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Estruturas em Concreto Protendido

Verificação da armadura no Estado Limite de Serviço

Prof. M.Sc. Antonio de Faria


Prof. D.Sc. Roberto Chust Carvalho
Verificação dos Estados Limites de Serviço - Verificação da Fissuração
• Estado Limite Último (ELU): Estado limite relacionado ao colapso, ou a qualquer
outra forma de ruína estrutural, que determine a paralisação do uso da
estrutura;
• Estado Limite de formação de fissuras (ELS-F): Estado em que se inicia a
formação de fissuras;
• Admite-se que este estado limite é atingido quando a tensão de tração máxima na
seção transversal for igual a fct,f (ver 13.4.2 e 17.3.4);
• Estado limite de abertura de fissuras (ELS-W): Estado em que as fissuras se
apresentam com aberturas iguais aos máximos especificados em 13.4.2 (ver
17.3.3);
• Estado limite de deformações excessivas (ELS-DEF): Estado em que as
deformações atingem os limites estabelecidos para a utilização normal, dados
em 13.3 (ver 17.3.2);
• Estado limite de descompressão (ELS-D): Estado no qual em um ou mais pontos
da seção transversal a tensão normal é nula, não havendo tração no restante da
seção;
• Verificação usual no caso do concreto protendido (ver 13.4.2);
Verificação dos Estados Limites de Serviço - Verificação da Fissuração
• Estado limite de descompressão parcial (ELS-DP): Estado no qual garante-se a
compressão na seção transversal, na região onde existem armaduras ativas;
• Essa região deve se estender até uma distância ap da face mais próxima da
cordoalha ou da bainha de protensão; (ver figura 3.1 e tabela 13.4);

• Estado limite de compressão excessiva (ELS-CE): Estado em que as tensões de


compressão atingem o limite convencional estabelecido;
– Usual no caso do concreto protendido por ocasião da aplicação da protensão, (ver
17.2.4.3.2.a);
– Estado limite de vibrações excessivas (ELS-VE): Estado em que as vibrações
atingem os limites estabelecidos para a utilização normal da construção;
Verificação Simplificada - NBR 6118:2014 – Item 17.2.4.3.2
• Admite-se que a segurança em relação ao estado-limite último no ato de
protensão seja verificada no estádio I (concreto não fissurado e comportamento
elástico linear dos materiais), desde que as seguintes condições sejam
satisfeitas:
• a) a tensão máxima de compressão na seção de concreto, obtida através
das solicitações ponderadas de p = 1,1 e f = 1,0, não pode ultrapassar 70%
da resistência característica fckj prevista para a idade de aplicação da
protensão;
• b) a tensão máxima de tração no concreto não pode ultrapassar 1,2 vezes a
resistência à tração fctm correspondente ao valor fckj especificado;
• c) quando nas seções transversais existirem tensões de tração, deve haver
armadura de tração calculada no estádio II. Para efeitos de cálculo, nessa
fase da construção, a força nessa armadura pode ser considerada igual à
resultante das tensões de tração no concreto no estádio I. Essa força não
pode provocar, na armadura correspondente, acréscimos de tensão
superiores a 150 MPa no caso de fios ou barras lisas e a 250 MPa em barras
nervuradas.
Tipos de protensão quanto aos estados de fissuração
• Cada tipo de protensão requer um tipo de verificação de tensões
normais, nas seções transversais, para um certa combinação de
esforços solicitantes;
• Na prática, o tipo de protensão exigido, conduz a uma armadura
de protensão maior ou menor a ser empregada;
• Uma vez definido para uma determinada estrutura a CAA e a sua
destinação, é possível se estabelecer os seguintes parâmetros
iniciais:
• Cobrimento;
• Resistência do concreto;
• Fator A/C;
• Tipo de protensão.
Classe de Agressividade Ambiental (CAA) - NBR 6118- item 6.4.2
Tabela 6.1 – Classes de Agressividade Ambiental (CAA)

Classe de Classificação geral do tipo Risco de


Agressividade Agressividade de ambiente para efeito de deterioração da
ambiental projeto estrutura
Rural
I Fraca Insignificante
Submersa

II Moderada Urbanaa,b Pequeno

Marinhaa
III Forte Grande
Industriala,b
Industrial a,c
IV Muito forte Elevado
Respingos de Maré
a. Pode-se admitir um microclima com uma classe de agressividade mais branda (um nível acima para ambientes internos
secos (salas, dormitórios, banheiros, cozinhas e áreas de serviço de apartamentos residenciais e conjuntos comerciais
ou ambientes em concreto revestido com argamassa e pintura).
b. Pode-se admitir uma classe de agressividade mais branda (um nível acima) em: obras em regiões de clima seco, com
umidade relativa do ar menor ou igual a 65%, partes da estrutura protegidas de chuva em ambientes
predominantemente secos, ou regiões onde raramente chove.
c. Ambientes quimicamente agressivos, tanques industriais, galvanoplastia, branqueamento em industrias de celulose e
papel, armazéns de fertilizantes, índústrias químicas.
Classe do Concreto – Relação a/c - NBR 6118:2014 – item 7.4.2
Tabela 7.1 – Correspondência entre a classe de agressividade e a qualidade do concreto

Classe de agressividade (tabela 6.1)


Concretoa Tipob,c
I II III IV

CA  0,65  0,60  0,55  0,45


Relação água/cimento
em massa
CP  0,60  0,55  0,50  0,45

CA ≥ C20 ≥ C25 ≥ C30 ≥ C40


Classe do Concreto
(NBR 8953)
CP ≥ C25 ≥ C30 ≥ C35 ≥ C40
a – O concreto empregado na execução das estruturas deve cumprir com os requisitos estabelecidos na
NBR 12655.
b – CA corresponde a componentes e elementos estruturais em Concreto Armado.
c – CP corresponde a componentes e elementos estruturais em Concreto Protendido.
Cobrimento da armadura NBR 6118:2014 – item 7.4.7.6
Tabela 7.2 – Correspondência entre a classe de agressividade ambiental e o Cobrimento nominal para c = 10 mm

Componente ou Classe de agressividade ambiental (tabela 6.1)


Tipo de Estrutura
elemento I II III IV c
Laje 2) 20 25 35 45
Viga/Pilar 25 30 40 50
Concreto Armado
Elementos Estruturais
30 40 50
em contato com o solod
Laje 25 30 40 50
Concreto Protendido a
Viga/Pilar 30 35 45 55

a Cobrimento nominal da bainha ou dos fios, cabos e cordoalhas. O cobrimento da armadura passiva
deve respeitar os cobrimentos para concreto armado.
b Para a face superior das lajes e vigas que serão revestidas com argamassas de contrapiso, com
revestimentos finais secos tipo carpete e madeira, com argamassa de revestimento e acabamento tais
como pisos de elevado desempenho, pisos cerâmicos, pisos asfálticos, e outros tantos, as exigências
desta Tabela podem ser substituídas pelo item 7.4.7.5, respeitado um cobrimento nominal  15 mm.
C Nas superfícies expostas a ambientes agressivos, como reservatórios, estações de tratamento de água
e esgoto, condutos de esgoto, canaletas de efluentes e outras obras em ambiente química e
intensamente agressivos, devem ser atendidos os cobrimentos da classe de agressividade IV.
D No trecho dos pilares em contato com o solo junto aos elementos de fundação, a armadura deve ter
cobrimento nominal  45 mm.
Cobrimento da armadura
a) para elementos em meio não agressivo, os valores previstos pela NBR 9062

Tabela 9.2 – Cobrimentos para peças pré-fabricadas (cm)


Localização
Tipos de Elementos Pré-fabricados No interior do
Ao ar livre
edifício
Lajes, mesas das vigas T, placas de vedação não
estruturais e elementos construtivos sujeitos a cargas 1,0 1,5
até 3,0 kN/m2
Vigas, pilares, arcos, nervuras de vigas T e placas de
1,5 2,0
vedação estruturais
NBR 6118:2014 - Item 13.4.2 – Níveis de protensão
Exigências de durabilidade relacionadas à fissuração e à proteção da armadura,em função da classe de agressividade ambiental
Classe de agressividade Exigências relativas à Combinação de ações em
Tipo de concreto estrutural ambiental (CAA) e tipo de fissuração serviço a utilizar
protensão
Concreto simples CAA I a CAA IV Não há --
CAA I ELS-W wk  0,4 mm
Concreto armado CAA II e CAA III ELS-W wk  0,3 mm Combinação frequente
CAA IV ELS-W wk  0,2 mm

Concreto protendido nível 1 Pré-tração com CAA I


(protensão parcial) ou ELS-W wk  0,2 mm Combinação frequente
Pós-tração com CAA I e II
Verificar as duas condições abaixo
Concreto protendido nível 2 Pré-tração com CAA II ELS-F Combinação frequente
(protensão limitada) ou
Pós-tração com CAA III e IV ELS-Da Combinação quase
permanente
Verificar as duas condições abaixo
Concreto protendido nível 3 Pré-tração com CAA III e IV ELS-F Combinação rara
(protensão completa)
ELS-D a Combinação frequente

a) A critério do projetista, o ELS-D pode ser substituído pelo ELS-DP com ap = 50 mm (figura 3.1).

NOTAS
1 As definições de ELS-W, ELS-F e ELS-D encontram-se em 3.2.
2 Para as classes de agressividade ambiental CAA-III e IV exige-se que as cordoalhas não aderentes tenham
proteção especial na região de suas ancoragens.
3 No projeto de lajes lisas e cogumelo protendidas basta ser atendido o ELS-F para a combinação frequente das
ações, em todas as classes de agressividade ambiental.
Valores de f2 - NBR 6118:2014 – item 11.7.1
f2
Tipo Local
0  1a 2
Locais em que não há predominância de pesos de
equipamentos que permanecem fixos por longos
0,5 0,4 0,3
períodos de tempo, nem de elevadas concentrações
Cargas de pessoas b
Acidentais em Locais em que há predominância de pesos de
Edifícios equipamentos que permanecem fixos por longos
0,7 0,6 0,4
períodos de tempo, ou de elevada concentração de
pessoas c
Biblioteca, arquivos, oficinas e garagens 0,8 0,7 0,6
Vento Pressão dinâmica do vento nas estruturas em geral 0,6 0,3 0,0
Variações uniformes de temperatura em relação à
Temperatura 0,6 0,5 0,3
média anual
a Para os valores de ψ1 relativos às pontes e principalmente aos problemas de fadiga, ver seção 23.
b Edifícios residenciais.
c Edifícios comerciais, de escritórios, estações e edifícios públicos.
Combinações de serviço - NBR 6118:2014 – item 11.8.3.2
Combinações de
Descrição Cálculo das solicitações
serviço (ELS)

Nas combinações quase permanentes de serviço, todas as


Combinações quase
ações variáveis são consideradas com seus valores quase Fd,ser = Fgik + 2j Fqjk
permanentes de serviço (CQP)
permanentes 2.Fqk

Nas combinações freqüentes de serviço, a ação variável


Combinações freqüentes de principal Fq1 é tomada com seu valor freqüente 1 Fq1k e todas as
Fd,ser = Fgik +1 Fq1k + 2j Fqjk
serviço (CF) demais ações variáveis são tomadas com seus valores quase
permanentes 2 Fqk

Nas combinações raras de serviço, a ação variável principal Fq1


Combinações raras de serviço
é tomada com seu valor característico Fq1k e todas as demais Fd,ser = Fgik + Fq1k + 1j Fqjk
(CR)
ações são tomadas com seus valores freqüentes 1.Fqk

Onde:
Fd,ser é o valor de cálculo das ações para combinações de serviço;
Fq1k é o valor característico das ações variáveis principais diretas;
1 é o fator de redução de combinação freqüente para ELS;
2 é o fator de redução de combinação quase permanente para ELS.
Sequência de procedimento para se atender, em
relação ao projeto
Define-se CAA e tipo da edificação (prédio público, ponte)

Ficam fixados valores de A/C máximo; fck mínimo (Tabela 7.4) e


cobrimentos mínimos de armadura (tabela 7.5)

Define-se ou escolhe-se o tipo de protensão se pré ou pós tração.

Protensão Parcial Abertura de fissuras Combinação frequente


Combinação quase permanente
Protensão limitada Verificação de tensões
Combinação frequente
Combinação frequente
Protensão completa Verificação de Tensões
Combinação Rara
Limites de tensão para verificação do ELS
Exigências Combinação de Limite de tensão
Tipo de Concreto CAA e tipo de
relativas à ações em serviço
Estrutural protensão
fissuração a utilizar Tração Compressão

Protensão + Peso
Tempo Zero st =1,2.fctj,m sc = 0,7.fcj
próprio

CP - Nível 2 Pré-tração - CAAII Combinação


(Protensão ou Pós-tração - ELS-F st = fct,m sc = 0,7.fck
frequente
limitada) CAA III e IV

Combinação
ELS-D st = 0 sc = 0,7.fck
quase permanente

Protensão + Peso
Tempo Zero st =1,2.fctj,m sc = 0,7.fcj
próprio
CP - Nível 3
Pré-tração - CAA
(Protensão ELS-F Combinação rara st = fct,m sc = 0,7.fck
III e IV
completa)
Combinação
ELS-D st = 0 sc = 0,7.fck
frequente
Exercício:
• Verificar, para a seção mais solicitada, o estado de serviço em
relação a fissuração de uma laje maciça quadrada de 10,0 x 10,0
m, com 25,0 cm de espessura, submetida a uma ação de
sobrecarga permanente de 1,75 kN/m2 e a uma carga acidental
de 5,0 kN/m2;
• Considerar a laje simplesmente apoiada em todo seu
contorno e que a rotação é livre;
• Dados:
• Edifício residencial e ambiente em orla marítima com
protensão com pós-tração e como solução inicial cabos
parabólicos de cordoalha engraxada ( = 12,7 mm), que
efetuarão no tempo infinito uma carga de -4,0 kN/m2;
Exercício:
Diagrama de Momento fletor das Faixas

160
140
120
100
pilar lateral
M (kN.m/m)

80
60 interna lateral
40 pilar interno
20 interna central
0
-20
-40
-60
0 5 10 15
x (m)
Resolução:
• Carga a ser equilibrada pela protensão é uma técnica atribuída a T.
Y . Lin;
• Condições de durabilidade:
• Por se tratar de ambiente marinho pela tabela 7.3, tem-se CAA
III e como a protensão é com pós-tração, deve-se, segundo a
tabela 7.2, utilizar protensão limitada;
• Com a tabela 7.4, conclui-se que o concreto deve ter fck = 35,0
MPa e o máximo A/C é de 0,50;
• Pela tabela 7.5 concluí-se, considerando edifício residencial,
que os valores de 1 e 2 são respectivamente 0,7 e 0,6;
• O cobrimento recomendado para esta situação é de 4,5 cm;
Força de protensão:
A ação de protensão atuante na laje pode
ser considerada a partir do uso da carga
equivalente u apresentada no capítulo 1 é
dada por:
8e P
u
2
Como se trata de laje armada em
duas direções

16  e  P
u
2
4 10 2
P  370,4 kN
16  0,0675
Força de protensão:

12,5 A  b  h  1  0,25  0,25 m 2


6,75 cm
25 1,25 1,25 b  h 2 1  0,252
Wi  W s    0,01042 m 3
6 6
4,5 4,75 cordoalha Ø1/2"
p  x 2
Com a teoria de placas delgadas mx  my  x  , sendo x  4,41
100
Aplicando a expressão anterior obtêm-se os seguintes os momentos de peso
próprio carga acidental e de protensão.

Momento Fletor Máximo M (kN.m/m)


Devido ao peso próprio (g1+g2 = 8,0 kN/m2) mx,g1+g2 = 35,28

Devido à carga acidental (q = 5,0 kN/m2) mx,q = 22,05

Devido ao efeito da protensão (p = -4,0 kN/m2) mx,p = -17,64


Estado limite de formação de fissuras (ELS-F) Combinação de ações frequente
kN kN
Limites : 3200 2  σ  24500 2
Bordo inferior: m m
Np Mp Mg1  g2 ψ1  Mq 370,4 17,64 35,28 0,7  22,05 kN
σi          - 1692,6 2
A wi wi wi 0,25 0,01042 0,01042 0,01042 m

Np Mp Mg1  g2 ψ1  Mq 370,4 17,64 35,28 0,7  0 kN


σi          - 211,3 2
A wi wi wi 0,25 0,01042 0,01042 0,01042 m

Bordo superior:

Np Mp Mg1  g2 ψ1  Mq 370,4 17,64 35,28 0,7  22,05 kN


σs          4655,8 2
A ws ws ws 0,25 0,01042 0,01042 0,01042 m

Np Mp Mg1  g2 ψ1  Mq 370,9 17,64 35,2 0,7  0 kN


σs          3168,8 2
A ws ws ws 0,25 0,01042 0,01042 0,01042 m

Os limites estão atendidos !!!!


Estado limite de descompressão (ELS-D) Combinação de ações quase permanente
kN
Bordo inferior: Limites : 0  σ  24500
m2
Np Mp Mg1  g2 ψ2  Mq 370,9 17,64 35,28 0,6  22,05 kN
σi          - 1479,0 2
A wi wi wi 0,25 0,01042 0,01042 0,01042 m

Np Mp Mg1  g2 ψ2  Mq 370,9 17,64 35,28 0,6  0 kN


σi          - 209,3 2
A wi wi wi 0,25 0,01042 0,01042 0,01042 m

Bordo superior:

Np Mp Mg1  g2 ψ2  Mq 370,9 17,64 35,28 0,6  22,05 kN


σs          4446,2 2
A ws ws ws 0,25 0,01042 0,01042 0,01042 m

Np Mp Mg1  g2 ψ2  Mq 370,9 17,64 35,28 0,6  0 kN


σs          3176,5 2
A ws ws ws 0,25 0,01042 0,01042 0,01042 m

kN
σ  1479,0 2
 0  não atende!
m
Exemplo 02
• Dimensionar o esforço de protensão a ser aplicado na laje do
exemplo anterior, com protensão uniforme ao longo de toda a laje
de maneira que na seção mais solicitada, o estado de serviço em
relação a fissuração esteja atendido. Considerar os mesmos dados
do problema anterior.
Tomando uma faixa de um metro, tem-se:

2  8  e  P 16  0,0675  P
u 2
 2
 - 0,0108  P
 10

Np  P
 0,0108  P  4,41 10 2 
Mp     - 0,047628  P
 100 
Estado limite de formação de fissuras (ELS-F) Combinação de
ações frequente
Bordo inferior:
P Mp Mg1  g2 ψ1  Mq P 0,047628  P 35,28 0,7  22,05
    - 3200      - 3200  P  194,5 kN
A wi wi wi 0,25 0,01042 0,01042 0,01042

P Mp Mg1  g2 ψ1  Mq P 0,047628  P 35,28 0,7  0


    24500      24500  P  3254 kN
A wi wi wi 0,25 0,01042 0,01042 0,01042

Bordo superior:
P Mp Mg1  g2 ψ1  Mq P 0,047628  P 35,28 0,7  22,05
    24500      24500  P  - 34393,9 kN
A ws ws ws 0,25 0,01042 0,01042 0,01042

P Mp Mg1  g2 ψ1  Mq P 0,047628  P 35,28 0,7  0


    3200      -3200  P  11537 kN
A ws ws ws 0,25 0,01042 0,01042 0,01042
Estado limite de descompressão (ELS-D) Combinação de ações
quase permanente
Bordo inferior:
P Mp Mg1  g2 ψ2  Mq P 0,047628  P 35,28 0,6  22,05
   0     0  P  543,2 kN
A wi wi wi 0,25 0,01042 0,01042 0,01042
P Mp Mg1  g2 ψ2  Mq P 0,047628  P 35,28 0,6  0
    24500      24500  P  3254 kN
A wi wi wi 0,25 0,01042 0,01042 0,01042

Bordo superior:
P Mp Mg1  g2 ψ2  Mq P 0,047628  P 35,28 0,6  22,05
    24500      24500  P  - 34764,6 kN
A ws ws ws 0,25 0,01042 0,01042 0,01042

P Mp Mg1  g2 ψ2  Mq P 0,047628  P 35,28 0,6  0


   0     0  P  5931 kN
A ws ws ws 0,25 0,01042 0,01042 0,01042

P  194,5 kN P  3254,0 kN P  - 34393,9 kN P  11537,0 kN


P  543,2 kN P  3254,0 kN P  - 34764,6 kN P  5931,0 kN

543,2 kN  P  3254 kN