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A importância do acompanhamento dos avanços e retrocessos do aluno.1

Jadiane da Silva2
Meika Daniely Silva Rodrigues3
Patrícia Menezes Amorim4

RESUMO

Este artigo resulta de uma análise bibliográfica, onde notamos a necessidade de


discutir e debater “A importância do acompanhamento dos avanços e retrocessos do
aluno” sobre a aprendizagem das crianças analisando e contextualizando a vivencia
do mesmo, fazendo links com sua vida social, escolar e averiguando a produção do
caderno escolar. Objetivando uma análise sobre o desenvolvimento da criança e seu
acompanhamento familiar e sua relação com os professores no processo educacional.
Enfatizando a importância de investigar o fracasso do aluno antes de um diagnóstico.

Palavras chave: Processo Educativo, Cadernos Escolares e Vivência Familiar.

ABSTRACT

This article results from a bibliographical analysis, where we note the need to discuss
and discuss "The importance of accompanying students' progress and retreats" on
children's learning by analyzing and contextualizing the experience of the student,
making links with their social, school and Checking the production of the school
notebook. Aiming at an analysis about the development of the child and its family
accompaniment and its relationship with the teachers in the educational process.
Emphasizing the importance of investigating student failure prior to a diagnosis.

Key words: Educational Process, School Notebooks and Family Experience.

1 Artigo Avaliativo para a Disciplina Psicologia da Educação – Para obtenção da nota da 3ª Unidade.
2 Graduando em Psicologia pela Universidade Potiguar – jadiane@live.com
3 Graduanda em Psicologia pela Universidade Potiguar – dannypessoa.psy@hotmail.com
4 Graduanda em Psicologia pela Universidade Potiguar – patriciapsi001@gmail.com
5 Orientador Mestre em Estudo de Linguagem. Professor da Universidade Potiguar –

laurence@unp.br
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1. Introdução

O objetivo desse trabalho é apresentar para os leitores sobre a importância


de se investigar as principais causas do fracasso escolar, presente na vida de muitas
crianças.
A maioria dessas crianças por não ter um acompanhamento pedagógico e
psicológico adequado, tem suas fragilidades transformadas em doenças e anomalias,
levando-as muitas vezes ao uso de remédios psicoterápicos que poderão contribuir
para uma resposta prejudicial e indesejada.
Buscamos conscientizar tanto aos professores, quanto aos pais sobre a
importância de se realizar uma análise mais aprofundada por meios de mecanismos
efetivos, averiguando os fatores biológicos e meio sociais no qual a criança está
inserida e principalmente o psicológico de onde se origina o adoecimento.
Todos esses fatores precisam ser estudados e observados, tanto em
conjunto, como individualmente, evitando assim o sofrimento no âmbito escolar.
Nosso intuito é propor melhorias no sistema de cuidados e nas políticas
públicas, propondo um olhar para essas questões tão poucas discutidas nessa
contemporaneidade.
Desconsiderando o pensamento obsoleto que atribui títulos indesejados as
crianças que prejudica ainda mais no processo de aprendizagem e na evolução da
escolarização.

2. A importância da Família no Processo de Escolarização da Criança

A participação da família no processo de escolarização é um fator


determinante para o desenvolvimento e aprendizagem na escola. Quando os pais se
interessam pelo empenho escolar dos filhos há um resultado satisfatório tanto no
processo escolar, como também no âmbito familiar.
Essa compreensão contribui para estimulação do interesse, alcançando
diretamente o processo de conhecimento e aprimorando as reações que tornam-se
cada vez mais naturalizada, levando a criança a um conforto emocional e atribuindo-
lhe segurança e confiança naquilo que se propõe a fazer e aprender.
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“Vygotsky entende o homem e seu desenvolvimento numa perspectiva


sociocultural, ou seja, percebe que o homem se constitui na interação com o
meio em que se está inserida” (RESENDE, 2009).
[...]
“É importante afirmar que essa interação entre homem e meio é considerada
uma relação dialética, já que o indivíduo não só internaliza as formas culturais
como também intervém e as transforma” (RESENDE, 2009).

O relacionamento entre escola e família é fundamental desde os primeiros


anos da criança, pois são as duas estruturas responsáveis pela sua inserção no meio
social e na construção dos saberes.
As experiências obtidas e os valores morais ensinados pelos seus pais,
contribuem para a formação da sua “subjetividade”, bem como há um crescimento na
interação e convivência com outras crianças, gerando assim um ciclo harmonioso.
É importante destacamos que a rotina das famílias está cada vez mais reduzida
ao tempo, este fator tem atingido diretamente na qualidade dos momentos entre a
família, onde os pais estão deixando seus filhos sobre o cuidado de “terceiros” para
exercer a função de educar, pela buscar de possibilitar uma vida digna.
O padrão exigido pela sociedade e imposto pelo capitalismo, está contribuindo
para que os pais se ausentem do convívio familiar, impossibilitando-os também de
acompanhar o crescimento dos seus filhos, influenciando assim de forma negativa no
processo cognitivo. Essa ausência está atingindo a saúde emocional das crianças,
levando-as a serem: agressivas, fragilizadas e inseguras e consequentemente
depressivas não sabendo mais superar suas dificuldades
É nesse momento que a escola necessita ter um olhar aplicado para a
conscientização destes pais que saíram de casa e deixaram seus filhos aos cuidados
alheios, trazendo a criança e os seus pais ao elemento primordial que é o convívio
saudável em família.
Essa reconstrução não acontecerá por meio de uma varinha de condão, e sim
com o auxílio dos professores e do auxílio de um psicólogo, pois os pais precisam
compreender que participar da vida escolar dos filhos, não está limitada em apenas
cobrar ou exigir, mais sim, de acompanhar, participar, estimular, incentivar, ensinar,
valorizar, e elogiar cada evolução no aprendizado.
Quanto mais os pais conversarem com seus filhos sobre a instituição “escola”
vai incentivando de forma direta sobre a escolarização e sua formação educacional.
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A participação da família na elaboração das tarefas “lições” de casa, ajuda no


processo educacional melhorando também na sua capacidade de aprender e manter
uma boa relação com seus colegas; professores e cuidadores. Possibilitando a
criança, meios de participar com outras pessoas de forma compreensível e respeitosa.
A família é a base primordial de todo ensino e aprendizagem de uma criança,
sendo de forma demasiada a essência de todo o aprendizado e conhecimento para
uma criança, dando lhes a oportunidade de se tornar uma pessoa idônea e capacitada
para vivenciar as divergências da vida. Quando não há a colaboração e participação
da família no ensino e aprendizagem da criança, há uma dificuldade de perpassar o
ensino da criança no âmbito familiar, sendo como um feedback negativo para a
criança, desestimulando ao aprender.
Quando uma criança estiver se saindo mal na escola e não estiver atendendo
a forma de ensino da escola, é muito importante e fundamental analisar e verificar o
que realmente esta acontecendo com essa criança. Porque pode ser que os materiais
utilizados podem estar inadequados para a série? A família pode não esta
colaborando para o aprendizado da criança? Os professores podem não esta notando
a dificuldade daquele aluno? Uma serie de questões estão envolvidos no aprendizado
e compreensão da criança. Por isso a importância de olhar sempre os materiais e
atividades da criança, ajudando na dificuldade existente no processo da
escolarização.
É de extrema importância a participação da família, porque, assim a criança
vai se sentir amparada e estimulada a sempre buscar novos conhecimentos e
aprender já que a família esta empenhada em participar do seu desenvolvimento.
Deixando a criança apoiada no seu processo de “perdas e ganhos” já que estamos
falando de crescimento e aprendizagem.
É dever dos pais participar, estimular e organizar as tarefas dos filhos com
responsabilidade, dando ênfase no que realmente é essencial para o desenvolvimento
da criança. Não deixando de enfatizar a importância do ensino ao longo da sua vida.

3. A instituição e a Relação Pais e Professores

A comunicação/relação é de extrema importância entre pais e professores,


pois essa relação contribui para o desenvolvimento cognitivo da criança e facilita a
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evolução, bem como as dificuldades e limitações ao assimilar, absorver e aprender os


conteúdos.

Segundo Piaget: as crianças não raciocinam da mesma maneira que os


adultos, elas apenas gradativamente se enquadram nas regras, valores e
símbolos da maturidade “desenvolvimento” psicológico. Essa inserção se dá
por intermédio de dois instrumentos: assimilação e acomodação.

Na maioria das escolas públicas a falta de estrutura é um dos fatores que


contribuem para o fracasso no processo de aprendizagem. Além disso, há uma falta
de comunicação/dialogo entre os pais e os professores.
Essa falta de comunicação gera o fracasso na evolução do aluno e surge à
necessidade de se buscar ajuda dos psicólogos e psicopedagogos o que em muitas
situações é essencial para nortear essa criança que se encontra com dificuldades na
escola. Tentando compreender o real problema/dificuldade para tentar solucionar
essa questão que está provocando esse fracasso na escola.
É comum notarmos que muitos professores preferem isentar-se do fracasso
escolar do aluno ao invés de analisar e contextualizar o que está realmente
acontecendo com essa criança. Muitas das vezes, apenas desempenhando seu papel
exposto pela coordenação da escola e desmerecendo “a importância e irrelevante de
analisar o contexto de viva do aluno” questões que precisam ser debatidas para uma
educação justa e digna para todos.
A família ao receber da escola resultados insatisfatório em relação à
aprendizagem do seu filho prefere responsabilizar os professores pela falta de
sucesso dos seus filhos e esquecem a importância da sua participação no processo
de aprendizagem da criança. Preferindo responsabilizar os professores ao fracasso
escolar, prejudicando ainda mais na evolução dessa criança.

"O professor é o grande orquestrador de todo o processo. Além de ser o


sujeito mais experiente, sua interação tem planejamento e intencionalidade
educativos", explica Maria Teresa de Assunção Freitas, docente da
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Como profissionais aptos a atuar nesse contexto, faz-se necessário
conscientizar a esses pais que o professor não tem o dever unitário de educar
sozinhos seus filhos. O professor é muito importante “sim” para o ensino da criança,
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o que não exclui a importância da família nesse processo de escolarização, onde a


família é a instituição primaria de todo aprendizado da criança.
A família tem que se conscientizar do seu papel no desenvolvimento cognitivo
da criança, sendo assim, colaborando em conjunto com o professor para o processo
educacional que garanta o mínimo de dignidade para essa criança, onde disponibilize
uma ambientação saudável para se aprender da melhor forma possível. Possibilitando
que essa criança se desenvolva de forma harmônica com a contribuição dos pais e
dos educadores.
Fazendo compreender que o papel do professor não é somente passar
conteúdo mais sim educar. Onde o educador deve estar apto para novos desafios, a
fim de aprimorar suas experiências e poder executar um trabalho de excelência,
contribuindo com os resultados de superação e progressão dos seus alunos,
pensando sempre na contribuição que está dando para a aprendizagem dos mesmos.
Trabalhar por amor essa é a pedra angular de cada profissão, fazer o que lhe faz bem
e o que lhe proporciona prazer.
É primordial esse elo entre pais/professor, facilitando demasiadamente no
processo de alfabetização da criança, pois juntos encontrarão soluções para os
problemas apresentados em cada vivência.
Essa relação possibilita para a criança um desenvolvimento da melhor forma
possível e o tirando-o da responsabilidade de agir como um adulto nos problemas
exposto diariamente. Sendo crucial essa relação de pais/educadores no processo de
escolarização da criança independentemente de ser uma escola pública ou privada.

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4. Cadernos como uma Fonte de Informações

O Caderno escolar é um companheiro de longos anos na vida de um aluno, é


através dele que se encontra a fotografia de quem o usa e o espelho de onde se está
usando. É um diário de memórias do aluno, ferramenta eficaz de informações sobre o
estado afetivo-emocionais da criança e também personalidade.
Nele encontramos registros de avanços e retrocessos, erros e acertos, que
podem ser facilmente percebidos através do uso da borracha, corretivos ou rabiscos.
É também um instrumento de psicodiagnóstico que permite verificar o funcionamento
psíquico por meio da avaliação psicológica.
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Para o profissional o caderno escolar é uma ferramenta de constante


vigilância, nele o professor pode perceber e avaliar a condição do aluno, através de
pontos importantes como: a agressividade simbólica e a violência, bem como poderá
usá-lo como meio de comunicação entre a escola e os pais.
Com o passar dos anos o caderno também surge como uma nova proposta
para a vida dos profissionais, os professores além de auto se avaliar, também pode
entender a personalidade e compreender o processo de aprendizagem de uma forma
individual, usando a dinâmica adequada.
E não é só isso mas também serve como um meio de avaliação da parte dos
pais para com a escola, é o elo de ligação material entre família e escola, facilitando
a relação dos mesmos no processo de escolarização dos alunos.
Com o avanço da tecnologia, escolas estão adotando o uso de laptops,
substituindo os cadernos físicos pelos digitais.
O que estudos comprovam que essa inovação estimula menos a memória,
levando alunos a não assimilarem bem os assuntos.
Em uma possível análise do aluno através destes cadernos digitais, os
resultados seriam insatisfatórios, pois de acordo com um teste realizado nas
Universidades de Princeton e Califórnia, psicólogos dividiram a sala de aula em dois
grupos, em seguida os alunos foram submetidos a uma palestra e posteriormente
responderiam um questionário.
Foi disponibilizado notebooks para um grupo e para o outro cadernos.
Passando uma hora de palestra os alunos deveriam escrever sobre os fatos citados
na palestra. Depois de serem submetidos ao teste verificou-se que os alunos os quais
fizeram as anotações no caderno assimilou melhor os conceitos apresentados,
fazendo uso de suas próprias palavras para descrever os fatos, enquanto os aluno
que fizeram suas anotações em notebooks transcreveu o texto oral em sua totalidade.
O caderno escolar além de ser uma fonte de informações, inclui também um
conjunto de regras que contribuem para a formação do caráter do aluno, pois é através
dele que o ensino sobre os limites morais para se conviver em sociedade é praticado
diariamente na sala de aula, esta orientação se dá através das regras que devem ser
respeitadas e cumpridas quanto ao limitar-se ao uso das margens de cada folha, não
podendo ser ultrapassadas. O uso dessa ferramenta além de ter um conjunto de
normas há também procedimentos.
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5. O que há por trás dos Cadernos Escolares?

Essa tem sido uma pergunta de muitos profissionais como psicólogos e


psicopedagogos sobre os cadernos escolares. É muito importante que o analisador
folhei cada página do caderno a fim de se chegar a um entendimento sobre as
possíveis causas que levaram aquele aluno a ter uma queixa escolar.
É relevante que o aluno tenha a oportunidade dele mesmo folhear seu próprio
caderno e expor o que quis escrever, o que entendeu e o que sentiu dificuldade. Para
se fazer o fichamento sobre o material analisado e se chegar a uma possível
conclusão.
É interessante que o profissional peça autorização da instituição para que se
analise outro caderno de um aluno da mesma sala, realizando uma análise
comparativa entre os fatores identificados na queixa apresentada pelo professor.
Investigando os pontos negativos e positivos que aquele aluno tem a respeito da
instituição, dos professores e dos coordenadores.
Como profissionais que buscam soluções através da análise, não podemos
deixar de escutar as queixas também do aluno, uma vez que é comum adotar os fatos
materiais e desprezar o que é de grande importância na avaliação eficaz que é a fala
de quem estar sendo analisado. Prender-se as fontes superficiais, também não é o
caminho adequado, sabendo que os registros escolares através dos materiais
oferecidos não podem ser considerados totalmente eficazes. É preciso abordar
assuntos e situações que fazem parte da história do aluno, se os mesmos estão tendo
o auxílio necessário no âmbito familiar ou se há existência de outros pontos
consideráveis.
“Só os fatos da infância explicam a sensibilidade aos traumatismos futuros e só
com o descobrimento desses restos de lembranças, quase regularmente olvidados,
e com a volta deles à consciência, é que adquirimos o poder de afastar os
sintomas.” ― Sigmund Freud

Analisar uma história em preto e branco não traz o mesmo resultado de


analisar uma colorida. Por esta razão faz-se necessário o acompanhamento desta
criança para o processo comparativo da evolução ou regressão da situação inicial.
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O progresso da escrita, da leitura e da percepção podem também serem


acompanhadas através da monitoração do uso do caderno, contribuindo para o
desenvolvimento cognitivo e evitando possíveis retrocessos.
É um momento de reflexão sobre a saúde mental, física e emocional. É o
momento de conscientizarmos aos adultos que crianças precisam ser crianças.
Precisam falar e expor o que sentem dentro de si, sem a correria de atender aos
horários de uma agenda, completamente prejudicial ao desenvolvimento e a
aprendizagem.
Precisamos de crianças que tenham liberdade de expor por escrito e
verbalmente seus desejos e medos, crianças que se sintam úteis para a sociedade.
Deixando de lado os bonecos mecânicos, e optando por momentos presentes no lugar
de momentos online. Criança precisa conhecer a riqueza que há dentro de si.

6. Considerações Finais

A partir do conteúdo apresentado neste trabalho de pesquisa, foi possível


analisar a importância do acompanhamento dos avanços e retrocessos do aluno e em
que aspectos podemos observar os temas geradores que influenciam de forma direta
e indireta no desenvolvimento escolar, familiar e psicossocial das crianças.
Este teve como objetivo expor de forma coesa a importância do envolvimento
de todos os responsáveis pelo desenvolvimento educacional da criança, levando em
conta os fatores externos, que seriam seu convívio social, sendo demonstrado desta
forma que a criança reflete aquilo que ela vivência no dia a dia.
Deste modo levantamos um olhar especial para a relação entre escola e pais,
e o envolvimento dos mesmos no progresso educativo dos filhos e voltamos um pouco
o olhar mais atento aos cadernos escolares e como eles podem nos direcionar sobre
os questionamentos levantados pelos pais e em sala de aula pelos seus professores
sobre o desenvolvimento escolar dos alunos. Sabendo que eles podem nos mostrar
índicos de alerta, de atenção, voltada para o aluno.
No entanto, podemos observar que cada aluno tem sua peculiaridade, sua
subjetividade, demonstrando desta forma o impasse que a escola e professores tem
que se envolver de forma individual com cada um deles, buscando assim, de forma
primordial o apoio dos pais nesse processo de acompanhamento da criança,
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buscando de forma efetiva um olhar atento dos pais para os filhos, sabendo que, a
educação básica é o alicerce para todo um desenvolvimento de qualidade.
Portanto, enfatizamos a necessidade de se construir um elo que é
essencial entre o âmbito escolar e a família do aluno, podendo assim melhorar o
rendimento escolar da criança, podendo ser evitado um retrocesso no seu
desenvolvimento.

7. Referências

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Disponível em: <https://blogdoaluno.utfpr.edu.br/?p=3936> Acesso em 13 de junho


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