Вы находитесь на странице: 1из 93
João Bosco Oliveira Junior (Mille) Consultor da Bastter.com

João Bosco Oliveira Junior (Mille) Consultor da Bastter.com

João Bosco Oliveira Junior (Mille) Consultor da Bastter.com
João Bosco Oliveira Junior (Mille) Consultor da Bastter.com
João Bosco Oliveira Junior (Mille) Consultor da Bastter.com

Objetivos

Curto Prazo :

Médio Prazo:

Longo Prazo:

Análise Técnica

Renda Fixa

Análise Técnica ou Fundamentalista Renda Fixa

Análise Fundamentalista Geração de Caixa

Técnica Renda Fixa Análise Técnica ou Fundamentalista Renda Fixa Análise Fundamentalista Geração de Caixa
Técnica Renda Fixa Análise Técnica ou Fundamentalista Renda Fixa Análise Fundamentalista Geração de Caixa

Curso de Análise Fundamentalista

A estratégia de investimento apresentada nesse curso, baseia- se em montar posições em ações de empresas para o LP. O

sucesso do investidor, vai depender da qualidade das empresas

que ele escolher para compor suas carteiras.

O sucesso de seu investimento também vai ser determinado pela qualidade de seu plano de investimento e de sua competência em acompanhá-lo, fazendo as mudanças necessárias.

pela qualidade de seu plano de investimento e de sua competência em acompanhá-lo, fazendo as mudanças
pela qualidade de seu plano de investimento e de sua competência em acompanhá-lo, fazendo as mudanças

Curso de Análise Fundamentalista

O investidor deve ficar posicionado em empresas excelentes para o B&H.

Se a empresa deixar de ser boa, segundo seus critérios ele poderá trocar por outra empresa. Na falta de ter uma boa empresa em vista para a troca, ele pode mudar o investimento para outro tipo de ativo ( FII, TD, RF, ETC).

de ter uma boa empresa em vista para a troca, ele pode mudar o investimento para
de ter uma boa empresa em vista para a troca, ele pode mudar o investimento para

Curso de Análise Fundamentalista

Quando ele continua posicionado numa empresa, em que na sua opinião deixou de ser boa, ou monta posição numa

empresa de qualidade inferior, esse investimento faz mais

sentido em ser acompanhado como Trade de Valor. Sendo assim o investidor deve montar seus crivos de saída, até que o investimento seja encerrado ou que a empresa volte a merecer figurar na sua carteira de LP.

crivos de saída, até que o investimento seja encerrado ou que a empresa volte a merecer
crivos de saída, até que o investimento seja encerrado ou que a empresa volte a merecer

Curso de Análise Fundamentalista

Para investimentos de Curto Prazo, esse curso não tem nenhuma aplicação.

Procuramos definir empresas que sejam adequadas para investimentos de longo prazo, e meios para notarmos, se alguma empresa deixou de ser um bom investimento de longo prazo, por meios de critérios e um plano de investimento definido.

empresa deixou de ser um bom investimento de longo prazo, por meios de critérios e um
empresa deixou de ser um bom investimento de longo prazo, por meios de critérios e um

Curso de Análise Fundamentalista

Existem dois meios para investir à longo prazo em renda variável:

1 - Trade de valor

O investidor na hora da montagem de posição deve definir seus critérios de saída.

Ex: Atingiu o preço alvo ou a perda dos crivos que a empresa possuía quando da montagem da posição, tempo do investimento, etc.

Objetivo Valorização das Ações.

possuía quando da montagem da posição, tempo do investimento, etc. • Objetivo – Valorização das Ações.
possuía quando da montagem da posição, tempo do investimento, etc. • Objetivo – Valorização das Ações.

Curso de Análise Fundamentalista

2 - Montar posição em empresas que atentam seus critérios para se tornar sócios das mesmas.

Critério de saída: quando a empresa deixar de ser boa.

Objetivo Ser sócio de boas empresas.

das mesmas. Critério de saída: quando a empresa deixar de ser boa. • Objetivo – Ser
das mesmas. Critério de saída: quando a empresa deixar de ser boa. • Objetivo – Ser

Curso de Análise Fundamentalista

Montar posição em uma empresa, quando seus critérios estabelecidos estiverem satisfeitos.

Quando começar a montar posição na empresa, definir um plano que contemple o tamanho da posição nessa empresa em relação a sua carteira, bem como critérios de saída e manutenção, caso os fundamentos da empresa se deteriorem no futuro.

a sua carteira, bem como critérios de saída e manutenção, caso os fundamentos da empresa se
a sua carteira, bem como critérios de saída e manutenção, caso os fundamentos da empresa se

Curso de Análise Fundamentalista

Empresas excelentes, normalmente têm diretorias extremamente competentes e focadas em gerar valor de longo

prazo para a empresa.

Essas empresas normalmente possuem “nichos” de mercado e marcas extremamente poderosas, não raro, quando possuem ambos.

Normalmente essas empresas possuem cases extremamente simples.

poderosas, não raro, quando possuem ambos. • Normalmente essas empresas possuem cases extremamente simples.
poderosas, não raro, quando possuem ambos. • Normalmente essas empresas possuem cases extremamente simples.

Curso de Análise Fundamentalista

O investidor pode comprar posições nessas empresas utilizando

o Bastter System, enquanto as mesmas possuírem as qualidades que o fizeram investir na mesma para LP.

O investidor pode usar a formula PEGY (que veremos adiante) para definir dentro da sua carteira de ações, as quais TEORICAMENTE estão mais atrativas para a compra naquele momento. (Estratégia para ser usada quando temos menos dinheiro, do que o necessário para as compras regulares seguindo o Bastter System)

para ser usada quando temos menos dinheiro, do que o necessário para as compras regulares seguindo
para ser usada quando temos menos dinheiro, do que o necessário para as compras regulares seguindo

Curso de Análise Fundamentalista

Quando o Bastter System nos mandar comprar a mesma empresa por um período de tempo maior, devemos fazer um

estudo aprofundado da mesma, para vermos, se a empresa não

perdeu sua qualidade de LP.

Sempre procurarmos comprar excelentes empresas, mesmo que a um preço justo. Nunca procurar comprar empresas ruins a um bom preço.

comprar excelentes empresas, mesmo que a um preço justo. Nunca procurar comprar empresas ruins a um
comprar excelentes empresas, mesmo que a um preço justo. Nunca procurar comprar empresas ruins a um

Curso de Análise Fundamentalista

Diretrizes Operacionais

Curso de Análise Fundamentalista Diretrizes Operacionais
Curso de Análise Fundamentalista Diretrizes Operacionais

Curso de Análise Fundamentalista

O estudo de um indicador isolado pode prejudicar todo o estudo incorrido sobre determinada empresa.

A Análise Fundamentalista deve abranger o estudo de vários indicadores Fundamentalistas, bem como a gestão da empresa.

Determine seu plano de investimentos e tenha disciplina para segui-lo.

bem como a gestão da empresa. • Determine seu plano de investimentos e tenha disciplina para
bem como a gestão da empresa. • Determine seu plano de investimentos e tenha disciplina para

Curso de Análise Fundamentalista

Definir Crivos Fundamentalistas, como :

P/L.

P/VPA.

ROE.

ENDIVIDAMENTO.

QUALIDADE DA GESTÃO.

Entre Outros.

como : • P/L. • P/VPA. • ROE. • ENDIVIDAMENTO. • QUALIDADE DA GESTÃO. • Entre
como : • P/L. • P/VPA. • ROE. • ENDIVIDAMENTO. • QUALIDADE DA GESTÃO. • Entre

Curso de Análise Fundamentalista

Procurar definir um plano de investimentos baseado na simplicidade, acompanhamento da empresa e aprimoramento

do seu estudo.

O Plano deve ser individual. Cada investidor tem um perfil diferente. Desse modo um plano que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.

Cada investidor tem um perfil diferente. Desse modo um plano que funciona para uma pessoa pode
Cada investidor tem um perfil diferente. Desse modo um plano que funciona para uma pessoa pode

Controle Emocional

O investidor deve controlar suas emoções.

O investidor não deve operar quando perceber que seu

emocional está descontrolado.

Quanto melhor o investidor estiver operando, mais chato o

investimento tende a ser.

está descontrolado. • Quanto melhor o investidor estiver operando, mais chato o investimento tende a ser.
está descontrolado. • Quanto melhor o investidor estiver operando, mais chato o investimento tende a ser.

Controle Emocional

De uma forma perversa, normalmente quem mais fica “antenado” na frente do computador, tem mais dificuldade em

acompanhar os itens mais importantes de seus investimentos

em renda variável.

do computador, tem mais dificuldade em acompanhar os itens mais importantes de seus investimentos em renda
do computador, tem mais dificuldade em acompanhar os itens mais importantes de seus investimentos em renda

Governança Corporativa

As empresas que são adequadas para o B&H normalmente apresentam:

Departamentos de RI que:

Interagem com seus acionistas minoritários.

Tiram suas dúvidas em pequeno espaço de tempo, em

linguagem de fácil entendimento.

acionistas minoritários. – Tiram suas dúvidas em pequeno espaço de tempo, em linguagem de fácil entendimento.
acionistas minoritários. – Tiram suas dúvidas em pequeno espaço de tempo, em linguagem de fácil entendimento.

Governança Corporativa

Essas empresas apresentam normalmente balanços claros, precisos, sem tentativas de “maquiar” a real situação da

empresa.

Não divulgam Guidances não realistas.

Cumprem seus Guidances formais ou não formais.

Não incorrem em endividamento alto sem um bom plano de investimentos.

seus Guidances formais ou não formais. • Não incorrem em endividamento alto sem um bom plano
seus Guidances formais ou não formais. • Não incorrem em endividamento alto sem um bom plano

Governança Corporativa

Simplifique!

Simplifique!

Simplifique!

Governança Corporativa • Simplifique! • Simplifique! • Simplifique!
Governança Corporativa • Simplifique! • Simplifique! • Simplifique!

Empresas com vantagens competitivas

Boa gestão.

Boa geração de caixa.

Não são cíclicas.

Baixo endividamento.

Baixa necessidade de Capex.

Excelentes marcas e/ou nichos.

Não são cíclicas. • Baixo endividamento. • Baixa necessidade de Capex. • Excelentes marcas e/ou nichos.
Não são cíclicas. • Baixo endividamento. • Baixa necessidade de Capex. • Excelentes marcas e/ou nichos.

P/L Preço sobre Lucro

Formula P/L:

Preço da ação / Lucro por ação.

P/L – Preço sobre Lucro • Formula P/L: Preço da ação / Lucro por ação.
P/L – Preço sobre Lucro • Formula P/L: Preço da ação / Lucro por ação.

P/L Preço sobre Lucro

Comparar o P/L da empresa com a taxa de crescimento do lucro líquido.

A prefixação justa teórica de uma empresa é quando seu P/L estiver no mesmo nível de sua taxa de crescimento.

Procuramos empresas que tenham crescimento sustentável de seus lucros iguais ou acima de seu P/L no longo prazo.

• Procuramos empresas que tenham crescimento sustentável de seus lucros iguais ou acima de seu P/L
• Procuramos empresas que tenham crescimento sustentável de seus lucros iguais ou acima de seu P/L

Exemplo de P/l de empresas em relação a taxa de crescimento do LL

Empresa A P/L 20

crescimento 20 %

Ano base

Ano 1

Ano 2

Ano 5

Ano 10

Valor Inicial R$ 20,00

Valor final

R$ 1,00 LPA

R$ 1,20 LPA

R$ 1,44 LPA

R$ 2,49 LPA

R$ 6,19 LPA

R$ 123,80

Empresa B P/L 10

crescimento 10%

Ano base

Ano 1

Ano 2

Ano 5

Ano 10

Valor inicial R$ 10,00

Valor final

R$ 1,00 LPA

R$ 1,10 LPA

R$ 1,21 LPA

R$ 1,61 LPA

R$ 2,59 LPA

R$ 25,90

Valor inicial R$ 10,00 • Valor final R$ 1,00 LPA R$ 1,10 LPA R$ 1,21 LPA
Valor inicial R$ 10,00 • Valor final R$ 1,00 LPA R$ 1,10 LPA R$ 1,21 LPA

P/L Preço sobre Lucro

Exemplo tirado do livro O jeito Peter Lynch de Investir.

Formula de Peter Lynch para o P/L (PEGY):

Taxa de crescimento + Taxa de dividendos / P/L

Quanto maior melhor

• Formula de Peter Lynch para o P/L (PEGY): Taxa de crescimento + Taxa de dividendos
• Formula de Peter Lynch para o P/L (PEGY): Taxa de crescimento + Taxa de dividendos

P/L Preço sobre Lucro

Para o investidor de longo prazo, o P/L serve para escolher o momento de compra, nunca para escolher as empresas que irão

compor sua carteira.

Trade de valor - Formula PEG

Taxa de Crescimento LL Anual / P/L

Usar a taxa de crescimento do ultimo ano

Trade de valor - Formula PEG • Taxa de Crescimento LL Anual / P/L • Usar
Trade de valor - Formula PEG • Taxa de Crescimento LL Anual / P/L • Usar

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

Formula P/VPA:

Preço da ação / Valor Patrimonial por ação.

P/VPA – Preço sobre Valor Patrimonial • Formula P/VPA: Preço da ação / Valor Patrimonial por
P/VPA – Preço sobre Valor Patrimonial • Formula P/VPA: Preço da ação / Valor Patrimonial por

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

Em boa parte dos casos o Valor Patrimonial da empresa não corresponde com o preço real do Patrimônio da empresa,

podendo estar superavaliado ou subavaliado.

Principais razões para essa discrepância:

do Patrimônio da empresa, podendo estar superavaliado ou subavaliado. Principais razões para essa discrepância:
do Patrimônio da empresa, podendo estar superavaliado ou subavaliado. Principais razões para essa discrepância:

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

Marcas da Empresa.

Depreciação.

Amortização.

Instalações sucateadas.

Estoques Ultrapassados.

Ativos sem correção.

Impostos de difícil recuperação.

sucateadas. • Estoques Ultrapassados. • Ativos sem correção. • Impostos de difícil recuperação.
sucateadas. • Estoques Ultrapassados. • Ativos sem correção. • Impostos de difícil recuperação.

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

Peter Lynch nos ensina.

Estoques:

Quando mais perto você chega do produto final, menos

previsível será o valor de revenda.

Frase que eu desenvolvi:

O patrimônio da empresa é mais confiável quando medido por valores monetários.

Frase que eu desenvolvi: • O patrimônio da empresa é mais confiável quando medido por valores
Frase que eu desenvolvi: • O patrimônio da empresa é mais confiável quando medido por valores

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

O fato de uma empresa tiver alto P/VPA por si só não a torna uma compra ruim, sendo o contrário verdadeiro também.

O fato de uma empresa tiver alto P/VPA por si só não a torna uma compra
O fato de uma empresa tiver alto P/VPA por si só não a torna uma compra

ROE Retorno sobre o Patrimônio Líquido

Fórmula do ROE:

Lucro Líquido / Patrimônio Líquido.

ROE – Retorno sobre o Patrimônio Líquido • Fórmula do ROE: Lucro Líquido / Patrimônio Líquido.
ROE – Retorno sobre o Patrimônio Líquido • Fórmula do ROE: Lucro Líquido / Patrimônio Líquido.

ROE Retorno sobre o Patrimônio Líquido

Preste atenção a qualidade do Patrimônio Líquido.

Existem empresas que não precisam de grande Patrimônio

Líquido para operar.

Ex: Cielo.

Existem empresas que possuem partes relevantes de seu case

fora de seu Patrimônio Liquido.

Ex: Ambev.

• Existem empresas que possuem partes relevantes de seu case fora de seu Patrimônio Liquido. •
• Existem empresas que possuem partes relevantes de seu case fora de seu Patrimônio Liquido. •

ROE Retorno sobre o Patrimônio Líquido

Um alto ROE é desejável, mas não imprescindível.

Um baixo ROE não é interessante.

o Patrimônio Líquido • Um alto ROE é desejável, mas não imprescindível. • Um baixo ROE
o Patrimônio Líquido • Um alto ROE é desejável, mas não imprescindível. • Um baixo ROE

ROE Retorno sobre o Patrimônio Líquido

Um dos caminhos principais que fazem uma empresa boa se tornar ruim, é o reinvestimento do lucro de modo pouco eficaz,

até mesmo numa forma danosa para a empresa.

boa se tornar ruim, é o reinvestimento do lucro de modo pouco eficaz, até mesmo numa
boa se tornar ruim, é o reinvestimento do lucro de modo pouco eficaz, até mesmo numa

ROE Retorno sobre o Patrimônio Líquido

Podemos utilizar o ROE para monitorarmos esses investimentos. Se uma empresa tem um ROE de 30% e começa

a fazer investimentos vultosos que trazem um ROE de 8% nos

mesmos, esse fato nos mostra que a empresa não conseguiu investir de um modo satisfatório seus lucros. Nesse caso seria melhor ter devolvido o dinheiro a seus sócios através de

dividendos.

Objetivo dos investimentos que buscamos Retornos pelo menos 50% acima dos investimentos sem riscos.

• Objetivo dos investimentos que buscamos – Retornos pelo menos 50% acima dos investimentos sem riscos.
• Objetivo dos investimentos que buscamos – Retornos pelo menos 50% acima dos investimentos sem riscos.

Dividendos

Formulas:

Dividend Yeld:

Dividendo por Ação / Preço por Ação.

Pay Out:

Dividendo por Ação / Lucro por Ação

• Dividend Yeld: Dividendo por Ação / Preço por Ação. • Pay Out: Dividendo por Ação
• Dividend Yeld: Dividendo por Ação / Preço por Ação. • Pay Out: Dividendo por Ação

Dividendos

A empresa tem que ter lucros recorrentes para ser boa pagadora de dividendos.

A empresa deve ter equilíbrio entre sua geração de caixa,

investimentos e dividendos.

Empresas que investem bem sua geração de caixa, tem retornos que são traduzidos em aumento do lucro e dos dividendos.

Cuidado com Dividendos extraordinários.

tem retornos que são traduzidos em aumento do lucro e dos dividendos. • Cuidado com Dividendos
tem retornos que são traduzidos em aumento do lucro e dos dividendos. • Cuidado com Dividendos

Dividendos

Escolher a empresa pela resiliência dos resultados. O foco não pode ser somente os dividendos.

Preste atenção se a empresa está deixando de investir para

declarar bons dividendos (perca de margens).

Preste atenção se a empresa para declarar dividendos precisa captar empréstimos.

(Resulta em queda das margens e Lucro líquido).

se a empresa para declarar dividendos precisa captar empréstimos. (Resulta em queda das margens e Lucro
se a empresa para declarar dividendos precisa captar empréstimos. (Resulta em queda das margens e Lucro

Endividamento

Acompanhamos endividamento na razão Dívida Líquida/EBITDA

O endividamento bem planejado e executado, deve gerar caixa

extra suficiente para começar a diminuir a razão acima

constantemente.

Quando a empresa incorrer em um alto endividamento para buscar novos investimentos, ligar na empresa, conversar com o RI buscando o entendimento do case de investimentos e as linhas gerais do que a empresa espera no futuro. Depois, vigie para ver se a empresa está tendo sucesso no case proposto.

linhas gerais do que a empresa espera no futuro. Depois, vigie para ver se a empresa
linhas gerais do que a empresa espera no futuro. Depois, vigie para ver se a empresa

Endividamento

Empresas devem gerar caixa para pagar seu endividamento.

Por isso que o estudo do endividamento em relação ao Ebitda é

importante, a dívida deve ser paga com a geração de caixa da

empresa.

Cuidado com empresas que sistematicamente rolam suas dívidas, se o mercado ou/e a empresa entrar em crise essas empresas tendem a entrar em uma situação perigosa para o acionista.

se o mercado ou/e a empresa entrar em crise essas empresas tendem a entrar em uma
se o mercado ou/e a empresa entrar em crise essas empresas tendem a entrar em uma

Endividamento

A outra forma da empresa pagar suas dívidas sem ser com a geração de caixa é com seu patrimônio Líquido.

Normalmente essas empresas não são as que buscamos para

investir no longo prazo.

Quando a empresa usa sistematicamente seu patrimônio Líquido para pagar suas dívidas, ocorre, porque ou ela não está gerando caixa suficiente para arcar com seu endividamento ou fez investimentos que se tornaram pouco eficientes para a empresa. Na maioria das vezes os dois fatores juntos.

ou fez investimentos que se tornaram pouco eficientes para a empresa. Na maioria das vezes os
ou fez investimentos que se tornaram pouco eficientes para a empresa. Na maioria das vezes os

Endividamento

Se a empresa necessitar desinvestir, ela pode ser obrigada a fazê-lo num período mercadológico ruim.

Esse fator também dificulta o estudo do P/VPA de empresas

com grande imobilizado.

período mercadológico ruim. • Esse fator também dificulta o estudo do P/VPA de empresas com grande
período mercadológico ruim. • Esse fator também dificulta o estudo do P/VPA de empresas com grande

Margens

Margem Bruta :

Lucro Bruto / Receita Líquida.

Margem Ebitda :

Lucro Ebitda / Receita Líquida.

Margem Líquida :

Lucro Líquido / Receita Líquida.

• Margem Ebitda : Lucro Ebitda / Receita Líquida. • Margem Líquida : Lucro Líquido /
• Margem Ebitda : Lucro Ebitda / Receita Líquida. • Margem Líquida : Lucro Líquido /

Demonstrações de Resultados DRE

Grendene

4º Trimestre 2012

Demonstrações de Resultados – DRE Grendene 4º Trimestre 2012
Demonstrações de Resultados – DRE Grendene 4º Trimestre 2012

Demonstrações de Resultados DRE

O aumento da receita Líquida foi maior que os Custos dos produtos Vendidos ( CPV ), bem como das despesas com

vendas, gerais e administrativas ( VGA ).

Esse fator causa aumento de produtividade na empresa, traduzido pelo aumento das margens.

Mesmo sabendo que a empresa pode diminuir seus custos de CPV e/ou VGA, o normal é que eles aumentem conforme a empresa cresce. Queremos que eles aumentem em um percentual menor que a receita da empresa.

que eles aumentem conforme a empresa cresce. Queremos que eles aumentem em um percentual menor que
que eles aumentem conforme a empresa cresce. Queremos que eles aumentem em um percentual menor que

Demonstrações de Resultados DRE

Devemos prestar atenção no ganho ou perda de produtividade. Procurar montar posição em empresas com um histórico de

boas margens, e depois, vigiar se a empresa está conseguindo

mantê-la ou até mesmo melhorá-la ao longo do tempo.

As vezes algumas empresas de nosso portfólio vão entrar em um período de perda de produtividade. Isso vai ocorrer principalmente se você investiu em empresas cíclicas e/ou de crescimento.

de perda de produtividade. Isso vai ocorrer principalmente se você investiu em empresas cíclicas e/ou de
de perda de produtividade. Isso vai ocorrer principalmente se você investiu em empresas cíclicas e/ou de

Demonstrações de Resultados DRE

Nosso estudo deve mostrar esse fato. Sendo assim podemos vender nossa posição, colocá-la em quarentena ou

simplesmente continuar comprando, se acreditarmos que a

empresa vai voltar a ganhar produtividade no futuro.

O que realmente importa é continuar ou não na empresa baseado em um estudo adequado, para não sermos compradores de topos e vendedores de fundos.

continuar ou não na empresa baseado em um estudo adequado, para não sermos compradores de topos
continuar ou não na empresa baseado em um estudo adequado, para não sermos compradores de topos

Demonstrações de Resultados DRE

O regime do DRE é pelo regime de competência.

Ele é descrito no balanço por períodos de tempo, podendo ser

Trimestral, Semestral, Anual, etc.

Desse modo as Despesas e Receitas descritas no balanço nem

sempre tem o desembolso ou recebimento de caixa no mesmo período.

modo as Despesas e Receitas descritas no balanço nem sempre tem o desembolso ou recebimento de
modo as Despesas e Receitas descritas no balanço nem sempre tem o desembolso ou recebimento de

Produtividade

Boas empresa com margem pequena.

O acompanhamento deve ser feito também através do estudo

do capital de giro.

Boas empresa com margem pequena. • O acompanhamento deve ser feito também através do estudo do
Boas empresa com margem pequena. • O acompanhamento deve ser feito também através do estudo do

Produtividade

Produtividade
Produtividade
Produtividade

Produtividade

Produtividade

Produtividade

Bancos:

O estudo da produtividade deve ser feito pelas analises da

intermediação financeira e do PDD.

• Bancos: O estudo da produtividade deve ser feito pelas analises da intermediação financeira e do
• Bancos: O estudo da produtividade deve ser feito pelas analises da intermediação financeira e do

Produtividade

Produtividade
Produtividade
Produtividade

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

É gerido pelo regime de Caixa.

São demonstrados as saídas e entradas de caixa, durante o

período analisado.

Devemos analisar se a geração de caixa da empresa está sendo

suficiente para a empresa investir, pagar dividendos, fornecedores, empréstimos, etc.

de caixa da empresa está sendo suficiente para a empresa investir, pagar dividendos, fornecedores, empréstimos, etc.
de caixa da empresa está sendo suficiente para a empresa investir, pagar dividendos, fornecedores, empréstimos, etc.

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Existem empresas que tem sucesso em seus investimentos, gerando caixa suficientes para pagá-los. Outras empresas

investem mal e o desequilíbrio de seu Fluxo de Caixa nos

mostrará essa situação.

Uma empresa que investe mais do que deprecia ou/e amortiza está tendo crescimento operacional. Não necessariamente uma empresa que cresce é melhor investimento, o estudo deve ser feito caso a caso.

operacional. Não necessariamente uma empresa que cresce é melhor investimento, o estudo deve ser feito caso
operacional. Não necessariamente uma empresa que cresce é melhor investimento, o estudo deve ser feito caso

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Existem empresas que fazem seus Investimentos em algum período e depois se o seu case estiver maturado, ela não

necessita mais investir fortemente. Nesse caso, se o

investimento feito resultou em forte geração de caixa, ela pode ser um bom investimento, mesmo que tenha pouco ou nenhum crescimento.

feito resultou em forte geração de caixa, ela pode ser um bom investimento, mesmo que tenha
feito resultou em forte geração de caixa, ela pode ser um bom investimento, mesmo que tenha

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Empresas podem ter um grande crescimento de receita sem ter o correspondente aumento em seu Lucro Líquido.

Mesmo no caso que o aumento seja de Receita e Lucro, eles

podem não ser suficientes para gerar caixa para seus investimentos e seu pagamento de dívidas, sendo assim poderá não ser um bom investimento para uma carteira de

investimentos de longo prazo.

de dívidas, sendo assim poderá não ser um bom investimento para uma carteira de investimentos de
de dívidas, sendo assim poderá não ser um bom investimento para uma carteira de investimentos de

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

É importante analisar o Fluxo de caixa livre da empresa (FCL = Caixa gerado pelas atividades operacionais Capex ).

O FCL nos mostra se o caixa operacional da empresa é suficiente para pagar pelos seus investimentos. Se for suficiente

a empresa está tendo crescimento orgânico, do contrário ela

está usando capital de terceiros para crescer.

a empresa está tendo crescimento orgânico, do contrário ela está usando capital de terceiros para crescer.
a empresa está tendo crescimento orgânico, do contrário ela está usando capital de terceiros para crescer.

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

É importante analisar o Fluxo de caixa livre da empresa (FCL = Caixa gerado pelas atividades operacionais Capex ).

O FCL nos mostra se o caixa operacional da empresa é suficiente para pagar pelos seus investimentos. Se for suficiente

a empresa está tendo crescimento orgânico, do contrário ela

está usando capital de terceiros para crescer.

a empresa está tendo crescimento orgânico, do contrário ela está usando capital de terceiros para crescer.
a empresa está tendo crescimento orgânico, do contrário ela está usando capital de terceiros para crescer.

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Se a empresa gera caixa operacional suficiente para pagar pelos seus investimentos e financiamentos ela está em uma situação

de equilíbrio.

Quando notarmos que uma empresa está em uma fase de desequilíbrio com seu caixa, estudamos para vermos se achamos se é uma situação momentânea ou não.

em uma fase de desequilíbrio com seu caixa, estudamos para vermos se achamos se é uma
em uma fase de desequilíbrio com seu caixa, estudamos para vermos se achamos se é uma

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Se a empresa se endivida para crescer, e esse investimento foi bem feito, a geração de caixa resultante desse investimento

deve começar a diminuir a relação Endividamento / Ebitda, o

contrário também é verdadeiro.

desse investimento deve começar a diminuir a relação Endividamento / Ebitda, o contrário também é verdadeiro.
desse investimento deve começar a diminuir a relação Endividamento / Ebitda, o contrário também é verdadeiro.

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Grendene

4º Trimestre de 2012

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa Grendene 4º Trimestre de 2012
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa Grendene 4º Trimestre de 2012
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Notamos que a empresa precisa financiar seus clientes.

Sendo assim prestar atenção na inadimplência da empresa no longo prazo.

empresa precisa financiar seus clientes. • Sendo assim prestar atenção na inadimplência da empresa no longo
empresa precisa financiar seus clientes. • Sendo assim prestar atenção na inadimplência da empresa no longo

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Notamos que o caixa gerado pelas atividades operacionais foi suficiente para pagar seus investimentos.

Sendo assim dizemos que a empresa está tendo um crescimento orgânico.

suficiente para pagar seus investimentos. • Sendo assim dizemos que a empresa está tendo um crescimento
suficiente para pagar seus investimentos. • Sendo assim dizemos que a empresa está tendo um crescimento

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Notamos que o valor que foi debitado dos DFC da empresa na rubrica contas a receber, foi creditado no Balanço Patrimonial

da empresa, na parte do Ativo, também na rubrica Contas a

Receber.

Sendo assim percebemos que uma saída nas variações de Ativos e Passivos no FC, tem como contrapartida uma entrada no BP e vice-versa.

que uma saída nas variações de Ativos e Passivos no FC, tem como contrapartida uma entrada
que uma saída nas variações de Ativos e Passivos no FC, tem como contrapartida uma entrada

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Grendene

2º Trimestre de 2013

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa Grendene 2º Trimestre de 2013
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa Grendene 2º Trimestre de 2013

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Notamos que a empresa gerou um caixa maior que o seu lucro líquido sugeria.

Notamos que esse fator foi devido ao recebimento de valores

devidos a empresa, que foi financiada por ela para seus clientes.

Isso somente foi possível porque ela tem níveis baixos de inadimplência até o momento.

ela para seus clientes. • Isso somente foi possível porque ela tem níveis baixos de inadimplência
ela para seus clientes. • Isso somente foi possível porque ela tem níveis baixos de inadimplência

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Cetip

2010

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa Cetip 2010
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa Cetip 2010
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Notamos que a empresa investiu expressivamente na compra da GRV, no valor de 1 Bilhão.

Marcamos a geração de caixa pelas atividades operacionais no período no valor de 190 Milhões, para compararmos no futuro se o investimento trouxe aumento representativo na geração de caixa da empresa ou não.

para compararmos no futuro se o investimento trouxe aumento representativo na geração de caixa da empresa
para compararmos no futuro se o investimento trouxe aumento representativo na geração de caixa da empresa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Para comprar a GRV a Cetip emitiu 890 milhões em debêntures, sabemos também que emitiu 555 milhões em notas

promissórias.

Devemos ver a evolução do aumento da geração de caixa da empresa e o equilíbrio do pagamento de seu endividamento, medido pelo endividamento líquido / Ebitda.

de caixa da empresa e o equilíbrio do pagamento de seu endividamento, medido pelo endividamento líquido
de caixa da empresa e o equilíbrio do pagamento de seu endividamento, medido pelo endividamento líquido

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Percebemos que o investimento feito pela aquisição da GRV, surtiu o efeito esperado, aumentou o lucro líquido e a geração

de caixa nas atividades operacionais.

Como ficou o endividamento da empresa depois de 2 anos?

e a geração de caixa nas atividades operacionais. • Como ficou o endividamento da empresa depois
e a geração de caixa nas atividades operacionais. • Como ficou o endividamento da empresa depois

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Houve redução de mais de 200m no valor das Debêntures.

A empresa quitou suas notas promissórias.

A dívida líquida teve uma redução expressiva.

A redução da dívida líquida, associada a uma maior geração de caixa reduziu o nível endividamento líquido / Ebitda

expressivamente.

líquida, associada a uma maior geração de caixa reduziu o nível endividamento líquido / Ebitda expressivamente.
líquida, associada a uma maior geração de caixa reduziu o nível endividamento líquido / Ebitda expressivamente.

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Fluxo de Caixa Livre (FCL)

Petrobrás

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa Fluxo de Caixa Livre (FCL) Petrobrás
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa Fluxo de Caixa Livre (FCL) Petrobrás

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

A empresa por ser intensiva em capital, tem depreciações e investimentos expressivos.

A empresa está em uma fase de investir sua geração de caixa e ainda recorrer a capital de terceiros.

Seus investimentos superam sua geração de caixa operacional, ficando seu FCL negativo.

a capital de terceiros. • Seus investimentos superam sua geração de caixa operacional, ficando seu FCL
a capital de terceiros. • Seus investimentos superam sua geração de caixa operacional, ficando seu FCL

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Um fluxo de caixa livre negativo prolongado, afeta a estrutura de capital de uma empresa?

Vamos ver em seguida.

Petrobras no fim do ano de 2006

prolongado, afeta a estrutura de capital de uma empresa? Vamos ver em seguida. Petrobras no fim
prolongado, afeta a estrutura de capital de uma empresa? Vamos ver em seguida. Petrobras no fim

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Vemos que no ano de 2006 a empresa teve expressiva geração de caixa.

Gerou caixa para fazer frente aos seus investimentos, ficando

com FCL positivo.

Investimentos foram maiores que sua depreciação.

Estava confortável com sua geração de caixa, para usá-la para pagar parte de seu endividamento.

depreciação. • Estava confortável com sua geração de caixa, para usá-la para pagar parte de seu
depreciação. • Estava confortável com sua geração de caixa, para usá-la para pagar parte de seu

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Como estava a estrutura de capital da Petrobras na época?

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa • Como estava a estrutura de capital da Petrobras
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa • Como estava a estrutura de capital da Petrobras

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

A empresa tinha um endividamento líquido de 18 Bilhões em

2006.

Uma relação endividamento líquido / endividamento líquido + PL de 16%.

Uma relação endividamento líquido / EBITDA de 0.36 vezes.

líquido / endividamento líquido + PL de 16%. • Uma relação endividamento líquido / EBITDA de
líquido / endividamento líquido + PL de 16%. • Uma relação endividamento líquido / EBITDA de

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa
Análise de Demonstração de Fluxo de Caixa

Curso de Análise Fundamentalista

Obrigado a todos !!

João Bosco Oliveira Junior (Mille)

Obrigado a todos !! João Bosco Oliveira Junior (Mille)
Obrigado a todos !! João Bosco Oliveira Junior (Mille)
Curso de Análise Fundamentalista Obrigado a todos !! João Bosco Oliveira Junior (Mille)