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FMU – FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL – CAMPUS BRIGADEIRO

INGRID CAMILO DOS SANTOS

SUBMERSÃO

Forças e Empuxo Associados a Superfícies e Corpos

SÃO PAULO/SP

2019
INGRID CAMILO DOS SANTOS RA. 7044192

SUBMERSÃO

Forças e Empuxo Associados a Superfícies e Corpos

Resumo do artigo proposto para


composição de avaliação referente a
APS – Atividade Prática
Supervisionada da disciplina de
Fenômenos de Transporte, na FMU –
Faculdades Metropolitanas Unidas.

Professora: Simone de S. Pinto

SÃO PAULO/SP

2019
RESUMO

Este trabalho tem por objetivo atender os requisitos da APS – Atividade Prática
Supervisionada como complemento avaliativo da disciplina de fenômenos de
transporte, ministrada no curso de engenharia civil (3º semestre/2019) pela
Professora Simone de S. Pinto.

Palavra-chave: Física, Forças, Empuxo, Princípio de Arquimedes, Hidrostática.


SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO .......................................................................................... 13

2. PRINCÍPIO DE ARQUIMEDES - TEOREMA ............................................ 14

3. EMPUXO – FORÇAS SOBRE CORPOS SUBMERSOS .......................... 14

a. Aplicação da Força de Empuxo .............................................................. 16

4. EXEMPLOS ASSOCIADOS A EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS


OFFSHORE ..................................................................................................... 17

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................................................... 19

6. REFERÊNCIAS ......................................................................................... 20
1. INTRODUÇÃO

Será realizado um resumo do artigo proposto (referencial bibliográfico) sobre


Submersão - Forças e Empuxo Associados a Superfícies e Corpos, bem como,
exemplos associados a exploração de petróleo e gás offshore.
2. PRINCÍPIO DE ARQUIMEDES - TEOREMA

“Um objeto que está parcialmente, ou completamente, submerso em


um fluido, sofrerá uma força de empuxo igual ao peso do fluido que
objeto desloca.” (Princípio de Arquimedes)

O Princípio de Arquimedes - Lei do Empuxo - refere-se à experiência do grande


físico-matemático grego Arquimedes de Siracusa. Assim, a partir da gravidade
específica, o teorema de Arquimedes permite calcular o valor da força vertical e
para cima (força empuxo) que torna um corpo mais leve no interior de um fluido.
(TODA A MATÉRIA, 2019)

Isso explica porque quando estamos imersos na água, seja na praia ou na


piscina, a percepção que temos é de que somos mais leves dentro da água do
que fora dela, o que explica a força empuxo (E) atuando, em sentido contrário à
força peso (P). (TODA A MATÉRIA, 2019)

3. EMPUXO – FORÇAS SOBRE CORPOS SUBMERSOS

A força empuxo (impulsão) é uma força hidrostática e uma grandeza vetorial


(possui módulo, sentido e direção) representada pela letra F com uma seta acima
da letra. A força empuxo designa a força resultante exercida pelo fluido sobre
determinado corpo. (TODA A MATÉRIA, 2019)

Assim, é importante ressaltar que se a densidade do corpo for maior que a


densidade do fluido, o corpo afundará; se a densidade do corpo for equivalente
à densidade do fluido, o corpo ficará em equilíbrio com o fluido; e, por fim, se a
densidade do corpo for menor que a densidade do fluido, o corpo flutuará na
superfície do fluido. (TODA A MATÉRIA, 2019)

Em outras palavras, se a força empuxo (E) tiver menor intensidade que a força
peso (P), o corpo afundará; se a força empuxo (E) tiver a mesma intensidade
que a força peso (P) o corpo não subirá nem descerá, permanecendo em
equilíbrio; por fim, se a força do empuxo tiver maior intensidade que a força peso
(P), o corpo subirá para a superfície. (TODA A MATÉRIA, 2019)

Figura 1 Aplicação: Flutuabilidade de um corpo na água

Fonte: MENDONÇA, SEM DATA

Note que no Sistema Internacional (SI) a densidade do fluido é medida em


quilogramas por metros cúbico (kg/m³), o volume em metros cúbicos (m³) e a
aceleração da gravidade em metros por segundo ao quadrado (m/s²). (TODA A
MATÉRIA, 2019)

No Sistema Internacional (SI) de Unidades o empuxo é medido pela unidade


Newton (N). Dessa forma, para calcular a força empuxo utiliza-se a seguinte
fórmula: (TODA A MATÉRIA, 2019)

E= df.Vfd.g

Onde: df: densidade do fluido; Vfd: volume do fluido; e g: Aceleração da


gravidade.

Em relação a força empuxo, podemos concluir que:

• Se a força do empuxo (E) tiver maior intensidade que a força peso (P), o
corpo subirá para a superfície;
• Se a força empuxo (E) tiver a mesma intensidade que a força peso (P) o
corpo não subirá nem descerá, permanecendo em equilíbrio;
• Se a força empuxo (E) tiver menor intensidade que a força peso (P), o
corpo afundará. (TODA A MATÉRIA, 2019)
Figura 2 Atuação da força empuxo e força peso

Fonte: TODA A MATÉRIA, 2019.

a. Aplicação da Força de Empuxo

A balança hidrostática foi inventada pelo físico, matemático e filósofo italiano


Galileu Galilei (1564-1642). Baseada no Princípio de Arquimedes, esse
instrumento serve para medir a força empuxo exercida em um corpo imerso em
um fluido. Ou seja, ela determina o peso de um objeto imerso em um líquido, que
por sua vez é mais leve que no ar. (TODA A MATÉRIA, 2019)

Foto 1 Balança Hidrostática

Fonte: TODA A MATÉRIA, 2019.


4. EXEMPLOS ASSOCIADOS A EXPLORAÇÃO DE

PETRÓLEO E GÁS OFFSHORE

Uma construção petrolífera offshore são estruturas localizadas em alto mar, que
atuam na produção de gás e extração de petróleo no oceano e são utiliza das
em oceanos profundos, com reserva s abundantes d e petróleo e geralmente
afastadas do continente. A construção das mesmas é feita no continente e
embarcadas para serem içadas e ficarem flutuantes sobre o campo de extração.
Para a exploração marinha o processo ocorre em três etapas, que por sua vez,
são os objetos de pesquisa das companhias offshore: as plataformas, o sistema
de perfuração e o mecanismo de transmissão do petróleo da profundeza para a
plataforma. O que envolve as teorias estudadas de submersão, forças e em puxo
associadas a corpos e superfícies submersas. (MURACA & CORDEIRO, 2018)

A plataforma semi-submersível é uma estrutura utilizada para perfuração ou


produção do petróleo. Os flutuadores que atuam nesta plataforma, sendo eles
contraventamento, colunas e o convés, são responsáveis pela maior p arte do
empuxo, que passa a garantir a flutuabilidade da mesma, e pelo fato de se
localizarem abaixo da linha d’água eles minimizam também os movimentos de
onda da plataforma. Sendo as colunas, responsáveis pela estabilidade da
plataforma não deixando que ela emborque. A instalação da plataforma Tension
Leg Platform (TL P), é baseada em seu conceito; a ancoragem é feita por
tendões verticais, onde por sua vez estão tracionados devido ao empuxo
provocado pela parte submersa da plataforma. Nesse sistema a força do empuxo
na unidade flutuante é muito maior que o seu peso. Portanto, a ancoragem
vertical consiste na tração constante promovida pelo excesso de empuxo,
fornecido pelo casco da plataforma. (MURACA & CORDEIRO, 2018)

As estruturas offshore utilizadas na exploração de petróleo podem ser


classificadas como fixas ou flutuantes, conforme figura 3 e as principais
diferenças tipos de plataformas na tabela 1. (BICO, 2013)
Figura 3 Vista geral dos principais tipos de plataformas

Fonte: BICO, 2013.

As forças presentes numa estrutura offshore podem ser divididas em:

• forças estáticas: gravídicas (peso próprio), hidrostáticas (impulsão da


água);
• forças dinâmicas: forças ambientais (ventos, correntes e ondas
variáveis). (BICO, 2013)

Tabela 1 Principais diferenças gerais entre os tipos de plataformas

Fonte: BICO, 2013.


5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estudo da lei do empuxo, bem como, o conceito de hidrostática é


imprescindível para o avanço da tecnologia no que tange a construção de
plataforma offshore (conforme vimos neste trabalho). Assim, determinando quais
as melhores metodologias aplicadas à construção das plataformas,
considerando as possíveis forças atuantes nas estruturas.
6. REFERÊNCIAS

BICO, V. M. (2013). AMARRAÇÃO DE PLATAFORMAS OFFSHORE


FLUTUANTES COM CABOS DE POLIÉSTER. LISBOA, PORTUGAL.:
INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA.

MENDONÇA, F. C. (SEM DATA). HIDRÁULICA. SÃO PAULO, SP.:


UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.

MURACA, C. C., & CORDEIRO, V. D. (2018). FENÔMENOS DE TRANSPORTE.


SÃO PAULO, SP.: UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI.

TODA A MATÉRIA. FÍSICA - PRINCÍPIO DE ARQUIMEDES. Disponível em:


https://www.todamateria.com.br/teorema-de-arquimedes/ Acesso em 01
mai. 2019.