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5/1/2019 B3 (bolsa de valores) – Wikipédia, a enciclopédia livre

B3 (bolsa de valores)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
B3 (estilizado como [B]³ em referência às letras iniciais de Brasil,
B3
Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada na
cidade de São Paulo. Em 2017, era a quinta maior bolsa de mercado
de capitais e financeiro do mundo, com patrimônio de 13 bilhões de
dólares.[3]

A B3 surgiu sob o formato atual após a fusão da Bolsa de Valores,


Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA) com a
Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (CETIP),
aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) em 22 de
março de 2017.[4] A BM&FBOVESPA havia surgido em 8 de maio
de 2008, quando houve a fusão da Bolsa de Valores de São Paulo
(Bovespa), cuja criação remonta a 1890, e a Bolsa de Mercadorias e
Futuros (BM&F), fundada em 1917.[5]

A B3 está ligada a todas as bolsas de valores brasileiras, incluindo a


Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ), onde são negociados
apenas títulos. O indicador de referência é o Ibovespa. Em 29 de
agosto de 2014 as empresas cotadas na Bovespa bateram o maior
recorde da história em valor de mercado, todas as 328 companhias
listadas na bolsa brasileira valiam 2,595 trilhões de reais.[6] A bolsa é
uma entidade autorreguladora que opera sob a supervisão da
Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Índice Tipo Bolsa de valores


Localização São Paulo, Brasil
História
Fundação da Bolsa Livre Fundação 23 de agosto de 1890 (128
anos)
Integração das bolsas nacionais e surgimento da
Bovespa Principais pessoas Gilson Finkelsztain[1]
Atentado frustrado Moeda BRL
Fusão entre Bovespa e BM&F Nº. de empresas 363 (2014)
Fusão entre BM&FBOVESPA e CETIP listadas
Mercado de US$ 1 trilhão[2]
Estrutura
capitais
Escritórios
Website www.b3.com.br (http://ww
Índices
w.b3.com.br/)
Novo Mercado
Especulação financeira
Laep
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Bolha do alicate
Ver também
Referências
Ligações externas

História

Fundação da Bolsa Livre


Em 23 de agosto de 1890 foi fundada pelo presidente Emílio Rangel Pestana a Bolsa
Livre, que seria o embrião da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A Bolsa Livre
encerrou suas atividades em 1891, em decorrência da política do Encilhamento. Quatro
anos depois, em 1895, foi aberta a Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo, que deu
continuidade à evolução do mercado de capitais brasileiro. No ano de 1934, instalou-se
no Palácio do Café, localizado no Pátio do Colégio. No ano seguinte, seu nome foi
alterado para Bolsa Oficial de Valores de São Paulo.[7][8][9]

Edifício Palácio do Café, no Pátio Até meados da década de 1960, a Bovespa e as demais bolsas brasileiras eram
do Colégio, uma das primeiras
entidades oficiais corporativas, vinculadas às secretarias de finanças (atuais Secretarias
sedes da bolsa.[7]
da Fazenda estaduais). Eram 27 bolsas de valores em todo o Brasil, dos governos
estaduais e compostas por corretores nomeados pelo poder público. Com as reformas
do sistema financeiro nacional e do mercado de capitais que foram implementadas nos anos de 1965 e 1966, as bolsas assumiram a
característica institucional, transformando-se em associações civis sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e
patrimonial. A antiga figura individual do corretor de fundos públicos, que eram os corretores autônomos de confiança de cada
investidor, foi substituída pela da sociedade corretora ou as atuais corretoras de valores, empresa constituída sob a forma de copiar a
sociedade por ações nominativas ou por cotas de responsabilidade limitada. Em 1967, a entidade passou a ser denominada Bolsa de
Valores de São Paulo.[7][8][9]

Integração das bolsas nacionais e surgimento da Bovespa


Desde o início dos Mercado de capitais no Brasil, durante a fase final do período
colonial, a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro foi o grande mercado de ações do
país.[10] No entanto, a partir da década de 1970, em decorrência dos efeitos do Crash
de 1971, começou a perder espaço gradativamente para a Bovespa.[7][8] Em junho de
1971, tem início o 2º crash de maior impacto econômico interno da história do
Brasil.[11][9]

Em 2000, as duas bolsas comandaram a assinatura de um acordo de integração das


Pregão de Bolsa meados do século
nove bolsas de valores brasileiras. O documento estabelecia qua as ações de XX
companhias abertas e os títulos privados em geral seriam negociados na Bovespa,
enquanto a BVRJ se encarregaria do mercado eletrônico de títulos da dívida pública,
lançado em agosto daquele ano. No mesmo ano, as bolsas de valores de São Paulo (BOVESPA), do Rio de Janeiro (BVRJ), de Minas-
Espírito Santo-Brasília (BOVMESB), do Extremo Sul (BVES), de Santos, da Bahia-Sergipe-Alagoas (BOVESBA), de Pernambuco e
Paraíba (BOVAPP), do Paraná (BVPR) e a Regional (BVRg) foram integradas. Desde então a Bovespa passou a concentrar toda a
negociação de ações do Brasil, e as bolsas regionais mantiveram as atividades de desenvolvimento do mercado e de prestação de
serviços às suas praças locais.[7][8][9]
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Atentado frustrado
Em outubro de 2002, a Polícia Civil de São Paulo revelou, após investigação, que a sede da bolsa havia sido escolhido como alvo de
um atentado terrorista que seria perpetrado pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), com ameaças de uso de
explosivos. O ataque acabou não ocorrendo por causa da prisão de Petronilha, que fez com que os integrantes da facção desistissem do
ato.[12] Na história da Bovespa até então, só havia registro de ameaças anônimas feitas por telefone, mas o prédio nem chegou a ser
evacuado.[13]

Fusão entre Bovespa e BM&F


A Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) foi a maior bolsa de comércio brasileira até a sua
fusão com a Bovespa.[14][15] Ela consistia em uma sociedade mercantil criada por empresas,
corretoras de valores e bancos. Nela, diferentemente da Bovespa, não se negociavam ativos
mercantis societários (ações). Em vez disso, eram negociados contratos de mercadorias
(principalmente commodities) e derivativos, à vista ou para pagamento futuro. Localizava-se na
cidade de São Paulo e operava principalmente com taxa de câmbio, taxa de juros, café, açúcar,
soja, gado bovino, milho e ouro.[14][15][7][8][9]

A Bolsa de Mercadorias de São Paulo (BMSP), foi criada por empresários paulistas, ligados à
exportação, ao comércio e à agricultura, em 26 de outubro de 1917. Foi a primeira no Brasil a
trabalhar com operações a termo (compra e venda sob condição de entrega futura). Alcançou
com o tempo rica tradição na negociação de contratos agropecuários, particularmente café, boi
gordo e algodão. Em julho de 1985, surge a Bolsa Mercantil de Futuros, que já utilizava a sigla
BM&F. Seus pregões começam a funcionar em 31 de janeiro de 1986. Em pouco tempo, a bolsa
conquista posição invejável entre suas congêneres, ao oferecer à negociação de produtos
financeiros em diversas modalidades operacionais.[7][8][9]

Em 9 de maio de 1991 as duas bolsas fecharam acordo para unir suas atividades operacionais,
aliando a tradição de uma ao dinamismo da outra. Surgiu então a Bolsa de Mercadorias &
Futuros, mantendo a sigla de Mercantil de Futuros. Em 30 de junho de 1997, ocorreu novo
acordo operacional, agora com a Bolsa Brasileira de Futuros (BBF), fundada em 1983 e sediada
na cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de fortalecer o mercado nacional de commodities o
que consolida a BM&F como o principal centro de negociação de derivativos do
Mercosul.[7][8][9]

Em abril de 2002, têm início as atividades de clearing de câmbio BM&F (operação de câmbio
com compra e venda para pagamento das aquisições na BM&F) e a BM&F adquiriu da
Fachada da sede da B3 na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia. Com isso passa a administrar os direitos de
capital paulista. gestão e operacionalização das atividades da câmara de compensação e liquidação de operações
com títulos públicos, títulos de renda fixa e ativos emitidos por instituições financeiras, e os
títulos patrimoniais da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ) de seus titulares, bem como os direitos de administração e
operacionalização do sistema de negociação de títulos públicos e outros ativos, conhecido como Sisbex. Em 12 de novembro do
mesmo ano, a BM&F negociou acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e com a Central Clearing de Compensação e
Liquidação, visando o fim das atividades de registro, compensação e liquidação de operações com títulos públicos e privados de renda
fixa desenvolvidas por esta última e a sua consequente centralização das atividades na BM&F. Em consequência, no dia 14 de maio de
2004, foram iniciadas as operações da clearing de Ativos BM&F ampliando sua atuação, para se transformar na principal clearing da
América Latina.[14][15]

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Em 29 de agosto de 2002, foi lançada a Bolsa Brasileira de Mercadorias, que reunia, além da BM&F, que lhe presta serviços de
compensação e liquidação, as bolsas de mercadorias dos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do
Sul e da cidade de Uberlândia (MG), transformadas em Centrais Regionais de Operação, com o intuito de formar um grande mercado
nacional para as commodities agropecuárias, com mecanismos modernos de formação de preços e sistema organizado de
comercialização.[7][8][9]

No dia 29 de janeiro de 2004, o Banco Central do Brasil emitiu resolução


por meio da qual autorizou as bolsas de mercadorias e futuros a constituir
bancos comerciais para atuar no desempenho de funções de liquidante e
custodiante central, prestando serviços às bolsas e aos agentes
econômicos responsáveis pelas operações nelas realizadas. Assim, a
Logo da BM&FBOVESPA.
BM&F deu início ao processo de criação do Banco BM&F de Serviços de
Liquidação e Custódia. Em 30 de novembro de 2007 a BM&F torna seu
capital aberto, registrando um recorde na procura de seus papéis, negociados sob o código BMEF3.SA, com preço inicial de 20 reais
por ação e lote padrão de 100 ações. O volume de negócios nos primeiros momentos de negociação foi tão grande que causou uma
pane no sistema BOVESPA. Os primeiros negócios foram realizados no valor de 25 reais por ação.[7][8][9]

Em 26 de março de 2008 a Bovespa anunciou oficialmente o início do processo de fusão com a BM&F. A Bolsa de Valores,
Mercadorias e Futuros, nome da nova instituição que surgiu com a fusão, se tornou uma das maiores do mundo em valor de mercado
na época.[7][8] Em 20 de maio de 2008, o Ibovespa atingiu seu décimo recorde consecutivo, fechando em 73.516 pontos, com um
volume de 4,2 bilhões de dólares.[16][9]

Fusão entre BM&FBOVESPA e CETIP


A Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (CETIP S.A.) foi criada em 1984 como um braço operacional da
Associação Nacional dos Dirigentes do Mercado Aberto (ANDIMA), sob a forma de sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos.
Iniciou suas operações em 1986, passando, desde então, a disponibilizar sistemas eletrônicos de custódia, registro de operações e
liquidação financeira no mercado de títulos públicos e privados. Participou ativamente do desenvolvimento do mercado financeiro, em
estreita ligação com o mercado e os órgãos de regulação, propondo, criando, viabilizando e operacionalizando soluções e sistemas
para suporte das operações de seus participantes, desempenhou papel relevante no processo de privatização da empresas públicas e na
concepção e operacionalização do Sistema de Pagamentos Brasileiro.[7][8][9]

A CETIP era conhecida por seu ambiente de balcão que, diferentemente do ambiente
de bolsa, oferece aos participantes uma maior flexibilidade para o registro da
negociação de títulos e valores mobiliários de renda fixa, assim como registrar,
custodiar e liquidar títulos públicos estaduais e municipais emitidos após 1992, títulos
representativos de dívidas de responsabilidade do Tesouro Nacional, além de todos os
créditos securitizados da União, da Dívida Agrícola, dos Títulos da Dívida Agrária e
Painel de cotações em 2007. também dos certificados financeiros do Tesouro e principalmente a custódia de
Derivativos de balcão. Era a integradora do mercado financeiro, pois oferecia produtos
e serviços de registro, custódia, negociação e liquidação de ativos e títulos. Era
também a maior depositária de títulos privados de renda fixa da América Latina e a maior câmara de ativos privados do país, com
estoque de mais de cinco trilhões de reais, em início de 2015, com movimentação diária de 42,68 bilhões de reais e liquidação
financeira de 30,34 bilhões de reais.[7][8][9]

Em 2009, a CETIP foi desmutualizada e, em seguida, abriu seu capital, acolhendo a participação da Advent, um fundo de investimento
estrangeiro, na sua composição acionária. Em 2010 a empresa adquiriu a GRV Solutions por dois bilhões de reais, praticamente
dobrando o seu tamanho. Em 2011 a Cetip deixou de ter a Advent como seu principal acionista, tendo o fundo vendido sua
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participação para a empresa americana ICE - Intercontinental Exchange, que com


12,4% passa a ser a acionista majoritária da Cetip. Suas atividades eram
regulamentadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a empresa também é
fiscalizada pelo Banco Central.[7][8][9]

Em 22 de março de 2017, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Conselho


Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovaram a fusão da CETIP com a
BM&FBovespa. A empresa passou a ser a 5º maior bolsa de mercado de capitais e
Bovespa em 2009. financeiro do mundo, com patrimônio de 13 bilhões de dólares.[6][17]

Estrutura

Escritórios
Além da sede localizada no centro da capital paulista na Praça Antônio Prado, a B3
mantém outras unidades na avenida Faria Lima, em Alphaville. Também possui
escritórios de representação em Londres e em Xangai, para oferecer suporte aos
participantes desses mercados nas atividades com os clientes estrangeiros e no
relacionamento com os órgãos reguladores, além de divulgar seus produtos e práticas
de governança a potenciais investidores.[18]

Índices Sede da B3 no centro de São


Paulo.
Apesar do Ibovespa, índice que mede o desempenho das ações de maior liquidez da
B3, ser ainda hoje o mais conhecido dos índices calculados, a bolsa possui várias
famílias de índices de ações:[19]

Índices amplos

IBXX IBRA
IBOV
IBXL

Índices de sustentabilidade
ICO2 ISEE

Índices de governança

ITAG Evolução do índice Ibovespa entre


ICGT
IGCX 1994 a 2018.
IGNM

Índices setoriais

IFNC IMAT
ICON
IMOB UTIL
IEEX
INDX

Índices de segmentos

MLCX IVBX2
IDIV
SMLL
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Outros índices

FIX BDRX

Novo Mercado
O Novo Mercado da Bovespa é uma listagem de empresas que se comprometem, de modo voluntário, com a adoção de práticas de
governança corporativa, além das obrigações legais.[20]

A entrada de uma companhia no Novo Mercado implica na adesão de um conjunto de regras de "boas práticas de governança
corporativa", presentes no Regulamento de Listagem do Novo Mercado, através da assinatura de um contrato.[21]

Segundo a Bovespa, "a valorização e a liquidez das ações negociadas em um determinado mercado são influenciadas positivamente
pelo grau de segurança que os direitos concedidos aos acionistas oferecem e pela qualidade das informações prestadas pelas
empresas".[carece de fontes?]

Relação das principais empresas listadas no Novo Mercado da Bovespa:[22]

BR Malls Embraer Imóveis Positivo


Aliansce Participações Informática
Eztec Lojas Marisa
B2W Brasil Ecodiesel Redecard
Gafisa Lojas Renner
Banco do Brasil Camargo Correa Sabesp
Grendene Medial Saúde
Banco Nossa Cyrela São Martinho
Hypermarcas MMX Mineração
Caixa
CCR JBS Friboi MPX Energia Smiles
Banco Itaú
Copasa Klabin Natura Tecnisa
BM&F
Cosan Light OSX Totvs
Bovespa Holding
CPFL Lopes PDG Realty Weg
BRF
EDP Energias do Consultoria de Porto Seguro
Brasil

Especulação financeira

Laep
A Laep Investments, uma companhia que fora negociada na Bolsa de Valores sob o
código MILK11 (posteriormente MILK33[23]), teve seus negócios bloqueados pela
CVM após diversos processos administrativos e judiciais. Entre 2007 e 2015, as ações
da empresa caíram 99,9%, sendo o maior prejuízo do mercado financeiro brasileiro,
segundo o Ministério Público Federal.[24][25]

Bolha do alicate Gráfico da Mundial S.A. no período


de dezembro de 2009 a dezembro
Entre fevereiro de julho de 2011, as ações da Mundial S.A. negociadas sob o código
de 2012
MNDL3, valorizaram em 2.950% comparado com fevereiro do mesmo ano. No
mesmo período o índice Ibovespa caiu 13 por cento. Um relatório da Polícia federal
relatou um plano de manipulação das ações da Mundial nascido ao final de 2010. O fenômeno ficou conhecido como "bolha do
alicate".[26] O empresário Eike Batista, investigado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por manipulações de preços ações,
também foi acusado ainda de usufruir de informação privilegiada ao operar na bolsa. O advogado do empresário negou o uso de tais
informações.[27][28]

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Ver também
Debênture
Lista de companhias citadas no Ibovespa
Mercado financeiro
Operação com pares
IBrX50
Índice de Sustentabilidade Empresarial
ITAG
Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada
IMOB

Referências
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1. Fernanda Guimarães. «Após 30 anos, Edemir deixa o YcsC&pg=PA55&dq=bolsa+crash+1971&hl=pt-BR&sa=
setor financeiro» (http://economia.estadao.com.br/notici X&ei=jj69UeunN4zc8ATfwoD4Cg&ved=0CDEQ6AEwA
as/geral,apos-30-anos-edemir-deixa-o-setor-financeiro, A#v=onepage&q=bolsa%20crash%201971&f=false)
70001757104). Estadão. Consultado em 30 de agosto
12. «Folha Online - Cotidiano - Líder do PCC planeja
de 2017
ataques da cadeia; Bovespa seria alvo, diz Deic -
2. http://ir.bmfbovespa.com.br/enu/2737/RA2015_EN.PDF 21/10/2002» (http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidia
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16. «Bovespa vai a 73.516,8 pontos e bate 10º recorde
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8. Brasil Econômico, ed. (11 de novembro de 2016). Consultado em 13 de agosto de 2017
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xiv de 2009 (http://web.archive.org/web/20091029104348/
11. Azevedo, Simone/Barcellos, Marta "Histórias do http://www.bovespa.com.br/empresas/novomercadoniv
Mercado de Capitais no Brasil" Elsevier Ed. Ltda 2011 eis/novomercado.asp)
ISBN 9788535239942 Capítulo 4 Visualização Google
https://pt.wikipedia.org/wiki/B3_(bolsa_de_valores) 7/8
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21. «Segmentos de listagem» (http://www.bmfbovespa.co 25. «Justiça de SP determina bloqueio de bens da Laep e
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23. «Mais de 80 empresas mudam código de negociações 27. «Defesa de Eike diz que ações da OGX foram
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nessNews/idBRSPE98108C20130902). Reuters. 2 de empresas/3927720/defesa-de-eike-diz-que-acoes-da-o
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2015 Econômico
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de R$5 bilhões» (http://epoca.globo.com/tempo/noticia/ privilegiada e manipulação de preços na OGX» (http://
2015/07/laep-investiments-uma-empresa-que-deu-um- www.infomoney.com.br/ogxpetroleo/noticia/3235192/cv
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Consultado em 28 de julho de 2015 ulacao-precos-ogx). Portal InfoMoney. 12 de março de
2014. Consultado em 12 de setembro de 2015

Ligações externas
Sítio oficial (http://www.b3.com.br/pt_br/)
BM&FBOVESPA (http://www.bmfbovespa.com.br)
CETIP (https://www.cetip.com.br/)
B3 (https://twitter.com/b3_oficial) no Twitter

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