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NORMA

MERCOSUR

NM 52:2002

Primera edición

2002-09-15

Agregado fino - Determinación de la densidad y de la densidad aparente

Agregado miúdo - Determinação de massa específica e massa específica aparente

de massa específica e massa específica aparente ASOCIACIÓN MERCOSUR DE NORMALIZACIÓN Número de referencia

ASOCIACIÓN MERCOSUR DE NORMALIZACIÓN

Número de referencia NM 52:2002

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NM 52:2002

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Índice

1

Objeto

2 Referencias normativas

3

4

5

Definiciones

Muestreo

Instrumental

6 Preparación de la muestra para el ensayo

7

8

Procedimiento

Cálculos

9 Concordancia de resultados e informe

Sumário

1

Objetivo

2 Referências normativas

3

4

5

Definições

Amostragem

Aparelhagem

6 Preparação da amostra para ensaio

7

8

Procedimento

Cálculos

9 Concordância de resultados e relatório

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NM 52:2002

Prefacio

La AMN - Asociación MERCOSUR de Normalización - tiene por objeto promover y adoptar las acciones para la armonización y la elaboración de las Normas en el ámbito del Mercado Común del Sur - MERCOSUR, y está integrada por los Organismos Nacionales de Normalización de los países miembros.

La AMN desarrolla su actividad de normalización por medio de los CSM - Comités Sectoriales MERCOSUR - creados para campos de acción claramente definidos.

Los Proyectos de Norma MERCOSUR, elaborados en el ámbito de los CSM, circulan para votación nacional por intermedio de los Organismos Nacionales de Normalización de los países miembros.

La homologación como Norma MERCOSUR por parte de la Asociación MERCOSUR de Normalización requiere la aprobación por consenso de sus miembros.

Esta Norma fue elaborada por el CSM 05 - Comité Sectorial de Cemento y Hormigón.

El texto del Proyecto de Revisión de la NM 52:96 fue elaborado por Brasil y tuvo origen en las Normas:

NM 52:96 Agregado fino – Determinación de la densidad relativa y de la densidad relativa aparente

IRAM 1520/70 Agregados finos – Métodos de laboratorio para la determinación de la densidad relativa, de la densidad relativa aparente y de la absorción de agua

NBR 9776/87 Agregados – Determinação da massa específica de agregados miúdos por meio do frasco de Chapman – Método de ensaio

ASTM C 128-84 Standatd test method for specific gravity and absorption of fine aggregate

Esta Norma consiste en la revisión de la NM 52:96, habiendo sido hechas solamente alteraciones de forma para su publicación como NM 52:2002.

Prefácio

A AMN - Associação MERCOSUL de Normalização

- tem por objetivo promover e adotar as ações para a harmonização e a elaboração das Normas no âmbito do Mercado Comum do Sul - MERCOSUL, e é integrada pelos Organismos Nacionais de Normalização dos países membros.

A AMN desenvolve sua atividade de normalização

por meio dos CSM - Comitês Setoriais MERCOSUL

- criados para campos de ação claramente definidos.

Os Projetos de Norma MERCOSUL, elaborados

no âmbito dos CSM, circulam para votação nacional

por intermédio dos Organismos Nacionais de Normalização dos países membros.

A homologação como Norma MERCOSUL por

parte da Associação MERCOSUL de Normalização requer a aprovação por consenso de seus membros.

Esta Norma foi elaborada pelo CSM 05 – Comitê Setorial de Cimento e Concreto.

O texto do Projeto de Revisão da NM 52:96 foi

elaborado pelo Brasil, tendo origem nas Normas:

NM 52:96 Agregado miúdo - Determinação de massa específica e massa específica aparente

IRAM 1520/70 Agregados finos – Métodos de laboratorio para la determinación de la densidad relativa, de la densidad relativa aparente y de la absorción de agua

NBR 9776/87 Agregados – Determinação da massa

específica de agregados miúdos por meio do frasco

de Chapman – Método de ensaio

ASTM C 128-84 Standatd test method for specific gravity and absorption of fine aggregate

Esta Norma consiste na revisão da NM 52:96, tendo sido feitas apenas alterações de forma para sua publicação como NM 52:2002.

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NM 52:2002

Agregado fino – Determinación de la densidad y de la densidad aparente

Agregado miúdo - Determinação de massa específica e massa específica aparente

1

Objeto

Esta Norma MERCOSUR establece el método de determinación de la densidad y de la densidad aparente de los agregados finos para hormigón.

2 Referencias normativas

Las normas siguientes contienen disposiciones que, al ser citadas en este texto, constituyen requisitos de esta Norma MERCOSUR. Las ediciones indicadas estaban en vigencia en el momento de esta publicación. Como toda norma está sujeta a revisión, se recomienda a aquellos que realicen acuerdos en base a esta Norma que analicen la conveniencia de emplear las ediciones más recientes de las normas citadas a continuación. Los organismos miembros del MERCOSUR poseen informaciones sobre las normas en vigencia en el momento.

NM 26:2000 Agregados – Muestreo

NM 27:2000 Agregados – Reducción de la muestra de campo para ensayo de laboratorio

3

Definiciones

3.1 Agregado fino

Agregado que pasa la malla de 9,5 mm, que casi todo pasa la malla de 4,75 mm y que queda en su mayoría retenido en la malla de 75 µm; o la porción que pasa la malla de 4,75 mm y queda en su mayoría retenida en la malla de 75 µm.

NOTA - Las definiciones dadas son alternativas a ser aplicadas bajo diferentes circunstancias. La primera definición se aplica al agregado intacto, ya sea en su estado natural o después de procesado. La segunda definición se aplica a una porción de un agregado.

3.2 Densidad

Es la relación entre la masa del agregado seco y su volumen, excluyendo los poros permeables.

3.3 Densidad aparente

Es la relación entre la masa del agregado seco y su volumen, incluyendo los poros permeables.

1

Objetivo

Esta Norma MERCOSUL estabelece o método de determinação da massa específica e da massa específica aparente dos agregados miúdos destinados a serem usados em concreto.

2 Referências normativas

As seguintes normas contêm disposições que, ao

serem citadas neste texto, constituem requisitos desta Norma MERCOSUL. As edições indicadas estavam em vigência no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita à revisão, se recomenda, àqueles que realizam acordos com base nesta Norma, que analisem a conveniência de usar as edições mais recentes das normas citadas

a seguir. Os organismos membros do MERCOSUL

possuem informações sobre as normas em vigência

no momento.

NM 26:2000 Agregados – Amostragem

NM 27:2000 Agregados – Redução da amostra de campo para ensaios de laboratório

3

Definições

3.1 Agregado miúdo

Agregado que passa na peneira com abertura de malha de 9,5 mm, que passa quase totalmente na peneira 4,75 mm e fica retiro, em sua maior parte, na peneira 75 µm; ou se define como a porção que passa na peneira de 4,75 mm e fica retida quase totalmente na peneira de 75 µm.

NOTA - As definições dadas são alternativas a serem aplicadas sob diferentes condições. A primeira definição se aplica ao agregado íntegro, seja em seu estado natural ou depois de processado. A segunda definição se aplica a uma fração de um agregado.

3.2 Massa específica

É a relação entre a massa do agregado seco e seu

volume, excluindo os poros permeáveis.

3.3 Massa específica aparente

É a relação entre a massa do agregado seco e seu

volume, incluindo os poros permeáveis.

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3.4 Densidad relativa

3.4 Massa específica relativa

Es la relación entre la masa de la unidad de volumen de un material incluyendo los poros permeables e impermeables, a una temperatura determinada, y la masa de un volumen igual de

É a relação entre a massa da unidade de volume de um material, incluindo os poros permeáveis e impermeáveis, a uma temperatura determinada, e a massa de um volume igual de água destilada, livre

agua destilada, libre de aire, a una temperatura establecida.

de

ar, a uma temperatura estabelecida.

El concepto de densidad relativa puede ser aplicado

O

conceito de massa específica relativa pode ser

tanto a la densidad, como a la densidad aparente, siendo divididos por la densidad del agua, a una determinada temperatura, los resultados obtenidos en 8.1, 8.2 y 8.3. La densidad relativa es una magnitud adimensional, debiendo ser expresada siempre en función de la temperatura. Cuando fuera determinada de acuerdo con esta Norma, la densidad relativa se debe expresar con dos cifras decimales.

aplicado tanto à massa específica, quanto à massa específica aparente, dividindo-se os resultados obtidos em 8.1, 8.2 e 8.3 pela massa específica da água a uma determinada temperatura. A massa específica relativa é uma grandeza adimensional, devendo ser expressa sempre em função da temperatura. Quando determinada de acordo com esta Norma, deve ser expressa com duas casas decimais.

3.5 Agregado saturado y de superficie seca

Son las partículas de agregado que han colmado sus posibilidades de absorber agua y mantienen su superficie seca.

4 Muestreo

La muestra debe ser tomada de acuerdo con el procedimiento establecido en la NM 26 y reducida para ensayo de acuerdo con la NM 27.

5 Instrumental

5.1

Balanza

Con una capacidad mínima de 1 kg, que aprecie el 0,1 g.

5.2 Frasco aforado (Figura 1)

De 500 cm 3 de capacidad, con un error menor de 0,15 cm 3 a 20°C.

5.3 Molde troncocónico

Metálico, de (40 ± 3) mm de diámetro superior, (90 ± 3) mm de diámetro inferior y (75 ± 3) mm de altura, con un espesor mínimo de 1 mm.

5.4 Varilla de compactación

Metálica, de (340 ± 15) g de masa, con una superficie de compactación circular plana de (25 ± 3) mm de diámetro.

5.5

Estufa

Capaz de mantener la temperatura en el intervalo de (105 ± 5) °C.

3.5 Agregado saturado superfície seca

São as partículas de agregado que culminaram suas possibilidades de absorver água e mantém a superfície seca.

4

Amostragem

A amostra deve ser coletada de acordo com o

procedimento descrito na NM 26 e reduzida para ensaio de acordo com a NM 27.

5

Aparelhagem

5.1

Balança

Com capacidade para 1 kg e resolução de 0,1 g.

5.2 Frasco aferido (Figura 1)

De 500 cm 3 de capacidade, com erro inferior a 0,15 cm 3 a 20°C.

5.3 Molde tronco-cônico

Metálico, de (40 ± 3) mm de diâmetro superior, (90 ± 3) mm de diâmetro inferior e (75 ± 3) mm de altura, com espessura mínima de 1 mm.

5.4 Haste de compactação

Metálica, com (340 ± 15) g de massa, tendo superfície de compactação circular plana de (25 ± 3) mm de diâmetro.

5.5

Estufa

Capaz de manter a temperatura no intervalo de (105 ± 5) °C.

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5.6 Bandeja metálica

Para secar la muestra.

5.7 Espátula de acero.

5.8 Circulador de aire regulable.

5.9

Desecador.

6 Preparación de la muestra para el ensayo

6.1 La muestra para ensayo debe estar constituída

por 1 kg de agregado fino, obtenida por cuarteo.

6.2 Se coloca la muestra en un recipiente, se cubre

con agua y se deja estacionar durante 24 h. Se retira la muestra del agua y se extiende sobre una superfície plana, sometiéndola a la acción de una corriente suave de aire, removiendo la muestra con frecuencia para asegurar un secado uniforme. Se prosigue el secado hasta que los granos de agregado fino no se adhieran marcadamente entre sí.

6.3 Se coloca el agregado fino en el molde, sin

apretarlo, se apisona su superficie suavemente 25 veces con la varilla y se levanta verticalmente el molde. Si hay todavía humedad superficial, el agregado retiene la forma del molde.

6.4 En ese caso, se continúa el secado, removiendo

la muestra constantemente y se hacen ensayos a intervalos frecuentes hasta que el cono de agregado fino se desmorone al sacar el molde. En este momento el agregado ha llegado a la condición de saturado y superficie seca.

6.5 El método descripto en 6.2 a 6.4 tiene por

objeto asegurar que en el primer ensayo el agregado tenga algo de humedad superficial. Si el cono se desmorona en el primer intento, el agregado fino ha sido secado más allá de su punto de saturado y superficie seca. En ese caso se agrega una pequeña cantidad de agua (unos centímetros cúbicos), se mezclan íntimamente y se deja la muestra en un recipiente tapado durante 30 min. Comenzando nuevamente el proceso de secado y ensayo.

NOTA - Alternativamente, cuando los datos de densidad vayan a ser utilizados en hormigones con agregados usados con su condición natural de humedad, lo indicado en los apartados 6.2 a 6.5 puede ser omitido, siendo calculada solamente la densidad del agregado, de acuerdo con 8.3.

7 Procedimiento

7.1 Se pesan (500,0 ± 0,1) g de muestra (m s ), se

colocan en el frasco (5.2) y se registra la masa del conjunto (m 1 ). Se llena con agua hasta cerca de la marca de 500 ml. Se mueve el frasco para eliminar

5.6 Bandeja metálica

Para secar a amostra.

5.7 Espátula de aço.

5.8 Circulador de ar regulável.

5.9

Dessecador.

6 Preparação da amostra para ensaio

6.1 A amostra para ensaio deve ser constituída por

1 kg de agregado miúdo, obtido por quarteamento.

6.2 Colocar a amostra em um recipiente, cobri-la

com água e deixar em repouso por 24 h. Retirar a amostra de água e estendê-la sobre uma superfície plana, submetendo-a à ação de uma suave corrente de ar, revolvendo a amostra com freqüência para assegurar uma secagem uniforme. Prosseguir a secagem até que os grãos de agregado miúdo não fiquem fortemente aderidos entre si.

6.3 Colocar o agregado miúdo no molde, sem

comprimi-lo; compactar sua superfície suavemente com 25 golpes de haste de socamento e então levantar verticalmente o molde. Se ainda houver umidade superficial, o agregado conserva a forma do molde.

6.4 Nesse caso, continuar a secagem, revolvendo a

amostra constantemente e fazer ensaios a intervalos freqüentes de tempo até que o cone de agregado miúdo desmorone ao retirar o molde. Neste momento o agregado terá chegado à condição de saturado superfície seca.

6.5 O método descrito de 6.2 a 6.4 tem por fim

assegurar que no primeiro ensaio o agregado tenha alguma umidade superficial. Se o cone desmoronar na primeira tentativa, o agregado miúdo terá sido seco além do seu ponto de saturado superfície seca. Nesse caso, adicionar uma pequena quantidade de água (alguns centímetros cúbicos), misturar intimamente e deixar a amostra em um recipiente tampado durante 30 min, iniciando novamente o processo de secagem e ensaio.

NOTA - Alternativamente, quando os dados de massa específica se referem a agregados a serem utilizados no concreto em sua condição natural de umidade, as operações estabelecida nos itens 6.2 a 6.5 podem ser omitidas, sendo calculada apenas a massa específica do agregado, conforme 8.3.

7 Procedimento

7.1 Pesar (500,0 ± 0,1) g de amostra (m s ), colocar

no frasco (5.2) e registrar a massa do conjunto (m 1 ). Encher o frasco com água até próxima da marca de 500 ml. Movê-lo de forma a eliminar as bolhas de ar

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las burbujas de aire, después de lo cual se coloca en un baño a temperatura constante, mantenido a (21 ± 2) °C.

NOTA - Las temperaturas del aire de la sala, del agua de ensayo, y del baño indicado en 7.1, pueden ser mantenidas en el intervalo de (23 ± 2) °C, (25 ± 2) °C o (27 ± 2) °C, en países o regiones de clima caliente, pero en esse caso se la debe registrar en el informe del ensayo.

7.2 Después de 1 h, aproximadamente, se completa

con agua hasta la marca de 500 cm 3 y se determina la masa total al 0,1 g (m 2 ).

7.3 Se retira el agregado fino del frasco y se seca a

(105 ± 5) °C hasta masa constante (± 0,1 g). Se enfría a temperatura ambiente en un desecador y se pesa al 0,1 g (m).

8 Cálculos

8.1 Densidad aparente del agregado seco

Se calcula mediante la fórmula siguiente:

d

1

=

donde:

d 1 ,

en gramos por centímetro cúbico;

es la densidad aparente del agregado seco,

m, es la masa de la muestra seca en estufa, determinada según 7.3, en gramos;

V,

cúbicos;

es el volumen del frasco, en centímetros

V a , es el volumen de agua agregada al frasco, de acuerdo con la fórmula siguiente, en centímetros cúbicos:

V

a

=

donde:

m 1 ,

determinada de acuerdo con 7.1, en gramos;

es la masa del conjunto (frasco + agregado)

m 2 ,

determinada de acuerdo con 7.2, en gramos;

es la masa total (frasco + agregado + agua)

ρ a ,

centímetro cubico.

es la densidad del agua, en gramos por

e depois colocá-lo em um banho mantido a temperatura constante de (21 ± 2) °C.

NOTA - As temperaturas do ar da sala, da água de ensaio e do banho definido em 7.1, podem ser mantidas no intervalo de (23 ± 2) °C, (25 ± 2) °C ou (27 ± 2) °C, em países ou regiões de clima quente, porém devem ser registradas no relatório do ensaio.

7.2 Após 1 h, aproximadamente, completar com

água até a marca de 500 cm 3 e determinar a massa total com precisão de 0,1 g (m 2 ).

7.3 Retirar o agregado miúdo do frasco e secá-lo a

(105 ± 5) °C até massa constante (± 0,1 g). Esfriar à temperatura ambiente em dessecador e pesar com precisão de 0,1 g (m).

8 Cálculos

8.1 Massa específica aparente do agregado seco

Calcular utilizando a fórmula seguinte:

m

V

V

a

onde:

d

seco, em gramas por centímetro cúbico;

é a massa específica aparente do agregado

1 ,

m, é a massa da amostra seca em estufa, determinada segundo 7.3, em gramas;

V,

é o volume do frasco, em centímetros cúbicos;

V a , é o volume de água adicionada ao frasco, de acordo com a seguinte fórmula, em centímetros cúbicos:

m

2

m

1

ρ

a

onde:

m 1 , é a massa do conjunto (frasco + agregado) determinada de acordo com 7.1, em gramas;

m 2 , é a massa total (frasco + agregado + água) determinada de acordo com 7.2, em gramas;

ρ a , é a massa específica da água, em gramas por centímetro cúbico.

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8.2 Densidad del agregado saturado y de superficie seca

Se calcula mediante la fórmula siguiente:

8.2 Massa específica do agregado saturado superfície seca

Calcular utilizando a fórmula seguinte:

m

s

d

2

=

V

V

 

a

onde

d 2 ,

é a massa específica do agregado saturado

superfície seca, em gramas por centímetro cúbico;

m s ,

é a massa da amostra na condição saturada

superfície seca, determinada em 7.1, em gramas;

V,

é o volume do frasco, em centímetros cúbicos;

V a , é o volume de água adicionada ao frasco, determinado segundo 8.1, em centímetros cúbicos.

8.3 Massa específica

Calcular utilizando a fórmula seguinte:

 

m

donde:

d

2 , superfície seca, en gramos por centímetro cúbico;

es la densidad del agregado saturado y de

m s , es la masa de la muestra en condición

saturada y de superfície seca, determinada según

7.1, en gramos;

V,

cúbicos;

es el volumen del frasco, en centímetros

es el volumen del agua agregada al frasco,

V

a , determinado según 8.1, en centímetros cúbicos.

8.3 Densidad

Se calcula mediante la fórmula siguiente:

d

=

3 m

(V

V )

a

ρ

a

s

− m

donde:

onde:

d 3 , es la densidad del agregado, en gramos por centímetro cúbico;

m, es la masa de la muestra seca, en estufa, determinada según 7.3, en gramos;

V, es el volumen del frasco, en centímetros cúbicos;

V a , es el volumen de agua agregada al frasco,

determinado según 8.1, en centímetros cúbicos;

m s , es la masa de la muestra en condición saturada

y de superficie seca, determinada en 7.1, en gramos;

ρ a ,

centímetro cubico.

es la densidad del agua, en gramos por

9 Concordancia de resultados e informe

Los resultados de los ensayos realizados con la misma muestra no deben diferir en sus valores en más de 0,02 g/cm 3 para la densidad relativa. Se toma como valor definitivo el promedio de los valores correspondientes obtenidos y se informa al 0,01 g/cm 3 .

d 3 , é a massa específica do agregado, em gramas por centímetros cúbicos;

m, é a massa da amostra seca em estufa, determinada segundo 7.3, em gramas;

V, é o volume do frasco, em centímetros cúbicos;

V a , é o volume de água adicionado ao frasco, determinado segundo 8.1, em centímetros cúbicos;

m s , é a massa da amostra na condição saturada superfície seca, determinada em 7.1, em gramas;

ρ a , é a massa específica da água, em gramas por centímetro cúbico.

9 Concordância de resultados e relatório

Os resultados dos ensaios realizados com a mesma amostra não devem diferir em mais de 0,02 g/cm 3 para a massa específica. Tomar como valor definitivo a média dos valores correspondentes obtidos e registrar com aproximação de 0,01 g/cm 3 .

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NOTA - Cuando el agregado fino sea ensayado con su condición natural de humedad, se debe informar la procedencia de la muestra y el procedimiento utilizado para prevenir su secado previo al ensayo.

NOTA - Quando o agregado miúdo for ensaiado em sua condição natural de umidade, se deve informar a procedência da amostra e o procedimento utilizado para prevenir a perda de umidade antes da realização do ensaio.

60,0 50,0 50,0 111,5 110,0
60,0
50,0
50,0
111,5
110,0

Medidas en milímetros/

Dimensões em milímetros

14,0 11,0 93,0 50,0 53,5 8,8
14,0
11,0
93,0
50,0
53,5
8,8

Figura 1 -

Frasco y tapa / Frasco e tampa

NOTA - Las dimensiones son dadas de manera ilustrativa, solamente para orientar la construcción del frasco.

NOTA - As dimensões são dadas de maneira ilustrativa, apenas para orientar a fabricação do frasco.

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ICS 91.100.20 Descriptores: agregado fino, densidad relativa, densidad relativa aparente, agregado saturado y superficie seca Palavras chave: agregado miúdo, massa específica, massa específica aparente, agregado saturado e de superfície seca Número de Páginas: 06

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NM 52:2002 (Projeto de Norma MERCOSUL 05:02-0306 e posteriormente NM 52:96)

Agregado miúdo - Determinação de massa específica e massa específica aparente /

Agregado fino – Determinación de la densidad y de la densidad aparente

INFORME DAS ETAPAS DE ESTUDO

1 INTRODUÇÃO

Esta Norma MERCOSUL estabelece o método de determinação da massa específica e da massa específica aparente dos agregados miúdos destinados a serem usados em concreto.

Esta Norma MERCOSUL foi elaborada pelo CSM 05 - Cimento e Concreto, fazendo parte da primeira etapa de harmonização de normas desse Comitê Setorial.

O texto-base do Anteprojeto de Norma MERCOSUL 05:02-0306 foi elaborado pela Argentina e do Anteprojeto

de Revisão da NM 52:96 foi elaborado pelo Brasil.

2 COMITÊ ESPECIALIZADO

Esta Norma foi elaborada pelo SCSM 02 - Agregados, do CSM 05 - Cimento e Concreto e a Secretaria Técnica do CSM 05 foi exercida pela ABNT.

Os membros ativos que participaram da elaboração deste documento foram:

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas INTN - Instituto Nacional de Tecnología y Normalización IRAM - Instituto Argentino de Normalización UNIT - Instituto Uruguaio de Normas Técnicas

3 ANTECEDENTES

Associação Brasileira De Normas Técnicas NBR 9776/87 Agregados – Determinação da massa específica de agregados miúdos por meio do frasco de Chapman – Método de ensaio

Instituto Argentino de Normalización (IRAM) IRAM 1520/70 Agregados finos – Métodos de laboratorio para la determinación de la densidad relativa, de la densidad relativa aparente y de la absorción de agua

American Society for Testing and Materials ASTM C 128-84 Standatd test method for specific gravity and absorption of fine aggregate

Não existe Norma Internacional a respeito, de acordo com o documento consultado:

International Organization for Standardization (ISO). ISO Catalogue 2001, na homepage da ISO.

4

CONSIDERAÇÕES

O

texto-base do Anteprojeto de Norma MERCOSUL 05:02-0306 foi elaborado pela Argentina, tendo origem

nas Normas: IRAM 1520/70, NBR 9776/87 e ASTM C 128-84.

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Foi enviado aos organismos de normalização dos países integrantes do MERCOSUL em 17/6/94, em apreciação, no âmbito da Comissão de Estudos.

Na etapa de apreciação, a primeira versão do Anteprojeto recebeu sugestões que, tendo sido aceitas, foram incorporadas ao texto, gerando sua segunda versão, enviada para apreciação em 20/02/95.

A

segunda versão do texto não recebeu sugestões na etapa de apreciação e o Projeto de Norma 05:02-0306,

traduzido para o idioma português e devidamente adequado ao padrão de apresentação de Normas

MERCOSUL, foi submetido a votação no âmbito do CSM 05, no período de 01/10/95 a 29/12/95, recebendo

voto de aprovação sem restrições da ABNT (Brasil), bem como votos de aprovação com sugestões de forma

do

IRAM (Argentina) e UNIT (Uruguai). O INTN (Paraguai) absteve-se de votar.

As

sugestões recebidas na etapa de votação do Projeto foram analisadas e enviadas para conhecimento dos

organismos de normalização dos quatro países, sendo aceitas por consenso.

O Projeto foi então enviado à AMN, conforme determina o Procedimento para Elaboração de Normas

MERCOSUL, para editoração e aprovação como Norma MERCOSUL (NM 52) em março/1996.

Após cinco anos de vigência da Norma, a Secretaria Técnica do Comitê Setorial 05, exercida pela ABNT, elaborou um texto-base para revisão da NM 52:96 e o enviou aos Organismos Nacionais de Normalização dos Países Membros do MERCOSUL, como proposta brasileira, para apreciação no âmbito da Comissão de Estudos MERCOSUL.

Durante o período de apreciação, encerrado em 20/12/99, o Anteprojeto de Revisão da NM 52:96 recebeu sugestões de fundo e de forma do IRAM. Após a necessária troca de correspondências para os esclarecimentos sobre as alterações propostas para o método de ensaio, o Anteprojeto foi aprovado para envio para votação no âmbito do CSM 05.

O Projeto de Revisão da NM 52:96 foi enviado para votação, no período 01/09/00 a 30/11/00, recebendo votos

de aprovação com sugestões de forma do IRAM (Argentina), bem como voto de aprovação sem restrições da

ABNT (Brasil), e do UNIT (Uruguai). O INTN (Paraguai) abstive-se de votar.

As sugestões recebidas na etapa de votação do Projeto foram analisadas e enviadas para conhecimento dos

organismos de normalização dos quatro países.

O Projeto foi finalmente enviado à AMN, conforme determina o Procedimento para Elaboração de Normas

MERCOSUL, para editoração, aprovação final e publicação como NM 52:2002.