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CENTRO EDUCACIONAL EVANGÉLICO LÍBER- CEEL

EDUCAÇÃO INCLUSIVA

MISLENE RODRIGUES DO PRADO

EDUCAÇÃO PARA TODOS

PORANGATU- GO

2017
MISLENE RODRIGUES DO PRADO

EDUCAÇÃO PARA TODOS

Projeto de pesquisa apresentado ao


Centro Educacional Evangélica Líber-
CEEL como requisito para a obtenção do
título de pós-graduação em Educação
Inclusiva.

Orientadora: Donizete Aparecida Braga

PORANGATU- GO
2017
Sumário
1. INTRODUÇÃO- TEMA E PROBLEMATIZAÇÃO ........................................ 3
1.1 A declaração de Salamanca (1994) dá as seguintes prerrogativas aos
governos: .......................................................................................................... 5
2. PLANEJAMENTO ....................................................................................... 7
2.1 A quem se destina a Educação Especial? ........................................... 7
3. OBJETIVOS ................................................................................................ 8
3.1 Geral..................................................................................................... 8
3.2 Específicos ........................................................................................... 8
4. JUSTIFICATIVA .......................................................................................... 9
4.1 Metodologia .......................................................................................... 9
5. PLANO DE AEE ........................................................................................ 10
5.1 Objetivos Previstos: (EM CONSTRUÇÃO)......................................... 10
5.2 Atividades do Plano (EM CONSTRUÇÃO)......................................... 10
6. ATENÇÃO E CONCENTRAÇÃO .............................................................. 11
6.1 Jogos educativos diversos e oralidade ............................................... 11
6.2 MATERIAIS DIDÁTICOS.................................................................... 11
6.3 Cronograma ....................................................................................... 11
7. AVALIAÇÃO:............................................................................................. 12
7.1 Tema da aula: .................................................................................... 13
8. JUSTIFICATIVA: ....................................................................................... 13
8.1 Conteúdo, procedimento e recursos de ensino: ................................ 13
8.2 Avaliação ............................................................................................ 13
8.3 Recursos materiais: ............................................................................ 13
9. OBJETIVOS .............................................................................................. 14
9.1 Geral................................................................................................... 14
9.2 Área sensório perceptiva: ................................................................... 14
9.3 Específicos ......................................................................................... 14
10. METODOLOGIA: ................................................................................... 15
11. ÁREA DE COMUNICAÇÃO. .................................................................. 16
11.1 Conteúdos: ......................................................................................... 16
11.2 Objetivos: ........................................................................................... 16
11.3 Metodologia: ....................................................................................... 16
12. AVAlIAÇÃO ........................................................................................... 17
REFERÊNCIAS ..................................................................................... 18
3

1. INTRODUÇÃO- TEMA E PROBLEMATIZAÇÃO

O projeto de pesquisa apresenta a discussão quanto à implantação da


educação especial, assegurando a permanência e os procedimentos para o ensino
e-aprendizagem das crianças com necessidades educativas especiais na rede
regular de ensino.
Portanto, o presente trabalho tem o objetivo de mostrar o histórico, conceito,
fundamentação, declaração, legislação e diretrizes nacionais, além dos desafios na
atuação do professor na unidade escolar.
A plataforma escolhida para a pesquisa dos dados foi o Google, apostilas.
Ainda existe divergências entre o Processo de inclusão.“ Poderá acontecer
a partir do momento em que a escola passar por uma reestruturação, ou
seja, quando ela estiver voltada para a comunidade e oferecer ambientes
educacionais flexíveis. (Mrech apud Tessaro, 2005, p. 48)”
A historia da Educação Inclusiva e da Educação Especial é muito antiga e
vem sofrendo a influência do pensamento social vigente a décadas. A escola do
passado não era pensada para todos os alunos que não estavam no “modelo”
esperado, eram excluídos da escola comum e encaminhados para a Educação
Especial.
A Educação Inclusiva inicia-se com a Declaração de Salamanca, documento
formulado na Espanha que discuti a Exclusão dos "diferentes" dentro do espaço
escolar. O documento aponta a necessidade de uma escola para todos, levando a
um movimento mundial de reflexão sobre os processos excludentes dentro da
escola.
Alguns estudiosos da área da Educação Especial, analisando a sua historia
identificam quatro estágios no desenvolvimento do atendimento as pessoas que
apresentam deficiências (KIRK e GALLAGHER, 1979; MENDES, 1995; SASSAKI,
1997).
Primeira fase, marcada pela negligência, na era pré-cristã, em que havia
uma ausência total de atendimento. Os deficientes eram abandonados, perseguidos
e eliminados devido a suas condições atípicas, e a sociedade estimava essas ações
como sendo normais. Na era cristã, segundo Pessotti (1984), o tratamento variava
segundo as concepções de caridade. Num outro estágio, nos séculos XVlll e
meados do século XlX encontra-se a fase de institucionalização, os indivíduos que
apresentavam deficiência eram segregados e protegidos em instituições
residenciais. No terceiro estágio é marcado, já no final do século XlX e meados do
4

séculos XX, pelo desenvolvimento de escolas e/ou classes especiais em escolas


públicas. No quarto estágio, no final do século XX, por volta da década de 70,
observa-se um movimento de integração social dos indivíduos que apresentavam
deficiência cujo objetivo era integrá-los em ambientes escolares, e mais próximos
possível daqueles oferecidos à pessoa normal.
A historia da Educação Especial no Brasil tem como marcos fundamentais a
criação do “Instituto dos Meninos Cegos” ( hoje Instituto Benjamin Constant)
em 1854 e do “ Instituto dos Surdos-Mudos” (hoje Instituto Nacional de
Educação de Surdos_ INES”) em 1857, ambos na cidade do Rio de Janeiro,
por iniciativa do Governo Imperial (JANNUZZI, 19992; BUENO, 1993;
MAZZOTTA, 1996).

Assim, a Educação Especial se caracterizou por ações isoladas e o


atendimento se referiu mais às deficiências visuais, auditivas em menor quantidade,
às deficiências físicas. Podemos dizer que em relação à deficiência mental houve
um silêncio quase absoluto.
O conceito de escola inclusiva, de acordo com as Diretrizes Curriculares
regular que deve propor no projeto político-pedagógico, no currículo, na
metodologia , na avaliação e nas estratégias de ensino, ações que
favoreçam a inclusão social e práticas educativas diferenciadas que
atendam a todos os alunos. Pois, numa escola inclusiva a diversidade é
valorizada em detrimento da homogeneidade (GLAT, R, FERNANDES E. M,
2005, p.04 Nacionais para Educação Especial, implica em uma nova
postura da escola). A ruptura formal com a Educação especial dá-se com a
Conferência Mundial sobre Educação para Todos, em Jomtien (1990) e
reforça-se com a Conferência Mundial sobre Necessidades educativas
especiais que deu origem à Declaração de Salamanca (1994), assinada por
representantes de 92 países, incluindo Portugal, e 25 organizações
internacionais que acordaram nos princípios fundamentais da escola e da
educação inclusivas. Situa os direitos das crianças e dos jovens com
Necessidades educativas especiais (NEE) no contexto dos direitos da
criança e do homem, fazendo referência à Declaração Universal dos
Direitos do Homem (1948), à Convenção relativa aos Direitos da Criança
(1989), à Declaração Mundial sobre Educação para Todos (1990) e às
Normas das Nações Unidas sobre a Igualdade de Oportunidades para as
Pessoas com Deficiência (1993) (SANCHES, I, TEODORO, F, 2006, p. 64)

Um dos principais documentos em defesa da educação inclusiva é a


Declaração de Salamanca (UNESCO), criada em 1994, na Espanha. Ela chama
atenção dos governantes para o atendimento das pessoas com deficiência na rede
regular de ensino. Esta instituiu que: cada criança tem características, interesses,
capacidades de aprendizagem que lhe são próprios; os sistemas educativos devem
ser projetados e os programas aplicados de modo que tenha em vista toda a gama
dessas diferentes características e necessidades; as pessoas com necessidades
educativas especiais devem ter acesso às escolas comuns, que deverão integrá-las
5

numa pedagogia centralizada na criança, capaz de atender a essas necessidades.


(Declaração de Salamanca, 1994).

1.1 A declaração de Salamanca (1994) dá as seguintes prerrogativas aos


governos:

1- Atribuam a mais alta prioridade política e financeira ao aprimoramento


de seus sistemas educacionais no sentido de se tornarem aptos a incluírem todas as
crianças, independentemente de suas diferenças ou dificuldades individuais;

2- Adotem o principio de educação inclusiva em forma de lei ou de


política, matriculando todas as crianças em escolas regulares, a menos que existam
fortes razões para agir de outra forma;
3- Desenvolvam projetos de demonstração e encorajem intercâmbios em
países que possuam experiências de escolarização inclusiva;

4- Estabelecem mecanismos participatórios e descentralizados para


planejamento, revisão e avaliação de provisão educacional para crianças e adultos
com necessidades educacionais especiais;
5- Invistam maiores esforços em estratégias de identificação e de
intervenções precoces, bem como nos aspectos vocacionais da educação inclusiva;

6- Garantam que, no contexto de uma mudança sistêmica, programas de


treinamento de professores, tanto em serviço como durante a formação, incluam a
provisão de educação especial dentro de escolas inclusivas. (Declaração de
Salamanca,1994).
Essas exigências ocasionaram grandes transformações nos sistemas de
ensino dos países signatários, mesmo o Brasil não sendo, este se comprometeu a
implantar as novas diretrizes para educação de crianças com deficiência. No país
houve aumento significativo do numero de matriculas de crianças com deficiência
nas escolas públicas.
Segundo o MEC (Seespm 2006) houve um crescimento de 358% nas
matrículas de crianças com deficiência em escolas comuns entre 2002 e 2006.
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“No Brasil, a Lei Federal n 7853m de 24 de outubro de 1989, assegura


os direitos básicos dos portadores de deficiência. Em seu artigo 8 constitui
como crime punível com reclusão ( prisão) de 1 a 4 anos e multa, quem:

 Recusar, suspender, cancelar ou fazer cessar, sem justa causa, a


inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau,
público ou privado. Porque é portador de deficiência.
 Impedir o acesso a qualquer cargo público porque é portador de
 Negar trabalho ou emprego, porque é portador de deficiência.
deficiência.
 Recusar, retardar ou dificultar a internação hospitalar ou deixar de
prestar assistência médico-hospitalar ou ambulatória, quando possível, a
pessoa portadora de deficiência.
A Norma Técnica Brasileira NBR 9050 de 2004 trata da acessibilidade
no espaço construído. Seu intuito é que todas as pessoas possam acessar e
circular em todos os ambientes de forma autônoma, ou seja, garantindo que
possam se orientar e se descolar facilmente em um ambiente, com segurança
e independência, sem riscos de sofrer acidentes e sem necessidade de
solicitarNo
ajuda
intuito
de terceiros.”
de reforçar a obrigação do país em prover a educação, é
publicada em dezembro de 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional 9.394/96. Essa lei expressa em seu conteúdo alguns avanços
significativos. Podemos citar a extensão da oferta da educação especial na
faixa etária de zero a seis anos; a idéia de melhoria da qualidade dos serviços
educacionais para os alunos e a necessidade de o professor estar preparado
e com recursos adequados de forma a compreender e atender à diversidade
dos alunos.
Em lei, muitas conquistas foram alcançadas. Entretanto, precisamos
garantir que essas conquistas, expressas nas leis, realmente possam ser
efetivadas na prática do cotidiano escolar pois o governo não tem conseguido
garantir a democratização do ensino, permitindo o acesso, a permanência e o
sucesso de todos ao alunos do ensino especial na escola.
A Educação Especial, como modalidade da educação escolar,
organiza-se de modo a considerar uma aproximação sucessiva dos
pressupostos e da prática pedagógica social da educação.
7

2. PLANEJAMENTO

2.1 A quem se destina a Educação Especial?

A Educação Especial se destina a alunos com deficiência física, deficiência


mental, alunos com surdez, cegueira, baixa visão, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades.
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3. OBJETIVOS

3.1 Geral

Incluir alunos diferentes/deficientes na classe comum do ensino


regular, objetivando construir para seu desenvolvimento, mediante atividades
que promovam a conscientização, a socialização e a interação.

3.2 Específicos

Promover a interação entre os alunos de diferentes níveis intelectuais;


 Promover a socialização, conscientização dos alunos, país e funcionários no
espaço escolar, em relação ao que eles entendem sobre Educação Inclusiva;
 Confrontar a realidade dos alunos ditos comuns com os de transtornos
globais;
 Identificar as potencialidades de cada aluno.
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4. JUSTIFICATIVA

Tendo em vista que estamos recebendo cada vez mais alunos com
necessidades educativas especiais e que na Constituição Federal de 1988, o artigo
205 prevê o direito de todos à educação e o artigo 208 prevê o atendimento
educacional especializado, e a inclusão escolar, fundamentada na atenção à
diversidade, exigindo mudanças estruturais nas escolas comuns e especiais, viu-se
a necessidade de duas professoras iniciarem o curso de capacitação e todos os
demais professores da escola cursarem uma pós-graduação na área. Também por
termos a oportunidade de recebermos do MEC uma sala multifuncional para o
Município.

4.1 Metodologia

Apresentação de cartazes confeccionados pelo grupo de alunos, elaborar


uma programação diferenciada sendo necessário um trabalho mais detalhado sobre
a temática. Nas estratégias a serem trabalhadas prevê-se o trabalho com aula de
campo, DVDs, programas de computador, pesquisas digitação, jogos didáticos,
carimbos, leituras diversas: individualizada, silenciosa, de figuras, de imagens
(vídeo, DVDs, TV), trabalho envolvendo rótulos e outros recursos disponíveis nesta
unidade escolar.
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5. PLANO DE AEE

5.1 Objetivos Previstos: (EM CONSTRUÇÃO)

Superação das dificuldades motoras, de evolução conceitual, de atenção e


de concentração.

5.2 Atividades do Plano (EM CONSTRUÇÃO)

Para o desenvolvimento da capacidade grafomotora e da motricidade ampla:


atividades de desenho, pintura e o uso de diferentes instrumentos como suporte
para sua expressão gráfica, como, por exemplo: o computador; uso de massa de
modelar; a construção de maquetes; dentre outras atividades. Deslocamentos em
ambientes abertos através da expressão corporal com o uso de variados recursos,
tais como bolas, arcos, dentre outros.
Para desenvolvimento de conceitos, desenhar, jogo simbólico, dramatização,
pintura, música, jogo da memória, associação de imagens e palavras, contato com
variados gêneros textuais. Todas as atividades devem ser contextualizadas e
significativas para a criança e devem ser realizadas em situações lúdicas.
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6. ATENÇÃO E CONCENTRAÇÃO

6.1 Jogos educativos diversos e oralidade

Relatos orais, registro oral de passeios, visitas, atividades de dramatização e


brincadeiras livres que permitam ao aluno exercitar sua capacidade criativa e de
expressão verbal. Interlocução entre a professora do AEE e a da sala de aula do
ensino comum Visa a conhecer os efeitos do plano de EE no comportamento do
aluno em sala de aula.

6.2 MATERIAIS DIDÁTICOS

 Bolas diversas;
 Bambolês,
 Caixas de giz de cera;
 Tesouras (grandes);
 Cola;
 Caixas de massa de modelar;
 Ábacos;
 E.V.A de cores variadas (03 de cada cor);
 Caixas de tinta guache,
 Pincéis (espessuras variadas);
 Papel crepom de cores variadas;
 Papel camurça de cores variadas;
 Papel para dobradura;
 Papel cartão;
 Pacotes de bexiga (balão);
 T.N.T (cores variadas);
 01 rolo de barbante;
 Bastões de cola quente;

6.3 Cronograma

Fevereiro e Março: Inicio do projeto.


As ações serão continuas durante todo ano letivo.
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7. AVALIAÇÃO:
A avaliação deverá acontecer durante todo o processo de realização do
projeto, através da observação dos professores baseada em critérios pré-
estabelecidos.
Durante o desenvolvimento dos trabalhos é importante que o professor esteja
presente para interagir com o processo de trabalho dos alunos, diagnosticando
diferenças e conquistas, proporcionando uma análise das etapas do projeto. Os
professores deverão encorajar os participantes do projeto a dizerem "NÃO" a
qualquer espécie de droga. Na conclusão final o professor deverá propor uma
avaliação geral de todo o processo, dos conteúdos será dada de forma continua
através da observação e interação em suas atitudes, comportamentos,
relacionamentos com o outro e em grupo, a todo o momento, podendo o professor
intervir sempre que necessário visando à formação da criança.
Material para flexibilização das atividades para atender aluno com
Deficiência Intelectual: imagens, palavras cruzadas, quebra-cabeça. jogo da
memória, material concreto, numerais e atividades de escrita; cálculo matémático;
gravuras, música para dramatização, fantoches, massa para modelar.
Livro – Literatura Infanto-juvenil (Clássico) - A Bela Adormecida
1-Trabalhar com fichas literárias usando gravuras (recorte de impressos dos
personagens, nome do autor...) ou desenhos.
2-Para apresentar as personagens desta história pode ser usado reprodução dos
personagens com massa de modelar (construídos pelos alunos), ou através de
fantoches e recontá-la junto com os colegas, ou de um gravador, gravar um vídeo.
Na reescrita podem fazer duplas.
3- Imagens de gravuras para serem usadas no reconhecimento da morfologia das
palavras: mesmo som no inicio e no final.
4- Interdisciplinando – matemática: material concreto (objetos, tampinhas,
bonequinhos, grãos – (coordenação motora fina) quantificação, números e
impressos para atividades escritas.
Através de observações do desempenho nas atividades propostas: avanço na
hipótese (novo teste da psicogênese), atenção, concentração, coordenação motora,
percepção, memória, discriminação, cálculo mental e as dificuldades á serem
trabalhadas, que constitui uma das finalidades da avaliação (não somente o que
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avançou nos seus processos cognitivos). Alunos da periferia, com dificuldades de ter
acesso a atividades recreativas.

7.1 Tema da aula:

A música educa, diverte e aproxima: “Não atire o pau no gato”

8. JUSTIFICATIVA:

Uma aula de interação com arte, no uso da musica e imagens para que os
alunos se aproximem e criem vínculos uns com os outros sem que haja nenhum tipo
de discriminação, já que eles não se conhecem e também sejam incentivadas a não
maltratar os animais.

8.1 Conteúdo, procedimento e recursos de ensino:

- As atividades serão aplicadas dentro da sala de aula;


- Os alunos assistirão o clipe da musica;
- Serão apresentadas imagens de animais bem cuidados e maltratados;
- As crianças irão discutir a respeito da letra da musica e das imagens apresentadas
relacionando-as com a realidade que eles têm visto no seu cotidiano;
- Serão instruídos a falarem sobre musicas que elas conhecem que também
transmitem boas maneiras;
- E farão desenhos e escritas em grupo dos animais que eles gostem.

8.2 Avaliação

Os alunos serão avaliados processualmente, ou seja, pelo seu


desenvolvimento durante toda a aplicação da atividade.

8.3 Recursos materiais:

 Cd de cantigas.
 DVD de apresentação do vídeo.
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 Aparelho de DVD e TV.


 Imagens de animais.

9. OBJETIVOS

9.1 Geral

Promover o desenvolvimento tais como: global, motora, sensório-perceptiva, cognitiva,


comunicação, sócio-emocional e auto-cuidado da criança aproximando-o ao máximo do normal,
favorecendo a manutenção e aprimoramento das funções existentes, prevenindo vícios posturais
patológicos e primando pela independência, recuperação ou adaptação em diferentes níveis.
Através da Estimulação, busca evitar e minimizar prejuízos futuros, buscando garantir a
funcionalidade humana.

9.2 Área sensório perceptiva:

- Visão
- Audição
- Tato
-Olfato
- Esquema corporal
- percepção especial

9.3 Específicos

• Promover o desenvolvimento da percepção visual, fazendo com que a visão


seja instrumento de enriquecimento de experiência sensoriais em todos os
• Favorecer o desenvolvimento da identificação, localização, discriminação e seleção
campos.
de sons necessários para a compreensão do ambiente em que se desenvolve.
• Proporcionar oportunidades que enriquecem as sensações da criança em termos
de calor de: calor, frio, dor, consistência, textura, espessura etc.
• Favorecer o Máximo desenvolvimento de suas faculdades gustativos e olfativos
como o meio, conhecimento e relação ambiente.
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• Habilitar a criança na aquisição de posturas adequadas a disposição e movimento,


desenvolvimento o equilíbrio, a locomoção, alem da concepção integral da imagem
corporal.Favorecer os meios que auxiliam a adaptação e socialização no ambiente
em que a criança se desenvolve favorecendo a integração em seu meio social.

10. METODOLOGIA:

• Em suspiro estimular a fixação do olhar no rosto humano, usando voz suave e


mímica;
• Estimular a fixação do olhar em diversos sentidos;
• Ativar brinquedos sonoros dentro de seu campo visual e fora de seu campo visual.
(livrinhos estampados, animais de pelúcia, espelhos, esponjas ásperas, e macias);
• Massagear o corpo do bebe com varias texturas e temperaturas diferentes (liso,
áspero, espeta, acaricia, macio, duro, quente, frio, etc.). (para aceitação do contato e
desenvolver o tato);
• Estimular sabores diferentes e consistências de alimentos para desenvolver o
paladar e aceitação de vários alimentos;
• Usar estímulos olfativos diversos, como perfumes, frutas, alimentos, desinfetantes,
álcool, usando sempre termo bom ruim;
• Estimular rolar, arrastar, engatinhar, permitindo a exploração do meio ambiente
colocando brinquedos da preferência da criança;
• Desenvolver atividades com brinquedos pequenos de fácil preensão, argolas,
caixas de diferentes tamanhos, cubos para empilhar, bastão com argolas, pinos para
encaixe, tabuleiro, objeto para puxar com barbantes, caixas com objetos
semelhantes, etc.;
• Vivenciar utensílios de casa, tais como: panelinhas, colheres, xícaras, roupinha de
boneca, cartela com zíper, botões, colchonetes, fivelas;
• Modificar as posições da criança quando sentadas ou deitadas: observar os bebês
para descobrir em que posição fica mais ou menos confortável;
• Tocar acalantar, e massagear os bebês para que ele possa perceber a parte do
corpo que não alcança sozinho.
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11. ÁREA DA COMUNICAÇÃO

11.1 Conteúdos:

• Linguagem;
• Movimentos orofaciais e fortalecimento dos músculos buço-lingua;
• Ordens simples;
• Nomenclatura dos objetos;
• Esquema corporal;
• Ambiente escolar (adaptação).

11.2 Objetivos:

• Emitir sons culturais;


• Proporcionar momentos de relacionamentos;
• Atender pelo seu nome;
• Prazer em emitir sons diversos e familiares;
• Entender significado de ‘“não, dá para mim, quer”;
• Estimular movimentos de língua, lábios;
• Ações simples acompanhadas de palavras;
• Associar objeto com o nome;
• Identificar de si mesmo.

11.3 Metodologia:

• Falar suavemente com a criança, com tom de voz agradável, aproximando-


se dela. Acariciá-la, pega-la, no colo, beijá-la mantendo contato com o corpo,
olho no olho. Falar muito, sempre observando a reação da criança, emitir
sons, renitindo sons emitidos pela criança;
• Oferecer brinquedos estimulantes para favorecer a vocalização;
• Aproveitar horas do banho, de alimentação, de brincar, manter sempre expressão
de alegria facial, de agrado, interagindo com ele, fortalecendo a sensação de amor e
segurança;
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• Chamá-la pelo seu nome;


• Estimular a emitir sons familiares, usando sempre gestos acompanhado de
palavras, estimular o “vem, estender o braço”;
• Usar sons de voz seguro quando disser não a criança;
• Pedir um brinquedo, estendendo a mão e pedir “dá pra mim”, estimulando entender
a mão e emitir “dá” quando deseja um objeto;
• Pedir objetos de uso diário da criança, refletindo no espelho, dizendo o nome da
mesma, segurar a mão e nomear e mostrar as outras partes do corpo;
• Livros de historias, fantoches, bonecas e bichinhos de diferentes tamanhos,
quebram cabeça simples, boneco articulado, etc.

12. AVALIAÇÃO

A avaliação dos conteúdos será dada de forma continua através da


observação e interação em suas atitudes, comportamentos, relacionamentos com o
outro e em grupo, a todo o momento, podendo o professor intervir sempre que
necessário visando à formação da criança.
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REFERÊNCIAS
BRASIL, A educação do deficiente auditivo no Brasil. In: BRASIL/MEC/SEESP.
Tendências e desafios da educação especial. Brasília: SEESP, 1994, p.35-49.

CORREIA, Fernando Jorge Alves (1998). A integração de crianças portadoras de


deficiência visual nas escolas dos 2° e 3 Ciclos. Integrar-MAIO-AGO. p. 40-49.

GLAT, R, FERNANDES E. M. Da Educação Segregada à Educação Inclusiva:


uma Breve Reflexão sobre os Paradigmas Educacionais no Contexto da
Educação Especial Brasileira. Faculdade de Educação / Universidade do Estado
do Rio de Janeiro. Revista Inclusão, nº 1, 2005

SANCHES, I, TEODORO, F. Da integração à inclusão escolar: cruzando


perspectivas e conceitos. Revista Lusófona de Educação, 2006, n. 8, p. 63-83.

SASSAKI, R. K, Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de


Janeiro: WVA, 1997.

THOMPSON, August. Manual de orientação para o preparo de monografias.


Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1987.

UNESCO, Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades


educativas especiais. Brasília: Corde, 1994.

UNIVERDADE DE SÃO PAULO. Escola de Comunicação e Artes. Serviço de


Biblioteca e Documentação. Manual de Orientação bibliográfica à pós-graduação.
São Paulo, 1988. Vera, Armando Asti. Metodologia da pesquisa científica. Porto
Alegre: Globo, 1976.

Http://www.bco.ufscar.br/servicos/arquivos/guia_de_padronizacao-de-citacoes.

WWW.portaleducacao.com.br
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