro.

As bobinas individuais são interligadas de modo que o


resultado é um campo magnético tendo o mesmo número
de polos que o enrolamento de campo.
Máquina CC – fmm armadura

A figura mostra um corte transversal de uma máquina CC de dois polos. As


conexões da bobina de enrolamento da armadura são tais que esse enrolamento
produz um campo magnético cujo eixo é vertical, sendo, assim, perpendicular ao
eixo do enrolamento de campo.

À medida que a armadura gira, as conexões entre as bobinas e os circuitos


externos são alterados pelo comutador de modo tal que o campo magnético da
armadura permaneça vertical.

Assim, o fluxo da armadura está sempre perpendicular ao produzido pelo


enrolamento de campo, resultando em um conjugado unidirecional contínuo.
Máquina CC – fmm armadura

Assumindo que as ranhuras sejam estreitas, a onda de FMM consistirá em


uma série de degraus.

Supondo-se um enrolamento de duas camadas e bobinas de passo pleno,


a altura de cada degrau será igual ao número de amperes-espiras 2Nbib em
uma ranhura, em que Nb é o número de condutores em cada bobina e ib é
a corrente da bobina.

O valor de pico da onda de FMM ocorre na direção do eixo magnético da


armadura, a meio caminho entre os polos do campo.
Máquina CC – fmm armadura

O enrolamento descrito é equivalente a uma


bobina de 12Nbib amperes-espiras distribuídos ao
redor da armadura.

Supondo-se polos simétricos, o valor de pico da


onda de FMM em cada polo de armadura é 6Nbib
amperes-espira.
Máquina CC – fmm armadura

A onda de FMM pode ser aproximada por uma onda dente de serra.

Em um enrolamento mais realístico, com um número mais elevado de ranhuras


de armadura por polo, a distribuição triangular torna-se uma aproximação muito
satisfatória.

Esta onda dente de serra pode ser decomposta utilizando série de Fourier cuja
componente fundamental possui valor de pico igual a

 (6 N b ib ) = 0,81  (6 N b ib )
8
 2
Máquina CC – fmm armadura

A distribuição de FMM nos entreferros depende


apenas da disposição dos enrolamentos e da simetria
das estruturas magnéticas em cada polo.

A densidade de fluxo magnético nos entreferros


depende da FMM e das condições de contorno,
principalmente do comprimento do entreferro, o do
efeito da abertura das ranhuras e da forma das faces
dos polos.
Máquina CC – fmm armadura
Máquina CC – fmm armadura
Máquina CC – máquinas com entreferros uniformes
Máquina CC – máquinas com entreferros uniformes
Máquina CC – máquinas com entreferros uniformes
Máquina CC – outra forma cálculo fem

Em uma máquina CC, tensões CA são geradas nas


bobinas de enrolamento de armadura à medida que
essas bobinas giram através da distribuição de fluxo CC
do enrolamento de campo estacionário.

Assim, esta tensão deve ser retificada. Uma opção é a


retificação mecânica obtida pelo uso do comutador.

Embora tipicamente a distribuição espacial de fluxo de


entreferro esteja longe de ser senoidal, podemos
aproximar (ou assumir) uma distribuição de fluxo
senoidal.
Máquina CC – outra forma cálculo fem

Para estudarmos as tensões induzidas em um enrolamento de


armadura de máquina rotativa, iniciamos considerando a tensão
induzida em uma bobina e completamos com a adição da adição
das contribuições de cada uma das demais bobinas segundo a
lógica das interligações realizadas.

Quando os polos do rotor estão alinhados com o eixo magnético da


bobina do estator, o fluxo concatenado com a bobina do estator é
Nφ, em que φ é o fluxo de entreferro por polo.

Para uma onda de indução magnética senoidal (aproximação),


temos:

B = Bpicocosθ

Nesta equação, Bpico é o valor de pico no centro do polo do rotor e


θ é medido em radianos elétricos a partir do eixo do rotor.
Máquina CC – outra forma cálculo fem

O fluxo no entreferro por polo, para uma máquina de dois polos, pode ser
calculado por:
+
2
=  B pico (cos )lrd = 2 B pico lr

2

Nesta equação, l é o comprimento axial do estator e r é o raio no entreferro.

Para uma máquina de P polos, temos:


2
 = 2 B pico lr
P
Isto porque a área polar é 2/P vezes a da máquina de dois polos de mesmo
diâmetro.
Máquina CC – outra forma cálculo fem

Com o motor girando à velocidade angular constante ω, o


fluxo concatenado com a bobina do estator é:
 = N cos(t )

Nesta equação, para simplicidade, consideraremos que o


tempo é zero quando o pico da onda de indução magnética
coincide com o eixo magnético da bobina do estator.

Pela Lei de Faraday, a tensão induzida na bobina do rotor será:

d d
e=− = Nsen(t ) − N cos(t )
dt dt
Máquina CC – outra forma cálculo fem

d d
e=− = Nsen(t ) − N cos(t )
dt dt
Se considerarmos que a onda de fluxo é constante
(fonte geradora de corrente contínua), então, temos:
e = Nsen(t )

O valor médio da tensão entre as escovas será, para


uma máquina de dois polos:

1 2
E med =
  Nsen(t )d (t )  E
0
med =

N
Máquina CC – outra forma cálculo fem


1 2
E med =
  Nsen(t )d (t )  E
0
med =

N

Se reescrevermos esta equação em função da


velocidade mecânica (em rad/s ou em rpm) e
considerando uma máquina de P polos, temos:

PN n
E med = m = 2 PN
 60
Máquina CC – outra forma cálculo fem

PN n
E med = m = 2 PN
 60
Vamos considerar que Za é o número total de condutores ativos e que a é o
número de caminhos paralelos através do enrolamento de armadura

Como são necessários dois lados de uma bobina para fazermos uma espira e
1/m destes são ligados em série, o número de espiras em série é
N = Za/2m.

Assim, podemos reescrever a equação na forma:

PZ a PZ a n
E med =  m = 
2m m 60
Exercício
Exercício – solução
Exercício – solução
Exercício – solução
Exercício – solução
Exercício – solução
Exercício – solução
Exercício – solução
Exercício – solução
Exercício – solução
Exercício – solução
Exercício 2
FIM