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DISCIPLINA - (BA001171) QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA

PRÁTICA – DESEQUÍLIBRIO DE TENSÃO PARA MOTORES DE INDUÇÃO


Matheus Felicio Palmeira dos Santos¹
1
Fundação Universidade Federal do Pampa, Bagé – RS, Brasil
E-mail: mfeliciops@alunos.unipampa.edu.br,

1. DESCREVA OS MATERIAIS
UTILIZADOS NA BANCADA:
MARCA, MODELO, FATOR DE
SERVIÇO, CARACTERÍSTICAS,
ENTRE OUTROS.

Figura 3 – MÓDULOS DE CARGA. (AMATROL INC)

GERADORES DE CORRENTE
CONTINUA tem como competência promover o
ensino acerca da forma de operação, instalação e
análise de performance de acordo com aplicação,
disposto em dois módulos – um de carga resistiva e
outro indutiva, com seis filiais em paralelos.

Figura 1 - ESTAÇÃO DE TRABALHO. (AMATROL INC)


MOTOR DE INDUÇÃO possui fisicamente
o estator semelhante à de uma máquina síncrona,
MÓDULO DE TRABALHO PARA
diferenciando pelo rotor. Funcionamento tem como
MOTORES ELÉTRICOS DA AMATROL, tem
finalidade converter potência elétrica em potência
como finalidade apresentar de forma didática
aplicações amplamente usadas no ramo industrial, mecânica. (CHAPMAN, 2013)
comercial e residencial para compreensão real do
conhecimento teórico acerca da operação,
instalação como analise de performance.
(AMATROL INC).

Figura 4 - MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO.

2. FINALIDADE DO ANALISADOR DE
QUALIDADE DE ENERGIA – FLUKE
434. QUAIS SÃO SUAS
CARACTERÍSTICAS?

FLUKE 434 possui um conjunto de


medições que permitem desde a verificação do
sistema de distribuição de força de forma ampla, a
Figura 2 - FREIO DE PRONY. (AMATROL INC) abordagem específica. PRINCIPAIS RECURSOS
são: CALCULADORA DE PERDA DE
FREIO DE PRONY provem um método ENERGIA; IDENTIFICAÇÃO E SOLUÇÃO DE
conveniente para aumento de carga no eixo para PROBLEMAS EM TEMPO REAL; MEDIÇÃO 3-
medição do torque de saída. (AMATROL INC) ϕ E O NEUTRO; GRÁFICO E GERAÇÃO DE
RELATÓRIO. (Analisador de EnergiaFluke 434
série II; FLUKE CORPORATION, 2012)

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DISCIPLINA - (BA001171) QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA
PRÁTICA – DESEQUÍLIBRIO DE TENSÃO PARA MOTORES DE INDUÇÃO
Matheus Felicio Palmeira dos Santos¹
1
Fundação Universidade Federal do Pampa, Bagé – RS, Brasil
E-mail: mfeliciops@alunos.unipampa.edu.br,

I. PROCEDIMENTO: APLIQUE EM SÉRIE Tabela 1 – POTÊNCIA P/ CARGA INDUTIVA.


COM UMA DAS FASES DO MOTOR
LIGADO EM DELTA E, POSTERIOR, EM Y S/C INDUTIVA
A INDUTÂNCIA E OBSERVE A VARIAÇÃO FASE A B C
DA TENSÃO E CORRENTE. REPITA O KW 0,05 0,05 0,05
TESTE PARA MOTOR A VAZIO E PLENA KVA 0,07 0,07 0,07
CARGA (CORRENTE NOMINAL DE KVAR 0,05 0,05 0,04
PLACA). C/C INDUTIVA = 6,4 H
KW 0 0,06 0,02
3. EXPLIQUE O DIAGRAMA FASORIAL KVA 0,01 0,06 0,1
APRESENTADO PARA CADA VALOR KVAR 0,01 0,01 0,1
DE INDUTÂNCIA APLICADO.

Indutor é um elemento passivo projetado 5. MONTE O ESQUEMA DE LIGAÇÃO


para armazenar energia em seu campo magnético, DO TRANSFORMADOR – MEDIDOR –
defasando em 90° a corrente e a tensão, mas MOTOR E UM CIRCUITO
especificamente atrasando a corrente. Para um EQUIVALENTE.
desequilíbrio de um sistema ocorrer é necessário
que as tensões de fase sejam diferentes por
magnitude e/ou fase de ângulos ou impedâncias de 6. CALCULE FD%. QUAL O FATOR DE
carga sejam desiguais. (ALEXANDRE e SADIKU, POTÊNCIA DA CARGA?
2013)
Desequilíbrio de tensão é o fenômeno
caracterizado por qualquer diferença verificada nas
amplitudes entre as três tensões de fase de um
determinado sistema trifásico e/ou na defasagem
elétrica de 120° entre as tensões de fase do mesmo
sistema. (AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA
ELÉTRICA – ANEEL)

FASE A B C
FD% 100% 60% 100%
S/C INDUTIVA
FP 0,71 0,71 0,74
Figura 5 – Motor em Y. S/C1 no Eixo. (A). S/C Indutiva; (B).
C/C INDUTIVA = 6,4 H
C/C2 Indutiva = 6,4 H. 0,99 0,19
FP -

4. QUAL A POTÊNCIA ATIVA ÚTIL NO


EIXO NA CORRENTE NOMINAL
CALCULADA PELO VALOR
APRESENTADO NO FREIO DE
PRONY, POTÊNCIA ELÉTRICA
ATIVA E A REATIVA.

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SEM CARGA. COM CARGA.

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Matheus Felicio Palmeira dos Santos¹
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E-mail: mfeliciops@alunos.unipampa.edu.br,

II. PROCEDIMENTO: REPITA O 7. AVALIE O AUMENTO DE PERDAS


PRIMEIRO PROCEDIMENTO COM INTERNAS (REDUÇÃO DO
UMA RESISTÊNCIA EM SÉRIE E RENDIMENTO) DEVIDO A
COMPARE OS RESULTADOS COM VARIAÇÃO AO DESEBUILIBRIO DE
AS RESPOSTA OBTIDA PARA AS TENSÃO.
PERGUNTAS DE 3-6.
Houveram perda significativa a partir de
que em análise com seus pares, o FD% se manteve
acima de 60%.

8. FOI POSSÍVEL OBSERVAR A


ELEVAÇÃO DE TEMPERATURA DE
OPERAÇÃO. (REDUÇÃO DE VIDA
ÚTIL) EM QUE SITUAÇÕES?

MEDIÇÕES foram obtida em tempo hábeis


a fim de evitar a ocorrência de aquecimento do
Figura 6 – (A). S/C no Eixo. C/C Resistiva = 100 Ω. Motor motor.
em Y. (B). C/C no Eixo = 12 oz. C/C Resistiva = 50 Ω.
Motor em DELTA. 9. PARA QUE NIVEL DE
DESEQUILIBRIO (FD%) FOI
Tabela 2 – POTÊNCIA P/ CARGA RESISTIVA. POSSÍVEL OBSERVAR O
SURGIMENTO DE TORQUE
C/C RESISTIVA = 100Ω. MOTOR EM Y ELETROMAGNETICO QUE AGE NO
SENTINDO DE FREAR O MOTOR?
FASE A B C
KW -0,04 -0,08 -0,05 Diante de aplicação inicial de valores altos
KVA 0,04 0,08 0,07 para tanto a carga resistiva quanto para carga
KVAR 0,01 0,03 0,04 indutiva, o motor não tem conjugado para dar
C/C NO EIXO = 12 OZ. C/C RESISTIVA = partida e iniciar a rotação o eixo, sendo sempre
50Ω. MOTOR DELTA. necessário iniciar o experimento com valores baixos
KW -0,05 -0,1 -0,09
e progressivamente aumentar.
KVA 0,07 0,1 0,09
KVAR 0,04 0,03 0,01
10. FOI POSSÍVEL OBSERVAR
ALTERAÇÕES NO TEMPO DE
FASE A B C PARTIDA NO MOTOR.
FD% 100% 85% 100%
FD% 3
100% 75% 100% Não, em contexto que a partida do motor era
C/C RESISTIVA = 100Ω. MOTOR EM Y sempre aplicada à baixos níveis de carga de forma
FP -0,95 -0,95 -0,77 permitir que o conjugado do motor atinja o patamar
C/C NO EIXO = 12 OZ. C/C RESISTIVA = mínimo para funcionamento.
50Ω. MOTOR DELTA.
FP -0,82 -0,95 -1

3
CALCULO FEITO EM RELAÇÃO AS MEDIÇÕES FEITA CASOS SEM CARGA NO EIXO E COM E SEM CARGA
PARA O MOTOR LIGADO EM DELTA PARA AMBOS OS RESISTIVA.

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E-mail: mfeliciops@alunos.unipampa.edu.br,

11. HOUVE DIMINUIÇÃO DO FATOR DE eletrico/os-analisadores-de-qualidade-de-


POTÊNCIA SIGNIFICATIVA EM energia/analisadores-da-qualidade-da-energia-
QUAIS CASOS? trifasica/fluke-434-series-ii#>. Acesso em: Maio
2019.
Houve para praticamente, todos os casos
onde foram aplicadas a carga através do Freio de CHAPMAN, S. J. Fundamentos de
Prony quanto pelos módulos de carga resistiva ou Máquinas Elétricas. 5ª. ed. Porto Alegre:
indutiva. AMGH, 2013.
REFERÊNCIAS
FLUKE CORPORATION. Fluke 434-
II/435-II/437-II: Analisadores de Qualidade de
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA
Potência e Energia Trifásicos. [S.l.]: [s.n.], 2012.
ELÉTRICA – ANEEL. Procedimentos de
Distribuição de Energia Elétrica no Sistema
Elétrico Nacional - PRODIST: MÓDULO 8 -
Qualidade de Energia Elétrica. ANEEL. [S.l.],
p. 88.

ALEXANDRE, C. K.; SADIKU, M. N.


O. FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS
ELÉTRICOS. 5ª. ed. Porto Alegre: AMGH,
2013.

AMATROL INC. DC Generators |


Industrial Motor Training. Amatrol. Disponivel
em: <https://amatrol.com/coursepage/industrial-
wiring-training-system/dc-generators-training/>.
Acesso em: Maio 2019.

AMATROL INC. Industrial Motor


Installation & Wiring Training System.
Amatrol. Disponivel em:
<https://amatrol.com/coursepage/industrial-
wiring-training-system/>. Acesso em: Maio
2019.

AMATROL INC. Prony Brake | Load


Rotating Machines and Measure Torque Output.
Amatrol. Disponivel em:
<https://amatrol.com/coursepage/electric-
motors-training-system/el613-43/>. Acesso em:
Maio 2019.
ANALISADOR de EnergiaFluke 434
série II. Fluke. Disponivel em:
<https://www.fluke.com/pt-br/produto/teste-