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EXERCÍCIO 1**

Devanir Siqueira foi admitida pelo Banco Equatorial S/A em 2-1-


2000, tendo sido
despedida sem justa causa em 30-12-2010, com a dispensa do
cumprimento do aviso
prévio, e com salário mensal de R$ 3.600,00 (três mil e
seiscentos reais), sendo R$ 600,00
(seiscentos reais) a título de gratificação de função. A ex-
empregada foi promovida a
gerente de contas em 5-1-2005, de conformidade com o
registro em sua Carteira de
Trabalho e Previdência Social. Todavia, apesar de submetida a
idênticas condições de
trabalho de Antônio Marcos Silva, recebeu gratificação inferior,
pois enquanto a
gratificação de função de confiança do paradigma era de 40%
(quarenta por cento), a
recebida pela trabalhadora era de somente 20% (vinte por
cento). Na condição de
advogado(a) de Devanir, com escritório na Rua Primeiro de
Abril, n. 1400, Centro, Vitória,
ES, CEP 29.000-000, redija a petição inicial, postulando os
direitos da trabalhadora, que
prestou serviços na agência do banco, localizada em Vitória/ES.
EXERCÍCIO 2*
Considere ter comparecido ao seu escritório de advocacia a
Senhora Meríade Vecchia,
que informou os fatos a seguir: disse que ficou afastada do
trabalho durante cerca de 6
(seis) meses, em virtude de doença degenerativa, e que ao
retornar da licença médica ficou
indignada ao saber que, quando de seu afastamento, sua
colega de trabalho Clarabela Ugly
havia sido humilhada e desrespeitada pelo gerente da agência
do Banco dos Estados Unidos
do Brasil S/A, na qual prestava serviços. Que teve conhecimento,
inclusive, que o gerente
chegou a dizer na frente de todos que Clarabela era uma
empregada ineficiente, que não
fazia falta na agência, tendo inclusive lhe aplicado o “método
geladeira”, isto é, a
ociosidade forçada. Informou, também, que lhe disseram que ao
ser questionado sobre o
motivo pelo qual havia sido levado a tomar essa atitude em
relação a sua colega, o gerente
simplesmente indagou: “Clarabela, estando aqui e não estando
é a mesma coisa”. Em razão
de tais fatos, teve conhecimento de que Clarabela havia pedido
demissão do Banco, uma
semana antes de seu retorno da licença médica. Triste e
inconformada com a situação da
colega, explicou que acabou pedindo a aposentadoria, tendo
decidido rescindir
espontaneamente o seu contrato de trabalho com o banco.
Segundo Meríade, exerceu durante
todo o pacto laboral a função de caixa bancário, com jornada de
trabalho de 8 horas, tendo
recebido uma gratificação de função superior a um terço de seu
salário do posto efetivo. A
bancária demonstrou que foi anotado pelo empregador na sua
Carteira de Trabalho e
Previdência Social o exercício da função de confiança de caixa
executivo.
Questão: Apresentar, como advogado de Meríade, a medida
processual adequada,
visando defender os interesses da ex-empregada.

EXERCÍCIO 3***
Analise o caso, a seguir e elabore a peça processual
correspondente: Petrônio Silva
trabalha para o Banco Real & Dólar S/A desde o dia 1º-3-2000,
recebendo atualmente um
salário mensal de R$ 1.600,00 (mil e seiscentos reais), exercendo
a função de chefe do
almoxarifado na agência Centro, localizada em Vitória/ES. O
empregado cumpre mandato
como dirigente sindical. Ocorre que no dia 25 de setembro de
2008 teve início a greve dos
bancários, e durante o movimento de paralisação o dirigente
sindical praticou atos de
violência verbal e física contra um superior hierárquico e
colegas de serviço que não
queriam aderir à greve, surpreendendo a todos os que
participavam do movimento. Ao
retornar da greve, no dia 1º de outubro de 2008, o empregado
teve conhecimento, através de
colegas, de que o empregador não ficou satisfeito com o
incidente ocorrido durante a
paralisação. Como é dirigente sindical, Petrônio não se importou
com o fato ocorrido.
Indignado, o empregador procurou o advogado da empresa
para tomar as providências
cabíveis, tendo em vista não mais ser possível a manutenção do
vínculo empregatício de
Petrônio com o Banco.