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4 Funções

Ficha para praticar 15 Págs. 72 a 75 4.1. a) Seja ( un ) uma sucessão qualquer de elementos de Df
1.1. D f = R \ {3} e 1 é ponto aderente a Df. tal que un → −1 e un < −1, ∀n ∈ N , então f ( un ) = un e
Seja ( xn ) uma sucessão qualquer tal que xn ∈ D f , ∀n ∈ N lim f ( un ) = −1 .
e xn → 1 . Por outro lado, seja ( vn ) uma sucessão qualquer de
Seja ( f ( x ))
n a sucessão das imagens dos termos de
elementos de Df tal que:
sucessão ( xn ) . vn → −1 e vn > −1, ∀n ∈ N
Então, f ( vn ) = ( vn ) e lim f ( vn ) = ( −1) = 1 .
2 2
Assim:
4 xn lim ( 4 xn ) 4 lim xn Assim, como existem duas sucessões ( un ) e ( vn ) de
lim f ( xn ) = lim = = =
xn − 3 lim ( xn − 3) lim xn − 3
elementos de Df a tender para –1 tais que as
4 −1 4 correspondentes sucessões f ( un ) e f ( vn ) tem limites
= = = −2
1 − 3 −2
diferentes, não existe lim f ( x ) .
Logo, lim f ( x ) = −2 . x →−1
x →1
b) Seja ( un ) uma sucessão qualquer de elementos de Dg
1.2. D f = R \ {3} e –2 é ponto aderente a Df.
tal que un → −1 e un < −1, ∀n ∈ N , então g ( un ) = 3 e
Seja ( xn ) uma sucessão qualquer tal que xn ∈ D f , ∀n ∈ N
lim g ( un ) = 3 .
e xn → −2 .
Por outro lado, seja ( vn ) uma sucessão qualquer de
Seja ( f ( x ))n a sucessão das imagens dos termos da
elementos de Dg tal que vn → −1 e vn > −1, ∀n ∈ N ,
sucessão ( xn ) .
então g ( vn ) = −vn e lim g ( vn ) = − ( −1) = 1 .
Assim:
4 xn lim ( 4 xn ) 4 × ( −2 ) −8 8 Portanto, como existem duas sucessões ( un ) e ( vn ) de
lim f ( xn ) = lim = = = =
xn − 3 lim ( xn − 3) −2 − 3 −5 5 elementos de Dg a tender para –1 tais que as
8 correspondentes sucessões g ( un ) e g ( vn ) tem limites
Logo, lim f ( x ) = .
x →−2 5 diferentes, não existe lim g ( x ) .
x →−1
2. Sejam ( xn ) uma sucessão tal que xn → 2 e, a partir de
4.2. (f + g )( x ) = f ( x ) + g ( x ) =
certa ordem, xn ≠ 2 e ( yn ) uma sucessão tal que, a partir
 x + 3 se x ≤ −1
de certa ordem, yn = 2 . = 2
 x − x se x > −1
1
lim f ( xn ) = lim ( xn ) =
2
Assim:
2
• lim− ( f + g )( x ) = lim− ( x + 3) = −1 + 3 = 2
1 1
= lim ( xn ) = lim ( xn )  =
2 2 x →−1 x →−1

• lim+ ( f + g )( x ) = lim+ ( x 2 − x ) = ( −1) − ( −1) = 2


2
2 2
x →−1 x →−1
1 2
= ×2 = 2
2
• (f + g )( −1) = −1 + 3 = 2

lim f ( yn ) = lim 2 = 2 Como, lim− ( f + g )( x ) = lim+ ( f + g )( x ) = ( f + g )( −1) ,


x →−1 x →−1

Portanto, qualquer que seja a sucessão ( un ) de elementos então podemos concluir que a função f + g tem limite
do domínio de f tal que un → 2 , a correspondente quando x tenda para –1, pelo que a posição p é verdadeira.
5.1. a) lim+ = −∞
sucessão ( f (u ))n tende para 2. x →0

Logo, lim f ( x ) = 2 . b) lim− f ( x ) = 0


x →0
x→2
lim f ( x ) = −∞
3. Seja ( xn ) uma sucessão qualquer de elementos de Df (ou c)
x →−3−

seja, uma sucessão qualquer de termos não nulos) tal que d) lim f ( x ) = +∞
x →−3+
xn → +∞ . e) lim f ( x ) = 0
x →−∞
Assim, temos:
f) lim f ( x ) = 1
xn2 + 10 x →+∞
lim f ( xn ) = lim =
xn2 1 1
5.2. a) Por exemplo, un = , já que lim un = lim = 0 , logo
 x 2 10  n n
= lim  n2 + 2  = un é convergente e lim f ( n)
u = −∞ , pelo que f ( un ) é
 xn xn 
 10  divergente.
= lim 1 + 2  = 1 b) Por exemplo, un = n , já que lim un = lim n = +∞ , logo
 xn 
un é divergente e lim f ( un ) = 1 , pelo que f ( un ) é
10
uma vez que. xn → +∞ ⇒ xn2 → +∞ ⇒ =0.
xn2 convergente.
x 2 + 10
Portanto, lim =1.
x →+∞ x2

1
4.1. Limites e continuidade

x+3 5 ∞
6.1. lim+ = + = +∞ 3x 2 + 4  ∞ 
 
3x 2
x →2 x − 4 = lim 2 = 3
2
0 7.6. lim 2
x →+∞ x + 1 x →+∞ x
2x 2
6.2. lim = + = +∞ ∞
x →1− 1 − x 0  
2x4 − 6x  ∞  2x4
x +1 1 7.7. lim 3 = lim 3 = lim ( 2 x ) = 2 ( −∞ ) = −∞
x →−∞ x − 8
6.3. lim = + = +∞ x →−∞ x x →−∞
x → 0+ x − x
2
0 ∞
 
3 − x se 3 − x ≥ 0 x2 + x + 2  ∞  x2 + x + 2 x2
3− x =  = 7.8. lim = lim 4 = lim =
6.4.
( 2 x 2 + 1) x →+∞ 4 x + 4 x + 1 x →+∞ 4 x
2
 ( ) 3− x < 0
x →+∞ 2 4
− 3 − x se
3 − x se x ≤ 3 = lim
1
=
1
=0
= 4 x 2 +∞
( )
x →+∞
 − 3 − x se x>3
x se x ≥ 0
Pelo que: 7.9. x =
−5 −5 −5 − x se x < 0
lim = lim− = + = −∞
x →3− 3 − x x →3 3 − x 0 3 − x se 3 − x ≥ 0 3 − x se x ≤ 3
3− x =  =
−2 x −4  (
− 3 − x ) se 3 − x < 0  (
− 3 − x ) se x > 3
6.5. lim = = −∞
x → 2− 8 − x 3 0+ Assim:
1 − x 2 se 1 − x 2 ≥ 0 ∞
− (3 − x) + 2x
 
6.6. 1 − x2 =  = 3 − x + 2x  ∞  3x − 3
− (1 − x ) se 1 − x < 0
2 2 lim = lim = lim =
x →+∞ x x →+∞ x x →+∞ x
1 − x 2 se − 1 ≤ x ≤ 1 3x
= = lim =3
− (1 − x ) se x < −1 ∨ x > 1
2 x →+∞ x
 3  ( 0×∞ )
Pelo que: 7.10. lim  × ( x 2 − 2 x + 4 ) =
x →−∞ 3 x + 2
 
x2 x2 1
lim−
x →1 1 − x 2
= lim−
x →1 1 − x
2
= + = +∞ 3( x2 − 2x + 4)
0 = lim =
x →−∞ 3x + 2
7.1. lim ( 4 x + 2 x − 3) = +∞
2
x →+∞ 3 x 2 − 6 x + 12
( ∞−∞ )
= lim =
3x + 2
lim ( x 2 − 10 x ) = lim x 2 = ( +∞ ) = +∞
2 x →−∞
7.2. 2
x →+∞ x →+∞ 3x
= lim = lim x = −∞
7.3. lim (1 − 3x 2 + x ) = −∞ x →−∞ 3 x x →−∞
x →−∞
3 2 
( )
( ∞−∞ ) x
7.4. lim x2 + 2 + x = ∞ x  + 
x 
 
x →−∞
3
x +2 ∞
 x
7.11. lim = lim =

= lim
( x +2+x
2
)( x +2−x
2
)= x →+∞ 1− x x →+∞
x


1
x

− 1

x →−∞
x +2−x 2
6
x2 2 x2
( ) + 2
+
2 6
x +2
2
− x2 6
x 3
x x3 x =
= lim = = lim = lim
x →+∞ 1 x →+∞ 1
x →−∞
x +2−x 2
−2 −2
x x
x2 + 2 − x2
= lim = 1 2
x →−∞
x2 + 2 − x 1 2
6 + 6 +
= lim
x x = +∞ +∞ = 0 + 0 = 0
2
= lim = x →+∞ 1 1 0−2
x →−∞
x +2−x
2 −2 −2
x +∞
2 2
= = =0 x − 3 se x − 3 ≥ 0
+∞ − ( −∞ ) +∞ 
x− 3 = =
( )
7.12.
( ∞−∞ ) − x − 3 se x − 3 < 0
lim
x →+∞
( x − x +1 ) =
x − 3 se x ≥ 3

7.5.
= lim
( x − x +1 )( x + x +1 )= =
(
− x − 3 se x < 3 )
x →+∞ x + x +1

( x) −( )
2 2 Portanto:
x +1 ∞
= lim = x2 − 3
 
∞ x2 − 3
x →+∞ x + x +1 lim = lim =
x − ( x + 1)
x →−∞
x− 3 ×x x →−∞
(
− x− 3 ×x )
= lim =
x →+∞ x + x +1 x2 − 3 x2
= lim = lim = −1
−1 x →−∞ − x 2 + 3 x x →−∞ − x 2
= lim =
x →+∞ x + x +1
−1 −1
= = =0
+∞ + ∞ +∞

2
4.1. Limites e continuidade

3 3 0
8.1. lim− = = −∞ 5x − 5  0 
 
x→2 x − 4 0−
2
8.7. lim =
0
x →1 x+3−2
 
( x − 2 )( x + 2 ) = lim x + 2
x2 − 4
( )( 5x + 5 )( x + 3 + 2 ) =
0
8.2. lim = lim 5x − 5
x →2
( x − 2)
2 x→2 ( x − 2 )( x − 2 ) x → 2 x − 2 = lim
Como o denominador continua a anular-se, temos que
x →1
(
x + 3 − 2 )( x + 3 + 2 )( 5 x + 5 )

( ) ( )  ( )
calcular os limites laterais. Assim:  5x − 5  x + 3 + 22 2

x2 − 4 x+2 4 = lim  =
= lim+ = = +∞ x →1
( )  (
 x + 3 − 2  5x + 5
)
2
lim+ 2
( x − 2) x − 2 0+
2
x→2 x → 2

lim
x2 − 4
= lim−
x+2 4
= = −∞ ( 5 x − 5) ( x + 3 + 2 )
( x − 2) x − 2 0− = lim =
( x + 3 − 4) ( 5x + 5 )
2
x → 2− x→2
x →1

5 ( x − 1) ( x + 3 + 2 )
Os limites laterais são diferentes, pelo que não existe
x2 − 4 = lim =
( x − 1) ( 5 x + 5 )
lim .
( x − 2) x →1
x→2 2

( )( x + 3 ) = 5( x + 3 + 2)
 0
 
x − 3  0 x−3
8.3. lim = lim = lim =
x →9 9 − x x →9
(9 − x ) ( x + 3) x →1 5x + 5
( 4+2 )=
( x) −3 =
2 5 20
2
= =
= lim 5+ 5 2 5
( 9 − x ) ( x + 3)
x →9
10 10 5
= = =2 5
x−9 5 5
= lim =
x →9
( 9 − x ) ( x + 3) 0
 
(x 2
(
+ 4x) x + 2 x )=
x2 + 4x 0

− (9 − x ) 8.8. lim+ = lim+


= lim =
x →0 x−2 x (x − 2 x →0
x )( x + 2 x )
x →9
( x ) ( x + 3)
9 −
−1 −1
( x + 4x)( x + 2 x )
2

1 = lim =
x − (2 x )
= lim = =− x → 0+ 2
2
x →9 x +3 9 +3 6

( x + 4x)( x + 2 x )
 0 2
 
x − 2  0 x−2× x−2
8.4. lim+ = lim = = lim =
x→2 x − 4 x → 2+ ( x 2 − 4 ) x − 2
2 x → 0+ x2 − 4x

( x−2 )
2
= lim+
(
x ( x + 4) x + 2 x )=
= lim+ = x →0 x ( x − 4)
x →2
(x 2
− 4) x − 2
x−2 ( x + 4) ( x + 2 x )= 0
= lim+ = = lim+ =0
x →2 ( x − 2 )( x + 2 ) x − 2 x →0 x−4 −4
9.1. lim f ( x ) = −∞
1 x →−4
lim+ =
x→2 ( x + 2) x−2
9.2.
 1
lim f ( un ) = lim f  −4 −  = lim− f ( x ) = −∞
1 1  n  x →−4
= = + = +∞
4×0 +
0 9.3. Não existe lim f ( x ) porque 4 ∈ D f e lim− f ( x ) ≠ f ( 4 ) .
x→4 x→4

8.5.

lim ( x − 3) ×
x  ( 0×∞ )
= lim
( x − 3) x = 9.4. lim f ( vn ) = lim f ( 5n ) = lim f ( x ) = −1
2 x →+∞
x →3
 9 − x  x →3 9 − x 2

( x − 3) x  1 − 4n  1 
9.5. lim f ( wn ) = lim f   = lim f  − 4 =
= lim =  n  n 
x → 3 − ( x − 3)( x + 3 )

= lim+ f ( x ) = −∞
x 3 3 1 x →−4
= lim = =− =−
x →3 − ( x + 3) − ( 3 + 3) 6 2 9.6. lim f ( tn ) = lim f ( 3 − n ) = lim f ( x ) = 0
x →−∞

 1  ( 0×∞) x 2 + 10
8.6. lim  × ( x 2 + 10 )  = lim = 10. Por exemplo,
x →+∞ x →+∞
 x  x
 x 2 10  x2 10
= lim  +  = lim + lim =
x →+∞ x →+∞ x →+∞
 x x  x x

= lim
x →+∞
x2 x
x x
+ 0 = lim
x →+∞
x2 x
x
= lim x x = +∞
x →+∞
( )

3
4.1. Limites e continuidade

0
11. Por exemplo:  
x − 2 0
1 13.4. lim =
11.1. un = 2 − , pois lim un = 2+ (é um número real) e x→4 x+5 −3
n
lim g ( un ) ∈ R .
lim
( )( x + 2) =
x −2

11.2. un =
1
, pois lim un = 0+ (é um número real) e
x→4
( x + 5 − 3)( x + 2)
( x − 4 ) ( x + 5 + 3)
n
lim g ( un ) = lim+ g ( x ) = −∞ (não é um número real) = lim =
x →0

11.3. un = n , pois lim un = +∞ (não é um número real) e ( x + 5 − 3)( x + 5 + 3)( x + 2)


x →4

lim g ( un ) = lim g ( x ) = 1 (é um número real). ( x − 4 ) ( x + 5 + 3)


x →+∞
= lim =
1 x→4
( x + 5 ) − 9  ( x + 2 )
12. Temos que 0 ∈ D f e f ( 0 ) = = −1
0 −1
( x − 4 ) ( x + 5 + 3)
lim f ( x ) existe quando e apenas quando = lim =
x →0 x→4
( x − 4) ( x + 2)
lim+ f ( x ) = lim− f ( x ) = f ( 0 )
x →0 x →0
x+5 +3 9 +3 6 3
lim− f ( x ) = f ( 0 ) = −1 = lim = = =
x →0 x →4
x +2 4+2 4 2
0 ∞
 
x2 − 2x 0
1 − x4 + x  ∞ 
 
lim+ f ( x ) = lim+ = 13.5. lim =
x →0 x →0
x3 + 4 x 2 x →+∞ x+2
x ( x − 2) x ( x − 2) − x4
lim f ( x ) = lim+ = lim ( − x ) = − ( +∞ ) = −∞
3 3
= lim+ = lim
x ( x + 4)
x →+∞ x
x → 0+ x→0 2 x →0 x x+4

( )=
( ∞−∞ )
x ( x − 2) x−2 13.6. lim x2 + x − x2 + 1
= lim+ = lim+ = x →+∞

( + 1 )( x )=
x →0 x x + 4 x →0 x+4
x2 + x − x2 2
+ x + x2 + 1
0−2 −2 −2
= = = = −1 lim
0+4 4 2 x →+∞
x + 4 + x +1
2 2

Portanto, lim+ f ( x ) = lim− f ( x ) = f ( 0 ) , pelo que, lim f ( x )


( ) −( )
2 2
x→0 x→0 x →0 x +42
x2 + 1
existe e é igual a –1 . = lim =
x →+∞
x2 + 4 + x2 + 1
13.1. lim ( 2 x 3 − x 2 + 3) = −∞
x →−∞ x2 + x − x2 − 1
 0
= lim =
 
x →+∞
x2 + x + x2 + 1
x 3 + 27  0 
13.2. lim = x −1
x →−3 x + 3 = lim =
x →+∞
x2 + x + x2 + 1
Recorrendo à regra de Ruffini vamos decompor em fatores o
polinómio P ( x ) = x 3 + 27 . x −1
= lim =
x →+∞
1 0 0 27  1  1 
x  1 +  + x 2 1 + 2 
2

–3 –3 9 –27  x  x 
1 –3 9 0 x −1
Logo: = lim =
x →+∞ 1 1
x 3 + 27 ( x + 3) ( x 2 − 3 x + 9 ) x 1+ + x 1+ 2
x x
lim = lim =
x →−3 x + 3 x+3
x →−3
x −1
= lim =
= lim ( x 2 − 3x + 9 ) = x →+∞ 1 1
x →−3 x 1+ + x 1+ 2
x x
= ( −3) − 3 × ( −3) + 9 =
2

 1
= 9 + 9 + 9 = 27 x 1 − 
0 = lim  x
=
  x →+∞ 
x3 + x 2 − 4 x − 4  0  1 1 
13.3. lim = x  1 + + 1 + 2 
x →−2 x2 + 2x  x x 
Recorrendo à regra de Ruffini vamos decompor em fatores o 1
1−
polinómio P ( x ) = x 3 + x 2 − 4 x − 4 . x
= lim =
x →+∞ 1 1
1 1 –4 –4 1+ + 1+ 2
–2 –2 2 4 x x
1 –1 –2 0 1− 0 1
= =
1+ 0 + 1+ 0 2
( x + 2) ( x2 − x − 2) x 2 − x − 2 ( −2 ) − ( −1) − 2
2

lim = lim = = −2
x →−2 x ( x + 2) x →−2 x −2

4
4.1. Limites e continuidade

3 ( −1 − 1)
( )=
( ∞−∞ )
−6
13.7. lim x2 + x + x = =2 =
x →−∞
−1 − 2 −3

lim
( x2 + x + x )( x 2
+x−x )= Logo, −1 − k = 2 ⇔ k = −3
∞
 
x →−∞
x +x−x
2
3x 2 − 3  ∞ 
14.2. lim 2 =
( ) −x x →−∞ x − x − 2
2
x2 + x 2

= lim = 3x 2
x →−∞
x2 + x − x lim 2 = 3
x →−∞ x

x2 + x − x2 x ∞
= lim = lim = −2 x + 1  ∞ 
 
x +x−x x +x−x lim f ( x ) = lim
x →−∞ x →−∞
=
2 2
15.
x →−∞ x →−∞ 4 − 4 x
x x
= lim = lim =
x →−∞ x →−∞ Temos que:
2 1  1
x 1 +  − x x 1+ − x
 x x 4 − 4 x se x ≤ 1
4 − 4x = 
x x − ( 4 − 4 x ) se x > 1
= lim = lim =
x →−∞  
x →−∞ 1 1 −2 x + 1 −2 x −2 1
−x 1+ − x x  − 1 + − 1 Logo, lim f ( x ) = lim = lim = =
x  x 
x →−∞ x →−∞ 4 − 4 x x →−∞ −4 x −4 2

( )
( ∞−∞ )
= lim
1
=
1
=−
1 lim f ( x ) = lim 4x2 + 2x + 1 − 2x =
x →+∞ x →+∞
x →−∞ 1 − 1+ 0 −1 2
− 1+

∞
x
−1
lim
( 4x2 + 2x + 1 − 2x )( 4x2 + 2x + 1 + 2x )=
x+3
 
∞
x →+∞
4x + 2x + 1 + 2x
2

=
( )
13.8. lim
2x − 4
2
4x + 2x + 1 − (2x)
x →−∞ 2 2

 x + 3 se x ≥ −3 = lim =
Temos que x + 3 =  , pelo que, x →+∞
4x2 + 2x + 1 + 2 x
 (
− x + 3 ) se x < −3
4x2 + 2x + 1 − 4x2
− ( x + 3) −x 1 = lim =
lim = lim =− x →+∞
4 x2 + 2x + 1 + 2 x
x →−∞ 2x − 4 x →−∞ 2 x 2 2x + 1
0 = lim =
x2 + 5x − 6  0 
  x →+∞
4 x2 + 2x + 1 + 2 x
13.9. lim =
x →−6 24 + 4 x 2x + 1
= lim =

lim
(x 2
+ 5 x − 6 ) 24 + 4 x
= lim
(x 2
+ 5 x − 6 ) 24 + 4 x
=
x →+∞
 2 1 
x  4 + + 2  + 2x
2

24 + 4 x  x x 
x →−6 24 + 4 x 24 + 4 x x →−6

2x + 1
= lim
( x + 6 )( x − 1) 24 + 4 x = lim ( x − 1) 24 + 4 x
=
= lim
x →+∞
=
2 1
x →−6 4 ( x + 6) x →−6 4 x 4 + + 2 + 2x
x x
( −6 − 1) 24 + 4 × ( −6 ) −7 × 0 2x + 1
= = =0 = lim =
4 4 x →+∞ 2 1
x 4 + + 2 + 2x
 1 2  ( ∞ −∞ ) x x
13.10. lim+  − 2  =
x→4  x − 4 x − 16   1
x 2 + 
 1 2  = lim  x
=
lim  − = x →+∞  
 x − 4 ( x − 4 )( x + 4 ) 
x → 4+ 2 1
x  4 + + 2 + 2 
 x x 
 x+4 2 
= lim+  − = 1
x→4
 ( x − 4 )( x + 4 ) ( x − 4 )( x + 4 )  2+
x
= lim =
x+2 6 x →+∞ 2 1
= lim+ = + = +∞ 4+ + 2 +2
x→4 ( x − 4 )( x + 4 ) 0 x x
14.1. lim f ( x ) existe se e somente se =
2+0
=
x →−1
4+0+0 +2
lim f ( x ) = lim− f ( x ) = f ( −1)
x →−1+ x →−1 2 1
= =
lim f ( x ) = f ( −1) = ( −1) − k = −1 − k 2+2 2
3

x →−1+
1
Por outro lado, temos que Portanto, lim f ( x ) = lim f ( x ) =
x →−∞ x →+∞ 2
0
 
3x 2 − 3  0 
lim f ( x ) = lim− 2 =
x →−1− x →−1 x − x − 2 Ficha para praticar 16 Págs. 76 a 79
3 ( x − 1)
2
3 ( x − 1)( x + 1) 3 ( x − 1) 1. Vamos averiguar se existe lim f ( x ) .
x→4
lim− = lim− = lim− =
x →−1 ( x + 1)( x − 2 ) x →−1 ( x + 1)( x − 2 ) x →−1 x−2

5
4.1. Limites e continuidade

x − 2 0
0
  ( 2x + 3 − 1 )( 2x + 3 + 1 )=
lim− f ( x ) = lim+ f ( x ) = lim = lim
x→4 x→4 x→4 x − 4 x →−1+
( x + 1) ( 2x + 3 + 1 )
( )( x + 2) = lim ( x ) − 2 = ( )
2
x −2 2
2x + 3
2
− 12
= lim
x →4
( x − 4) ( x + 2) ( x − 4) ( x + 2) x→4 lim+
x →−1
( x + 1) ( 2x + 3 + 1 )
=

x−4 1 2x + 3 −1
= lim = lim =
x →4
( x − 4) ( x +2 ) x→4
x +2
= lim+
x →−1
( x + 1) ( 2x + 3 + 1 )
=

1 1 2x + 2
= = = lim+ =
4+2 4 x →−1
( x + 1) ( 2 x + 3 + 1)
1
Temos, ainda, que f ( 4 ) = , portanto, lim f ( x ) existe e é 2 ( x + 1)
x→4
4 = lim+ =
1 x →−1
( x + 1) ( 2 x + 3 + 1)
igual a .
4 2 2
= lim+ = =1
Logo, a função f é contínua em x = 4. 2x + 3 + 1
x →−1 1 +1
2. A função g é contínua em x = 1 quando o lim g ( x ) A função f é contínua em x = –1 quando existe lim f ( x ) ,
x →1
x →−1
existe. portanto, −2 − k = 1 ⇔ k = −3
Assim sendo: Então, k = –3.
( x − 1) ( ) Averiguemos se existe lim f ( x )
0
x −1
 
0 x +1 4.
• lim+ g ( x ) = lim+
x →1
= lim+ =
x →1 x →1 x −1 x →1
( x −1 )( x +1 ) x2 − 1
0
( x − 1)( x + 1) =
 
0
= lim−
( x − 1) ( ) = lim ( x − 1) ( )=
lim−
x +1 x +1 x →1 1 − x x →1 1− x
= lim+ ( )( ) =
− +
( x ) −1
x →1
2
x →1 +
x −1 x 1 x 1
2
= lim−
x →1 − ( x − 1)
= lim ( x + 1) = 1 + 1 = 2 x +1
x →1+ = lim− = −2
0
x →1 −1
 
8 x + 3 − 16  0  0
• lim− g ( x ) = lim− = −6 x 2 + 6 x  0 
 
−6 x ( x − 1)
x →1 x →1 x −1 lim 2 = lim+ = 1 1 −2
x →1+ x + x − 2 x →1 ( x − 1)( x + 2 )

= lim−
8 ( x+3−2 )= −6 x −6
1
1
1
2
2
0
x →1 x −1 = lim+ = = −2
x+2 3
x →1

= lim−
8 ( x+3 −2 )( x+3+2 )= Temos, ainda, que f (1) = −2 , pelo que
x →1
(( x − 1) ) x+3+2 lim f ( x ) = lim+ f ( x ) = f (1) , logo existe lim f ( x ) .
x →1− x →1 x →1

8 ( x + 3 ) − 2 
2
2
Portanto, f é contínua em x = 1.
 
= lim  = A função f ( x ) = sin ( cos ( x ) ) é contínua porque é a
( x − 1) ( x + 3 + 2 )
5.
x →1−

composta de duas funções contínuas, as funções seno e


8( x + 3 − 4)
= lim− = cosseno.
x →1
( x − 1) ( x+3 +2 ) 6. • Em ]−∞ , 0[ a função é contínua por ser definida pelo
8 ( x − 1) quociente de duas funções contínuas, ambas funções
= lim− =
x →1
( x − 1) ( x+3 +2 ) polinomiais.
• Em ]0 , + ∞[ a função é contínua por ser definida pelo
8 8
= lim− = =2
x →1 x+3+2 4 −2 quociente de duas funções contínuas, ambas funções
• g(1) = 2 polinomiais.
Como lim+ g ( x ) = lim− g ( x ) = g (1) , então existe lim g ( x ) , • Em x = 0:
x →1 x →1 x →1 0
x 2 ( x + 1)
 
x3 + x 2  0 
pelo que a função g é contínua em x = 1. lim− f ( x ) = lim− = lim =
3. Determinemos os limites laterais em k = –1 x→0 x →0 x2 x →0− x2
Assim: = lim− ( x + 1) = 1
x→0
• lim− f ( x ) = lim− ( 2 x − k ) = −2 − k 5x + 3 3
x →−1 x →−1 lim f ( x ) = lim+ = =1
f ( −1) = −2 − k x → 0+ x→0 2x + 3 3
0
f (0) = 1
Como lim− f ( x ) = lim+ f ( x ) = f ( 0 ) , então existe
 
2x + 3 −1  0 
• lim+ f ( x ) = lim+ = x→0 x →0
x →−1 x →−1 x +1
lim f ( x ) , pelo que a função f é contínua em x = 0 .
x →0

6
4.1. Limites e continuidade

Podemos, portanto, concluir que a função f é contínua • Em x = –2:


0
em R .  
1 − x2 − 3  0 
A proposição p é verdadeira. lim− h ( x ) = lim− =
x →−2 x →−2 x+2

(1 − )( )=
7. A função f é contínua em x = a quando
lim− f ( x ) = lim+ f ( x ) = f ( a ) x2 − 3 1 + x2 − 3
= lim
( x + 2 ) (1 + )
x→a x →a
x →−2 −
lim f ( x ) = f ( a ) = a 2 − 3a x −32

x → a+

lim f ( x ) = lim− ( x − x + 4 ) = a − a + 4
( x − 3) =
2 2 2

x → a− x→a 12 − 2

= lim
a 2 − 3a = a 2 − a + 4 ⇔
( x + 2 ) (1 + x − 3 )
x →−2− 2

⇔ −3a = −a + 4 ⇔
⇔ −2a = 4 ⇔ a = −2 1 − ( x 2 − 3)
= lim− =
Logo, a = –2. x →−2
( x + 2 ) (1 + x2 − 3 )
8.1. D f = R
− x2 + 4
• Em ]−∞ , 1[ a função f é contínua por ser definida pelo = lim− =
x →−2
( x + 2 ) (1 + x2 − 3 )
quociente de duas funções, ambas funções polinomiais.
• Em ]1 , + ∞[ a função f é contínua por ser definida por − ( x − 2 )( x + 2 )
= lim− =
uma função polinomial.
x →−2
( x + 2 ) (1 + x2 − 3 )
− ( x − 2) − ( −2 − 2 )
• Em x = 1:
4x 4 = lim− = =2
lim f ( x ) = lim− = x →−2
1+ x − 3 2
1+ 1
x →1− x →1 − x + 10 9
lim+ f ( x ) = f (1) = 3 − 12 = 2  x2  4
x →1
lim h ( x ) = lim+   = = 2 , logo, h(x) = 2
x →−2+ x →−2
 2 2
Como lim− f ( x ) ≠ lim+ f ( x ) , não existe lim f ( x ) , pelo
x →1 x →1 x →1 Como lim− h ( x ) = lim+ h ( x ) = h ( −2 ) , então, existe
x →−2 x →−2
que a função f não é contínua em x = 1.
lim h ( x ) , pelo que a função h é contínua em x = –2.
Portanto, a função f é contínua em R \ {1} . x →−2

8.2. Dg = R , assim, vem: Portanto, a função h é contínua em R .


9. A função f é contínua em x = 2 quando existe lim f ( x )
• Em R \ {1} a função g é contínua pois é definida pelo x→2

quociente de duas funções contínuas: Assim lim+ f ( x ) = lim+ ( x 2 − 2 x ) = 22 − 2 × 2 = 0 .


x→2 x→2

– o módulo de uma função afim; Logo, f (2) = 0.


– uma função afim. 1 1 1
lim f ( x ) = lim− = = =0
• Em x = 1: x → 2−  π
x→2  π −  +∞
tan   tan  
 x − 1 se x ≥ 1 x 2 
x −1 = 
− ( x − 1) se x < 1 Como lim+ f ( x ) = lim− f ( x ) = f ( 2 ) , existe lim f ( x ) , pelo
x→2 x→2 x→2
x −1
lim g ( x ) = lim− = que a função f é contínua em x = 2 .
x →1− x →1 x −1
10. A função g é contínua em x = 1 se e somente se existe
− ( x − 1)
= lim− = −1 lim g ( x ) .
x →1 x −1 x →1

x −1 Por sua vez lim g ( x ) existe quando e apenas quando


lim g ( x ) = lim+
x →1
=
x →1+ x →1 x −1 lim− g ( x ) = lim+ g ( x ) = g (1) .
x →1 x →1
x −1
= lim+ =1 a −3  a −3
x →1 x − 1 lim g ( x ) = lim−  + x = + 1 = g (1)
x →1− x →1  4 
Logo, não existe lim g ( x ) , pois os limites laterais são
4

( )( )=
x →1 0
x + 3 − 2 0
 
4+3−2 x+3+2
diferentes. lim+ g ( x ) = lim+ = lim+
Assim, a função g não é contínua em x = 1. x →1 x →1 x −1 x →1
( x − 1) ( x+3+2 )
Portanto, a função g é contínua em R \ {1} .
( )
2
x+3 − 22 x +3−4
8.3. Dh = R = lim+ = lim+ =
• Em ]−∞ , − 2[ a função h é contínua por ser definida
x →1
( x − 1) ( x+3 +2 ) x →1
( x − 1) ( x+3+2 )
x −1 1 1 1
pelo quociente entre duas funções contínuas: = lim+ = lim+ = =
– uma é a diferença entre uma função constante e a raiz
x →1
( x − 1) ( x+3+2 ) x →1 x+3+2 1+ 3 + 2 4

quadrada de uma função quadrática; a −3 1 a −3 1 a−3 3


Então, =1= ⇔ = −1 ⇔ =− ⇔a=0
– a outra é uma função afim. 4 4 4 4 4 4
• Em ]−2 , + ∞[ a função h é contínua por ser definida Logo, a = 0.
por uma função polinomial.

7
4.1. Limites e continuidade

11. Sabemos que a função é contínua em R . 13.4. D j = { x ∈ R : x 2 + 3 ≠ 0} = R , uma vez que


Portanto, a função é contínua em x = 0, pelo que terá de ∀x ∈ R, x 2 + 3 ≥ 3
existir lim f ( x ) .
x →0 A função j é contínua em R .
Sendo assim, lim− f ( x ) = lim+ f ( x ) = f ( 0 )
x→0 x →0
13.5. D p = { x ∈ R : 1 − x 2 ≥ 0} = { x ∈ R : − 1 ≤ x ≤ 1} =
0
  = [ −1 , 1]
 x2 − 2x   0 
lim− f ( x ) = lim−  a + 2 =
x→0 x →0
 x +x  A função p é contínua em [–1 , 1].
x2 − 2x x ( x − 2) 13.6. Dm = { x ∈ R : x − 1 ≥ 0 ∧ 4 − x 2 > 0} =
= a + lim− 2 = a + lim− =
x→0 x + x x → 0 x ( x + 1) = { x ∈ R : x ≥ 1 ∧ −2 < x < 2} =
x−2 0−2 = { x ∈ R : 1 ≤ x < 2} = [1, 2[
= a + lim− =a+ =a−2
x →0 x + 1 0 +1 A função m é contínua em [1 , 2[.
x −1 0 −1 1 lim− f ( x ) = lim− ( 2 x + 1) = 2 × 1 + 1 = 3
lim f ( x ) = lim+ = =− . 14.
x →1 x →1
x → 0+ x→0 a a a
Como lim− f ( x ) = lim+ f ( x ) : lim+ f ( x ) = lim+ x 2 = 1
x →1 x →1
x→0 x →0

1 Como lim− f ( x ) ≠ lim+ f ( x ) , podemos, desde já concluir


a−2=− ⇔ a 2 − 2a = −1 ∧ a ≠ 0 ⇔ x →1 x →1
a que f não é contínua em x = 1.
⇔ a 2 − 2a + 1 = 0 ∧ a ≠ 0 ⇔ lim− g ( x ) = lim− x = 1
x →1 x →1
⇔ ( a − 1) = 0 ∧ a ≠ 0 ⇔
2

lim+ g ( x ) = lim+ 3 x = 3 × 1 = 3
x →1 x →1
⇔ a −1 = 0 ∧ a ≠ 0 ⇔
Como lim− g ( x ) ≠ lim+ g ( x ) , podemos, desde já concluir
⇔ a =1 x →1 x →1

x −1 que g não é contínua em x = 1.


b = f ( 0 ) = lim+ f ( x ) = lim+ = −1
x→0 x→0 1 Por outro lado, temos que:
( 2 x + 1) + x se x ≤ 1 3 x + 1 se x ≤ 1
( f + g )( x ) =  2
Portanto, a = 1 e b = –1 .
 0 = 2
x −1  0
 
 x + 3 x se x > 1  x + 3 x se x > 1
12. lim f ( x ) = lim+ =
x →1+ x →1 x −1 lim ( f + g )( x ) = lim− ( 3 x + 1) = 3 × 1 + 1 = 4 = ( f + g )(1)
x →1− x →1

( x − 1) ( x +1 ) ( x − 1) ( x +1 )= lim+ ( f + g )( x ) = lim+ ( x 2 + 3 x ) = 12 + 3 × 1 = 4
lim = lim+ x →1 x →1
x →1+
( )( x −1 x +1 ) x →1
( ) x
2
− 12 Como lim− ( f + g )( x ) = lim+ ( f + g )( x ) = ( f + g )(1) , a
x →1 x →1

( x − 1) ( x + 1) função f + g é contínua em x = 1 .
= lim = 0
x →1+ x −1 x3 + 8  0 
 

lim− f ( x ) = lim+ f ( x ) = lim


= lim+
x →1
( )
x +1 = 1 +1 = 2 15.
x →−2 x →−2 x →−2 x + 2
=

 0
 
Recorrendo à regra de Ruffini vamos decompor o polinómio
x2 − 1  0  P ( x ) = x 3 + 8 em fatores.
lim− f ( x ) = lim− =
x →1 x →1 x − 1
1 0 0 8
lim
( x − 1)( x + 1) = –2 –2 4 –8
x →1− x −1 1 –2 4 0
= lim− ( x + 1) = 1 + 1 = 2 ( x + 2) ( x2 − 2 x + 4)
x →1
lim = lim ( x 2 − 2 x + 4 ) =
Portanto, lim− f ( x ) = lim+ f ( x ) = 2 , assim e para que a
x →−2 x+2 x →−2

x →1 x →1
= ( −2 ) − 2 ( −2 ) + 4 = 4 + 4 + 4 = 12
2

função f não seja contínua em x = 1, f(1) terá de ser


diferente de 2, ou seja, a ≠ 2 . Portanto, se f é contínua, então é contínua em x = –2 pelo
Logo, a ∈ R \ {2} . que existe lim f ( x ) .
x →−2

13.1. D f = { x ∈ R : x − 8 ≠ 0} = { x ∈ R : x ≠ 8} =
3 3 Logo, terá de ser f ( −2 ) = 12 .

= { x ∈ R : x ≠ 2} = R \ {2} 16. • g é contínua no intervalo ]−∞ , − 1[ pois é definida pelo

A função f é contínua em R \ {2} . quociente de duas funções contínuas: uma função

13.2. Dg = { x ∈ R : x ≥ 0 ∧ x − 3 ≠ 0} = { x ∈ R : x ≥ 0 ∧ x ≠ 3} =
constante uma função afim.
• g é contínua no intervalo [–1 , 1] pois é definida pela raiz
= [ 0 , + ∞[ \ {3}
quadrada de uma função polinomial.
A função g é contínua em [ 0 , + ∞[ \ {3} . • g é contínua no intervalo ]1 , + ∞[ pis é definida pelo
13.3. Dh = { x ∈ R : x − 1 ≠ 0} = { x ∈ R : x ≠ 1} = quociente de duas funções polinomiais.
= { x ∈ R : x ≠ −1 ∧ x ≠ 1} = R \ {−1 , 1} • lim− g ( x ) = lim−
1 1
= − = −∞
x →−1 x →−1 x + 1 0
A função h é contínua em R \ {−1 , 1} .

8
4.1. Limites e continuidade

g ( −1) = 1 − ( −1) = 1 − 1 = 0 Ficha de teste 8 Págs. 80 e 81


2

3 x − 5 −2
Portanto, g não é contínua em x = –1 1. lim g ( x ) = lim− = + = −∞
x →1− x →1 1 − x 0
0
 
x2 − 2 x + 1 0 Resposta: (D)
• lim+ g ( x ) = lim+ =
x →1 x →1 x −1 g ( x)
2. g ( −2 ) > 0 e lim+ f ( x ) = 0+ , portanto, lim+ = +∞
( x − 1)
2 x →−2 x →−2 f ( x)
lim = lim+ ( x − 1) = 1 − 1 = 0
x →1+ x −1 x →1 Resposta: (D)
g (1) = lim+ g ( x ) = lim+ 1 − x = 1 − 1 = 0 2 2
3. lim f ( xn ) = lim f ( 4 − n 2 ) = lim f ( x ) = 2
x →1 x →1 x →−∞

Portanto, g é contínua em x = 1 Resposta: (B)


Conclusão: g é contínua em R \ {−1} . 4. A função f é contínua em x = 1 quando existe lim f ( x )
x →1

17. • f é contínua no intervalo ]−∞ , 4[ pois é definida por Assim:


2 − 2x
uma função contínua: uma função afim. lim f ( x ) = lim− =
• f é contínua no intervalo ]4 , + ∞[ pois é definida pelo x →1− x →1 x −1
2 − 2x 2 − 2x
quociente de duas funções contínuas: uma é uma função = lim− = lim =
x →1 − ( x − 1) x →1− 1 − x
afim e a outra é a diferença entre uma função constante e a
raiz quadrada de uma função afim. 2 (1 − x )
= lim− = lim− 2 = 2
0
 
x →1 1− x x →1
8 − 2x 0
• lim+ f ( x ) = lim+ = 4 
x→4 x→4 2 − x lim f ( x ) = lim+  + k  = 4 + k , logo f (1) = 4 + k .
x →1+ x →1  x 
(8 − 2 x ) ( 2 + ) = lim (8 − 2 x ) ( 2 + x ) =
x Portanto, 4 + k = 2 ⇔ k = −2 .
lim
x → 4+
( 2 − x )( 2 + x ) 2 −( x)
x → 4+ 2
2
Resposta: (A)
5. Por exemplo:
(8 − 2 x ) ( 2 + x ) 2(4 − x)(2 + x ) Gráfico 1 Gráfico 2
= lim = lim =
x → 4+ 4− x x → 4+ 4− x
(
= lim+  2 2 + x  = 2 2 + 4 = 8
x→4   ) ( )
• lim− f ( x ) = lim− (12 − 2 x ) = 12 − 2 × 4 = 4 = f ( 4 )
x→4 x→4

Como lim+ f ( x ) ≠ lim− f ( x ) não existe lim f ( x ) , pelo


x→4 x→4 x→4

que, a função f não é contínua em x = 4 .


Logo, a afirmação é falsa.
18. A função g é continua em R \ {0} porque é o produto de
O gráfico 1 verifica a opção (A) e exclui a opção (D).
uma função contínua pela composta de duas funções
O gráfico 2 exclui as opções (B) e (C) .
contínuas.
Resposta: (A)
Visto que lim sin x = 0 e −1 ≤ cos ≤ 1 , para todo o
x →0 6. Seja ( xn ) uma sucessão qualquer tal que xn ∈ D f , ∀n ∈ N
 1
x ∈ R \ {0} , temos que lim  sin x cos  = 0 , dado que se e xn → 3 .
x →0
 x
f ( xn ) = 4 − 2 xn , pelo que:
lim f ( x ) = 0 e se h é uma função limitada, então
x→0
lim f ( xn ) = lim ( 4 − 2 xn ) =
lim  f ( x ) × h ( x )  = 0 .
x→0 = lim 4 − lim ( 2 xn ) = 4 − 2lim xn =
 1
Daqui resulta que: lim  sin x cos  = 0 = g ( 0 ) e, portanto, = 4 − 2 × 3 = 4 − 6 = −2
x →0
 x Portanto, lim ( 4 − 2 x ) = −2 .
x →3
existe lim g ( x ) pelo que g é também contínua em x = 0. 0
x →0
4 ( x − 2)
 
4x − 8  0 
Logo, g é contínua em R . 7.1. lim = lim =
2 2
x →2 4 − x2
(
x→2 − x − 2
)( x + 2 )
19. lim g ( x ) = lim = + = +∞
( x − 1) 0 4 4
x →1 x →1 2
= lim = = −1
x→2 − ( x + 2 ) −4
Como este limite não é um número real, não é possível 1 −2 −3
0
  −1 −1 3
definir uma função f , contínua em R tal que x − 2x − 3
2 0

∀x ∈ R \ {1} , g ( x ) = f ( x ) 7.2. lim = 1 −3 0


x →−1 −2 x 2 − 6 x − 4

Logo, a afirmação é falsa.


= lim
( x + 1)( x − 3) =
−2 −6 −4
x →−1 ( x + 1)( −2 x − 4 )
−1 2 4
x−3 −1 − 3 −2 −4 0
= lim = =2
x →−1 −2 x − 4 2−4

9
4.1. Limites e continuidade

∞
b) Por exemplo, h ( x ) = ( 2 − x ) , pois
3
 
4x − 3 ∞ 4x − 3 4x − 3
7.3. lim = lim = lim =
x →−∞
x2 + 3 x →−∞
 3 x →−∞
3 f ( x) − x2 + 4 ( 2 − x )( 2 + x )
x 1 + 2 
2
x 1+ 2 lim = lim = lim =
 x  x x→2 g ( x) x →2
(2 − x)
3 x→2
(2 − x)
3

 3 2+ x 4
x 4 −  = lim = = +∞
4x − 3 (2 − x) 0+
x →2 2
= lim 
x
= lim =
x →+∞ →−∞
3 3 f ( x)
x
−x 1+ 2 −x 1+ 2 − x2 + 4 − x2 + 4
x x 9.2. a) lim = lim = lim =
x →−∞ x ×x x →−∞ − x × x x →−∞ − x2
3
4− − x2
= lim x = 4 − 0 = −4 = lim =1
x →−∞ − x 2
x →−∞ 3 − 1+ 0
− 1+ 2
x f ( x) − x2 + 4
b) lim− = lim− =
 x − 2 x
2
se x − 2 x 2 ≥ 0 x→2 x−2 x→2 x−2
7.4. x − 2x2 = 
− ( x − 2 x ) se x − 2 x < 0 − x + 4 × − x2 + 4
2 2 2
= lim− =
Por outro lado, temos que:
x→2
( x − 2) × ( − x2 + 4 )
( )
1
x − 2 x 2 ≥ 0 ⇔ x (1 − 2 x ) ≥ 0 ⇔ 0 ≤ x ≤
2
− x2 + 4 − x2 + 4
2
= lim− = lim− =
Assim: x→2
( x − 2 ) − x 2 + 4 x→2 ( x − 2 ) − x 2 + 4
 1 − ( x − 2 )( x + 2 ) − ( x + 2 ) −4
 x − 2 x se 0 ≤ x ≤
2

2 = lim = lim = + = −∞
x − 2x =  ( )
2 − −
x→2
x − 2 − x 2
+ 4 x→2
− x2 + 4 0
− ( x − 2 x 2 ) se x < 0 ∨ x > 1
 2 10.1. D f g = { x : x ∈ Dg ∧ g ( x ) ∈ D f } =

Logo: = { x : x ∈ R ∧ cos x ∈ R \ {−1}} =


∞
x − 2x 2
− ( x − 2x 2
) = lim 2 x −x
2  
∞ = { x : x ∈ R ∧ cos x ≠ −1} =
lim = lim =
3x + 2 3x + 2 3x + 2 = { x : cos x ≠ −1} =
x →+∞ 2 x →+∞ 2 x →+∞ 2

2x2 2
lim = = { x : x ≠ π + 2k π, k ∈ Z} =
x →+∞ 3 x 2 3
∞ = R \ {π + 2k π, k ∈ Z}
 
x3 − 1  ∞  x3
8.1. lim g ( x ) = lim = lim = A função f g é contínua no seu domínio pois:
x →−∞ x − 1
• g é contínua em R \ {π + 2k π, k ∈ Z}
x →−∞ x →−∞ x

= lim x 2 = ( −∞ ) = +∞
2

x →−∞ • f é contínua em g(a), sendo a ∈ R \ {π + 2k π, k ∈ Z}


8.2. A função g é contínua em x = 1 quando existe lim g ( x ) , 10.2. lim+ ( f g )( x ) = lim f ( g ( x ) )
x →1
x →π x →π
ou seja, quando lim+ g ( x ) = lim− g ( x ) = g (1)
x →1 x →1 2g ( x) 2cos x
= lim = lim
Assim: x →π g ( x) + 1 x →π cos x + 1
2cos π
0
  −2
x3 − 1 0
= = + = −∞
lim g ( x ) = g (1) = 1 − 2k e lim− = (1)
cos π + 1 0
x →1+ x →1 x −1
Recorrendo à regra de Ruffini, para fatorizar o polinómio
x 3 − 1 , temos que:
1 0 0 –1
1 1 1 1
1 1 1 0
Então, x 3 − 1 = ( x − 1) ( x 2 + x + 1)
Voltando a (1), temos:
x3 − 1 ( x − 1) ( x 2 + x + 1)
lim− = lim− = lim− ( x 2 + x + 1) = 3
x →1 x − 1 x →1 x −1 x →1

Logo, 1 − 2k = 3 ⇔ 2k = 1 − 3 ⇔ k = −1
Portanto, k = –1
9.1. a) Por exemplo, g ( x ) = 2 x − x 2 , pois
f ( x) − x2 + 4 ( 2 − x )( 2 + x )
lim = lim = lim =
x→2 g ( x) x→2 2 x − x 2 x→2 x (2 − x)
2+ x 2+2
= lim = =2
x →2 x 2

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